CD I Seminário de Extensão

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    14-Feb-2015

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<p>I SEMINRIO DE EXTENSO DO CCHLA</p> <p>O PENSAR E O FAZER EXTENSIONISTA COM CIDADANIA</p> <p>RESUMOS DOS PROJETOS</p> <p>15 e 16 de agosto</p> <p>1</p> <p>UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA CENTRO DE CINCIAS HUMANAS LETRAS E ARTESReitor: Rmulo Soares Polari Vice-Reitora: Maria Yara Campos Mattos Diretor do CCHLA: Ariosvaldo da Silva Diniz Vice-Diretora do CCHLA: Mnica Nbrega</p> <p>COMISSO ORGANIZADORAAriosvaldo da Silva Diniz Maria de Ftima Almeida Cida Guimares Nathane Costa Francisco Xavier Francisco Holanda</p> <p>ISBN 978-85-7745-848-6</p> <p>2</p> <p>SUMRIOZaeth Aguiar do Nascimento A CLNICA E A SADE MENTAL NA CIDADE: UMA ARTICULAO ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSO NO CENTRO DE ATENO PSICOSSOCIAL PORTO CABEDELO/PB Clnia Maria Toledo de Santana Gonalves A ESCUTA DO USURIO TABAGISTA NO CAIS JAGUARIBE Luceni Caetano da Silva A ORQUESTRA SINFNICA JOVEM DA UFPB 7</p> <p>9</p> <p>11</p> <p>Maria de Lourdes Soares 12 A POLTICA HABITACIONAL PARA A POPULAO DE BAIXA RENDA COMO PROPOSTA DE INCLUSO NA CIDADE Antonio Mendes da Silva 13 A QUESTO INDGENA NO NORDESTE: A EDUCAO DIFERENCIADA NAS ESCOLAS DAS ALDEIAS JARAGU E MONTE-MOR Jamile Paiva AO DA COMUNICAO PBLICA NA COORDENADORIA DO PATRIMNIO CULTURAL DE JOO PESSOA Maria de Fatima Pereira Alberto AES DE PROTAGONISMO: UM ENCONTRO ENTRE A EXTENSO UNIVERSITRIA E AS CRIANAS E ADOLESCENTES DO PETI Eugnia Tereza C. B. Krutzen AES INTEGRADAS UFPB / HOSPITAL JULIANO MOREIRA 14</p> <p>15</p> <p>17</p> <p>Veronica Lucia do Rego Luna 19 ACOMPANHAMENTO PSICOSSOCIAL AO IDOSO EM INSTITUIES DE LONGA PERMANNCIA Laura Helena Montenegro Carneiro da Cunha Kumamoto APOIO CRIANA HOSPITALIZADA: UMA PROPOSTA DE INTERVENO LDICA Samir Perrone de Miranda CINEMA &amp; HUMANIDADES: CICLOS TEMTICOS DE CINEMAS Guilherme Barbosa Schulze CONTEMDANA 2.0: GRUPO TRANSDISCIPLINAR DE DANA E PROCESSOS HBRIDOS DE EXPRESSO ARTSTICA 20</p> <p>24</p> <p>25</p> <p>3</p> <p>Ktia Ferreira Fraga 26 CRIAO DE AUDIOGUIAS PARA OS MONUMENTOS HISTRICOS DA PARABA Maria Eleonora Montenegro de Souza DANAS CIRCULARES NA UFPB 27</p> <p>Marta Pragana Dantas 29 DIREITOS LINGUSTICOS E INCLUSO SOCIAL: OFICINAS DE LNGUA FRANCESA Maria Patrcia Lopes Goldfarb 30 EDUCAO E CULTURA: UM EXERCCIO DE APRENDIZAGEM SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL EM SOUSA-PB Solange Pereira da Rocha EXTENSO E RELAES RACIAIS: PROGRAMA DE PROMOO DE IGUALDADE RACIAL E VALORIZAO DA MATRIZ CULTURAL AFRICANA NO ESTADO DA PARABA/PROAFRO 31</p> <p>Regileide de Lucena Fernandes 32 FORMAO PROFISSIONAL E CLNICA NO ATENDIMENTO A PACIENTES PSICTICOS: UMA ARTICULAO ENTRE PSICANLISE E PSIQUIATRIA Ana Cristina Marinho Lcio JOANINHA: LEITURAS ENCENADAS Maria Bernardete da Nbrega LEITURA E INTERAO: ANLISE DO DISCURSO ESTTICOPOESIA/PINTURA E OUTROS GNEROS Eneida Martins de Oliveira LETRAMENTOS: MULTIMODALIDADE, LEITURA E PRODUO TEXTUAL Maria de Ftima Almeida LINGUAGENS E LEITURAS: EXPERINCIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL Zlia Monteiro Bora LITERATURA E ECOCRTICA NO ENSINO MDIO Joslia Ramalho Vieira MECT MUSICALIZAO ATRAVS DO ENSINO COLETIVO DE TECLADO/PIANO 33</p> <p>34</p> <p>35</p> <p>37</p> <p>38</p> <p>40</p> <p>4</p> <p>Paulo Roberto Vieira de Melo MEMRIA DO MOVIMENTO Anderson de Souza Mariano MSICA EM PERFORMANCE Caroline Brendel Pacheco MUSICALIZAO INFANTIL NA UFPB</p> <p>41</p> <p>43</p> <p>44</p> <p>Sandra Souza da Silva Chaves 45 O BEM-ESTAR SUBJETIVO E O PLANTO PSICOLGICO NA ESCOLA PBLICA: UM FOCO NA POSITIVIDADE HUMANA Cirineu Cecote Stein 46 O LINGUAJAR DO SERTO PARAIBANO PATRIMNIO LINGUSTICOCULTURAL Regina Celi Mendes Pereira da Silva OS CAMINHOS DO PROJETO UNIESCOLA: EM BUSCA DE NOVAS METODOLOGIAS DE ENSINO DE LNGUA PORTUGUESA 48</p> <p>Maria de Ftima Melo do Nascimento 50 OS USURIOS E SUAS DEMANDAS NO TERRITRIO DO CRAS DE CRUZ DAS ARMAS E MANDACARU: COMO ATINGI-LAS Amarilis Rebu de Matos PRESTO PERA Margarete Von Mhlen Poll PROGRAMA LINGUSTICO-CULTURAL PARA ESTUDANTES INTERNACIONAIS (PLEI) Heloisa Mller PROJETO CAMENA DE OFICINA BARROCA Valdinei Veloso Gouveia PROMOO DE COMPORTAMENTOS PR-AMBIENTAIS: UMA INTERVENO BASEADA NOS VALORES HUMANOS Daniella da Cunha Gramani QUARTETO VOCAL O QUE, HMI?! Mnica F. B. Correia REEDITANDO HISTRIAS DE FRACASSO ESCOLAR Ieda Franken Rodrigues SAMEM Saudavelmente Estudante Migrante 52</p> <p>53</p> <p>22</p> <p>54</p> <p>55 57 58</p> <p>5</p> <p>Armando Albuquerque de Oliveira 59 SEGURANA PBLICA E DIREITOS HUMANOS: UMA ABORDAGEM DA CINCIA POLTICA Maria de Ftima Fernandes Cato 61 SEOP- SERVIO E ESCUTA EM ORIENTAO PSICOSSOCIAL: PROJETO DE VIDA E TRABALHO Regina Clia Gonalves SUBINDO A LADEIRA: EDUCAO PATRIMONIAL E ENSINO DE HISTRIA NO VARADOURO JOO PESSOA/PB Juciane Araudi Beltrame TECNOLOGIAS DIGITAIS E EDUCAO MUSICAL Rosalma Diniz Arajo VIVACIDADES 62</p> <p>63</p> <p>64</p> <p>6</p> <p>A CLNICA E A SADE MENTAL NA CIDADE: UMA ARTICULAO ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSO NO CENTRO DE ATENO PSICOSSOCIAL PORTO CABEDELO/PB Zaeth Aguiar do Nascimento Liliane Flix Ribeiro da Silva gila Alves de Souza Vaneide Delmiro Neves O Programa de Extenso A Clnica e a Sade Mental na Cidade composto de diversos projetos vinculados Clnica Escola de Psicologia da UFPB. A Clnica-escola fundada em 1979, em sua atuao tambm tem se voltado para as atividades 'extramuros', se inserindo nos espaos da comunidade externa academia, buscando parcerias com instituies, desenvolvendo intervenes que articulam as trs dimenses que sustentam o trabalho acadmico: o ensino, a pesquisa e a extenso lanando um olhar para uma Clnica Ampliada. Neste sentido, o campo de atuao permite que os estudantes, professores e tcnicos se apropriem de novas ferramentas metodolgicas num trabalho que envolve as equipes multidisciplinares. O referido programa tem como um de seus projetos A Psicanlise e a Sade Mental na Cidade desenvolvido no Centro de Ateno Psicossocial Porto Cidadania (CAPS I), situado no municpio de Cabedelo/PB. O CAPS um servio de cunho multiprofissional e comunitrio, e como um servio substitutivo, foi criado com o intuito de romper com as prticas segregacionistas dos hospitais psiquitricos atendendo casos de intenso sofrimento psquico. O CAPS de Cabedelo foi fundado em 2004 e firmou convnio com a UFPB em 2006 recebendo alunos do curso de Psicologia para desenvolver aes de ensino, pesquisa e extenso. Visando a reconstruo do lao social dos usurios e a inveno de novos dispositivos de cuidado, os alunos, semanalmente, participam das atividades do CAPS tais como: acolhimento, reunies com familiares, atendimentos domiciliares, oficinas de artes plsticas, de cermica, desenho, colagem, de capoeira, oficina do movimento (futebol e caminhadas na praia de Cabedelo), e circulao pelo servio e pela cidade atravs de passeios e apresentaes de oficinas de capoeira, de artes plsticas, etc.). Temos observado que essas atividades favorecem na estabilizao do quadro psictico, na diminuio da taxa de reinternao, bem como na insero social dos sujeitos atendidos. Alm das atividades desenvolvidas no CAPS, os alunos participam do Ncleo de Estudos e Pesquisa em Psicanlise e Sade Mental visando 7</p> <p>formao terica metodolgica. Outro Projeto desenvolvido no referido servio por estudantes de diversos cursos da UFPB o PET Sade Mental: Crack, lcool e outras drogas. Assim, constatamos que as propostas teraputicas desenvolvidas pelos estudantes e pela equipe multiprofissional do CAPS tm favorecido o lao social dos usurios bem como contribudo com a produo de outras formas de pensar e lidar com a loucura.</p> <p>8</p> <p>A ESCUTA DO USURIO TABAGISTA NO CAIS JAGUARIBE Clnia Maria Toledo de Santana Gonalves Maria Jos Monteiro Pereira Rayanne Maropo Stiro Yordan Bezerra Gouveia lyman Patrcia da Silva Isabela Cristiane Vieira de S Erlayne Beatriz Flix de Lima Silva</p> <p>A OMS estima que o consumo de tabaco cause aproximadamente 4,9 milhes de mortes anualmente no mundo. No ocorrendo mudanas, em 2025, prev-se a ocorrncia de 10 milhes. Apesar de campanhas de conscientizao na mdia, advertindo-se acerca dos prejuzos, o nmero de consumidores freqente. O tabagismo se configura hoje como um problema de sade coletiva mundial, pois causa inmeros prejuzos sade - seja ela de cunho fsico ou psicolgico - e econmica ao pas. O uso do txico, objeto do presente estudo: o tabaco, se apresenta como um substituto da falta do objeto perdido, isto , o txico, para as toxicomanias de suplncia, funciona como um objeto que tenta preencher a falta simblica do sujeito que traduz a relao sintomtica direta, imediata entre o mal-estar sentido pelo sujeito e um objeto que assume a funo de aliviar a dor de existir. Portanto este projeto, a fim de contribuir com a sociedade, tem como objetivo possibilitar aos usurios do programa antitabagista do CAIS Jaguaribe um espao subjetivo para elaborao de seus conflitos e queixas pessoais. Com base nisto, tomou-se como referencia a teoria psicanaltica que busca entender esse fenmeno debruando-se sobre o pathos psquico, entendido como obscuro que s vem a se tornar claro atravs do registro da palavra, que se apresenta atravs de sintoma. O processo ser realizado atravs da escuta psicolgica no qual sero utilizadas entrevistas, em profundidade e/ou semi estruturado, e tcnicas de avaliao psicolgica como ferramentas para auxiliar na compreenso das implicaes do uso do tabaco na vida psquica do sujeito. Espera-se com isso, possibilitar ao sujeito tabagista um espao de escuta para a elaborao do mal-estar psquico que compromete a uma melhor adeso a um tratamento anti-tabagista, como tambm oferecer um suporte ao projeto desenvolvido, pelo CAIS Jaguaribe. Desta forma conclui-se que este projeto proporcionar aos sujeitos tabagistas do programa Anti-tabagismo CAIS Jaguaribe um espao subjetivo para que os mesmos elaborem a posio que o tabaco ocupa em sua</p> <p>9</p> <p>vida subjetiva, seja por meio de intervenes teraputicas e tcnicas de exame psicolgico.</p> <p>10</p> <p>A ORQUESTRA SINFNICA JOVEM DA UFPB Luceni Caetano da Silva Everton Praxedes de Souza Rogrio Pereira Vicente A Orquestra Sinfnica Jovem da UFPB um projeto de extenso desenvolvido pelo Departamento de Msica DeMs da Universidade Federal da Paraba, cujo objetivo principal oferecer aos seus alunos dos cursos de extenso e do Bacharelado, uma prtica de orquestra, estimulando nesse pblico o prazer e o gosto pelo instrumento musical escolhido. A orquestra tem servido de laboratrio para a prtica de orquestra dos alunos de instrumento da graduao do Bacharelado e da Licenciatura em Msica. Alm disso, os alunos de composio apresentam seus arranjos, feitos especificamente para a orquestra e os alunos de regncia exercitam tambm a prtica de regncia.</p> <p>11</p> <p>A POLTICA HABITACIONAL PARA A POPULAO DE BAIXA RENDA COMO PROPOSTA DE INCLUSO NA CIDADE Maria de Lourdes Soares Ana Ducila Cavalcante da Silva Juliana Lopes Monterio de Almeida O presente trabalho sobre a poltica de habitao popular como proposta de incluso social na cidade de Joo Pessoa, PB, Brasil, tenta mostrar a Poltica Habitacional no Brasil, particularmente a Poltica de habitao popular na cidade na realizada, mostrando suas caractersticas nos governos que se seguem aps a ditadura militar, as nuances utilizada pelos governantes de cada poca e as possibilidades como incluso do cidado. O trabalho foi realizado a partir de pesquisas documentais e bibliogrficas, discusses redaes na tentativa de compreender na historia a desigualdade encontrada entre o dficit habitacional e a quantidade de residncias construdas, principalmente no que diz respeito a habitao popular direcionada a populao mais carente, dando nfase a interveno do Estado na questo habitacional e na forma como o Estado no decorrer da poltica habitacional vem diminuindo o dficit habitacional e/ou aumentando a acumulao capitalista, fazendo com que o capital venha cada vez mais a se multiplicar e, conseqentemente aumentar a disparidade na distribuio de renda e a pobreza .</p> <p>12</p> <p>A QUESTO INDGENA NO NORDESTE: A EDUCAO DIFERENCIADA NAS ESCOLAS DAS ALDEIAS JARAGU E MONTE-MOR Antonio Mendes da Silva Rafael Maximino dos Santos Maria Aparecida Nascimento da Silva O GT Indgena SEAMPO/CCHLA/UFPB vem desenvolvendo discusses sobre a educao diferenciada nas escolas indgenas, especificamente em Monte Mor e Jaragu no municpio de Rio Tinto/PB. O GT a partir de uma busca de fundamentos tericos tenta somar conhecimentos as prticas pedaggicas com a finalidade de erigir pilares educacionais que sustentam e fortaleam a cultura e a cidadania do povo Potiguara, por entender que tal demanda se faz necessria, pois o povo Potiguara em sua histria vem passando por um processo de luta e sobrevivncia de sua cultura e identidade, onde papel da educao no mbito escolar de suma importncia nessa luta. As aes educativas tm como referencial a educao popular buscando a forma participativa de envolver lideranas indgenas e polticas, caciques, gestores das escolas, professores e estudantes. Para que possamos construir instrumentos para avaliar os processos de ensino e aprendizagem das escolas que esto trabalhando na perspectiva da educao diferenciada das redes estaduais e municipais do municpio de Rio Tinto.</p> <p>13</p> <p>AO DA COMUNICAO PBLICA NA COORDENADORIA DO PATRIMNIO CULTURAL DE JOO PESSOA Jamile Miri Fernandes Paiva A Coordenadoria do Patrimnio Cultural da Prefeitura Municipal de Joo Pessoa alm de estimular a conservao fsica de lugares histricos, tais como prdios pblicos, monumentos, praas, bens naturais, entre outros, visa levar a comunidade a um processo ativo de conhecimento, apropriao e valorizao de sua herana patrimonial e cultural para melhor usufruto pela coletividade. Nesse contexto o campo da comunicao pblica pode ser</p> <p>percebido como uma modalidade de comunicao que contribui para estimular a apropriao consciente do patrimnio movido pelo sentimento de</p> <p>pertencimento, de resgate e de preservao, por sua funo de facilitar o debate pblico na perspectiva da construo da cidadania. Ao estabelecer um processo interativo entre as comunidades e os agentes responsveis pela preservao, estaremos possibilitando a troca de conhecimentos e a formao de parcerias para a proteo e valorizao dos bens culturais. Nossa para</p> <p>proposta de trabalho</p> <p> desenvolver aes</p> <p>de comunicao voltadas</p> <p>fortalecer as noes de identidade e de memria cultural compartilhada, que tem como referencia o espao pblico democratizado elemento imprescindvel na poltica de preservao do patrimnio. Entendemos a Educao Patrimonial como um processo ativo de conhecimento, valorizao e apropriao consciente do nosso patrimnio, seja este qualquer evidncia material ou manifestao cultural.</p> <p>14</p> <p>AES DE PROTAGONISMO: UM ENCONTRO ENTRE A EXTENSO UNIVERSITRIA E AS CRIANAS E ADOLESCENTES DO PETI Maria de Fatima Pereira Alberto Leandro Carlos Ferreira de Sousa, Sharlinny Karina Silva de Lima, Yracema Porto de Queiroz, Cibele Soares da Silva Costa, Gisla Kndida Ferreira da Silva, Rodolfo de Oliveira Marques, Luana Carla Bandeira Sobrinho, Stefanie Esteves Salgueiro, Maria Genecleide Dias de Souza, Nara Fernandes Lcio, Liliane Flix Ribeiro da Silva, Ananda Neves Dias Arnoud, gila Alves de Souza, Vincius Suares de Oliveira, Gisele Christine Lins Lopes O projeto de extenso Programa de Erradicao do Trabalho Infantil (PETI): Aes de Pot...</p>

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