CE - Acabamentos

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    26-Nov-2015

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<ul><li><p>SOUTO MOURA - ARQUITECTOS, LDA. B S - ACTIVIDADES HOTELEIRAS, S. A. </p><p>RUA DO ALEIXO, 53, 1 E - PORTO BOM SUCESSO - DESIGN RESORT, LEISURE &amp; GOLF _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ </p><p>CADERNO DE ENCARGOS TRABALHOS E CONDIES TCNICAS ESPECFICAS Pg. 1 </p><p> CONDIES ADMINISTRATIVAS </p><p>1. INTRODUO </p><p>As clusulas administrativas referidas neste caderno de encargos complementam as clusulas administrativas e jurdicas </p><p>fornecidas pelo Dono da Obra as quais, em caso de incompatibilidade ou desacordo prevalecem sobre as clusulas deste C.E. </p><p>2. RESPONSABILIDADES, SEGUROS E LICENAS </p><p>O Empreiteiro assume toda a responsabilidade derivada da execuo destes trabalhos, desde que previstas pelos </p><p>regulamentos portugueses. </p><p>O Empreiteiro suportar, ainda por sua plena conta, as consequncias de eventuais acidentes nos estaleiros (tais como, danos </p><p>devidos a trabalhadores da obra, roubos e estragos por incndios ou por intempries bem como os encargos de licenas e </p><p>seguros que efectuar. </p><p>A direco e fiscalizao dos trabalhos ou fornecimento, sero exercidos pelo Dono da Obra, ou por intermdio dos seus </p><p>delegados nomeados para o efeito, os quais se designam, abreviadamente, por " Fiscalizao". Contudo, a aco da </p><p>Fiscalizao em nada diminui a responsabilidade do adjudicatrio, no que se refere boa execuo dos trabalhos. </p><p>2. TRABALHOS COMPLEMENTARES </p><p>Todos os materiais e trabalhos no indicados nos desenhos e peas escritas deste projecto, mas indispensveis ao </p><p>desenvolvimento dos que o constituem, fazem parte da empreitada, no podendo o Empreiteiro invocar para a sua </p><p>realizao, quaisquer prazos ou pagamentos adicionais, devendo consider-los na formulao dos preos dos trabalhos em </p><p>que so necessrios. Salvaguardam-se todos os materiais e trabalhos cuja omisso seja imputvel aos projectistas. </p><p>O Empreiteiro deve apresentar com a sua proposta, medio e preos de todos os materiais ou trabalhos no indicados na lista </p><p>de medies, bem como dos que apresentem quantidades diferentes das indicadas nas medies do projecto. Caso o no </p><p>faa, o Empreiteiro no poder invocar para a sua realizao, quaisquer prazos ou pagamentos adicionais. </p><p>As eventuais alteraes posteriores, resultantes de eventuais alteraes decididas pelo Dono da Obra ou Fiscalizao, sero </p><p>calculadas no regime de trabalhos a mais ou a menos. </p><p>4. DESENHOS A APRESENTAR PELO EMPREITEIRO </p><p>O Empreiteiro dever submeter aprovao da Fiscalizao e Projectistas, durante o perodo de preparao e planeamento </p><p>dos trabalhos, todos os desenhos de construo e pormenores de execuo exigidos neste caderno de encargos. </p><p>5. ENSAIOS </p><p>O Empreiteiro obrigado a realizar todos os ensaios previstos neste caderno de encargos ou exigidos nos regulamentos em </p><p>vigor, e constituem encargo do Empreiteiro. </p><p>Havendo dvidas sobre a qualidade dos trabalhos, o dono da obra poder exigir a realizao de ensaios no previstos, </p><p>acordando com o Empreiteiro os critrios de deciso a adoptar. Neste caso, quando os resultados dos ensaios no sejam </p><p>satisfatrios, as despesas com os ensaios e reparao das deficincias sero encargo do Empreiteiro sendo, caso contrrio, por </p><p>conta do Dono da Obra. </p></li><li><p>SOUTO MOURA - ARQUITECTOS, LDA. B S - ACTIVIDADES HOTELEIRAS, S. A. </p><p>RUA DO ALEIXO, 53, 1 E - PORTO BOM SUCESSO - DESIGN RESORT, LEISURE &amp; GOLF _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ </p><p>CADERNO DE ENCARGOS TRABALHOS E CONDIES TCNICAS ESPECFICAS Pg. 2 </p><p>6. EXECUO DOS TRABALHOS </p><p>A obra deve ser executada em perfeita conformidade com o Projecto, com este caderno de encargos e demais condies </p><p>tcnicas contratualmente estipuladas, de modo a assegurar-se as caractersticas de resistncia, durabilidade, funcionalidade e </p><p>qualidade especificadas. </p><p>Quando este caderno de encargos no defina as tcnicas construtivas a adoptar, fica o Empreiteiro obrigado a seguir, no que </p><p>seja aplicvel aos trabalhos a realizar, os regulamentos, normas, especificaes, documentos de homologao e cdigos em </p><p>vigor, bem como as instrues de fabricantes e entidades detentoras de patentes. </p><p>7. QUALIDADE DOS TRABALHOS </p><p>Os trabalhos que constituem a presente empreitada devero ser executados de acordo com as melhores regras de Arte de </p><p>Construir, obedecendo aos Regulamentos e Normas em vigor, aos Documentos de Homologao, ao disposto neste Caderno </p><p>de Encargos, e s indicaes do Projecto Geral, devendo ainda atender s recomendaes dos fabricantes dos Materiais </p><p>sempre que aprovadas pela Fiscalizao. </p><p>Em casos de dificuldades fora do comum na obteno de Materiais ou outras, dever o Empreiteiro discutir previamente com a </p><p>Fiscalizao e Projectistas as vrias hipteses alternativas, fazendo-se referncia no Livro de Obra soluo aprovada. </p><p>8. REGRAS DE INTERPRETAO </p><p>Qualquer contradio ser resolvida pelo Autor do Projecto, que dever ter conhecimento das dvidas durante o perodo de </p><p>preparao da Obra. </p><p>Quando se verifiquem divergncias entre os vrios documentos do presente projecto, peas escritas e peas desenhadas, </p><p>resolver-se-o de acordo com as seguintes regras: </p><p>a) As peas desenhadas prevalecero sobre todas as outras quanto disposio relativa das suas diferentes partes, </p><p>localizao e caractersticas dimensionais da obra. </p><p>b) O mapa de medies prevalece no que se refere s quantidades de trabalho, sem prejuzo do disposto nos artigos 13 e </p><p>14 do D.L. 235/86 de 18 de Agosto e no ponto 3 destas Clusulas Administrativas. </p><p>c) Em tudo o mais prevalece o que constar neste caderno de encargos, sempre que mais exigente do ponto de vista de </p><p>resistncia e qualidade que o referido nas peas desenhadas. </p><p>ASPECTOS GERAIS </p><p>As Clusulas Tcnicas que constituem o presente Caderno de Encargos apresentam-se divididas em duas partes. Na parte A </p><p>complementam-se as CTG do CE e na parte B, sob a forma de fichas individuais por trabalhos, particularizando-se esses mesmos </p><p>trabalhos com especificaes que reforam ou complementam as referidas nas C.T. Gerais, sobre as quais tm prioridade em </p><p>caso de incompatibilidade. </p><p>Alm das clusulas aplicveis referidas no C.E. , so ainda aplicveis aos trabalhos dos diferentes captulos todas as condies </p><p>tcnicas definidas neste caderno de encargos, tanto as comuns a vrios captulos, como as especficas referidas nas partes A e </p><p>B de cada captulo de trabalhos, os regulamentos e normas em vigor, os quais tero prioridade sobre aquelas quando haja </p><p>contradio e, no que estiver omisso, as condies indicadas nos D.T.U. aplicveis. </p><p>Considera-se em cada trabalho, a menos que exista referncia expressa em contrrio, o fornecimento e aplicao de todos os </p><p>materiais e trabalhos inerentes, de acordo com o referido neste caderno de encargos e demais peas que constituem este </p><p>projecto, e em conformidade com as regras de boa arte. </p></li><li><p>SOUTO MOURA - ARQUITECTOS, LDA. B S - ACTIVIDADES HOTELEIRAS, S. A. </p><p>RUA DO ALEIXO, 53, 1 E - PORTO BOM SUCESSO - DESIGN RESORT, LEISURE &amp; GOLF _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ </p><p>CADERNO DE ENCARGOS TRABALHOS E CONDIES TCNICAS ESPECFICAS Pg. 3 </p><p>Sempre que para um determinado trabalho nada se especifique, o mesmo dever ser executado de acordo com as boas </p><p>regras de execuo e os materiais e acessrios a utilizar devero estar homologados e corresponder melhor qualidade </p><p>disponvel no mercado nacional. O Empreiteiro dever apresentar, com a sua proposta, catlogos e documentao tcnica </p><p>relativa aos processos e materiais que pretende aplicar. </p></li><li><p>SOUTO MOURA - ARQUITECTOS, LDA. B S - ACTIVIDADES HOTELEIRAS, S. A. </p><p>RUA DO ALEIXO, 53, 1 E - PORTO BOM SUCESSO - DESIGN RESORT, LEISURE &amp; GOLF _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ </p><p>CADERNO DE ENCARGOS TRABALHOS E CONDIES TCNICAS ESPECFICAS Pg. 4 </p><p>ESPECIFICAES GERAIS </p><p>MATERIAIS </p><p>ESPECIFICAES SOBRE OS MATERIAIS </p><p>1.01. CONDIES COMUNS A TODOS OS MATERIAIS </p><p>Todos os materiais a utilizar na obra devero satisfazer as condies referidas na presente Especificao, Condies Tcnicas </p><p>Especiais (C.T.E.) e normas de fabrico. </p><p>Os materiais e elementos de cada lote s podero ser aplicados na obra depois de efectuada a sua recepo e aprovao </p><p>pela Fiscalizao e pelo Autor do Projecto. </p><p>A recepo e aprovao ser feita com base na verificao, satisfazendo as caractersticas especificadas neste C.E.. </p><p>Quando da recepo de cada lote, dever ser elaborado pelo Empreiteiro um Boletim de Recepo, onde devero constar: </p><p>- Identificao da obra; </p><p>- Designao do material ou do elemento; </p><p>- Nmero do lote; </p><p>- Data de entrada na obra; </p><p>- Deciso de recepo e visto da Fiscalizao. </p><p>Ao Boletim de Recepo devero ser anexados os seguintes documentos: </p><p>- Certificado de Origem; </p><p>- Guia de remessa; </p><p>- Boletins de ensaio. </p><p>O Boletim de Recepo e documentos anexos devero ser integrados no livro de registo da obra. </p><p>O Empreiteiro poder propor a substituio de qualquer especificao de materiais, desde que no sejam prejudicados a </p><p>solidez, estabilidade, aspecto durao e conservao da obra. </p><p>A proposta dever ser feita por escrito, devidamente fundamentada, indicando pormenorizadamente as caractersticas de </p><p>qualidade a que o material ir satisfazer. </p><p>Compete Fiscalizao e ao Autor do Projecto aprovar ou rejeitar a proposta de substituio, a qual dever ser condicionada </p><p> alterao das condies administrativas, nomeadamente prazos e custos. </p><p>A aprovao de uma alterao de especificao para um determinado material no isentar nenhum lote de ser submetido </p><p>recepo prevista, nem isentar o Empreiteiro da responsabilidade sobre o seu comportamento. </p><p>Os materiais ou elementos sujeitos homologao obrigatria ou classificao obrigatria s podero ser aceites quando </p><p>acompanhados do respectivo Documento de Homologao ou Classificao, passado por um laboratrio oficial. </p></li><li><p>SOUTO MOURA - ARQUITECTOS, LDA. B S - ACTIVIDADES HOTELEIRAS, S. A. </p><p>RUA DO ALEIXO, 53, 1 E - PORTO BOM SUCESSO - DESIGN RESORT, LEISURE &amp; GOLF _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ </p><p>CADERNO DE ENCARGOS TRABALHOS E CONDIES TCNICAS ESPECFICAS Pg. 5 </p><p>A homologao ou classificao no isentar os materiais de serem submetidos aos ensaios julgados necessrios pela </p><p>Fiscalizao e pelo Autor do Projecto. </p><p>Os materiais devero ser armazenados por forma a garantir a sua utilizao em boas condies, sendo da responsabilidade do </p><p>Empreiteiro todas as aces necessrias para este fim. </p><p>Os ensaios a realizar so os julgados necessrios pela Fiscalizao e pelo Autor do Projecto. </p><p>Sero sempre realizados todos os ensaios que a Fiscalizao e o Autor do Projecto entenderem necessrios, caso os materiais </p><p>no sejam os especificados em Caderno de Encargos, sendo por conta do Empreiteiro os encargos respectivos. </p><p>A colheita de amostras, sua preparao e embalagem, sero efectuadas na presena da Fiscalizao, do Autor do Projecto e </p><p>do Empreiteiro. </p><p>Os ensaios sero realizados num laboratrio oficial, ou noutro laboratrio de reconhecida competncia, desde que autorizado </p><p>pela Fiscalizao e pelo Autor do Projecto. </p><p>Se os resultados dos ensaios no satisfizerem, ser rejeitado o respectivo lote. </p><p>1.02. RECEPO DOS MATERIAIS E ENSAIOS DIVERSOS </p><p>A recepo dos materiais e elementos de construo ser feita com base na verificao de que satisfazem as caractersticas </p><p>especificadas no projecto, no Caderno de Encargos ou no contrato. </p><p>Todos os ensaios a realizar ou estipulados nas normas, regulamentos ou legislao em vigor, so considerados obrigatrios e </p><p>constituem encargo do Empreiteiro, salvo nas excepes especificamente estipuladas. </p><p>Quando a Fiscalizao tiver dvidas sobre a qualidade dos trabalhos, pode tornar obrigatria a realizao de ensaios alm dos </p><p>previstos. Se os resultados dos ensaios referidos forem satisfatrios e as deficincias encontradas no forem da responsabilidade </p><p>do Empreiteiro, as despesas com os ensaios e com a reparao daquelas deficincias sero de conta do Dono da Obra. </p><p>1.03. ARMAZENAMENTO E PRESERVAO DAS QUALIDADES DOS MATERIAIS </p><p>O Empreiteiro o nico responsvel pela preservao de todos os materiais, durante o transporte e o armazenamento, at </p><p>sua colocao em obra. </p><p>A Fiscalizao dever rejeitar todos os materiais deteriorados que no estejam em conformidade com o clausulado do Caderno </p><p>de Encargos, obrigando o Empreiteiro a retir-los, sua conta do estaleiro da obra. </p><p>Se, contudo, o Empreiteiro cr poder, mediante tratamento adequado, tornar aqueles materiais aceitveis, a Fiscalizao </p><p>poder autorizar a tentativa de recuperao mas, em caso de fracasso, o Empreiteiro ser o nico responsvel pelos prejuzos e </p><p>atrasos decorrentes. </p><p>Os materiais de diferentes qualidades, tipo ou origem, devero ser armazenados separadamente por forma a permitir a </p><p>qualquer momento uma inspeco completa e rpida por parte da Fiscalizao. </p><p>1.04. AMOSTRAS DOS MATERIAIS A EMPREGAR NA EMPREITADA </p><p>O Empreiteiro obriga-se a mostrar previamente, Fiscalizao e ao Autor do Projecto, amostras dos materiais a empregar, </p><p>acompanhadas de...</p></li></ul>