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7/21/2019 CEI - DPU - Provas Discursivas http://slidepdf.com/reader/full/cei-dpu-provas-discursivas 1/75 U N I V E R S I D A D E D E B R A S Í L I A – UnB CENTRO DE SELEÇÃO E DE PROMOÇÃO DE EVENTOS – CESPE DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO (DPU) CONCURSO PÚBLICO CARGO: DEFENSOR PÚBLICO DA UNIÃO DE 2. a  CATEGORIA PROVA DISCURSIVA — GRUPO I (Aplicação: 5/8/2001) LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES NO VERSO.

CEI - DPU - Provas Discursivas

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  • 7/21/2019 CEI - DPU - Provas Discursivas

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    U N I V E R S I D A D E D E B R A S L I A UnBCENTRO DE SELEO E DE PROMOO DE EVENTOS CESPE

    DEFENSORIA PBLICA DA UNIO (DPU)

    CONCURSO PBLICO

    CARGO:

    DEFENSOR PBLICO DA UNIODE 2.aCATEGORIA

    PROVA DISCURSIVA GRUPO I

    (Aplicao: 5/8/2001)

    LEIA COM ATENO AS INSTRUES NO VERSO.

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    DEFENSORIA PBLICA DA UNIO (DPU)CONCURSO PBLICO (Aplicao: 5/8/2001)

    CARGO:DEFENSOR PBLICO DA UNIO DE 2.a

    CATEGORIA

    PROVA DISCURSIVA GRUPO I

    INSTRUES

    1 Este caderno contm o Grupo I da prova discursiva e seis pginas para rascunho.

    2 As pginas para rascunho so de uso opcional; no contaro, portanto, para efeito de avaliao.

    3 Caso este caderno esteja incompleto ou tenha qualquer defeito, o candidato dever solicitar ao fiscal desala mais prximo que o substitua.

    4 Para a realizao da prova, ser permitida a consulta a livros, legislao comentada e(ou) anotada, asmulas, a livros doutrinrios, a manuais e(ou) a impressos.

    5 Durante a prova, o candidato no deve levantar-se nem comunicar-se com outros candidatos.

    6 No sero distribudas folhas suplementares para rascunho ou para texto definitivo.

    7 O Grupo I da prova discursiva ter a durao de trs horas, j includo o tempo destinado identificao que ser feita no decorrer da prova e transcrio do texto para as folhas de textodefinitivo.

    8 Ao terminar a prova, o candidato deve chamar o fiscal mais prximo e devolver-lhe todas as folhas de texto

    definitivo, receber o seu documento de identidade e deixar o local de prova.9 Ser anulado o texto definitivo que for escrito a lpis ou tiver identificao fora do local apropriado.

    10 A prova ser anulada se o candidato devolver as folhas de texto definitivo destacadas ou incompletas.

    AGENDA

    I 7/8/2001 divulgao dos gabaritos oficiais preliminares das provas objetivas, na Internet no endereohttp://www.cespe.unb.br e nos quadros de avisos do CESPE/UnB.

    II 8 e 9/8/2001 recebimento de recursos das provas objetivas, exclusivamente nos locais e horrios a serem

    informados na divulgao dos gabaritos oficiais preliminares das provas objetivas.III 27/8/2001 data provvel da divulgao (aps a apreciao de eventuais recursos), no Dirio Oficial e nos

    locais mencionados no item I, dos resultados: final das provas objetivas e provisrio da prova discursiva.IV 3 e 4/9/2001 recebimento de recursos da prova discursiva, exclusivamente nos locais e horrios a serem

    informados na divulgao do resultado provisrio da prova discursiva.V 19/9/2001 data provvel da divulgao (aps a apreciao de eventuais recursos), no Dirio Oficial e nos

    locais mencionados no item I, do resultado final da prova discursiva e da convocao para a prova oral.

    Observaes:

    No sero objeto de conhecimento recursos em desacordo com o estabelecido no ttulo 13 DOSRECURSOSdo Edital n.o1/2001 DPU, de 7/6/2001.

    Informaes relativas a resultado no sero prestadas por telefone. permitida a reproduo deste material, desde que citada a fonte.

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    UnB / CESPE DPU Prova Discursiva Grupo I Concurso Pblico (Aplicao: 5/8/2001)

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2.aCategoria 1 / 7 permitida a reproduo, desde que citada a fonte.

    DEFENSORIA PBLICA DA UNIO (DPU)CONCURSO PBLICO (Aplicao: 5/8/2001)

    CARGO:DEFENSOR PBLICO DA UNIO DE 2.a

    CATEGORIA

    PROVA DISCURSIVA GRUPO I

    Na questo a seguir, que vale cincopontos, faa o que se pede, usando as pginas para rascunho do presente caderno. Em seguida,transcreva o texto para as FOLHAS DE TEXTO DEFINITIVO DA PROVA DISCURSIVA GRUPO I, nos locais apropriados, pois nosero avaliadas provas com texto escrito em local indevido. Utilize, no mnimo, sessentae, no mximo, cento e oitentalinhas. Qualquerprova com extenso aqum da mnima de sessentalinhas efetivamente escritas ser apenada, e qualquer fragmento de texto alm daextenso mxima de cento e oitentalinhas ser desconsiderado.

    ATENO!Nas FOLHAS DE TEXTO DEFINITIVO, identifique-se apenas no cabealho, pois no sero avaliadosos textos quetenham qualquer marca identificadora fora do local apropriado.

    Um veculo do Ministrio da Sade, utilizado paraa distribuio de vacinas a hospitais pblicos, dirigidopor funcionrio pblico federal, em alta velocidade etrafegando em pista molhada e sem visibilidade, veio aatropelar Antnio, causando-lhe grave deformidade fsica.No mesmo acidente, o veculo ainda danificou poste de

    iluminao pertencente Companhia Energtica deBraslia (CEB) e abalroou ambulncia pertencente Secretaria de Sade do Distrito Federal que estavaestacionada no local.

    Quatro anos aps o fato, Antnio e seusdependentes Bruna, Carlos e Diogo, companheira efilhos, respectivamente ingressaram na 1. Vara daFazenda Pblica do Distrito Federal com ao contra aUnio federal, pleiteando, o primeiro, indenizao pordanos materiais, referentes aos custos com o tratamentomdico a que se submetera em razo dos ferimentos;penso vitalcia no valor de oito salrios mnimos, quantiaque percebia, como autnomo, com a execuo detrabalhos de marcenaria e que no mais poderia executarpor ter ficado inabilitado para o trabalho; indenizao pordanos morais, devidos pela dor psicolgica advinda dadeformidade da qual passou a ser portador. Os demaisautores pleiteavam penso porque Antnio, inabilitadopara o trabalho, deixara de prover o sustento deles,principalmente depois que se separou da companheira,Bruna, que ficou com a guarda dos filhos. Citada, ademandada contestou, alegando carncia de ao,porque o veculo pertencia ao Ministrio da Sade;incompetncia do juzo; prescrio; e, no mrito,impugnando os valores pedidos pelos autores esustentando no haver sido responsvel pelo acidente,que se deu por culpa exclusiva do funcionrio que dirigiao veculo, a quem denunciou a lide. Citado, estecontestou, alegando que fora absolvido por insuficinciade provas de sua culpabilidade no processo-crime em quelhe foi imputado o delito de leses corporais, no

    podendo, portanto, ser rediscutida a sua culpa peloacidente.Dois dias aps o ajuizamento da primeira ao, a

    CEB props ao contra o Ministrio da Sade, pleiteandoindenizao pelos danos causados no poste de iluminaopblica, de sua propriedade, e que fora danificado noacidente. A ao foi distribuda 2. Vara da FazendaPblica do Distrito Federal, que, entendendo haverconexo com a ao anteriormente proposta, remeteu os

    autos ao juzo da 1. Vara da Fazenda Pblica, quedeterminou a citao do ru. Este ofertou contestaono 18. dia do prazo, alegando carncia de ao eincompetncia, e, no mrito, sustentando, alm daocorrncia da prescrio, no ser responsvel peloacidente, debitado, exclusivamente, culpa de seu

    funcionrio.No mesmo dia, o Distrito Federal (DF), pleiteando

    o ressarcimento dos danos causados em sua ambulncia,ingressou com ao de indenizao contra a Uniofederal, que foi distribuda 3. Vara da Fazenda Pblicado Distrito Federal. Citada, a Unio contestou no 60. diado prazo, alegando carncia de ao, incompetncia do

    juzo e, no mrito, prescrio, alm de haver impugnadoos valores pleiteados pelo autor. Denunciou, ainda, a lideao funcionrio pblico federal que dirigia o veculocausador do acidente. Determinada a sua citao, esteofertou contestao, alegando haver sido absolvido porfalta de provas no processo-crime a que respondera porleses corporais.

    O juzo da 3. Vara da Fazenda Pblica, entendendo

    ser o juzo da 1. Vara prevento para o julgamento detodos os feitos, conexos, remeteu para aquele juzo osautos do processo.

    Nessa fase, Antnio veio a falecer em decorrnciada sade debilitada em razo do acidente outroraocorrido. A Unio, juntando aos autos o atestado de bitode Antnio, pleiteou a extino do feito em relao a ele.Aberta vista dos autos aos outros autores, estes noconcordaram com o pedido e requereram ao juiz ainstaurao do incidente de habilitao do esplio.Aditaram, ainda, a inicial, pleiteando majorao dasverbas pedidas a ttulo de indenizao por danosmateriais incluindo os gastos com o funeral e aindaindenizao por danos morais decorrentes da dor pelamorte de ente querido.

    O juiz da 1. Vara da Fazenda Pblica, a quemestavam afeitos os trs processos, remeteu os autos aomembro do Ministrio Pblico, tendo em vista a presenade incapazes em um dos processos. O DF agravou dadeciso, alegando que o encaminhamento dos autosao Ministrio Pblico representava procrastinao doandamento do processo e que o parquetsomente deveriaser intimado para ingressar no feito aps a designao deaudincia de instruo de julgamento.

    Em face da situao hipottica acima relatada, na condio de membro do Ministrio Pblico (MP) que recebeu os processos, elaboreparecer nico e exaustivo, desvinculado do interesse de qualquer das partes do processo (custos legis), abordando os seguintes aspectosde direito civil e processual civil relevantes aos trs processos: responsabilidade civil, prescrio, reflexos no mbito cvel da sentenapenal absolutria, danos morais e materiais, litisconsrcio, legitimidade de partes ativa e passiva, possibilidade jurdica do pedido,pressupostos processuais, conexo, competncia, tempestividade, denunciao da lide, procedimento, substituio de parte, aditamento

    do pedido, cabimento do agravo e atos praticados pelo juiz a partir da contestao.Caso o candidato queira identificar a autoria do documento, somente ser aceito o nome hipottico MEMBRO DO MP. O uso dequalquer outra assinatura acarretar a anulao do texto do candidato.

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    UnB / CESPE DPU Prova Discursiva Grupo I Concurso Pblico (Aplicao: 5/8/2001)

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2.aCategoria 2 / 7 permitida a reproduo, desde que citada a fonte.

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    UnB / CESPE DPU Prova Discursiva Grupo I Concurso Pblico (Aplicao: 5/8/2001)

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2.aCategoria 3 / 7 permitida a reproduo, desde que citada a fonte.

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    UnB / CESPE DPU Prova Discursiva Grupo I Concurso Pblico (Aplicao: 5/8/2001)

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2.aCategoria 4 / 7 permitida a reproduo, desde que citada a fonte.

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    UnB / CESPE DPU Prova Discursiva Grupo I Concurso Pblico (Aplicao: 5/8/2001)

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2.aCategoria 5 / 7 permitida a reproduo, desde que citada a fonte.

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    UnB / CESPE DPU Prova Discursiva Grupo I Concurso Pblico (Aplicao: 5/8/2001)

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2.aCategoria 6 / 7 permitida a reproduo, desde que citada a fonte.

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    UnB / CESPE DPU Prova Discursiva Grupo I Concurso Pblico (Aplicao: 5/8/2001)

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2.aCategoria 7 / 7 permitida a reproduo, desde que citada a fonte.

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    U N I V E R S I D A D E D E B R A S L I A UnBCENTRO DE SELEO E DE PROMOO DE EVENTOS CESPE

    DEFENSORIA PBLICA DA UNIO (DPU)

    CONCURSO PBLICO

    CARGO:

    DEFENSOR PBLICO DA UNIODE 2.aCATEGORIA

    PROVA DISCURSIVA GRUPO II

    (Aplicao: 5/8/2001)

    LEIA COM ATENO AS INSTRUES NO VERSO.

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    DEFENSORIA PBLICA DA UNIO (DPU)CONCURSO PBLICO (Aplicao: 5/8/2001)

    CARGO:DEFENSOR PBLICO DA UNIO DE 2.a

    CATEGORIA

    PROVA DISCURSIVA GRUPO II

    INSTRUES

    1 Este caderno contm o Grupo II da prova discursiva e quatro pginas para rascunho.

    2 As pginas para rascunho so de uso opcional; no contaro, portanto, para efeito de avaliao.

    3 Caso este caderno esteja incompleto ou tenha qualquer defeito, o candidato dever solicitar ao fiscal desala mais prximo que o substitua.

    4 Para a realizao da prova, ser permitida a consulta a livros, legislao comentada e(ou) anotada, asmulas, a livros doutrinrios, a manuais e(ou) a impressos.

    5 Durante a prova, o candidato no deve levantar-se nem comunicar-se com outros candidatos.

    6 No sero distribudas folhas suplementares para rascunho ou para texto definitivo.

    7 O Grupo II da prova discursiva ter a durao de trs horas, j includo o tempo destinado identificao que ser feita no decorrer da prova e transcrio do texto para as folhas de textodefinitivo.

    8 Ao terminar a prova, o candidato deve chamar o fiscal mais prximo e devolver-lhe todas as folhas de texto

    definitivo, receber o seu documento de identidade e deixar o local de prova.9 Ser anulado o texto definitivo que for escrito a lpis ou tiver identificao fora do local apropriado.

    10 A prova ser anulada se o candidato devolver as folhas de texto definitivo destacadas ou incompletas.

    AGENDA

    I 7/8/2001 divulgao dos gabaritos oficiais preliminares das provas objetivas, na Internet no endereohttp://www.cespe.unb.br e nos quadros de avisos do CESPE/UnB.

    II 8 e 9/8/2001 recebimento de recursos das provas objetivas, exclusivamente nos locais e horrios a serem

    informados na divulgao dos gabaritos oficiais preliminares das provas objetivas.III 27/8/2001 data provvel da divulgao (aps a apreciao de eventuais recursos), no Dirio Oficial e nos

    locais mencionados no item I, dos resultados: final das provas objetivas e provisrio da prova discursiva.IV 3 e 4/9/2001 recebimento de recursos da prova discursiva, exclusivamente nos locais e horrios a serem

    informados na divulgao do resultado provisrio da prova discursiva.V 19/9/2001 data provvel da divulgao (aps a apreciao de eventuais recursos), no Dirio Oficial e nos

    locais mencionados no item I, do resultado final da prova discursiva e da convocao para a prova oral.

    Observaes:

    No sero objeto de conhecimento recursos em desacordo com o estabelecido no ttulo 13 DOSRECURSOSdo Edital n.o1/2001 DPU, de 7/6/2001.

    Informaes relativas a resultado no sero prestadas por telefone. permitida a reproduo deste material, desde que citada a fonte.

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    UnB / CESPE DPU Prova Discursiva Grupo II Concurso Pblico (Aplicao: 5/8/2001)

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2.aCategoria 1 / 5 permitida a reproduo, desde que citada a fonte.

    DEFENSORIA PBLICA DA UNIO (DPU)CONCURSO PBLICO (Aplicao: 5/8/2001)

    CARGO:DEFENSOR PBLICO DA UNIO DE 2.a

    CATEGORIA

    PROVA DISCURSIVA GRUPO II

    Na questo a seguir, que vale cincopontos, faa o que se pede, usando as pginas para rascunho do presente caderno. Em seguida,transcreva o texto para as FOLHAS DE TEXTO DEFINITIVO DA PROVA DISCURSIVA GRUPO II, nos locais apropriados, pois

    no sero avaliadas provas com texto escrito em local indevido . Utilize, no mnimo, sessentae, no mximo, cento e vintelinhas.Qualquer prova com extenso aqum da mnima de sessentalinhas efetivamente escritas ser apenada, e qualquer fragmento de textoalm da extenso mxima de cento e vintelinhas ser desconsiderado.

    ATENO!Nas FOLHAS DE TEXTO DEFINITIVO, identifique-se apenas no cabealho, pois no sero avaliadosos textos quetenham qualquer marca identificadora fora do local apropriado.

    Em cumprimento a requisio ministerial, instaurou-se inqurito policial para apurar a

    prtica de crime de sonegao fiscal por parte do(s) representante(s) legal(is) da empresa

    Comercial Guarato Ltda. A autoridade policial, objetivando comprovar a materialidade da infrao

    penal, determinou que se efetuasse, sem mandado judicial, uma busca no escritrio do contador,

    onde os agentes apreenderam livros e documentos contbeis e fiscais da empresa. O material

    apreendido foi encaminhado ao Instituto de Criminalstica (IC) para exame pericial-contbil.

    Terminada a percia, apurou-se que a sociedade comercial aproveitava na escriturao fiscal

    crdito de ICMS de notas fiscais frias. Nesse nterim, o Ministrio Pblico requisitou, diretamente

    instituio bancria, a quebra do sigilo bancrio da empresa e dos scios. Encaminhados os

    autos do inqurito policial ao Poder Judicirio, o rgo do Ministrio Pblico ofereceu denncia

    contra Joo, Jos e Pedro, scios da empresa, imputando-lhes a prtica de crime de sonegao

    fiscal, mas no arrolou testemunhas. Recebida a vestibular acusatria, foi determinada a citao

    dos rus. Pedro, ao ser interrogado, alegou e comprovou que, alm de trabalhar e residir em

    outra unidade da federao, no detinha poder gerencial e decisrio na sociedade mercantil,

    possuindo apenas 1% das cotas sociais. Por no possuir recursos para contratar advogado,

    requereu, na oportunidade, a concesso de assistncia judiciria (Lei n. 1.060/1950). Os demais

    scios, que detinham 99% das cotas sociais, imputaram a responsabilidade ao contador da

    empresa. O juiz deferiu o pedido de Pedro e encaminhou os autos Defensoria Pblica para a

    apresentao das alegaes preliminares. O advogado de Joo, na defesa prvia, apresentou uma

    certido da Secretaria da Fazenda, que atestava o parcelamento do dbito tributrio sonegado,

    fato ocorrido antes do oferecimento da denncia. O juiz marcou audincia para a oitiva das

    testemunhas arroladas pela defesa. As testemunhas inquiridas nada souberam informar acerca

    dos fatos. Na fase de diligncias, as partes nada requereram. O Ministrio Pblico, em alegaes

    finais, pugnou pela procedncia da pretenso punitiva, alegando, em sntese, que a materialidade

    da infrao penal estava comprovada no laudo do IC, e a autoria, por meio do contrato social da

    empresa e de extratos bancrios. Em seguida, os autos foram encaminhados Defensoria

    Pblica.

    Diante da situao hipottica apresentada, na condio de defensor pblico, redija um texto correspondente s alegaes

    finais de Pedro, apreciando a prova coligida e a responsabilidade do ru. No texto, no necessria a feitura de relatrio.

    Caso o candidato queira identificar a autoria do documento, somente ser aceito o nome hipottico DEFENSOR. O uso dequalquer outra assinatura acarretar a anulao do texto do candidato.

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    UnB / CESPE DPU Prova Discursiva Grupo II Concurso Pblico (Aplicao: 5/8/2001)

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2.aCategoria 2 / 5 permitida a reproduo, desde que citada a fonte.

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    UnB / CESPE DPU Prova Discursiva Grupo II Concurso Pblico (Aplicao: 5/8/2001)

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2.aCategoria 3 / 5 permitida a reproduo, desde que citada a fonte.

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    UnB / CESPE DPU Prova Discursiva Grupo II Concurso Pblico (Aplicao: 5/8/2001)

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2.aCategoria 4 / 5 permitida a reproduo, desde que citada a fonte.

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    UnB / CESPE DPU Prova Discursiva Grupo II Concurso Pblico (Aplicao: 5/8/2001)

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2.aCategoria 5 / 5 permitida a reproduo, desde que citada a fonte.

    RASCUNHO 4 / 4

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    UnB / CESPE DPU Concurso Pblico Aplicao: 8/8/2004 permitida a reproduo apenas para fins didticos, desde que citada a fonte.

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2.aCategoria 1

    PROVA DISCURSIVA

    Nos Grupos I e II da prova discursiva cada um deles valendo cincopontos , faa o que se pede, usando as pginascorrespondentes do presente caderno para rascunho. Em seguida, transcreva os textos para as respectivas folhas deTEXTOSDEFINITIVOS, nos locais apropriados, poisno sero avaliados fragmentos de texto escritos em locais indevidos.

    Em cada um dos grupos da prova discursiva, qualquer fragmento de texto alm da extenso mxima de sessenta linhasserdesconsiderado.

    Ser tambm desconsiderado o texto que no for escrito na folha de TEXTO DEFINITIVOcorrespondente.

    ATENO!No caderno de textos definitivos da prova discursiva, identifique-se apenas no cabealho da primeira pgina, poisno ser avaliadotexto que tenha qualquer assinatura ou marca identificadora fora do local apropriado.

    GRUPO I DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL

    Maria Carmem ajuizou ao ordinria contra o Banco do Povo Seguradora S.A.,

    pleiteando o recebimento de diferena do valor da indenizao devida em decorrncia do furto de

    veculo segurado, correspondente a 3 meses de correo monetria, tempo que medeou entre a

    avaliao do bem e o pagamento da indenizao, e, ainda, alegando que o valor do prmio deveria

    ser pago no pelo valor de mercado do automvel, mas sim pela quantia consignada no contrato,

    devidamente corrigida. Alegou, ainda, que o valor do prmio pago pelo ru fora calculado com

    base em avaliao do bem feito por ele mesmo, o que no se pode admitir.

    A sentena julgou improcedente o pedido por entender ser indevido o pagamento da

    diferena pleiteada pela autora entre o dia da avaliao e o do efetivo pagamento do prmio.

    Apelou a autora, suscitando a nulidade da sentena, que se manifestara sobre um dos

    pedidos formulados na inicial, quanto diferena do valor corrigido do dbito no prazo entre o

    dia em que foi calculado o valor do dano e o dia do efetivo pagamento da importncia devida; no

    mrito, ressaltou que o valor consignado no contrato fora obtido mediante avaliao do bem feita

    pela prpria apelada, e o prmio fora pago com base naquele valor, e no no valor constante do

    contrato.

    A 8. Turma Cvel do Tribunal de Justia do Distrito Federal e Territrios (TJDFT) negou

    provimento ao recurso, mantendo integralmente a sentena recorrida, em acrdo assim

    ementado:

    "Seguro de automvel, com o sinistro ocorrido e a indenizao j paga pela seguradora.

    Cobrana de diferena pela segurada do veculo. Improcedncia confirmada. Sentena vlida

    porque examinou o principal pedido da autora-apelante, desnecessrio o exame dos demais

    pedidos. Unnime."

    Considerando as informaes hipotticas acima apresentadas, redija, na condio de defensor da autora-apelante,

    o recurso que entender cabvel, argindo todas as questes processuais e materiais pertinentes.

  • 7/21/2019 CEI - DPU - Provas Discursivas

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    UnB / CESPE DPU Concurso Pblico Aplicao: 8/8/2004 permitida a reproduo apenas para fins didticos, desde que citada a fonte.

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2.aCategoria 2

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    UnB / CESPE DPU Concurso Pblico Aplicao: 8/8/2004 permitida a reproduo apenas para fins didticos, desde que citada a fonte.

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2.aCategoria 3

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    UnB / CESPE DPU Concurso Pblico Aplicao: 8/8/2004 permitida a reproduo apenas para fins didticos, desde que citada a fonte.

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2.aCategoria 4

    GRUPO II DIREITO PENAL E PROCESSUAL PENAL

    Ivan e Bernardo, agentes policiais, ao investigarem a atuao de associao formada para o trfico

    de drogas, realizaram interceptao telefnica, determinada pelo delegado de polcia, para ouvirem as

    conversas mantidas por Genival, que acreditavam ser o lder do grupo criminoso.

    Durante a escuta de conversa mantida entre Genival e Afonso, descobriram que grande quantidade

    de drogas estaria armazenada na casa de Genival. Na gravao, os interlocutores se referiram, ainda, prtica

    de roubo a agncia bancria da cidade, na semana anterior, com a qual teriam angariado fundos para

    movimentar as atividades do trfico. Com base nas conversaes mantidas, apurou-se que o roubo fora

    praticado por Genival e Afonso e por um terceiro no identificado, mediante a utilizao de arma de brinquedo.

    Os agentes policiais, ento, ingressaram na casa de Genival, que estava acompanhado de Afonso e

    Teodoro, este com 19 anos de idade. L encontraram um estoque de 50 latas de merla e uma arma com

    indcios de identificao raspada. Por essa razo, prenderam os trs em flagrante. Afonso tentou fugir,

    ocultando-se na casa de um vizinho, mas foi alcanado pelos policiais, que dali o retiraram e o encaminharam

    delegacia, junto com os demais comparsas.

    A substncia entorpecente foi apreendida, tendo sido realizado exame pericial preliminar para

    constatao da natureza e da quantidade do produto.

    Realizou-se, ainda, exame para a verificao de dependncia a droga, tendo-se constatado que Afonso

    era psiquicamente dependente, o que comprometia a sua capacidade de determinao.

    O promotor de justia ofereceu denncia contra Genival, Afonso e Teodoro pelos crimes de trfico e

    associao para o trfico art.s12 e 14 da Lei n. 6.368/1976 e pelo roubo agncia bancria, com a

    aplicao das causas de aumento de pena art. 157, 2., I e II, do Cdigo Penal (CP), em concurso

    material. Imputou, ainda, a Afonso, o crime de resistncia, por ter este tentado fugir no momento da priso

    art. 319, CP. Imputou, por fim, a Genival, o crime de porte de arma art. 16, pargrafo nico, I, da Lei

    n. 10.826/2003 , em razo da arma apreendida em sua casa.

    A denncia foi instruda com o laudo preliminar de constatao da natureza e da quantidade da droga

    apreendida.

    Foram arrolados como testemunhas os policiais que realizaram a priso em flagrante.

    Foi designada audincia para o interrogatrio e instruo. Os rus foram interrogados. Apresentada

    resposta acusao e recebida a denncia, Genival confessou a participao no trfico, mas Afonso e Teodoro

    alegaram ser apenas consumidores e negaram qualquer envolvimento com o trfico de drogas. Em seguida,

    na presena do defensor, foi iniciada a instruo criminal, tendo sido ouvido o agente de polcia Ivan, ausente

    o agente de polcia Bernardo. Foi concedido prazo para que a acusao se manifestasse sobre a testemunha

    ausente.

    Tendo sido apurado que o policial Bernardo fora transferido para outro municpio, insistiu-se na sua

    oitiva e foi tomado seu depoimento, sem que a defesa fosse notificada do encaminhamento da carta precatria.

    O juiz substituiu as alegaes orais por alegaes escritas.

    Em alegaes finais, o promotor de justia requereu a condenao dos rus, na forma da denncia.

    Na condio de defensor dos denunciados, apresente alegaes finais, abordando, na tese de defesa, os seguintes

    elementos, ainda que controvertidos.

    1 validade das provas obtidas a partir da interceptao telefnica;

    2 validade das provas testemunhal e pericial produzidas;

    3 responsabilidade penal e provas existentes contra cada um dos denunciados;

    4 anlise da imputao do crime de roubo com aumento de pena;

    5 reconhecimento de atenuantes e causas de reduo de pena acaso existentes.

  • 7/21/2019 CEI - DPU - Provas Discursivas

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    UnB / CESPE DPU Concurso Pblico Aplicao: 8/8/2004 permitida a reproduo apenas para fins didticos, desde que citada a fonte.

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2.aCategoria 5

    RASCUNHO Grupo II 1/2

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    UnB / CESPE DPU Concurso Pblico Aplicao: 8/8/2004 permitida a reproduo apenas para fins didticos, desde que citada a fonte.

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2.aCategoria 6

    RASCUNHO Grupo II 2/2

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    Universidade de Braslia (UnB)

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    UnB/CESPE DPGU 1

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos I e III

    PROVA ESCRITA DISCURSIVA P2

    Cada grupo da prova escrita discursiva vale vinte e cinco pontos, sendo quinze pontos para a pea ou dissertao e cinco pontos

    para cada questo. Em cada um deles, faa o que se pede, usando os espaos indicados no presente caderno para rascunho. Em

    seguida, transcreva os textos para o CADERNO DE TEXTOS DEFINITIVOS DA PROVA ESCRITA DISCURSIVA P2

    GRUPOS I E III, nos locais apropriados, pois no ser avaliado fragmento de texto escrito em local indevido.

    Em cada grupo, respeite os limites mnimo de sessentae mximo de noventa linhas para a pea ou dissertao e mximo de dez

    linhas para cada questo. Quaisquer fragmentos de texto alm dos limites mximos sero desconsiderados.

    No caderno de textos definitivos, identifique-se apenas no cabealho da primeira pgina, pois no ser avaliadotexto que tenha

    qualquer assinatura ou marca identificadora fora do local apropriado. Caso algum texto exija identificao, utilize apenas o nome

    Defensor Pblico da Unio. Ao texto que contenha outra forma de identificao ser atribuda nota zero, correspondente

    identificao do candidato em local indevido.

    GRUPO I

    Em 20/12/2005, Maria Rosa firmou contrato de emprstimo para abertura de crdito em

    conta-corrente, crdito rotativo, com o Banco Federal do Povo, ocasio em que foi emitida como garantia

    nota promissria no valor de R$ 15.000,00, avalizada por Pedro da Silva. Em razo do descumprimento

    desse contrato, o referido banco props ao monitria contra Maria Rosa e Pedro da Silva, devedora

    principal e avalista, respectivamente, com o objetivo de converter o dbito de R$ 34.689,79 em ttulo

    executivo.

    Na ao, o autor sustenta que a r no pagou o dbito na forma pactuada, o que acarretou o

    vencimento antecipado do total da dvida.

    A petio inicial foi instruda com a nota promissria, o contrato de abertura de crdito, o extrato

    de conta-corrente e planilha demonstrativa do dbito. Nesses documentos, constam a exigncia, juros

    remuneratrios em taxa de mercado e moratrios, inclusive capitalizados, multa contratual e correo

    monetria at a data do ajuizamento da ao.

    Alm disso, o autor sustenta que as normas do Cdigo de Defesa do Consumidor (CDC) no podem

    ser invocadas para limitar as taxas de juros do contrato de crdito rotativo que foram livremente pactuadas,

    sob pena de violao ao princpio do pacta sunt servanda, e que os juros remuneratrios no sofrem alimitao da taxa de 12% ao ano, prevalecendo o ndice ajustado, caso no seja comprovada abusividade,

    em confronto com a taxa mdia de mercado.

    Os rus foram devidamente citados e o mandado juntado aos autos em 20/4/2006, segunda-feira.

    Nesse mesmo dia, os rus dirigiram-se Defensoria Pblica da Unio (DPU) para solicitar os servios

    gratuitos de assistncia judiciria, sustentando que so abusivas e, portanto, nulas, as clusulas contratuais

    previstas no contrato de adeso, que prevem a cobrana de juros remuneratrios e moratrios a taxa

    superior fixada em lei, alm de suscitarem que os juros compostos e a sua correo monetria no foram

    pactuados no contrato.

    A DPU, atuando em defesa dos rus, requereu, por meio de petio, vista dos autos. O pedido de

    abertura de vista foi deferido e a DPU, intimada pessoalmente em 28/4/2006, quarta-feira. Os autos foram

    retirados do cartrio no dia 10/5/2006.

    Diante da situao hipottica apresentada acima, na condio de defensor pblico da Unio, redija a defesa de Maria Rosa e Pedro

    da Silva de forma ampla, dando tratamento jurdico correto aos temas tratados na situao e abordando, necessariamente, os seguintes

    aspectos:

    < prazo para apresentao da defesa;

    < cabimento da ao monitria;

    < aplicabilidade do CDC;

    < nota promissria emitida em garantia;

    < cobrana dos encargos.

  • 7/21/2019 CEI - DPU - Provas Discursivas

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    UnB/CESPE DPGU 2

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos I e III

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    UnB/CESPE DPGU 3

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos I e III

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    UnB/CESPE DPGU 4

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos I e III

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    UnB/CESPE DPGU 5

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos I e III

    Disserte, suscintamente, a respeito do recurso extraordinrio e do recurso especial retidos, previstos no art. 542, 3., do Cdigo de

    Processo Civil, discorrendo, inclusive, sobre qual o instrumento processual deve ser utilizado para solicitar o processamento imediato

    do recurso obrigatoriamente retido.

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    UnB/CESPE DPGU 6

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos I e III

    Considerando os conceitos de constitucionalizao e publicizao do direito civil, esclarea se tais institutos so sinnimos ou no,

    estabelecendo sua distino, ou o fundamento para que sejam considerados um mesmo instituto.

    RASCUNHOQUESTO 2

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    UnB/CESPE DPGU 7

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos I e III

    GRUPO III

    A competncia material da justia do trabalho foi ampliada, significativamente, com o advento da Emenda Constitucional n. 45/2004,sem que, contudo, o artigo 114 da Constituio Federal seja exaustivo quanto s hipteses da competncia material trabalhista, a qual,

    por seu turno, muito questionada em relao a certas matrias relevantes. Nesse contexto, discorra quanto competncia paraprocessar e julgar ao de indenizao fundada em acidente do trabalho proposta pelo empregado contra o empregador; bem comoquanto competncia para processar e julgar mandado de segurana proposto em face da interdio de obra determinada pelo auditor

    fiscal do trabalho.

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    UnB/CESPE DPGU 8

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos I e III

    RASCUNHOPEA/DISSERTAO2/3

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    UnB/CESPE DPGU 9

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos I e III

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    UnB/CESPE DPGU 10

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos I e III

    Em contrato de compra e venda de uma empresa, A e B, respectivamente vendedora e compradora, estabelecem que a responsabilidade

    pelo pagamento de tributos relacionados ao imvel ou atividade ser de B. Tendo em vista a legislao tributria, responda

    justificadamente: qual a validade e extenso dessa clusula?

    RASCUNHOQUESTO 1

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    UnB/CESPE DPGU 11

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos I e III

    Joel deixou sua cidade natal no interior nordestino em 2000, onde residia com sua esposa,

    Sueli, e dois filhos com oito e nove anos de idade, afirmando que iria procura de melhores condies

    de trabalho na capital do pas, o que de fato aconteceu. Jamais Joel retornou para buscar sua esposa

    e filhos, apesar de, todos os meses, depositar no banco uma quantia para ajudar no sustento da prole.

    Desde aquela poca, Joel era segurado da previdncia social, situao que no foi alterada,

    tendo em vista o fato de ter conseguido emprego logo que chegou a Braslia DF.

    Em 2002, Joel comeou a namorar Teresa, afirmando ser solteiro e omitindo a existncia defamlia em sua terra natal.

    Em 15/1/2006, Joel foi aposentado por invalidez, recebendo cumulativamente o

    auxlio-acidente. Logo depois, em 25/10/2006, faleceu em um acidente de nibus. Ato contnuo,

    Teresa requereu ao INSS o recebimento da penso. No requerimento, foram apresentadas cartas

    afetuosas escritas por Joel e endereadas residncia em que Teresa vivia com seus pais, alm de

    fotos comprobatrias desse relacionamento amoroso. Em vista disso, ela passou a receber

    integralmente a penso.

    Aps seis meses da morte de Joel, Sueli, que deixou de receber os depsitos, conseguiu

    informaes com alguns conhecidos e descobriu que Joel havia falecido e que uma pessoa estava

    recebendo a penso. Imediatamente, dirigiu-se agncia do INSS e requereu o benefcio de penso

    por morte, colacionando ao pedido todos os documentos que comprovariam sua condio de esposa

    e a existncia da prole, bem como os extratos bancrios com as transferncias que lhe foram

    enviadas.

    Passados trs meses do requerimento administrativo, ainda sem resposta do INSS, Sueli

    procurou a Defensoria Pblica da Unio para se informar de seus direitos, comprovando sua

    necessidade econmica.

    Considerando essa situao hipottica e a legislao previdenciria, na qualidade de defensor pblico da Unio responsvel pela causa,

    disserte acerca da penso por morte que Sueli requereu, abordando todas as questes advindas da situao acima narrada, relacionadas

    ao benefcio, como, por exemplo, eventual medida jurdica cabvel, os requisitos para a concesso, dependentes, data de incio e

    trmino, eventual rateio, clculo do benefcio, entre outros.

    RASCUNHOQUESTO 2

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    UnB/CESPE DPGU 1

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos II e IV

    PROVA ESCRITA DISCURSIVA P2

    Cada grupo da prova escrita discursiva vale vinte e cinco pontos, sendo quinze pontos para a pea ou dissertao e cinco pontos

    para cada questo. Em cada um deles, faa o que se pede, usando os espaos indicados no presente caderno para rascunho.

    Em seguida, transcreva os textos para o CADERNO DE TEXTOS DEFINITIVOS DA PROVA ESCRITA DISCURSIVAP2

    GRUPOS II E IV, nos locais apropriados, pois no ser avaliado fragmento de texto escrito em local indevido.

    Em cada grupo, respeite os limites mnimo de sessentae mximo de noventa linhas para a pea ou dissertao e mximo de dez

    linhas para cada questo. Quaisquer fragmentos de texto alm dos limites mximos sero desconsiderados. No caderno de textos definitivos, identifique-se apenas no cabealho da primeira pgina, pois no ser avaliadotexto que tenha

    qualquer assinatura ou marca identificadora fora do local apropriado. Caso algum texto exija identificao, utilize apenas o nome

    Defensor Pblico da Unio. Ao texto que contenha outra forma de identificao ser atribuda nota zero, correspondente

    identificao do candidato em local indevido.

    GRUPO II

    Elabore dissertao acerca do sistema processual penal acusatrio consagrado na atual Carta Constitucional, abordando,

    necessariamente, os seguintes aspectos:

    < lastro normativo constitucional do sistema processual penal em vigor;

    < caractersticas do sistema processual penal acusatrio;

    < gesto das provas e posio do juiz no sistema acusatrio;

    < impacto do sistema processual penal acusatrio ditado pela Constituio Federal no Cdigo de Processo Penal brasileiro.

  • 7/21/2019 CEI - DPU - Provas Discursivas

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    UnB/CESPE DPGU 2

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos II e IV

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    UnB/CESPE DPGU 3

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos II e IV

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    UnB/CESPE DPGU 4

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos II e IV

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    UnB/CESPE DPGU 5

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos II e IV

    Considerando os crimes contra a liberdade individual, especialmente o tipo previsto no artigo 149 do Cdigo Penal, qual seja, reduo

    condio anloga de escravo, aponte qual o juzo competente para conhecer, processar e julgar os feitos que tratam da matria,

    justificando a resposta e indicando o posicionamento do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justia acerca do tema,

    se houver.

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    UnB/CESPE DPGU 7

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos II e IV

    GRUPO IV

    Maria, acometida de grave enfermidade, foi assistida pela Defensoria Pblica da Unio para obter omedicamento indispensvel ao seu tratamento, uma vez que o mesmo no foi fornecido pelo servio de sade federalque a acompanhava.

    O juiz federal da localidade deferiu o pleito, mandando a Unio fornecer o medicamento, e ordenou o bloqueioda verba pblica necessria ao cumprimento da obrigao.

    A Unio, em apelao, obteve a reforma da sentena, em votao unnime, sob o fundamento de que no possvel o bloqueio de verbas pblicas, dado o regramento constitucional sobre precatrios, e tambm sob o

    argumento de que a norma do art. 196 da Constituio Federal meramente programtica.

    Considerando que no h obscuridade, lacuna, ou contradio na deciso, e que o acrdo do tribunal regional federal se fundaexclusivamente em matria constitucional devidamente prequestionada, elabore o recurso adequado, abordando as questesconstitucionais e de tratados internacionais pertinentes.

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    UnB/CESPE DPGU 8

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos II e IV

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    UnB/CESPE DPGU 9

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos II e IV

    RASCUNHOPEA/DISSERTAO3/3

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    UnB/CESPE DPGU 10

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos II e IV

    Acerca da teoria geral de direitos humanos, diferencie universalismo de relativismo cultural.

    RASCUNHOQUESTO 1

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    UnB/CESPE DPGU 11

    Cargo: Defensor Pblico da Unio de 2. Categoria Prova Escrita Discursiva P2 Grupos II e IV

    Quanto atuao da Defensoria Pblica, diferencie as funes tpicas das funes atpicas, citando dois exemplos de cada.

    RASCUNHOQUESTO 2

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    li

    l

    110 (j l

    liiivo.

    li

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    I

    Ii

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    pruvm; clklll

    o

    )

    OI I 110 {

  • 7/21/2019 CEI - DPU - Provas Discursivas

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    UnB/CESPI: DPU

    Nas provas discursivas especficas faa o que se pede usando os espaos indicados no presente caderno para rascunho. Em

    seguida transcreva os textos para o

    CADERNO DE TEXTOS DEFINITIVOS

    DAS

    PROVAS DISCURSIVAS

    ESPECFICAS

    -GRUPOS

    I E

    II

    nos locais apropriados pois

    no

    ser

    avaliado fragmento de

    texto escrito em local indevido.

    Respeite o limite de

    vinte

    linhas para cada questo. Qualquer fragmento de texto alm desse limite ser desconsiderado. Ser

    desconsiderado tambm o texto que no for escrito na folha de texto definitivo correspondente.

    No

    cademo de

    textos definitivos identifique-se apenas no cabealho da primeira pgina pois

    no ser avaliado

    texto que tenha

    qualquer assinatura ou marca identificadora fora do local apropriado. Caso os textos exijam identificao utilize apenas o nome

    Defensor

    Pblico

    Federal de

    Segunda Categoria.

    Ao texto que contenha outra forma de identificao ser atribJJda nota zero

    correspondente a identificao do candidato em local indevido.

    A Fazenda Nacional moveu ao de execuo fiscal contra a eiJ1J2resa

    X, tendo

    por objeto valores

    devidos e no pagos a

    ttulo

    de

    imposto

    de renda. A ao foi distribuda,

    ~ ; : ; : ( i ~ / 3 / 2 o o ( i , ) a uma

    das varas

    de execuo fiscal da s u b ~ ~ ~ Q _ j [ J _ Q l < j r i a _ d ~ - ~ ( ) P _ i L l < 2 ~ ~ ~ e a empresa, ~ ~ t ~ ~ = e r ; : ; - y 4 / I Q 0 6 _ . ~

    Em

    6/6/2007, o juiz

    titular

    da vara federal

    determinou, mediante

    expedio de carta precatria,

    ~ ~

    ~ ~ ~ ~

    ~ - ~ - - ~ - ~ o ~

    a penhora de

    um

    dos e ~ ~ ~ _ p r e ~ a : um terreno__de _OQill_:

    localizl_do na

    cidade

    d e _ [ = > o t < 2 _ f : \ l e g ~ e

    - RS.

    A empresa X apresentou embargos execuo, que foram julgados improcedentes, com trnsito em julgado

    e ~ / 2 0 ~ 9

    A Fazenda Nacional, ento, realizou a inscrio da penhora no Registro de Imveis,elll

    1. o 7 2 ~ 0 0 2 . . _

    _ _ . . . _ _ _ - ~

    Em cumprimento ao mandado de avaliao do bem, o oficial de justia constatou que, no terreno,

    habitava uma senhora chamada : : l h _ ~ J l a , que informou ao oficial possuir contrato de promessa de compra e

    venda por instrumento particular com a empresa

    X,

    firmado em 0/6{2_g_9?, data em que ela passou a residi r

    no

    imvel.

    Sheila quitou o valor do bem, mas este ainda no foi levado a registro.

    Com receio de ser obrigada a desocupar o

    imvel,

    Sheila procurou a Defensaria Pblica da Unio,

    a fim de

    obter

    orientao jurdica.

    Em face dessa situao hipottica indique com a devida flmdamentao a medida

    judicial

    cabvel em favor de Sheila bem como

    o juzo competen te para apreci-la discorrendo acerca da existncia ou no de fraude execuo e dos honorrios sucumbenciais.

    /

    CCL I

    Qo

    f - - "'--

    ' '-

    - --- -- '- '

    -'

    ' -

    -,

    ' '

    Cargo:

    Defensor

    Pblico Federal de

    Segunda

    Categoria

    - 1 -

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    RASCUNHO RUPO I QUESTO 1

    1

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    I i

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    20

    .

    Cargo

    Defensor Pblico Federal de Segunda Categoria

  • 7/21/2019 CEI - DPU - Provas Discursivas

    52/75

    UnEl/CESPt: ,, DPU

    Pedro, menor impbere aluno de escola pblica federal, acidentou-se enquanto utilizava, de forma

    inadequada,

    um brinquedo

    localizado no

    ptio

    da escola onde estuda. Aps o acidente, a famlia de Pedro

    despendeu somas vultosas com sua recuperao, tendo o menor adquirido uma cicatriz no rosto, que, devido

    a

    vergonha

    o constrangia, perante os seus colegas de turma. Diante do ocorrido, a famlia de Pedro

    \]

    procurou a Defensaria Pblica d Unio.

    Em face dessa situao hipottica, considerando que no houve negligncia, imprudncia ou impercia por parte dos funcionrios da

    referida escola, discorra acerca da responsabilidade civil do Estado e da possibilidade de cumulao de danos material, moral e

    esttico.

    C

    ,

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    ,- ' ''/;' _ . , , , ~

    0

    : - , c , - O ~ - ,.,,,C ,

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    . ,_,:-_-_' ,,

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    --i, C

    Cargo: Defensor Pblico Federal de Segunda Categoria

    -3-

  • 7/21/2019 CEI - DPU - Provas Discursivas

    53/75

    R SCUNHO RUPO QU STO

    2

    2

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    4

    l ; , ~ f

    6

    7

    8

    9

    1 ~ ~ 1 ~

    2

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    4

    < 1 ~ c

    6

    7

    8

    9

  • 7/21/2019 CEI - DPU - Provas Discursivas

    54/75

    Em

    10/1/2007

    uma

    notiti

    riminis

    annima resultou

    na

    i n s t a l j ~ a ~ o

    de

    inqurito

    policial (IPL),

    em curso na polcia federal de

    Salvador- tendo

    sido d ~ e f e r i d a pelo juzo criminal

    el s e o j u d i c i ~ ~ r i a

    do

    , ~ ~ ~ ~ - - - ~ ~ ~ ~ ' ~ - - ~ - ~ ~ ~ - ~ - ' ' ' ' ' ' ~ ~ - - - - - - - - ~ - - ~ - ~ - ~ - - - ~ -

    estado da Bahia, interceptao telefnica, para

    apurar

    suspeita de crimes praticados

    por

    servidores i)blicos,

    que

    t e r i 2 m 1 i l l s e r i d o d ~ o s ~ - s ~ e m

    sistema de informaes e de apropriao de valores pblicos de que

    tinham

    posse em razo do cargo. A autorizao de interceptao foi renovada sucessivamente, tendo

    perdurado rl}ais c : l ~ 1 8 0 ~ ~ s :

    No

    rumo

    da investigao, obteve-se a notcia de que Pedro, Fabrcio e Jorge, servidores pblicos

    federais, com exerccio funcional no

    Departamento

    Nacional de Pesquisa e Minerao, com sede em Braslia

    - DF em comunho de vontades e unidade de desgnios, com a participao de terceiros, praticaram os

    referidos crimes nos seguintes estados: Bahia, Paran, Amazonas e Pernambuco. Esses servidores,

    apontados no

    inqurito

    policial em decorrncia das investigaes, responderam a processo administrativo

    disciplinar (PAD) pela prtica de condutas ofensivas a regras administrativas previstas no Estatuto do

    Servidor Pblico Federal, o que resultou na aplicao da pena de demisso a eles.

    O advogado de defesa dos rus interps recurso contra a deciso

    administrativa

    e os efeitos

    da

    sano disciplinar foram suspensos.

    No

    recurso alegou-se,

    entre outras

    teses defensivas, que a sano

    administrativa

    deve, necessariamente,

    aguardar

    o

    trnsito

    em

    julgado

    da deciso do juzo criminal e que

    as provas constantes no

    PAD

    eram ilcitas, segundo

    doutrina

    da teoria dos

    frutos

    da rvore envenenada

    adotada pelo STF, por

    terem

    sido derivadas de IPL instaurado a partir de notcia annima.

    Em

    setembro

    de 2009, o Ministrio Pblico Federal no

    Distrito

    Federal (DF) recebeu representao

    contra

    os servidores, pela prtica de improbidade

    administrativa

    e ao

    tomar

    conhecimento de todos os

    fatos, encaminhou cpia da representao ao ofcio criminal, que,

    por

    sua vez, ofertou denncia contra todos

    os investigados. O processo encontra-se, no presente

    momento

    em trmite na 1.a Vara Federal Criminal

    de Braslia -

    DF

    com denncia recebida, estando em curso o prazo para defesa.

    Em face dessa situao hipottica discorra de forma fundamentada sobre:

    a instaurao de IPL mediante

    notiti criminis

    annima e prorrogao da interceptao telefnica;

    ..

    o rito processual a ser seguido para apurar

    as

    inftaes penais dos servidores em face da atual sistemtica processual penal;

    ..

    os efeitos da sentena penal em caso de condenao e reflexo desta na sano administrativa;

    .. o juzo competente para conhecer processar e julgar o feito e a possibilidade do incidente de conflito de competncia.

    l ' _ _ / ' c : - , L - - ~ - - - - ~ - - ' __ : C _ < - - ~ - - - - ' _ - = - - - ~ - ~ :

    _. _

    -----"

    Cargo:

    Defensor

    Pblico Federal

    de

    Segunda

    Categoria

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    UnE /GESPE OPU

    b

    Em

    10/1/2007

    uma

    not a crimnis

    annima resultou

    na

    instaurao de

    inqurito

    policial (IPL),

    em curso na polcia federal de Salvador- BA tendo sido deferida,pelo ~ z ~ ~ ~ l m i j l _ a i c l a s - ~ ~ o } u d i c i r i a do

    estado da Bahia, interceptao telefnica, p a r a - - p ~ ~ ; r ~ u s p e i E a i c r i m ~ ~ p r ~ t i ~ ~ d o s

    por

    e r v i d o r ~ ; ~ b l i c o s ,

    qe

    t e r i m i n s e r i d o d ~ d ~ ; f a T s o s e m

    sistema de informaes e de apropriao de valores pblicos de que

    tinham posse em razo do cargo. A autorizao de interceptao foi renovada sucessivamente, tendo

    perdurado

    por

    mais de 180 dias.

    1\lo

    rumo

    d ~ - ~ ~ ~ e s t i 9 a o , obteve-se a notcia de que Pedro, Fabrcio e Jorge, servidores pblicos

    federais, com exerccio funcional no Departamento Nacional de Pesquisa e Minerao, com sede em Braslia

    - DF em comunho de vontades e unidade de desgnios, com a participao de terceiros, praticaram os

    referidos crimes nos seguintes estados: Bahia, Paran, Amazonas e Pernambuco. Esses servidores,

    apontados no

    inqurito

    policial em decorrncia das investigaes, responderam a processo

    administrativo

    disciplinar (PAD) pela prtica de condutas ofensivas a regras

    administrativas

    previstas no Estatuto do

    Servidor Pblico Federal, o que resultou na aplicao da pena de demisso a eles. -

    O advogado de defesa dos rus interps recurso contra a deciso

    administrativa

    e os efeitos da

    sano disciplinar foram suspensos. No recurso alegou-se,

    entre

    outras teses defensivas, que a sano

    administrativa

    deve necessariamente, aguardar o

    trnsito

    em

    julgado

    da deciso do juzo criminal e que

    as

    provas constantes no

    PAD

    eram ilcitas, segundo doutrina da teoria dos frutos da rvore envenenada

    adotada pelo STF,

    por

    terem sido derivadas de IPL instaurado a

    partir

    de notcia annima.

    Em

    setembro de 2009, o Ministrio Pblico Federal no Distrito Federal (DF) recebeu representao

    contra os servidores, pela prtica de improbidade administrativa e ao tomar conhecimento de todos os

    fatos, encaminhou cpia da representao ao ofcio criminal, que,

    por

    sua

    vez ofertou

    denncia contra todos

    os investigados. O processo encontra-se, no presente

    momento

    em

    trmite

    na 1.a Vara Federal Criminal

    de Braslia - DF com denncia recebida, estando em curso o prazo para defesa.

    Em face dessa situao hipottica discorra de forma fundamentada sobre:

    a instaurao de

    PL

    mediante

    notitia criminis

    annima e prorrogao da interceptao telefnica;

    o rito processual a ser seguido para apurar

    s

    infraes penais dos servidores

    em

    face da atual sistemtica processual penal;

    os efeitos da sentena penal em caso de condenao e reflexo desta na sano administrativa;

    o juzo competente para conhecer processar e julgar o feito e a possibilidade do incidente de conflito de competncia.

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    RASCUNHO RUPO

    11-

    QUESTO

    1

    1

    2

    3

    4

    [ ~ l

    6

    7

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    2

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    17

    18

    9

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    ressalvando

    q ~ e ,

    em nenhum r J J g _ Q l _ ~ r 1 Q L J g s a

    in Qrm_d_o _

    a da natureza d_

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    Moeda

    falsa

    1.a fase: trs anos de pena-base mnimo legal).

    2.a fase: nenhuma circunstncia considerada.

    3. a fase: pena-base tornada definitiva.

    Passaporte

    falso

    1.a fase: dois anos de pena-base

    mnimo

    legal).

    2.a fase: nenhuma circunstncia considerada.

    3.a fase: pena-base tornada definitiva.

    UnB/CESPF

    -

    DPU

    Em face dessa situao hipottica, considerando que Juan ru prhllrip,

    p _ c J _ ~ u i d 2 r ~ ~ - b S J I ' J . ~ o ( l l l ~ c e g ~ l l e ~

    que11osededica

    -

    -

    atividades criminosas nem integra organizao criminosa, discorra, com base na doutrina e na jurisprudncia, sobre:

    a utilizao da videoconferncia e uso de algemas;

    a tipificao do crime de associao para o trfico;

    a(s) circunstncia(s) atenuante(s) e causa(s) de diminuio de pena;

    a liberdade provisria

    no

    crime de trfico internacional de drogas.

    ( : ' { ; ; - _ ; , d , , ' - - ~ - : - : < . > _ . : r ,

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