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CENTRO UNIVERSITRIO UNA FACULDADE DE CINCIAS SOCIAIS APLICADAS CURSO DE CINCIAS CONTBEIS - 3 perodo

PLANO DE NEGCIOS:

CENTRO DE FORMAO DE CONDUTORES APRENDER LTDA

Belo Horizonte, junho de 2009

CENTRO UNIVERSITRIO UNA FACULDADE DE CINCIAS SOCIAIS APLICADAS CURSO DE CINCIAS CONTBEIS - 3 perodo

PLANO DE NEGCIOS:

CENTRO DE FORMAO DE CONDUTORES APRENDER LTDA

SUMRIO

123-

Introduo________________________________________ 03 Metologia ________________________________________ 03 A Empresa _______________________________________ 04 3.1- Misso da Empresa __________________________04 3.2- Objetivos da Empresa ________________________04

3.2.1- Situao Planejada Desejada ________________ 04 3.2.2- O Foco da Empresa ________________________05 4- Estrutura Organizacional e Legal _______________________05 4.1- Descrio Legal _____________________________06 4.2- Estrutura Funcional __________________________06 4.3- Descrio da Unidade ________________________07 56Plano de Operao _________________________________07 Plano de Marketing _________________________________09 6.1- Situao __________________________________ 09 6.2- Anlise de Mercado _________________________ 11 6.2.1- Anlise do setor ___________________________11 6.2.2- Concorrentes _____________________________12 6.2.3- Fornecedores _____________________________13 6.2.4- Clientes _________________________________ 13 6.3- Estratgia de Marketing ______________________ 14 6.3.1- Estratgia de Produto ______________________ 14 6.3.2- Estratgia de Preo ________________________16 6.3.3- Estratgia de Ponto ________________________17 6.3.4- Estratgia de Promoo ____________________ 18 7- Plano Financeiro __________________________________ 20 7.1- Planilha de Custos __________________________ 20 7.2- Folha de Pagamento ________________________ 21 8- Concluso ________________________________________22 9- Referncias Bibliogrficas ___________________________ 23 10- Anexo __________________________________________ 24 1- Introduo Muitos so os desafios no mundo dos negcios. Atualmente, a ao empreendedora, antes de ser iniciada requer um planejamento minucioso. Preparar um Plano de Negcios uma das

coisas mais teis que um empresrio ou um empreendedor pode fazer. Pode servir tanto como um guia a ser seguido como tambm um instrumento utilizado para obteno de financiamento. O Plano de Negcios ir auxiliar a eliminar planejamentos instintivos. O planejamento sistemtico que faz parte do Plano de Negcios permitir restringir os erros ao papel, ao invs de comet-los no mercado. Trata-se de um documento escrito, preparado pelo empresrio e/ou seus scios, que descreve as metas e os objetivos de um negcio, juntamente com os passos necessrios para o alcance dos mesmos. Sua principal funo de certa forma, obrigar o empresrio ou empreendedor a organizar as suas idias sobre a exeqibilidade do seu negcio. Nosso trabalho tem como objetivo evidenciar a importncia da elaborao do plano de negcios e suas fases a serem permeadas, para verificao de viabilidade do empreendimento. Atravs do planejamento e o estudo do mercado obtm o conhecimento da demanda atual e de sua provvel evoluo ao longo da vida til do projeto, para isto, necessrio focalizar as questes mais importantes para a empresa, de acordo com o projeto ofertado. A grande instabilidade econmica, alta competio e mudanas constantes, tornam o exerccio de uma elaborao minuciosa imprescindvel. Este trabalho de muita utilidade, pois depois de transcorridas todas as suas etapas poder ser verificada a viabilidade ou no do negcio, evitando imprudncias que possam levar ao insucesso do empreendimento.

2- Metodologia De acordo com os critrios propostos por Silva (2000), do ponto de vista de sua natureza ser uma pesquisa bsica, pois objetiva gerar novos conhecimentos sem aplicao prtica prevista. Em relao abordagem do problema, considerar-se- como sendo qualitativa, uma vez que no requer o uso de mtodos e tcnicas estatsticas para coleta de dados. Com relao aos meios e aos procedimentos tcnicos considera-se uma pesquisa bibliogrfica.

3- A Empresa O centro de formao de condutores preocupado com a qualidade do ensino destinados aos seus alunos, entrar no mercado para fazer a diferena no que tange a qualidade das aulas ministradas, contando com uma equipe de professores, escolhidos de forma cuidadosa para tratar de forma objetiva todos os detalhes da legislao pertinente a trnsito. Esperamos que a empresa ocupe um lugar de destaque na formao de condutores. Seus instrutores passaro por cursos de reciclagem periodicamente, alm de contar com salas confortveis para treinamento terico, e uma frota bem diversificada.

3.1- Misso da Empresa Atravs do treinamento e reciclagem de nossos profissionais, estaremos aptos a atender nossos clientes com agilidade e eficincia, cuidando do processo de habilitao, capacitando condutores e estimulando a satisfao do aluno, visando, uma convivncia social harmoniosa no trnsito das cidades brasileiras.

3.2- Objetivos da Empresa Investir sempre em novas tecnologias e na atualizao de nossa frota de veculos; Aumentar o ndice de aprovao de nossos alunos e a fidelidade de nossos clientes;

Incentivar a cooperao, a ajuda mtua, o senso de coletividade, a solidariedade e o sentimento de pertencimento; Colaborar com um trnsito mais consciente e equilibrado.

3.2.1- Situao Planejada Desejada As antigas Auto Escolas, hoje chamadas de Centro de Formao de Condutores (CFC), so entidades pblicas ou privadas, integrantes do Sistema Nacional de Trnsito, que possuem administrao prpria e corpo tcnico habilitado para capacitao terico/prtica de condutores de veculos automotores. A responsabilidade dos CFC aumentou devido a novas normas de trnsito, alem de medidas que obrigam a realizao de uma carga mnima de aulas prticas e tericas, para aqueles que desejam obter a habilitao para dirigir. A oferta gerada pela nova regulamentao tornou a implantao de um CFC um processo complexo, devido aos variados requisitos fsicos e legais exigidos para o exerccio da atividade. Pretende-se alcanar um nmero elevado da populao atravs da escolha do ponto estratgico da cidade, prximo aos clientes, onde passam a maior parte do dia, a fim de evitar grandes deslocamentos. A estrutura organizacional foi estabelecida de acordo com os conhecimentos adquiridos ao longo do curso de Cincias Contbeis e da disposio e capacidade de cada um para desempenhar o papel que lhe foi atribudo. O plano de expanso ser determinado de acordo com o bom andamento da empresa, pois j foi demonstrado por pesquisas que o segmento oferece grandes possibilidades de crescimento.

3.2.2- O Foco da Empresa Pretende-se atuar especificamente na rea formao de condutores de veculos automotores e eltricos, realizao de exames, expedio de documentos de habilitao, cursos de formao especializados e de reciclagem. (Resoluo CONTRAN 168/04)

4- Estrutura Organizacional e Legal Para que uma empresa possa iniciar suas atividades, necessrio que esteja devidamente legalizada, ou seja, dever estar registrada em determinados rgos nos mbitos federal, estadual e municipal. Alguns registros so comuns para todas as empresas, outros so exigidos apenas para aquelas que realizem determinadas atividades. O Centro de Formao de Condutores uma entidade, devidamente certificada pelo Organismo de Qualificao de Trnsito, com registro e licena de funcionamento, expedida pelos rgos de Trnsito dos Estados ou do Distrito Federal, possuindo administrao prpria e corpo tcnico de instrutores, com competncia e integridade, para a capacitao terico/prtica de condutores de veculos automotores.

4.1- Descrio Legal Trata-se de uma Sociedade Limitada (Cdigo Civil (CC) - arts. 1052 a 1087), instituda com base no Contrato Social (CC arts 981 a 1000). Segundo a Constituio Federativa do Brasil (CFB) - 05/10/1988, art. 22 incisos XI - Compete a Unio legislar sobre trnsito e transporte. De acordo com a Resoluo Conselho Nacional de Trnsito (CONTRAN) - 074/98 o CFC dever estar subordinado a uma razo social, enquanto entidade privada. Estabelece que as seguintes providncias devam ser tomadas: A) Registro da empresa na Junta Comercial (JUCEMG); B) Inscrio na Receita Federal para obteno do Cadastro Nacional de Pessoa Jurdica (CNPJ); C) Inscrio da empresa junto a Prefeitura Municipal para obteno do Cadastro de Contribuinte do Imposto Sobre Servios (ISS); Registro na Previdncia Social para inscrio da empresa junto ao Instituto Nacional de Previdncia Social (INSS). Alm disso, devero ser observadas as regras de proteo ao consumidor, estabelecidas pelo Cdigo de Defesa do Consumidor (CDC) 11/09/1990, que regula a relao de consumo entre consumidores e fornecedores.

4.2- Estrutura Funcional A Resoluo CONTRAN 074/98, regulamenta o credenciamento dos servios de formao e processo de habilitao de condutores de veculos. Sero cumpridas todas as exigncias mnimas para o registro, licenciamento e funcionamento do CFC:

A) Diretoria de ensino com respectivo corpo de instrutores capacitados pelo rgo executivo de trnsito do Estado, e tambm subordinados a uma razo social; B) Condies financeira/organizacional e infra-estrutura fsica adequada de acordo com a demanda operacional. A estrutura organizacional no esttica e tem mobilidade, ou seja, poder ser alterada a qualquer momento de acordo com as necessidades que a empresa exigir: C) Habilitao profissional tcnico pedaggica do corpo docente e da direo de ensino; D) Sistema certificado por um Organismo de Qualificao de Trnsito; E) Requisitos de segurana, conforto e higiene; F) Instalaes especficas devidamente aparelhadas para instruo.

4.3- Descrio da Unidade A avaliao da estrutura fsica e equipamentos so objetos de avaliao pelo rgo regional competente para fins de emisso de laudo tcnico, conforme Resoluo 198 do CONTRAN. O Departamento de Trnsito do Estado de Minas G