CIRCULAR SUSEP Nº 508, DE 09.01 - .DFC - Direto DFC - Indireto DRE - Capitalização DRE - Previdência

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CIRCULAR SUSEP N 508, DE 09.01.2015

Nota da Editora: A Circular SUSEP n 508/2015 foi revogada. Para acessar o normativovigente necessrio login e senha de acesso. Para mais informaes, favor entrar em contatopelo Tel. (11) 3071-0869 ou pelo email: Este endereo de e-mail est protegido contraspambots. Voc deve habilitar o JavaScript para visualiz-lo.

CIRCULAR SUSEP N 508, DE 09.01.2015

Dispe sobre alteraes das Normas Contbeis a serem observadas pelas sociedadesseguradoras, sociedades de capitalizao entidades abertas de previdncia complementar eresseguradores locais, institudas pela Resoluo CNSP n 86, de 19 agosto de 2002.

O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP, naforma prevista no art. 36, alneas "b", "g" e "h", do Decreto-Lei n 73, de 21 de novembro de1966, no uso da competncia que lhe foi delegada nos termos do pargrafo nico do art. 3 daLei Complementar n 126, de 15 de janeiro de 2007, do art. 74 da Lei Complementar n 109, de29 de maio de 2001 e do art. 3 2 do Decreto-Lei n 261, de 28 de fevereiro de 1967, c/c oart. 2 da Resoluo CNSP n 86, de 19 de agosto de 2002, com o inciso V do art. 32 doDecreto-Lei n 73, de 21 de novembro de 1966, com o 1 e 2 do art. 3 do Decreto-Lei n261, de 28 de fevereiro de 1967, com a redao dada pela Lei Complementar n 137 de 26 deagosto de 2010, com o inciso II do art. 37 da Lei Complementar n 109, de 29 de maio de 2001e com o art. 2 da Lei Complementar n 126, de 15 de janeiro de 2007, e considerando o queconsta do Processo SUSEP n 15414.003205/2014-66,

Resolve:

Art. 1 Alterar os anexos aprovados pela Resoluo CNSP n 86, de 19 de agosto de 2002,que passam a vigorar na forma dos anexos I, II, III e IV desta Circular.

Art. 2 Esta Circular entra em vigor na data de sua publicao, produzindo efeitosrelativamente aos procedimentos contbeis, a partir de 1 de janeiro de 2015.

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Art. 3 Fica revogada a Circular Susep n 483, de 6 de janeiro de 2014.

ROBERTO WESTENBERGERSuperintendente

(DOU de 12.01.2015 - pg. 13 - Seo 1)

ANEXOS: ANEXO I - Normas Bsicas CAPTULO I - DOS PRINCPIOS GERAIS CAPTULO II - DAESCRITURAO

CAPTULO III - DO EXERCCIO SOCIAL CAPTULO IV - DA CODIFICAO DO PLANO CONTBIL CAPTULO V - DAS DEMONSTRAES FINANCEIRAS CAPTULO VI - DA CLASSIFICAO NO CIRCULANTE E NO NO CIRCULANTE CAPTULO VII - DO SISTEMA PBLICO DE ESCRITURAO DIGITAL CAPTULO VIII - DOS REGISTROS AUXILIARES DA CONTABILIDADE CAPTULO IX - DA CONTABILIZAO DOS PLANOS DE SEGURO CAPTULO X - DAS EMISSES FORA DA COMPETNCIA CAPTULO XI - DA RESERVA DE CONTINGNCIA DE BENEFCIOS CAPTULO XII - DO RELATRIO DA ADMINISTRAO CAPTULO XIII - DOS CRDITOS TRIBUTRIOS, PREJUZO FISCAL E BASE NEGATIVADE CONTRIBUIO SOCIAL SOBRE LUCRO LQUIDO CAPTULO XIV - DOS JUROS SOBRE O CAPITAL PRPRIO CAPTULO XV - DAS TRANSFERNCIAS DE CARTEIRAS CAPTULO XVI - DO REGISTRO CONTBIL DO DPVAT CAPTULO XVII - DAS NOTAS EXPLICATIVAS

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#a1#c1#c2#c2#c3#c4#c5#c6#c7#c8#c9#c10#c11#c12#c13#c13#c14#c15#c16#c17

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CAPTULO XVIII - DAS INFORMAES AO RESSEGURADOR ANEXO II - Elenco de Contas ANEXO III Ativo DFC - Direto DFC - Indireto DRE - Capitalizao DRE - Previdncia Complementar e Seguros DRE - Resseguros DRE - Seguros DRE - Seguros e Previdncia Complementar Mutaes Mutaes - sem fim lucrativos Passivo ANEXO IV - Normas Recepcionadas Captulo I - Dos Pronunciamentos do Comit de Pronunciamentos Contbeis - CPC Captulo II - Das Interpretaes Tcnicas do Comit de Pronunciamentos Contbeis Captulo III - Das Revises de documentos emitidos pelo Comit de PronunciamentosContbeis

LIVRO: PLANO CONTBIL DAS ENTIDADES ABERTAS DE PREVIDNCIACOMPLEMENTAR, SOCIEDADES DE CAPITALIZAO, SOCIEDADES SEGURADORAS ERESSEGURADORES LOCAIS.

ANEXO I: TTULO I - NORMAS BSICAS

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#c18#a2#ativo#DFC-Direto#DFC-Indireto#DRE-Capitalizacao#DRE-PrevidenciaComplementar#DRE-Resseguros#DRE-seguros#DRE-SegurosPrevidenciaComplementar#mutacoes#SEM_FINS_LUCRATIVOS#Passivo#a4#a4c1#a4c2#a4c3#a4c3

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CAPTULO I DOS PRINCPIOS GERAIS

Art. 1 As normas consubstanciadas neste Plano Contbil estabelecem critrios eprocedimentos que visam possibilitar a manuteno de padres uniformes para o registro dasoperaes e para a elaborao e apresentao das demonstraes financeiras, mediante autilizao dos conceitos, contas e modelos de demonstraes que integram este normativo.

Art. 2 As diretrizes e normas estabelecidas neste documento no pressupem permisso paraa prtica de operaes ou servios vedados por lei, regulamento ou ato administrativo, ou quedependam de prvia autorizao da Susep.

Art. 3 Fica instituda a Comisso Contbil da Susep - CCS, que auxiliar o aprimoramento doPlano Contbil das sociedades e entidades supervisionadas, bem como propor alteraes,interpretaes ou orientaes que venham a ser consideradas necessrias.

1 As reunies sero preferencialmente mensais e suas deliberaes sero registradas emata, que, aps aprovada, ser disponibilizada no stio da Susep.

2 A comisso ser composta por representantes da Susep e da iniciativa privada, podendoincluir outros membros, em carter provisrio ou permanente, na forma estabelecida pelaautarquia.

3 Podero ser convidados pela Susep, quando necessrio, especialistas em determinadoassunto, para discusses especficas no mbito da comisso.

Art. 4 As normas e procedimentos, bem como as demonstraes financeiras padronizadas,previstas neste Plano Contbil, so de uso obrigatrio para:

I - entidades abertas de previdncia complementar;

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II- sociedades de capitalizao;

III - sociedades seguradoras; e

IV - resseguradores locais.

Pargrafo nico. Para fins desta norma, consideram-se sociedades supervisionadas asentidades abertas de previdncia complementar, as sociedades de capitalizao, associedades seguradoras e os resseguradores locais.

Art. 5 Os ttulos deste Plano Contbil esto hierarquizados pela ordem de apresentao.

1 Em funo do disposto no caput, em caso de dvidas de interpretao entre as NormasBsicas e o Elenco de Contas, prevalecem as Normas Bsicas.

2 Em funo do disposto no caput, em caso de dvidas de interpretao entre o Elenco deContas e o Modelo de Publicao, prevalece o Elenco de Contas.

3 Em funo do disposto no caput, em caso de dvidas de interpretao entre o Modelo dePublicao e as Normas Recepcionadas, prevalece o Modelo de Publicao.

4 As dvidas de interpretao sero esclarecidas pela Susep atravs de orientaes aomercado, via atas da Comisso Contbil da Susep.

CAPTULO II DA ESCRITURAO

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Art. 6 Nos termos do artigo 32, inciso V, do Decreto-Lei n 73/1966, combinado com o artigo2 da Resoluo CNSP N 86/2002, por fora da delegao de competncia do ConselhoNacional de Seguros Privados - CNSP, cabe Susep expedir as normas gerais decontabilidade a serem observadas pelas sociedades supervisionadas.

Art. 7 A escriturao das operaes deve obedecer s normas estabelecidas pelo Comit dePronunciamentos Contbeis - CPC e pela Resoluo n 750/93, do Conselho Federal deContabilidade - CFC, no que no contrariem as disposies contidas neste Plano Contbil.

Art. 8 Registram-se as receitas e despesas no perodo em que elas ocorrem, observado oregime de competncia.

1 Para os produtos de risco, o fato gerador da receita a emisso do prmio/contribuio oua vigncia do risco, o que ocorrer primeiro.

2 Para os produtos de acumulao financeira, o fato gerador da receita o recebimento dascontribuies.

3 A contabilizao das receitas das operaes de capitalizao, cujo correspondente ttuloseja contratado por meio de pagamento nico, ser efetuada na forma do inciso I ou II,devendo o critrio adotado estar justificado em notas explicativas s demonstraesfinanceiras:

I - diferida no perodo compreendido entre o ms da sua emisso e o de trmino de vigncia,ou;

II - integral no ms de sua emisso, quando a sociedade de capitalizao apresentar estudotcnico comprovando a no relevncia das despesas residuais relacionadas aos ttulos,devendo este estudo:

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a) ser disponibilizado ao auditor independente, quando da anlise das demonstraesfinanceiras;

b) ser mantido atualizado e disposio da Susep.

4 O fato gerador para a contabilizao das receitas referentes aos ttulos de capitalizaocontratados por meio de pagamentos mensais ou peridicos ser:

I - a emisso do ttulo, para a primeira parcela;

II - a informao quanto ao pagamento por parte do subscritor, para as demais parcelas.

5 Quando o risco de cobertura contratual for definido no certificado ou item segurado, acontabilizao pela vigncia da cobertura dever obedecer ao prazo definido no certificado ouitem segurado.

6 Nas hipteses descritas no pargrafo anterior, os registros obrigatrios de emisso deveroregistrar cada certificado ou item, individualmente.

Art. 9 A escriturao deve ser completa, mantendo-se em registros permanentes todos osatos e fatos administrativos que modifiquem ou venham a modificar, imediatamente ou no, suacomposio patrimonial.

Art. 10. O simples registro contbil no constitui elemento suficientemente comprobatrio,devendo a escriturao ser fundamentada em documentos hbeis para a perfeita validade dosatos e fatos administrativos.

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Art. 11. A contabilizao ser centralizada na sede da sociedade supervisionada ou, no casode filial de sociedade estrangeira, em sua representao legal no Brasil, utilizando-se registrosauxiliares de contabilidade,