CLÁUSULAS TÉCNICAS ESPECIAIS (C

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  • CLUSULAS TCNICAS

    CT/01/02 Elaborado por: 2008/09/08

    Aprovado por: Pgina 1 de 1 2008/09/10

    CLUSULAS TCNICAS ESPECIAIS (C.T.E.) CRITRIOS DE MEDIES

    guas e Saneamento: 01 Tubagens 02 Acessrios 03 Movimento de Terras 04 Repavimentaes 05 Betes e Argamassas 06 Serralharias, Madeiras, Pinturas, Cantarias, Isolamentos e Impermeabili-zaes, Outros Trabalhos de Construo Civil. 07 Continuidade do Fornecimento de gua 08 Sinalizao de Carcter Temporrio 09 Ramal Domicilirio de Drenagem de guas Residuais 10 Ramal Domicilirio de Fornecimento de gua 11 Condies obrigatrias para ligao dos sistemas prediais aos sistemas pblicos 12 Caixa de Visita

    Proteco Ambiental: 13 Sistemas de Deposio de Resduos Slidos: Compartimentos

    14 - Sistemas de Deposio de Resduos Slidos: Plataformas 15 reas com Edificaes em Construo - Vedaes 16 Linhas de gua

    Espaos Verdes: 17 Espaos Verdes

    18 Arborizao de Arruamentos 19 guas e Saneamento, Proteco Ambiental e Espaos Verdes medidas de Proteco Ambiental

    ANEXOS: Pormenores desenhados: 02A Esquema de execuo de n e simbologia 02B Descarga gua 02C Ventosa gua 02D Vlvula enterrada e junta de ligao gua 02F Macios de amarrao - gua 03A Perfis tipo de utilizao do sub-solo vala tipo gua 03B Perfis tipo de utilizao de sub-solo vala tipo Esgotos 03C Perfis tipo de utilizao do sub-solo compatibilizao de infra-estruturas 03D Perfil tipo de travessia sob aqueduto 03E Perfil tipo de travessia sob linha de gua 09A Rede de drenagem de guas residuais ramal de ligao tipo 09B Condies de ligao do sistema predial de guas residuais domsticas, ao sistema pblico 09C Sistemas Prediais de Tratamento reteno de gorduras; reteno e hidrocarbonetos; fossa sptica e poo absorvente 10A Rede de distribuio de gua ramal de ligao tipo 10B Distribuio de gua bateria de contadores 10C Distribuio de gua rede predial de combate a incndios 12A a 12A6 Caixas de visita Esgotos 12B1 Dispositivos de fecho NP. EN. 124

  • CLUSULAS TCNICAS

    CT/01/02 Elaborado por: 2008/09/08

    Aprovado por: Pgina 2 de 2 2008/09/10

    12B2 Dispositivos de fecho caixas de visita 14A Sistema de recolha de R.S.U. plataformas, proteco, contentores e sinaltica 14B Sistemas de Deposio de Resduos Slidos ECOTAINER 20A Estaleiro Tipo

    Aplicao em: - Empreitadas de obras pblicas 01, 02, 03, 04, 05, 06, 07, 08, 09, 10, 11, 12, 15, 18, 19, 20. - Operaes de loteamento 13, 14, 16, 17, 18. - Obras de Urbanizao 01, 02, 03, 04, 05, 06, 07, 08, 09, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19. - Edifcios 09, 10, 11, 13, 15, 16. - Ligaes dos sistemas prediais aos sistemas pblicos 09, 10, 11.

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    CT/01/02 Elaborado por: 2008/09/08

    Aprovado por: Pgina 3 de 3 2008/09/10

    Distribuio de gua Drenagem de guas Resi-duais Sistemas de Rega

    Materiais e Tcnicas Constru-tivas Tubagens

    CD. 01

    1. TUBAGENS DE P.V.C.

    1.1. Os materiais a utilizar bem como os respectivos dimetros e classes de presso sero os previstos no projecto. Como mnimos dever considerar-se: Aguas P.N.: 1,0 MPA; Esgotos R.C.D.: 0.8 MPA

    1.2. No caso de tubagens de P.V.C. para abastecimento de gua, estas devero ser de comprovada atoxidade e de elevada resistncia qumica, devidamente homologadas pelo L.N.E.C. No caso de Tubagens para esgoto, estas devem ser de PP, corrugadas, do tipo ULTRA RIB ou DURALIGHT.

    1.3. A recepo dos materiais ser efectuada de acordo com o disposto no documento de homologao do material respectivo ou normas oficiais aplicveis, sendo os ensaios obri-gatrios os indicados naqueles documentos.

    1.4. Os tubos devero ser armazenados at ao momento da sua montagem em local abrigado, devendo ser protegidos da entrada de materiais estranhos. proibida a aplicao em obra de tubos que no se encontrem devidamente limpos ou que j tenham sido utiliza-dos.

    1.5. Todas as ligaes de tubos devero ser executadas por sistema elstico de boca a anel de Neoprene, em junta autoblocante KM ou equivalente.

    1.6. Os ensaios a realizar na obra para verificao das suas caractersticas e comporta-mento so os ensaios de presso previstos na legislao em vigor sendo por conta do empreiteiro o fornecimento da gua potvel necessria para o efeito, bem como os necessrios escoramentos, entivaes e eventuais macios de apoio provisrios. Os ensaios tero que ser realizados na presena da fiscalizao, procedendo-se a Relatrio de Ensaio.

    1.7. Os tubos devem conter a inscrio, bem visvel, da marca do fabricante e do tipo e classe de material.

    2. TUBAGENS DE FERRO FUNDIDO DCTIL

    2.1. A tubagem de ferro fundido dctil dever ser de marca acreditada internacionalmen-te e obedecer s normas e prescries prprias dos pases de origem, designadamente no que se refere qualidade do material, rugosidade, tolerncias de dimenses e peso, espessura do tubo, prova hidrulica e revestimento.

    2.2. Se no projecto ou no mapa de quantidades de trabalhos no estiver especificado em contrrio, entende-se que os acessrios a utilizar sero tambm em ferro fundido dctil, da mesma marca da tubagem, incluindo todos os pertences necessrios efectivao das ligaes.

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    CT/01/02 Elaborado por: 2008/09/08

    Aprovado por: Pgina 4 de 4 2008/09/10

    3. TUBAGENS DE BETO

    3.1. As manilhas ou tubos de beto devem ser de fabrico industrializado, por centrifuga-o ou processo equivalente, e a sua superfcie interior dever ser perfeitamente lisa.

    3.2. As juntas dos colectores sero executadas com argamassa de cimento e areia ao trao 1 para 2, em volume.

    3.3. Quando os ensaios de mais de 50% das amostras no derem resultados satisfatrios, o lote respectivo ser rejeitado.

    3.4. As manilhas e tubos de beto a utilizar podero, se a fiscalizao assim o entender, ser sujeitas a ensaios de permeabilidade, devendo nesse caso poder suportar a presso hidrulica de 0.2 Mpa, a ensaios de absoro, no devendo nesse caso o aumento de peso do material (depois de mergulhado em gua durante 24 horas) ser superior a 5% e a ensaios de esmagamento, devendo nesse caso suportar sem rotura a carga de 6.0 KN por metro, aplicada uniformemente em todo o comprimento do tubo, ao longo de duas geratrizes diametralmente opostas.

    3.5. Todos os materiais a empregar na obra devem ser acompanhados de certificados de origem e dos documentos de controle de qualidade. Nenhum material pode ser aplicado sem prvia autorizao da fiscalizao.

    4. CRITRIOS DE MEDIO

    Nas obras de drenagem de guas residuais, a medio do comprimento dos colectores dever efectuar-se tendo por base o comprimento descrito nos perfis longitudinais, com deduo dos dimetros inteiros das cmaras de visita.

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    CT/01/02 Elaborado por: 2008/09/08

    Aprovado por: Pgina 5 de 5 2008/09/10

    Distribuio de gua Drenagem de guas Residuais

    Sistemas de Rega

    Materiais e Tcnicas Construti-vas Acessrios

    CD. 02

    1. VLVULAS DE CUNHA

    1.1. Nas redes de abastecimento de gua, sero sempre usadas vlvulas de F.F.D., PN16 tipo Euro 20 ou AVK com montagem por junta automtica, normalizadas, e previstas para instalao enterrada conforme norma ISO 7259.

    1.2. As vlvulas de cunha a utilizar no estabelecimento ou remodelao das redes de abastecimento de gua, com dimetros nominais entre DN 40 e DN 200, a menos de indi-cao em contrrio da responsabilidade da fiscalizao, e apesar do que esteja even-tualmente estabelecido no mapa de quantidades de trabalho, devero obedecer sempre s caractersticas tcnicas seguintes:

    - A vlvula ser sobremoldada com elastmero - A presso mxima de servio indicada pelo fabricante ser de 16 bars - O empanque dever ser desmontvel com a vlvula em servio - A cunha dever ter guias independentes das superfcies de estanquidade - A passagem dever ser integral, igual ao dimetro nominal - Na parte inferior do corpo a vlvula ter passagem rectilnea - O corpo e a tampa sero em ferro dctil, com revestimento epoxy - A cunha ser em ferro dctil, inteiramente sobremoldado com nitrilo - O fuso ser em ao inoxidvel, forjado a frio - A porca do fuso poder ser em lato ou em cupro-alumnio

    2. LIGAES

    2.1. Nas ligaes devem sempre utilizar-se acessrios em F.F.D., revestidos a Epoxy, inte-

    rior e exteriormente, com juntas no mesmo material e tipo Quick. 2.2. O lubrificante a usar dever ser o recomendado pelo fabricante, sendo proibido o

    uso de lubrificantes de origem mineral ou outros que provoquem o envelhecimento prematuro do anel de borracha.

    2.3. Nos ns com mais de uma vlvula, proceder-se- ao alojamento dos acessrios em caixa de visita, do tipo das previstas para a drenagem de guas resi