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CONDOMÍNIO RESORT TAMBORÉresortt.com.br/upload/doc_restrito/22Regimento Interno Resort... · 2 CONDOMÍNIO RESORT TAMBORÉ REGIMENTO INTERNO O presente Regimento complementa a Convenção

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    CONDOMNIO RESORT TAMBOR

    REGIMENTO INTERNO

    CAPTULO 01 Das Disposies Gerais

    CAPTULO 02 Do Corpo Diretivo

    CAPTULO 03 Dos Funcionrios do Condomnio

    CAPTULO 04 Dos Direitos e Deveres dos Condminos

    CAPTULO 05 Das Proibies aos Condminos

    CAPTULO 06 Da Segurana e da Portaria

    CAPTULO 07 Das Mudanas e Reformas

    CAPTULO 08 Do Silncio

    CAPTULO 09 Da Coleta de Lixo e Conservao de Limpeza

    CAPTULO 10 Dos Elevadores e Interfones

    CAPTULO 11 Das Garagens, do Estacionamento de Visitantes e do

    Uso Carrinhos

    CAPTULO 12 Do Bicicletrio e Espaos para Motos

    CAPTULO 13 Dos Animais Domsticos

    CAPTULO 14 Das Piscinas e Vestirios

    CAPTULO 15 Das Saunas, SPA, Ofur e Sala de Massagem

    CAPTULO 16 Dos Espaos Comuns Locados/Cedidos

    CAPTULO 17 Das Salas de Ginstica e Fitness

    CAPTULO 18 Do Salo de Jogos e de Recreao Infantil

    CAPTULO 19 Do Berrio

    CAPTULO 20 Do Home Theater

    CAPTULO 21 Dos Homes Offices

    CAPTULO 22 Dos Playgrounds e Pista de Skate

    CAPTULO 23 Dos Sales de Festa e Espao Gourmet

    CAPTULO 24 Das Churrasqueiras

    CAPTULO 25 Das Quadras Poliesportivas

    CAPTULO 26 Das Penalidades

    CAPTULO 27 Das Disposies Finais

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    CONDOMNIO RESORT TAMBOR

    REGIMENTO INTERNO

    O presente Regimento complementa a Conveno do Condomnio, explicitando normas e procedimentos que iro colaborar para uma convivncia harmoniosa e organizada entre os condminos no que se refere ao uso das reas e equipamentos comuns, como tambm o uso adequado a que se destina a unidade autnoma.

    CAPTULO 1 DAS DISPOSIES GERAIS

    Artigo 1 O Condomnio RESORT TAMBOR reger-se- pelas disposies constantes da Lei 10.406/2002, pela Lei n 4.591/64, por sua Conveno e demais legislaes pertinentes, cujo cumprimento esto obrigados todos os condminos, inquilinos, visitantes, comodatrios ou ocupantes, a qualquer ttulo, de unidades autnomas integrantes do Condomnio. Artigo 2 As unidades autnomas do Condomnio tm destinao exclusivamente residencial, para habitao familiar, sendo expressamente proibido us-las para alojamentos, repblicas, similares ou outras atividades imorais e ilcitas. Artigo 3 As transgresses s normas deste Regimento Interno sero sempre atribudas ao condmino e/ou inquilino responsvel pela unidade em que habite o transgressor, ou seja, dele agregado. Pargrafo nico - So considerados agregados, para efeitos deste Regimento, os familiares, visitantes e empregados domsticos. Artigo 4 Todos os bens pertencentes ao Condomnio que for danificado ter a sua reparao providenciada pelo Gestor ou pela Administradora, s expensas do causador do dano ou seu responsvel. Artigo 5 A entrada e sada de mveis e objetos de maior volume pelo elevador de servio ou escadas devero ser feitas na presena do gestor e/ou um representante da administrao do Condomnio, observando-se o disposto no artigo anterior. Artigo 6 As partes comuns do Condomnio no podero ser utilizadas, mesmo que transitoriamente, como depsito ou guarda de mveis, tapetes, ou quaisquer outros objetos. Artigo 7 O fechamento dos terraos com vidros somente ser possvel com a aprovao de 2/3 dos condminos ou titulares de direito de compra do Condomnio, que aprovaro um nico projeto padro, que ficar a disposio na Administrao Interna, para todos os apartamentos. Pargrafo Primeiro As redes de segurana devero seguir um nico padro, na cor cristal. Pargrafo Segundo Os proprietrios dos apartamentos tipo Maison obrigam-se a manter a cobertura das varandas sempre limpa.

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    Artigo 8 Toda e qualquer reclamao dos condminos ou inquilinos dever ser transmitida ao sndico atravs de livro prprio existente na portaria, pelo site www.resortt.com.br ou ainda pelo e-mail [email protected] Em caso de reconhecida urgncia, a reclamao poder ser feita pessoalmente ao Gestor Predial. Artigo 9 Os condminos e inquilinos so responsveis por eventual infrao aos dispositivos legais, quer federais, estaduais ou municipais, cabendo aos mesmos o ressarcimento de possveis multas advindas de infrao de suas unidades e computadas aos infratores, no ms imediato quele em que for notificado o condmino. O pagamento das multas ser efetuado mediante boleto prprio, a ser emitido pela Administradora, conforme artigo 52 da Conveno. Artigo 10 Os contratos de locao devero ser acompanhados de cpias deste Regimento Interno. Pargrafo nico Cabe ao proprietrio encaminhar cpia do contrato de locao, bem como do seu distrato, administrao interna do Condomnio. Artigo 11 Esto sujeitos a vistorias, tanto itens pessoais como em veculos, os prestadores de servios, os(as) empregados(as) particulares/domsticos e todos os funcionrios do Condomnio. Artigo 12 A decorao do hall social dos apartamentos poder ser decidida de comum acordo entre os condminos dos dois apartamentos que o dividem.

    CAPTULO 2 DO CORPO DIRETIVO Artigo 13 O Corpo Diretivo composto por 01 (um) Sndico, 07 (sete) Subsndicos e 21 (vinte e um) Conselheiros, eleitos em Assemblia Geral. O Corpo Diretivo tem o dever de zelar por todo o patrimnio e pela segurana das pessoas que residem e freqentam as dependncias do Condomnio. Na qualidade de dirigentes e responsveis por todos os servios e interesses comuns, o Corpo Diretivo tomar conhecimento e buscar solues para os assuntos no expressamente tratados neste Regimento Interno, bem como, os que envolvam a aplicao ou interpretao dos respectivos preceitos. Artigo 14 Compete ao Corpo Diretivo a aplicao das penalidades, mediante deciso fundamentada, ainda que resumidamente, sendo facultado ao infrator apresentar, extra Assemblia, recurso administrativo, conforme disposto na Conveno deste Condomnio.

    CAPTULO 3 DOS FUNCIONRIOS DO CONDOMNIO Artigo 15 Todos os funcionrios do Condomnio terceirizados ou no - devero manter a ordem, limpeza e disciplina e devero se apresentar corretamente uniformizados e asseados, no podendo abandonar o local de servio durante o horrio de trabalho, para tratar de assuntos estranhos ao Condomnio sem prvia autorizao do Gestor ou do Sndico. Pargrafo Primeiro - Quando, por motivo imperioso, um funcionrio tiver de afastar-se do seu posto, dever deixar em seu lugar outro empregado do Condomnio, no podendo deixar em seu posto pessoas estranhas ao quadro de empregados do Condomnio.

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    Pargrafo Segundo - expressamente proibido efetuar servios particulares aos moradores, durante o horrio de expediente. Pargrafo Terceiro - expressamente proibido o uso de bebidas alcolicas no horrio de servio; apresentar-se para o servio em estado de embriaguez, ou transitar pelas dependncias do Condomnio alcoolizado, mesmo fora do horrio de servio, sob pena de demisso por justa causa. Pargrafo Quarto - Os empregados s podero permanecer nas reas comuns, mesmo nas horas de folga, quando uniformizados. Artigo 16 Os empregados devem estar atentos s seguintes determinaes: a) informar imediatamente ao Sndico ou ao Gestor qualquer fato anormal que ocorra no Condomnio, em especial no que se refere ao comportamento dos empregados, ou a fatos que depreciem o patrimnio comum; b) observar pessoas estranhas que queiram entrar nas reas internas do Condomnio, solicitando o apoio dos Seguranas, se necessrio; c) no permitir a sada de mveis, mquinas, veculos, volumes e objetos sem autorizao escrita dos respectivos proprietrios, retendo o documento de autorizao; d) tratar todos os moradores, visitantes e demais funcionrios com educao e respeito. Pargrafo nico - A Copa e o Refeitrio so de uso exclusivo dos funcionrios do Condomnio e dos funcionrios das empresas terceirizadas contratadas pelo Condomnio. Artigo 17 Compete ao Gestor Predial / Gerente Condominial Cabe ao Gestor, como executor direto das ordens do Sndico, atender com solicitude aos moradores, assim como dirigir e fiscalizar a boa ordem do Condomnio, inclusive os servios e atribuies dos empregados do Condomnio e dos funcionrios terceirizados, levando ao conhecimento do Sndico e do Corpo Diretivo qualquer infrao Conveno e ao Regimento Interno, a fim de que sejam tomadas as medidas cabveis, cabendo-lhe ainda: 1. Fazer cumprir os regulamentos, normas e procedimentos do Condomnio e as determinaes do Sndico; 2. Comunicar ao Sndico e ao Subsndico correspondente, imediatamente, eventuais infraes aos regulamentos do Condomnio, registrando-as no livro de ocorrncias; 3. Obter autorizao do Sndico e/ou da Administrao para eventuais horas extras dos funcionrios, relacionando-as nos cartes de ponto; 4. Enviar para a Administradora, todo dia primeiro de cada ms, os cartes de ponto dos funcionrios, devidamente assinados pelo Sndico, Gestor e pelo respectivo Funcionrio; 5. Recomendar modificaes de escala de trabalho, quando necessrio, sendo certo que referida recomendao dever ser aprovada pelo Sndico antes de ser adotada; 6. Recomendar substituies de empregados, quando estes no estiverem cumprindo a contento suas funes; 7. Controlar e inspecionar a limpeza do Condomnio e recomendar perfeio nessa tarefa; 8. Providenciar imediato reparo de qualquer defeito ou problema nas bombas, elevadores, encanamentos, instalaes eltricas e em todo e qualquer equipamento funcional do Condomnio, comunicando ao Sndico posteriormente; 9. Vistoriar o Condomnio, eventualmente, verificando, com a maior ateno, a sua limpeza, elevadores, bombas, janelas, etc.; 10. Receber todas as reclamaes dos condminos, transmitindo-as imediatamente ao Sndico e ao Subsndico correspondente;

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    11. Informar ao Sndico e Administradora qual a unidade autnoma que eventualmente esteja sendo utilizada indevidamente; 12. Somente permitir a entrada de carga e mudana para o Condomnio pelos elevadores de servios devidamente protegidos ou ainda pelas escadas; 13. Inspecionar as mudanas dos condminos, de modo a no atrapalhar ou prejudicar o regular andamento das atividades comuns do Condomnio, conforme disposto no artigo 55 deste instrumento; 14. Avisar imediatamente ao Sndico e Administradora qualquer alterao ou adaptao que afete a aparncia, estilo ou esttica da fachada do Condomnio; 15. Acompanhar tcnicos de empresas contratadas para prestao de servios ao Condomnio; 16. Impedir a colocao de antenas no telhado ou na parte externa do Condomnio, salvo mediante aprovao em Assemblia Geral; 17. Proibir a entrada no Condomnio de vendedores, pedintes, entregadores em geral; 18. Proibir atos considerados atentatrios ao pudor, moral e aos bons costumes nas reas comuns do Condomnio; 19. Impedir o estacionamento de veculos nas entradas do Condomnio, mesmo que provisoriamente; 20. Nas reas das piscinas, inspecionar o trabalho realizado pelo prestador contratado, que dever manter a gua das piscinas dentro dos padres de higiene e limpeza necessrios, fazendo-o cumprir os seus respectivos horrios e normas de funcionamento; 21. Evitar que os empregados do Condomnio fiquem reunidos nas reas comuns, ou mantenham conversas com prestadores de servios ao Condomnio ou serviais dos condminos, no horrio de expediente; 22. Proibir a guarda de pacotes, mveis, utenslios, objetos pessoais dos condminos, etc. nas partes comuns do Condomnio, comunicando ao Sndico e ao Subsndico correspondente qualquer irregularidade nesse sentido; 23. Vistoriar regularmente e testar a cada seis meses, os equipamentos de combate a incndio, mangueiras e hidrantes; 24. Comandar o abandono do Condomnio em situaes de emergncia, chamar bombeiros, rdio-patrulha, pronto-socorro, etc., se e quando necessrio; 25. Informar ao Sndico e a Administradora sobre casos de doena infecto-contagiosa de qualquer ocupante do Condomnio; 26. Interditar o uso dos elevadores quando apresentarem sinais de falhas, operao irregular, ou quando houver certeza de falta de energia iminente, e instruir os condminos sobre o uso das sadas de emergncia dos elevadores quando necessrio; 27. Receber ordens somente do Sndico e em sua ausncia, do Subsndico Geral; 28. No permitir, sob nenhuma hiptese, a entrada de funcionrios do Condomnio e/ou terceiros nas sacadas dos apartamentos dos condminos, salvo prvia autorizao dos mesmos; 29. Ler diariamente o Livro de anotaes e e-mails dos condminos, passando, de imediato as reclamaes e/ou sugestes ao Sndico e ao Subsndico correspondente; 30. Realizar eventuais acompanhamentos de vistorias e controle geral das atividades tcnicas e administrativas; 31. Controlar o fluxo das Ordens de Servio Internas e dos e-mails, prestando contas ao Sndico das pendncias, mensalmente, ou quando necessrio; 32. Inspecionar todos os servios prestados pelas empresas terceirizadas, bem como a freqncia desses funcionrios, apresentando relatrio mensal sobre o desempenho dessas empresas; 33. Gerenciar todos os funcionrios do Condomnio; 34. Executar as demais tarefas inerentes ao cargo.

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    Pargrafo nico Todas as irregularidades devero ser anotadas no livro de ocorrncias. Artigo 18 Compete ao Auxiliar Administrativo 1. Cumprir as determinaes do Sndico, do Subsndico Geral e do Gestor; 2. Realizar servios burocrticos administrativos; 3. Efetuar controle, atravs de planilha, das locaes dos sales de festa e das churrasqueiras; 4. Levantar e efetuar relatrio, semanal, de todas as irregularidades ocorridas nos sales de festa e churrasqueiras, encaminhando ao Gestor para as providncias cabveis; 5. Cadastrar e manter atualizado o cadastro de todos os moradores, proprietrios e serviais em dia, encaminhando Portaria relao atualizada; 6. Informar ao zelador problemas de manuteno do escritrio; 7. Separar e entregar a correspondncia dos moradores, diariamente; 8. Providenciar a entrega imediata e diretamente a cada condmino, de todas as contas de consumo (luz, gua, etc.), bem como ao Sndico ou Administradora, essas mesmas contas referentes ao Condomnio; 9. A correspondncia registrada ou de cuja entrega se exija recibo por parte do funcionrio do Condomnio ser devidamente anotada em livro prprio, no qual o destinatrio (morador) assinar protocolo do recebimento. No caso de no haver responsvel na unidade, ser deixado um comunicado para que seja retirada a correspondncia na portaria. 10. Logo aps o recebimento de correspondncias urgentes pela administrao interna, o condmino interessado ser devidamente informado. As citaes ou notificaes judiciais e extrajudiciais sero entregues diretamente pelos respectivos oficiais ao destinatrio. 11. As correspondncias simples, comunicados e atas sero deixadas embaixo da porta de cada unidade autnoma, no sendo necessrio o protocolo de entrega. Caso o morador no queira receber sua correspondncia desta maneira, dever se manifestar por escrito e retir-la na administrao interna. 12. Receber e encaminhar os malotes da Administradora; 13. Controlar, atravs de planilhas, todo o estoque de materiais administrativos, de limpeza, etc.; 14. Fazer requisio do material de limpeza e de manuteno do Condomnio, atravs de planilhas, verificando se o material est de acordo com o solicitado, bem como zelar pela perfeita conservao de todo o material comprado em nome do Condomnio, a fim de evitar danificaes e extravios, devendo, para tanto, observar e fiscalizar o seu correto manuseio e armazenamento em local adequado; 15. Conhecer a localizao e utilizao de todos os equipamentos de combate a incndio, existentes no Condomnio; 16. Cumprir e fazer cumprir todos os regulamentos, normas e procedimentos do Condomnio; 17. Realizar as demais tarefas inerentes ao cargo. Pargrafo nico Todas as irregularidades devero ser anotadas no livro de ocorrncias. Artigo 19 Compete ao Supervisor 1. Cumprir as determinaes do Sndico, do Subsndico Geral e do Gestor; 2. Manter na portaria uma relao de moradores, com os respectivos nmeros de telefones para contato; 3. Notificar o Gestor sobre danos, avarias, irregularidades ou atividades suspeitas notadas na portaria ou na rea de seu alcance visual; 4. Substituir o Gestor em suas ausncias e impedimentos nas funes especficas de portaria;

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    5. Cumprir e fazer cumprir todos os regulamentos, normas e procedimentos do Condomnio; 6. Solucionar qualquer problema do Condomnio ou dvida dos condminos que no sejam exclusivamente de competncia do Gestor; 7. Alertar imediatamente o Gestor e/ou Seguranas sobre qualquer ocorrncia estranha; 8. Conhecer a localizao e utilizao de todos os equipamentos de combate a incndio existente no Condomnio; 9. Registrar toda e qualquer ocorrncia e/ou reclamaes de condminos em livro prprio, comunicando-as ao Gestor; 10. Controlar os servios dos Vigilantes e Porteiro; 11. Efetuar rondas disciplinar, periodicamente; 12. Vistoriar o entorno do Condomnio, as vagas de visitantes e as garagens, anotando irregularidades e as encaminhando ao Gestor; 13. Auxiliar a manuteno, sempre que necessrio; 14. Cumprir determinaes do Sndico e do Gestor; 15. Realizar as demais tarefas inerentes ao cargo. Pargrafo nico Todas as irregularidades devero ser anotadas no livro de ocorrncias. Artigo 20 Compete ao Zelador 1. Realizar pequenos consertos e troca de lmpadas das reas comuns; 2. Verificar a manuteno dos sales de festa, rea do clube (exceto piscinas), escritrios, churrasqueiras, anotando as irregularidades nas OS e no livro de ocorrncias, encaminhando as pendncias ao Gestor; 3. Efetuar vistoria (check list) predial, conforme periodicidade a ser determinada pelo Gestor; 4. Efetuar vistoria (check list) das reas comuns do 1 andar e rea do clube, incluindo as piscinas; 5. Realizar vistorias nos sales de festa e churrasqueiras aps realizao dos eventos, anotando as irregularidades nas OS e encaminhando as pendncias ao Gestor; 6. Recolher mveis e objetos danificados, abrindo OS e encaminhando-os para a Manuteno para os devidos reparos. 7. Cumprir determinaes do Sndico, do Subsndico Geral e do Gestor; 8. Fiscalizar os lagos e alimentar os peixes, anotando as irregularidades nas OS e encaminhando as pendncias ao Gestor; 9. Realizar vistorias aleatrias no Condomnio; 10. Inspecionar programa semanal de limpeza do Condomnio e controlar sua execuo; 11. Inspecionar e controlar os servios realizados nos jardins internos e externos; 12. Solucionar qualquer problema do Condomnio, ou dvida dos condminos, que no sejam exclusivamente de competncia do Gestor; 13. Identificar os responsveis pelos danos causados ao Condomnio; 14. Conhecer a localizao e utilizao de todos os equipamentos de combate a incndio existentes no Condomnio; 15. Cumprir e fazer cumprir todos os regulamentos, normas e procedimentos do Condomnio; 16. Realizar as demais tarefas inerentes ao cargo. Pargrafo nico Todas as irregularidades devero ser anotadas no livro de ocorrncias. Artigo 21 Compete ao Controlador de Acesso ao Clube 1. Cumprir determinaes do Sndico, do Subsndico Geral e do Gestor; 2. Cumprir e fazer cumprir os regulamentos, normas e procedimentos;

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    3. Controlar e fiscalizar o acesso e uso das piscinas, saunas, SPA, quadras, salas de jogos, playgrounds, pista de skate, respeitando as normas deste Regimento Interno; 4. Controlar e fiscalizar o uso dos sales de festas e churrasqueiras, notadamente quanto ao trfego dos convidados pela rea comum, anotando e encaminhando ao Gestor as irregularidades levantadas, para as devidas providncias; 5. Efetuar rondas anotando todas as infraes a este documento e Conveno, encaminhando as irregularidades ao Gestor para as providncias cabveis; 6. Fiscalizar a colocao de roupas nas fachadas e partes comuns do Condomnio, anotando e encaminhando ao Gestor as irregularidades, para as providncias cabveis; 7. Conhecer a localizao e utilizao de todos os equipamentos de combate a incndio existentes no Condomnio. 8. Realizar as demais tarefas inerentes ao cargo. Pargrafo nico Todas as irregularidades devero ser anotadas no livro de ocorrncias. Artigo 22 Compete ao Manutencista 1. Cumprir determinaes do Sndico, do Subsndico Geral e do Gestor; 2. Realizar pequenos consertos em geral (eltricos, mecnicos, hidrulicos, etc.); 3. Efetuar vistoria (check list) das bombas e painis; 4. Controlar o estoque de leo diesel; 5. Efetuar manuteno dos portes, postes e cercas em geral. 6. Conhecer a localizao e utilizao de todos os equipamentos de combate a incndio existente no Condomnio; 7. Trocar os filtros e as lmpadas dos lagos; 8. Observar e fazer cumprir todos os regulamentos, normas e procedimentos do Condomnio; 9. Realizar as demais tarefas inerentes ao cargo. Pargrafo nico Todas as irregularidades devero ser anotadas no livro de ocorrncias. Artigo 23 DOS FUNCIONRIOS TERCEIRIZADOS Podem ser terceirizados os servios de: Segurana, Limpeza, Jardins, Manuteno de Bombas e Elevadores, Manuteno de TI, Monitoria do Clube e outros que assim forem determinados pelo Sndico, com a anuncia do Corpo Diretivo. Pargrafo Primeiro - As empresas terceirizadas devem cumprir rigorosamente os itens determinados no Contrato de Prestao de Servios e os funcionrios terceirizados obrigam-se a cumprir as normas da Conveno e deste Regimento Interno. Pargrafo Segundo - Todas as anotaes de ocorrncias, sugestes e reclamaes devem ser encaminhadas, por escrito, ao Gestor, datadas e assinadas pelo Supervisor dos servios. Pargrafo Terceiro - proibido o uso das garagens internas ou externas pelos veculos dos funcionrios terceirizados. Pargrafo Quarto Todos os funcionrios devem apresentar-se devidamente uniformizados nas dependncias do Condomnio, em seu horrio de expediente. Artigo 24 Compete aos Faxineiros: 1. Cumprir com as determinaes do Sndico, do Subsndico Geral e do Gestor, no que concerne limpeza e conservao do Condomnio, obedecendo ao horrio de trabalho determinado;

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    2. Manter as partes comuns do Condomnio em perfeito estado de asseio e conservao; 3. Efetuar a coleta do lixo dos apartamentos, cumprindo o determinado no pargrafo nico do artigo 69, deste Regimento Interno; 4. Solicitar a presena do Gestor ou, em sua ausncia, do Zelador, para constatar qualquer infrao dos regulamentos do Condomnio; 5. Conhecer a localizao e utilizao de todos os equipamentos de combate a incndios existentes no Condomnio; 6. Avisar ao Zelador e ao seu Supervisor sobre desgastes ou avarias nos materiais usados para limpeza; 7. Lavar as garagens periodicamente, conforme determinado pelo Gestor; 8. Limpar semanalmente as quadras, as churrasqueiras e seus banheiros; 9. Limpar os sales de festa sempre aps o seu uso; 10. Limpar diariamente as lixeiras do Condomnio; 11. No deixar resduos de lixo em qualquer parte do Condomnio; 12. Recolher o lixo das lixeiras distribudas nas reas comuns; 13. Limpar todas as reas comuns do Condomnio, internas e externas; 14. Realizar as demais tarefas determinadas no Contrato de Prestao de Servios. Artigo 25 Compete ao Piscineiro 1. Manter a gua das piscinas dentro do padro de limpeza e higiene; 2. Proceder ao seu tratamento com periodicidade e horrio a serem determinados pelo Gestor; 3. Informar imediatamente ao Gestor qualquer irregularidade constatada nas piscinas (vazamentos, falhas estruturais, etc.); 4. Cumprir as determinaes do Sndico e do Gestor, no que concerne limpeza e conservao das piscinas do Condomnio, obedecendo ao horrio de trabalho determinado; 5. Realizar as demais tarefas determinadas no Contrato de Prestao de Servios. Artigo 26 Compete ao Jardineiro 1. Efetuar vistoria geral (check list) dos jardins do Condomnio, com periodicidade a ser determinada pelo Gestor; 2. Utilizar EPIs a serem fornecidos pela empresa contratada; 3. Cumprir as determinaes do Sndico e do Gestor, no que concerne limpeza e conservao dos jardins do Condomnio, obedecendo ao horrio de trabalho determinado; 4. Realizar as demais tarefas determinadas no Contrato de Prestao de Servios. Pargrafo nico expressamente proibido aos funcionrios da Jardinagem efetuar servios nos jardins dos moradores, durante o seu horrio de expediente. Artigo 27 Compete aos Porteiros e Vigilantes 1. Proibir a entrada de vendedores, pedintes, compradores, entregadores em geral; 2. Antes de abrir a porta do Condomnio, proceder devida identificao da pessoa visitante, solicitando autorizao do morador para o acesso do visitante; 3. Manter, na portaria, relao atualizada de moradores, fornecida pela administrao interna, com os respectivos nmeros de telefones para contato; 4. Controlar a iluminao da portaria e das reas comuns, conforme instruo do Gestor; 5. Controlar a recepo de pessoas, objetos, correspondncias, etc., que chegarem ao Condomnio; 6. Observar e fazer cumprir todos os regulamentos, normas e procedimentos do Condomnio; 7. Atender prontamente o interfone;

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    8. Alertar imediatamente o Gestor sobre qualquer ocorrncia estranha; 9. Conhecer a localizao e utilizao de todos os equipamentos de combate a incndios existentes no Condomnio; 10. Proibir a entrada de veculos estranhos ao Condomnio e no permitir o estacionamento de quaisquer veculos nas vias de acesso do Condomnio, especialmente da garagem. S permitir a entrada dos veculos dos moradores, aps sua devida identificao; 11. Cadastrar o documento de identificao de pessoas que estejam a servio expressamente autorizado pelos moradores do Condomnio; 12. Proibir a entrada ou sada de animais pela entrada social; 13. Efetuar o registro da placa e do nmero do apartamento, dos carros que usaro as vagas de visitantes, seguindo o disposto no artigo 98 e seus pargrafos, deste Regimento Interno; 14. Recepcionar e encaminhar aos respectivos sales ou churrasqueiras os visitantes, conferindo os nomes com a lista de convidados a ser fornecida pelo anfitrio; caso o nome no conste da lista de convidados, o anfitrio dever se dirigir recepo para autorizar a entrada; 15. Efetuar rondas diurnas e noturnas por todas as reas comuns do Condomnio, anotando as irregularidades cometidas e encaminhando ao Gestor para as providncias cabveis; 16. Apagar diariamente as 22:00 horas as luzes das quadras; 17. Em caso de suspeita de seqestro ou assalto, acionar imediatamente os Postos Policiais; 18. Cumprir as determinaes do Sndico e do Gestor, no que concerne segurana e conservao do Condomnio, obedecendo ao horrio de trabalho determinado. 19. Realizar as demais tarefas determinadas no Contrato de Prestao de Servios. Artigo 28 Compete Monitoria 1. Elaborar calendrio de aulas, que poder ser alterado a critrio do Corpo Diretivo; 2. Controlar o acesso e o uso ao home cinema, salo de jogos, sala de recreao infantil e berrio e ao conjunto poliesportivo; 3. Controlar o acesso e o uso do spa; 4. Controlar o acesso academia, bem como o uso dos aparelhos, orientando sobre o uso correto dos mesmos; 5. Comunicar imediatamente ao SAC irregularidades constatadas nas reas sob sua responsabilidade, incluindo-as tambm no relatrio semanal; 6. Elaborar semanalmente relatrio das irregularidades verificadas no Clube, encaminhando-o ao Gestor para as providncias cabveis; 7. Conhecer a localizao e utilizao de todos os equipamentos de combate a incndio, existentes na rea do Clube (incluindo quadras); 8. Cumprir com as determinaes do Sndico e Gestor; 9. Cumprir e fazer cumprir todos os regulamentos, normas e procedimentos adotados pelo Condomnio; 10. Trancar o salo de jogos, a sala de recreao infantil, a quadra de squash e o berrio de segunda-feira a sexta-feira, s 22:00 horas. Aos sbados, domingos e feriados o fechamento dos espaos ser feito por funcionrios do Condomnio; 11. Trancar as portas do spa, academia e piscina aquecida, todos os dias, s 22:00 horas, exceto quando houver seu uso por um morador, que se responsabilizar pelo fechamento. 12. Realizar as demais tarefas determinadas no Contrato de Prestao de Servios. Pargrafo nico: expressamente proibido aos funcionrios da Monitoria exercerem a funo de personal trainer dos moradores, durante o seu horrio de expediente.

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    CAPTULO 4 DOS DIREITOS E DEVERES DOS CONDMINOS Artigo 29 Alm daqueles indicados na Conveno do Condomnio, constituem deveres e direitos dos condminos: a) Prestigiar, acatar e zelar pelo cumprimento das decises da Conveno, do Regimento Interno, da Assemblia Geral, do Sndico e do Corpo Diretivo; b) Zelar pela moralidade, decncia e respeito, devendo quaisquer queixas ser encaminhadas por escrito ao SAC ou ao Gestor; c) Tratar com respeito todos os empregados do Condomnio; d) Notificar imediatamente o Sndico e a Administrao Interna sobre molstia infecto-contagiosa de pessoas que moram ou freqentam sua unidade autnoma; e) Permitir a entrada, em sua unidade autnoma, do Sndico, Subsndicos e/ou do Gestor Predial, quando isso se tornar necessrio inspeo e execuo de medidas, atividades ou servios que se relacionem ao interesse coletivo do Condomnio; f) Fazer, por sua conta exclusiva, os reparos em sua unidade autnoma, e nas unidades vizinhas que venham a ter problemas decorrentes do referido reparo; g) Todo vazamento nas reas comuns, seja de gua ou esgoto, ser feito s expensas do Condomnio, desde que no motivados por ao ou procedimento incorreto do condmino, que neste caso arcar exclusivamente com as respectivas despesas; h) Diligenciar para que o elevador social no seja utilizado com carrinhos, bicicletas, mudanas e animais; i) Arcar com nus do conserto ou substituio de qualquer pea, aparelho ou equipamento que pertena ao Condomnio e que tenha sido por ele danificado; j) Fazer constar, como parte integrante dos contratos de locao, um exemplar deste regulamento; k) Examinar, a qualquer tempo, os livros e arquivos de administrao do Condomnio, podendo solicitar esclarecimento ao Sndico ou Administradora; l) Zelar pela apresentao de seus serviais, recomendando-lhes o uso de vesturios adequados; m) No hall social e de servio no so permitidas aglomeraes ou brincadeiras e tambm no permitido o uso de bicicletas, patins e skates ou jogos de bola ou de qualquer outra natureza. Os responsveis por menores devero orient-los para que os mesmos acatem as orientaes do gestor e porteiros. Para evitar penalidades, recomendvel que os pais orientem seus filhos sobre os bons costumes e a boa convivncia. n) O morador dever cadastrar seu funcionrio particular na Administrao e solicitar a emisso do crach. Este crach dever ser retido pelo morador quando dispensar seus servios, devendo comunicar imediatamente a Administrao que atualizar o sistema, bloqueando o acesso deste profissional no Condomnio. o) Cada unidade tem direito a um carto de identificao para o uso de seu funcionrio particular, caso o morador possua mais de um funcionrio dever arcar com o custo dos demais crachs. Pargrafo nico - Os danos causados por condminos, seus convidados ou empregados, s partes comuns do Condomnio, como quebras de fechadura, ferrolhos, dobradias, cadeados, interruptores, vidros de portas e basculantes, danos nos portes de entrada, individual e de veculos, das paredes, degraus das escadas, tetos dos pilotis, bem como quaisquer outros danos materiais, sero reparados pelo Condomnio, s custas do condmino responsvel. Artigo 30 Os infratores de qualquer artigo deste captulo esto sujeitos s penalidades estabelecidas no artigo 50 da Conveno deste Condomnio.

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    CAPTULO 5 DAS PROIBIES AOS CONDMINOS Artigo 31 Alm daquelas indicadas na Conveno de Condomnio vedado aos Condminos: a) A Lei Estadual n 13541/2009, regulamentada pelo Decreto n 54311/09, probe o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos ou de qualquer outro produto fumgeno, derivado ou no do tabaco em ambientes coletivos e de uso comum, inclusive em Condomnios. proibido fumar em elevadores, estacionamentos, reas de trnsito, entre outras reas comuns cobertas, onde haja permanncia ou circulao de pessoas. As multas estaduais incidiro sobre o infrator, que ainda responder pela desobedincia a este Regimento Interno. A proibio no se estende s vias pblicas, aos espaos ao ar livre e s unidades autnomas; b) Andar e brincar sobre os jardins do Condomnio inclusive externos, bem como neles intervir, adicionando ou removendo plantas ou mudando o arranjo; c) Depositar objetos ou outros materiais nas reas de uso comum, os quais sero removidos pelo Gestor e somente sero devolvidos aps o infrator pagar as despesas, multas e danos porventura ocasionados; d) Modificar a forma ou aspecto externo das fachadas do Condomnio; e) Fazer em sua propriedade qualquer instalao que importe em sobrecarga para o Condomnio, sem conhecimento e autorizao do Sndico ou da Administradora, observado o manual do proprietrio. Persistindo dvidas, consultar a Administrao; f) Promover festividades ou reunies na sua unidade autnoma que possam ser prejudiciais ao sossego dos demais condminos; g) Usar os servios dos funcionrios do Condomnio para servios particulares, dentro do seu horrio de expediente; h) expressamente proibida a instalao de quaisquer equipamentos de captao / transmisso/retransmisso de sinal, mesmo que considerado complementar ao sistema de TV a cabo, seja no topo dos edifcios, fachada ou qualquer outra rea comum, salvo deciso aprovada em assemblia; i) expressamente proibido mudar a forma externa da fachada de cada apartamento, bem como pintar ou forrar as paredes ou esquadrias externas; j) expressamente proibido, sob qualquer pretexto ou qualquer espao de tempo, estender, limpar, bater ou sacudir roupas, tapetes, cortinas, etc. nas janelas, sacadas ou qualquer outro lugar visvel da parte exterior dos prdios; k) expressamente proibido lanar objetos ou detritos, respingar gua nos andares inferiores ou ptios, bem como colocar vasos nas janelas e parapeitos das varandas; l) expressamente proibido o uso dos terraos para a guarda de mveis, estantes, eletrodomsticos, equipamentos de barulho constante e de outros objetos que no sejam condizentes com a sua utilizao; m) vedada a colocao de toldos, letreiros, placas, cartazes de publicidade ou qualquer outro material de comunicao ou propaganda do tipo vende-se ou aluga-se na fachada do Condomnio, inclusive nas sacadas dos apartamentos; n) Os interruptores que acionam o sistema de iluminao jamais devero ser travados atravs de artifcios como: fita durex, palitos ou qualquer outra trava. As portas corta-fogo do Condomnio devem permanecer fechadas; o) Executar servios domsticos fora das suas respectivas unidades autnomas, ou seja, nas reas comuns do Condomnio; p) Estacionar os veculos fora dos limites das faixas demarcatrias das vagas; q) Fica proibida a entrada de condminos ou qualquer outra pessoa nas portarias, casas de mquinas (elevadores/piscinas, etc.), barriletes, centros de medio, laje de cobertura geral do topo dos prdios e outros recintos que contenham equipamentos do Condomnio,

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    salvo em situaes de emergncia e com exceo dos empregados do Condomnio em servio; r) No se admite, a bem da limpeza e da higiene, cuspir, atirar papis, lanar pontas de cigarro ou quaisquer outros objetos nos corredores, escadas, garagens e ptios, bem como na rea externa do Condomnio; s) Nos halls sociais e de servio no so permitidas aglomeraes ou brincadeiras e tambm no permitido o uso de bicicletas, patins e skates ou jogos de bola ou de qualquer outra natureza; t) Circular com bicicletas, patins, patinetes, motonetas, etc., em corredores, halls, garagem e outras reas comuns do Condomnio, principalmente na rea do clube no 1 subsolo, exceo feita s reas especficas para esse fim; u) Circular pelo hall social, elevador social e reas comuns em trajes de banho; v) Pescar, nadar, jogar lixo ou pedras nos lagos do Condomnio, bem como alimentar os peixes; x) Andar de bicicleta no Condomnio. So toleradas as bicicletas infantis at aro 20, conduzidas por crianas at 11 (onze) anos, com velocidade compatvel ao local e somente nas reas comuns pavimentadas do 1 andar, excluindo-se, portanto, as reas ajardinadas, os playgrounds, as quadras poliesportivas e a pista de skate, alm de toda a rea localizada no 1 subsolo (rea do clube) e garagens; w) Armazenar quaisquer tipos de produtos inflamveis e explosivos na unidade autnoma. y) A divulgao da senha de acesso a no moradores do Condomnio expressamente proibida e, passvel de multa considerada gravssima. z) O uso de churrasqueiras a gs ou carvo nas sacadas/varandas. A eventual permisso para o uso de churrasqueiras a carvo dever ser decidida em Assemblia Geral que dever aprovar projeto para a instalao de dutos que atendam todas as unidades. Nas varandas, ser tolerado, apenas, o uso de churrasqueira eltrica. Pargrafo nico: Os infratores sofrero as penalidades dispostas no artigo 50 da Conveno. O Gestor Predial fica autorizado a tomar as providncias cabveis para fazer cumprir o presente Regimento, devendo comunicar as infraes ao Sndico e ao Corpo Diretivo para que sejam tomadas as medidas necessrias.

    CAPTULO 6 DA SEGURANA E DA PORTARIA Artigo 32 Todas as entradas e sadas do Condomnio ficaro permanentemente fechadas, devendo ser controlados pelo funcionrio que estiver de planto na portaria e/ou pelo Supervisor. Artigo 33 obrigatria, para o ingresso no Condomnio, a identificao de todas as pessoas no moradoras, tais como visitantes, prestadores de servios, etc., que s podero entrar aps autorizao do morador pelo interfone, por escrito ou outro procedimento que no fragilize a segurana dos demais moradores. Enquanto a autorizao de entrada no for dada, os mesmos devero aguardar do lado de fora da Portaria. Artigo 34 Entregadores de mveis/compras, instaladores de telefone e TV a cabo e carregadores de mudana tambm devero preencher ficha de identificao com o nome, documento de identidade, data e hora de entrada e sada, e apartamento que esto visitando. Artigo 35 Entregas tipo delivery, por medida de segurana, devero ser retiradas pelo condmino na portaria, mesmo que a entrega seja em carter de surpresa para o

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    destinatrio. Ser terminantemente vetado o acesso de vendedores, entregadores, propagandistas e pessoas com fins de angariar donativos de qualquer espcie. Artigo 36 A sada pela portaria de objetos, mquinas para conserto ou grande volume de mercadorias somente ser permitida com o acompanhamento do condmino ou autorizao verbal ou escrita (no caso de ausncia do condmino por ocasio da retirada do artigo/objeto) do condmino ao Gestor. Artigo 37 Entrega de mercadorias, equipamentos ou qualquer outro objeto somente sero permitidos no horrio das 8:00 s 18:00 horas, de segunda-feira a sexta-feira e aos sbados das 10:00 s 14:00 horas. Aos domingos e nos feriados no ser permitido o recebimento de entregas. Artigo 38 Empregados do Condomnio (terceirizados ou no) que forem demitidos sero impedidos de ingressar no Condomnio sem prvia autorizao do Gestor. Artigo 39 Empregados(as) particulares/domsticos que forem demitidos somente podero entrar com a autorizao do condmino ou se recontratado(s) por outro morador e sob sua responsabilidade. Artigo 40 Obrigam-se todos os moradores a informar administrao interna as admisses e demisses dos seus empregados particulares. Artigo 41 A correspondncia registrada, ou de cuja entrega se exija recibo por parte do funcionrio do Condomnio, ser devidamente anotada em livro prprio, no qual o destinatrio (morador) assinar protocolo do recebimento. No caso de no haver responsvel na unidade, ser deixado um comunicado para que seja retirada a correspondncia na portaria. Artigo 42 Logo aps o recebimento de correspondncias urgentes pela portaria, o condmino interessado ser devidamente informado. As citaes ou notificaes judiciais e extrajudiciais sero entregues diretamente pelos respectivos oficiais ao destinatrio. Artigo 43 As correspondncias simples, comunicados e atas sero deixadas embaixo da porta de cada unidade autnoma, no sendo necessrio o protocolo de entrega. Caso o morador no queira receber sua correspondncia desta maneira, dever se manifestar por escrito e retir-la na portaria social. Artigo 44 O Condomnio no ser responsvel por nenhum valor deixado e/ou recebido nas portarias do Condomnio, bem como por chaves dos apartamentos deixadas na portaria. Tais procedimentos devero ser evitados pelos condminos. Artigo 45 Somente mediante solicitao escrita do morador e com a autorizao do Gestor, os empregados do Condomnio podero aceitar receber chaves de apartamentos em caso de ausncias, locaes, mudanas, etc. e, em qualquer caso, mesmo com a autorizao do Gestor, sob a exclusiva e total responsabilidade do condmino interessado. Artigo 46 proibido mexer, encostar ou danificar as cmeras de segurana do Condomnio;

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    Artigo 47 Ao verificar qualquer irregularidade constatada pelas imagens das cmeras o porteiro ir verificar o ocorrido, servindo as imagens para averiguao e apurao de responsabilidades; Artigo 48 proibido o uso das imagens das cmeras para qualquer outro fim que no seja a segurana deste Condomnio; Pargrafo nico: Imagens so protegidas pela regra de sigilo e privacidade dos condminos, permitida sua exibio se deliberada pelo Corpo Diretivo aps procedimento administrativo atendendo ao princpio do contraditrio e ampla defesa, quando permisso da visualizao das imagens servirem como meio de prova contra qualquer condmino e seus convidados. Esta regra vale para o artigo 51, inclusive. Artigo 49 Caso qualquer morador necessite ver as imagens dever solicitar ao Sndico, por escrito, o qual decidir, juntamente com o Corpo Diretivo do Condomnio, a disponibilizao das imagens, em at 72 (setenta e duas) horas. A cpia das gravaes somente ser cedida mediante autorizao judicial; Pargrafo nico - O condmino que queira visualizar alguma gravao ou que seja alvo de reclamao ou descumprimento de regras deste regimento que venham a ser apuradas atravs de imagens, dever sempre estar acompanhado do Gestor ou do Sndico, ou subsndico do seu bloco ou pelo menos com 2 (dois) membros do Conselho Consultivo Fiscal; Artigo 50 As imagens destinam-se a dirimir dvidas sobre infraes, reclamaes ou excessos ocorridos nas reas comuns; Artigo 51 A portaria possui o equipamento de imagem das cmeras, sendo proibida a permanncia de moradores e condminos para a visualizao das imagens; Artigo 52 proibida a obstruo do fechamento da porta do hall de entrada dos blocos. Artigo 53 Os infratores de qualquer artigo deste captulo esto sujeitos s penalidades estabelecidas no artigo 50 da Conveno deste Condomnio.

    CAPTULO 7 DAS MUDANAS E REFORMAS Artigo 54 Mudanas, reformas (quaisquer consertos, obras ruidosas, polimento de mrmore, raspagem de assoalho, etc.), o uso de quaisquer equipamentos que produzam rudo e retirada de entulho somente podero ser efetuados nos dias teis, das 9:00 s 17:30 horas e aos sbados das 10:00 s 15:30 horas. Aos domingos e feriados (todos) no sero permitidas. Artigo 55 Mudanas totais ou parciais devem ser agendadas com a Administrao Interna com antecedncia mnima de trs dias teis. Artigo 56 Reparos de carter urgente e inadivel podero ser realizados pelo condmino e/ou Condomnio, em qualquer dia e horrio, mediante aviso prvio e aprovao do sndico, com comunicao do fato aos demais moradores. Artigo 57 A mudana dever ser realizada com a utilizao do elevador de servio devidamente protegido por acolchoados para tal fim, respeitando-se o movimento normal do servio de empregados e fornecedores.

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    Pargrafo nico - Volumes que excederem o peso e/ou altura permitidos para o elevador podero ser transportados pela escada de servio. Artigo 58 O condmino dever permitir, sempre que necessrio, o ingresso em sua unidade, do sndico ou de seus prepostos, para realizar inspeo ou realizao de servios relativos sua estrutura e equipamentos gerais do edifcio. Artigo 59 Obras ou reformas nas unidades autnomas devero ser realizadas aps a devida consulta pelo condmino ao Manual do Proprietrio, alm de serem comunicadas com antecedncia ao Gestor, o qual poder dar orientaes complementares sobre cuidados a serem tomados. Artigo 60 proibido modificar as disposies das paredes internas de diviso da unidade autnoma sem a prvia inspeo de um engenheiro da construtora responsvel e dele obterem por escrito, em documento oficial, a respectiva autorizao, a ser apresentada com antecedncia ao sndico, para o devido arquivamento. Artigo 61 Se em decorrncia de servios nas unidades autnomas, quaisquer reas comuns venham a ser sujas pelo transporte de areia, entulho, quaisquer materiais, etc., os condminos responsveis pelo servio devero providenciar a respectiva limpeza, de imediato. Artigo 62 Qualquer material, inclusive entulho, proveniente de obras ou reformas nos apartamentos, dever ser conservado no prprio apartamento e somente poder ser removido, pelo morador ou seus prprios empregados, para fins de colocao em caambas locadas pelo condmino interessado, para tal finalidade. As caambas devero ser posicionadas fora do Condomnio. Para essa remoo, o entulho deve ser ensacado e seu trnsito nos prdios somente poder ser feito atravs da escada ou elevador se servio, este ltimo devidamente protegido, nos mesmos horrios permitidos para reformas. Todos os custos de remoo correro por conta do morador. expressamente proibido usar os elevadores sociais para a remoo de qualquer tipo de entulho. Artigo 63 Os infratores de qualquer artigo deste captulo esto sujeitos s penalidades estabelecidas no artigo 50 da Conveno deste Condomnio.

    CAPTULO 8 DO SILNCIO Artigo 64 dever de todos os condminos, seus agregados, seus visitantes e empregados no provocar rudos ou barulhos que incomodem os demais moradores. No horrio das 22:00 s 8:00 horas expressamente proibido qualquer tipo de barulho excessivo que possa trazer incomodo vizinhana (Lei 2.823/07, Prefeitura Municipal de Santana de Parnaba). Pargrafo nico - No permitido aos condminos, inquilinos e agregados, bem como aos empregados particulares e do Condomnio, conversar em voz alta ou fazer algazarra. Artigo 65 Quaisquer consertos, obras ruidosas, polimento de mrmore e raspagem de assoalho s podero ser executados entre os perodos das 09:00 horas s 17:30 horas, nos dias teis e aos sbados das 10:00 s 15:30 horas. Aos domingos e feriados (todos), tais servios so proibidos.

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    Artigo 66 So proibidas brincadeiras ou jogos, sons ou instrumentos excessivamente ruidosos que perturbem a tranqilidade dos demais moradores, em qualquer horrio. Artigo 67 Os infratores de qualquer artigo deste captulo esto sujeitos s penalidades estabelecidas no artigo 50 da Conveno deste Condomnio.

    CAPTULO 9 DA COLETA DE LIXO E CONSERVAO DE LIMPEZA

    Artigo 68 Todos os condminos devem zelar pelo asseio e segurana do Condomnio. A coleta de lixo domstico ser feita diariamente pelos faxineiros. Artigo 69 O lixo e outras varreduras devero ser acondicionados em sacos plsticos, bem amarrados, sendo que os empregados do Condomnio no esto autorizados a recolher os que no estiverem devidamente embalados. Em hiptese alguma dever ser colocado lixo que no esteja devidamente embalado dentro dos tambores de coleta. Pargrafo nico Os sacos de lixo devero ser depositados, pelos moradores ou seus empregados, nas lixeiras situadas no hall de servio do andar. Os funcionrios da limpeza se encarregaro de esvaziar as lixeiras, duas vezes por dia, durante todos os dias da semana. Artigo 70 Garrafas e materiais cortantes (vidros, latas, etc.) devero ser devidamente acondicionados para evitar acidentes por ocasio da coleta. Artigo 71 Objetos de grande volume, tais como lates e caixas, devem ser levados, pelo morador ou seu empregado, para as lixeiras localizadas no 2 subsolo. Artigo 72 As crianas e os jovens devero ser instrudos para no riscarem paredes, portas, no arranh-las ou prejudic-las de alguma maneira, bem como no jogarem quaisquer tipos de lixos, tais como: papis, biscoitos, chicletes, etc., em qualquer rea do Condomnio, responsabilizando-se os pais ou responsveis por eventuais danos ao Condomnio. Artigo 73 A partir da aprovao da coleta seletiva do lixo, em Assemblia Geral, todos os condminos devero seguir as orientaes para a sua realizao. Artigo 74 Os infratores de qualquer artigo deste captulo esto sujeitos s penalidades estabelecidas no artigo 50 da Conveno deste Condomnio.

    CAPTULO 10 DOS ELEVADORES E INTERFONES

    Artigo 75 Os usurios dos elevadores devero seguir rigorosamente as regras de segurana para o uso do elevador, tais como: capacidade, carga, etc., certificarem-se de que o elevador est no andar, acompanhar menores de 08 anos, no abrir a porta do elevador enquanto este no chegar ao andar, para a sua prpria segurana. Artigo 76 Os condminos devero evitar danos aos elevadores, evitando manter as portas presas. O elevador poder ser mantido parado no caso de carga e descarga, com o devido acompanhamento do Gestor ou de funcionrio do Condomnio. Caso no se utilize o elevador imediatamente, no se deve ficar segurando a porta aberta, devendo liber-lo para que atenda a outros chamados.

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    Pargrafo Primeiro - O boto de emergncia s poder ser acionado em caso de necessidade. Pargrafo Segundo - No permitido afixar cartazes, avisos, placas (exceto o Gestor), escrever nas paredes ou nos tetos e riscar os elevadores. Artigo 77 expressamente proibido arrancar botes de acionamento dos elevadores, bem como cuspir, fazer necessidades fisiolgicas, jogar papis, riscar, pintar ou danificar o interior dos elevadores. Artigo 78 proibido transportar cargas, mudanas, animais, carrinhos de compras, velocpedes e bicicletas, ou grandes volumes que ocupem muito espao, pelo elevador social, salvo se o de servio estiver fora de uso. Pargrafo nico livre a sua utilizao para os carrinhos de bebs. Artigo 79 O interfone de uso exclusivo dos condminos e da portaria e deve ser usado apenas para o fim a que se destina: recados. Conversas prolongadas devem ser evitadas. Artigo 80 A cada utilizao do aparelho, o condmino dever observar se o mesmo foi bem encaixado no suporte, para evitar interferncias no sistema. Pargrafo Primeiro - O interfone das portarias no poder ser utilizado para conversas. Pargrafo Segundo - Cada condmino dever zelar pelo equipamento instalado em sua unidade, evitando quedas e mau uso. Artigo 81 A manuteno destes equipamentos dar-se- por empresa especializada, sendo que as datas sero divulgadas previamente. Qualquer substituio de peas devido ao mau uso, quedas ou outros acidentes, ser cobrada individualmente da unidade, em sua cota condominial. Artigo 82 Os infratores de qualquer artigo deste captulo esto sujeitos s penalidades estabelecidas no artigo 50 da Conveno deste Condomnio.

    CAPTULO 11 DAS GARAGENS; DO ESTACIONAMENTO DE VISITANTES E DO USO DOS CARRINHOS

    Artigo 83 As vagas de garagem destinam-se exclusivamente ao estacionamento de automveis e motocicletas de moradores do Condomnio, ou seus autorizados, sempre respeitando os artigos 10 a 16 da Conveno deste Condomnio. Artigo 84 Cada condmino ter direito quantidade de vagas relativas ao seu apartamento, previamente demarcadas e sorteadas bienalmente em Assemblia, no podendo o condmino estacionar em lugar que no seja a sua vaga. expressamente proibido utilizar as vagas de garagem para colocar objetos que no sejam veculos. Pargrafo Primeiro - No permitido usar as vagas de garagem para estacionamento/guarda de coletivos, trailers, lancha, jet-ski e similares, mveis, bicicletas, peas automotivas, utenslios, motores, pneus, equipamentos, combustveis, ferramentas ou quaisquer outros objetos, bem como armrios ou despensas.

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    Pargrafo Segundo - Cada vaga s poder ser preenchida por um e somente um veculo de passeio, peruas ou utilitrios (que no excedam os limites do tamanho da vaga), vedadas as adaptaes para viabilizar a guarda de mais de um veculo de qualquer espcie em uma vaga. Pargrafo Terceiro - No permitida a guarda de veculos que, pelo seu tamanho, prejudiquem a circulao no interior das garagens ou que causem qualquer prejuzo regular utilizao das vagas vizinhas. Pargrafo Quarto - No ser permitido o uso de pneus ou qualquer outro tipo de material como proteo nas garagens. Pargrafo Quinto de responsabilidade do morador manter seu veculo devidamente trancado e sem objetos de valor em seu interior. Artigo 85 Os usurios das garagens devero manter seus veculos em perfeito estado de funcionamento, especialmente com relao a vazamentos. Pargrafo nico Os usurios so responsveis pela limpeza das sujeiras causadas por vazamentos de leo de seus veculos. Artigo 86 No permitido o uso das garagens, ou outras reas comuns do edifcio, para consertos de automveis ou quaisquer outros servios dessa natureza e interesse privativo de qualquer unidade, salvo em casos excepcionais, com autorizao do Gestor. Artigo 87 Admitir-se-, excepcionalmente, o ingresso de veculo que no seja dos condminos, depois de comprovado pela portaria, nos seguintes casos: transporte de enfermo, pessoa idosa com dificuldade de locomoo - nesses casos, o veculo ingressar no interior do Condomnio e se retirar to logo satisfaa o motivo do ingresso; outros veculos, quando expressamente autorizados e com a presena do condmino e desde que estacione na vaga do mesmo. Artigo 88 expressamente proibido andar de patins, bicicletas, skates ou, ainda, quaisquer tipos de jogos, nas reas internas e externas reservadas ao estacionamento dos veculos. Pargrafo nico - As bicicletas devero ser estacionadas nas reas definidas para esse fim. Artigo 89 expressamente proibida a conduo de veculos por pessoas sem habilitao, ou por funcionrios do Condomnio, mesmo que seja para uma simples manobra. A responsabilidade civil e criminal do proprietrio do veculo. Artigo 90 Os eventuais abalroamentos sero resolvidos pelas partes diretamente interessadas, sem qualquer participao do Condomnio; Artigo 91 expressamente proibida a entrada ou sada de pedestres pela portaria da garagem, exceto quando em trnsito com seus animais; Artigo 92 expressamente proibida a locao de vagas a pessoas estranhas ao Condomnio, sendo permitida apenas a moradores do Condomnio;

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    Artigo 93 expressamente proibida a permanncia de menores na rea da garagem, exceto para entrar e sair dos veculos e desde que acompanhados pelos responsveis; Artigo 94 vedado guardar produtos explosivos ou inflamveis nos veculos durante a permanncia, salvo os combustveis nos tanques. Artigo 95 Os veculos devem circular nas reas da garagem e na entrada do Condomnio em velocidade compatvel com o bom senso e a segurana condominial (10 km/hora) e obrigatoriamente com os faris acesos. Excessos sero analisados e avaliados pelo Corpo Diretivo. Artigo 96 expressamente proibido estacionar o veculo fora das delimitaes da vaga prpria, obstruindo as vagas vizinhas ou a pista de manobra e circulao, independentemente de seus direitos. Artigo 97 As vagas existentes no estacionamento externo so destinadas exclusivamente aos visitantes, tolerando-se a sua utilizao pelos moradores por poucos minutos. Pargrafo Primeiro Trs (03) vagas deste estacionamento so destinadas para uso exclusivo de carga e descarga de farmcias, lavanderias, delivery de alimentos, pet shop, etc., com tolerncia mxima de 15 (quinze) minutos. No ser admitida a carga ou descarga de materiais de construo e reforma, mveis e afins. Pargrafo Segundo Os automveis dos visitantes sero registrados pelo Porteiro, indicando ainda o apartamento a ser visitado; Pargrafo Terceiro Todos os automveis sero identificados atravs de prisma/crach; Pargrafo Quarto Estando o estacionamento lotado, os automveis no podero aguardar vaga dentro do Condomnio; Pargrafo Quinto Os funcionrios do Condomnio, terceirizados e os prestadores de servio no podero fazer uso do estacionamento externo. Artigo 98 O Condomnio, o Sndico, Subsndicos e o Conselho Consultivo Fiscal no se responsabilizam por furtos e roubos, por valores e objetos deixados no interior dos veculos bem como por acidentes pessoais, colises e danos materiais ocorridos nas dependncias da rea das garagens e do estacionamento externo, que sero dirimidos segundo a legislao civil ou criminal pertinente. Artigo 99 O Condomnio dispe de carrinhos de compra (tipo de supermercado) para cada subsolo, sendo a sua utilizao destinada ao transporte de volumes compatveis sua capacidade, da garagem at a unidade que fizer o seu uso. Pargrafo Primeiro - Aps sua utilizao, o usurio dever devolv-lo ao subsolo, estacionando-o no local determinado. Pargrafo Segundo - A utilizao dos carrinhos de compra deve ser feita atravs dos elevadores de servio, exceto quando estes estiverem em manuteno. A utilizao dos carrinhos de compra no deve exceder em 20 (vinte) minutos para carga e descarga.

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    Pargrafo Terceiro Os carrinhos com rodas pneumticas, estacionados no 1 subsolo em frente ao Salo de Festas 2, destinam-se exclusivamente ao transporte de utenslios entre o apartamento do usurio e os sales de festas ou churrasqueiras. Sua utilizao no deve exceder em 40 (quarenta) minutos para carga e descarga. Pargrafo Quarto expressamente proibido o uso desses carrinhos para o transporte de materiais de construo, entulhos, lixo, etc. e compras de supermercados. Artigo 100 Os infratores de qualquer artigo deste captulo esto sujeitos s penalidades estabelecidas no artigo 50 da Conveno deste Condomnio.

    CAPTULO 12 DO BICICLETRIO E ESPAOS PARA MOTOS

    Artigo 101 O bicicletrio est localizado em rea comum e dever seguir a legislao especfica para o local. Cada bloco tem o seu bicicletrio. Pargrafo nico: expressamente proibida circulao de bicicletas em qualquer rea comum do Condomnio, exceto as bicicletas infantis at aro 20, conduzidas por crianas at 11 (onze) anos, que so toleradas somente na rea pavimentada no 1 andar, excluindo-se as quadras poliesportivas, reas ajardinadas, pista de skate e playgrounds. Artigo 102 expressamente proibida a circulao de qualquer tipo e tamanho de bicicleta na rea do clube, localizada no 1 subsolo. Artigo 103 O bicicletrio de uso exclusivo dos moradores do Condomnio. Artigo 104 Cada apartamento tem direito a guardar 02 (duas) bicicletas no bicicletrio. Pargrafo nico: Quando o bicicletrio do bloco estiver lotado, o morador dever procurar vaga em bicicletrio de outro bloco ou guardar sua bicicleta em seu apartamento/depsito. Artigo 105 Para garantir a segurana, todas as bicicletas devem estar sempre com cadeado prprio e a chave deve ficar aos cuidados do morador. Artigo 106 Recomenda-se tomar cuidado com as outras bicicletas ao tirar e guardar a sua; Artigo 107 A entrada e sada das bicicletas devero ocorrer obrigatoriamente pela garagem, utilizando a sada de veculos do Condomnio; Artigo 108 proibido transportar bicicletas pelos elevadores sociais; Artigo 109 Os espaos demarcados no 1 subsolo para o estacionamento de motos no so exclusivos, prevalecendo a ordem de chegada. Pargrafo nico Todos se obrigam a respeitar a velocidade permitida, descrita no artigo 95 acima. Artigo 110 O proprietrio responde por todo e qualquer dano que causar;

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    Artigo 111 O Condomnio no se responsabiliza por roubo, furto, acessrios em geral (capacetes, capas, etc.), dano de peas das bicicletas e das motos e ainda, por acidentes causados a si prprios ou a terceiros. Artigo 112 As regras para a utilizao do bicicletrio e dos espaos para motos devem ser rigorosamente cumpridas, estando os infratores sujeitos s penalidades inseridas no artigo 50 da Conveno.

    CAPTULO 13 DOS ANIMAIS DOMSTICOS Artigo 113 Ser permitida a permanncia de animais domsticos, no nocivos segurana, sade e ao sossego dos moradores, devendo seus proprietrios mant-los restritos as suas unidades e, quando a passeio externo, devero estar presos por coleira e corrente. Pargrafo Primeiro - No manter animais domsticos cujo porte, raa ou comportamento, venham incomodar, perturbar o sossego ou amedrontar os demais moradores do Condomnio. Pargrafo Segundo Os responsveis respondem por todo e qualquer dano causado pelos animais, ao Condomnio e a terceiros. Artigo 114 Nenhum co, de qualquer raa, ou outro animal, poder ficar solto nas reas comuns do Condomnio, sob pena de multa e apreenso do animal, caso no seja imediatamente recolhido pelo dono, quando comunicado. Artigo 115 expressamente proibida a circulao de animais domsticos nas reas comuns do Condomnio: hall social, em toda a rea do clube situada no 1 subsolo, nas quadras poliesportivas, playgrounds, pista de skate, sales de festas e churrasqueiras, lagos, pistas de passeio e caminhada, elevadores sociais e em todas as reas gramadas, inclusive jardim externo, ainda que no colo. permitido o acesso apenas pelos elevadores e reas de servio. Todos os animais devero estar atados a sistema de segurana e controle (coleiras, guias, etc.). Artigo 116 - A entrada e sada utilizada pelo morador para passeio dos animais dever ocorrer, obrigatoriamente, pela garagem do 2 subsolo, utilizando-se a sada de veculos do Condomnio. Artigo 117 terminantemente proibido deixar os animais fazerem necessidades fisiolgicas nas reas comuns do Condomnio. Os excrementos devem ser recolhidos imediatamente pelo condutor do animal e acondicionados em recipiente apropriado para lanamento no lixo. No ser admitida qualquer sujeira produzida pelos animais, inclusive urina. Os proprietrios so ainda responsveis pela sujeira produzida pelo animal nas caladas externas do Condomnio. Pargrafo nico: A no observncia de quaisquer dos artigos 113 a 117 ser enquadrada, diretamente, na alnea c do artigo 50 da Conveno, acarretando aos responsveis multas consideradas gravssimas. Artigo 118 proibido transitar com animais nos elevadores sociais, exceto em caso de manuteno no elevador de servio.

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    Artigo 119 O morador responde por problemas ocasionados por animais de seus visitantes. Artigo 120 Os condminos que tenham animais sob a sua guarda devero mant-los vacinados, conforme normas sanitrias, e colocar os atestados de vacina disposio do Condomnio sempre que assim for solicitado. Artigo 121 O condmino deve ter cuidados sanitrios para que no haja mau cheiro proveniente do apartamento, incomodando os demais moradores. Artigo 122 A qualquer momento o Corpo Diretivo do Condomnio poder exigir atestado de qualquer natureza, que salvaguardem a sade dos moradores. Artigo 123 Na constatao de maus tratos torna possvel a adoo de medidas contra os proprietrios dos animais, conforme orientao da UPA Unio Protetora dos Animais. Artigo 124 Recomenda-se que os proprietrios adotem medidas para que os ces no produzam rudos sonoros (latidos, uivos) em excesso. Artigo 125 So expressamente proibidos a presena, trfego e permanncia de animal silvestre em qualquer local do Condomnio. obrigao de qualquer morador, do Gestor ou Sndico registrar queixa junto ao IBAMA ou outro rgo legalmente competente, sem aviso prvio ao proprietrio do animal, por se tratar de crime inafianvel, sob pena de incorrer em conivncia. Artigo 126 Todos os moradores tornam-se fiscais para as irregularidades cometidas neste Captulo, devendo inform-las, de imediato, a qualquer funcionrio do Condomnio, para as providncias cabveis. Artigo 127 As sanes, danos e prejuzos recairo diretamente aos condminos / moradores responsveis pelos animais, ficando o Condomnio e o seu Corpo Diretivo isentos de qualquer responsabilidade oriunda dos animais. Artigo 128 Os infratores dos artigos 118 a 125 esto sujeitos s penalidades estabelecidas no artigo 50 da Conveno deste Condomnio.

    CAPTULO 14 DAS PISCINAS E DOS VESTIRIOS

    Artigo 129 As piscinas descobertas so de uso exclusivo dos moradores, sendo proibido o acesso de pessoas estranhas, parentes de moradores, visitas, serviais, empregados, etc. O proprietrio que alugar ou ceder o seu apartamento perder o direito a freqentar as piscinas. Pargrafo nico facultado a cada unidade autnoma levar 02 (dois) convidados incluindo crianas s piscinas descobertas, desde que previamente agendado com o Gestor, sendo limitado a 20 (vinte) convidados no mximo para todo o Condomnio, por dia. Artigo 130 Os moradores com idade inferior a 10 (dez) anos devero obrigatoriamente estar acompanhados por um responsvel, assim como aquelas crianas que no sabem nadar, sendo que o Condomnio no se responsabiliza por quaisquer acidentes que possam ocorrer.

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    Artigo 131 O horrio de funcionamento das piscinas ser das 08:00 s 22:00 horas quando suas luzes sero desligadas, de tera-feira a domingo, permanecendo fechadas s segundas-feiras para manuteno, at as 16:00 horas, com exceo dos feriados e emendas. Nas frias de vero a piscina ficar fechada s segundas-feiras, para manuteno, das 06:00 horas s 14:00 horas. Pargrafo Primeiro - Caso algum morador queira us-la aps as 22:00 horas e at as 24:00 horas, dever solicitar a chave na Portaria, preencher ficha de identificao, comprometendo-se a devolv-la na Portaria, aps o seu uso. Pargrafo Segundo - Estando a piscina ocupada por um segundo morador, este assume a responsabilidade pelo fechamento, devendo o primeiro comunicar o fato Portaria, e assim sucessivamente. Pargrafo Terceiro Os porteiros/seguranas no esto autorizados a abrir e/ou fechar as piscinas. Pargrafo Quarto - As piscinas tm por finalidade a recreao dos moradores, no sendo admitido nenhum outro comportamento, jogos ou algazarras. Artigo 132 No ser permitida a utilizao das piscinas por condminos cuja unidade esteja alugada ou que no estejam em dia com os pagamentos de suas contribuies condominiais. Artigo 133 Os empregados do Condomnio e empregados domsticos, assim como seus dependentes, no podero fazer uso das piscinas. Pargrafo Primeiro - Aos acompanhantes de idosos e pessoas com necessidades especiais ser permitido o acesso s piscinas, desde que respeitadas as demais regras. Pargrafo Segundo Aos acompanhantes de menores, babs cadastradas e devidamente uniformizadas, ser permitido o acesso exclusivamente piscina infantil, desde que respeitadas as demais regras. Artigo 134 A piscina coberta de uso exclusivo dos moradores, no sendo permitido o acesso de pessoas estranhas ao Condomnio, sem exceo. Artigo 135 O horrio de funcionamento da piscina ser das 06:00 horas s 22:00 horas, de tera-feira a domingo, permanecendo fechada s segundas-feiras para manuteno, at as 16:00 horas, com exceo dos feriados e emendas. Pargrafo nico Nas frias de vero a piscina ficar fechada s segundas-feiras, para manuteno, das 06:00 horas s 14:00 horas. Artigo 136 A piscina coberta ter seu uso liberado para a prtica de atividades gerais das 10:00h s 18:00h, sendo proibida a permanncia de menores de 10 (dez) anos desacompanhados de responsvel. Das 06:00h s 10:00h e das 18:00h s 22:00h, ser dada prioridade pratica de atividades fsicas. Artigo137 Ser tolerado o uso desta piscina aps as 22:00 horas e at as 24:00 horas, no mximo.

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    Pargrafo Primeiro O usurio que fizer o uso desta piscina, aps as 22:00 horas e at s 24:00 horas,dever solicitar a chave na Portaria, preencher ficha de identificao, comprometendo-se a devolv-la na Portaria, aps o seu uso. Pargrafo Segundo Caso a piscina esteja ocupada por um segundo morador, este assume a responsabilidade pelo fechamento, devendo o primeiro comunicar o fato Portaria, e assim sucessivamente. Pargrafo Terceiro Os porteiros/seguranas no esto autorizados a abrir e/ou fechar as piscinas. Pargrafo Quarto A no devoluo da chave, alm das penalidades previstas no artigo 50 da Conveno, acarretar na suspenso do uso, por tempo a ser determinado pelo Corpo Diretivo. Artigo 138 EXPRESSAMENTE PROIBIDO EM TODAS AS PISCINAS: a) A prtica de qualquer jogo, a utilizao de equipamentos que possam perturbar ou interferir no direito alheio e algazarras, em todas as reas das piscinas; b) Entrar nas guas das piscinas com alimentos ou bebidas de qualquer gnero; c) Por motivos de qualidade de gua e para evitar problemas nos equipamentos/filtros das piscinas, fica terminantemente proibido o uso de leo, loo bronzeadora ou similar, sendo tolerado somente o uso de protetor solar sem leo; d) Entrar nas reas das piscinas levando objetos quebrveis (copos, garrafas, pratos, etc.); e) Jogar ou deixar detritos de qualquer tipo nas reas das piscinas. Tais materiais devem ser colocados nas lixeiras; f) Entrar nas piscinas em horrios de processamento, tratamento e limpeza da gua. g) Entrar nas piscinas com sapatos, com os ps ou outra parte do corpo suja de areia, terra ou outros; h) Fazer necessidades fisiolgicas nas piscinas. i) A entrada ou permanncia de qualquer animal nas reas das piscinas, mesmo que no colo; j) Trafegar nas reas das piscinas com bicicletas, patins, patinetes, skates ou similares; l) A entrada no recinto das piscinas e o seu uso por portador de molstias infecto-contagiosas, sendo dever de cada condmino ou morador zelar para que tal fato no ocorra, no sentido de salvaguardar a sua sade, de seus familiares e dos demais moradores; m) Entrar nas piscinas trajando roupas no adequadas, ou mai / biquni / sunga transparentes; n) O uso de bebidas alcolicas por menores de 18 (dezoito) anos. o) Qualquer tipo de jogo ou uso de bola. Pargrafo Primeiro Os usurios somente podero usar bias individuais, no sendo tolerado qualquer outro tipo de bia. Pargrafo Segundo Os usurios devero trajar-se com roupas adequadas ao banho de piscinas, no sendo permitido o uso de camisetas e shorts de tecidos que possam contaminar a gua. Artigo 139 A cada 06 (seis) meses, o Condomnio, a seu critrio, poder exigir um atestado mdico aos freqentadores das piscinas, em que esteja explcita a aptido de freqentar a piscina.

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    Artigo 140 O acesso s piscinas far-se- exclusivamente pelo elevador ou escadas de servio, sendo que os usurios devem secar-se antes de sair do recinto das piscinas, antes de ingressar no elevador. Artigo 141 A circulao de freqentadores em trajes de banho restringe-se ao recinto das piscinas, sendo obrigatrio o uso de sada de banho ou roupo (exceto crianas) nas demais dependncias do Condomnio. Pargrafo nico - terminantemente proibido o uso de qualquer elevador social em trajes de banho. Artigo 142 Ser permitido exclusivamente o uso de copos e garrafas de plstico, desde que observadas as normas de segurana e limpeza. Artigo 143 No ser permitida a troca de fraldas e outros tipos de higiene pessoal nas reas das piscinas. Artigo 144 Ao sair da sauna, obrigatrio o uso do chuveiro antes de entrar nas piscinas. Artigo 145 Os condminos devero trajar-se de maneira discreta, de modo a no atentar aos bons costumes, evitando tambm a circulao desnecessria. Pargrafo nico - Os condminos devero enxugar o excesso de gua antes de deixar a rea das piscinas, sendo proibido andar molhado nas reas comuns e descalo. Artigo 146 Todos os moradores devero identificar-se antes de entrar nas piscinas. Artigo 147 A administrao do Condomnio e seus prepostos eximem-se de qualquer responsabilidade sobre eventuais acidentes (como afogamentos, males sbitos, etc.) que porventura venham a ocorrer com as crianas e demais usurios, sendo cada qual responsvel pelo reconhecimento de sua capacidade fsica para a utilizao das reas comuns e das piscinas. Artigo 148 Dentro dos recintos das piscinas devero ser observadas as regras de respeito mtuo e convvio social, sendo vedada qualquer forma de discriminao, assim como qualquer ao que possa perturbar ou interferir no direito de usufruir em paz e segurana esses locais. Artigo 149 O Condomnio e o seu Corpo Diretivo no podero ser responsabilizados por qualquer furto ou desaparecimento, danos de qualquer espcie, estragos ou inutilizao de vesturio ou objetos quaisquer que sejam deixados ou usados por seus usurios nas reas das piscinas. Artigo 150 Os vestirios, divididos em masculino e feminino, tm seu uso permitido para o mesmo horrio e regras previstas para a utilizao das piscinas. Artigo 151 Os infratores de qualquer artigo deste captulo esto sujeitos s penalidades estabelecidas no artigo 50 da Conveno deste Condomnio.

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    CAPTULO 15 DAS SAUNAS, SPA, OFUR E SALA DE MASSAGEM Artigo 152 A utilizao das saunas, spa, ofur e sala de massagem exclusiva dos moradores, sendo vedadas s pessoas que no residem no Condomnio, O proprietrio que alugar ou ceder o seu apartamento perder o direito de freqentar esses locais. Artigo 153 Os espaos so de uso coletivo, devendo ser utilizado traje de banho. vetado o uso de trajes atentatrios moral, ou assumir posturas que firam o decoro e os bons costumes. Artigo 154 A sauna, o ofur e o spa estaro disponveis para utilizao de tera-feira domingo, das 8:00h s 22:00h, e obedecer a seguinte ordem: tera-feira: uso masculino; quarta-feira: uso feminino; de quinta-feira a domingo: uso misto. s segundas-feiras, o espao permanecer fechado para manuteno, exceto em feriados e emendas. Pargrafo Primeiro - O condmino que quiser utilizar o espao aps as 22:00h e at s 24:00h dever, ao pegar a chave na portaria, preencher o livro de controle das chaves com os seus dados, data e horrio de entrada e posteriormente de sada, fazer as observaes, se houver, e devolver as chaves na portaria ao terminar o seu uso. Caso outro condmino continue utilizando a sauna, o primeiro responsvel que assinou o livro dever informar a portaria dizendo quem ser o segundo responsvel e assim sucessivamente, at que o ltimo v entregar a chave na portaria. Pargrafo Segundo O acionamento e desligamento dos dispositivos do local, neste perodo, de responsabilidade do usurio. Pargrafo Terceiro - Os condminos so responsveis por eventuais danos que estes vierem a causar aos equipamentos e a si prprios. O Corpo Diretivo recomenda que a permanncia nas saunas no exceda a 15 (quinze) minutos ininterruptos. Artigo 155 proibida e entrada e a permanncia nas saunas de menores de 16 anos, mesmo que acompanhados dos pais ou responsvel. Pargrafo nico Na hidromassagem e no ofur proibida a entrada e a permanncia de menores de 10 (dez) anos, mesmo que acompanhados dos pais ou responsvel. Artigo 156 obrigatrio aos condminos solicitarem Monitoria o acionamento da sauna, do ofur e do SPA com 01 (uma) hora de antecedncia do uso, bem como o desligamento da sauna e do ofur ao final da utilizao, de tera-feira a sexta-feira das 08:00h s 22:00h e aos sbados, domingos e feriados das 08:00h s 20:00 h. Pargrafo Primeiro - proibido o ingresso nos recintos de freqentador que apresentar afeces da pele, bem como quaisquer outras molstias contagiosas. Pargrafo Segundo Recomenda-se que o condmino entregue, na Monitoria, o exame mdico peridico, demonstrando seu estado de sade. O Condomnio e seus representantes isentam-se de quaisquer tipos de responsabilidade Artigo 157 Aos sbados, domingos e feriados os moradores que desejarem usar os espaos, aps as 20:00 horas e at s 24:00 horas, devero retirar a chave na Portaria, acionar os dispositivos de funcionamento, preencher ficha de identificao,

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    comprometendo-se a desligar os dispositivos e devolver a chave na Portaria, aps o seu uso. Pargrafo Primeiro - Caso os espaos estejam ocupados por um segundo morador, este assume a responsabilidade pelo desligamento e fechamento, devendo o primeiro comunicar o fato Portaria, e assim sucessivamente. Pargrafo Segundo Os porteiros/seguranas no esto autorizados a abrir e/ou fechar e a ligar/ou desligar os espaos, em nenhum dia e horrio. Pargrafo Terceiro A no devoluo da chave e o no desligamento dos dispositivos, alm das penalidades previstas no artigo 50 da Conveno, acarretar na suspenso do uso, por tempo a ser determinado pelo Corpo Diretivo. Artigo 158 EXPRESSAMENTE PROIBIDO: a) Entrar no recinto das saunas levando quaisquer objetos quebrveis (copos, garrafas, etc.); b) Levar alimentos ou bebidas para dentro da sauna; c) O acesso de qualquer animal no recinto das saunas, mesmo que no colo; d) Usar as saunas aps a aplicao de leos, cremes ou similares; e) Utilizar as saunas se estiver portando qualquer molstia infecto-contagiosa ou por recomendaes mdicas; f) A prtica de brincadeiras que possam prejudicar material ou moralmente os demais freqentadores das saunas; g) A entrada de menores de 16 (dezesseis) anos; h) A utilizao das dependncias pelos empregados dos condminos e do Condomnio; i) Fazer barba, depilao, unhas, etc. no recinto das saunas; j) Jogar pontas de cigarro, fsforos, papis usados e qualquer tipo de detrito nos recintos das saunas. Pargrafo nico Admite-se a ingesto de gua ou energticos, quando em recipientes plsticos. Artigo159 Aps o uso das saunas ou a caminho delas, transitar obrigatoriamente pelo hall e elevador de servio ou escadas e calado(a) com chinelos. Pargrafo nico - Ser obrigatrio o uso de chinelos de borracha e de toalhas nos recintos das saunas. Artigo 160 A Administrao do Condomnio e seus prepostos eximem-se de qualquer responsabilidade por eventuais acidentes que porventura venham a ocorrer com os menores de idade e demais usurios, sendo cada qual responsvel pelo reconhecimento de sua capacidade fsica para a utilizao desses espaos. Artigo 161 A abertura e fechamento das dependncias do SPA (saunas, hidro e sala de massagem) sero realizados pela Monitoria ou pelo usurio e obedecero aos horrios pr-determinados. Artigo 162 Em caso de uso das referidas dependncias por mais de um condmino, devero ser observadas as regras de respeito mtuo e convvio social e vedada qualquer forma de discriminao assim como qualquer ao que possa perturbar ou interferir no direito de usufruir em paz e segurana esses locais.

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    Artigo 163 No ser permitida a utilizao das saunas por condminos cuja unidade esteja alugada ou que no estejam em dia com os pagamentos de suas contribuies condominiais. Artigo 164 A sala de massagem de uso exclusivo dos moradores. As mesmas normas contidas nos artigos anteriores deste Captulo devem ser seguidas tambm para este espao. Pargrafo nico permitido o acesso de profissional para atender morador responsvel, mediante prvio agendamento com a administrao interna. Artigo 165 Os infratores de qualquer artigo deste captulo esto sujeitos s penalidades estabelecidas no artigo 50 da Conveno deste Condomnio. Pargrafo nico O uso desses espaos por no moradores acarretar ao condmino responsvel penalidade considerada grave (item b, artigo 50 da Conveno).

    CAPTULO 16 DOS ESPAOS COMUNS LOCADOS (SALA DE ESTTICA, LANCHONETE E QUALQUER OUTRA REA COMUM QUE VENHA A SER

    LOCADA/CEDIDA) Artigo 166 As locaes/cesses de reas comuns do Condomnio devero ser decididas em Assemblia Geral, que definir o funcionamento e utilizao constantes do contrato de prestao de servios, bem como, o valor do aluguel cuja sua receita ser, obrigatoriamente, creditada na receita ordinria do Condomnio. Todos os espaos locados/cedidos devero arcar com os gastos que produzirem (gua, energia eltrica, gs, etc.).

    CAPTULO 17 DAS SALAS DE GINSTICA E FITNESS Artigo 167 As salas de ginstica destinam-se exclusivamente aos moradores ou condminos aptos para a utilizao dos aparelhos e aulas fsicas. Pargrafo Primeiro - No ser permitido o seu uso por convidados, sem exceo. Pargrafo Segundo No ser permitida a permanncia ou a utilizao dos aparelhos de ginstica aos menores de 15 anos, mesmo com autorizao dos pais ou responsveis. Artigo 168 PROIBIDO o uso da sala de FITNESS por parte de: a) funcionrios do Condomnio; b) empregados dos Moradores; c) condminos que no tenham preenchido o TERMO DE RESPONSABILIDADE; d) menores de 15 anos de idade; e) condminos que no estejam com sua taxa de Condomnio paga em dia; Pargrafo nico A sala de ginstica poder ser utilizada por menores em atividades fsicas especficas para a idade. Artigo 169 As salas de ginstica e fitness podero ser utilizadas para a ministrao de aulas por personal trainer, desde que em horrios que comportem a realizao de tais atividades. O morador assume toda a responsabilidade desta contratao, ficando o Condomnio isento de qualquer responsabilidade oriunda desta contratao. Os

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    funcionrios da Monitoria no podero exercer a funo de personal trainer dos moradores, durante o seu horrio de expediente. Artigo 170 A sala de ginstica e fitness poder ser utilizada todos os dias, das 06:00 s 22:00 h, com o fechamento realizado pela Monitoria, respeitando-se o silncio at s 08:00 horas e os bons costumes de utilizao. s segundas-feiras, das 12:00h s 16:00h, a academia ficar fechada para limpeza e manuteno, exceto em feriados e emendas, quando os servios sero realizados no primeiro dia til posterior. Pargrafo Primeiro - O condmino que quiser utilizar o fitness aps as 22:00h e at s 24:00h, e souber fazer uso do espao, dever, ao pegar a chave na portaria, preencher o livro de controle das chaves com os seus dados, data e horrio de entrada e posteriormente de sada, fazer as observaes se houver e devolver as chaves na portaria ao terminar o seu uso. Caso outro condmino continue utilizando a academia, o primeiro responsvel que assinou o livro dever informar a portaria dizendo quem ser o segundo responsvel e assim sucessivamente, at que o ltimo entregue a chave na portaria. Pargrafo Segundo A no devoluo das chaves, alm das penalidades previstas no artigo 50 da Conveno, acarretar suspenso do uso por tempo a ser determinado pelo Corpo Diretivo. Pargrafo Terceiro Os porteiros/seguranas no esto autorizados a abrir e/ou fechar o espao. Artigo 171 - No ser permitido o uso da sala de ginstica com exclusividade por qualquer condmino, e tambm no haver reserva de horrios. Artigo 172 Os danos porventura provocados pelos freqentadores sero repassados integralmente ao freqentador responsvel. Caso seja constatada imprudncia e/ou vandalismo, ser acrescida de Multa conforme artigo 50 da Conveno e na reincidncia a Multa ser dobrada. Qualquer item identificado como avaria, dever ser comunicado imediatamente a Monitoria. Artigo 173 O Condomnio no se responsabiliza pelo uso incorreto dos aparelhos e tampouco pelas conseqncias acarretadas. Sendo assim, cada usurio dever preencher o TERMO DE RESPONSABILIDADE, que se encontra disponvel na Monitoria. Artigo 174 O Condomnio est isento de responsabilidade por eventuais acidentes, inclusive naqueles que necessitem de atendimento mdico/hospitalar, sendo que todas as despesas correro por conta do condmino responsvel pelo uso. Artigo 175 Os usurios entre 15 e 18 anos somente podero utilizar a sala de ginstica, acompanhados de responsveis ou com autorizao expressa dos mesmos, devidamente registrados na Monitoria. Artigo 176 O condmino dever identificar-se antes de iniciar suas atividades; Artigo 177 Ser obrigatrio o uso de toalha, pelo morador, durante o uso dos aparelhos.

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    Artigo 178 Sempre que usar um aparelho ou colchonete o usurio dever deix-lo limpo para os prximos usurios. Caber ao Condomnio disponibilizar produto prprio para higienizao do local. Artigo 179 O proprietrio que alugar ou ceder o seu apartamento perder o direito de uso da sala de ginstica em benefcio do locatrio ou morador. Artigo 180 A utilizao da esteira, do transport e da bicicleta ser de, NO MXIMO, 30 minutos ininterruptos por um mesmo usurio, quando houver espera, sendo que o mesmo dever observar sempre se existem outros usurios em espera, procurando reduzir este tempo em benefcio da coletividade. Na ausncia de espera o uso livre. Artigo 181 Sobre aparelhos de som: - O som coletivo utilizado dever ser o do Condomnio, em volume moderado; - Estilo e tipo de msicas tambm sero pr-estabelecidos pela Monitoria, levando em considerao parecer tcnico de especialistas da rea; - O uso de som individual dever ser sempre com fone de ouvido. Artigo 182 Caso haja, no entendimento do Corpo Diretivo, necessidade de preservar a integridade dos freqentadores das salas de ginstica e de seus equipamentos em relao a algum usurio que venha a desrespeitar o presente regulamento, bem como a um outro usurio, os mesmos sero notificados e sua presena no ser mais permitida por prazo a ser determinado pelo Corpo Diretivo. Artigo 183 EXPRESSAMENTE PROIBIDO: a) Entrar nas salas de ginstica e fitness levando quaisquer objetos quebrveis (copos, garrafas, etc.); b) Levar alimentos para dentro das salas de ginstica; c) Utilizar os equipamentos com os ps descalos; d) Utilizar os equipamentos em trajes de banho ou molhados da piscina; e) Utilizar os equipamentos de forma destrutiva ou depredatria; f) O acesso de qualquer animal no recinto das salas de ginstica, mesmo que no colo; g) A prtica de brincadeiras que possam prejudicar material ou moralmente os demais freqentadores das salas de ginstica; h) Jogar pontas de cigarro, fsforos, papis usados e qualquer tipo de detrito nos recintos das salas de ginstica. i) Utilizar os equipamentos para outros fins que no os habitualmente indicados, colocando em risco a integridade de seu funcionamento e dos usurios. Pargrafo nico Admite-se a ingesto de gua ou energticos, quando em recipientes plsticos. Artigo 184 A administrao do Condomnio e seus prepostos eximem-se de qualquer responsabilidade sobre eventuais acidentes que porventura venham a ocorrer com qualquer usurio, sendo cada qual responsvel pelo reconhecimento de sua capacidade fsica para a utilizao das salas de ginstica. Artigo 185 Por se tratar de uso coletivo, devero ser observadas as regras de respeito mtuo e convvio social e vedada qualquer forma de discriminao, assim como qualquer ao que possa perturbar ou interferir no direito de usufruir em paz e segurana esses locais.

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    Artigo 186 No ser permitida a utilizao das salas de ginstica por condminos cuja unidade esteja alugada ou que no estejam em dia com os pagamentos de suas contribuies condominiais. Artigo 187 A partir de 01/01/2010 ser exigida a apresentao de exame mdico semestral, que ser controlado pela Monitoria. Artigo 188 Os infratores de qualquer artigo deste captulo esto sujeitos s penalidades estabelecidas no artigo 50 da Conveno deste Condomnio.

    CAPTULO 18 DO SALO DE JOGOS E RECREAO INFANTIL Artigo 189 Os sales so de uso exclusivo dos moradores, tolerando-se a presena de convidados, desde que esses no prejudiquem a utilizao pelos demais moradores. Artigo 190 O salo de jogos ficar fechado, devendo seu uso ser requisitado Monitoria, dentro do horrio de funcionamento, que ser das 08:00 horas s 22:00 horas. No perodo de frias escolares ser tolerado o seu uso at as 24:00 horas, desde que um morador maior responsvel retire e entregue a chave na portaria. Pargrafo Primeiro A no devoluo das chaves, alm das penalidades previstas no artigo 50 da Conveno, acarretar suspenso do uso por tempo a ser determinado pelo Corpo Diretivo. Pargrafo Segundo Os porteiros/seguranas no esto autorizados a abrir e/ou fechar as salas. Artigo 191 As raquetes e bolas de ping-pong, assim como os tacos e bolas de bilhar devero ser retirados na Monitoria, aps assinatura de termo de responsabilidade por maior responsvel. Artigo 192 No salo de jogos e de recreao infantil somente ser permitida a entrada de crianas menores de 12 (doze) anos, se acompanhadas por um responsvel. Artigo 193 O Condomnio no ser responsvel por nenhum dano ou acidente causado pelo uso dos equipamentos. Artigo 194 EXPRESSAMENTE PROIBIDO: a) Utilizar os equipamentos em trajes de banho ou molhados. b) Utilizar os equipamentos de forma destrutiva e depredatria. c) Utilizar os equipamentos para outros fins que no os habitualmente indicados, colocando em risco a integridade dos usurios. d) Levar alimentos e bebidas para dentro do salo de jogos. e) Jogar pontas de cigarro, fsforos, papis usados e qualquer tipo de detrito no recinto do salo de jogos. f) A utilizao das dependncias pelos empregados dos moradores (exceto quando acompanhantes de menores) e funcionrios do Condomnio. Artigo 195 Os condminos so diretamente responsveis pelas aes ou omisses atribudas aos seus filhos, aos menores sob sua guarda, aos seus empregados, seus convidados, ou a si mesmo, fatos estes que possam causar danos aos mveis e utenslios existentes em tais dependncias.

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    Artigo 196 Em caso de uso das referidas dependncias por mais de um condmino, devero ser observadas as regras de respeito mtuo e convvio social e vedada qualquer forma de discriminao, assim como qualquer ao que possa perturbar ou interferir no direito de usufruir em paz e segurana esse local. Artigo 197 O condmino dever cuidar para que a utilizao do salo de jogos no prejudique o sossego e a tranqilidade dos demais moradores, que sob hiptese alguma podero ser importunados com a utilizao desse espao. Artigo 198 O Condomnio, sndico, administradora e seus prepostos no assumem qualquer responsabilidade por eventuais acidentes que possam ocorrer com as crianas e demais usurios. Artigo 199 Os infratores de qualquer artigo deste captulo esto sujeitos s penalidades estabelecidas no artigo 50 da Conveno deste Condomnio.

    CAPTULO 19 DO BERRIO Artigo 200 O berrio para uso exclusivo de crianas de colo, moradoras do Condomnio, e destina-se alimentao, descanso e troca de fraldas dos bebs. Artigo 201 No permitida a permanncia de bebs no berrio sem a presena do seu responsvel. Artigo 202 proibida a retirada de materiais e equipamentos de propriedade do Condomnio que se encontram no local. Artigo 203 O horrio de funcionamento das 06:00h s 22:00h e os moradores devero retirar a chave na Monitoria, mediante assinatura de termo de responsabilidade. Pargrafo nico expressamente proibido qualquer tipo de brincadeiras no local. Artigo 204 Os infratores de qualquer artigo deste captulo esto sujeitos s penalidades estabelecidas no artigo 5