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CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2017/2017 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RS000087/2017 DATA DE REGISTRO NO MTE: 18/01/2017 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR001089/2017 NÚMERO DO PROCESSO: 46218.000184/2017-10 DATA DO PROTOCOLO: 10/01/2017 Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. SIND DAS EMPR DE ASSEIO E CONSERVACAO DO EST DO R G S, CNPJ n. 87.078.325/0001-75, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). JOSE ANTONIO BELLO; E SINDICATO INTERMUNICIPAL DOS EMPREGADOS EM EMPRESAS DE ASSEIO E CONSERVACAO E SERVICOS TERCEIRIZADOS EM ASSEIO E CONSERVACAO NO RGS-SEEAC/RS, CNPJ n. 90.601.956/0001-31, neste ato representado(a) por seu Tesoureiro, Sr(a). MARIA INES CONTINI; celebram a presente CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condições de trabalho previstas nas cláusulas seguintes: CLÁUSULA PRIMEIRA - VIGÊNCIA E DATA-BASE As partes fixam a vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho no período de 01º de janeiro de 2017 a 31 de dezembro de 2017 e a data-base da categoria em 01º de janeiro. CLÁUSULA SEGUNDA - ABRANGÊNCIA A presente Convenção Coletiva de Trabalho abrangerá a(s) categoria(s) EMPREGADOS EM EMPRESAS DE ASSEIO E CONSERVAÇÃO, com abrangência territorial em Aceguá/RS, Água Santa/RS, Agudo/RS, Ajuricaba/RS, Alecrim/RS, Alegrete/RS, Alegria/RS, Almirante Tamandaré do Sul/RS, Alpestre/RS, Alto Alegre/RS, Alto Feliz/RS, Alvorada/RS, Ametista do Sul/RS, André da Rocha/RS, Antônio Prado/RS, Arambaré/RS, Araricá/RS, Aratiba/RS, Arroio do Padre/RS, Arroio do Sal/RS, Arroio dos Ratos/RS, Arroio Grande/RS, Augusto Pestana/RS, Áurea/RS, Bagé/RS, Balneário Pinhal/RS, Barão de Cotegipe/RS, Barão do Triunfo/RS, Barão/RS, Barra do Guarita/RS, Barra do Quaraí/RS, Barra do Ribeiro/RS, Barra do Rio Azul/RS, Barra Funda/RS, Barracão/RS, Benjamin Constant do Sul/RS, Bento Gonçalves/RS, Boa Vista das Missões/RS, Boa Vista do Buricá/RS, Boa Vista do Cadeado/RS, Boa Vista do Incra/RS, Boa Vista do Sul/RS, Bom Jesus/RS, Bom Princípio/RS, Bom Progresso/RS, Bossoroca/RS, Bozano/RS, Braga/RS, Brochier/RS, Butiá/RS, Caçapava do Sul/RS, Cacequi/RS, Cachoeira do Sul/RS, Cachoeirinha/RS, Cacique Doble/RS, Caibaté/RS, Caiçara/RS, Camaquã/RS, Camargo/RS, Cambará do Sul/RS, Campestre da Serra/RS, Campina das Missões/RS, Campinas do Sul/RS, Campo Bom/RS, Campo Novo/RS, Campos Borges/RS, Cândido Godói/RS, Candiota/RS, Canela/RS, Canguçu/RS, Canoas/RS, Capão Bonito do Sul/RS, Capão da Canoa/RS, Capão do Cipó/RS, Capão do Leão/RS, Capela de Santana/RS, Capivari do Sul/RS, Caraá/RS, Carazinho/RS, Carlos Barbosa/RS, Carlos Gomes/RS, Casca/RS, Caseiros/RS, Catuípe/RS, Caxias do Sul/RS, Centenário/RS, Cerrito/RS, Cerro Grande do Sul/RS, Cerro Grande/RS, Cerro Largo/RS, Chapada/RS, Charqueadas/RS, Charrua/RS, Chiapetta/RS, Chuí/RS, Cidreira/RS, Ciríaco/RS, Colorado/RS, Condor/RS, Constantina/RS, Coqueiros do Sul/RS, Coronel Barros/RS, Coronel Bicaco/RS, Coronel Pilar/RS, Cotiporã/RS, Coxilha/RS, Crissiumal/RS, Cristal do Sul/RS, Cristal/RS, Cruz Alta/RS, Cruzaltense/RS, David Canabarro/RS, Derrubadas/RS, Dezesseis de Novembro/RS, Dilermando de Aguiar/RS, Dois Irmãos das Missões/RS, Dois Irmãos/RS, Dois Lajeados/RS, Dom Pedrito/RS, Dom Pedro de Alcântara/RS, Dona Francisca/RS, Doutor Maurício Cardoso/RS, Eldorado do Sul/RS, Encantado/RS, Engenho Velho/RS, Entre Rios do Sul/RS, Entre-ijuís/RS, Erebango/RS, Erechim/RS, Ernestina/RS, Erval Grande/RS, Erval Seco/RS, Esmeralda/RS, Esperança do Sul/RS, Espumoso/RS,

Confira a autenticidade no endereço ... · As partes fixam a vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho no ... Panambi/RS, Paraí/RS, Pareci Novo/RS, Parobé/RS, Passa

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  • CONVENO COLETIVA DE TRABALHO 2017/2017

    NMERO DE REGISTRO NO MTE:

    RS000087/2017 DATA DE REGISTRO NO MTE:

    18/01/2017

    NMERO DA SOLICITAO:

    MR001089/2017 NMERO DO PROCESSO:

    46218.000184/2017-10

    DATA DO PROTOCOLO:

    10/01/2017

    Confira a autenticidade no endereo http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

    SIND DAS EMPR DE ASSEIO E CONSERVACAO DO EST DO R G S, CNPJ n. 87.078.325/0001-75, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). JOSE ANTONIO BELLO; E SINDICATO INTERMUNICIPAL DOS EMPREGADOS EM EMPRESAS DE ASSEIO E CONSERVACAO E SERVICOS TERCEIRIZADOS EM ASSEIO E CONSERVACAO NO RGS-SEEAC/RS, CNPJ n. 90.601.956/0001-31, neste ato representado(a) por seu Tesoureiro, Sr(a). MARIA INES CONTINI; celebram a presente CONVENO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condies de trabalho previstas nas clusulas seguintes: CLUSULA PRIMEIRA - VIGNCIA E DATA-BASE As partes fixam a vigncia da presente Conveno Coletiva de Trabalho no perodo de 01 de janeiro de 2017 a 31 de dezembro de 2017 e a data-base da categoria em 01 de janeiro. CLUSULA SEGUNDA - ABRANGNCIA A presente Conveno Coletiva de Trabalho abranger a(s) categoria(s) EMPREGADOS EM EMPRESAS DE ASSEIO E CONSERVAO, com abrangncia territorial em Acegu/RS, gua Santa/RS, Agudo/RS, Ajuricaba/RS, Alecrim/RS, Alegrete/RS, Alegria/RS, Almirante Tamandar do Sul/RS, Alpestre/RS, Alto Alegre/RS, Alto Feliz/RS, Alvorada/RS, Ametista do Sul/RS, Andr da Rocha/RS, Antnio Prado/RS, Arambar/RS, Araric/RS, Aratiba/RS, Arroio do Padre/RS, Arroio do Sal/RS, Arroio dos Ratos/RS, Arroio Grande/RS, Augusto Pestana/RS, urea/RS, Bag/RS, Balnerio Pinhal/RS, Baro de Cotegipe/RS, Baro do Triunfo/RS, Baro/RS, Barra do Guarita/RS, Barra do Quara/RS, Barra do Ribeiro/RS, Barra do Rio Azul/RS, Barra Funda/RS, Barraco/RS, Benjamin Constant do Sul/RS, Bento Gonalves/RS, Boa Vista das Misses/RS, Boa Vista do Buric/RS, Boa Vista do Cadeado/RS, Boa Vista do Incra/RS, Boa Vista do Sul/RS, Bom Jesus/RS, Bom Princpio/RS, Bom Progresso/RS, Bossoroca/RS, Bozano/RS, Braga/RS, Brochier/RS, Buti/RS, Caapava do Sul/RS, Cacequi/RS, Cachoeira do Sul/RS, Cachoeirinha/RS, Cacique Doble/RS, Caibat/RS, Caiara/RS, Camaqu/RS, Camargo/RS, Cambar do Sul/RS, Campestre da Serra/RS, Campina das Misses/RS, Campinas do Sul/RS, Campo Bom/RS, Campo Novo/RS, Campos Borges/RS, Cndido Godi/RS, Candiota/RS, Canela/RS, Canguu/RS, Canoas/RS, Capo Bonito do Sul/RS, Capo da Canoa/RS, Capo do Cip/RS, Capo do Leo/RS, Capela de Santana/RS, Capivari do Sul/RS, Cara/RS, Carazinho/RS, Carlos Barbosa/RS, Carlos Gomes/RS, Casca/RS, Caseiros/RS, Catupe/RS, Caxias do Sul/RS, Centenrio/RS, Cerrito/RS, Cerro Grande do Sul/RS, Cerro Grande/RS, Cerro Largo/RS, Chapada/RS, Charqueadas/RS, Charrua/RS, Chiapetta/RS, Chu/RS, Cidreira/RS, Ciraco/RS, Colorado/RS, Condor/RS, Constantina/RS, Coqueiros do Sul/RS, Coronel Barros/RS, Coronel Bicaco/RS, Coronel Pilar/RS, Cotipor/RS, Coxilha/RS, Crissiumal/RS, Cristal do Sul/RS, Cristal/RS, Cruz Alta/RS, Cruzaltense/RS, David Canabarro/RS, Derrubadas/RS, Dezesseis de Novembro/RS, Dilermando de Aguiar/RS, Dois Irmos das Misses/RS, Dois Irmos/RS, Dois Lajeados/RS, Dom Pedrito/RS, Dom Pedro de Alcntara/RS, Dona Francisca/RS, Doutor Maurcio Cardoso/RS, Eldorado do Sul/RS, Encantado/RS, Engenho Velho/RS, Entre Rios do Sul/RS, Entre-ijus/RS, Erebango/RS, Erechim/RS, Ernestina/RS, Erval Grande/RS, Erval Seco/RS, Esmeralda/RS, Esperana do Sul/RS, Espumoso/RS,

  • Estao/RS, Estncia Velha/RS, Esteio/RS, Eugnio de Castro/RS, Fagundes Varela/RS, Farroupilha/RS, Faxinal do Soturno/RS, Faxinalzinho/RS, Feliz/RS, Flores da Cunha/RS, Floriano Peixoto/RS, Fontoura Xavier/RS, Formigueiro/RS, Fortaleza dos Valos/RS, Frederico Westphalen/RS, Garibaldi/RS, Garruchos/RS, Gaurama/RS, General Cmara/RS, Gentil/RS, Getlio Vargas/RS, Giru/RS, Glorinha/RS, Gramado dos Loureiros/RS, Gramado/RS, Gravata/RS, Guabiju/RS, Guaba/RS, Guapor/RS, Guarani das Misses/RS, Harmonia/RS, Herval/RS, Horizontina/RS, Hulha Negra/RS, Humait/RS, Ibia/RS, Ibiraiaras/RS, Ibirapuit/RS, Ibirub/RS, Igrejinha/RS, Iju/RS, Imb/RS, Independncia/RS, Inhacor/RS, Ip/RS, Ipiranga do Sul/RS, Ira/RS, Itaara/RS, Itacurubi/RS, Itapuca/RS, Itaqui/RS, Itati/RS, Itatiba do Sul/RS, Ivor/RS, Ivoti/RS, Jaboticaba/RS, Jacuizinho/RS, Jacutinga/RS, Jaguaro/RS, Jaguari/RS, Jaquirana/RS, Jari/RS, Jia/RS, Jlio de Castilhos/RS, Lagoa Bonita do Sul/RS, Lagoa dos Trs Cantos/RS, Lagoa Vermelha/RS, Lajeado do Bugre/RS, Lavras do Sul/RS, Liberato Salzano/RS, Lindolfo Collor/RS, Linha Nova/RS, Maambar/RS, Machadinho/RS, Mampituba/RS, Manoel Viana/RS, Maquin/RS, Marat/RS, Marau/RS, Marcelino Ramos/RS, Mariana Pimentel/RS, Mariano Moro/RS, Mata/RS, Mato Castelhano/RS, Mato Queimado/RS, Maximiliano de Almeida/RS, Minas do Leo/RS, Miragua/RS, Montauri/RS, Monte Alegre dos Campos/RS, Monte Belo do Sul/RS, Montenegro/RS, Mormao/RS, Morrinhos do Sul/RS, Morro Redondo/RS, Morro Reuter/RS, Mostardas/RS, Muitos Capes/RS, Muliterno/RS, No-me-toque/RS, Nicolau Vergueiro/RS, Nonoai/RS, Nova Alvorada/RS, Nova Ara/RS, Nova Bassano/RS, Nova Boa Vista/RS, Nova Candelria/RS, Nova Esperana do Sul/RS, Nova Hartz/RS, Nova Pdua/RS, Nova Palma/RS, Nova Petrpolis/RS, Nova Prata/RS, Nova Ramada/RS, Nova Roma do Sul/RS, Nova Santa Rita/RS, Novo Barreiro/RS, Novo Hamburgo/RS, Novo Machado/RS, Novo Tiradentes/RS, Novo Xingu/RS, Osrio/RS, Paim Filho/RS, Palmares do Sul/RS, Palmeira das Misses/RS, Palmitinho/RS, Panambi/RS, Para/RS, Pareci Novo/RS, Parob/RS, Passa Sete/RS, Passo Fundo/RS, Paulo Bento/RS, Pedras Altas/RS, Pedro Osrio/RS, Pejuara/RS, Pelotas/RS, Picada Caf/RS, Pinhal da Serra/RS, Pinhal Grande/RS, Pinhal/RS, Pinheirinho do Vale/RS, Pinheiro Machado/RS, Pinto Bandeira/RS, Pirap/RS, Piratini/RS, Planalto/RS, Ponto/RS, Ponte Preta/RS, Porto/RS, Porto Alegre/RS, Porto Lucena/RS, Porto Mau/RS, Porto Vera Cruz/RS, Porto Xavier/RS, Presidente Lucena/RS, Protsio Alves/RS, Quara/RS, Quatro Irmos/RS, Quevedos/RS, Quinze de Novembro/RS, Redentora/RS, Restinga Seca/RS, Rio dos ndios/RS, Rio Grande/RS, Riozinho/RS, Roca Sales/RS, Rodeio Bonito/RS, Rolador/RS, Rolante/RS, Ronda Alta/RS, Rondinha/RS, Roque Gonzales/RS, Rosrio do Sul/RS, Sagrada Famlia/RS, Saldanha Marinho/RS, Salto do Jacu/RS, Salvador das Misses/RS, Salvador do Sul/RS, Sananduva/RS, Santa Brbara do Sul/RS, Santa Ceclia do Sul/RS, Santa Margarida do Sul/RS, Santa Maria do Herval/RS, Santa Maria/RS, Santa Rosa/RS, Santa Tereza/RS, Santa Vitria do Palmar/RS, Santana da Boa Vista/RS, Santana do Livramento/RS, Santiago/RS, Santo ngelo/RS, Santo Antnio da Patrulha/RS, Santo Antnio das Misses/RS, Santo Antnio do Palma/RS, Santo Antnio do Planalto/RS, Santo Augusto/RS, Santo Cristo/RS, Santo Expedito do Sul/RS, So Borja/RS, So Domingos do Sul/RS, So Francisco de Assis/RS, So Francisco de Paula/RS, So Gabriel/RS, So Jernimo/RS, So Joo da Urtiga/RS, So Joo do Polsine/RS, So Jorge/RS, So Jos das Misses/RS, So Jos do Hortncio/RS, So Jos do Inhacor/RS, So Jos do Norte/RS, So Jos do Ouro/RS, So Jos do Sul/RS, So Jos dos Ausentes/RS, So Leopoldo/RS, So Loureno do Sul/RS, So Luiz Gonzaga/RS, So Marcos/RS, So Martinho da Serra/RS, So Martinho/RS, So Miguel das Misses/RS, So Nicolau/RS, So Paulo das Misses/RS, So Pedro da Serra/RS, So Pedro das Misses/RS, So Pedro do Buti/RS, So Pedro do Sul/RS, So Sebastio do Ca/RS, So Sep/RS, So Valentim do Sul/RS, So Valentim/RS, So Valrio do Sul/RS, So Vendelino/RS, So Vicente do Sul/RS, Sapiranga/RS, Sapucaia do Sul/RS, Sarandi/RS, Seberi/RS, Sede Nova/RS, Selbach/RS, Senador Salgado Filho/RS, Sentinela do Sul/RS, Serafina Corra/RS, Serto Santana/RS, Serto/RS, Sete de Setembro/RS, Severiano de Almeida/RS, Silveira Martins/RS, Soledade/RS, Tapejara/RS, Tapera/RS, Tapes/RS, Taquara/RS, Taquaruu do Sul/RS, Tavares/RS, Tenente Portela/RS, Terra de Areia/RS, Tio Hugo/RS, Tiradentes do Sul/RS, Toropi/RS, Torres/RS, Tramanda/RS, Trs Arroios/RS, Trs Cachoeiras/RS, Trs Coroas/RS, Trs de Maio/RS, Trs Forquilhas/RS, Trs Palmeiras/RS, Trs Passos/RS, Trindade do Sul/RS, Triunfo/RS, Tucunduva/RS, Tunas/RS, Tupanci do Sul/RS, Tupanciret/RS, Tupandi/RS, Tuparendi/RS, Turuu/RS, Ubiretama/RS, Unio da Serra/RS, Unistalda/RS, Uruguaiana/RS, Vacaria/RS, Vale Real/RS, Vanini/RS, Veranpolis/RS, Viadutos/RS, Viamo/RS, Vicente Dutra/RS, Vila Flores/RS, Vila Lngaro/RS, Vila Maria/RS, Vila Nova do Sul/RS, Vista Alegre do Prata/RS, Vista Alegre/RS, Vista Gacha/RS, Vitria das Misses/RS e Xangri-l/RS.

  • Salrios, Reajustes e Pagamento

    Piso Salarial

    CLUSULA TERCEIRA - SALRIO NORMATIVO

    O salrio normativo geral da categoria profissional, a partir de 01-01-2017, para uma prestao laboral de 220h (duzentas e vinte horas) mensais, fixado na quantia de R$994,72(novecentos e noventa e quatro reais com setenta e dois centavos), pelo que nenhum trabalhador da categoria profissional poder receber salrio inferior ao

    valor ora estabelecido quanto ao salrio para 220h mensais de trabalho.

    Reajustes/Correes Salariais

    CLUSULA QUARTA - SALRIO NORMATIVO POR FUNES

    FUNO CBO SALRIO 2017

    almoxarife 4141 1.194,71

    ascensorista - 180h 5141 1.004,02

    atendente de chamado de alarme/suporte,

    orientador de shopping 5174 1.197,72

    auxiliar de almoxarifado 4141 994,72

    auxiliar de escritrio em geral, auxiliar ou

    assistente administrativo (exceto contnuo ou

    office-boy)

    4110 1.300,00

    auxiliar de manuteno predial, servente de

    conservao predial 5143 994,72

    auxiliar nos servios de alimentao, auxiliar de

    cozinha, saladeira 5135 994,72

    catador de material reciclvel, reciclador de lixo

    urbano 5192 1.108,18

    coletor de lixo domiciliar, coletor, lixeiro -

    Limpeza Urbana 5142 1.172,97

    contnuo, office-boy 4122 994,72

    controlador de pragas, aplicador de inseticida e

    produtos agrotxicos/domissanitrios, aplicador de

    bactericida, desinsetizador

    5199 1.094,10

  • copeiro 5134 994,72

    cozinheiro geral, cozinheiro aogueiro, cozinheiro,

    merendeiro de escola/creche 5132 1.044,38

    faxineiro, limpador, auxiliar de limpeza, servente

    de limpeza, auxiliar de limpeza tcnica em

    indstria automotiva

    5143 994,72

    guardador de veculos, orientador de

    estacionamento 5199 994,72

    jardineiro 6220 994,72

    leiturista, leiturista de medidores de gua e luz 5199 1.107,06

    limpador alpinista 5143 1.263,93

    monitor/atendente de creche ou albergue infantil 3341 1.056,72

    motociclista no transporte de documentos e

    pequenos volumes, motoboy 5191 1.107,06

    operador de rdio-chamada, operador de central de

    monitoramento 4222 1.197,72

    porteiro/vigia/guarda patrimonial de condomnios

    residenciais ou comerciais 5174 1.157,72

    porteiro/vigia/guarda patrimonial de empresas,

    associaes, fundaes, instituies de beneficncia

    e entidades pblicas

    5174 1.197,72

    preparador de materiais hospitalares 7842 1.217,32

    recepcionista em geral, recepcionista 4221 1.124,59

    repositor de mercadorias, repositor 5211 1.090,98

    telefonista 180h 4222 1.124,59

    varredor de rua, gari, varredor Limpeza Urbana 5142 1.013,76

    zelador 5141 1.212,15

    CLUSULA QUINTA - MAJORAO SALARIAL GERAL

    Os trabalhadores integrantes da categoria profissional que percebam salrio-base de at

  • R$1.465,00 (um mil quatrocentos e sessenta e cinco reais) (FAIXA 1) tero os seus salrios reajustados, em 1 de janeiro de 2017, em quantia equivalente a 7,39% (sete inteiros e trinta e nove centsimos por cento), enquanto que os trabalhadores integrantes da categoria profissional que percebam salrio-base de R$1.465,01(um mil quatrocentos e sessenta e cinco reais e um centavo) em diante (FAIXA 2) tero os seus salrios reajustados, em 1 janeiro de 2017, em quantia equivalente a 7,39% (sete inteiros e trinta e nove centsimos por cento).

    Os percentuais de reajuste incidiro sobre os salrios do ms de janeiro de 2016, compensados, aps, todos os aumentos espontneos ou coercitivos havidos no perodo de 02-01-2016 at 31-12-2016, salvo se decorrentes do trmino de aprendizagem, implemento de idade, promoo por antiguidade ou merecimento, transferncia de cargo ou funo, estabelecimento ou localidade ou equiparao salarial determinada por sentena transitada em julgado.

    Pagamento de Salrio Formas e Prazos

    CLUSULA SEXTA - RECIBO DE PAGAMENTO SALARIAL E 2 VIA DA RESCISO CONTRATUAL

    As empresas ficam obrigadas a fornecer para os empregados cpias do envelope de pagamento salarial ou similar, com as seguintes especificaes, no mnimo: 1) o nome da empresa empregadora; 2) o nome do empregado; 3) o local onde o empregado presta os seus servios; 4) a discriminao das parcelas e respectivos valores pagos; 5) os ttulos e valores dos descontos efetuados e 6) o valor a ser recolhido ao FGTS. Os empregadores, da mesma forma, devero entregar aos empregados a 2 (segunda) via do recibo de pagamento da resciso contratual.

    CLUSULA STIMA - 13 SALRIO

    Os empregados que no tenham requerido o pagamento da 1 (primeira) parcela da Gratificao de Natal - 13 Salrio - no ms de janeiro, tero a faculdade de requerer o pagamento at o dia anterior ao incio do gozo das frias, recebendo o respectivo valor at o 5 (quinto) dia til do ms subsequente ao retorno das frias, incluindo-se no clculo o perodo de frias, at o limite de 50% (cinquenta por cento) dos duodcimos j vencidos.

    CLUSULA OITAVA - PAGAMENTO DO 13 SALRIO

    Os empregadores podero pagar o 13 salrio de seus empregados em parcela nica at o 5 dia til do ms de dezembro do respectivo exerccio.

  • Isonomia Salarial

    CLUSULA NONA - SALRIO DO SUBSTITUTO

    Admitido empregado para a funo de outro empregado despedido sem justa causa, garantido para o empregado substituto salrio idntico ao do empregado de menor salrio ajustado na mesma funo, sem considerar vantagens de natureza pessoal e, no caso de substituio temporria, salrio idntico ao do empregado substitudo, tambm excludas vantagens de natureza pessoal.

    CLUSULA DCIMA - EMPREGADO MAIS NOVO

    No poder o empregado mais novo na empresa receber pagamento de salrio superior ao do empregado mais antigo que exercer a mesma funo ou tarefa.

    Descontos Salariais

    CLUSULA DCIMA PRIMEIRA - DESCONTOS SALARIAIS

    So vlidos e permitidos descontos efetuados nos salrios dos empregados, desde que por eles autorizados e desde que respeitado o limite do nico do art. 82 da CLT, a ttulo de refeies e ranchos fornecidos, convnios mantidos com farmcias e funerrias e de associaes de empregados.

    Outras normas referentes a salrios, reajustes, pagamentos e critrios para clculo

    CLUSULA DCIMA SEGUNDA - MAJORAO SALARIAL PROPORCIONAL

    Os trabalhadores admitidos a partir de 1 de fevereiro de 2016 tero os seus salrios reajustados proporcionalmente razo de 1/12 (um doze avos) por ms trabalhado. O empregado mais novo, entrementes, no poder receber salrio superior ao percebido pelo empregado mais antigo na mesma empresa, desde que ambos exeram a mesma funo e cujo tempo de servio seja inferior a 2 (dois) anos.

    CLUSULA DCIMA TERCEIRA - PAGAMENTOS DE SALRIOS E DA RESCISO CONTRATUAL

  • O pagamento dos salrios e da resciso contratual em sexta-feira e em vspera de feriados dever ser realizado em moeda corrente, ressalvada a hiptese das empresas que efetuam o pagamento dos salrios atravs de depsito bancrio.

    Se o pagamento do salrio ou resciso contratual for realizado por meio de cheque, a empregadora garantir ao trabalhador o tempo necessrio para descont-lo dentro do horrio bancrio do municpio onde se desenvolve o contrato de trabalho, tempo esse limitado a um mximo de 2 (duas) horas.

    Nos casos em que o pagamento dos salrios e das frias ocorrer atravs de crdito em conta bancria do empregado, a comprovao do adimplemento dos salrios e das frias poder ser feita atravs da apresentao do recibo de salrio sem assinatura, mas com a discriminao das parcelas/rubricas pagas e descontadas, acompanhado do comprovante do crdito bancrio correspondente.

    CLUSULA DCIMA QUARTA - SALRIO NORMATIVO EM JORNADA REDUZIDA

    O salrio normativo do empregado que trabalha em jornada reduzida, ou seja, inferior a 44h (quarenta e quatro horas) semanais, ser obtido atravs do seguinte clculo: Dividir a durao do trabalho semanal (jornada semanal contratada) por 6 (seis) dias da semana; aps, multiplicar este resultado por 30 (trinta) dias do ms; finalmente, o produto desta operao multiplicar pelo valor equivalente a 1 (uma) hora de trabalho.

    Gratificaes, Adicionais, Auxlios e Outros

    Gratificao de Funo

    CLUSULA DCIMA QUINTA - FUNO GRATIFICADA

    O empregado que exercer cargo em comisso ou funo gratificada por 5 (cinco) anos ou mais, caso deixe de exerc-la, ter assegurado o pagamento do valor da comisso ou gratificao, que ser incorporada ao seu salrio bsico.

    Adicional de Hora-Extra

    CLUSULA DCIMA SEXTA - ADICIONAL DE HORAS EXTRAS

    A jornada laboral excedente fixada no contrato de trabalho, ou excedente jornada legal,

  • ser paga com adicional de 50% (cinquenta por cento) do salrio-hora normal, quanto s 1 (primeira) e 2 (segunda) horas e, nas superiores, por necessidade imperiosa ou motivo de fora maior, com adicional equivalente a 100% (cem por cento) do salrio-hora.

    CLUSULA DCIMA STIMA - DOMINGOS

    O trabalho em domingos, desde que no compensados pela folga em outro dia da semana anterior ou posterior, ter um adicional de 100% (cem por cento) calculado sobre o salrio-hora do empregado que trabalhar nestas condies.

    Adicional de Tempo de Servio

    CLUSULA DCIMA OITAVA - ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIO

    Os Sindicatos convenentes renovam A EXTINO da previso e/ou o direito ao pagamento/recebimento de adicional de tempo de servio de 5% (cinco por cento) a cada 5 (cinco) anos consecutivos de trabalho para o mesmo empregador ou grupo econmico, segundo assegurado nos Acordos e Convenes Coletivas de Trabalho ajustadas no perodo de 01-03-1987 at 30-04-2000.

    A extino ajustada pelos Sindicatos convenentes, que foi objeto da Conveno Coletiva do Trabalho do perodo de 1 de maio de 2000 a 30 de abril de 2001, no afetar ou prejudicar os direitos j adquiridos at 30-04-2000, de modo que aqueles trabalhadores que j recebem este adicional de tempo de servio ou que a ele j fizeram jus, no tero os seus direitos prejudicados.

    Outros Adicionais

    CLUSULA DCIMA NONA - INDENIZAO ADICIONAL

    O empregado dispensado sem justa causa no perodo de 30 (trinta) dias que antecede a data-base da categoria profissional, ter direito a receber o pagamento de indenizao adicional equivalente a 1 (um) salrio mensal no ato da resciso contratual.

    Considerando a data-base da categoria profissional, a indenizao adicional s caber nos contratos de trabalho cujo aviso prvio trabalhado, indenizado ou dispensado, tenha o seu trmino dentro dos 30 (trinta) dias que antecedem o dia 1 de janeiro de 2018.

    No caso do ltimo dia do aviso prvio (indenizado, dispensado ou trabalhado) coincidir com o dia 1 de janeiro de 2018 ou cair em data subsequente, o empregado no ter direito de receber o pagamento desta indenizao adicional, mas sim o pagamento dos ttulos

  • rescisrios com base nas novas condies de trabalho vigentes a partir de 1. de janeiro de 2018.

    O pagamento das parcelas rescisrias devidas complementarmente pelas novas condies de trabalho dever ocorrer, sem a incidncia de qualquer multa, no prazo de 10 dias teis aps a publicao ou divulgao da Conveno ou Dissdio Coletivo de Trabalho.

    A indenizao adicional no ser devida no caso de dispensa sem justa causa decorrente de comprovada perda, pelo empregador, do contrato de prestao de servios em que o empregado executava seus servios.

    Auxlio Alimentao

    CLUSULA VIGSIMA - AUXLIO-ALIMENTAO

    Os empregadores, a partir de 1 de janeiro de 2017, proporcionaro aos empregados que cumpram jornada diria de trabalho superior a 6(seis) horas, isto , queles que tm necessidade e direito a intervalo de uma hora para repouso ou alimentao na forma do artigo 71 da CLT, auxlio-alimentao sob a forma de ticket, carto ou vale, de forma antecipada e at o ltimo dia do ms, em valor no inferior a R$15,55 (quinze reais com cinquenta e cinco centavos) por dia de efetivo trabalho, ou auxlio-alimentao mediante o fornecimento de refeio pronta ou em restaurante prprio ou de terceiros de valor no inferior a R$15,55 (quinze reais reais com cinquenta e cinco centavos) por dia de efetivo trabalho, autorizado, em qualquer hiptese, o desconto nos salrios dos empregados da quantia equivalente at 17,50% (dezessete inteiros e cinquenta centsimos por cento) do valor do auxlio-alimentao proporcionado.

    O auxlio-alimentao ora institudo no tem natureza salarial e os valores correspondentes no sero considerados como salrio para nenhum fim.

    Convencionam as partes que o tempo despendido pelo empregado para o registro do ponto, seja mecnico ou manual, contados 5 (cinco minutos) anteriormente e posteriormente hora exata para o incio e trmino da respectiva jornada trabalho, no ser computado para a definio/clculo da jornada diria de trabalho para os fins previstos nesta clusula, isto , para apurar se a jornada diria foi ou no superior a 6 (seis) horas.

    O valor do auxlio alimentao dos empregados com contrato de trabalho em vigor em 01/01/2016, e que desde ento recebem auxlio alimentao, ser reajustado em 7,39% (sete inteiros e trinta e nove centsimos por cento) em 01/01/2017, respeitado o valor mnimo de R$15,55 (quinze reais e cinquenta e cinco centavos) estabelecido no primeiro pargrafo desta clusula, sendo autorizada a compensao dos aumentos espontneos concedidos no perodo para o auxlio alimentao.

    O auxlio alimentao, independentemente da carga horria diria cumprida, no se somar e ser excludente em relao ao auxlio lanche estabelecido na clusula seguinte, e vice versa, de modo que o trabalhador em hiptese alguma far jus ao auxlio alimentao e ao auxlio lanche concomitantemente no mesmo dia de trabalho.

  • CLUSULA VIGSIMA PRIMEIRA - AUXLIO LANCHE

    Os empregadores, a partir de 1 de janeiro de 2017, proporcionaro, aos empregados que cumpram jornada diria de trabalho de at 6 (seis horas) auxlio lanche sob a forma de ticket, carto ou vale, de forma antecipada e at o ltimo dia do ms, em valor no inferior a R$ 7,78 (sete reais e setenta e oito centavos) por dia de efetivo trabalho, ou auxlio lanche mediante o fornecimento de lanche pronto ou em restaurante/lanchonete prpria ou de terceiros de valor no inferior a R$ 7,78 (sete reais e setenta e oito centavos) por dia de efetivo trabalho, autorizado, em qualquer hiptese, o desconto nos salrios dos empregados da quantia equivalente at 17,50% (dezessete inteiros e cinquenta centsimos por cento) do valor do auxlio lanche proporcionado.

    O auxlio lanche ora institudo no tem natureza salarial e os valores correspondentes no sero considerados como salrio para nenhum fim. Convencionam as partes que o tempo despendido pelo empregado para o registro do ponto, seja mecnico ou manual, contados 5 (cinco minutos) anteriormente e posteriormente hora exata para o incio e trmino da respectiva jornada trabalho, no ser computado para a definio/clculo da jornada diria de trabalho para os fins previstos nesta clusula, isto , para apurar se a jornada diria foi ou no superior a 6 (seis) horas.

    O valor do auxlio lanche dos empregados com contrato de trabalho em vigor em 01/01/2017, e que desde ento recebem auxlio lanche, ser reajustado em 7,39% (sete inteiros e trinta e nove centsimos por cento) em 01/01/2017, respeitado o valor mnimo de R$ 7,78 (sete reais e oitenta centavos) estabelecido no primeiro pargrafo desta clusula, sendo autorizada a compensao dos aumentos espontneos concedidos no perodo para o auxlio lanche.

    O auxlio lanche ora institudo, independentemente da carga horria diria cumprida, no se somar e ser excludente em relao auxlio alimentao estabelecido na clusula anterior, e vice versa, de modo que o trabalhador em hiptese alguma far jus ao auxlio alimentao e ao auxlio lanche concomitantemente no mesmo dia de trabalho.

    Na hiptese de cargas dirias de trabalho variveis, em que em alguns dias h mais de 6(horas) horas de trabalho e noutros h 6(seis) horas ou menos horas de trabalho, o empregado far jus ao vale alimentao para e relativamente aos dias em que a carga diria for superior a 6(seis) horas de trabalho e far jus ao auxlio lanche para e relativamente aos dias em que a carga horria for igual ou inferior a 6(seis) horas de trabalho.

    Auxlio Transporte

    CLUSULA VIGSIMA SEGUNDA - AUXLIO TRANSPORTE

    Os empregadores so obrigados a fornecer, antecipadamente e at o ltimo dia do ms, vale-transporte para os seus empregados atenderem suas necessidades de transporte coletivo da residncia ao local de trabalho e vice-versa.

    Os empregadores, como ressarcimento do custo dos vales transporte, podero descontar dos salrios a quantia mensal de at 6% (seis por cento) do valor bruto do salrio normativo mensal da funo desempenhada pelo empregado ou, caso o empregado cumpra jornada de trabalho reduzida e receba salrio proporcional jornada reduzida, do valor bruto do salrio mensal contratado.

  • Durante o prazo de vigncia do contrato de experincia o vale transporte poder ser fornecido de forma diria no local da prestao dos servios, enquanto que a partir do trmino da vigncia do contrato de experincia o vale transporte ser fornecido no local da prestao dos servios e em periodicidade mnima semanal. Prestao dos servios e em periodicidade mnima semanal.

    Nas localidades onde no h a comercializao/sistema de fichas, ticket ou carto magntico de vale-transporte, os empregadores tero a faculdade de cumprir a obrigao de concesso de vale-transporte mediante a antecipao em dinheiro da quantia necessria a permitir o deslocamento do empregado da residncia para o trabalho e vice-versa.

    O valor da antecipao em dinheiro, que corresponde ao excedente participao do empregado, de 6% (seis por cento) do valor do salrio normativo da funo desempenhada pelo empregado, no tem natureza salarial, no se incorpora remunerao para quaisquer efeitos, no constitui base de incidncia de contribuio previdenciria ou de Fundo de Garantia por Tempo de Servio, e nem se configura como rendimento tributvel do trabalhador.

    Auxlio Sade

    CLUSULA VIGSIMA TERCEIRA - CONVNIO FARMCIA

    As empresas do segmento econmico tero a faculdade de estabelecer convnios com farmcias para atendimento de seus empregados, limitando o valor mensal de compras em 20% do salrio-base mensal e com o desconto em folha dos respectivos valores gastos pelos empregados.

    Auxlio Morte/Funeral

    CLUSULA VIGSIMA QUARTA - AUXLIO MORTE/FUNERAL

    As entidades sindicais convenentes renovam, neste ato, o PLANO DE BENEFCIO SOCIAL FAMILIAR em favor de todos os empregados abrangidos pela presente conveno coletiva de trabalho, associados ou no do Sindicato Profissional, com intuito de proporcionar atendimento nos casos de falecimento, incapacitao permanente para o trabalho e nascimento de filho.

    O plano continuar sendo administrado pela FEEAC/RS - Federao dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservao do Estado do Rio Grande do Sul, sendo gerido por empresas especializadas que garantam o fiel cumprimento dos auxlios abaixo estabelecidos e que sejam previamente autorizadas em conjunto pela FEEAC/RS e o Sindicato das Empresas de Asseio e Conservao do Estado do Rio Grande do Sul.

    1) Ocorrendo o falecimento de empregado registrado em empresa participante da categoria econmica abrangida por esta Conveno Coletiva no perodo de 01.02.2017 a 31 de janeiro de 2018, ou de seu cnjuge ou companheiro de unio estvel, este desde que ao tempo do bito j tenha o reconhecimento legal/formal da unio estvel, seja judicial, cartorial ou pelo INSS, e desde que os familiares ou o

  • empregador avisem a respectiva empresa gestora em tempo hbil, ser enviado agente habilitado at o local para prestar apoio famlia, providenciando o pagamento das despesas com o funeral e sepultamento at o limite de R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) por bito.

    2) A carteira profissional do trabalhador e, quando for o caso, a certido de casamento ou o documento de reconhecimento da unio estvel, sero os nicos documentos exigidos para iniciar a prestao dos servios funerrios. O empregador, sempre que solicitado pelo Sindicato Profissional ou pela gestora do Plano de Benefcio Social Familiar, dever apresentar outros documentos, sob sua responsabilidade, como: cpia da ficha de registro e recibo do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) informado ao Ministrio do Trabalho e Emprego, necessrios continuidade da prestao dos benefcios, alm dos documentos relativos ao arrimo/representante legal do trabalhador.

    Caso a comunicao do bito ocorra aps as providencias/sepultamento, o valor definido pelos sindicatos ser disponibilizado em conta corrente do arrimo/representante legal do falecido, em parcela nica, aps recebimento pela Gestora dos documentos que possibilitem a prestao desse benefcio.

    3) Ao comunicar o falecimento, o arrimo/representante legal do falecido poder optar por servio de funeral e sepultamento de menor custo, recebendo em conta corrente a diferena.

    4) Ocorrendo o falecimento ou incapacitao permanente para o trabalho, de empregado registrado em empresa participante da categoria econmica abrangida por esta Conveno Coletiva, ser pago mensalmente famlia/arrimo do falecido, como medida de apoio renda familiar: do primeiro ao sexto ms o valor de R$ 355,00; do stimo ao dcimo segundo ms o valor de R$ 310,00; e do dcimo terceiro ao vigsimo quarto no valor de R$170,00, vencendo-se a primeira parcela no 5 (quinto) dia til do ms seguinte ao da entrega do documento comprobatrio de vnculo empregatcio, dados bancrios e endereo do(s) beneficirio(s).

    4.1 Em hiptese alguma os valores tratados no item 4 podero ser creditados em parcela nica, uma vez que o intuito do valor complementar a renda mensal da famlia, visando sua reestruturao.

    5) Nos casos em que haja mais de 1(um) beneficirio, deve um deles representar os demais apresentando declarao por ele assinada, com duas testemunhas e firmas reconhecidas em cartrio, onde assuma a veracidade das informaes e a responsabilidade pela distribuio dos valores.

    5.1 - A ordem de pagamento dos valores para os beneficirios ser:

    1 - cnjuge ou companheira (o) reconhecida (o)

    2 - filhos, na inexistncia do cnjuge ou companheira;

    3 - pais, inexistindo cnjuge, companheira(o) e filhos;

    4 - herdeiros legais, inexistindo o cnjuge ou companheira (o),os filhos e os pais.

    6) - Ocorrendo o falecimento ou incapacitao permanente para o trabalho, de empregado registrado em empresa participante da categoria econmica abrangida por esta Conveno Coletiva, sero entregues na residncia do trabalhador falecido ou incapacitado, ou, se o falecido morava sozinho, na residncia dos filhos, dos pais ou dos herdeiros legal, nesta ordem, duas cestas de alimentos ao ms, contendo cada uma delas 25kg de alimentos de valor equivalente a no mnimo R$ 140,00 (cento e quarenta reais) cada uma, pelo prazo de 6(seis) meses. Em hiptese algum este auxlio poder ser prestado em dinheiro ou crdito em conta corrente de uma nica vez, pois o auxlio tem carter alimentar.

    7) - Ocorrendo nascimento de filho(s) de empregado registrado em empresa participante da categoria econmica abrangida por esta Conveno Coletiva, seja me, seja pai, o empregado receber o(s) auxlio(s) previstos na clusula seguinte denominada AUXLIO NATALIDADE.

  • 8) No caso de falecimento ou incapacitao permanente para o trabalho, de empregado registrado em empresa participante da categoria econmica abrangida por esta Conveno Coletiva, o respectivo empregador ser reembolsado do valor da resciso do contrato de trabalho havida, at o limite de R$ 3.100,00 (trs mil e cem reais).

    8.1 - Para o recebimento do reembolso, o empregador dever encaminhar gestora, cpia do TRCT (Termo de Resciso do Contrato de Trabalho), devidamente homologado pelo sindicato profissional, independentemente do perodo de vigncia do contrato de trabalho, com a indicao dos dados bancrios de titularidade da empresa empregadora, para transferncia do valor, que ser efetivada em at 5 (cinco) dias teis aps a apresentao dos dados e documentos.

    8.2 - As empresas que estejam inadimplentes com as contribuies mensais do Plano de Benefcio Social Familiar no tero direito ao reembolso de que trata este item 8.

    9) A incapacitao permanente para o trabalho de trabalhador e o falecimento deste ou de seu cnjuge ou companheiro, devero ser formalmente comunicados ao Sindicato Profissional ou gestora do plano, no prazo mximo e improrrogvel de at 90(noventa) dias da ocorrncia do evento, enquanto que o nascimento de filho dever ser comunicado no prazo mximo e improrrogvel de at 150 (cento e cinquenta) dias do evento.

    9.1 - A no comunicao do evento nos prazos definidos no item 9, por culpa exclusiva das empresas, implicar para a empresa na obrigao do reembolso, gestora ou ao sindicato profissional, do valor total dos benefcios proporcionados e na multa, em favor do empregado ou sucessores, de 20% do valor total dos benefcios proporcionados/garantidos em funo do respectivo evento.

    10) Para a efetiva viabilidade financeira deste Plano de Benefcio Social Familiar, e com o expresso consentimento das entidades convenentes, as empresas recolhero a ttulo de contribuio social, at o dia 10 (dez) de cada ms, o valor de R$ 10,06 (dez reais e seis centavos) por trabalhador que possua, exclusivamente por meio de boleto disponibilizado pela gestora ou sindicato profissional.

    10.1 - O no pagamento da contribuio social at o dia 10(dez) de cada ms implicar na incidncia de juros de mora de 1% ao ms, calculados pro rata die, correo monetria pela variao positiva do IGP-M e multa de 10% (dez por cento) sobre os valores no pagos.

    10.2 Atendendo recomendao do Ministrio Pblico do Trabalho, resolveram os sindicatos convenentes, na conveno coletiva de trabalho anterior, suprimir a participao financeira dos trabalhadores no custeio do Plano de Benefcio Social Familiar, passando para 17,5% o limite do desconto do auxlio alimentao, posto que o percentual de desconto do auxlio alimentao havia sido reduzido na conveno coletiva anterior de 20% para 15% exatamente para compensar a participao financeira que os trabalhadores passariam a ter no custeio do Plano de Benefcio Social Familiar que se implementava poca.

    10.3 - Os valores pagos para o custeio e os benefcios proporcionados pelo Plano de Benefcio Social Familiar, tendo em vista o carter assistencial e indenizatrio, no tm natureza salarial e no se incorporam ao salrio para nenhum fim.

    11) Caso a empresa opte por uma prestao de servio no gerida por entidade contratada pelos sindicatos, dever, antes da contratao, encaminhar FEEAC/RS minuta do contrato discriminando a forma de prestao dos servios, cuja contratao dever ser autorizada por escrito pela FEEAC/RS.

    12) O empregador que, por ocasio do bito ou do fato causador da incapacitao ou do nascimento de filhos do trabalhador, estiver inadimplente por falta de pagamento ou efetuar recolhimento por valor inferior ao devido, reembolsar gestora ou o sindicato profissional o valor total dos auxlios a serem prestados e responder perante o empregado ou a seus dependentes com multa de 120% do valor dos auxlios, sem prejuzo da obrigao de adimplir os recolhimentos frente gestora. Caso o empregador regularize seus dbitos at 15 (quinze) dias teis aps o recebimento da comunicao formal da gestora ou do sindicato profissional, ficar isento de quaisquer penalidades.

  • 13) Em caso de afastamento de empregado, por motivo de doena ou acidente de trabalho, o empregador manter o recolhimento pelo perodo de 12 (doze) meses ou enquanto esta clusula permanecer na CCT, ficando garantidos ao empregado todos os benefcios previstos nesta clusula at seu efetivo retorno ao trabalho.

    14) No ato da homologao dos contratos de trabalho o empregador dever apresentar ao sindicato profissional as guias comprobatrias do recolhimento das contribuies para o custeio do "Plano de Benefcio Social Familiar", juntamente com o Caged de cada ms.

    15) O Plano de Benefcio Social Familiar ora institudo vigorar no perodo de 01/01/2017 a 31/01/2018, de modo que as empresas do segmento esto obrigadas a renovar o plano at o dia 20 de janeiro de 2017 e garantir os benefcios relativamente a eventos com fato gerador a partir do dia 1 de fevereiro de 2017, inclusive.

    15.1 - Os valores ora estabelecidos das coberturas do "Plano de Benefcio Social Familiar" e o valor da contribuio das empresas para o custeio do plano passaro a vigorar a partir de 01.02.2017. Assim: (a) os novos valores dos benefcios sero aplicados e vlidos para eventos com fatos geradores a partir de 01.02.2017; (b) a contribuio das empresas para o ms de janeiro de 2017 seguir sendo a de R$ 9,38 (nove reais e trinta e oito centavos) por empregado, passando a vigorar a contribuio de R$ 10,06 (dez reais e seis centavos) por empregado a partir de 01.02.2017.

    16) As empresas autorizadas a gerir o Plano de Benefcio Social Familiar devero divulgar, s empresas e aos trabalhadores, os procedimentos necessrios participao no Plano e obteno dos auxlios aqui definidos.

    17) Os editais de licitaes para a contratao de servios/empresas do segmento devero prever, nas respectivas planilhas de custos, a proviso financeira para cumprimento do Plano do Benefcio Social Familiar, de modo a preservar o patrimnio jurdico dos trabalhadores, em consonncia com o artigo 444 da CLT.

    18) O descumprimento da clusula em decorrncia de negligncia, impercia ou imprudncia de prestador de servios (administradores e/ou contabilistas), implicar na responsabilidade civil daquele que der causa ao descumprimento, conforme artigos 186, 927, 932, III e 933, do Cdigo Civil Brasileiro.

    19) Caso a(s) empresa(s) gestora(s) no garanta(m) o fiel cumprimento dos auxlios assegurados pelo Plano de Benefcio Social Familiar, as entidades sindicais convenentes, com recursos prprios e paritariamente, garantiro e proporcionaro aos respectivos beneficirios os auxlios assegurados pelo Plano de Benefcios.

    Auxlio Maternidade

    CLUSULA VIGSIMA QUINTA - AUXLIO NATALIDADE

    As entidades sindicais convenentes renovam, neste ato, o PLANO DE BENEFCIO SOCIAL FAMILIAR em favor de todos os empregados abrangidos pela presente conveno coletiva de trabalho, associados ou no do Sindicato Profissional, com intuito de proporcionar atendimento nos casos de nascimento de filhos.

    O plano continuar sendo administrado pela FEEAC/RS - Federao dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservao do Estado do Rio Grande do Sul, sendo gerido por empresas especializadas que garantam o fiel cumprimento dos auxlios abaixo estabelecidos e que sejam previamente autorizadas em conjunto pela FEEAC/RS e o Sindicato das Empresas

  • de Asseio e Conservao do Estado do Rio Grande do Sul.

    1) - Ocorrendo nascimento de filho(s) de empregado registrado em empresa participante da categoria econmica abrangida por esta Conveno Coletiva, seja me, seja pai, o empregado receber auxlio constitudo de R$ 450,00 (quatrocentos e cincoenta reais) por filho e, no ms imediatamente seguinte, em sua residncia, produtos indispensveis ao recm-nascido e sua me, no valor equivalente a R$ 100,00 (cem reais) por filho. Em hiptese algum este auxlio poder ser prestado em dinheiro ou crdito em conta corrente.

    1.1 Caso o pai e a me do beb sejam empregados registrados em empresa participante da categoria econmica abrangida por esta conveno coletiva, ambos recebero este auxlio.

    1.2 Tal auxlio dever ser encaminhado FEEAC/RS, em cheque nominal que dever ser entregue pessoalmente me do beb.

    2) - O nascimento de filho devera ser formalmente comunicados ao Sindicato Profissional ou gestora do plano, no prazo mximo e improrrogvel de at 150 (cento e cinquenta) dias da ocorrncia

    2.1 - A no comunicao do evento no prazo de 150 dias, por culpa exclusiva das empresas, implicar para a empresa na obrigao do reembolso gestora ou ao sindicato profissional do valor total dos benefcios proporcionados e na multa, em favor do empregado ou sucessores, de 20% do valor total do benefcios recebidos em funo do respectivo evento.

    3) - Demais condies, obrigaes e custeio esto previstos na clusula 24 AUXLIO MORTE/FUNERAL.

    Contrato de Trabalho Admisso, Demisso, Modalidades

    Normas para Admisso/Contratao

    CLUSULA VIGSIMA SEXTA - CONTRATO DE EXPERINCIA - READMISSO

    Readmitido o empregado no prazo de 1 (um) ano a contar da resciso do contrato anterior, ser vedada a celebrao de novo contrato de experincia caso a readmisso seja para a mesma funo antes exercida e desde que o empregado na vigncia do contrato anterior tenha cumprido integralmente o prazo de contratao por experincia.

    CLUSULA VIGSIMA STIMA - CPIA DO CONTRATO DE TRABALHO

  • As empresas, no ato da admisso, devero fornecer aos empregados cpia do contrato de trabalho, mediante protocolo.

    CLUSULA VIGSIMA OITAVA - REGISTRO DA FUNO NA CTPS

    Os empregadores anotaro na Carteira de Trabalho e Previdncia Social - CTPS do empregado a funo efetivamente exercida, bem como o cdigo correspondente, na forma da "Classificao Brasileira de Ocupaes - CBO".

    Desligamento/Demisso

    CLUSULA VIGSIMA NONA - HOMOLOGAO DOS DIREITOS RESCISRIOS

    O pagamento dos salrios e demais encargos devidos pela resciso do contrato de trabalho, inclusive a multa de 40% do FGTS, quando for o caso, ser efetuado at o 1 (primeiro) dia til imediato ao trmino do contrato (no caso do aviso prvio trabalhado), ou at o 10 (dcimo) dia, contado da carta aviso (notificao ou aviso prvio) da demisso, quando este for indenizado, dispensado o seu cumprimento ou no caso de ausncia do aviso prvio, sob pena do empregador responder por multa de valor equivalente a 1(um) salrio-base mensal do empregado, para atrasos de at 30 (trinta) dias, e mais a quantia equivalente a 1/30 (um trinta avos) do mesmo salrio-base mensal por dia de atraso a partir do trigsimo dia de atraso, limitada ao valor mximo de 4 (quatro) salrios-base mensais do empregado, salvo se o pagamento no se realizar por culpa do prprio empregado.

    A multa ora estabelecida, por ser mais benfica ao trabalhador, substitui e tem prevalncia sobre a multa estabelecida no pargrafo 8 do art. 477 da CLT, no deixando margem ou direito cobrana concomitante das duas multas.

    CLUSULA TRIGSIMA - HOMOLOGAO DE RESCISES

    Os empregadores, a partir de 1 de maio de 2001, na forma da Instruo de Servio n. 01/99 do MTE, passaro a fazer as homologaes das rescises dos contratos de trabalho de seus empregados exclusivamente no sindicato da categoria profissional.

    CLUSULA TRIGSIMA PRIMEIRA - DESPESA DE DESLOCAMENTO - RESCISES CONTRATUAIS

    Os empregadores ficam obrigados a cobrir as despesas efetuadas pelos empregados que forem chamados para acerto de contas fora da localidade onde prestam seus servios, a

  • saber: alimentao, transporte e, quando for o caso, estadia, desde que efetuados sob orientao e determinao da empresa.

    CLUSULA TRIGSIMA SEGUNDA - GUIAS RSC

    No ato do pagamento das verbas rescisrias, mediante requerimento do empregado, o empregador dever entregar-lhe o formulrio da "Relao e Salrios de Contribuio - RSC", ou seu equivalente, devidamente preenchido e assinado, relativo ao perodo de at 36 (trinta e seis) meses trabalhados, para fins previdencirios e segundo modelo do respectivo rgo.

    CLUSULA TRIGSIMA TERCEIRA - HOMOLOGAO

    As homologaes das rescises de contratos de trabalho devem ocorrer nos mesmos prazos previstos em lei para pagamento das parcelas rescisrias, isto , nos prazos estabelecidos no 6, do art. 477 da CLT.

    Nas rescises relativas a contratos de trabalho com mais de ano de vigncia, a empregadora dever fazer contato com o sindicato dos empregados para agendar a homologao no prprio dia da concesso do aviso prvio, no dia da comunicao da despedida ou no dia do pedido de demisso.

    Caso a empregadora, no prazo de at 10(dez) dias do trmino do prazo legal para o pagamento das parcelas rescisrias, no comparea no Sindicato Profissional para homologar resciso de contrato de trabalho com mais de ano de vigncia e/ou devolver a CTPS com a anotao da baixa do contrato no mesmo prazo de 10 dias, haver a automtica incidncia de multa em favor empregado no valor equivalente a um (01) salrio-base do mesmo, sem prejuzo da multa estabelecida para o caso de atraso no pagamento das parcelas rescisrias. No haver a incidncia da multa se a homologao no se realizar no prazo ora estabelecido em razo do no comparecimento do empregado, por falta de agenda do Sindicato Profissional ou, ainda, por negativa infundada de assinatura/homologao por parte do empregado ou do Sindicato Profissional.

    O Sindicato Profissional registrar no verso no Recibo de Resciso Contratual: (a) a data agendada pelo Sindicato Profissional para a homologao da resciso contratual; (b) eventual ausncia do empregado na data agendada para homologao; (c) o motivo da eventual no homologao da resciso e a presena da empregadora no dia e hora agendados.

    O Sindicato Profissional assume o compromisso de assinar e registrar/carimbar a homologao em todas as pginas/folhas do recibo de resciso contratual.

    O agendamento de homologao de resciso de contrato de trabalho que demande a apresentao dos exames demissionais Hepatite HVA, Hepatite HBSGA, ECG ou EEG, dever observar e se adequar aos prazos especiais praticados para a entrega dos resultados dos exames especiais.

  • DOCUMENTOS

    No ato da assinatura/homologao da resciso contratual, o empregador dever apresentar/entregar os seguintes documentos: 1 - carta de aviso prvio; 2 - Termo de Resciso do Contrato de Trabalho em 5 (cinco) vias; 3 - Ficha ou Livro de Registro de Empregados devidamente atualizado; 4 Guia de Recolhimento do FGTS e Informaes Previdncia Social (GFIP), com os respectivos depsitos nos ltimos 6 (seis) meses, bem como a comprovao do depsito de 40% (quarenta por cento) devida pela resciso, quando for o caso; 5 - Extrato do FGTS atualizado; 6 - CTPS devidamente atualizada; 7 - Seguro-Desemprego - CD; 8 - Guias de Pagamento da Contribuio Sindical profissional e da Contribuio Assistencial profissional; 9 Certido de Regularidade Sindical fornecida pelo SINDASSEIO; 10 - Na forma da Portaria n. 3.214, de 08-06-78, com a redao que a Portaria SSMT n. 12, de 06-06-83 deu NR-7 - Exame Mdico Demissional; 11 - Chave de Identificao referente ao FGTS e 12 Comprovante de pagamento da resciso contratual (original e cpia). No caso do empregado receber remunerao varivel (horas extras, adicional de horas extras, adicional noturno, etc.), fazer no verso do Termo de Resciso do Contrato de Trabalho, demonstrativo para efeitos das integraes e apresentar os devidos recibos de pagamento salarial para comprovao do demonstrativo referido.

    A no apresentao da guia de pagamento da contribuio sindical profissional, da guia de pagamento contribuio assistencial profissional e da Certido de Regularidade Sindical fornecida pelo SINDASSEIO no importar na ausncia de assistncia por parte da entidade sindical na homologao da resciso, mas autorizar a entidade a registrar ressalva no termo de resciso e a comunicar Superintendncia Regional do Trabalho e Emprego a no comprovao do pagamento das contribuies.

    O Sindicato Profissional dever manter cadastro para registro e arquivamento dos documentos indicados nos itens 8 e 9 desta clusula, de modo a permitir que as empresas apresentem ditos documentos uma nica vez - e no em todas as rescises contratuais e os renovem quando do trmino das respectivas vigncias.

    Nas rescises formalizadas sem a assistncia do Sindicato Profissional ou do Ministrio do Trabalho e Emprego, as empresas ficaro dispensadas da apresentao dos documentos indicados nos itens 8 e 9 desta clusula.

    Aviso Prvio

    CLUSULA TRIGSIMA QUARTA - AVISO PRVIO - DISPENSA DO TRABALHO NO PERODO RESPECTIVO

    O empregado que for despedido sem justa causa ou que pedir demisso, poder pedir a dispensa do cumprimento do aviso prvio e o empregador ter a faculdade de dispens-lo ou no do cumprimento do aviso prvio.

    Caso o empregador decida dispensar o empregado do cumprimento total ou parcial do aviso prvio trabalhado:

    a) dever o empregador registrar a concesso da dispensa no verso do aviso ou em documento prprio, fornecendo ao empregado cpia do aviso prvio ou cpia do documento prprio onde constou a

  • dispensa do cumprimento do aviso prvio;

    b) dever pagar as verbas rescisrias at o 1 (primeiro) dia til seguinte data inicialmente prevista para o trmino do aviso (data do trmino do aviso prvio se no houvesse a dispensa);

    c) ficar o empregador automaticamente desonerado do pagamento dos dias restantes do aviso prvio.

    CLUSULA TRIGSIMA QUINTA - CARTA AVISO

    A comunicao da resciso contratual, quer de parte do empregador ou quer de parte do empregado, ser feita atravs de carta aviso (aviso prvio) e, se for por justa causa, com a especificao do motivo desta, indicando, em qualquer hiptese, o pagamento das parcelas rescisrias na sede do Sindicato profissional. A ausncia do empregado para o recebimento das parcelas rescisrias ser atestada pelo Sindicato profissional, desobrigando o empregador da multa de pagamento do salrio-dia e da multa prevista em lei.

    CLUSULA TRIGSIMA SEXTA - AVISO PRVIO - SUSPENSO

    O aviso prvio ser suspenso se no seu curso o empregado entrar em gozo de benefcio previdencirio, complementando-se os dias faltantes do aviso prvio quando o empregado retornar do benefcio.

    Relaes de Trabalho Condies de Trabalho, Normas de Pessoal e Estabilidades

    Ferramentas e Equipamentos de Trabalho

    CLUSULA TRIGSIMA STIMA - MATERIAIS NECESSRIOS PARA EXECUO DO TRABALHO

    Os empregadores so obrigados a fornecer para os seus empregados os materiais ou ferramentas necessrias para a execuo do trabalho.

    CLUSULA TRIGSIMA OITAVA - QUEBRA DE MATERIAL

    No ser permitido o desconto salarial por quebra de material, salvo nas hipteses de dolo ou recusa de apresentao dos objetos danificados.

    Polticas de Manuteno do Emprego

  • CLUSULA TRIGSIMA NONA - INCENTIVO MANUTENO DO EMPREGO

    Em vista das peculiaridades da terceirizao de servios, fica facultada a celebrao de acordo triangular entre (1) a empresa que est perdendo determinado contrato de prestao de servios, (2) a empresa que est assumindo o mesmo contrato de prestao de servios e (3) o empregado, este necessariamente sob a assistncia de seu sindicato, com as seguintes condies: (a) a empresa que est assumindo o contrato de prestao de servios admite o empregado e a ele concede garantia de emprego pelo prazo de 6 (seis) meses; (b) o empregado ser admitido na empresa que est assumindo o contrato de prestao de servios com o mesmo salrio e no dia imediatamente seguinte ao de seu desligamento da empresa que est perdendo o contrato, e (c) a empresa-empregadora que est perdendo o contrato de prestao de servios, de um lado, ficar desonerada do pagamento do aviso prvio, vez que o empregado seguir empregado e sem perder salrio, e, de outro, recolher em favor do empregado demitido, com abrigo no pargrafo segundo, do artigo 9 do Decreto 99.684/90, a multa de 20% sobre o montante dos depsitos realizados e/ou devidos por conta de seu Fundo de Garantia por Tempo de Servio.

    Estabilidade Geral

    CLUSULA QUADRAGSIMA - ESTABILIDADES PROVISRIAS

    Os salrios decorrentes das estabilidades provisrias reconhecidas e concedidas pelo presente ato Coletivo de Trabalho sero devidos apenas pelo perodo do afastamento at o limite de tempo previsto para o trmino da respectiva estabilidade. Tais estabilidades provisrias no prevalecero no caso de pedido de demisso, trmino de contrato por prazo determinado e de comprovada ou confessada justa causa.

    Estabilidade Me

    CLUSULA QUADRAGSIMA PRIMEIRA - ESTABILIDADE DA GESTANTE

    assegurado s empregadas gestantes o direito a estabilidade provisria no emprego at 5 (cinco) meses aps o parto. No caso de dispensa sem justa causa, dever a empregada, se solicitado e custeado pelo empregador, realizar exame de gravidez na mesma oportunidade em que realizar o exame demissional. Em sendo positivo o exame de gravidez, a demisso ser tornada sem efeito e o contrato de trabalho seguir vigorando. Para a hiptese do exame de gravidez no ser realizado por ato ou vontade da empregada, ou de o exame de gravidez apresentar resultado negativo, fica assegurado empregada comprovar o seu estado gravdico perante o empregador, atravs de atestado mdico, at 30 (trinta) dias aps a resciso do contrato de trabalho. Se a empregada comprovar ao empregador o seu estado gravdico at 90 (noventa) dias aps a resciso do contrato de trabalho, assegurada ser a reintegrao no emprego e o pagamento dos salrios entre a resciso e a efetiva reintegrao no emprego. Em sentido oposto, se a comprovao do estado gravdico ao empregador

  • acontecer depois de transcorridos 90 (noventa) dias da resciso do contrato de trabalho, embora remanescendo o direito reintegrao, a empregada no ter direito e a empregadora no estar obrigada ao pagamento dos salrios relativos ao perodo entre a resciso do contrato e a data da efetiva comprovao do estado gravdico, de modo a se evitar e a no se incentivar abuso de direito e enriquecimento sem causa.

    Estabilidade Aposentadoria

    CLUSULA QUADRAGSIMA SEGUNDA - APOSENTADORIA

    O trabalhador que contar com pelo menos 3 (trs) anos de servio ininterrupto para o mesmo empregador e estiver a 2 (dois) anos, ou menos, para completar a idade ou o tempo de servio para requerer sua aposentadoria, gozar de estabilidade provisria no emprego at a data do deferimento do pedido de aposentadoria, salvo cometimento de falta grave. Caso ocorra a demisso sem justa causa, o empregado dever comprovar a condio at 30 (trinta) dias aps o trmino do aviso prvio, sob pena de decadncia do direito aqui assegurado. O implemento da condio assegura-lhe o direito reintegrao no emprego, nas mesmas condies anteriores. O empregado que alcanar uma das condies para a obteno de sua aposentadoria por idade ou tempo de servio, se no a requerer decair do direito estabilidade provisria ora estabelecida.

    Outras normas referentes a condies para o exerccio do trabalho

    CLUSULA QUADRAGSIMA TERCEIRA - LIMPADOR ALPINISTA

    O exerccio da funo de limpador alpinista, assim entendidos os trabalhadores que exeram suas atividades em altura superior a dois metros com risco de queda (NR 35), somente ser autorizado mediante a comprovao de cumprimento das medidas estipuladas na norma tcnica, constituindo-se em obrigao do empregador:

    a) garantir o treinamento do trabalhador;

    b) avaliao prvia de riscos.

    c) realizao de exame mdico voltado s patologias que podero originar mal sbito e queda de altura, considerando tambm os fatores psicossociais.

    d) Fornecimento de EPIs

    nico: Fica garantido ao trabalhador o direito de recusa sempre que constatar evidncias de riscos graves e iminentes para sua segurana e sade ou a de outras pessoas.

    Jornada de Trabalho Durao, Distribuio, Controle, Faltas

  • Compensao de Jornada

    CLUSULA QUADRAGSIMA QUARTA - JORNADA DE TRABALHO COMPENSATRIA

    As empresas, respeitado o nmero de horas de trabalho contratual semanal, podero ultrapassar a durao normal diria at o limite mximo legal permitido visando a compensao de horas no trabalhadas em outro dia da semana, sem que esse acrscimo dirio seja considerado como trabalho extraordinrio.

    Da mesma forma, as empresas podero praticar jornada compensatria de 12h (doze horas) de trabalho por 36h (trinta e seis horas) de descanso exclusivamente em servios de portaria/vigia/guarda patrimonial, recepo, operao de central de monitoramento e atendimento de chamados de alarme/suporte, sem que este acrscimo de horas na jornada seja considerado como trabalho extraordinrio.

    Em ambos os casos irrelevante que a atividade seja insalubre.

    No cumprimento da jornada compensatria de 12h (doze horas) de trabalho por 36h (trinta e seis horas) considerar-se- para todos os efeitos que houve o gozo de um repouso semanal remunerado e que o eventual trabalho prestado em domingo restou compensando com a folga em outro dia da semana.

    A adoo da jornada compensatria de 12h (doze horas) de trabalho por 36h (trinta e seis horas) de descanso importar, em qualquer hiptese, na obrigao de pagamento do salrio normativo respectivo.

    CLUSULA QUADRAGSIMA QUINTA - BANCO DE HORAS

    Os empregadores e os empregados ficam autorizados a implementar o sistema legal denominado BANCO DE HORAS, na forma dos critrios bsicos estabelecidos nesta clusula.

    A durao da jornada de trabalho, exclusivamente dos trabalhadores contratados para o cumprimento de jornada mensal de 220h (duzentos e vinte horas), poder ser prorrogada sem que haja qualquer acrscimo salarial, mesmo em atividades insalubres, caso ocorra a correspondente diminuio da durao da jornada de outro dia, de tal maneira que no exceda, no perodo mximo de 60 (sessenta) dias, soma das jornadas semanais de trabalho legais previstas e soma das jornadas bimestrais legais previstas, considerando-se como normal a jornada bimensal de 372h (trezentos e setenta e duas horas) de efetivo trabalho.

    A durao da jornada dos trabalhadores que laboram em servios de portaria/vigia/guarda patrimonial, recepo, operao de central de monitoramento e atendimento de chamados de alarme/suporte poder ser prorrogada at 12h (doze horas) por dia, enquanto que a jornada dos demais trabalhadores poder ser prorrogada at o mximo de 10h (dez horas) por dia.

  • Respeitados os limites estabelecidos nesta clusula, a prestao laboral excedente a 372h (trezentos e setenta e duas horas) de efetivo trabalho a cada perodo de 2 (dois) meses, considerar-se- como horas extras.

    As horas do Banco de Horas no podero ser descontadas ou compensadas com as frias dos empregados e as ausncias legais estabelecidas no artigo 473 da CLT.

    As horas trabalhadas para compensao sero sempre consideradas na paridade de 1h (uma hora) para 1h (uma hora).

    Fica assegurado, em qualquer caso, o gozo de repouso semanal remunerado de 24h (vinte e quatro horas) coincidente com um domingo por ms e o gozo de intervalo de 11h (onze horas) entre duas jornadas de trabalho.

    Salvo a fixao do repouso semanal remunerado noutro dia da semana, o trabalho prestado em domingo ou feriado ser remunerado com adicional de 100% (cem por cento).

    As horas extras prestadas e no compensadas no perodo de 60 (sessenta) dias sero remuneradas com base no salrio-hora vigente na poca do pagamento, acrescidas do respectivo adicional de horas extras

    Na hiptese de resciso do contrato de trabalho sem que tenha havido a compensao integral da jornada extraordinria, na forma indicada nesta clusula, o trabalhador far jus ao pagamento das horas extras no compensadas na forma do pargrafo terceiro do artigo 59 da CLT.

    CLUSULA QUADRAGSIMA SEXTA - COMPENSAO - FERIADOS

    Ser estabelecida, mediante acordo entre o empregador e a maioria dos empregados, a possibilidade de compensao do trabalho nas segundas-feiras ou sextas-feiras com o trabalho em 1 (um) ou mais sbados anteriores, ou com o aumento de carga horria em outros dias da semana, bem assim quando recair dia feriado em teras ou quintas-feiras, sempre respeitado o limite mximo de 44h semanais de trabalho. Nestes casos ficar valendo, para todos os efeitos legais, o atestado mdico estabelecido para o menor.

    CLUSULA QUADRAGSIMA STIMA - ATRASO - REPOUSO - COMPENSAO

    Ser assegurado o repouso semanal remunerado ao empregado que chegar atrasado ao servio e receber autorizao do empregador para trabalhar normalmente, compensando-se o atraso no final da jornada de trabalho do prprio dia ou de outro dia da mesma semana.

    Intervalos para Descanso

  • CLUSULA QUADRAGSIMA OITAVA - DESLOCAMENTO DO EMPREGADO

    Quando o intervalo entre um turno de trabalho e o turno seguinte for superior a 2h (duas horas) e at o limite de 4h (quatro horas), e houver deslocamento do empregado, a mando do empregador, para cumprir o 2 (segundo) turno em outro endereo ou outro tomador dos servios, necessitando de transporte de ida, o empregador fornecer para o empregado, antecipadamente, o dinheiro necessrio para o pagamento das passagens de ida e volta, ou, alternativamente, vale-transporte, sem qualquer nus para o empregado.

    CLUSULA QUADRAGSIMA NONA - INTERVALOS NA JORNADA

    Considerando a especificidade dos servios de asseio e conservao prestados s pessoas jurdicas de direito pblico e/ou privado, que no podem coincidir ou prejudicar o andamento normal destas outras atividades, fica permitido, independentemente de acordo escrito entre empregador e empregado, que o intervalo entre turnos da mesma jornada de trabalho seja superior a 2h (duas horas) e at o mximo de 4h (quatro horas).

    Controle da Jornada

    CLUSULA QUINQUAGSIMA - REGISTRO DO PONTO

    Convencionam as partes que no ser considerado trabalho extraordinrio o tempo despendido pelo empregado para o registro do ponto, seja mecnico ou manual, contados 5min (cinco minutos) anteriormente e posteriormente hora exata para o incio e trmino dos respectivos turnos de trabalho de cada jornada.

    Faltas

    CLUSULA QUINQUAGSIMA PRIMEIRA - EXAMES ESCOLARES

    So consideradas faltas justificadas aquelas decorrentes de exames ou provas obrigatrias que coincidirem com o horrio de trabalho do empregado, desde que realizadas em cursos oficiais ou oficializados, mediante prvio comunicado por escrito ao empregador, com antecedncia mnima de 24h (vinte e quatro horas) e, no prazo de 72h (setenta e duas horas), comprovadas atravs de atestado expedido pelo respectivo estabelecimento de ensino.

    CLUSULA QUINQUAGSIMA SEGUNDA - FALTAS LEGAIS - COMUNICAO PRVIA

  • O empregado fica obrigado a comunicar ao empregador, at o dia til imediatamente anterior, as faltas ao trabalho pelos motivos relacionados nos incisos II, III (no caso de parto agendado), IV a VIII do artigo 473 da CLT.

    O empregado, sempre que possvel, comunicar ou solicitar que terceiros comuniquem empregadora, pessoalmente, por telefone, e-mail ou carta, a necessidade e o tempo de afastamento do trabalho por motivos outros que no os indicados no artigo 473 da CLT, tais como, mas no se resumindo, a afastamento por doena e acidente.

    Outras disposies sobre jornada

    CLUSULA QUINQUAGSIMA TERCEIRA - CURSOS

    Os cursos promovidos pelo empregador, quando a frequncia ou comparecimento forem obrigatrios, sero realizados dentro da respectiva jornada de trabalho. No caso de exceder a jornada de trabalho, os empregados devero receber o pagamento das horas excedentes acrescidas do adicional de horas extras de 50% (cinquenta por cento).

    As horas superiores jornada de trabalho contratada, consumidas/investidas pelos trabalhadores em cursos de aprimoramento profissional ministrados ou administrados pelo SENAC Servio Nacional de Aprendizagem Comercial e outras entidades credenciadas pelo Ministrio do Trabalho e Emprego, de interesse do empregador e sem custos para o empregado, no sero computadas na jornada de trabalho e no sero consideradas como horas de trabalho para nenhum fim.

    Frias e Licenas

    Durao e Concesso de Frias

    CLUSULA QUINQUAGSIMA QUARTA - FRIAS - INCIO DO PERODO DE GOZO

    O incio das frias, coletivas ou individuais, no poder coincidir com feriado ou dia do repouso semanal remunerado, sob pena desses dias serem pagos em dobro.

    Remunerao de Frias

    CLUSULA QUINQUAGSIMA QUINTA - FRIAS PROPORCIONAIS

    O empregado que se demitir antes de completar 12 (doze) meses de servio tem direito a

  • frias proporcionais, com o acrscimo do tero (1/3) constitucional.

    Licena Remunerada

    CLUSULA QUINQUAGSIMA SEXTA - ATENDIMENTO DE FILHOS

    O pai, a me e o responsvel legal de criana de at 14(quatorze) anos de idade que tiver que faltar ao servio para atender problemas de sade de seu filho ou representado ou que tiver que faltar ao servio para acompanhar filho ou representado em apresentao de boletim escolar, na medida em que comprovar a necessidade e o efetivo atendimento mdico-hospitalar ou o efetivo acompanhamento em apresentao de boletim escolar, ter a respectiva falta abonada pelo empregador, at o limite mximo de 8(oito) faltas abonadas por ano de vigncia do respectivo contrato de trabalho.

    O mesmo direito assegurado ao pai, me e ao responsvel legal de pessoa de qualquer idade que seja portadora de deficincia que a impossibilite de buscar sozinha o atendimento mdico-hospitalar que necessita.

    O limite mximo de 8(oito) faltas abonadas por ano no cumulativo, de modo que cada ano novo de vigncia do contrato assegurar apenas 8(oito) faltas abonadas, mesmo que no(s) ano(s) anterior(es) o empregado no tenha atingido o limite mximo de 8(oito) faltas abonadas.

    O abono da falta ser concedido a apenas um acompanhante por atendimento mdico-hospitalar ou acompanhamento de entrega de boletim.

    O abono da falta no abranger e no assegurar a concesso do vale transporte e nem do auxlio alimentao.

    Para os empregados que trabalham em jornada 12hs. x 36hs., o abono ser de meio turno de trabalho por evento.

    Outras disposies sobre frias e licenas

    CLUSULA QUINQUAGSIMA STIMA - DECLARAO DE LTIMO DIA DE TRABALHO - DUT

    Ao empregado afastado do trabalho por mais de 15(quinze) dias, que comprove haver requerido o benefcio previdencirio diretamente ao INSS, fica assegurada a entrega da Declarao do ltimo Dia Trabalhado DUT. Indispensvel para o fornecimento da DUT que o empregado comprove, no prazo de at 7(sete) dias teis anteriores percia mdica, que efetivamente requereu o benefcio previdencirio. Na medida em que o empregado comprovar que requereu o benefcio previdencirio no prazo de at 7 dias antes da realizao da percia, a empregadora dever garantir a entrega da DUT at 2(dois) dias teis antes do dia agendado para a percia mdica.

  • Sade e Segurana do Trabalhador

    Uniforme

    CLUSULA QUINQUAGSIMA OITAVA - UNIFORME

    Se exigido uniforme de trabalho, este ser fornecido e pago pelo empregador. A higiene e conservao do uniforme encargo do empregado, que o devolver limpo no ato da resciso do contrato de rabalho Em no havendo a entrega do uniforme no ato da resciso contratual ou no caso de comprovada m conservao do uniforme, o empregador ficar autorizado a descontar os respectivos valores do empregado.

    Insalubridade

    CLUSULA QUINQUAGSIMA NONA - ADICIONAL DE INSALUBRIDADE

    As empresas da categoria econmica passaro a pagar, a partir de 01-01-2016, adicional de insalubridade:

    a) - em grau mdio (vinte por cento) para os trabalhadores da categoria profissional que exeram as funes/atividades de Copeira, Cozinheira, Cozinheiro Aougueiro, Auxiliar de Cozinha, Merendeira de Escola/Creche, Monitor / Atendente de creche e albergue infantil, Faxineiro/Limpador/Auxiliar de limpeza/Servente de limpeza, Gari/Varredor (CBO n. 5142-15), Zelador de edifcio (CBO n. 5141-20) e Jardineiro;

    b) em grau mximo (quarenta por cento) para os trabalhadores que exeram as funes/atividades de Aplicador de bactericida e Desinsetizador, Aplicador de inseticida e produtos agrotxicos/domissanitrios, Auxiliar de limpeza tcnica em indstria automotiva, higienizao tcnica de materiais hospitalares, preparador de materiais (CBO n7842-05, Lixeiro/Coletor (CBO n. 5142-05), Reciclador e, ainda, para o Faxineiro/Limpador/Auxiliar de limpeza/Servente de limpeza que trabalhe de forma permanente na higienizao de instalaes sanitrias de uso pblico ou coletivo de grande circulao, e na respectiva coleta de lixo.

    Os adicionais previstos nesta clusula sero calculados sobre o valor do salrio normativo da respectiva funo para a prestao laboral de 220 (duzentas e vinte horas) mensais e sujeitos s incorporaes previstas em lei.

    O pagamento deste adicional de insalubridade no desobriga as empregadoras de fornecerem para tais empregados os Equipamentos de Proteo Individual - EPI, segundo Certificado de Aprovao do Ministrio do Trabalho.

  • Constitui ato faltoso do empregado a recusa injustificada:

    a) observncia das instrues expedidas pelo empregador atravs de ordens de servio, quanto s precaues a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenas ocupacionais;

    b) ao uso dos equipamentos de proteo individual fornecidos pela empresa.

    A imposio do adicional de insalubridade em grau mdio no retirar ou prejudicar o direito dos empregados que j estejam recebendo o pagamento do adicional de insalubridade em grau mximo, ou seja, 40% (quarenta por cento) sobre o valor do salrio normativo da respectiva funo, seja a que ttulo for.

    A prestao laboral extraordinria dos empregados que recebem o pagamento de adicional de insalubridade prescinde da inspeo e licena prvia da autoridade competente em matria de higiene do trabalho.

    Exames Mdicos

    CLUSULA SEXAGSIMA - SESMET COLETIVO

    O Sindicato das Empresas de Asseio e Conservao do Estado do Rio Grande do Sul fica autorizado, para efeito das previses do subitem 4.14.3, da NR 04 da Portaria 3214/78, a constituir, organizar e administrar Servios Especializados em Engenharia de Segurana e em Medicina do Trabalho comuns ou coletivos (SESMT comum ou coletivo).

    Os trabalhadores do segmento ficam autorizados a participar dos SESMTs dos tomadores de servios de suas empregadoras (subitem 4.5.3 da NR 4 da Portaria 3214/78).

    CLUSULA SEXAGSIMA PRIMEIRA - PRAZO DE VALIDADE DOS EXAMES MDICOS

    As empresas do segmento, na forma do subitem 7.4.3.5.2, da NR 07 da Portaria 3214/78, ficam autorizadas a ampliar o prazo de dispensa da realizao do exame demissional em at mais 90(noventa) dias.

    Aceitao de Atestados Mdicos

    CLUSULA SEXAGSIMA SEGUNDA - ACEITAO DE ATESTADOS MDICOS

    Os empregadores reconhecero como vlidos os atestados mdicos e odontolgicos fornecidos por profissionais que prestem servios ao Sindicato profissional e pelos profissionais da rede pblica e particular, desde que conste nos atestados o nome do profissional e seu nmero de inscrio no respectivo

  • Conselho.

    Os atestados mdicos certificados digitalmente sero aceitos e reconhecidos como eficazes por empregados e empregadores.

    Os empregados devero entregar/encaminhar os atestados mdicos aos empregadores no prazo mais curto possvel e no mximo at o dia do retorno ao servio, de modo a permitir a necessria substituio de pessoal e de modo a permitir a adequao da folha de pagamento.

    Campanhas Educativas sobre Sade

    CLUSULA SEXAGSIMA TERCEIRA - INCENTIVO AO EXAME PR-NATAL

    A trabalhadora que comunicar ao empregador, por escrito e com antecedncia mnima de 5(cinco) dias, a necessidade de afastamento do trabalho em um dia por ms para a realizao de exame prnatal, alm de assegurar a dispensa do trabalho no respectivo dia, far jus ao vale transporte e ao auxlio alimentao do respectivo dia, este se a trabalhadora cumprir jornada diria de trabalho superior 6(seis) horas, desde que comprove a efetiva realizao do exame at o segundo dia til imediatamente seguinte.

    Relaes Sindicais

    Liberao de Empregados para Atividades Sindicais

    CLUSULA SEXAGSIMA QUARTA - DISPENSA DOS DIRIGENTES SINDICAIS

    Os empregadores se obrigam a dispensar os membros efetivos da diretoria do sindicato profissional, sem prejuzos dos respectivos salrios, por 15 (quinze) dias alternados no perodo de vigncia da presente Conveno Coletiva de Trabalho, desde que a dispensa seja requisitada com 48h de antecedncia e que tenha por finalidade o atendimento de interesses do sindicato profissional.

    Acesso a Informaes da Empresa

    CLUSULA SEXAGSIMA QUINTA - CONTRATOS DE PRESTAO DE SERVIOS

    As empresas integrantes da categoria econmica que angariarem contratos para a prestao de servios devero comunicar por escrito ao Sindicato profissional da respectiva base

  • territorial, em at 30 (trinta) dias aps a data de sua assinatura, o nome e endereo do contratante, a data do incio dos servios e o nmero de trabalhadores que lotou para a sua execuo.

    Contribuies Sindicais

    CLUSULA SEXAGSIMA SEXTA - CONTRIBUIO ASSISTENCIAL PATRONAL

    Por deciso da Assembleia Geral da Categoria, tomada com amparo no preceito da alnea e do art. 513 da CLT, todas as empresas representadas pelo Sindicato das Empresas de Asseio e Conservao do Estado do Rio Grande do Sul - SINDASSEIO, associadas ou no, recolhero compulsoriamente aos cofres do Sindicato, a ttulo de Contribuio Assistencial Patronal, a importncia de R$22,00 (vinte e dois reais) por empregado com contrato de trabalho em vigor no ms de janeiro de 2017 e devidamente comprovado. O valor da Contribuio Assistencial Patronal ser recolhido em parcela nica at o dia 10 (dez) de fevereiro de 2017, ou em at 5 (cinco) parcelas mensais, iguais e consecutivas, desde que no resultem parcelas inferiores a R$500,00 (quinhentos reais) cada uma e desde que a primeira parcela seja quitada espontaneamente at dia 10 (dez) de fevereiro de 2017, e as demais nos dias 10 (dez) dos meses imediatamente seguintes. Em caso de mora ou inadimplncia, parcial ou total, haver a incidncia de clusula penal de 10% (dez por cento) sobre o saldo devido j atualizado monetariamente pela variao mensal do IGP-M (Fundao Getlio Vargas) e acrescido de juros de mora de 1% ao ms.

    As Contribuies Assistenciais Patronais sero creditadas para o Sindicato das Empresas de Asseio e Conservao do Estado do Rio Grande do Sul - SINDASSEIO. A Assembleia Geral da Categoria que instituiu as contribuies datada de 08 de novembro de 2016. Esta clusula entra em vigor na data de 01 de janeiro de 2017.

    CLUSULA SEXAGSIMA STIMA - CONTRIBUIO ASSISTENCIAL PROFISSIONAL

    Com fundamento na alnea e do art. 513 da CLT bem como na deliberao unnime tomada na Assembleia Geral Extraordinria da categoria profissional realizada nas localidades de: Porto Alegre, Santana do Livramento, Bag, So Gabriel, Alegrete, Santa Rosa, Santo ngelo, Iju, So Borja, Itaqui e Uruguaiana nas respectivas datas de 07/10/2016; 04/10/2016; 07/10/2016, 11/10/2016, 17/10/2016, 18/10/2016, 19/10/2016, 21/10/2016, 25/10/2016, 26/10/2016 e 28/10/2016, as empresas da categoria econmica devero descontar nos salrios de seus empregados pertencentes categoria profissional, sindicalizados ou no, a quantia equivalente a 1 (um) dia do salrio bsico j reajustado por este ato normativo, no ms de maio de 2017 e um dia no ms de novembro de 2017, recolhendo os valores descontados no ms, at o dia 10 do ms subsequente. O no recolhimento dos valores descontados implicar no acrscimo de juros moratrios de 1% (um por cento) ao ms e de multa de 10% (dez por cento), sem prejuzo da atualizao monetria do dbito total. A contribuio devida entidade que representa a base territorial onde o trabalhador exerce suas atividades profissionais.

    As empresas da categoria econmica que deixarem de proceder o recolhimento da Contribuio Assistencial descontada de seus empregados nos prazos fixados, pagaro s suas prprias expensas, alm do valor integral devido, juros de 1% (um por cento) ao ms, atualizao monetria e multa de 10% (dez por

  • cento) sobre o total devido j corrigido.

    Havendo comprovada prtica do patrocnio ou campanha pelas empresas no sentido de levar os seus empregados a exercer o direito de oposio, esta prtica ser considerada invlida e ineficaz, remanescendo para a empresa a obrigao de descontar dos empregados e repassar para o Sindicato Profissional os valores das contribuies assistenciais, com acrscimo, s expensas da empresa, dos juros de mora, correo monetria e multa.

    Direito de Oposio ao Desconto de Contribuies Sindicais

    CLUSULA SEXAGSIMA OITAVA - DIREITO DE OPOSIO

    Fica assegurado aos empregados NO SINDICALIZADOS ou NO ASSOCIADOS o direito de se oporem aos referidos descontos mediante a entrega de carta de prprio punho, salvo quanto aos analfabetos, que podero servir-se de terceiro para deduzir a sua manifestao, no prazo de at 10(dez) dias aps o efetivo desconto. A carta de oposio dever ser entregue, a critrio do trabalhador, diretamente nas dependncias do Sindicato Profissional ou ao prprio empregador. Se a carta de oposio for entregue ao empregador, este ficar responsvel pela remessa da carta ao Sindicato Profissional.

    Fica assegurado aos empregados NO SINDICALIZADOS ou NO ASSOCIADOS que no se opuserem ao desconto da Contribuio Assistencial, o benefcio pessoal da assistncia mdica e odontolgica prestada pelo Sindicato, mediante a apresentao do contracheque em que conste o desconto deste encargo profissional em favor do SEEAC/RS.

    Outras disposies sobre relao entre sindicato e empresa

    CLUSULA SEXAGSIMA NONA - DIRIGENTES SINDICAIS - LIMITE POR EMPRESA

    O sindicato profissional convenente compromete-se a observar o limite mximo de indicao e de eleio de 3 (trs) candidatos aos cargos de Diretoria e Conselho Fiscal por empresa da categoria econmica.

    CLUSULA SEPTAGSIMA - RELAO DE EMPREGADOS

    As empresas devero fornecer para o Sindicato profissional, no sentido deste manter o controle da categoria profissional representada, uma cpia da relao de empregados admitidos e demitidos, at 20 (vinte) dias aps a entrega deste formulrio no Ministrio do Trabalho, bem como, no mesmo prazo, cpia da RAIS - Relao Anual de Informaes e Salrios.

  • CLUSULA SEPTAGSIMA PRIMEIRA - PUBLICIDADE DO ATO COLETIVO DE TRABALHO

    Os empregadores ficam obrigados a afixar em local visvel e de fcil acesso aos empregados, pelo prazo de 90 (noventa) dias a contar de sua firmatura, cpia da ntegra da Conveno Coletiva de Trabalho, Acordo Coletivo de Trabalho e, ainda, da Sentena Normativa vigente.

    CLUSULA SEPTAGSIMA SEGUNDA - CERTIDO DE REGULARIDADE SINDICAL

    As entidades sindicais convenentes, para os efeitos dos artigos 607 e 608 da CLT, emitiro Certido de Regularidade Sindical em favor das empresas da categoria econmica.

    O Sindicato Profissional emitir a sua Certido de Regularidade Sindical em favor das empresas que atenderem as seguintes obrigaes sindicais:

    a) quitao da contribuio sindical profissional;

    b) quitao da contribuio negocial profissional (item previsto nesta Conveno Coletiva de Trabalho);

    c) situao regular junto ao plano de benefcio familiar administrado pela FEEAC (Federao Laboral).

    O sindicato Patronal emitir a sua Certido de Regularidade Sindical em favor das empresas que atenderem as seguintes obrigaes sindicais:

    d) quitao da contribuio sindical patronal;

    e) quitao da contribuio negocial patronal (item previsto nesta Conveno Coletiva de Trabalho;

    f) quitao do plano de benefcio familiar.

    As certides de regularidade sindical sero emitidas individualmente pelos sindicatos convenentes, com prazo de validade mximo de 90(noventa) dias.

    Os sindicatos convenentes assumem o compromisso de criar mecanismos de fomento e controle observncia das exigncias dos artigos 607 e 608 da CLT.

    CLUSULA SEPTAGSIMA TERCEIRA - MULTA

    O empregador que descumprir as previses desta conveno coletiva de trabalho especificamente em

  • relao (a) salrios normativos e reajustes normativos, (b) adicional de tempo de servio, (c) adicional de insalubridade, (d) auxlio alimentao, (e) auxlio funeral / plano de benefcio familiar, (f) entrega da Relao de Empregados Admitidos e cpia da RAIS, (g) fornecimento de cpia do contrato de trabalho, (h) 13 salrio e, ainda, que (i) no observar o prazo legal de pagamento de salrios (at o 5 dia til do ms imediatamente seguinte ao da prestao de servios), desde que tais irregularidades sejam apuradas e confirmadas pelos sindicatos convenentes, incorrer em multa de quantia equivalente a 10% (dez por cento) do salrio do empregado prejudicado e a favor do empregado prejudicado, por previso descumprida, e, no caso de reincidncia, multa de 20% (vinte por cento) do salrio do empregado prejudicado e a favor do empregado prejudicado, por previso descumprida.

    O empregador que, em at 10(dez) dias da formalizao da resciso de contrato de trabalho com menos de ano de vigncia, no entregar ao empregado sua CTPS devidamente atualizada, incorrer em multa a favor do empregado prejudicado em quantia igual ao seu salrio bsico.

    A empresa que descontar do empregado a mensalidade associativa e no recolher o respectivo valor para o Sindicato Profissional no prazo previsto, incorrer em multa a favor do Sindicato Profissional de valor correspondente a 10% (dez por cento) do valor do principal j atualizado monetariamente pela variao mensal do IGP-M (Fundao Getlio Vargas) e acrescido de juros de mora de 1% ao ms.

    O procedimento a ser observado pelos sindicatos convenentes para a apurao das irregularidades e confirmao da incidncia das multas ser o seguinte:

    1)- Constatada/denunciada a irregularidade, o sindicato profissional convenente encaminhar notificao escrita empresa com a descrio da irregularidade, com a abertura de prazo de 10 (dez) dias para a apresentao de defesa escrita e apresentao de documentos, e com a orientao no sentido de que a defesa/justificativa deva ser encaminhada tanto ao sindicato profissional, como ao sindicato patronal;

    2)- No prazo de 10 (dez) dias a contar do trmino do prazo para a apresentao da defesa/justificativa, Comisso Especial, formada por dois representantes nomeados pela FEEAC-RS - Federao dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservao do Estado do Rio Grande do Sul e dois representantes nomeados pelo Sindicato patronal convenente, reunir-se- para examinar os argumentos e documentos apresentados, decidir pela realizao de diligncia ou deliberar no sentido da confirmao ou no da incidncia da multa;

    3)- Se a Comisso Especial decidir pela realizao de alguma diligncia, nova reunio dever acontecer no prazo de at 20 (vinte) dias para a deliberao acerca da confirmao ou no da incidncia da multa; (4) sero lavradas atas das decises da Comisso Especial.

    As multas ora estabelecidas somente sero devidas e somente podero ser cobradas se a Comisso Especial, por maioria dos seus integrantes, decidir pela confirmao da irregularidade e pela aplicao da multa.

    As multas ora estabelecidas, desde que a Comisso Especial tenha decidido pela confirmao da irregularidade e pela aplicao da multa, podero ser cobradas judicial ou extrajudicialmente pelo empregado prejudicado ou pelo sindicato profissional em nome e representao do empregado prejudicado.

    As multas estabelecidas nesta clusula no excluem as multas por atraso nas homologaes e no pagamento dos direitos rescisrios e nem as demais penalidades fixadas em outras clusulas desta conveno.

    Disposies Gerais

    Aplicao do Instrumento Coletivo

  • CLUSULA SEPTAGSIMA QUARTA - DIREITOS E DEVERES

    Alm das clusulas constantes da presente Conveno Coletiva de Trabalho, os demais direitos e deveres individuais e ou coletivos das partes Convenentes e representadas, so aqueles regidos pela Constituio Federal, a Consolidao das Leis Trabalhistas (CLT) e legislao complementar.

    Renovao/Resciso do Instrumento Coletivo

    CLUSULA SEPTAGSIMA QUINTA - PRORROGAO E REVISO

    O Sindicato Profissional obriga-se a formular proposta para o Sindicato Patronal, com as bases da prorrogao, denncia ou revogao total ou parcial da presente Conveno, at o dia 07 de novembro de 2017. O Sindicato Patronal, por sua vez, compromete-se a realizar a sua Assembleia Geral no prazo de 05 dias teis da apresentao da proposta e a reunir-se com o Sindicato Profissional no prazo de 03 dias teis a contar da realizao da Assembleia Geral para apresentao da contraproposta.

    As negociaes previstas no item anterior devero ultimar-se at a data de 16.12.2016, inclusive na fase administrativa perante a Superintendncia Regional do Trabalho.

    Outras Disposies

    CLUSULA SEPTAGSIMA SEXTA - SAQUE DO PIS

    Os empregadores que no pagarem diretamente o PIS, devero dispensar os seus empregados, que tenham jornada de trabalho coincidente com o horrio de funcionamento dos bancos, durante 1 (um) dia para saque do PIS, sem prejuzo dos salrios e demais direitos do trabalhador que comprove que realizou o saque no dia da dispensa.

    CLUSULA SEPTAGSIMA STIMA - CADASTRO JUNTO AO SESC

    As empresas do segmento econmico, sempre que houver requerimento de seus trabalhadores, ficam obrigadas a cadastrar-se junto ao Servio Social do Comrcio SESC para que os trabalhadores gozem dos benefcios de scio.

  • JOSE ANTONIO BELLO

    Presidente

    SIND DAS EMPR DE ASSEIO E CONSERVACAO DO EST DO R G S

    MARIA INES CONTINI

    Tesoureiro

    SINDICATO INTERMUNICIPAL DOS EMPREGADOS EM EMPRESAS DE ASSEIO E

    CONSERVACAO E SERVICOS TERCEIRIZADOS EM ASSEIO E CONSERVACAO NO RGS-

    SEEAC/RS

    ANEXOS ANEXO I - ATA PATRONAL

    Anexo (PDF)

    ANEXO II - ATA LABORAL

    Anexo (PDF)

    A autenticidade deste documento poder ser confirmada na pgina do Ministrio do Trabalho e Emprego na Internet, no endereo http://www.mte.gov.br.

    http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/imagemAnexo/MR088356_20162017_01_09T10_07_04.pdfhttp://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/imagemAnexo/MR088356_20162016_12_28T19_02_39.pdf