Controles Internos Administrativos na Administração Pública

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Controles Internos Administrativos na Administração Pública. ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO. Conceitos gerais de Controles Internos Administrativos (visão internacional e nacional). - PowerPoint PPT Presentation

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  • Controles Internos Administrativos na Administrao Pblica

  • ROTEIRO DA APRESENTAO Conceitos gerais de Controles Internos Administrativos (viso internacional e nacional).Importncia do uso de componentes como ferramenta e avaliaes dos Controles Internos Administrativos 2013 nas Auditorias Anuais de Contas.Exerccio prtico.

  • Texto rgo de controle aponta falhas nos controles internos de hospitais universitriosLer o texto com viso crtica.

  • Mapa EstratgicoInfraestruturaPessoas Misso: Prevenir e combater a corrupo e aprimorar a gesto pblica, fortalecendo os controles internos e incrementando a transparncia, a tica e o controle social.Viso: Ser reconhecida nacional e internacionalmente como instituio de referncia (excelncia) na preveno e combate corrupo e no aprimoramento da gesto pblica, com quadro tcnico altamente qualificado e motivado.ResultadosFortalecer os controles internos e a capacidade de gerir riscos das instituies pblicas.Aprimorar os mecanismos de responsabilizao administrativa.Incrementar os mecanismos de transparncia e de controle social.Fomentar a melhoria contnua da gesto e da prestao de servios pblicos.Intensificar as Aes de Auditoria InvestigativaProcessos Internos

    Aprimorar a governana de TI, mediante o alinhamento das aes aos objetivos estratgicos do rgo.Estabelecer mecanismos para implementar a Lei de Acesso a Informao.Aprimorar os processos de trabalho e consolidar a gesto integrada das aes de controle interno, correio, preveno e combate corrupo e ouvidoria. Implantar mecanismos de difuso e gesto de conhecimentos...Adequar a infraestrutura fsica e tecnolgica aos requisitos de qualidade dos trabalhos realizados.Intensificar a participao e o protagonismo do Brasil, representado pela CGU, em fruns internacionais, nas suas reas de atuao.Desenvolver poltica de comunicao intra-organizacional.Desenvolver competncias tcnicas e gerenciais.Valorizar e motivar.Aprimorar o marco legal pertinente s suas competncias institucionais.Misso: Prevenir e combater a corrupo e aprimorar a gesto pblica, fortalecendo os controles internos e incrementando a transparncia, a tica e o controle social.Fortalecer os controles internos e a capacidade de gerir riscos das instituies pblicas.Fomentar a melhoria contnua da gesto e da prestao de servios pblicos.

  • ROTEIRO DA APRESENTAO Conceitos gerais de Controles Internos Administrativos (viso internacional e nacional).Importncia do uso de componentes como ferramenta e avaliaes dos Controles Internos Administrativos 2013 nas Auditorias Anuais de Contas.Exerccio prtico.

  • Afinal, o que seria controle interno??

  • O Comit de Procedimento de Auditoria do Instituto Americano de Contadores Pblicos Certificados diz que: o controle interno compreende o plano da organizao e todos os mtodos e medidas adotadas na empresa para salvaguardar seus ativos, verificar a exatido e fidelidade dos dados contbeis, desenvolver a eficincia nas operaes e estimular o seguimento das polticas administrativas prescritas (ATTIE,1984).

    Fonte: ATTIE, William. Auditoria: conceitos e aplicaes. 2. ed. So Paulo: Atlas, 1984.Controle Interno

  • De acordo com o CRC-SP/IBRACON o controle interno a viga mestra em que a administrao se baseia para medir o alcance dos objetivos e metas, e ter certeza de que as diretrizes fornecidas pela empresa esto sendo regularmente seguidas.Fonte: CRC-SP/IBRACON. Controles internos contbeis e alguns aspectos de auditoria. So Paulo: Atlas, 2000.Controle Interno

  • Boynton, Jonson e Kell enfatizam que os controles internos so operados por pessoas. No so meramente um manual de polticas e um conjunto de formulrios, mas o resultado da interao de pessoas em todos os nveis da organizao. Os elementos do controle interno so as polticas e prticas adotadas pela organizao; eles evidenciam as responsabilidades, as rotinas e os procedimentos que devem ser seguidos pelas pessoas envolvidas.Fonte: BOYNTON, William C.; JOHNSON, Raymond N.; KELL, Walter G. Auditoria; traduo: Jos Evaristo dos Santos. So Paulo: Atlas, 2002.Controle Interno

  • Controle interno um processo realizado pela diretoria, por todos os nveis de gerncia e por outras pessoas da entidade, projetado para fornecer segurana razovel quanto consecuo de objetivos nas seguintes categorias: eficcia e eficincia das operaes; confiabilidade de relatrios financeiros; cumprimento de leis e regulamentaes aplicveis. Controle InternoFonte: COSO

  • Controle InternoConsideram-se Controles Internos o conjunto de atividades, planos, mtodos, indicadores e procedimentos interligados, utilizado com vistas a assegurar a conformidade dos atos de gesto e a concorrer para que os objetivos/metas estabelecidos para a unidade sejam alcanados.Fonte: Portaria TCU 175/2013

  • Controle Interno AdministrativoControle interno administrativo o conjunto de atividades, planos, rotinas, mtodos e procedimentos interligados, estabelecidos com vistas a assegurar que os objetivos das unidades e entidades da administrao pblica sejam alcanados, de forma confivel e concreta, evidenciando eventuais desvios ao longo da gesto, at a consecuo dos objetivos fixados pelo Poder Pblico. Fonte: IN 01, Cap. VII, seo VIII

  • Limitaes?

  • LimitaesEmbora os controles internos possam ajudar a atenuar riscos,, eles no os eliminam completamente. Controles internos somente podem fornecer SEGURANA RAZOVEL MAS NO ABSOLUTA de que os objetivos de uma companhia foram alcanados. Os controles internos so, afinal de contas, construdos por processos que envolvem pessoas e, assim, esto sujeitos a todas as limitaes pertinentes ao envolvimento humano.

  • Limitaesa) a existncia normal da administrao de que o custo de um controle interno no exceda os benefcios a serem obtidos;b) a maioria dos controles internos tende a ser direcionada para transaes rotineiras em vez de para transaes no rotineiras;c) o potencial de erro humano devido a descuido, distrao, erros de julgamento e instrues mal-entendidas;d) a possibilidade de contornar os controles internos por meio de conluio de um membro da administrao ou empregado com partes de fora (terceiros) ou de dentro da entidade;Fonte: FRANCO, Hilrio; MARRA, Ernesto. Auditoria contbil. 4. ed. So Paulo: Atlas, 2001.

  • Limitaese) a possibilidade de que uma pessoa responsvel por exercer um controle interno possa abusar dessa responsabilidade. Por exemplo, um membro da administrao que passe por cima de um controle interno;f) A possibilidade de que procedimentos se tornem inadequados devido a mudanas nas condies e de que o cumprimento desses procedimentos se deteriore.

  • Quais as estruturas disponveis de controles internos?

  • COSO I

  • O que vem a ser o conceito de Gerenciamento de Riscos Corporativos (Enterprise Risk Management) ERM (COSO II)? Esse conceito substitui a atual estrutura do COSO I?COSO II e COSO I

  • O COSO lanou um estudo intitulado Enterprise Risk Management Framework (COSO II). Esse estudo incorpora mas no substitui o estudo sobre a estrutura de controles internos do COSO, de 1992, e tambm destina-se a estimular uma conscincia sobre os conceitos de risco e controle, por toda a empresa e a se tornar um modelo comumente aceito para discusso e avaliao do processo de gerenciamento de risco da organizao.

    Fonte: Seo 404 da Lei Sarbanes-Oxley: Certificao dos Controles Internos pela Administrao. Respostas s perguntas mais frequentes.

  • Doug Prawitt, da Brigham Young University, membro do Conselho Consultivo do COSO, afirmou Muitas organizaes adotaram a estrutura de controles internos do COSO, vrias normas de auditoria baseiam-se nessa estrutura, e parece que as certificaes sobre controles internos exigidos pela Sarbanes-Oxley se basearo fortemente no modelo de controle interno do COSO. Assim, era absolutamente crtico que a nova estrutura de avaliao de riscos no substitusse o trabalho anterior do COSO.

  • Governana &Controles Internos

  • Governana CorporativaConjunto de prticas de gesto, envolvendo, entre outros, os RELACIONAMENTOS entreeacionistas ou quotistas, conselhos de administrao e fiscal, ou rgos com funes equivalentes, diretoria e auditoria independente, com a finalidade de otimizar o desempenho da empresa e proteger os direitos de todas as partes interessadas, com transparncia e equidade, com vistas a maximizar os resultados econmico-sociais da atuao das empresas estatais federais (Decreto 6990/2009).

  • Mosaico de GovernanaRol dos Responsveis

    Sistema Legal

    Ministrio Supervisor

    Sociedade

    Controle Externo (TCU)

    Controle Interno (CGU)

    Legisladores

    Imprensa

    OS, OSCIP, ONG

    Auditoria Interna

    rgo Colegiado

    Dirigente Mximo

    Membro de diretoria ou ocupante de cargo de direo no nvel de hierarquia imediatamente inferior e sucessivo ao do dirigente.

    Conselho de Administrao

    Conselho Fiscal

    Entrega de bens e servios sociedade.Regular aplicao dos recursos pblicos

  • O diretor-presidente, em conjunto com a Diretoria e auxiliado pelos demais rgos de controle vinculados ao Conselho de Administrao, responsvel pela elaborao e proposio para aprovao do Conselho de sistemas de controles internos. Esses sistemas so voltados a monitorar o cumprimento dos processos operacionais e financeiros, assim como os riscos de no conformidade. A eficcia desses controles deve ser revista, no mnimo, anualmente. Os sistemas de controles internos devero estimular que os rgos da Administrao encarregados de monitorar e fiscalizar adotem atitude preventiva, prospectiva e proativa na minimizao e antecipao de riscos.

    Fonte: IBGC. Cdigo das Melhores Prticas de Governana Corporativa. 4.ed. So Paulo: IBGC, 2009.Principal Executivo/Dirigente

  • Os Conselhos