Crise na Ucrânia: Resquícios da Guerra Fria. Motivo da crise:

  • View
    103

  • Download
    0

Embed Size (px)

Text of Crise na Ucrânia: Resquícios da Guerra Fria. Motivo da crise:

  • Slide 1
  • Crise na Ucrnia: Resqucios da Guerra Fria
  • Slide 2
  • Motivo da crise:
  • Slide 3
  • A onda de manifestaes na Ucrnia teve incio depois que o governo do presidente Victor Yanacovic desistiu de assinar, em 21 de novembro de 2013, um acordo de livre- comrcio e associao poltica com a Unio Europeia (UE), alegando que decidiu buscar relaes comerciais mais prximas com a Rssia, seu principal aliado.
  • Slide 4
  • O conflito reflete uma diviso interna do pas, que se tornou independente de Moscou com o colapso da Unio Sovitica, em 1991.
  • Slide 5
  • Slide 6
  • Slide 7
  • Slide 8
  • Incio da crise: Dias depois de anunciar a desistncia do acordo com a UE, o governo ucraniano admitiu que tomou a deciso sob presso de Moscou; O governo russo, que teria ameaado cortar o fornecimento de gs e tomar medidas protecionistas contra acesso dos produtos ucranianos ao seu mercado;
  • Slide 9
  • Slide 10
  • Milhares de ucranianos favorveis adeso UE, tomaram as ruas de Kiev para exigir que o presidente voltasse atrs na deciso e retomasse negociaes com o bloco.
  • Slide 11
  • Slide 12
  • O presidente Yanacovic prometeu, porm, criar "uma sociedade de padres europeus" e afirmou que polticas nesse caminho "tm sido e continuaro a ser consistentes".
  • Slide 13
  • Os protestos se intensificaram e ficaram mais violentos. Os grupos oposicionistas passaram a exigir a renncia do presidente e do primeiro-ministro. Tambm decidiram criar um quartel-general da resistncia nacional e organizar uma greve em todo o pas.
  • Slide 14
  • Slide 15
  • Slide 16
  • A queda do governo: 22 de janeiro de 2014: o presidente deixou Kiev e foi para paradeiro desconhecido. Com sua ausncia da capital, sua casa, escritrio e outros prdios do governo foram tomados pela oposio; Yanacovic teve sua priso decretada pela morte de civis. Aps dias desaparecido, ele apareceu na Rssia, acusou os mediadores ocidentais de traio, disse no reconhecer a legitimidade do novo governo interino e prometeu continuar lutando pelo pas.
  • Slide 17
  • Slide 18
  • O interesse da Rssia: A Ucrnia est em uma longa disputa com Moscou sobre o custo do gs russo. Em meio crise, a companhia russa Gazprom decidiu acabar a partir de abril com a reduo do preo do gs vendido Ucrnia, o que prejudicar a economia do pas. A empresa tambm ameaou cortar o fornecimento de gs.
  • Slide 19
  • Slide 20
  • No leste do pas onde ainda se fala russo muitas empresas dependem das vendas para a Rssia.
  • Slide 21
  • Slide 22
  • A Crimeia... Com o aumento das tenses separatistas, o Parlamento russo aprovou, a pedido do presidente Vladimir Putin, o envio de tropas Crimeia para normalizar a situao; A regio aprovou um referendo para debater sua autonomia e elegeu um premi pr-Rssia, Sergei Aksyonov, no reconhecido pelo governo central ucraniano. No dia 4 de maro, ele afirmou planejar assumir o controle militar da pennsula;
  • Slide 23
  • Slide 24
  • Slide 25
  • O movimento russo levou o presidente dos EUA, Barack Obama, a pedir a Putin o recuo das tropas na Crimeia. Para Obama, Putin violou a lei internacional com sua interveno. A Unio Europeia tambm disse que poderia impor sanes, sendo criticada por Moscou, que ameaou uma retaliao.
  • Slide 26
  • Elementos envolvidos: Tenso entre Rssia e EUA desde a concesso de asilo poltico a Edward Snowden; Putin hbil em estabelecer tenso entre os EUA e seus aliados europeus; EUA com relaes abaladas com Alemanha aps denncias de espionagem; Permanncia da frota russa no Mar Negro est em jogo; Fornecimento de gs para a Europa pode ficar comprometido.
  • Slide 27
  • Slide 28
  • Slide 29
  • Venezuela A Venezuela, oficialmente Repblica Bolivariana da Venezuela, um pas tropical, na costa norte da Amrica do Sul. O pas possui vrias ilhas fora de seu territrio continental situadas em sua costa no mar do Caribe ou mar das Carabas. Capital: Caracas Presidente: Nicols Maduro Governo: Presidencialismo, Repblica federal, Federao, Estado socialista, Repblica constitucional, Repblica
  • Slide 30
  • H UGO C HVEZ Hugo Chvez Fras foi um poltico e militar venezuelano. Lder da Revoluo Bolivariana. Chvez advogava a doutrina bolivarianista, promovendo o que denominava de socialismo do sculo XXI.
  • Slide 31
  • Hugo Chvez Nascimento: 28 de julho de 1954, Sabaneta, Venezuela Falecimento: 5 de maro de 2013, Caracas, Venezuela
  • Slide 32
  • Durante os 14 anos do governo. A economia venezuelana foi um dos setores que sofreu a maior transformao na transio para o socialismo. Nacionalizou empresas, centralizou a gesto das finanas pblicas, ancorou os preos de alimentos e remdios. Governo de Chvez
  • Slide 33
  • Slide 34
  • M ORTE EM C UBA ? E NVENENAMENTO ? Oficialmente, Hugo Chvez morreu no dia 5 de maro de 2013, em Caracas, pouco tempo depois de voltar de Cuba, onde fazia tratamento contra o cncer. Algumas pessoas dizem que o ex-presidente venezuelano morreu na ilha dos irmos Castro e que o governo quis esconder esse fato da populao.
  • Slide 35
  • M ORTE EM C UBA ? E NVENENAMENTO ? Os chavistas tambm tem uma teoria conspiratria para a morte de seu lder. A Venezuela instalou um inqurito formal sobre as suspeitas de que o cncer do falecido presidente Hugo Chvez foi resultado de envenenamento por seus inimigos no exterior
  • Slide 36
  • N ICOLS M ADURO Em 14 de abril de 2013, Maduro foi eleito com 50,66% dos votos contra 49,07% de seu opositor, Henrique Capriles Radonski.
  • Slide 37
  • I MPRENSA O presidente da Venezuela, Nicols Maduro, disse no sbado (15.02), que no renunciar e que no entregar um s milmetro do poder que recebeu do povo... Venezuela vive novos protestos populares contra Nicols Maduro.
  • Slide 38
  • LDER DA OPOSIO DA VENEZUELA PRESO EM CARACAS Manifestantes antigoverno lotaram as ruas de Caracas nesta tera-feira (18), depois que o lder da oposio venezuelana, Leopoldo Lpez, se entregou Justia.
  • Slide 39
  • M ARO / 2014 Milhares de pessoas saram s ruas em Caracas nesse domingo (2.03) em protesto contra a gesto do presidente venezuelano Nicols Maduro.
  • Slide 40
  • A mobilizao, que comeou h cerca de um ms, j provocou a priso de centenas de manifestantes e a morte de pelo menos 18 pessoas em confrontos entre opositores e a polcia. Pelo menos quatro grandes passeatas tomaram as ruas da capital venezuelana neste domingo. Os manifestantes, que denunciam insegurana, impunidade, crise econmica e censura na mdia.
  • Slide 41
  • O presidente Nicols Maduro informou nesta quarta-feira (05.03) que a Venezuela rompeu hoje relaes com o Panam, segundo ele, porque o pas est "conspirando" contra o governo venezuelano. Ainda de acordo com Maduro, o trato econmico entre ambos est suspenso.
  • Slide 42
  • 'Nem agora nem nunca' Se dirigindo ao secretrio-geral da OEA, Jos Miguel Insulza, sobre possvel envio de uma misso Venezuela, Maduro declarou: "Na Venezuela no pisa nenhuma delegao da OEA sem nossa autorizao, sem nosso convite". "A OEA no entra na Venezuela nem agora nem nunca", acrescentou.
  • Slide 43
  • A PRIMAVERA RABE
  • Slide 44
  • Na Primavera rabe, os jovens de classe mdia e os jovens mais pobres querem viver os gostos da liberdade individual e do consumo do Ocidente. Querem se afirmar como indivduos. E nisso, as redes sociais fazem o seu papel. O modo de vida ocidental os atrai como atraiu os dos pases comunistas, gerando as revolues de 1989 que fizeram, no final, desaparecer a URSS. Paulo Ghiraldelli Jr.
  • Slide 45
  • A Primavera rabe se refere s ondas de protestos e rebelies no Norte da frica e no Oriente Mdio que vm acontecendo desde dezembro de 2010. A onda revolucionria comeou no final de 2010 na Tunsia, com a Revoluo de Jasmim (flor smbolo do pas), quando Mohamed Bouazizi, um vendedor de rua, se auto imolou (ateou fogo a si mesmo) por ser vtima de cobranas indevidas por parte do governo para poder trabalhar com seu carrinho de frutas. Ele estava desempregado e seu carrinho era o seu modo de sobreviver. Mohamed morreu em janeiro de 2011 e ento comearam os protestos na Tunsia. O presidente Zine El Abidine Ben Ali, foi deposto aps 23 anos de ditadura.
  • Slide 46
  • Com o sucesso dos protestos na Tunsia, uma onda de instabilidade atingiu a Arglia, Jordnia, Egito e o Imen.
  • Slide 47
  • Aps meses de impasses e conflitos, o presidente do Imen, Ali Abdullah Saleh, no poder h 33 anos, assinou um acordo e passou o cargo a seu vice, que ir convocar eleies. O acordo s foi possvel com a presso, e interveno, da Arbia Saudita, que fez uso da sua grande influncia financeira e diplomtica para tentar deter a Primavera rabe e marcar posio em relao ao Ir. Em 21 de fevereiro de 2012, a populao do Imen foi convocada s urnas e escolheu o sucessor de Saleh.
  • Slide 48
  • Slide 49
  • Com o incio dos protestos em janeiro de 2011, e seu