Curso Direito 2010-2 - UniFOA - Centro Universitário de ...web.· RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO

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  • RESUMO DOS TRABALHOS DECONCLUSO DE CURSO

    Direito

    2010-2

    ISSN 1982-1816

    Especial Online

    www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html

  • Cadernos UniFOA Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSO DE CURSO

    Direto / 2010-2

    CRIMES PASSIONAIS

    Alunos: BEZERRA, Agla Marinho da Silva Joffily. Orientador: HADDAD, Marcelo dos Santos.

    RESUMO

    O presente trabalho tem por objetivo analisar a srie de transformaes ocorridas na

    punio do crime passional, devido s mudanas sociais e culturais verificadas com

    o passar dos anos. Esse um delito que sempre existiu na histria, porm, em

    nenhuma poca foi legislado, aparecendo somente como delito de homicdio. H

    vrios momentos motivadores que propiciam o crime passional. Os mais comuns

    so os sentimentos de vingana, cime, posse ou rejeio, resultantes da conduta

    das vtimas que afligem o homicida passional, geralmente desequilibrados mental e

    psicologicamente, levando-o a matar em nome do amor. Os defensores deste tipo

    de homicida criaram a tese da legtima defesa da honra, no prevista na legislao,

    porm, facilmente aceita pelos Tribunais do Jri, compostos por homens que

    achavam normal o comportamento do homicida passional que, trado, lavava a sua

    honra com sangue e sofrimento e, em nome disto, era absolvido. A partir dos anos

    70, devido s vrias manifestaes feministas contra o benefcio com o qual era

    tratado o assassino passional, a sociedade e os Tribunais no mais acatavam a tese

    da legtima defesa da honra, punindo com mais rigor os autores de delitos to

    brbaros. Porm, a maior mudana, ocorreu com a Constituio Federal de 1988,

    que determinou o tratamento igualitrio entre homens e mulheres e, hoje,

    inadmissvel um defensor alegar a tese da legtima defesa da honra, visto que no

    mais possvel deixar que a honra do homem sobreponha-se ao direito vida

    garantida mulher.

    Palavras-chave: Crime passional; Violenta emoo; Legtima defesa da honra.

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    Direto / 2010-2

    LIMITAES DO DIREITO PROPRIEDADE: NATUREZA JURDICA DOS 4

    E 5 DO ARTIGO 1228 DO CODIGO CIVIL

    Alunos: FERNANDES, Andreia,

    Orientador: MONTEIRO, Matheus Vidal Gomes.

    RESUMO

    As disposies do Cdigo Civil que garantem a aquisio da propriedade imobiliria

    a considervel nmero de pessoas que exerceram posse trabalho sobre

    determinado imvel (CC, art.1.228, 4 e 5), muito embora sejam claras e de

    contedo auto-explicativo, imporo aos juzes e jurisprudncia um razovel esforo

    no sentido de revelar o alcance de certos conceitos l previstos, j que so eles, em

    especial os previstos no 4 do art.1.228, clusulas abertas de que se utiliza o

    legislador para viabilizar ao intrprete a concretizao dos valores constitucionais

    que diretamente repercutem no direito privado.

    Palavras-chave: aquisio; pessoas; juzes; clusulas; constitucionais.

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    Direto / 2010-2

    A VALORIZAO DOS DIREITOS HUMANOS

    Alunos: COURA, Danielle Berbert Rodrigues. Orientador: MONTEIRO, Matheus Vidal Gomes.

    RESUMO

    Os direitos humanos assumiram na atualidade um patamar de prevalncia, resultado

    de muitas lutas ao longo da Histria. Aps o sc. XX o que se restringia a discursos

    revolucionrios e teorias filosficas baseadas no jusnaturalismo passa a ganhar

    fora normativa. Porm no se pode confundir direitos humanos, aqueles direitos

    inerentes a todo ser humano com aqueles especficos positivados por cada Estado

    na forma de direitos fundamentais. Ao longo de seu desenvolvimento, a busca pela

    credibilidade dos direitos humanos assumiu mbito mundial chegando a at vencer

    os conceitos de soberania nacional. Os estudos apontados visaram mostrar o

    resultado de todo esse crescimento e tambm demonstrar como existe viabilidade e

    eficcia na proteo dos direitos humanos e que no devem ser vencidos pela

    descrena. Para tanto, analisamos os julgamentos que colocaram por terra a priso

    do depositrio infiel que mesmo disposto na Constituio brasileira perdeu

    aplicabilidade frente a existncia da Conveno Americana de Direitos Humanos

    que veda a priso do depositrio infiel.

    Palavras-chave: direitos humanos; direitos fundamentais; dignidade da pessoa

    humana; soberania estatal; depositrio infiel.

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    Direto / 2010-2

    DIREITO DE PROPRIEDADE E A DESAPROPRIAO POR INTERESSE SOCIAL

    Alunos: FERNANDES, Gabriela Gonalves. Orientador: PACHECO, Carlos Jos.

    RESUMO

    Este trabalho pretende abordar o grandioso tema Desapropriao, dando nfase ao

    interesse social com finalidade de Reforma Agrria, assentamento de colonos.

    Passando pelo instituto da propriedade, pela funo social que esta deve

    desempenhar e pelas formas que o Estado tem para intervir na propriedade privada,

    chegaremos desapropriao e consequentemente desapropriao por interesse

    social. sabido que a Carta Magna de 1988 garante a propriedade privada, porm

    estipula que esta deva cumprir sua funo social, pois o direito de propriedade no

    absoluto. O Estado possui mecanismos para intervir na propriedade privada, esteja

    ela cumprindo ou no sua funo social. Para cada situao especfica, existe uma

    forma adequada de interveno, desde os meios mais brandos, quanto aos mais

    gravosos, como a desapropriao. Desapropriar propriedades rurais para assentar

    colonos, na verdade, uma tentativa de diminuir a desigualdade social. As famlias

    assentadas tm o dever de promover o melhor aproveitamento possvel das terras

    que lhes foram entregues. Com a efetiva Reforma Agrria, h a possibilidade de melhoria na distribuio de terras no Brasil.

    Palavras-chave: Propriedade; Funo Social; Desapropriao por Interesse Social.

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    Direto / 2010-2

    FUNO SOCIAL DA PROPRIEDADE E A VEDAO DE USUCAPIO

    SOBRE BENS PBLICOS

    Alunos: JUNIOR, Gilberto Antonio de Souza.

    Orientador: JORDAO, Daniel Ferreira.

    RESUMO

    Esta pesquisa de concluso de curso, tem como propsito estudar a doutrina e a

    aplicao do instituto da funo social da propriedade no tocante aos bens pblicos,

    bem como a possibilidade da concesso do direito real de uso para fim de habitao

    em relao a imveis abandonados pelo Poder Pblico e ocupados por particulares,

    para fins de moradia atravs do instituto da usucapio. Trata-se de um dos temas

    introdutrios da cadeira de Direitos Reais, que diz respeito interpretao do

    Instituto da propriedade luz do princpio constitucionalmente consagrado da

    observncia da funo social da propriedade. Inicialmente ser abordado a

    sistemtica da terra no Brasil. Em seguida, abordaremos os princpios da

    propriedade e sua funo social. Na Terceira etapa, ser explanado os requisitos e

    modalidade da aquisio da propriedade atravs da usucapio e suas previses

    constitucionais. Abordaremos tambm a questo dos bens pblicos, e concluiremos

    nosso trabalho, apresentando os conceitos e contradies sobre as terras devolutas,

    mantendo o enfoque nas possibilidades doutrinarias da aplicao do instituto da

    usucapio aos bens pblicos em decorrncia da destinao efetiva da terra

    baseando-se principalmente nos princpios da funo social da propriedade.

    Palavras-chave: Propriedade; Funo Social; Usucapio; Bens Pblicos.

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    Direto / 2010-2

    O VENIRE CONTRA FACTUM PROPRIUM E A BOA-F OBJETIVA NOS

    CONTRATOS

    Alunos: PEREIRA, Izabela Kozlowski.

    Orientador: JORDAO, Daniel Ferreira.

    RESUMO

    O presente estudo visa analisar os institutos do Venire contra factum proprium ou

    princpio da vedao do comportamento contraditrio e a boa-f objetiva nos

    contratos. Veremos que com o Cdigo Civil de 1916 foi silente quanto a uma norma

    que se referisse boa-f objetiva nos contratos. S vindo esta a existir a partir do

    Cdigo Civil de 2002. Assim ao estudarmos estes dois princpios de to alta

    importncia para o ordenamento jurdico ptrio veremos algumas de suas

    caractersticas, como tambm, a forma pela qual a jurisprudncia vem se

    posicionando acerca da sua aplicao. Por ltimo ser trago a discusso de que

    diante da existncia do princpio da fora obrigatria dos contratos ou Pacta sunt

    servanda poder ou no ser aplicado os princpios da vedao do comportamento

    contraditrio no mbito da boa-f objetiva.

    Palavras-chave: Cdigo Civil de 2002; boa-f objetiva; vedao; comportamento

    contraditrio; fora obrigatria; contratos.

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    Direto / 2010-2

    TRABALHO ESCRAVO NA ATUALIDADE

    Alunos: NETO, Luiz de S. Orientador: GARCIA, Ivan Simes.

    RESUMO

    O presente estudo surgiu de uma preocupao sobre os aspectos econmicos e

    sociais de um tema que ainda aflige os principais rinces trabalhistas do Brasil. O

    trabalho escravo, ainda uma prtica muito comum, traz tona possveis mazelas de

    economias em desenvolvimento, caso a ser detalhado quando tratamos do mundo

    do trabalho tanto nos aspectos nacionais, quanto internacionais. Trazemos para o

    mbito do direito as