DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA – DFC Elder ?· A demonstração de fluxo de caixa DFC permite que…

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    08-Nov-2018

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  • DEMONSTRAO DE FLUXO DE CAIXA DFC

    Elder Aparecido Monsato; Marlau Adolfo da Silva; Marcelo Resquetti Tarifa

    RESUMO De acordo com realidade econmica atual, relativamente estvel, de competitividade acirrada em quase todos os seguimentos, com o preo de venda sendo definido pelo mercado, saber onde esto sendo empregados seus recursos financeiros so de extrema importncia. Nesse cenrio, esse artigo de pesquisa bibliogrfica vida explanar a Demonstrao de Fluxo de Caixa, uma demonstrao contbil que tem como finalidade evidenciar a captao e aplicao dos recursos financeiros de uma empresa . Com a publicao da lei 11.638/2007(de 28 dezembro 2007) a demonstrao de fluxo de caixa passou a ser obrigatria, para as empresas de sociedade annima e para sociedade de capital fechado com patrimnio liquido superior a 2 milhes de reais. Essa obrigatoriedade esta exposta no artigo 1 da lei n 11638 que altera a redao do inciso IV do artigo 176 da lei 6.404. Nesta mesma publicao A DFC veio em substituio a DOAR (Declarao de Origem e Aplicao de Recursos). A DFC (Demonstrao de Fluxo de Caixa) tem dois mtodos de elaborao que sero evidenciados no decorrer do artigo, mtodo direito e indireto; no qual todos apresentaram o mesmo resultado. ABBSTRACT According to current economic reality, relatively stable, strong competitiveness in almost all segments, with the sale price being set by the market, know where they are being used its financial resources are extremely important. In this scenario, this article of life literature explaining the Statement of Cash Flow, a financial statement that is intended to demonstrate the capture and use of financial resources of a company. With the publication of the law 11.638/2007 (from December 28, 2007) the cash flow statement is now mandatory for companies and corporation privately held company with net worth over 2 million dollars. This obligation is set out in Article 1 of Law No. 11638 amending the wording of item IV of article 176 of Law 6404. In the same publication The DFC came to replace GIVING (Statement of Source and Application of Resources). The DFC (Statement of Cash Flows) has two methods of preparation that will be highlighted throughout the article, direct and indirect method, in which all showed the same result. Bacharel em Cincias Contbeis, Especialista em Contabilidade e Controladoria Empresarial pelo Instituto de Ensino Superior de Londrina - INESUL.eldermonsato@hotmail.com Bacharel em Cincias Contbeis e Especialista em Contabilidade e Controladoria Empresarial pelo Instituto de Ensino Superior de Londrina - INESUL. marlauadolfo@hotmail.com Doutor em Contabilidade, professor do Curso de Especializao em Contabilidade e Controladoria Empresarial do Instituto de Ensino Superior de Londrina INESUL.

  • INTRODUO Demonstrao de fluxo de caixa

    De acordo com campos Filhos (1999) os EUA foram os pioneiros quanto a exigncia da apresentao da DFC, por meio da publicao em 1987 do modelo FAS (Financial Accounting Standard) n 95. Logo aps, em 1992, os pases do Reino Unido tambm passaram a exigir a apresentao com a publicao do modelo FRS 01 (Financial Reporting Standard).

    A DFC empregada no Brasil segue o modelo FAS 95, do FASB. Modelo este sub dividido em atividades operacionais, atividades de investimentos e atividades de financiamento.

    Iudcibus, Matins e Gelbcke (2003, p.32) pode-se definir a demonstrao de fluxo de caixa DFC como uma pea contbil que visa mostrar como ocorrem as movimentaes de disponibilidade em um dado perodo de tempo, sendo assim:

    Fluxo de caixa fluxo de liquidez, ou seja, o curso que no tempo traa o

    confronto de recursos de recebimentos e os desembolsos por pagamentos.

    Forma dinmica de conhecer o comportamento da liquidez ou capacidade

    ou dispor de dinheiro para fazer frente as necessidades financeiras.

    Procedimento tcnico de acompanhamento entre encaixes e desencaixes

    obtendo-se o valor liquido entre tais confrontos em perodos sucessivos[...]

    Iudcibus, Matins e Gelbcke (2003, p.398) ainda destacam que: As informaes da DFC, principalmente quando analisadas em conjunto com as demais demonstraes financeiras, podem permitir que investidores, credores, e outros usurios avaliem:

    a) A capacidade da empresa gerar futuros fluxos lquidos positivos de caixa; b) A capacidade de a empresa honrar seus compromissos, pagar dividendos e

    retornar emprstimos obtidos; c) A liquidez, solvncia e flexibilidade financeira da empresa; d) A taxa de converso de lucros em caixa; e) A performance operacional de diferentes empresas, por eliminar os efeitos de

    distintos tratamentos contbeis para as mesmas transaes e eventos; f) O grau de preciso das estimativas passadas de fluxos futuros de caixa; g) Os efeitos, sobre a posio financeira da empresa, das transaes de

    investimos e de financiamentos, etc.

    Gentil (2008) relata que o fluxo de caixa o termmetro do cotidiano da empresa, demonstra como a empresa esta se comportando em relao aos seus pagamentos e recebimentos referente suas operaes dirias.

  • A demonstrao de fluxo de caixa DFC permite que a empresa tenha maior controle sobre as entradas e sadas de dinheiro, possibilitando assim que importantes decises sejam tomadas no momento exato em que se tornem necessrias (QUINTANA ET AL, 2007, p.70).

    Marion (2006 p. 64) afirma que, no mnimo, a DFC indica mutaes ocasionadas no exerccio relativas ao saldo de caixa e equivalncia de caixa, segregada em fluxos de operaes, dos financiamentos e investimentos.

    Iudcibus, Matins e Gelbcke (2003, p.398) destaca alguns requisitos para o cumprimento da finalidade da DFC, que devem ser adotados:

    a) Evidenciar o efeito perodo das transaes de caixa segregadas por atividades operacionais, atividade de investimento e atividade de financiamento nesta ordem.

    b) Evidenciar separadamente, em notas explicativas que faam referencia DFC, as transaes de investimento e financiamento que afetam a posio patrimonial da empresa, mas no impactam diretamente os fluxos de caixa do perodo.

    c) Reconciliar o resultado liquido (lucro/prejuzo) com o caixa liquido gerado ou consumido nas atividades operacionais.

    Independente do mtodo utilizado para elaborao da DFC alguns conceitos estaro sempre evidenciados: Caixa e equivalente de caixa: Caixa engloba numerrios disponveis como dinheiro e saldo disponvel em banco. J equivalente de caixa contempla investimentos a curto prazo que podem ser transformados em valores de caixa com percentual insignificante de risco em relao a sua alterao de valor. - Atividades Operacionais: So as atividades geradoras de receita contemplando ainda atividade de investimento financeiro, so praticamente oriundos da receita da entidade. - Atividades de Investimento: esta vinculado ao ativo no circulante, como movimentao do imobilizado, compra e venda, investimentos financeiros a longo prazo. - Atividades de financiamento: atividades que influenciam na composio do patrimnio liquido representam obrigaes impostas a futuros fluxo de caixa pelos fornecedores de capital pela entidade.

    O comit de pronunciamentos contbeis aprovou o pronunciamento tcnico CPC-03, que regulamentou a elaborao da DFC junto com a normal brasileira de contabilidade NBC-T 3.8. A DFC possui como forma de classificao das demonstraes de caixa por grupos de atividade. - Atividades Operacionais so as atividades de financiamentos e investimentos, relacionadas com atividade de produo, entrega de bens e servios. (IUDCIBUS ET AL.,2008)

  • Entradas Sadas Recebimentos pela venda de produtos e servios

    Pagamentos a fornecedores

    Recebimentos de duplicatas nas vendas a prazo

    Pagamentos de impostos, tributos e taxas

    Recebimentos decorrentes de descontos de duplicatas

    Pagamento de juros

    Recebimento de juros sobre emprstimos concedidos ou aplicaes financeiras

    Recebimento de dividendos Outros recebimentos no oriundos das atividades de investimentos ou financiamentos

    Quadro 1 Atividades Operacionais. Fonte: Adaptado de IUDCIBUS et al. (2008, p. 352). -Atividades de Investimentos- Relacionada a mutao dos ativos de longo prazo aplicados na produo de bens e servios de aplicaes financeiras (IUDCIBUS et al. (2008). As atividades de investimento correspondem basicamente ao grupo do ativo no circulante (CAMPOS FILHO, 1999). Hoji (2004) destaca que essas atividades so reflexo das decises tomadas sobre aplicaes, de carter permanente, dos recursos necessrios para operacionalizar o empreendimento. Entradas Sadas Recebimento de emprstimos concedidos da venda desses a outras empresas

    Desembolsos dos emprstimos concedidos pela empresa

    Recebimento pela venda de ttulos de investimento e outras entidades

    Pagamento pela aquisio de ttulos de investimentos de outras entidades

    Recebimento pela venda de participaes em outras empresas

    Pagamento pela aquisio de ttulos patrimoniais de outras entidades

    Recebimento pelo resgate de participaes pelas entidades investidas

    Pagamento referente compra de ativos fixos utilizados na produo

    Venda de imobilizado e de outros ativos fixos utilizados na produo

    Quadro 2 Atividades de financiamento. Fonte: Adaptado de IUDCIBUS et al. (2008, p. 353). -Atividades de Financiamento- Tem como caracterstica a obteno de recursos de terceiros para aquisio de bens ou para saldar dividas. Entradas Sadas Venda de aes emitidas Pagamento de dividendos ou outras

    distribuies aos scios Emprstimos obtidos no mercado de curto e de longo prazo

    Pagamento de emprstimos obtidos, exceto juros

    Recebimento de contribuies de carter permanente ou temporrio

    Pagamento referente aquisio de imobilizado a prazo

    Quadro 2 Atividades de financiamento.

  • Fonte: Adaptado de IUDCIBUS et al. (2008, p. 352). Mtodos da demonstrao do fluxo de caixa Mtodo Direto

    Para Iudcibus, Matins e Gelbcke (2000, p. 351). A demonstrao de fluxo de

    caixa possui dois mtodos de apresentao que correspondem a: - direto: apresenta entradas e sadas de recursos de principais componentes das atividades operacionais; e - Indireto: que apresenta uma conciliao entre o resultado do exerccio e o caixa gerado pelas operaes da empresa.

    O mtodo direto demonstra as entradas e sadas das atividades operacionais pelo seu volume bruto. Iniciando-se basicamente pela demonstrao de resultados de exerccio e procedesse aos ajustes pelas variaes das contas do circulante balano patrimonial ligado as operaes. (IUDCIBUS; MARTINS;GELBECKE,2003,p.403). Segundo esses autores as empresa que utilizam o mtodo direto devem no mnimo detalhar o fluxo das operaes de acordo com as seguintes classes.

    Seus recebimentos, clientes, arrendatrios, confessionrios e similares Recebimento de juros e dividendos Demais recebimentos, quando houver Seus pagamentos, a empregados e fornecedores Juros pagos Impostos Outros pagamentos referentes as suas demais operaes

    Campos Filho (1999) destaca que uma das vantagens do mtodo direto a

    eliminao de qualquer transferncia da legislao fiscal, pois gera informaes baseadas em critrios tcnicos. O mtodo direto conhecido tambm com abordagem das contas T, sua abordagem dos recebimentos e pagamentos de uma empresa consiste da utilizao das partidas dobradas.

    Conforme NPC 20 - Pronunciamento do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil - IBRACON n 20 de 30/04/1999, a DFC elaborada pelo mtodo direto deve conter:

    Atividades

    Fluxos de caixa originados de: operacionais

    Valores recebidos de clientes X

    Valores pagos a fornecedores e empregados (X)

  • Imposto de renda e contribuio social pagos (X)

    Pagamentos de contingncias (X)

    Recebimentos por reembolso de seguros X Recebimentos de lucros e dividendos de subsidirias X

    Outros recebimentos (pagamentos) lquidos X

    --- Disponibilidades lquidas geradas pelas (aplicadas nas) atividades operacionais X

    Atividades de

    investimentos

    Compras de imobilizado (X)

    Aquisio de aes/cotas (X) Recebimentos por vendas de ativos permanentes X

    Juros recebidos de contratos de mtuos X

    ---

    Atividades de investimentos X

    Atividades de

    financiamentos

    Integralizao de capital X

    Pagamentos de lucros e dividendos (X)

    Juros recebidos de emprstimos X

    Juros pagos por emprstimos (X)

    Emprstimos tomados X

    Pagamentos de emprstimos/debntures (X)

    Disponibilidades lquidas geradas pelas (aplicadas nas) atividades de financiamentos X

    ---

    Aumento (Reduo) nas disponibilidades X

    Disponibilidades -no incio do perodo X

    Disponibilidades -no final do perodo X

    ==

    Resultado do exerccio/perodo X Ajustes para conciliar o resultado com o valor das disponibilidades geradas (aplicadas)

    Depreciao e amortizao X Resultado na venda de ativos permanentes X

    Equivalncia patrimonial X

    Variaes nos ativos e passivos (Aumento) Reduo em contas a receber (X)

  • (Aumento) Reduo nos estoques X

    Aumento nas despesas antecipadas (X) Aumento (Reduo) em fornecedores e contas a pagar (X) Aumento (Reduo) na proviso para devedores duvidosos X Aumento (Reduo) na proviso para frias X Aumento (Reduo) na proviso para contingncias X

    ---

    Total dos ajustes X

    --- Disponibilidades lquidas geradas pelas (aplicadas nas) atividades operacionais X

    ---

    Mtodo Indireto

    Iudcibus, Matins e Gelbcke (2003, 403) afirmam que a lgica para a elaborao da DFC no mtodo indireto tem seu ponto de partida extrado da DRE, a partir da comeam a ser feitas adies e subtraes dos eventos que afetam o lucro mais no afetam o caixa ou vice versa, afetam o caixa mais no afetam o lucro. Devem ser atentado tambm ao fato de haver na DRE eventos referentes a atividades no operacionais da empresa, que por sua vez deveram ser adicionais ou subtrados do lucro liquido.

    A grande vantagem da elaborao da DFC pelo mtodo indireto evidenciar com clareza as variaes e so geradas no caixa por alteraes nos prazos de recebimento e pagamento ou por incrementos de estoques.

    Iudcibus, Matins e Gelbcke (2003, p.399) o mtodo indireto tambm conhecido como mtodo da reconciliao por efetuar uma conciliao entre o lucro liquido e o caixa gerado pelas operaes

    Para Iudcibus (2008) no mtodo indireto necessrio remover o lucro liquido as alocaes ao perodo do consumo de ativos de longo prazo e aqueles itens cujos efeitos no caixa sejam classificados como atividade de investimento ou financiamento, alem dos ganhos e perdas na baixa de investimento. Conhecidos como mtodo de reconciliao, por conciliar o lucro liquido e o caixa gerado pelas operaes, na utilizao desse mtodo deve se remover do lucro liquido os deferimentos que foram caixa no passado assim como as alteraes dos saldos das contas a receber e a pagar no perodo.

  • Conforme NPC 20 - Pronunciamento do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil - IBRACON n 20 de 30/04/1999, a DFC elaborada pelo mtodo indireto deve conter:

    Fluxos de caixa das atividades operacionais

    Resultado do exerccio/perodo X Ajustes para conciliar o resultado s disponibilidades geradas pelas atividades operacionais

    Depreciao e amortizao X

    Resultado na venda de ativos permanentes X

    Equivalncia patrimonial (X)

    Recebimento de lucros e dividendos de subsidirias X

    Variaes nos ativos e passivos

    (Aumento) Reduo em contas a receber X

    (Aumento) Reduo nos estoques X

    Aumento (Reduo) em fornecedores X

    Aumento (Reduo) em contas a pagar e provises X

    Aumento (Reduo) no imposto de renda e contribuio social X

    ---

    Disponibilidades lquidas geradas pelas (aplicadas nas) atividades operacionais X

    Fluxos de caixa das atividades de investimentos

    Compras de imobilizado (X)

    Aquisio de aes/cotas (X)

    Recebimentos por vendas de ativos permanentes X

    ---

    Disponibilidades lquidas geradas pelas (aplicadas nas) atividades de investimentos X

    Fluxos de caixa das atividades de financiamentos

    Integralizao de capital X

    Pagamentos de lucros dividendos (X)

    Emprstimos tomados X

    Pagamentos de emprstimos/debntures (X)

    Juros recebidos de emprstimos X

    Juros pagos por emprstimos (X)

    ---

    Disponibilidades lquidas geradas pelas (aplicadas nas) atividades de financiamentos X

    ---

    Aumento (Reduo) nas disponibilidades X

    No incio do perodo X

    No final do perodo X

    ===

  • Apesar de no existir uma definio quanto a qual mtodo deve ser utilizado existe recomendao do Financial Accouting Standards Board (FASB) e International Accouting Standards Board (IASB) para que se utilize o mtodo direto, tendo em vista que este mtodo evidencia as principais classes de recebimentos e pagamentos.

    CONSIDERAES FINAIS

    Podemos concluir que a analise da DFC, busca, constatar os recebimentos e pagamentos da empresa em dinheiro em um dado perodo de tempo. A DFC compreende principalmente as disponibilidades da empresa, representadas por caixa, banco e aplicaes financeiras de curto prazo.

    A DFC no deve ser analisada de forma isolada e sim em conjunto com as demais demonstraes contbeis, porem fica evidenciado que sua eficcia no se aplica somente as empresas obrigadas a sua publicao devido a gama de informaes financeiras que podem ser extradas de sua analise. A tendncia que a curto prazo todas as empresas venham a agregar em suas demonstraes a DFC de forma voluntaria ou mesmo imposta pelas instituies competentes visto sua real eficcia. REFERENCIAS CAMPOS FILHO, Ademar. Demonstrao dos fluxos de caixa: uma ferramenta indispensvel para administrar sua empresa. So Paulo: Atlas, 1999 FREZATTI, Fabio. Gesto do Fluxo de caixa dirio: como dispor de um instrumento fundamental para o gerenciamento do negcio. Sao Paulo: Atlas, 1997. IUDCIBUS, Srgio de; MARTINS, Eliseu; GELBCKE, Ernesto Rubens. Manual de Contabilidade: Das Sociedades por Aes. 6. ed. Sao Paulo: Atlas, 2003. MARION, Jose Carlos. Analise das Demonstraes Contbeis: Contabilidade Empresarial. 3. ed. Sao Paulo: Atlas, 2006. NPC 20 - Pronunciamento do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil - IBRACON n 20 de 30/04/1999 Diponivel em: PEREZ JUNIOR, Jos Hernandez; BEGALLI, Glaucos Antonio. Elaborao das Demonstraes Contbeis. 3. ed. Sao Paulo: Atlas, 2002. QUINTANA, A. C.; RODRIGUES, J. M.; GONALVES, T. M. demonstrao dos fluxos de caixa como ferramenta complementar de informao para a gesto financeira. Revista CRCRS, n.09, dez./2008.

  • QUINTANA A. C.; MUNHOZ C. G.; AZEVEDO S. T. A demonstrao do fluxo de caixa: um comparativo histrico e conceitual MEF9490 Disponivel em: QUINTANA A. C.; SANTOS A. C.; CONCEIO W. S. Anlise do Mtodo de Elaborao da Demonstrao do Fluxo de Caixa Apresentado nas Demonstraes Contbeis Disponibilizadas no site da Bovespa,nos Segmentos de Carnes e Derivados, Transporte Areo e Calados. Revista CRCRS, n.03,Julho de 2007. SA, Carlos Alexandre. Fluxo de caixa: a viso da tesouraria e da controladoria. 2. ed. Sao Paulo: Atlas, 2008. SANTO A. E. Importncia da interpretao da DFC Demonstrao do Fluxo de Caixa, 10 de junho de 2010 Disponivel em: SILVA, E. M. Doar e DFC, conceitos, diferenas, vantagens e desvantagens. Instituto de contabilidade do Brasil, Revista Classe Contabil, jan./2008 - Disponivel em < http://www.classecontabil.com.br/v3/artigos/ver/1421> SPADIN, C. E. Importncia da demonstrao dos fluxos de caixa enquanto instrumento gerencial para tomada de deciso. Revista de Cincias Gerenciais, n.14, V. XII, n. 14, 2008. VASCONCELOS, E. S. demonstrao do fluxo de caixa dfc. Disponivel em: ZDANOWICZ, Jose Eduardo. Fluxo de caixa: uma deciso de planejamento e controle financeiro. 8. ed. Porto Alegre: Sagra-DC Luzzato, 2000.

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