Demonstração de fluxos de caixa SEG .anos, desde que possua um fluxo de caixa ... • Todos os

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  • Demonstraode fluxos de caixa

    SEG 2713(Novembro de 2013)

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    Domingos Ribeiro Docente Universitrio Ps Graduado em Fiscalidade Mestrando em Fiscalidade Revisor Oficial de Contas Tcnico Oficial de Contas Formador Caixa Seguros- Grupo

    Caixa Geral Depsitos Consultor Eticadata SoftwareContactos: domingos@ddrconsultores.pt

    Carlos Plcido Docente Universitrio Ps Graduado em Fiscalidade Ps-Graduado em Gesto de

    Bancos e Seguradoras Mestrando em Gesto Tcnico Oficial de Contas Formador Caixa Seguros- Grupo

    Caixa Geral DepsitosContactos:

    cplacido@ipca.pt

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    Apresentao disponvel para download em:

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    Domingos Ribeiro Docente Universitrio Ps Graduado em Fiscalidade Mestrando em Fiscalidade Revisor Oficial de Contas Tcnico Oficial de Contas Formador Caixa Seguros- Grupo Caixa Geral

    Depsitos Consultor Eticadata SoftwareContactos:

    domingos@ddrconsultores.pt

    Carlos Plcido Docente Universitrio Ps Graduado em Fiscalidade Ps-Graduado em Gesto de Bancos e

    Seguradoras Mestrando em Gesto Tcnico Oficial de Contas Formador Caixa Seguros- Grupo Caixa Geral

    DepsitosContactos:

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    I. A razo de ser da demonstraode fluxos de caixa

    II. A obrigatoriedade da apresentao dademonstrao de fluxos de caixa

    III. Demonstrao de fluxosde caixa (DFC NCRF 02)

    IV. Exemplos de aplicao

    V. As novas demonstraes financeiras

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  • I A razo de ser dademonstrao

    de fluxos de caixa

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    Peter Drucker, considerado o Pai da GestoModerna, defende, na sua extensa obra, que umaempresa pode operar sem lucros por muitosanos, desde que possua um fluxo de caixaadequado, mas que o oposto no aconselhvel,realando assim o efeito nefasto de um aperto deliquidez.

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    Em contabilidade na base do acrscimo, osrendimentos so reconhecidosquando obtidos, os gastos soreconhecidos quando incorridos,independentemente do seu recebimento oupagamento, sendo includos nas demonstraesfinanceiras dos perodos a que respeitam.

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    Por seu turno, na base de caixa, o rdito registado quando o dinheiro recebido, asdespesas e os gastos so registados apenasquando o dinheiro pago; a determinao doresultado na base de caixa baseia-se nadiferena entre o total dos recebimentos e ototal dos pagamentos.

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    Deste modo, a empresa pode apresentarresultados contabilsticos, na base doacrscimo, positivos e estar com dificuldadesde liquidez significativas (basta vender aprazo e pagar a pronto). Ao invs, a empresapode apresentar resultados contabilsticos,na base do acrscimo, negativos e estar comexcedentes de liquidez (basta receber epronto e comprar a prazo).

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    Uma das questes basilares saber qual omelhor mtodo de prever os fluxos decaixa, perspetivando a rendibilizao dosnegcios o que se tem levado a questionaras vantagens do acrscimo em confrontocom a informao na base de caixa.

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    A insuficincia do balano e dasdemonstraes dos resultados temconduzido introduo de outroselementos, tais como, fundo de maneio,capital circulante monetrio e a tesouraria,a fim de se poder realizar previses sobreos futuros fluxos de caixa.

    Carlos Plcido e Domingos Ribeiro 11

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    A demonstrao de fluxos de caixa veio acrescentar maiorateno para um tipo de informao, at ento ignorada, aforma como a empresa gera e utiliza dinheiro, numdeterminado perodo:

    a) Fluxos lquidos de caixa relacionados com as atividadesoperacionais;

    b) Pagamentos e recebimentos relacionados com asatividades de investimento;

    c) Pagamentos e recebimentos relacionados com asatividades de financiamento; e

    d) Variao ocorrida nas contas de caixa e equivalentesentre o incio e o fim do perodo.

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    Os seus objetivos passaram a ser apossibilidade de saber como foi gerado eaplicado o dinheiro, analisar as variaesocorridas na estrutura financeira (liquidez esolvncia) e ponderar a flexibilidade daempresa.

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    Um resultado contabilstico avultado, na base doacrscimo, no garantia de que a empresa sejasolvente.

    Esta situao s se verificaria numa situao limite emque o resultado contabilstico, na base de acrscimo, nofosse determinado com base em estimativas,imparidades, depreciaes e quando todas as operaesda empresa fossem realizadas a pronto. A realidade ooposto.

    A determinao do resultado na base de caixa ignora oprincpio de balanceamento, segundo o qual os gastosservem para a obteno dos rditos.

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    Vantagens da demonstrao de fluxos de caixa:a) Determinar as entradas e as sadas de fluxos de caixa

    futuros;b) Avaliar a capacidade da empresa em solver os seus

    compromissos e remunerar condignamente osdetentores do capital;

    c) Compreender as diferenas entre o resultadocontabilstico, em base de acrscimo, e o dinheirogerado nas atividades operacionais; e

    d) Analisar os fluxos de caixa das atividades deinvestimento e de financiamento.

    Carlos Plcido e Domingos Ribeiro 15

    A demonstrao de fluxos de caixa constitui, um importanteinstrumento de controlo de gesto e de previso oramental.A demonstrao de fluxos de caixa constitui, um importanteinstrumento de controlo de gesto e de previso oramental.DFCDFC

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    Carlos Plcido e Domingos Ribeiro 16

    Relativamente preparao e apresentaodos fluxos podemos ter dois mtodos:

    Relativamente preparao e apresentaodos fluxos podemos ter dois mtodos:

    O diretoO Indireto

    (no aceite pela NCRF 02)

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    Carlos Plcido e Domingos Ribeiro 17

    OperacionaisMtodo direto

    OperacionaisMtodo Indireto

    Elaboradodiretamente dosregistoscontabilsticosOu atravs deajustamentos aositens do balano eda demonstrao deResultados

    Elaborado Atravs eAjustamentos ao

    Resultado liquido doperodo

    Investimento(O mesmo tratamento)

    Financiamento(O mesmo tratamento)

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    18Carlos Plcido e Domingos Ribeiro

    So divulgados as principais classes dos recebimentos de caixabrutos e dos pagamentos brutos de caixa e que pode ser

    obtido, quer por:

    So divulgados as principais classes dos recebimentos de caixabrutos e dos pagamentos brutos de caixa e que pode ser

    obtido, quer por:

    Diretamente dos registoscontabilsticos da empresa,

    mediante a adoo de rubricasapropriadas (sero

    apresentados exemplosadiante);

    Pelo ajustamento das vendas,custo das vendas e outras itens

    da demonstrao dosresultados e do balano (sero

    apresentados exemplosadiante)

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    O mtodo indireto que no contemplado pelaNCRF 2, mas consta dos pargrafos 18 e 20 da IAS7 aquele em que o resultado do lquido ajustado pelos efeitos das transaes que nosejam por caixa, de quaisquer diferimentos ouacrscimos de recebimentos a pagamentos decaixa operacionais passados ou futuros, e itens derdito ou gasto associados com fluxos de caixa deinvestimento