DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

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DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA. DIS1312. Abril 2012. Eduardo Sá e Silva Carlos Martins. ÍNDICE. A RAZÃO DE SER DA DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA A OBRIGATORIEDADE DA APRESENTAÇÃO DA DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA (DFC) EXEMPLOS DE APLICAÇÃO - PowerPoint PPT Presentation

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  • ORDEM DOS TCNICOS OFICIAIS DE CONTAS*

    DEMONSTRAO DE FLUXOS DE CAIXA - NCRF 2Fluxos de Caixa em Moeda Estrangeira

    Segundo o 18 da NCRF 2, os fluxos de caixa provenientes de operaes expressas em moeda estrangeira devem ser registados em euros, pela aplicao da taxa de cmbio data dos respetivos recebimentos e pagamentos.

    Os fluxos de caixa resultantes de transaes em moeda estrangeira devem ser registados na moeda funcional mediante a aplicao quantia em moeda estrangeira da taxa de cmbio entre a moeda funcional e a moeda estrangeira data do fluxo de caixa, de acordo com as regras descritas na NCRF 23 Os efeitos das alteraes em taxas de cmbio.Demonstrao de Fluxos de CaixaAbril 2012

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    DEMONSTRAO DE FLUXOS DE CAIXA - NCRF 2Juros e Dividendos

    Segundo o 24 da NCRF 2, os fluxos de caixa dos juros e dividendos recebidos devem, em princpio, ser classificados nas atividades de investimento (retorno de investimento).

    Os fluxos de caixa dos juros e dividendos pagos devem, em princpio, ser classificados nas atividades de financiamento (gastos de obteno de recursos financeiros).

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    DEMONSTRAO DE FLUXOS DE CAIXA - NCRF 2Impostos sobre o rendimento

    Segundo o 26 da NCRF 2, os fluxos de caixa provenientes de impostos sobre o rendimento devem ser classificados como fluxos de atividades operacionais, a menos que possam ser identificados com outras atividades.

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    DEMONSTRAO DE FLUXOS DE CAIXA - NCRF 2Investimentos em subsidirias, em associadas e em empreendimentos conjuntos

    Segundo os 27 e 28 da NCRF 2, quando se contabilizar um investimento numa associada ou numa subsidiria contabilizado pelo mtodo da equivalncia patrimonial ou pelo mtodo do custo, os fluxos devem restringir-se aos fluxos entre a empresa participante e a participada, caso dos dividendos e adiantamentos.

    Na consolidao proporcional, incluir na demonstrao consolidada de fluxos a parte proporcional dos fluxos de caixa conjuntamente controlada.

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    DEMONSTRAO DE FLUXOS DE CAIXA - NCRF 2Aquisies e alienaes de subsidirias e de outras unidades empresariais

    Segundo os 29 e 30 da NCRF 2, os fluxos de caixa agregados provenientes de aquisies e alienaes de subsidirias ou de outras unidades devem ser apresentados separadamente e classificados como atividade de investimento.A empresa-me deve divulgar separadamente:

    - a importncia de compra total ou da alienao;

    - a parcela do preo que foi paga/recebida por meio de caixa;

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    DEMONSTRAO DE FLUXOS DE CAIXA - NCRF 2Aquisies e alienaes de subsidirias e de outras unidades empresariais

    - a quantia de caixa ou equivalentes existente na filial;

    - a quantia dos ativos e passivos adquiridos que no sejam caixa ou equivalentes, nomeadamente, trespasses, investimentos, inventrios, dvidas a receber e dvidas a pagar.

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    DEMONSTRAO DE FLUXOS DE CAIXA - NCRF 2Transaes que no sejam por Caixa

    Segundo os 32 e 33 da NCRF 2, as operaes de investimento e de financiamento que no exijam o uso de caixa ou seus equivalentes devem ser excludas de uma demonstrao de fluxos de caixa. Tais operaes devem ser divulgadas no anexo de tal modo que proporcionem toda a informao relevante acerca das actividades de investimento e financiamento.

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    DEMONSTRAO DE FLUXOS DE CAIXA - NCRF 2Transaes que no sejam por Caixa

    Exemplos de operaes que no sejam de caixa so:

    - a aquisio de ativos quer pela assuno de passivos diretamente relacionados quer por meio de locao financeira;

    - a aquisio de uma empresa atravs da emisso de aes;- a converso de dvidas em capital.

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    DEMONSTRAO DE FLUXOS DE CAIXA - NCRF 2Divulgaes

    Alguns exemplos a divulgar:

    Atividades de investimento e/ou financiamento que no envolvam movimentos de caixa;

    Discriminao de caixa e seus equivalentes e reconciliao com balano;

    Restries ao uso dos valores em caixa e equivalentes de caixa;Demonstrao de Fluxos de Caixa

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    DEMONSTRAO DE FLUXOS DE CAIXA - NCRF 2Divulgaes

    Crditos bancrios no sacados;

    Fluxos de caixa relacionados com interesses em empreendimentos conjuntos;

    Fluxos de caixa por segmentos;

    Fluxos de caixa que representam aumentos na capacidade operacional e fluxos de caixa exigidos para manter a capacidade operacional;

    Aquisies e alienaes de filiais;

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    DEMONSTRAO DE FLUXOS DE CAIXA - NCRF 2Divulgaes

    Impostos sobre o rendimento (quando classificados em mais que uma atividade);

    Operaes em descontinuao;

    Alteraes nos critrios de determinao de caixa.

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    DEMONSTRAO DE FLUXOS DE CAIXA - NCRF 2Outras Divulgaes

    Segundo os 34 da NCRF 2, uma entidade deve divulgar, juntamente com um comentrio, a quantia dos saldos significativos de caixa e seus equivalentes detidos pela entidade, que no estejam disponveis para uso pelo grupo.

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    DEMONSTRAO DE FLUXOS DE CAIXA - NCRF 2Vantagens

    O autor Caiado (1996, p.26), elenca as seguintes vantagens da demonstrao de fluxos de caixa:

    - Possibilita a comparabilidade das performances operacionais divulgadas pelas diferentes empresas, visto que elimina os efeitos da utilizao de diferentes tratamentos contabilsticos para as mesmas transaes ou operaes. Os fluxos de caixa no so afetados por certos movimentos contabilsticos, designadamente os registados nas contas de devedores e credores por acrscimos (periodizao econmica) e diferimentos.

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    DEMONSTRAO DE FLUXOS DE CAIXA - NCRF 2Vantagens

    - Para uma empresa sobreviver, essencial que tenha ou administre dinheiro. A demonstrao de fluxos de caixa mostra a capacidade de uma empresa para gerar fluxos monetrios. Os diversos utentes da informao financeira esto, essencialmente, preocupados com a capacidade da empresa em fazer face s obrigaes aquando da data do seu vencimento.

    - Juntamente com o balano, a demonstrao dos resultados e a demonstrao das alteraes no capital prprio, a demonstrao de fluxos permite que os utentes avaliem melhor as alteraes havidas na posio financeira, incluindo a liquidez e a solvabilidade.

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    DEMONSTRAO DE FLUXOS DE CAIXA - NCRF 2Vantagens

    - Os documentos de prestao de contas no tm em conta a inflao, pelo que muitos procuram um padro concreto (fluxos de caixa) para avaliar o sucesso ou a falncia das operaes.- Tratando-se de uma medida de performance relativamente simples, pode ser facilmente assimilada pelos utentes no especializados em anlise financeira.

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    DEMONSTRAO DE FLUXOS DE CAIXA - NCRF 2Desvantagens

    No entanto, o mesmo autor apresenta as seguintes desvantagens:- Sendo uma metodologia baseada nos movimentos de caixa, no traduz a complexidade dos aspetos da gesto financeira da empresa, designadamente os que esto prximos de caixa ou da liquidez.- As informaes proporcionadas pela demonstrao dos fluxos de caixa so, em si prprias, limitadas. Para que se tornem teis aos leitores e analistas, a demonstrao deve ser analisada, conjuntamente com o balano e a demonstrao dos resultados.Demonstrao de Fluxos de CaixaAbril 2012

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    DEMONSTRAO DE FLUXOS DE CAIXA - NCRF 2Desvantagens- Se bem que seja mais difcil a adoo de operaes de cosmtica na preparao da demonstrao dos fluxos, tal tambm possvel de vir a acontecer.

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    EXERCCIOS DE APLICAO

    Caso Prtico N. 3

    Balano e Demonstrao dos Resultados por Naturezas da empresa CDEDemonstrao de Fluxos de CaixaAbril 2012

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    Exerccios de Aplicao Caso Prtico N. 3Demonstrao de Fluxos de CaixaAbril 2012

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    Exerccios de Aplicao Caso Prtico N. 3Demonstrao de Fluxos de Caixa

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    1 Fluxos das Atividades Operacionais1.1 Recebimentos de Clientes

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    Exerccios de Aplicao Caso Prtico N. 3Demonstrao de Fluxos de CaixaAbril 2012

    1 Fluxos das Atividades Operacionais1.2 Pagamentos a Fornecedores

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    1 Fluxos das Atividades Operacionais1.2 Pagamentos a Fornecedores

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    Abril 2012

    1 Fluxos das Atividades Operacionais1.3 Pagamentos ao Pessoal

    Nos Pagamentos ao Pessoal consideramos o montante do