Direito do Trabalho – Parte 1 Prof. Rogério Renzetti ?· Direito coletivo do trabalho. Convenção…

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    08-Feb-2019

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Auditor Fiscal do Trabalho

Direito do Trabalho Parte 1

Prof. Rogrio Renzetti

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Direito do Trabalho

Professor Rogrio Renzetti

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Edital

DIREITO DO TRABALHO: Princpios e fontes do direito do trabalho. Direitos constitucionais dos trabalhadores (artigo 7 da Constituio Federal de 1988). Relao de trabalho e relao de emprego. Requisitos e distino. Relaes de trabalho lato sensu (trabalho autnomo, eventu-al, temporrio e avulso). Sujeitos do contrato de trabalho stricto sensu. Empregado e emprega-dor (conceito e caracterizao). Poderes do empregador no contrato de trabalho. Grupo econ-mico. Sucesso de empregadores. Responsabilidade solidria. Contrato individual de trabalho. Conceito, classificao e caractersticas. Alterao do contrato de trabalho. Alterao unilateral e bilateral. O jus variandi. Suspenso e interrupo do contrato de trabalho. Caracterizao e distino. Resciso do contrato de trabalho. Justa causa. Resciso indireta. Dispensa arbitrria. Culpa recproca. Indenizao. Aviso prvio. Estabilidade e garantias provisrias de emprego. Formas de estabilidade. Despedida e reintegrao de empregado estvel. Durao do trabalho. Jornada de trabalho. Perodos de descanso. Intervalo para repouso e alimentao. Descanso semanal remunerado. Trabalho noturno e trabalho extraordinrio. Sistema de compensao de horas. Salrio mnimo. Irredutibilidade e garantia. Frias. Direito a frias e sua durao. Con-cesso e poca das frias. Remunerao e abono de frias. Salrio e remunerao. Conceito e distines. Composio do salrio. Modalidades de salrio. Formas e meios de pagamento do salrio. 13 salrio. Equiparao salarial. Princpio da igualdade de salrio. Desvio de funo. FGTS. Prescrio e decadncia. Proteo ao trabalho da mulher. Estabilidade da gestante. Li-cena maternidade. Direito coletivo do trabalho. Conveno n 87 da OIT (liberdade sindical). Organizao sindical. Conceito de categoria. Categoria diferenciada. Convenes e acordos co-letivos de trabalho. Direito de greve e servios essenciais. Comisses de conciliao prvia. Re-nncia e transao. Trabalho Domstico. Smulas do Tribunal Superior do Trabalho.

CARGO: Auditor Fiscal do Trabalho

BANCA: Cespe

Bibliografia Recomendada

1. Direito do Trabalho para Concursos Editora Mtodo (3 edio, 2016) Rogrio Renzetti.

2. CLT-LTR 2016 (46 edio).

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Direito do Trabalho

PRINCPIOS DO DIREITO DO TRABALHO

PRINCPIO DA PROTEO

IN DUBIO PRO MISERO

Art. 59 CLT. A durao normal do trabalho poder ser acrescida de horas suplementares, em nme-ro no excedente de duas, mediante acordo escrito entre empregador e empregado, ou mediante contrato coletivo de trabalho.

DA NORMA MAIS FAVORVEL

Art. 620 CLT. As condies estabelecidas em Conveno quando mais favorveis, prevalecero sobre as estipuladas em Acordo.

Smula n 202 do TST

Existindo, ao mesmo tempo, gratificao por tempo de servio outorgada pelo empregador e outra da mesma natureza prevista em acordo coletivo, conveno coletiva ou sentena norma-tiva, o empregado tem direito a receber, exclusivamente, a que lhe seja mais benfica.

Ateno

O problema surge quando duas normas apresentam uma parte mais favorvel e outra menos favorvel ao trabalhor.

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CONDIO MAIS BENFICA

Smula n 51 do TST

I As clusulas regulamentares, que revoguem ou alterem vantagens deferidas anteriormente, s atingiro os trabalhadores admitidos aps a revogao ou alterao do regulamento.

PRINCPIO DA IMPERATIVIDADE

PRINCPIO DA IRRENUNCIABILIDADE DOS DIREITOS

Smula 51 II TST. Havendo a coexistncia de dois regulamentos da empresa, a opo do empre-gado por um deles tem efeito jurdico de renncia s regras do sistema do outro

Smula n 276 do TST. O direito ao aviso prvio irrenuncivel pelo empregado. O pedido de dispensa de cumprimento no exime o empregador de pagar o respectivo valor, salvo compro-vao de haver o prestador dos servios obtido novo emprego.

PRINCPIO DA CONTINUIDADE DA RELAO DE EMPREGO

Smula n 212 do TST. O nus de provar o trmino do contrato de trabalho, quando negados a prestao de servio e o despedimento, do empregador, pois o princpio da continuidade da relao de emprego constitui presuno favorvel ao empregado.

PRINCPIO DA PRIMAZIA DA REALIDADE

Art. 9 CLT. Sero nulos de pleno direito os atos praticados com o objetivo de desvirtuar, impedir ou fraudar a aplicao dos preceitos contidos na presente Consolidao.

PRINCPIO DA INALTERABILIDADE CONTRATUAL LESIVA

Art. 468 CLT. Nos contratos individuais de trabalho s lcita a alterao das respectivas condies por mtuo consentimento, e ainda assim desde que no resultem, direta ou indiretamente, preju-zos ao empregado, sob pena de nulidade da clusula infringente desta garantia.

PRINCPIO DA IRREDUTIBILIDADE SALARIAL

Art. 7 CF/1988. So direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, alm de outros que visem me-lhoria de sua condio social.

VI irredutibilidade do salrio, salvo o disposto em conveno ou acordo coletivo;

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FONTES DO DIREITO DO TRABALHO

FONTES MATERIAIS

FONTES FORMAIS

FONTES FORMAIS AUTNOMAS

Esclarecendo!

OBS: REGULAMENTO EMPRESARIAL?

FONTES FORMAIS HETERNOMAS

Fique Atento!

OBS:

1.

2.

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TCNICAS DE INTEGRAO

Art. 8 CLT. As autoridades administrativas e a Justia do Trabalho, na falta de disposies legais ou contratuais, decidiro, conforme o caso, pela jurisprudncia, por analogia, por equidade e outros princpios e normas gerais de direito, principalmente do direito do trabalho, e, ainda, de acordo com os usos e costumes, o direito comparado, mas sempre de maneira que nenhum interesse de classe ou particular prevalea sobre o interesse pblico.

COMISSO DE CONCILIAO PRVIA

A CCP foi criada com o advento da Lei 9.958/00, que incluiu na CLT os arts. 625-A a 625-H.

Objetivo: desafogar o grande nmero de aes trabalhistas ajuizadas diariamente no Judicirio Trabalhista.

Finalidade: Soluo de conflitos extrajudicial (autocomposio).

Art. 625-A CLT. As empresas e os sindicatos podem instituir Comisses de Conciliao Prvia, de composio paritria, com representantes dos empregados e dos empregadores, com a atribuio de tentar conciliar os conflitos individuais do trabalho.

Pargrafo nico. As Comisses referidas no caput deste artigo podero ser constitudas por grupos de empresas ou ter carter intersindical.

COMPOSIO

Empresa = CLT = Paritria = Min. 2 Mx.10

Mandato=1ano(1reconduo).

Fique Atento!

SINDICATO?

Art. 625-B CLT. A Comisso instituda no mbito da empresa ser composta de, no mnimo, dois e, no mximo, dez membros, e observar as seguintes normas:

I a metade de seus membros ser indicada pelo empregador e a outra metade eleita pelos empregados, em escrutnio secreto, fiscalizado pelo sindicato da categoria profissional;

II haver na Comisso tantos suplentes quantos forem os representantes titulares;

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III o mandato dos seus membros, titulares e suplentes, de um ano, permitida uma recondu-o.

Os membros da CCP gozam de estabilidade?

R:

Estabilidade representante dos..................

Incio: registro, posse ou eleio?

Art. 625-B 1 CLT. vedada a dispensa dos representantes dos empregados membros da Co-misso de Conciliao Prvia, titulares e suplentes, at um ano aps o final do mandato, salvo se cometerem falta grave, nos termos da lei.

2 O representante dos empregados desenvolver seu trabalho normal na empresa, afastan-do-se de suas atividades apenas quando convocado para atuar como conciliador, sendo com-putado como tempo de trabalho efetivo o despendido nessa atividade.

Ateno

Suspenso ou Interrupo?

Passagem OBRIGATRIA?

Art. 625-D CLT. Qualquer demanda de natureza trabalhista ser submetida Comisso de Conciliao Prvia se, na localidade da prestao de servios, houver sido instituda a Comisso no mbito da empresa ou do sindicato da categoria.

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Art. 625-D 1 CLT. A demanda ser formulada por escrito ou reduzida a termo por qualquer dos membros da Comisso, sendo entregue cpia datada e assinada pelo membro aos interessados.

2 No prosperando a conciliao, ser fornecida ao empregado e ao empregador declarao da tentativa conciliatria frustrada com a descrio de seu objeto, firmada pelos membros da Comisso, que dever ser juntada eventual reclamao trabalhista.

3 Em caso de motivo relevante que impossibilite a observncia do procedimento previsto no caput deste artigo, ser a circunstncia declarada na petio inicial da ao intentada perante a Justia do Trabalho.

4 Caso exista, na mesma localidade e para a mesma categoria, Comisso de empresa e Co-misso sindical, o interessado optar por uma delas para submeter a sua demanda, sendo com-petente aquela que primeiro conhecer do pedido.

Art. 625-E CLT. Aceita a conciliao, ser lavrado termo assinado pelo empregado, pelo empregador ou seu preposto e pelos membros da Comisso, fornecendo-se cpia s partes.

Pargrafo nico. O termo de conciliao ttulo executivo extrajudicial e ter eficcia liberat-ria geral, exceto quanto s parcelas expressamente ressalvadas.

Ser executado onde??

Ateno

Art. 877 A CLT. competente para a execuo de ttulo executivo extrajudicial o juiz que teri

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