DIREITO INDIVIDUAL E COLETIVO DO TRABALHO ?· DIREITO INDIVIDUAL E COLETIVO DO TRABALHO 1) Sobre equiparação…

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    10-Nov-2018

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  • DIREITO INDIVIDUAL E COLETIVO DO TRABALHO 1) Sobre equiparao salarial: I. O empregado que na empresa passa a ocupar cargo vago em carter definitivo faz jus ao mesmo salrio que vinha sendo pago ao antecessor, desde que observados os requisitos previstos no art. 461 da CLT. II. Para que seja assegurada a equiparao salarial, o equiparando e o paradigma no podem ter diferena de tempo de servio, prestado ao mesmo empregador e na mesma localidade, superior a dois anos. III. O exerccio de funo idntica pelo equiparando e o paradigma, em turnos de trabalho diversos, constitui bice ao pleito de equiparao salarial, vez que no observado o requisito da simultaneidade na prestao dos servios. IV. A existncia nas empresas privadas de quadro de pessoal organizado em carreira, desde que homologado pelo Ministrio do Trabalho, constitui fato impeditivo da equiparao salarial, cabendo ao empregador comprov-la quando demandado em juzo. a) H apenas uma proposio verdadeira. b) H apenas duas proposies verdadeiras. c) H apenas trs proposies verdadeiras. d) Todas as proposies so verdadeiras. e) Todas as proposies so falsas. 2) Sobre fontes do Direito do Trabalho: I. Os acordos coletivos, as convenes coletivas e as sentenas normativas so considerados fontes autnomas do Direito do Trabalho. II. A lei a fonte material por excelncia do Direito do Trabalho. III. A hierarquia entre as diversas fontes do Direito do Trabalho se define em consonncia com o carter social e teleolgico desse ramo jurdico especializado, fazendo prevalecer, dentro de uma situao concreta, a norma mais favorvel ao empregado. IV. Pela teoria do conglobamento, para se buscar no ordenamento a norma mais favorvel ao obreiro deve ser verificado no o caso concreto individual que se apresenta, mas o trabalhador de forma objetiva, considerando para isso o conjunto normativo delineado em funo da matria tratada. a) H apenas uma proposio verdadeira. b) H apenas duas proposies verdadeiras. c) H apenas trs proposies verdadeiras. d) Todas as proposies so verdadeiras. e) Todas as proposies so falsas. 3) A respeito da renncia e da transao no Direito do Trabalho: I. Ao contrrio da transao, o instituto da renncia no Direito do Trabalho sofre limitaes, tendo em vista o carter cogente de suas normas. II. No se admite a renncia de direitos pelo empregado no curso do contrato de trabalho.

  • III. A jurisprudncia ptria dominante admite a transao extrajudicial entre empregado e empregador que resulte em resciso do contrato de trabalho em virtude da adeso a plano de demisso voluntria, quitando todas as parcelas oriundas do extinto pacto laboral, ainda que no discriminadas no recibo. IV. A transao extrajudicial realizada perante a Comisso de Conciliao Prvia no ter eficcia liberatria geral. a) H apenas uma proposio verdadeira. b) H apenas duas proposies verdadeiras. c) H apenas trs proposies verdadeiras. d) Todas as proposies so verdadeiras. e) Todas as proposies so falsas. 4) Sobre princpios do Direito do Trabalho: I. O art. 468 da CLT, que restringe a possibilidade de alterao nas condies de trabalho pactuadas pelas partes, de forma expressa ou tcita, observa o princpio da condio mais benfica. II. A sucesso de empregadores, regulada pelos artigos 10 e 448 da CLT, em sua definio clssica, tem como suporte o princpio da continuidade da relao de emprego, o mesmo se podendo dizer da regra jurisprudencial que confere ao empregador o nus da prova do despedimento do empregado. III. Havendo dvida fundada quanto ao alcance da norma trabalhista a ser aplicada ao caso concreto, bem como em relao prova produzida no processo, dever o julgador, na condio de intrprete, decidir em favor do empregado, invocando o princpio do in dubio pro operario. IV. A regra legal que transfere a apenas uma das partes do contrato de trabalho os riscos da atividade econmica consagra o princpio da alteridade, peculiar ao Direito do Trabalho. a) H apenas uma proposio verdadeira. b) H apenas duas proposies verdadeiras. c) H apenas trs proposies verdadeiras. d) Todas as proposies so verdadeiras. e) Todas as proposies so falsas. 5) De acordo com a jurisprudncia pacificada do TST em relao aos bancrios: I. O caixa bancrio, ainda que caixa executivo, no exerce cargo de confiana, estando sujeito jornada de seis horas dirias, salvo se a gratificao percebida for igual ou superior a um tero do salrio do posto efetivo. II. Considera-se bancrio o empregado de empresa de processamento de dados que presta servio a banco integrante do mesmo grupo econmico, exceto quando a empresa de processamento de dados presta servios a banco e a empresas no bancrias do mesmo grupo econmico ou a terceiros. III. No tem natureza salarial a parcela paga aos bancrios sob a denominao quebra de caixa, tendo em vista que visa apenas indenizar o empregado por eventuais perdas pecunirias no exerccio de sua atividade. IV. Apenas o vigilante contratado diretamente por banco considerado bancrio, o mesmo no se verificando quando a contratao se d por empresa terceirizada.

  • a) H apenas uma proposio verdadeira. b) H apenas duas proposies verdadeiras. c) H apenas trs proposies verdadeiras. d) Todas as proposies so verdadeiras. e) Todas as proposies so falsas. 6) Sobre contratos por prazo determinado: I. Havendo clusula assegurando aos contratantes o direito recproco de resciso antecipada do contrato de trabalho, uma vez rompido sem justo motivo o pacto celebrado por prazo determinado, por iniciativa do empregador, o empregado far jus ao aviso prvio. II. No se adquire estabilidade provisria em razo de gravidez ocorrida no curso do contrato de experincia, extinguindo-se normalmente o pacto quando do advento do seu termo final. III. O contrato de trabalho por prazo determinado no poder ser estipulado por mais de dois anos, salvo o de experincia que no poder exceder a noventa dias, sendo possvel apenas uma nica prorrogao por igual perodo. IV. A CLT no admite a sucessividade de contratos a termo dentro de um perodo de seis meses entre um e outro, considerando, nesse caso, o segundo pacto como sendo por prazo indeterminado. a) H apenas uma proposio verdadeira. b) H apenas duas proposies verdadeiras. c) H apenas trs proposies verdadeiras. d) Todas as proposies so verdadeiras. e) Todas as proposies so falsas. 7) Sobre gorjetas: I. As gorjetas integram a remunerao do empregado quando pagas espontaneamente pelo cliente ou quando cobradas pelo empregador na nota de servio, servindo, assim, como base de clculo das gratificaes natalinas, frias e repousos semanais remunerados. II. As gorjetas cobradas na nota de servio e pagas compulsoriamente pelos clientes para distribuio entre os empregados podem compor o clculo do salrio mnimo devido pelo empregador por fora do contrato de trabalho. III. No se constituindo parcela salarial de acordo com a definio legal, as gorjetas no tm repercusso nas contribuies previdencirias e nem servem de base de incidncia para o clculo dos recolhimentos mensais de FGTS. IV. A multa devida por conta de atraso na quitao das verbas rescisrias (art. 477, 8, da CLT) deve ser calculada considerando o valor mdio mensal das gorjetas percebidas pelo empregado. a) H apenas uma proposio verdadeira. b) H apenas duas proposies verdadeiras. c) H apenas trs proposies verdadeiras. d) Todas as proposies so verdadeiras. e) Todas as proposies so falsas.

  • 8) Quanto durao do trabalho: I. Nos casos de excesso de horrio por motivo de fora maior, a remunerao da hora excedente poder no ser superior ao valor estabelecido para a hora normal. II. O tempo despendido pelo empregado at o local de trabalho de difcil acesso, em conduo oferecida pelo empregador de forma onerosa, dever ser computado na jornada de trabalho. III. No curso do contrato de trabalho, empregado e empregador podero adotar atravs de acordo individual, chancelado por instrumento decorrente de negociao coletiva, o regime de tempo parcial, reduzindo a durao da jornada de trabalho para vinte e cinco horas semanais, bem como o salrio de forma proporcional. IV. Trata-se o turno ininterrupto de revezamento de um sistema de trabalho que impe ao empregado o cumprimento de sua jornada em turnos diversos, que variam a cada semana, quinzena ou ms, considerando as vrias fases do dia, assegurando-se, na hiptese, a jornada de seis horas dirias, observada a interrupo para o gozo do intervalo legal. a) H apenas uma proposio verdadeira. b) H apenas duas proposies verdadeiras. c) H apenas trs proposies verdadeiras. d) Todas as proposies so verdadeiras. e) Todas as proposies so falsas. 9) No que diz respeito s jornadas especiais de trabalho: I. Aos empregados nos servios de telefonia, e mesmo aos telefonistas de mesa de empresa que no explora o servio de telefonia, a norma legal assegura uma jornada de cinco horas dirias ou trinta horas semanais. II. A jornada normal de trabalho dos empregados em minas de subsolo no poder exceder a sete horas dirias, assegurada uma pausa de quinze minutos para cada perodo de trs horas consecutivas de trabalho, a qual ser computada na durao normal de trabalho efetivo. III. O professor no poder ministrar, por dia, mais de quatro aulas consecutivas, nem mais de seis intercaladas, mesmo que em estabelecimentos de ensino diversos. IV. O jornalista, mesmo quando executa unicamente servios externos, tem jornada normal de trabalho de cinco horas dirias. a) H apenas uma proposio verdadeira. b) H apenas duas proposies verdadeiras. c) H apenas trs proposies verdadeiras. d) Todas as proposies so verdadeiras. e) Todas as proposies so falsas. 10) Sobre a natureza jurdica da relao de emprego: I. As teorias contratualistas tradicionais buscaram explicar a natureza jurdica da relao de emprego a partir de formulaes tericas civilistas j consolidadas, deixando de atentar para os aspectos inovadores e distintivos dessa novel figura que surgia no mundo jurdico na segunda metade do sculo XIX.

  • II. As

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