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DIREITO PROCESSUAL CIVIL 5º ano Profª Maria Carolina Beraldo [email protected]

DIREITO PROCESSUAL CIVIL - · PDF fileAção de Divórcio. 17. Ação de Alimentos. 18. Inventário e Partilha. ... • Contestação ... a ação de consigna ção,

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  • DIREITO PROCESSUAL CIVIL

    5 ano

    Prof Maria Carolina Beraldo

    [email protected]

  • Programa de aulas1.Tutela de Urgncia: conceito, espcies, extenso,

    profundidade;2. Antecipao dos efeitos da tutela: natureza,

    conceito, caractersticas e limites; 3. Tutela cautelar: natureza e conceito; distino em

    relao antecipao de tutela; poder geral de cautela; cautelares inominadas, pressupostos, espcies, procedimento cautelar; cautelares nominadas (arresto, seqestro, cauo, busca e apreenso, exibio, produo antecipada de provas, protestos, notificaes e interpelaes, atentado)

  • Programa de aulas (cont.)4. Procedimentos especiais: viso geral, caractersticas.5. Aes Possessrias.6. Ao de Consignao em Pagamento.7. Ao Monitria.8. Juizados Especiais. Juizado Especial Federal.9. Embargos de Terceiro.10. Ao de Depsito.11. Mandado de Segurana.12. Ao de Anulao e Substituio de Ttulos ao Portador.13. Ao de Prestao de Contas.14. Ao Demarcatria.15. Ao de Separao Judicial.16. Ao de Divrcio.17. Ao de Alimentos.18. Inventrio e Partilha.19. Processo na Lei de Locaes

  • Bibliografia sugerida

    Procedimentos Especiais

    Procedimentos Especiais - Antnio Carlos Marcato. Editora Atlas.

    Novo Curso de Direito Processual Civil Marcus Vinicius Rios Gonalves. Vol. 2. Editora Saraiva.

    Curso de Direito Processual Civil Humberto Theodoro Jnior. Vol. 3. Editora Forense.

    Curso de Processo Civil Luiz Guilherme Marinoni. Vol. 5. Editora Revista dos Tribunais.

    Direito Processual Civil Procedimentos Especiais Alexandre David Malfatti. Editora Elsevier.

  • REVISO INICIAL

  • Jurisdio e Competncia

    Jurisdio: funo estatal exercida por meio do processo instaurado por iniciatva da parte interessada na soluo de determinado litgio, tendo por escopo a realizao, em concreto, da vontade da lei

    Competncia: medida da jurisdio, prefixao de atribuio dos rgos jurisdicionais

  • STF

    STJ

    Justia comum Justia especial

    Justia Federal

    Justia Estadual

    TRF TJ

    Juzes federais

    Juzes estaduais

    Tribunal do Jri

    Turmas recursais

    Juizados Especiais

    Trabalho MilitarEleitoral

    TST

    TRT

    Juzes do

    Trabalho

    TSE

    TRE

    Juzes Eleitorais

    STM

    Tribunais Militares

    Conselhos de Justia / Juzes de Direito

  • Modalidades de jurisdies Contenciosa Voluntria:

    atividade jurisdicional x atividade administrativa?

    administrao pblica de interesses privados como determinados atos jurdicos privados tm

    relevncia tanto para o Estado como para as pessoas nele diretamente interessadas, para sua

    validade e eficcia deve haver participao direta de um rgo judicial na sua realizao

  • Direito de ao

    Teoria concretista (Chiovenda): o direito de ao sempre pressupe a obteno de um resultado favorvel no processo

    Teoria abstratista (Liebman): direito subjetivo de ao diverso daquele direito material (substancial) trazido ao processo. A ao representa, principalmente direito de iniciativa e impulso conferido ao autor, ainda que a deciso possa ser desfavorvel

  • Direito de ao (cont.)Acepes da palavra ao:

    a) Constitucional: Direito de acesso justia, de provocar osTribunais. um direito pblico, abstrato, autnomo (independedo sucesso da demanda) e instrumental, dirigido contra oEstado;

    b) Processual: a demanda, o ato de exerccio do direito de ao,o ato de provocar a atividade jurisdicional. A demanda oexerccio do direito de ir a juzo, com a afirmao de um direitomaterial em face do ru. Dessa forma, a demanda ser sempreconcreta (sempre se refere a uma situao) e condicionada;

  • Direito de ao (cont.)

    Condies da ao:

    Interesse de agir: necessidade + adequao

    Possibilidade jurdica do pedido

    Legitimidade ad causam (ordinria e extraordinria)

  • Direito de ao (cont.)

    Elementos da ao:

    Partes Pedido (imediato natureza jurdica da

    demanda; mediato bem da vida pretendido)

    Causa de pedir (fatos e fundamentos jurdicos)

  • Direito de defesa

    Respostas do ru (art. 297, CPC)

    Espcies de defesa: processuais, mrito (direta ou indireta)

  • Processo

    Relao instaurada entre as partes e o Estado-juiz, criando direitos e impondo nus e obrigaes processuais aos seus sujeitos

    componentes

    relao material: bem da vida

    relao processual: provimento jurisdicional

  • Processo (cont.)

    Mtodo de atuao estatal

    Instrumento para prestao da tutela jurisdicional

  • Processo (cont.)

    Classificao

    Processo de conhecimento

    Processo de execuo

    Processo cautelar

  • PROCEDIMENTO

  • Processo x Procedimento

    O processo o instrumento por meio do qual se opera a jurisdio, enquanto o procedimento representa o meio extrnseco pelo qual ele se

    instaura, se desenvolve e termina

    Procedimento: Atos que se sucedem temporalmente e que se interligam num encadeamento lgico

  • Modalidades procedimentais

    Para cada tipo de processo h vrias espcies de procedimentos, adequados s vrias

    questes de direito material

  • PROCESSO DE CONHECIMENTO

    Procedimentos comuns (Livro I): Procedimento ordinrio Procedimento sumrio

    Procedimentos especiais (Livro IV - arts. 890 a 1102 + legislao especial)

  • PROCESSO DE EXECUOCdigo Civil Livro I,Ttulo I: Modalidades dasobrigaes

    Cdigo de Processo Civil Livro II, ttulo II Diversasespcies de execuo

    Obrigaes de dar coisa certa: arts. 233 a242, CC

    Execuo para entrega de coisa certa: arts.621 a 628, CPCExecuo para obrigaes de dar dinheiro PAGAR: 475-J e 646 a 724

    Obrigaes de dar coisa incerta: arts. 243 a246, CC

    Execuo para entrega de coisa incerta: arts.629 a 631, CPC

    Obrigaes de fazer: arts. 247 a 249, CC Execuo da obrigao de fazer: arts. 461 e632 a 641, CPC

    Obrigaes de no fazer: arts. 250 e 251, CC Execuo da obrigao de no fazer: arts.461, 642 e 643

  • PROCEDIMENTOS ESPECIAIS

  • Generalidades

    Diferenciao para com os outros procedimentos (fazem parte dos processos de conhecimento)

    Por que da existncia

    Como escolher o procedimento

  • Caractersticas:

    1. Alterao dos prazos de resposta (inferiores e superiores) problema: respostas

    2. Alterao das regras relativas legitimao e iniciativa das partes (citao de terceiros interessados)

    3. Natureza dplice da ao

    4. Fixao de regras especiais de competncia territorial exs: arts. 891 e 1142

    5. Concesso de medida inaudita altera parte

  • Espcies:

    De jurisdio contenciosa (arts. 890 a 1102)

    De jurisdio voluntria (arts. 1103 a 1210)

  • AES POSSESSRIAS926 a 931, CPC

  • possuidor: 1196, CC: considera-se possuidor todo aquele que tem de fato o exerccio pleno ou no de um ou alguns dos poderes inerentes propriedade

    Objetivo da possessria: assegurar ao possuidor o seu direito de posse, seja ela direta ou indireta

  • Possessrias (cond.)

    Espcies:

    1. Reintegrao de posse (esbulho)

    2. Manuteno de posse (turbao)

    3. Interdito proibitrio (simples ameaa)

  • Esbulho x turbao

  • REINTEGRAO e MANUTENO DE POSSE

    Fungibilidade entre as possessrias (920, CPC) Competncia: art. 95 (foro do local do imvel) ou

    94 (foro do domiclio do ru) Posse nova (at ano e dia do fato, processa-se de

    acordo com os procedimentos especiais) x posse velha

    Inicial: 282 + 298, CPC Contestao (pedido contraposto) Valor da causa: calor venal do imvel

  • INTERDITO PROIBITRIO

    Para impedir que se CONCRETIZE a turbao ou esbulho

    Mandamental: expedio de mandado proibitrio, sob pena de sano pecuniria

  • Procedimento das aes possessrias

    Petio inicial

    Deferimento da liminar

    Expedio do mandado

    Reintegrao ou manuteno do autor na posse

    CITAO do ru

    justificao prvia

    citao Audincia de justificao

    Acolhida: expedio de mandado

    Rejeitada: intimao do ru

    CITADO, o ru

    No contesta Julgamento antecipado do pedido (330, II)

    Contesta Saneameto Audincia

    SENTENA

  • AO DE CONSIGNAO EM PAGAMENTO

    (arts. 890 a 900)

  • 1. Noes gerais

    Relao obrigacional

    Desfecho natural de toda obrigao:

    Pagamento

  • 3. O Cdigo Civil disciplina, nos arts. 304 a 333:

    Quem deve pagar

    A quem se deve pagar

    O que se deve pagar

    Onde se deve pagar

    Quando se deve pagar

    ?

  • a) Quem deve pagar?Devedor ou qualquer interessado na extino da

    dvida

    Art. 304. Qualquer interessado na extino da dvida pode pag-la, usando, se o credor se

    opuser, dos meios conducentes exonerao do devedor.

    Pargrafo nico. Igual direito cabe ao terceiro no interessado, se o fizer em nome e conta do devedor, salvo oposio deste.

  • b) A quem se deve pagar? Ao credor ou a quem de direito o represente

    (procurao ad negotia)

    Art. 308. O pagamento deve ser feito ao credor ou a quem de direito o

    represente, sob pena de s valer depois de por ele ratificado, ou tanto quanto

    reverter em seu proveito.

  • c) O que se deve pagar?

    O objeto do pagamento a prestao devida

    Art. 313. O credor no obrigado a receber prestao diversa da que lhe

    devida, ainda que mais valiosa.

  • d) Onde se deve pagar?Em regra, no domiclio do devedor.

    Art. 327. Efetuar-se- o pagamento no domiclio do devedor, salvo se as partes convencionarem diversamente, ou se o contrrio resultar da lei, da natureza da

    obrigao ou das circunstncias