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DIREITO PROCESSUAL CIVIL I EQUIPE ALINE MARTINS COELHO ANGELA ISSA HAONAT ROSA MARIA DA S. LEITE DAS NULIDADES NO CPC 30.03.2006 - TEMA 04, AULA 09

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  • DIREITO PROCESSUAL CIVIL I EQUIPE ALINE MARTINS COELHO ANGELA ISSA HAONAT ROSA MARIA DA S. LEITE DAS NULIDADES NO CPC 30.03.2006 - TEMA 04, AULA 09
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  • DIREITO PROCESSUAL CIVIL I A TAREFA DE APLICAR O DIREITO AO CASO CONCRETO NO UMA ATIVIDADE EXERCIDA DE FORMA ALEATRIA PELOS RGOS ESTATAIS. OBSERVNCIA S FORMAS.
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  • FORMAS PROCESSUAIS A ATIVIDADE PROCESSUAL TAMBM REGULADA PELO ORDENAMENTO JURDICO AS FORMAS PROCESSUAIS DEVEM SER OBSERVADAS E OBEDECIDAS
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  • CARACTERSTICAS DO PROCESSO QUANTO S NULIDADES O PROCESSO EXIGE UMA ATIVIDADE TPICA, COMPOSTA DE ATOS CUJOS TRAOS SO PR DEFINIDOS PELO LEGISLADOR. COMPORTAMENTO DAS PARTES DEVER SER DE ACORDO COM O MODELO LEGAL.
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  • ATO JURDICO X NULIDADES ATO JURDICO O QUE ? VAMOS LEMBRAR?
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  • SANTOS (2003, P. 300) TODO ATO LCITO QUE TENHA POR FIM IMEDIATO ADQUIRIR, RESGUARDAR, TRANSFERIR, MODIFICAR OU EXTINGUIR DIREITOS. ATO JURDICO
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  • NEM TODO ATO JURDICO REVESTE-SE DE VALIDADE. DESSA FORMA FALA-SE EM ATO INEXISTENTE ATO NULO ATO ANULVEL
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  • ATOS INEXISTENTES SO AQUELES QUE POR VCIO ESSENCIAL NO CHEGAM A TER EXISTNCIA JURDICA, POIS, POSSUEM APENAS APARNCIA DE VALIDADE. CASAMENTO POR QUEM NO TINHA AUTORIDADE PARA REALIZ-LO
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  • ATOS NULOS OS AFETADOS POR VCIO INSANVEL; NO PRODUZEM EFEITOS VLIDOS ENTRE AS PARTES. A NULIDADE PODE SER RECONHECIDA DE OFCIO.
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  • ATOS ANULVEIS A VONTADE DO AGENTE EST VICIADA POR ERRO, DOLO, COAO OU SIMULAO; A ANULAO DEVER SER PROVOCADA PELOS INTERESSADOS.
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  • DAS NULIDADES NO PROCESSO O PROCESSO DE CONSTITUI DE UMA SRIE DE ATOS PROCESSUAIS SEMELHANTES AOS ATOS JURDICOS. PORM, POSSUI O SEU PRPRIO SISTEMA DE NULIDADES
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  • NULIDADE ABSOLUTA RELATIVA MATRIA DE ORDEM PBLICA; PODER SER DECRETADA DE OFCIO PELO JUIZ; NO ENVOLVE MATRIA DE ORDEM PBLICA; S PODE SER PROVOCADA PELA PARTE INTERESSADA.
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  • NULIDADE ABSOLUTA RELATIVA RECONHECID A EM QUALQUER FASE DO PROCESSO; INCLUSIVE DE OFCIO PELO JUIZ SE NO FOR ARGIDA TEMPESTIVA- MENTE OS ATOS TORNAM-SE VLIDOS.
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  • NULIDADE ABSOLUTA RELATIVA EFEITO EX TUNC (SEMPRE RETROAGE) O ATO SER CONSIDERADO NULO. O ATO NO SE CONVALESCE NUNCA. EFEITO EX NUNC (NO RETROAGE) OS ATOS PRATICADOS PRODUZIRO EFEITOS AT A DECRETAO DA NULIDADE.
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  • PREVISO LEGAL NO CPC PROCESSO DE CONHECIMENTO ART. 13, I DO CPC - AUSNCIA DE PRESSUPOSTO PROCESSUAL
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  • ART. 13. VERIFICANDO A INCAPACIDADE PROCESSUAL OU A IRREGULRIDADE DA REPRESENTAO DAS PARTES, O JUIZ, SUSPENDENDO O PROCESSO, MARCAR PRAZO RAZOVEL PARA SER SANADO O DEFEITO. NO SENDO CUMPRIDO O DESPACHO DENTRO DO PRAZO, SE A PROVIDNCIA COUBER: I. AO AUTOR, O JUIZ DECRETAR A NULIDADE DO PROCESSO.
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  • OUTRAS HIPTESES DE NULIDADE INEXISTNCIA DE INTIMAO DO MINISTRIO PBLICO QUANDO FOR OBRIGATRIA A SUA INTERVENO. ARTS. 84 E 246
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  • ART. 84. QUANDO A LEI CONSIDERAR OBRIGATRIA A INTERVENO DO MINISTRIO PBLICO, A PARTE PROMOVER-LHE- A INTIMAO SOB PENA DE NULIDADE DO PROCESSO.
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  • ART. 246. NULO O PROCESSO, QUANDO O MINISTRIO PBLICO NO FOR INTIMADO A ACOMPANHAR O FEITO EM QUE DEVA INTERVIR. PARGRAFO NICO. SE O PROCESSO TIVER CORRIDO, SEM CONHECIMENTO DO MINISTRIO PBLICO, O JUIZ O ANULAR A PARTIR DO MOMENTO EM QUE O RGO DEVIA TER SIDO INTIMADO.
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  • DECLARAO DE INCOMPETNCIA ABSOLUTA COM INVALIDAO DOS ATOS DECISRIOS ART. 113 2
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  • ART. 113. A INCOMPETNCIA ABSOLUTA DEVE SER DECLARADA DE OFCIO E PODE SER ALEGADA, EM QUALQUER TEMPO E GRAU DE JURISDIO, INDEPENDENTEMENTE DE EXCEO.
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  • VCIO DE CITAO ART. 214 2 ART. 214. PARA A VALIDADE DO PROCESSO INDISPENSVEL A CITAO INICIAL DO RU.
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  • VCIO DE CITAO ART. 214 2 2 COMPARECENDO O RU APENAS PARA ARGIR A NULIDADE E SENDO ESTA DECRETADA, CONSIDERAR-SE- FEITA A CITAO NA DATA EM QUE ELE OU SEU ADVOGADO FOR INTIMADO DA DECISO.
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  • VCIO DE INTIMAO E DE CITAO ART 247 DO CPC AS CITAES E AS INTIMAES SERO NULAS, QUANDO FEITAS SEM OBSERVNCIA DAS PRESCRIES LEGAIS.
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  • ART. 236 1 NO DISTRITO FEDERAL E NAS CAPITAIS DOS ESTADOS E DOS TERRITRIOS, CONSIDERAM-SE FEITAS AS INTIMAES PELA S PUBLICAO DOS ATOS NO RGO OFICIAL. 1 INDISPENSVEL, SOB PENA DE NULIDADE, QUE DA PUBLICAO CONSTEM OS NOMES DAS PARTES E DE SEUS ADVOGADOS, SUFICIENTES PARA SUA IDENTIFICAO.
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  • EM MATRIA DE PROVAS ART. 333 PARGRAFO NICO PARGRAFO NICO. NULA A CONVENO QUE DISTRIBUI DE MANEIRA DIVERSA O NUS DA PROVA QUANDO: I- RECAIR SOBRE DIREITO INDISPONVEL DA PARTE; II - TORNAR EXCESSIVAMENTE DIFCIL A UMA PARTE O EXERCCIO DO DIREITO.
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  • CONTROLE DAS NULIDADES NO CDIGO DE PROCESSO CIVIL ALGUMAS REGRAS A NULIDADE EXIGE SEMPRE A DECLARAO PELO JUIZ.
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  • REQUISITOS QUE DEVEM SER OBSERVADOS 1. PRINCPIO DO INTERESSE A PARTE QUE DEU CAUSA (NULIDADE RELATIVA) NO PODER ARGI-LA A SEU FAVOR ART. 243.
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  • ART. 243. QUANDO A LEI PRESCREVER DETERMINADA FORMA, SOB PENA DE NULIDADE, A DECRETAO DESTA NO PODE SER REQUERIDA PELA PARTE QUE LHE DEU CAUSA.
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  • REQUISITOS QUE DEVEM SER OBSERVADOS 2. PRINCPIO DA INSTRUMENTALIDADE DAS FORMAS. A NULIDADE NO DEVE SER DECLARADA SE A FINALIDADE DO ATO TIVER SIDO ALCANADA. ART. 244
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  • ART. 244. QUANDO A LEI PRESCREVER DETERMINADA FORMA, SEM COMINAO DE NULIDADE, O JUIZ CONSIDERAR VLIDO O ATO SE, REALIZADO DE OUTRO MODO, LHE ALCANAR A FINALIDADE.
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  • REQUISITOS QUE DEVEM SER OBSERVADOS 3. ART. 249 1 E 2 SE NO HOUVER PREJUZO PARA A PARTE OU SE O JUIZ PUDER DECIDIR O MERTO A FAVOR DE SEU BENEFICIRIO.
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  • ART. 249. O JUIZ, AO PRONUNCIAR A NULIDADE, DECLARAR QUE ATOS SO ATINGIDOS, ORDENANDO AS PROVIDNCIAS NECESSRIAS, A FIM DE QUE SEJAM REPETIDOS, OU RETIFICADOS.
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  • 1 O ATO NO SE REPETIR NEM SE IHE SUPRIR A FALTA QUANDO NO PREJUDICAR A PARTE.
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  • 2 QUANDO PUDER DECIDIR DO MRITO A FAVOR DA PARTE A QUEM APROVEITE A DECLARAO DA NULIDADE, O JUIZ NO A PRONUNCIAR NEM MANDAR REPETIR O ATO, OU SUPRIR-LHE A FALTA.
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  • REQUISITOS QUE DEVEM SER OBSERVADOS 4. PRINCPIO DA CAUSALIDADE ART. 248 DECLARADA A INVALIDADE DO ATO, APENAS OS SEUS DEPENDENTES SERO TAMBM NULOS.
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  • MOMENTO DE ARGUIO DE NULIDADE NULIDADE RELATIVA (ART. 245) NA PRIMEIRA OPORTUNIDADE SOB PENA DE PRECLUSO.
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  • MOMENTO DE ARGUIO DE NULIDADE NULIDADE ABSOLUTA A QUALQUER TEMPO, ENQUANTO NO HOUVER TRNSITO EM JULGADO DA SENTENA.
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  • MOMENTO DE ARGUIO DE NULIDADE NULIDADE ABSOLUTA APS O TRNSITO EM JULGADO DA SENTENA, AINDA QUE SEJA ABSOLUTA, O PROVIMENTO GERAR SEUS EFEITOS NORMALMENTE.
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  • EXCEES REGRA 1. CASOS EM QUE FOR CABVEL A AO RESCISRIA. (ART. 485). 2. CASOS EM QUE FOR CABVEL A QUERELA NULLITATIS. (ART. 486)
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  • QUERELA NULLITATIS A AO ANULATRIA QUERELA NULLITATIS DESTINA-SE S HIPTESES DO 486 E TAMBM PARA OS SEGUINTES CASOS:
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  • QUERELA NULLITATIS QUANDO A SENTENA QUE TRANSITOU EM JULGADO NO OBSERVOU A EXISTNCIA DE: AUSNCIA DE PRESSUPOSTO PROCESSUAL (RGO JURISDICIONAL INVESTIDO, CAPACIDADE PROCESSUAL, CAPACIDADE POSTULATRIA) OU POR VCIO DE CITAO.
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  • ART. 485 (AO RESCISRIA) ART. 485. A SENTENA DE MRITO, TRANSITADA EM JULGADO, PODE SER RESCINDIDA QUANDO: I - SE VERIFICAR QUE FOI DADA POR PREVARICAO, CONCUSSO OU CORRUPO DO JUIZ; II - PROFERIDA POR JUIZ IMPEDIDO OU ABSOLUTAMENTE INCOMPETENTE;
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  • ART. 485 (AO RESCISRIA) III - RESULTAR DE DOLO DA PARTE VENCEDORA EM DETRIMENTO DA PARTE VENCIDA, OU DE COLUSO ENTRE AS PARTES, A FIM DE FRAUDAR A LEI; IV - OFENDER A COISA JULGADA; V - VIOLAR LITERAL DISPOSIO DE LEI;
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  • ART. 485 (AO RESCISRIA) VI - SE FUNDAR EM PROVA, CUJA FALSIDADE TENHA SIDO APURADA EM PROCESSO CRIMINAL OU SEJA PROVADA NA PRPRIA AO RESCISRIA; VII - DEPOIS DA SENTENA, O AUTOR OBTIVER DOCUMENTO NOVO, CUJA EXISTNCIA IGNORAVA, OU DE QUE NO PDE FAZER USO, CAPAZ, POR SI S, DE IHE ASSEGURAR PRONUNCIAMENTO FAVORVEL;
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  • ART. 485 (AO RESCISRIA) VIII - HOUVER FUNDAMENTO PARA INVALIDAR CONFISSO, DESISTNCIA OU TRANSAO, EM QUE SE BASEOU A SENTENA; IX - FUNDADA EM ERRO DE FATO, RESULTANTE DE ATOS OU DE DOCUMENTOS DA CAUSA;
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  • ART. 485 (AO RESCISRIA) VIII - HOUVER FUNDAMENTO PARA INVALIDAR CONFISSO, DESISTNCIA OU TRANSAO, EM QUE SE BASEOU A SENTENA; IX - FUNDADA EM ERRO DE FATO, RESULTANTE DE ATOS OU DE DOCUMENTOS DA CAUSA;
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  • ART. 486. OS ATOS JUDICIAIS, QUE NO DEPENDEM DE SENTENA, OU EM QUE ESTA FOR MERAMENTE HOMOLOGATRIA, PODEM SER RESCINDIDOS, COMO OS ATOS JURDICOS EM GERAL, NOS TERMOS DA LEI CIVIL.