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DIVISÃO DE ENGENHARIA E MANUTENÇÃO · Projetos (mudança de layout, mobiliário, paisagismo, outros). FORMA DE SOLICITAÇÃO DE SERVIÇOS SERVIÇOS DE NOVAS INSTALAÇÕES, REFORMAS,

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  • ISBN xxx-xx-xxxxx-xx-x

    Série Manuais do

    HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNICAMP

    Manual de Processos de Trabalho da

    DIVISÃO DE ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    2ª edição

    Campinas 2015

  • FICHA CATALOGRÁFICA

    Todos os direitos são reservados ao Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas - Unicamp. Os manuais destinam-se à leitura online pela intranet ou por download. É permitida a utilização acadêmica do manual, desde que citada a fonte e não seja para fins comerciais. O conteúdo dos textos publicados nos manuais é de total responsabilidade dos autores. É proibida a impressão ou reprodução total ou parcial, por qualquer meio ou sistema, sem prévio consentimento, ficando os infratores sujeitos às penas previstas em lei (Código Penal. Decreto Lei 2848/40, Art. 297-298).

  • ÍNDICE

    ESTRUTURA ORGANIZACIONAL _________________________________________________________ 5

    EG.O1 – OBJETIVOS DA DIVISÃO DE ENGENHARIA E MANUTENÇÃO ______________________ 5

    EG.O2 - MAPA DE RELACIONAMENTO FORNECEDOR / PROCESSO / CLIENTE _____________ 6

    EG.O3 - MACRO FLUXO DO PROCESSO __________________________________________________ 7

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA __________________ 8

    EG.P1 – SOLICITAÇÃO DE SERVIÇOS PRESTADOS PELA DEM _____________________________ 8 SERVIÇOS PRESTADOS PELA DEM ________________________________________________________ 8 FORMA DE SOLICITAÇÃO DE SERVIÇOS __________________________________________________ 8 ABERTURA DE ORDEM DE SERVIÇO _____________________________________________________ 10

    CLICK ________________________________________________________________________________ 16

    EG.P2 - CONTROLE DE ORDEM DE SERVIÇOS E SECRETARIA____________________________ 20 SECRETARIA DA DEM __________________________________________________________________ 21

    MANUTENÇÃO PREDIAL _______________________________________________________________ 24

    EG.P3 – MANUTENÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, MECÂNICAS E HIDRÁULICAS ____ 24 ELÉTRICA _____________________________________________________________________________ 24 INFORMÁTICA _________________________________________________________________________ 27 TELEFONIA ____________________________________________________________________________ 27 ÁREA DE HIDRAULICA _________________________________________________________________ 28

    EG.P4 – MANUTENÇÃO DE CONSTRUÇÃO CIVIL ________________________________________ 31

    EG.P5 – MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIO _____________________________ 33

    MANUTENÇÃO DE INFRAESTRUTURA ___________________________________________________ 36

    EG.P6 – ENGENHARIA E MANUTENÇÃO DE INFRAESTRUTURA __________________________ 36

    ASSESSORIA TÉCNICA DE ENGENHARIA E ARQUITETURA _________________________________ 41

    EG.P7 – ELABORAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DE PROJETOS E OBRAS __________________ 41 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ARQUITETÔNICO ______________________________________ 43 DESENVOLVIMENTO DOS PROJETOS COMPLEMENTARES DE INSTALAÇÕES ________________ 46 EXECUÇÃO DA OBRA __________________________________________________________________ 50

    DIRETORIA TÉCNICA DA DEM __________________________________________________________ 52

    EG.P8 – SUPORTE OPERACIONAL EM SUPRIMENTOS E AFINS ___________________________ 52

    TÉCNICAS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA _________________________________________________ 55

    EG.T1 – PROCESSO DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE CAIXA DE ÁGUA ___________________ 55 RESERVATÓRIOS DE ÁGUA DO HC ______________________________________________________ 56

    EG.T2 – TÉCNICA PARA MANIPULAR REGISTROS PARA LIMPAR E DESINFECTAR CAIXAS

    DE ÁGUA DO HC DA UNICAMP _________________________________________________________ 63

    EG.T3 – TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO DIÁRIA DA ÁGUA DE DIÁLISE DO CENTRO INTEGRADO

    DE NEFROLOGIA ______________________________________________________________________ 66 TRATAMENTO DE ÁGUA - PLANILHA N° 01 _______________________________________________ 66

    EG.T4 – TÉCNICA PARA DESINFECÇÃO DO LOOP E TANQUE DE ÁGUA TRATADA PARA

    HEMODIÁLISE ________________________________________________________________________ 68

    EG.T5 - SISTEMAS ESPECIAIS DE VENTILAÇÃO E CLIMATIZAÇÃO _______________________ 71 QUARTOS DE PRESSÃO NEGATIVA ______________________________________________________ 71 SALAS CIRÚRGICAS DO CC CENTRAL ____________________________________________________ 74 SALA DE BRONCOSPOCIA_______________________________________________________________ 75

    file:///G:/Manuais/DEM%20-%20Olimpia/engenharia_10_03_2015.doc%23_Toc413738656

  • ANEXOS _____________________________________________________________________________ 76

    EG.A1 - NORMAS, PORTARIAS E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS QUE EMBASAM O

    FUNCIONAMENTO DA ÁREA ___________________________________________________________ 76

    EG.A2 – DOCUMENTOS UTILIZADOS NA ÁREA __________________________________________ 77

    EG.A3 - TABELA DE TEMPORALIDADE DOS DOCUMENTOS ______________________________ 78

    MANUAIS DE PROCESSOS DE TRABALHO E TÉCNICAS DE COMPETÊNCIA DE OUTRAS ÁREAS

    Epidemiologia Hospitalar – Comissão de Controle de Infecção Hospitalar – ccih.pdf

    Gerenciamento de Resíduos – residuos.pdf

    DSG - Hotelaria –hotelaria.pdf

    Patrimônio – patrimonio.pdf

    Recursos Humanos – recursos_humanos.pdf

    DSG - SSPR - Segurança, Portaria e Recepção – sspr.pdf

    DSG - Transporte – transporte.pdf

    Superintendência – superintendencia.pdf

    Suprimentos – suprimentos.pdf

    http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdfhttp://intranet.hc.unicamp.br/manuais/residuos.pdfhttp://intranet.hc.unicamp.br/manuais/hotelaria.pdfhttp://intranet.hc.unicamp.br/manuais/patrimonio.pdfhttp://intranet.hc.unicamp.br/manuais/recursos_humanos.pdfhttp://intranet.hc.unicamp.br/manuais/sspr.pdfhttp://intranet.hc.unicamp.br/manuais/transporte.pdfhttp://intranet.hc.unicamp.br/manuais/superintendencia.pdfhttp://intranet.hc.unicamp.br/manuais/suprimentos.pdf

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    ESTRUTURA ORGANIZACIONAL EG.O1

    Grupo responsável pela elaboração: Sérgio da Silva Lacerda

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 5 -

    ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

    EG.O1 – OBJETIVOS DA DIVISÃO DE ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    OBJETIVOS

    Assessorar a Coordenadoria de Administração do HC nos diversos aspectos de

    Engenharia e Arquitetura (Plano Diretor de Infraestrutura, novas construções,

    reformas, conservação e modernização);

    Desenvolver estudos e projetos arquitetônicos de adequação de espaços físicos

    e reformas;

    Gerenciar a produção e distribuição dos produtos do Parque de Utilidades

    (água, energia elétrica, oxigênio, vácuo, ar comprimido, etc);

    Gerenciar e coordenar as atividades de manutenção e modernização das

    instalações físicas de infraestrutura;

    Gerenciar e coordenar a manutenção de equipamentos não médicos e

    mobiliários.

    PROCESSOS NORTEADORES DA DEM

    Planejamento e previsão;

    Organização;

    Direção, Coordenação e Execução;

    Controle.

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Implantação

    31/05/2010

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    ESTRUTURA ORGANIZACIONAL EG.O2

    Grupo responsável pela elaboração: Sérgio da Silva Lacerda, Denise Traldi

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 6 -

    EG.O2 - MAPA DE RELACIONAMENTO FORNECEDOR / PROCESSO / CLIENTE

    DS

    Áreas do HC

    Administrativas e

    Assistenciais

    Reitoria Unicamp

    Vigilância Sanitária

    Elaborar e acompanhar

    projetos e obras

    Executar Manutenção

    Predial:

    Elétrica, Mecânica e

    Hidráulica

    Construção Civil

    Equipamentos e

    mobiliário

    Controlar Ordens

    de Serviço

    Executar controle e

    manutenção de infra-

    estrutura

    Dar suporte operacional

    em suprimentos - DEM

    DINF

    Demandas

    Diretrizes, normas

    Diretrizes

    Compras

    Serviço de Infromática

    Fornecedor

    Interno

    Cliente Interno Cliente ExternoProcessos

    CCIHDiretrizes,

    normas

    Fornecedores de

    materiais, insumos

    e serviços

    Materiais, serviços

    DRH Recursos Humanos

    Fornecedor

    externo

    SuperintendênciaDiretrizes,

    Recursos

    Contratos

    CCIHMedidas de prevenção

    de infecção

    relacionadas a DEM

    SuperintendênciaInformações gerenciais,

    assessoria de engenharia

    e arquitetura

    SANASA

    Administração de contratos,

    notas fiscais

    Água

    CPFL Energia Elétrica

    SOF

    Reitoria UnicampInformações de custos

    SSTMedidas de prevenção de

    acidentes de trabalhoFUNCAMP Recursos

    Gerenciar a DEM

    SST

    Vigilãncia SanitáriaProjetos

    Informações de custos,

    notas fiscais

    Manutenção predial,

    obras, infra-estrutura,

    projetos arquitetônicos e

    acompanhamento de obras

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Implantação

    31/05/2010

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    ESTRUTURA ORGANIZACIONAL EG.O3

    Grupo responsável pela elaboração: Sérgio da Silva Lacerda, Denise Traldi

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 7 -

    EG.O3 - MACRO FLUXO DO PROCESSO

    Supr

    imen

    -

    tos

    DEM

    Patr

    imôn

    io

    Ass

    esso

    ria

    de

    enge

    nhar

    ia e

    arqu

    itetu

    ra

    Infr

    a-

    estr

    utu

    ra

    Man

    uten

    ção

    Equi

    pam

    ento

    s

    e M

    obili

    ário

    Man

    uten

    ção

    cons

    truç

    ão c

    ívil

    Man

    uten

    ção

    elét

    rica,

    mec

    ânic

    a e

    hidr

    áulic

    a

    Seçã

    o de

    Secr

    etar

    ia e

    cont

    role

    de

    O.S

    .

    Supe

    rin-

    tênd

    enci

    a

    Uni

    dade

    usuá

    ria

    Não

    Sim não

    sim

    não

    sim

    não não não

    sim

    sim

    sim

    não

    sim sim

    sim

    sim

    não

    não

    Div

    isão

    de

    Enge

    nhar

    ia e

    Man

    uten

    ção

    Executa

    serviço

    É equipamentos

    ou mobiliário?

    Acompanha

    execução

    Aprova projeto

    com Superin-

    tendência e

    VISA

    Elabora documento e

    envia para patrimônio

    Manutenção

    Solicita aceite do usuário,

    dá baixa e devolve O.S.

    É

    equipamento

    ou móvel?

    início

    Solicita retirada

    pelo patrimônio

    Requer ação da

    construção cívil ?

    É

    construção

    cívil?

    Fim

    Aprovado?

    Fim

    Elabora

    projeto

    arquitetônico

    Fim

    Auxiliar

    realização de

    licitação de

    serviços

    Registra

    mão de

    obra e

    custos

    Obtêm orçamentos e

    aprovação

    Solicita aceite do

    usuário dá baixa

    e devolve O.S.

    Executa

    serviço no

    localSolicita

    devolução do

    patrimônio

    Identifica

    necessidade

    de serviço da

    DEM

    Agenda e retira

    equipamento ou móvel

    Executa serviço

    na DEM

    Executa e

    acompanha a

    obra

    Avalia local

    Elabora ofício

    ou e-mail e

    encaminha

    Elabora

    planilha

    de custo

    Requer

    retirada?

    Recolhe documento e dá baixa

    Fim

    Solicitar serviços de suprimento ou manuten-

    ção pelo serviço contrato/ fornecedores

    fim Separa-os por

    área DEM

    Obra ou

    ampliação?

    É elétrica,

    mecânica ou

    hidráulica?

    Aprova

    projeto

    com

    usuário

    Descontamina

    Infra-

    estrutura

    Avalia

    viabilidade

    técnica

    Devolve

    equipamento ou

    móvel ao usuário

    Programa

    execução com

    CCIH e

    usuário

    É

    desativação?

    Registra e encaminha para Diretor

    da DEM e assessoria de

    engenharia e arquitetura

    Solicita aceite

    e devolve O.S.

    Preenche O.S.

    corretamente e

    encaminha

    Solicita aceite

    do usuário, dá

    baixa e devolve

    O.S.

    Avalia ofício ou e-mail

    Avalia

    possibilidade

    de conserto

    no local

    Requer materiais /

    contratação de serviços?

    Informa

    unidade

    Documenta

    aceita

    Requer materiais /

    contratação de serviços?

    sim

    não

    DS

    Processo de

    compraCusto superior

    a R$ 3.000?

    DS/Funcamp sim

    não

    Efetua

    compra

    DS

    Recebe material

    e atende

    requisição

    Almoxarifado

    Requisita

    materialnão

    Requisita

    material

    fim

    Estuda

    viabilidadeÉ

    viável?sim

    fim não

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P1

    Grupo responsável pela elaboração: João Marcos Saavedra Quattrer

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 8 -

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA

    ÁREA

    EG.P1 – SOLICITAÇÃO DE SERVIÇOS PRESTADOS PELA DEM

    SERVIÇOS PRESTADOS PELA DEM

    Manutenção predial;

    Manutenção de equipamentos e mobiliários assistenciais e de apoio;

    Manutenção da infraestrutura;

    Instalações de infraestrutura (telefonia, informática, elétrica, climatização, gases medicinais, hidráulica, GLP e outras);

    Reformas e obras;

    Projetos (mudança de layout, mobiliário, paisagismo, outros).

    FORMA DE SOLICITAÇÃO DE SERVIÇOS

    SERVIÇOS DE NOVAS INSTALAÇÕES, REFORMAS, OBRAS E PROJETOS

    Esses pedidos devem ser realizados por solicitação formal à Coordenadoria de Administração (ofício/CI), contendo todas as informações (necessidades, localizações, justificativas e recursos financeiros a serem utilizados), para tomada de decisão;

    No caso de aprovação o pedido é encaminhado a DEM, para a abertura (interna) da OS.

    De posse da OS, é feito um levantamento preliminar para análise de viabilidade pelo responsável pela execução;

    Havendo viabilidade, deve ser realizado levantamento do material necessário, mão-de-obra (necessária e disponível) e custos envolvidos;

    Caso não haja viabilidade técnica para a execução da demanda, a DEM deve comunicar o solicitante e orientar o usuário para outras providências.

    SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO

    Todos os serviços de manutenção (rotina) devem ser solicitados através de OS encaminhada à DEM;

    Mediante a OS, deve ser realizada a análise pelo profissional responsável pela execução que determina a viabilidade técnica e prioridade da solicitação;

    Caso haja necessidade de recursos (materiais / financeiros / humanos) não disponíveis na área para execução da demanda ou qualquer outra situação que inviabilize a realização, a DEM deve dar retorno ao solicitante informando o trâmite a ser utilizado para o atendimento da solicitação;

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P1

    Grupo responsável pela elaboração: João Marcos Saavedra Quattrer

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 9 -

    ATENDIMENTO DA DEM Atendimento ininterrupto, 24 horas ao dia.

    Para serviços de rotina, com preenchimento de OS, eletrônica, via WEB. Via telefônica (R. 17778), seguida de preenchimento de OS, para horários extraordinários ou situações de emergência (risco de vida à pacientes) ou urgência (geram impacto nas atividades da área e que não podem aguardar atendimento de rotina). São consideradas situações de emergência/urgência os problemas de fornecimento de insumos (gases, água quente, energia elétrica) e Climatização. Horários extraordinários das 17h30 às 7h00, finais de semana e feriados.

    CONCEITO DE OS É o único documento hábil a ser emitido pelo usuário para solicitação de reparo, conserto e manutenção em equipamento, móvel e máquina e em instalações prediais. Permite o registro e repasse de informações para o sistema de custos e, apontamento de débitos para os usuários das peças/materiais e mão-de-obra aplicada quando da execução pela DEM. O solicitante pode de seu terminal, consultar a OS de sua área (andamento, situação, custo da M.O. e peças aplicadas) ORIENTAÇÕES PARA O SOLICITANTE DA OS A OS deve ser preenchida eletronicamente via web por todas as áreas do HC. No caso de equipamentos e mobiliários assistenciais a serem encaminhados para manutenção na DEM, o usuário deve observar:

    Descontaminação prévia ao envio, a fim de proteger os profissionais envolvidos (transporte, recepção e reparo). Caso o equipamento ou mobiliário chegue à DEM em condições inadequadas, oferecendo risco no manuseio, será devolvido e serão notificados os responsáveis e a CCIH;

    Envio de todas as peças e acessórios pertinentes ao equipamento ou mobiliário para viabilizar o conserto;

    Preenchimento do PI, modelo, número de série e fabricante;

    Transporte deve ser realizado pelo Serviço de Patrimônio, mediante agendamento (Processo PN.P5 – Administração de Bens em Manutenção, Inservíveis e Desativados).

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P1

    Grupo responsável pela elaboração: João Marcos Saavedra Quattrer

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 10 -

    ABERTURA DE ORDEM DE SERVIÇO

    Para abertura de Ordem de Serviço Para acesso ao sistema

    http://www.cemeq.unicamp.br/sgmeq-hc/index.asp

    Atenção para a maioria dos acessos não é necessário utilização da senha. Atualmente a área com uso da senha só é disponível para troca da senha.

    Abertura de OS

    Digite sua matricula Click para escolher tipo de solicitação

    http://www.cemeq.unicamp.br/sgmeq-hc/index.asp

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P1

    Grupo responsável pela elaboração: João Marcos Saavedra Quattrer

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 11 -

    Manutenção de Equipamentos

    Digite o PI do equipamento (obrigatório). Lembre-se que o PI deve ter 6 números após a barra, se seu equipamento tiver menos complete

    com zeros ex. PI 15/1234 digite 15/001234

    Depois click aqui

    Selecione manutenção de equipamento. Para manutenção em equipamentos é obrigatório uso de PI

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P1

    Grupo responsável pela elaboração: João Marcos Saavedra Quattrer

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 12 -

    Você vai entrar na pagina.

    PI cadastrados: Esta pagina vai aparecer se o PI for cadastrado.

    Caso o equipamento já seja cadastrado a pagina será a apresentada a cima preencha os dados faltantes. Código de órgão dez dígitos

    Código do órgão

    Local detalhado

    do equipamento

    Descreva o defeito com detalhes, para facilitar o atendimento, para equipamento que será transportado pelo patrimônio informar neste campo.

    Enviar

    Selecione o equipamento a

    sofrer intervenção

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P1

    Grupo responsável pela elaboração: João Marcos Saavedra Quattrer

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 13 -

    PI não cadastrado: Se o PI não for cadastrado, preencher os campos anotados, a solicitação será analisada, caso o equipamento possa sofrer intervenção pela DEM a solicitação será transformada em OS, caso contrário a solicitação será descartada.

    Selecione o equipamento a sofrer manutenção

    Informe fabricante, modelo, se está na garantia.

    Descreva o defeito com detalhes, para facilitar o atendimento, para

    equipamento que será transportado pelo patrimônio informar neste campo.

    Código de órgão

    Localização completa

    Enviar

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P1

    Grupo responsável pela elaboração: João Marcos Saavedra Quattrer

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 14 -

    Para solicitação de serviços de manutenção você deve fazer está opção.

    Digite o código de órgão

    Descreva detalhadamente o local para a execução da manutenção

    Descreva a solicitação completa de sua solicitação

    Envie a sua solicitação

    Selecione Solicitação de serviço, para manutenção em geral.

    Após selecionar click aqui

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P1

    Grupo responsável pela elaboração: João Marcos Saavedra Quattrer

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 15 -

    Sua solicitação de Serviço é recebida pela DEM, caso todos os dados estejam em conformidade a sua solicitação é transformada em OS. O cliente pode consultar suas Ordens de Serviço no site. Sua solicitação sendo aceita você receberá um e-mail informando o aceite da solicitação e o número da ORDEM DE SERVIÇO. Caso sua solicitação não seja aceita, você também receberá um e-mail informando que sua solicitação não foi aceita, neste caso entre em contato com a DEM. Caso você não receba nenhum e-mail entre em contato para que possamos verificar o problema.

    Na discrição do defeito / solicitação, depois Descreva o defeito (do equipamento) ou sua solicitação (de serviço) com detalhes, para facilitar o atendimento.

    Será possível a impressão da OS. Para equipamento transportado pelo solicitante será necessário que o equipamento venha

    acompanhado da OS impressa.

    LEMBRETES

    SITE DE ACESSO: http://www.cemeq.unicamp.br/sgmeq-hc/index.asp;

    Quando for abrir OS para equipamento, OBRIGATÓRIAMENTE deve ser usado o PI e sempre deve haver seis números após a barra, ou seja, para uma mesa PI 15/422 você deve digitar 15/000422 para um equipamento PI 15/12345 você deve digitar 15/012345;

    Código de Órgão EX.: se seu código de órgão for 15.09.06.00.00 você deve digitar 1509060000 vai aparecer a baixo o seu órgão. Clique sobre ele. ----- 1509060000 | HC/CADM/DEN;

    O centro de custo não é utilizado para abertura de os;

    Sua senha é sua matricula.

    Duvidas entre em contato com os ramais 1.7778 ou 18332.

    http://www.cemeq.unicamp.br/sgmeq-hc/index.asp

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    Revisão N

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    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P1

    Grupo responsável pela elaboração: João Marcos Saavedra Quattrer

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 16 -

    Para consulta de ordens de Serviço:

    Na página principal siga os seguintes passos:

    A consulta pode ser feita:

    Código de órgão;

    Numero da OS, você já recebeu por e-mail;

    Por data de entrada;

    Situação;

    Ou mesclando mais de umas das opções;

    CLICK

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    Data: 01/03/2015

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    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P1

    Grupo responsável pela elaboração: João Marcos Saavedra Quattrer

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 17 -

    Digite o número da OS e click em consultar

    Sua consulta será

    Para consultar mais detalhes da OS e solicitar a impressão

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    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P1

    Grupo responsável pela elaboração: João Marcos Saavedra Quattrer

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 18 -

    Para imprimir a OS para arquivo e/ou envio junto do equipamento click:

    Deste modo será aberta uma janela e sobre ela a caixa de impressão, é só fazer os procedimentos normais de impressão.

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    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P1

    Grupo responsável pela elaboração: João Marcos Saavedra Quattrer

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 19 -

    É basicamente a mesma imagem da página anterior.

    Se você quiser pode salvar sua pesquisa no excel, neste caso clique em exportar para o excel. No excel você pode trabalhar com o arquivo normalmente, fazendo filtros, relatórios, etc.

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P2

    Grupo responsável pela elaboração: Denise Traldi, Reginaldo Euzébio, Eloi Cardoso Neto

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

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    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 20 -

    EG.P2 - CONTROLE DE ORDEM DE SERVIÇOS E SECRETARIA

    CONCEITO A seção de controle de ordens de serviços (OS) da DEM tem por objetivo centralizar, registrar, distribuir e controlar as Ordens de Serviços encaminhadas pelos usuários e executadas pela equipe. Os dados gerados possibilitam a elaboração de relatórios para um melhor gerenciamento da área e melhoria no atendimento ao cliente.

    SEPARAÇÃO DA OS POR ÁREA DA DEM As OS devem ser separadas em:

    Área de hidráulica;

    Área de elétrica;

    Área civil;

    Área de reparos e equipamentos;

    Área de infraestrutura;

    Área de assessoria de projetos e obras. As Ordens de Serviços são separadas por área e os respectivos gerentes são responsáveis pela classificação de prioridade e escala dos funcionários que irão executa-las. A partir da definição do executor as Ordens de Serviço são distribuídas nos respectivos escaninhos de cada funcionário. Após a execução do serviço e dos devidos lançamentos no sistema, os formulários das Ordens de Serviços devem ser devolvidos aos funcionários da secretaria para arquivo. MANUTENÇÃO EM EQUIPAMENTOS, MÓVEIS E MÁQUINAS. Os técnicos administrativos da DEM devem verificar o PI pelo sistema do Serviço de Patrimônio e encaminhar a OS ao supervisor da Área de Reparo e Equipamentos:

    O supervisor autoriza o envio para o reparo na DEM.

    Equipamentos, móveis e máquinas de pequeno porte devem ser transportados até a DEM pelo solicitante, cabendo ao Patrimônio o transporte de equipamentos, maquinas e móveis de maior volume.

    Após o conserto, retornar o equipamento para o usuário, por meio do Serviço de Patrimônio, ou pelo próprio solicitante.

    Quando o equipamento é considerado sem condições de reparo, deve ser emitido um Termo de Desativação (IT), com as informações prestadas pelo órgão técnico, descritas na OS (justificativa e descrição técnica para nova aquisição), em 2 vias, destinadas ao:

    Usuário (esta via é anexada no comentário da OS via sistema);

    Serviço de Patrimônio;

    Arquivo da DEM. O Serviço de Patrimônio retira o equipamento da DEM e dá destino administrativo e físico de baixa patrimonial.

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    Data: 01/03/2015

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    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P2

    Grupo responsável pela elaboração: Denise Traldi, Reginaldo Euzébio, Eloi Cardoso Neto

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 21 -

    PROCESSO DE BAIXA DA OS O técnico da DEM que executou o serviço deve descrever o que foi realizado no relatório da OS online, inserir os materiais utilizados e tempo de execução dos serviços. O solicitante deve conferir o conserto realizado, confrontando-o à descrição feita pelo funcionário da DEM. Estando de acordo, assinar o aceite do serviço. O técnico deve devolver a OS com baixa na Seção de Controle, onde os dados de mão-de-obra e custos dos materiais serão conferidos no sistema informatizado, efetivando o status da OS. CONTROLE DAS OS PENDENTES Quando há impossibilidade de execução da OS por falta de recursos materiais ou humanos, a OS fica pendente sob responsabilidade do gerente da área. No caso de OS pendente por falta de material, o gerente deve emitir uma solicitação de compra para o Setor de Compras da DEM. ESTATÍSTICA Mediante os dados das OS finalizadas, serão emitidos diversos relatórios gerenciais:

    Mão-de-obra por funcionário (produtividade);

    Pendências por área da DEM;

    Pendências por área do HC;

    Custos por Área do HC referentes a serviços da DEM;

    Controle histórico dos itens patrimoniados quanto às manutenções sofridas.

    SECRETARIA DA DEM

    ATENDIMENTO AO CLIENTE

    Atendimento pessoal e orientação aos usuários internos e externos da DEM;

    Atendimento telefônico e transferência para todos os ramais da DEM;

    Devolutiva aos clientes internos e externos quanto às solicitações pendentes. DOCUMENTOS ADMINISTRATIVOS

    Emissão e recebimento e controle dos diversos documentos administrativos (CI, Memorando, Ofício, Informação Técnica e etc.) da DEM e de todas as áreas do Hospital de Clinicas e da Universidade através do sistema “Jira”. Os registros destes documentos no Jira são feitos pelos patrulheiros e gerenciados pela supervisão, que também executa a entrada e saída de documentos quando necessário;

    Os documentos CI, OF, IT/DEM além de salvos nas pastas virtuais têm o seu registro em livros e copias em pastas, a fim de evitar possíveis perdas dos conteúdos dos mesmos;

    Os registros de processos capa azul são feitos no programa “Jira” e no sistema “Terá Term” –protocolo.unicamp.brVT, conforme demanda diária;

    Controle de remessa e distribuição dos documentos aos responsáveis das áreas da DEM;

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    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

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    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P2

    Grupo responsável pela elaboração: Denise Traldi, Reginaldo Euzébio, Eloi Cardoso Neto

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 22 -

    Controle de arquivamento dos diversos Documentos administrativos, Ordem de Serviços e de Mapoteca (plantas de fundação e projetos, climatização entre outros). O sistema de arquivamento adotado é do de menor tempo evitando acumulo desnecessário de papéis;

    Emissão de pedido, controle e distribuição de materiais de escritório para o Almoxarifado. Os itens são solicitados on-line através do programa “SIAD”, observando as cotas mensais liberadas pelo Almoxarifado HC para a DEM.

    Emissão de Informação Técnica ao Serviço de Patrimônio para casos de encaminhamento de mobiliários e equipamentos para baixa patrimonial. Este documento é impresso em duas vias e encaminhado ao Serviço de Patrimônio, sendo a outra via sistema inserido na OS online no campo de comentário.

    CONTROLES DE RH

    A supervisão da secretaria faz a intersecção do DRH/HC e RH/FUNCAMP com os funcionários da DEM.

    Controle de frequência, fechamento e encaminhamento de cartões de ponto, devidamente preenchidos contendo códigos de frequência como: licenças médicas, férias, horas extras e etc. a DRH.

    Emissão de pedidos de horas extras via Comunicado Interno com justificativas á Coordenadoria para aprovação e envio ao DRH.

    O banco de horas é monitorado diariamente por meio de planilha excel interligada a uma planilha de controle dos totais de horas de fácil visualização.

    Emissão da escala eletrônica de plantão via sistema “Honda Ponto”, emitida mensalmente com manutenção semanal.

    Agendamento de férias dos funcionários da DEM fazendo a distribuição das escalas aos responsáveis de cada setor, posterior registro na planilha de controle e encaminhamento a DRH;

    Controle e encaminhamento dos atestados médicos e licenças dos funcionários FUNCAMP a DRH, conforme apresentação do documento.

    Acompanhar a execução de exame médico dos funcionários Unicamp, em especial os do regime CLT, até a emissão do atestado de saúde ocupacional – ASO conforme portaria nº 3.214 – 08/06/1978 em acordo a NR – 07.

    Acompanhar os prazos para a realização de avaliação dos funcionários no Estágio Probatório, conforme orientação DGRH / DPD Equipe de Programa Ingresso e GR nº 34/2010. Quando da proximidade do prazo para entrega da avaliação ao DRH a supervisão atualiza os formulários e encaminha por e-mail a gerência responsável pela avaliação em questão e posteriormente faz o envio ao DRH/HC.

    Orientação ao menor aprendiz, na aquisição de conhecimentos e habilidades necessárias para atuar na área administrativa.

    Emissão de pedido de novos Patrulheiros através do preenchimento de formulário do DRH/HC, conforme a necessidade do setor e proximidade do término de contrato do Patrulheiro que esta na ativa.

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P2

    Grupo responsável pela elaboração: Denise Traldi, Reginaldo Euzébio, Eloi Cardoso Neto

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    - 23 -

    EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO.

    Controle de estoque de EPIs a serem usados pelos funcionários da DEM. Identificação da necessidade e emissão de novos de pedidos de EPI’s novos junto a Segurança do Trabalho;

    Controle de distribuição dos EPI’s através de registros nas fichas individuais dos funcionários para fins de fiscalização, conforme NR – 06. Procedimento monitorado diariamente pela supervisão;

    Realização do Inventário dos Bens Patrimoniais e inclusão de dados junto ao Sistema de Patrimônio.

    ÁREAS ENVOLVIDAS

    Todas as áreas do HC;

    DGRH;

    Medicina do Trabalho;

    Segurança do Trabalho;

    FUNCAMP;

    Prefeitura do Campus.

    PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf).

    SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf).

    EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica

    http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdfhttp://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P3

    Grupo responsável pela elaboração:

    Jun Tanaka

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Dr. Luis Gustavo O Cardoso Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Jacques Gama Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    - 24 -

    MANUTENÇÃO PREDIAL

    EG.P3 – MANUTENÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, MECÂNICAS E

    HIDRÁULICAS

    CONCEITO DA ÁREA DE MANUTENÇÃO É um processo que envolve toda a organização e não se restringe à função ou ao ato de manutenção, pois visa garantir os propósitos institucionais. Manutenção é um processo que abrange diferentes setores e em diferentes níveis da estrutura do Hospital de Clínicas – Unicamp: Planejamento, Finanças, Almoxarifado, DSG, sendo necessário que se compreenda a atividade como um processo que interage e se integra a demais funções e atividades da Unidade, para cumprir com seus objetivos e alcançar suas metas.

    ELÉTRICA

    ATUAÇÃO A seção de elétrica se divide em atividades de instalações e manutenções relacionadas à eletricidade, informática e telefonia. PROCEDIMENTO DE MANOBRA DE DISJUNTORES DE MÉDIA TENSÃO E GERADORES DE EMERGÊNCIA Quando houver queda de energia CPFL:

    Comparecer, com urgência, na subestação I;

    Verificar se os geradores assumiram a carga;

    Caso tenha assumido a carga, ligar o disjuntor principal;

    Verificar o estado dos disjuntores BT12, BT13, BT14 e BT15, caso esteja desarmado, armar e ligar;

    Verificar o estado dos disjuntores de baixa tensão, se desarmado, armar;

    Verificar se houve transferência, gerador - CPFL, e desligamento do motor do gerador;

    Ir até a subestação II e armar os disjuntores de média tensão e baixa tensão, após as manobras da subestação II, encaminhar-se até a subestação III e repetir as manobras da subestação II;

    Retornar a subestação I e verificar o estado do gerador e fazer carregamentos das molas dos disjuntores de média tensão;

    Caso um dos geradores não tenha assumido a carga, fazer o “jump” entre os dois geradores e repetir o procedimento normal.

    PROCEDIMENTO PARA TROCA DAS LUMINÁRIAS

    A solicitação de instalação de luminária deve ser mediante OS;

    De posse da OS, o eletricista/técnico deve requisitar o material junto ao almoxarifado;

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P3

    Grupo responsável pela elaboração:

    Jun Tanaka

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Dr. Luis Gustavo O Cardoso Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Jacques Gama Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    - 25 -

    De posse do material, deve informar ao solicitante que o serviço será executado e solicitar a liberação da área para execução;

    Caso seja em áreas de grande passagem de público, dever ser feito um isolamento com cones e sinalização;

    Tomadas todas as providências de segurança, desligar o interruptor e verificar a ausência de tensão na luminária;

    Constatada a ausência de tensão, retirar a lâmpada e fazer a troca e ligar o interruptor;

    Caso acenda, receber o aceite do solicitante na OS;

    Caso não acenda, verificar se existe tensão na luminária, caso exista, desligar o interruptor e fazer a troca do reator;

    Feita a troca, colocar a lâmpada; se acender, receber o aceite do solicitante na OS;

    Dar baixa nos materiais utilizados no almoxarifado;

    Encaminhar a OS para a supervisão. PROCEDIMENTO PARA INSTALAÇÃO DE TOMADAS

    A solicitação de instalação de tomadas deve ser mediante OS;

    De posse da OS, o eletricista/técnico deve comparecer ao local indicado na OS;

    Verificar, junto ao solicitante, qual a finalidade da tomada, levantar a potência e tensão da tomada a ser instalada e necessidade de deslocar pacientes do local;

    Havendo possibilidade de instalação, o mesmo deve fazer um levantamento de materiais necessários para execução;

    Verificar junto ao almoxarifado se os referidos materiais estão disponíveis;

    Caso estejam, executar o serviço;

    Fazer um teste de medição verificando o nível de tensão;

    Se estiver dentro dos parâmetros aceitáveis, pedir o aceite do solicitante;

    Dar baixa nos materiais utilizados no almoxarifado;

    Encaminhar a OS para a supervisão. PROCEDIMENTOS DE MANOBRA EM REDES ELÉTRICAS ENERGIZADAS Desnergização:

    Seccionamento - abrir a chave, retirar o fusível, ou desarmar o disjuntor;

    Impedimento de re-energização - efetuar o bloqueio, para impedimento de energização;

    Constatação da ausência de tensão - fazer a medição com multímetro, contatando a ausência de tensão;

    Instalação de aterramento temporário com equipotencialização dos condutores dos circuitos - aterrar o circuito desenergizado como medida de segurança, para evitar acidentes e manobras erráticas;

    Proteção dos elementos energizados existentes na zona controlada;

    Fazer a isolamento da área de trabalho para evitar que pessoas estranhas às atividades não fiquem sujeitas a riscos de acidentes de origem elétrica;

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P3

    Grupo responsável pela elaboração:

    Jun Tanaka

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Dr. Luis Gustavo O Cardoso Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Jacques Gama Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    - 26 -

    Instalação da sinalização de impedimento de re-energização. Fazer a sinalização do local de trabalho, bem como dos quadros elétricos para impedir o religamento de alguma chave, fusível ou disjuntor;

    O estado de instalação desenergizada deve ser mantido até a autorização para re-energização, devendo ser re-energizada, respeitando a sequência de procedimentos abaixo. Re-energização:

    Retirada das ferramentas, utensílios e equipamentos;

    Retirada da zona controlada de todos os trabalhadores não envolvidos no processo de re-energização;

    Remoção do aterramento temporário, da equipotencialização e das proteções adicionais;

    Remoção da sinalização de impedimento de re-energização;

    Destravamento se houver, e religação dos dispositivos de seccionamento. PROCEDIMENTO PARA TROCA DOS APARELHOS TELEFÔNICOS

    Todos os pedidos de troca de aparelhos telefônicos devem dar entrada por Ordem de Serviço;

    Registrada a Ordem de Serviço e de posse da mesma, verificar se existe aparelho disponível no Almoxarifado;

    Caso o estoque seja zero, encaminhar ao supervisor para compra;

    Com o aparelho disponível, ir ao local com a quantidade solicitada e fazer o seguinte procedimento: o Testar o aparelho antigo, fazendo algumas ligações de ramais e solicitando para

    que alguém faça uma ligação para este aparelho, verificando se existe sinal, se a campainha toca ou se todos os teclados estão em ordem;

    o Somente efetuado os procedimentos acima, efetuar a troca e testar se o novo está OK;

    o Caso o aparelho novo esteja em ordem, favor solicitar assinatura e finalizar a OS;

    o Os executores da OS, devem encaminhar o aparelho antigo para a DEM; o Os aparelhos novos que não forem utilizados devem retornar ao Almoxarifado; o Transcrever no verso da OS, a quantidade de telefones e o número do ramal que

    foi trocado o aparelho. Observação: em nenhum caso, deve ser fornecido aparelho telefônico sem OS. PROCEDIMENTO PARA AQUISIÇÃO E INSTALAÇÃO DE NOVOS EQUIPAMENTOS

    Para aquisição de novos equipamentos cujo órgão mantenedor é a DEM (bebedouro, ventiladores, cadeira de rodas, móveis de escritório) deve ser encaminhada à DEM, a solicitação via OS ou ofício, com as devidas justificativas e pareceres técnicos (quando pertinente) das demais áreas envolvidas (DSSO, DENF, Ass. Materiais, CCIH, etc), para análise e providências;

    A DEM deve fazer a documentação (descritivos técnicos e pedidos) que dará suporte à aquisição pela DS;

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    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P3

    Grupo responsável pela elaboração:

    Jun Tanaka

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Dr. Luis Gustavo O Cardoso Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Jacques Gama Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    - 27 -

    Caso seja pedido de aquisição de ventilador ou circulador de ar deve ser avaliado previamente pela CCIH.

    PROCEDIMENTO PARA INSTALAÇÃO DE NOVOS EQUIPAMENTOS

    O pedido para instalação deve ser por OS ou por ofício. Não será instalado equipamento que não tenham passado pelo crivo prévio da DEM;

    Junto com a OS/ofício, deve ser encaminhado o prospecto do equipamento a ser instalado;

    Baseado nas características do equipamento, tensão, potência deve ser feita uma avaliação de potência e nível de tensão disponível (110 / 220 V);

    Na possibilidade de instalação, deve ser feito um levantamento de materiais necessários para a execução;

    A relação de materiais é encaminhada ao Setor de Compras da DEM ou DS para procedimentos de aquisição;

    Adquirido o material, é feito um planejamento para execução.

    Caso não seja possível executar durante o horário comercial, deve ser executado nos finais de semana ou durante o período noturno;

    Caso seja feita fora do expediente normal, deve ser encaminhado um comunicado à Higiene e Limpeza para evitar retrabalho de limpeza no local;

    Finalizada a instalação, solicitar o aceite do serviço pelo solicitante e higienização do local.

    INFORMÁTICA

    ATUAÇÃO Realiza instalações de infraestrutura e cabeamento de redes de computadores. PROCEDIMENTO PARA INSTALAÇÃO DE PONTO DE REDE

    O usuário deve seguir o processo de solicitação descrito no processo IF.P5 – Solicitação de Infraestrutura de Informática do Manual da Informática (informatica.pdf);

    Após avaliação, os pedidos priorizados devem ser encaminhados para a DEM para passagem de cabos, canaletas e instalação de tomadas;

    Finalizada a instalação do ponto, a DEM deve entrar em contato com a Informática para que sejam tomadas as providências cabíveis (climpagem). Após esta etapa, o processo segue sob responsabilidade da DINF.

    TELEFONIA

    ATUAÇÃO Realiza instalações de infraestrutura e cabeamentos de redes de telefonia

    http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/informatica.pdf

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P3

    Grupo responsável pela elaboração:

    Yoshio Shimamoto

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Dr. Luís Gustavo O Cardoso Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Jacques Gama Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    - 28 -

    PROCEDIMENTO PARA INSTALAÇÃO OU MUDANÇA DE PONTO DE TELEFONE OU DE CATEGORIA

    O pedido é realizado por solicitação formal à Coordenadoria de Administração (oficio/CI), contendo as todas as informações (necessidades, localizações e justificativas), para tomada de decisão;

    No caso de aprovação o pedido é encaminhado a DEM, que após a abertura da OS, deve fazer avaliação se existe a possibilidade de instalação de ponto de telefone, junto ao CCUEC;

    Havendo possibilidade, a DEM faz a passagem dos cabos e instalação de canaletas, se necessário;

    Finalizado o trabalho de infraestrutura, a DEM comunicar ao CCUEC, por e-mail.

    EQUIPE A equipe atua sob supervisão do engenheiro/Técnico (profissional habilitado na área de elétrica) responsável e equipe formada por:

    Técnicos eletrotécnicos;

    Eletricistas. No período diurno (escalas variadas) há 8 profissionais em atuação e no noturno, 2 por turno 12x36. Os profissionais técnicos têm autonomia de ação em situações emergenciais.

    ÁREA DE HIDRAULICA

    ATUAÇÃO Instalação e manutenção de redes hidráulicas, sanitários e acessórios. PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO

    O pedido de nova instalação é realizado por solicitação formal à Coordenadoria de Administração (oficio/CI), contendo as todas as informações (necessidades, localizações e justificativas), para tomada de decisão;

    No caso de aprovação o pedido é encaminhado a DEM, que realiza a abertura (interna) da OS.

    De posse da OS, é feito um levantamento preliminar para análise de viabilidade pelo engenheiro responsável;

    Havendo viabilidade, deve ser realizado levantamento do material necessário, mão-de-obra (necessária e disponível) e custos da obra;

    Análise da necessidade de isolamento da área e elaboração de cronograma;

    Mediante aprovação, negociar com solicitante os dias e horários para a obra e executar conforme planejamento;

    Caso não haja viabilidade técnica para a obra, a DEM comunica o solicitante e orienta o usuário outras providencias.

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P3

    Grupo responsável pela elaboração:

    Yoshio Shimamoto

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Dr. Luís Gustavo O Cardoso Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Jacques Gama Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    - 29 -

    PROCEDIMENTO DE MANUTENÇÃO

    O pedido segue procedimento normal de OS;

    De posse da OS, deve ser priorizado o conserto mediante a relevância do dano, por exemplo: vaso sanitário entupido, vaso solto, vazamento de esgoto, vazamento de torneiras;

    Nas situações de vasos sanitários e vazamento de esgoto, todos os trabalhos rotineiros são interrompidos para a execução destas atividades priorizadas;

    No caso de extravasamento de esgoto, seguir recomendações de contenção estabelecidas pela CCIH e descritas no manual do Serviço de Higiene e Limpeza (higiene.pdf). O funcionário da DEM deve observar os seguintes cuidados adicionais:

    o Utilizar, além dos EPIs necessários, o terninho da lavanderia e botas de borracha para executar o conserto, visando evitar contaminação do uniforme pessoal;

    o Evitar, ao máximo, transitar entre a área contaminada e a área limpa; o Ao término do serviço, retirar a bota e luvas, acondicionando-as em saco

    plástico branco; o Retirar o terninho e higienizar-se em banheiro próximo, indicado pela equipe

    da área; o Encaminhar bota e luvas para higienização; o A equipe de apoio deve providenciar o sapato de serviço do funcionário para

    que possa retirar as botas, ao término do conserto;

    No caso de solicitações não prioritárias, as OS são encaminhadas para o escaninho individual de cada funcionário;

    De posse da OS, o funcionário deve requisitar o material necessário no almoxarifado;

    Caso o estoque seja insuficiente, o mesmo deve anotar no verso da OS descrevendo e quantificando os materiais necessários e encaminhar ao supervisor;

    O supervisor deve fazer uma requisição para compra do material e encaminhar para o Setor de Compras DEM;

    De posse dos materiais, deve ser feita execução e solicitar o aceite do serviço;

    Após o aceite, entregar a OS no setor responsável pela inclusão de mão de obra e custos de materiais;

    Feito o custo, encaminhar a OS ao supervisor para fins de arquivo.

    EQUIPE A equipe atua sob supervisão do engenheiro/técnico responsável pela área e é formada por:

    Oficiais de manutenção (encanador). Atuam durante o período das 7h00 às 19h 00, de segunda a sábado. Ocorrências fora deste horário devem ser reportadas ao plantão técnico da DEM.

    http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/higiene.pdf

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P3

    Grupo responsável pela elaboração:

    Yoshio Shimamoto

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Dr. Luís Gustavo O Cardoso Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Jacques Gama Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    - 30 -

    PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf).

    SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf).

    EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Luva isolante de borracha, luva de vaqueta para eletricista, botina para eletricista, capacete de segurança para eletricista, cinturão para-quedista com talabarte Y, luva de raspa e protetor facial. Além destes, os recomendados pela NR-18. Capa de chuva, bota impermeável em PVC, botina de segurança c/ biqueira de composite, Capacete de segurança, luva de látex c/ forro de algodão, luva de vaqueta 7cm, luva de malha c/ bolinha de PVC, óculos de proteção, respirador sem manutenção PFF2, respirador sem manutenção PFF2+VO, protetor auricular.

    http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdfhttp://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P4

    Grupo responsável pela elaboração: Mario Cesar Fernandez de Salles

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Dr. Luis Gustavo O Cardoso Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Jacques Gama Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    - 31 -

    EG.P4 – MANUTENÇÃO DE CONSTRUÇÃO CIVIL

    CONCEITO Visa atender as demandas de manutenção predial e reformas na área civil, executadas por equipe própria da DEM. Realiza fiscalização de equipes terceirizadas e contratos de prestação de serviços de engenharia. ACOMPANHAMENTO DE REFORMAS / OBRAS São consideradas reformas os trabalhos de revitalização dos ambientes e prédios, sem ampliação da área de layout, em que é grande o impacto e porte no local de execução e onde há um maior tempo de realização. São consideradas obras os trabalhos de construção de novos ambientes/prédios. Neste caso, a área executa atividades de apoio nas fases de execução e projeto. A área executa reformas/obras mediante:

    Projetos elaborados pelos arquitetos e engenheiros contratados subsidiados tecnicamente pela DEM;

    Aprovados pelos solicitantes;

    Aprovação pela DEM, CCIH, Higiene e Limpeza e Coordenadoria de Administração;

    Aprovação da Vigilância Sanitária e outros órgãos competentes, quando necessário;

    Priorização pela Diretoria da DEM e Superintendência. A execução pode ser realizada por equipe própria ou serviço terceirizado, determinado de acordo com o tipo de trabalho a ser realizado. Para trabalhos como instalação de piso que demandam em knowhow, gesso acartonado, reparos em piso granilite, caixilhos, dentre outros, para os quais não há mão-de-obra na DEM, o trabalho é sempre realizado por terceiros, mediante contrato de prestação de serviço, firmado junto à Divisão de Suprimentos. Os contratos de serviços terceirizados são gerenciados pelo engenheiro responsável da área, em conformidade com o memorial descritivo e edital elaborados pela DEM. MANUTENÇÃO Manutenção consiste em trabalhos de pequeno porte e impacto no local de execução, tais como:

    Reparos em forros de gesso;

    Pinturas de ambiente;

    Reparos de quebras de azulejos;

    Demolição ou construção de pequenas alvenarias;

    Instalação de papeleiras, saboneteiras, quadros, folders, e outros;

    Reparos gerais, acompanhamento e suporte técnico (processos de limpeza da SHL) em portas, janelas, ferragens em geral.

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P4

    Grupo responsável pela elaboração: Mario Cesar Fernandez de Salles

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Dr. Luis Gustavo O Cardoso Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Jacques Gama Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    - 32 -

    SOLICITAÇÃO

    Mediante a OS, é realizada a análise pelo engenheiro responsável que determina a viabilidade técnica da solicitação;

    Caso necessário compra de materiais, realizar solicitação para o Setor de Compras da DEM, por meio de documentação própria (requisição e descritivos técnicos);

    Caso seja necessária a contratação de serviços externos, elaborar o memorial descritivo do serviço. Solicitar 3 orçamentos e encaminhar para aprovação;

    Tendo em mãos o material e mão-de-obra (própria ou serviço terceirizado), negociar a liberação da área e agendamento com o solicitante da OS, além dos serviços envolvidos (Higiene e Limpeza, SSPR, CCIH);

    Realizar o acompanhamento da obra ou serviço, dentro dos parâmetros estabelecidos no memorial ou solicitação;

    Com o trabalho concluído, o engenheiro deve assinar a OS como responsável técnico e o solicitante assina dando o aceite;

    A OS deve ser encaminhada à recepção da engenharia para trâmites administrativos.

    INTERFACE COM A CCIH Dependendo da amplitude ou complexidade do trabalho e setor onde será executado, o engenheiro responsável deve solicitar que um profissional da CCIH, com antecedência mínima de 24 horas (sempre que possível), avalie o impacto da obra ou serviço aos pacientes e profissionais ali presentes. Podem ser utilizados recursos para minimizar o risco, tais como;

    Liberação da área;

    Isolamento da área;

    Tapumes;

    Divisórias;

    Determinação de horários de execução;

    Fluxo e transporte dos materiais e entulhos. EQUIPE A equipe é composta por funcionários vinculados mediante prestação de serviços ou contrato FUNCAMP, denominados oficiais de manutenção I. A coordenação da área e supervisão é realizada por engenheiro responsável.

    PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf).

    SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf).

    EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Os equipamentos de proteção são os recomendados pela NR-18. Capa de chuva, bota impermeável em PVC, botina de segurança c/ biqueira de composite, capacete de segurança, luva de látex c/ forro de algodão, luva de vaqueta 7cm, luva de malha c/ bolinha de PVC, óculos de proteção, respirador sem manutenção PFF2, respirador sem manutenção PFF2+VO, protetores auriculares

    http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdfhttp://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P5

    Grupo responsável pela elaboração: Edilson Luques Moreno

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: Jacques Gama Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    - 33 -

    EG.P5 – MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIO

    CONCEITO DA ÁREA DE REPAROS DE MOBILIÁRIO Realiza manutenção de equipamentos assistenciais de apoio e de escritório, tais como mesas, cadeiras, portas, suportes de soro, macas, camas mecânicas, criado mudo, dentre outros móveis e equipamentos. Realiza a inspeção na entrega de itens como colchões, medição e instalação de vidros e insulfilm. Divide-se em 5 subáreas: marcenaria, tapeçaria, mecânica, pintura e solda.

    DESCRIÇÃO DAS SUBÁREAS MARCENARIA Trabalha com reparos em mobília de madeira (mesas, balcões, armários, dentre outros itens). Principais reparos realizados:

    Revestimentos em fórmica;

    Consertos de portas (móveis e fixas);

    Consertos de gaveteiros, armários, mesas, etc. Padrão de cores de fórmica: marfim, ovo, branco. Em função da inviabilidade técnica-financeira a DEM não confecciona móveis. A confecção de móveis fixos (ex: bancadas, estações de trabalho) é executada mediante projeto da DEM e serviço terceirizado, e os demais são adquiridos via DS. TAPEÇARIA Realiza revestimento de colchões não padronizados, estofamentos em geral (cadeiras, sofás, poltronas, biombos). O material mais utilizado é o corvim de cor azul petróleo e preto. MECÂNICA Realiza consertos de macas, camas mecânicas, cadeira de rodas, cadeira de banho, troca de rodízios, lubrificação, pequenos reparos em solda, consertos em portas de chumbo, acompanha conserto em carrinhos hidráulicos através de terceiros. O técnico mecânico realiza:

    Soldas especiais, tais como em inox e oxiacetileno;

    Suporte técnico à CME para manutenção de instrumentais, além de afiação de tesouras comuns, cirúrgicas e de equipamentos cirúrgicos de corte.

    PINTURA Realiza pintura em todos os mobiliários de ferro e portas em geral. O equipamento ou móvel é lixado, aplicado tinta fundo anticorrosivo e, posteriormente, pintado de acordo com o padrão. O padrão de cores é:

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P5

    Grupo responsável pela elaboração: Edilson Luques Moreno

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: Jacques Gama Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    - 34 -

    Bege Alabastro - para mobiliários, suportes de soro, camas, criado-mudo, armário de medicação, dentre outros;

    Preto Cadillac - para cadeiras;

    Cinza Pastel – para armários de funcionários;

    Branco Geada – para focos de luz. SOLDA Realiza consertos, em geral, em soldas, tais como camas, suportes de soro, estruturas em ferro, etc.

    PROCESSO DE ATENDIMENTO As OS são avaliadas pelo supervisor e, mediante priorização, são executadas pelos funcionários da área. Critérios para priorização:

    Queda de portas;

    Fechaduras quebradas;

    Janelas (vidros) quebrados;

    Armários sem fechamento;

    Mobílias de assistência ao paciente. Alguns reparos demandam atuação de vários profissionais e subáreas para adequada manutenção. Ex: cama que necessita de troca de rodízios (mecânica), revestimento de fórmica nas cabeceiras (marcenaria) e pintura. Após a execução, a OS é devolvida ao supervisor que verifica, no local, se o serviço foi adequadamente executado e se o solicitante está satisfeito. Com parecer favorável, é realizada a baixa na OS e assinada pelo supervisor. Na impossibilidade de conserto:

    O supervisor lauda na OS o parecer para desativação; A recepção deve elaborar o termo de desativação, contendo todas as informações

    necessárias (dados do equipamento, justificativa e descritivo técnico), que é assinado pelo Diretor técnico de Serviço da área, e encaminhado ao Serviço de Patrimônio. O usuário dá ciência e tomadas às providencias tomadas.

    Seguir o processo descrito no Manual do Patrimônio (PN.P5 – Administração de Bens em Manutenção, Inservíveis e Desativados).

    ATIVIDADES DO SUPERVISOR DA ÁREA O supervisor executa:

    Triagem e priorização das demandas;

    Interface com os solicitantes para determinação e avaliação das necessidades urgenciais para realização do serviço;

    Acompanhamento do trabalho realizado pela equipe;

    Avaliação de desempenho dos profissionais da área, por meio de estatística de produtividade;

    Elaboração de laudo técnico em caso de desativação de equipamentos.

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P5

    Grupo responsável pela elaboração: Edilson Luques Moreno

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: NÃO SE APLICA Assinatura

    Nome: Jacques Gama Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    - 35 -

    Apoio ao engenheiro responsável pela área de obras e reparos de engenharia civil quanto a:

    o Solicitação de orçamentos; o Acompanhamento de reparos e trocas de vidros de urgência; o Contratação de serviços externos de urgência e acompanhamento.

    EQUIPE DA ÁREA

    Supervisor;

    Na subárea marcenaria: o Marceneiro; o Oficiais de manutenção; o Auxiliar de manutenção;

    Na subárea tapeçaria: o Tapeceiro;

    Na subárea mecânica: o Mecânicos;

    Na subárea pintura de mobiliário: o Pintores;

    Na subárea solda: o Soldador.

    Cada subárea tem um local específico, dentro da DEM, para realização das suas atividades de reparo. As ferramentas específicas de cada subárea ficam armazenadas nos devidos setores e as demais no Almoxarifado/DEM.

    PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf).

    SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf).

    EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Os equipamentos de proteção são os recomendados pela NR-18. Avental de raspa, Capa de chuva, botina de segurança c/ biqueira de composite, luva de látex c/ forro de algodão, luva de vaqueta 7cm, luva de malha c/ bolinha de PVC, luva de raspa, mangote de raspa para soldas, óculos de proteção, óculos de segurança para soldador, máscara para solda, lente filtrante para solda, respirador sem manutenção PFF2, respirador sem manutenção PFF2+VO, respirador com manutenção + filtro químico, protetor facial, protetor auricular.

    http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdfhttp://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P6

    Grupo responsável pela elaboração: Alaor Prado, Milton Hideo Hoshino e João Marcos Saavedra Quattrer

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Dr. Luis Gustavo O Cardoso Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Jacques Gama Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    - 36 -

    MANUTENÇÃO DE INFRAESTRUTURA

    EG.P6 – ENGENHARIA E MANUTENÇÃO DE INFRAESTRUTURA

    CONCEITO Consiste na área responsável pelo contínuo fornecimento ao Hospital de suprimentos para o funcionamento de suas atividades assistenciais e de apoio. Inclui:

    Ar condicionado;

    Oxigênio;

    Ar comprimido;

    Óxido nitroso;

    Vácuo;

    Água potável;

    Água quente;

    Vapor;

    Xisto;

    Diesel;

    GLP. EQUIPE Formada por engenheiro responsável com apoio de 1 técnico mecânico e 5 operadores de caldeira (atuam em 24 horas).

    AR CONDICIONADO O ar condicionado central do hospital é gerado por 2 chillers de 300 TR (toneladas de refrigeração) cada um. Possibilita a geração de água gelada que é enviada para vários setores do hospital que, por meio de fancoils, permite a refrigeração do ambiente. O sistema também é composto de torre de resfriamento, bombas de água gelada e de condensação. Além do sistema central, o hospital dispõe de vários sistemas localizados de ar condicionado. Para áreas assistenciais, o aparelho de ar condicionado deve estar dentro das especificações pertinentes ao ambiente hospitalar. O serviço de manutenção do sistema de ar condicionado é terceirizado. OXIGÊNIO O suprimento de oxigênio ao hospital é por meio de oxigênio líquido, entregue por fornecedor, regido por contrato e pago mediante consumo. O consumo médio mensal é de 38 mil metros cúbicos/ mês. O abastecimento de oxigênio líquido é automático, controlado remotamente pelo fornecedor. Há um sistema de segurança na própria área de distribuição, na Divisão de Engenharia e nos setores críticos (CC, Enfermarias, UTI). Havendo problemas de fornecimento o alarme é acionado, devendo ser tomadas medidas imediatas.

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P6

    Grupo responsável pela elaboração: Alaor Prado, Milton Hideo Hoshino e João Marcos Saavedra Quattrer

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Dr. Luis Gustavo O Cardoso Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Jacques Gama Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    - 37 -

    Caso haja falta de oxigênio no tanque principal, automaticamente é acionado o tanque reserva, com capacidade para 72 horas. Documentos de referência e ficha de segurança:

    Oxigênio gasoso medicinal http://www.br.airliquide.com/file/otherelement/pj/___261240.pdf

    Oxigênio líquido medicinal http://www.br.airliquide.com/file/otherelement/pj/___261223.pdf

    AR COMPRIMIDO O ar comprimido medicinal é gerado por módulo locado com capacidade de 180 metros cúbicos / hora. Este módulo consiste em dois compressores, dois secadores e sistemas de filtros que garantem a pureza de ar comprimido medicinal. A manutenção periódica é realizada pela empresa fornecedora dos equipamentos. Existe sistema de segurança, similar ao do oxigênio, para monitoramento do sistema. O hospital tem um compressor reserva para suprir o fornecimento de ar medicinal, caso haja problemas no módulo locado.

    Ar comprimido medicinal http://www.br.airliquide.com/file/otherelement/pj/___261220.pdf

    ÓXIDO NITROSO Utilizado em procedimentos anestésicos, seu abastecimento é em estado líquido, por empresa fornecedora. É distribuído para CC Central e Ambulatorial e Imagenologia,. O consumo é controlado por balança instalada no tanque. O abastecimento é mensal e o pagamento é feito mediante entrega do gás. O consumo médio é de 350 kg/mês. A manutenção periódica do sistema é feita pelo fornecedor.

    Oxido nitroso liquido http://www.whitemartins.com.br/site/fispq/WM040325.pdf

    Oxido nitroso gasoso http://www.whitemartins.com.br/site/fispq/WM040093.pdfG

    VÁCUO É fornecido por meio de 2 bombas, instaladas na casa de máquinas, com operação e manutenção (periódica e corretiva) efetuadas pela DEM. Há um sistema de segurança na própria casa de máquinas, na engenharia e nos setores críticos (CC, Enfermarias, UTI). ÁGUA POTÁVEL É fornecida unicamente pela SANASA, não sendo utilizados poços artesianos. Há 2 caixas inferiores com capacidade total de 540 metros cúbicos e 10 caixas superiores com capacidade de 850 metros cúbicos. Semestralmente é realizada a limpeza dos reservatórios (superiores e inferiores) e feito controle de potabilidade por análises realizadas em laboratórios credenciados. O consumo médio é de 9.500 metros cúbicos / mês.

    http://www.br.airliquide.com/file/otherelement/pj/___261240.pdfhttp://www.br.airliquide.com/file/otherelement/pj/___261223.pdfhttp://www.br.airliquide.com/file/otherelement/pj/___261220.pdfhttp://www.br.airliquide.com/file/otherelement/pj/___261220.pdfhttp://www.whitemartins.com.br/site/fispq/WM040325.pdfhttp://www.whitemartins.com.br/site/fispq/WM040093.pdfG

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P6

    Grupo responsável pela elaboração: Alaor Prado, Milton Hideo Hoshino e João Marcos Saavedra Quattrer

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Dr. Luis Gustavo O Cardoso Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Jacques Gama Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    - 38 -

    ÁGUA QUENTE É gerada por um boiler localizado na casa de máquinas. O aquecimento da água é efetuado pelo vapor fornecido pelas caldeiras. A distribuição é feita para o hospital por meio de tubulações de cobre, utilizando bombas de controle. A operação e manutenção (periódica e corretiva) são feitas pela DEM. O consumo médio de água quente do hospital é de 53 metros cúbicos/dia. VAPOR Caldeiras são equipamentos destinados a produzir e acumular vapor de água sob pressão superior à atmosférica, a partir da queima de um combustível aquecendo a própria água. As caldeiras do hospital são Fogotubulares, como o nome indica, são as que os gases quentes resultantes da queima da combustão (fogo) passam por dentro dos tubos. Nossas caldeiras são dimensionadas para produção de até 3.300 kg vapor/hora. O combustível utilizado nas caldeiras é o XISTO. O vapor produzido pelas caldeiras é utilizado no hospital nas seguintes áreas: DND, para preparo de alimentos; Central de Materiais para esterilização de instrumentais cirúrgicos e roupas. Para operação de caldeiras devemos obedecer a NR 13. XISTO É utilizado para o funcionamento das caldeiras. Não é um derivado do petróleo, sendo extraído da rocha de xisto. Tem alto poder calorífico e baixa concentração de enxofre o que diminui seu poder poluente e formação de chuva ácida. A desvantagem é seu odor, que não pode ser reduzido com instalação de filtros. É abastecido, quinzenalmente, por fornecedor, mediante contrato. O consumo médio mensal é de 30 toneladas/mês.

    Xisto http://www.rudipel.com.br/fispq_05.htm

    DIESEL Utilizado para acionamento dos grupos geradores do hospital e partidas das caldeiras. É abastecido, mediante necessidade, pelo Almoxarifado Central. GLP É fornecido por tanque estacionário e distribuído para o hospital por meio de tubulações, atendendo a Divisão de Nutrição e Dietética e laboratórios. O abastecimento é feito mensalmente, ou quando necessário, e seu consumo é de aproximadamente de 700 kg/mês.

    GLP http://www.higieneocupacional.com.br/download/glp-petrobras.pdf

    ELEVADORES O hospital dispõe de 9 elevadores, sendo 4 sociais, 1 para carga suja, 2 para carga limpa, 1 para pacientes no Bloco A, 1 para transporte de corpos no Bloco F.

    http://www.rudipel.com.br/fispq_05.htmhttp://www.higieneocupacional.com.br/download/glp-petrobras.pdf

  • Manual de Processos de Trabalho ENGENHARIA E MANUTENÇÃO

    Revisão N

    o: 002

    Data: 01/03/2015

    Implantação

    31/05/2010

    PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EG.P6

    Grupo responsável pela elaboração: Alaor Prado, Milton Hideo Hoshino e João Marcos Saavedra Quattrer

    Responsável pela área Data: 01/03/2015 CCIH Data: 01/03/2015 SST Data: 01/03/2015

    Nome: Sérgio da Silva Lacerda Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Dr. Luis Gustavo O Cardoso Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

    Nome: Jacques Gama Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL

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    Todos elevadores foram modernizados que consiste em troca de sistema de comando de eletromecânico para eletrônico e mudança no sistema de tração. A manutenção periódica e corretiva é realizada pelo próprio fabricante do aparelho, mediante contrato de serviço. Em caso de quebra com ocupantes, a empresa é acionada e tem até 30 minutos para chegar ao hospital. O procedimento de funcionamento dos elevadores e acionamento do técnico está descrito no Manual da Segurança, Portaria e Recepção (sspr.pdf). ATIVIDADES DO ENGENHEIRO RESPONSÁVEL

    Coordenação das equipes técnica e administrativa, bem como de todo o expediente das referidas equipes;

    Elaboração de projetos respeitando normas da ABNT, ISSO e Ministério da Saúde/ANVISA;

    Elaboração e execução de estudos técnicos em atendimento às diversas áreas da unidade HC;

    Acompanhamento de projetos, atentando para o cumprimento das especificações técnicas e normas predeterminadas;

    Elaboração de editais de licitação;

    Visitas técnicas às diversas áreas do HC e externas ao HC;

    Fiscalizar a execução dos trabalhos de firmas contratadas;

    Cumprir e fazer cumprir as normas e regulamentos do HC;

    Manter o diretor da Divisão informado das atividades da área;

    Gerenciar as escalas de trabalho da equipe técnica. ATIVIDADES DO TÉCNICO EM MECÂNICA

    Efetuar manutenção preventiva e corretiva nas caldeiras, bombas de ar comprimido, bombas de vácuo, bombas de água quente, bombas de água potável, no parque de combustíveis-GLP, diesel, óleo combustível;

    Acompanhar os abastecimentos dos tanques de combustíveis (diesel, xisto, GLP) e gases medicinais (oxigênio, óxido nitroso);

    Operar equipamentos