Edi§£o 08 .::. Douropress

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O Sonho de A.M. Saraiva Ministros dos 15 reuném-se no Pinhão PSD Alijó diz que Revidouro pode ser um circo

Text of Edi§£o 08 .::. Douropress

  • Edio Quinzenal Electrnica

    Ano I Nmero 8

    14 de Setembro de 2007

    DISTRIBUIO GRATUITA POR VIA ELECTRNICA

    Coordenador LUS MANUEL ALMEIDA

    Coordenador Adjunto PEDRO ESPIRITO SANTO

    PPPAAASSSSSSAAAMMM 777444 AAANNNOOOSSS DDDAAA CCCOOONNNCCCRRREEETTTIIIZZZAAAOOO DDDOOO SSSOOONNNHHHOOO DDDEEE AAA...MMM... SSSAAARRRAAAIIIVVVAAA

    SSSUUUCCCEEESSSSSSOOO NNNAAA BBBIIIEEENNNAAALLL DDDAAA GGGRRRAAAVVVUUURRRAAA

    MMMAAASSS SSS RRREEEGGGRRREEESSSSSSAAA EEEMMM 222000111000

    PPPSSSDDD AAALLLIIIJJJ DDDIIIZZZ QQQUUUEEE RRREEEVVVIIIDDDOOOUUURRROOO PPPOOODDDEEE TTTOOORRRNNNAAARRR---SSSEEE NNNUUUMMM CCCIIIRRRCCCOOO

    DDDOOO PPPIIINNNHHHOOO PPPAAARRRAAA AAA EEEUUURRROOOPPPAAA

    Acha que o Douro Press deveria

    ter uma edio em papel?:

    Sim 81% No 13%

    Para votar basta escolher uma das opes de resposta da pergunta da semana em www.pinhao.com.sapo.pt/douropress.htm

    no CS Vintage House

    VINTAGE, JARDINS COM ESCULTURAS

    Esculturas de Hlder

    Carvalho

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    NNNooovvvaaa ssseeecccooo dddeeessspppooorrrttt iiivvvaaa... VVVeeejjjaaa nnnooo iiinnnttteeerrr iiiooorrr

    AAALLLIIIJJJOOOEEENNNSSSEEE EEEMMMPPPAAATTTAAA NNNAAA EEESSSTTTRRREEEIIIAAA

  • 14 de Setembro de 2007 2

    Editorial Pedro Esprito Santo

    Coordenador-Adjunto Douro Press

    Estamos em festa!

    Esta semana Douro Press destaca o

    septuagsimo quarto aniversrio da freguesia do Pinho. Tal como tem sido habitual nestas to importantes ocasies, Lus Almeida assina um vasto trabalho de investigao sobre as vrias fases desta bela vila douriense, desde a sua criao, na margem direita do Rio Pinho, com a respectiva denominao de lugar de S. Pedro de Celeiros de Panias, at aos nossos dias realando como principal figura Antnio Manuel Saraiva, primeiro presidente de Junta do Pinho e principal impulsionador desta denominao. Numa curta viagem pelo tempo -nos igualmente permitido comparar as realidades e perceber as actuais problemticas. Resta-nos esperar que o executivo da Junta de Freguesia no permita que esta data seja esquecida no imaginrio e se torne gravemente desconhecida, por parte de uma outra gerao menos adulta.

    Destacamos igualmente a Bienal da Gravura do Douro, que pela sua 4 edio, classificada como Uma das maiores Bienais de Gravura da Europa Ocidental. Teve recentemente o seu trmino, 10 de Setembro, tendo sido anunciado apenas para 2010 a sua reedio. Espera-se ainda que possa surgir no local um Museu de Gravura Contempornea no sendo muito provvel a sua edificao at data de sua prxima e j referida edio.

    Nesta edio surge tambm um novo espao de informao, ligado ao desporto, que oferecer clara evidncia s equipas locais, GDSJ Pesqueira e Alijoense, onde, no seu quadro de atletas, surgem nomes directamente ligados ao Pinho, tais como Joo Pedro Silva, Tiago Jia, Hlder Vaz, Jos Guilherme, Bruno Amaral.

    Este novo espao permitir-lhe- acompanhar de perto as equipas que vo defendendo as cores da regio bem como os atletas, que do a fora e a vontade, que to bem conhecemos.

    Por fim Douro Press reala as palavras de Miguel Rodrigues, duras criticas, em relao ltima edio da REVIDOURO, classificando-a como um Circo Lembre-se que Miguel Rodrigues esteve presente no certame classificando a sua visita como visita de trabalho.

    Pedro Esprito Santo escreve regularmente para o grupo pinho.com no seu blog: http://resulta.blogs.sapo.pt/

    RESULTA SEMPRE

    BIENAL DA GRAVURA DO DOURO CHEGA AO FIM

    A Bienal de Gravura do Douro que decorreu em

    Alij desde 10 de Agosto terminou no passado dia 10 de Setembro com o anncio da prxima edio para 2010.

    A organizao do evento anunciou que apenas em 2010 se repetir a bienal para evitar que no mesmo ano ocorra a Revidouro como tem acontecido. A Cmara de Alij uma das principais patrocinadoras de ambos os eventos pelo que o esforo financeiro sempre considervel. O teatro e a msica em torno dos locais de realizao das exposies so medidas a implementar para melhorar o evento.

    O balano positivo embora no existam dados oficiais das visitas. A exposio de Paula Rego ter sido a mais concorrida.

    Bienal afirma-se internacionalmente Para alm de toda a dinmica cultural criada durante um ms, a Bienal

    Internacional de Gravura do Douro, que desde 2001 se realiza em Alij, permitiu ainda reafirmar o Douro como uma regio resistente desertificao do interior, no baixando os braos perante a inoperncia dos governantes, que mais no tm feito seno centralizar ainda mais o Pas, na opinio de Nuno Canelas, director do Ncleo de Gravura de Alij e um dos comissrios da bienal.

    Em tempo de balano, Nuno Canelas refere que os resultados obtidos nesta Bienal permitem reconhecer esta 4. edio como uma das maiores Bienais de Gravura da Europa Ocidental, uma vez que conseguiu pasmar e deliciar muitos entendidos que julgavam ser impossvel concretizar uma Bienal deste nvel em Portugal e, especialmente, no interior transmontano.

    Na verdade, esta Bienal de Gravura do Douro conseguiu trazer at ao interior 250 gravuras da autoria de 131 artistas, oriundos de 47 pases. Nmeros estes que, segundo Nuno Canelas, espelham bem a representatividade desta Bienal a nvel mundial. A crescente qualidade da Bienal permitiu, este ano, a presena da obra de Paula Rego, de uma exposio do acervo da Cooperativa rvore e de um Dilogo entre Gravura Rupestre e Gravura Contempornea, resultado da cooperao do Parque Arqueolgico do Vale do Ca e do Municpio de Foz Ca, para alm de outras exposies de gravura e outros eventos paralelos ao certame.

    Largo caminho a percorrer. Apesar do sucesso conseguido, Nuno Canelas considera que existe ainda um

    largo caminho a percorrer pela organizao, nomeadamente no sentido de conferir ao principal espao fsico da exposio um melhor tratamento, pois tratando-se de um pavilho gimnodesporivo, carece de algumas valncias condizentes com as obras expostas. Oferecer Bienal uma consistente e frequente programao cultural no espao envolvente, como, por exemplo, um festival de jazz, de teatro e rock, so outros dos projectos a concretizar em prximas edies. Dessa forma, pensa a organizao conseguir multiplicar a afluncia de visitantes, atrair a juventude e dotar os espaos envolventes Bienal com infra-estruturas de animao cultural diria e permanente.

    Mas, as ambies quanto ao evento no se ficam por aqui. O alargamento da Bienal a outros pontos do Pas e mesmo do estrangeiro so projectos que esto nos horizontes da organizao. Nesse sentido, sero assinados futuramente outros protocolos semelhana daquele que resultou na parceria estabelecida com Foz Ca, designadamente com os municpios do Porto, Vila Real, Peso da Rgua, Lamego e Tordesilhas, em Espanha.

    Ainda assim, a edificao de um Museu de Gravura Contempornea, um local por excelncia necessrio exposio permanente e arquivo de todo o esplio das Bienais futuras e das realizadas at data, o objectivo maior de todo o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela organizao.

  • 14 de Setembro de 2007 3

    PINHO EST REFERENCIADO

    DESDE 1134 COMO LUGAR DE PANIAS

    O Pinho comemora dia 23 o seu 74 aniversrio enquanto freguesia. Uma independncia face a Casal de Loivos que ficou atravessada nas gargantas de alguns e que deteriorou nos ltimos anos as relaes entre as freguesias.

    Mas de onde veio o Pinho? Como apareceu e cresceu esta vila? Quais so as origens e quem deve o Pinho o sucesso de hoje? O Pinho conseguiu em menos de 100 anos passar de um lugarejo na margem direita do rio homnimo para uma vila. O que motivou esse crescimento metrico e quem foram os protagonistas que conretizaram essa viso?

    Toda a histria, desde o primeiro dia. O futuro, as expectativas e os problemas em mais um grande trabalho de investigao assinado por Lus Almeida.

    Ao contrrio do que possa parecer, o Pinho nasceu na margem direita do rio homnimo num stio que em 1134 era lugar da freguesia de So Pedro de Celeiros de Panias e que mais tarde integrou o concelho de Gouves do Douro. A construo da ponte em cantaria em finais do sculo XVII, incios do sculo XVIII foi a principal responsvel para o alastramento do lugar para a margem esquerda do rio Pinho e direita do rio Douro. O telgrafo encerrado em 1875 prova de que a esta data este processo

    de deslocalizao estaria j em avanado estado

    de desenvolvimento.

    O lugar que anos mais tarde se tornaria a

    prspera freguesia do Pinho, no era mais do que um povoado de gentes ligadas ao rio e ao transporte de pessoas e animais entre as

    margens do Douro e do Pinho. S com a demarcao do Marqus de Pombal daquela que a mais antiga regio demarcada do mundo que o Pinho comea a definir a sua identidade.

    Antigamente chegava-se a esta povoao por uma via romana que ligava Sabrosa margem direita do Rio Pinho, ou por Mura, passando por Favaios, Vale de Men