Edição - 157

  • View
    226

  • Download
    6

Embed Size (px)

DESCRIPTION

 

Text of Edição - 157

  • Aes preventivas no evitam alagamentos

    chuvas

    Dessassoreamento de rios e crregos, e limpeza de bueiros realizados pelas pre-feituras no foram suficien-tes para evitar alagamentos em alguns pontos considera-dos crticos da regio oeste. Vias como a Avenida Edmun-do Amaral, na Zona Norte de Osasco, a Avenida Piracema, no Tambor, em Barueri, e em pontos da Granja Viana, em Cotia, tiveram trechos in-transitveis na ltima tera--feira (17). Todas as ocorrn-cias foram acompanhadas por equipes da Defesa Civil de cada cidade. pginas 6 e 7

    Cotia e Jandira recebem R$ 7,7 milhes

    Estudo pode viabilizar Poupatempo municipal

    Barueri tratar 70% de esgoto at dezembro

    Comeam os preparativos para o Carnaval

    eco> pgina 8

    cotia> pgina 9

    saneamento> pgina 7

    regio> pgina 10

    repasse> pgina 7

    BarueriSantana de ParnaBa

    alPhaville | tamBoraldeia da Serra

    CotiaGranja viana

    oSaSCoSo FranCiSCo | adalGiSavila yara | vila CamPeSinaParque Continental

    itaPevi

    poltica> pginas 4 e 5

    otimista, Bururu ensaia volta

    Prefeitura de jandira

    PSd no deve compor com

    candidatos doPt na regio

    BarueriSantana de ParnaBa

    alPhaville | tamBoraldeia da Serra

    CotiaGranja viana

    oSaSCoSo FranCiSCo | adalGiSavila yara | vila CamPeSinaParque Continental

    itaPevi

    Jos Wilker dirige premiado Palcio do fim em So Paulo

    As aventuras de Tintim ganham novo captulo

    entrevista s/a> pgina 11

    cinema> pgina 13

    Fo

    To

    S: m

    iCh

    ElA

    BR

    gid

    A -

    giR

    o S

    /A

    Son

    y P

    iCT

    uR

    ES

    Est aberta a temporada de compras de material escolar. Pechinchar continua a ser a palavra de ordem para econo-mizar neste perodo do ano, em que se acumulam gastos com IPTU, IPVA e viagens.

    Pesquisar preos ajuda a economizar no material

    volta s aulas> pgina 9

    Vacinas antirrbicas chegam ao estado e garantem campanha

    pet> pgina 10

    Publisher: Cludia Azevedo

    Ano IV - n 157Sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

    www.girosa.com.br

    Consumidores devem comparar preos e evitar levar filhos s compras

    JuliE CAmPAnholi - ARquiVo giRo S/A

    A partir do dia 25, sacolas plsticassero banidas

  • 2Sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

    editorialDepois das festas de fim

    de ano e do pagamento dos principais impostos, como o IPTU, hora da populao se preocupar com a aquisio do material, uniforme e transporte escolar.

    No caso da lista de compras para estudantes do ensino fundamental, a diferena pode chegar a porcentagens exorbitantes e a economia, caso os pais escolham os produtos mais baratos chega a ser significativa. Em matria publicada na pgina 9, a reportagem mostra que os pais j comeam a pesquisar itens para conseguir descontos, antecipando a volta s aulas. Na hora da adquirir os produtos, vale visitar diferentes estabelecimentos, encontrar o melhor preo, e ainda assim, exercitar a velha e boa arte de pechinchar. No h melhor forma de conseguir um preo caprichado para iniciar o ano de bem com a vida.

    Onde encontrar oDistribuio gratuita s sextas-feiras | 30 mil exemplaresNos princpais semforos, centros empresariais e comerciais de Barueri e Santana de Parnaba (Alphaville, Tambor, Aldeia da Serra), Cotia (Granja Viana), Osasco (So Francisco, Parque dos Prncipes, Parque Continental, Vila Yara, Adalgisa, Campesina, Jd. Guadalupe) e Itapevi, alm de orgos pblicos, bancas, restaurantes, cafs, padarias, postos de combustvel, shoppings centers, escolas, faculdades e outros.

    Diretor Executivo: J. C. Rocha | Publisher: Cludia Azevedo Editora-chefe: Graziela Costa MTB 26268 [jornalismo@girosa.com.br] | Editor de Arte: Anderson Novais | Departamento Comercial: comercial@girosa.com.br - Rua Joo Ramalho 512, Osasco - CEP 06230-030 Tel. 4208-3777. | Verso on-line na ntegra a partir da zero hora de sexta-feira. www.girosa.com.br | Impresso: Mar Mar Grfica e Editora. O Giro S/A uma publicao semanal da Editora Alphasete & Comunicao Ltda. | Tiragem: 30 mil exemplares.

    E-mail da redao: jornalismo@girosa.com.br

    Os domnios da Drogalndia primeira vista, a re-

    presso aos consumidores e vendedores de drogas na regio central da cidade de So Paulo conhecida como cracolndia se resume questo: adotar o mtodo da tolerncia zero, praticado pelos Estados Unidos e que consiste na retirada forada das ruas de dependentes e traficantes, ou implantar o sistema europeu, usado por pases como Frana, Espa-nha e Holanda, permissivo e que comporta at um pa-dro de consumo de drogas considerado no to preju-dicial? A par das evidncias de que a ao policial pecou pela ausncia de articulao entre as instncias federal, estadual e municipal, escan-cara-se a hiptese de que a pirotecnia, que agradou aos moradores das regies inva-didas, se assemelha prtica de enxugar gelo. Os viciados tentaro conseguir a droga em outras regies, ajudando criminosos do narcotrfico a conquistar novos territ-rios. Enquanto houver de-manda, haver oferta. E a experincia tem demonstra-do que a abstinncia forada da droga no tem diminudo o contingente de viciados. Nos EUA, apenas 30% dos dependentes conseguem abandonar o vcio.

    O affaire paulistano indi-ca a necessidade de o Pas substituir medidas improvi-sadas por consistentes pro-gramas de preveno e rein-sero social, o que se faz absolutamente premente ante este dado estarrecedor: o crack pode ser encontrado em 98,7% dos municpios brasileiros. O trfico no d sinais de que reflui.

    No se trata, porm, de uma caracterstica brasilei-ra. Redes governamentais, agncias e organizaes in-ternacionais que atuam na vanguarda e na retaguarda das batalhas contra as dro-gas no tm conseguido sus-tar as redes de corrupo e os polos de irradiao do narcotrfico, controlados

    entreaspas

    por financiadores, trans-portadores e agentes que comerciam um dos negcios mais rentveis do planeta.

    Infelizmente, o Brasil tor-nou-se espao estratgico do esquema. Desde o incio dos anos 1990, quando os EUA passaram a controlar a regio do Caribe, o Pas foi escolhido pelos cartis para ser, inicialmente, rota de trnsito, ao lado da Eu-ropa Oriental, da zona ao sul e ao leste do Mediterr-neo, do Mxico e de pases africanos. Depois ganhou a posio de entreposto para estocagem, produtor de drogas (incluindo centros de processamento de folhas de coca e laboratrios para refino de cocana) e plata-forma de exportao.

    Essa a explicao para o fato de, por estas plagas, a indstria da droga crescer em progresso geomtri-ca, enquanto o aparato de combate caminha em pro-gresso aritmtica. O Pas j ocupa o segundo lugar no ranking mundial de lavagem de dinheiro apurado pelo narcotrfico na Amrica do Sul. A questo, portanto, muito mais grave que a lei-tura que se extrai da polmi-ca sobre as cracolndias do arquiplago nacional.

    Os polos de consumo de drogas integram um gigan-tesco empreendimento in-ternacional, cujas conexes envolvem sistemas banc-rios (nacionais e internacio-nais), empresas farmacu-ticas, meios de transporte intermodais, estruturas de Estado, organizaes pol-ticas e partidrias, foras policiais, subindo ao sagra-do altar do Judicirio. Pode parecer exagero. Estudiosa da matria, Lia Osrio Ma-chado, em documento sobre O comrcio ilcito de drogas e a geografia da integrao financeira: uma simbiose?, mostra que parcela ponde-rvel do PIB mundial de-riva do comrcio ilegal de drogas. O lucro do crime transnacional da ordem de

    US$ 1 trilho, do qual par-cela considervel (podendo chegar a US$ 500 bilhes) processada pelo sistema bancrio mundial aps a limpeza nas lavanderias de dinheiro. Alis, o comba-te lavagem de dinheiro o centro da luta contra o nar-cotrfico, a partir dos EUA.

    No de admirar que esse portentoso empreendi-mento, que cria um Estado informal dentro do Estado formal, seja capaz de alte-rar a fisionomia geogrfica e populacional de pases, contribuindo para a expan-so de cidades mdias, alte-rando o mapa da distribui-o de habitantes via fluxos migratrios e influindo na conduo dos poderes lo-cais e regionais. Parte dos lucros estocada em bancos subterrneos, seja para fi-nanciar programas sociais, seja para alavancar obras de infraestrutura, e outros recursos so destinados ao financiamento de guerras e movimentos de terror. Os domnios da drogalndia so to largos que se chega a apontar, em certos ter-ritrios, a participao de narcodivisas no incremento de reservas cambiais, con-tribuindo para ajustar pol-ticas monetrias, bancrias e financeiras de governos perifricos.

    Insira-se essa engrena-gem na moldura das eco-nomias transnacionais, adicione-se a paisagem dos parasos fiscais e, assim, se chega facilmente con-cluso de que um espao continental como o Brasil, com 16,8 mil quilmetros de fronteiras (7 mil de frontei-ras secas e 9,8 mil de fron-teiras de rios), constitui alvo central para o imprio da droga.

    Jandira tem um curral eleitoral maravilhoso para o PSDB e o pessoal deles, PaulO Henrique BarjuB [PaulinHO Bururu PT], ex-PrefeiTO De janDira, neSTa quarTa-feira (18), SOBre O aTual cenriO POlTicO Da ciDaDe.

    O coroamento do Enem passa por duas edies por ano, mas no podemos colocar a mquina em fadiga, sobretudo com essas novas exigncias que esto sendo feitas pelo Ministrio Pblico, fernanDO HaDDaD, MiniSTrO Da eDucaO, na quinTa-feira (19), SOBre a POSSiBiliDaDe De anular O eneM eM aBril DianTe Da DeTerMinaO DO MiniSTriO PBlicO DO cear Para O que MiniSTriO PerMiTa que OS eSTuDanTeS TenHaM aceSSO S PrOvaS De reDaO DO eneM 2011

    No podemos desperdiar mais uma oportunidade de colocar o pas no rumo do crescimento. O momento grave e o governo no pode se omitir, PaulO Skaf, PreSiDenTe Da fieSP, eM nOTa SOBre a queDa Da Taxa BSica De jurOS (De 11% Para 10,5% a.a), Para a feDeraO a queDa fOi TMiDa

    cenri