Edição - 170

Embed Size (px)

DESCRIPTION

 

Text of Edição - 170

  • BarueriSantana de ParnaBa

    alPhaville | tamBoraldeia da Serra

    CotiaGranja viana

    oSaSCoSo FranCiSCo | adalGiSavila yara | vila CamPeSinaParque Continental

    itaPevi

    violncia

    Dados da Secretaria de Se-gurana Pblica (SSP) aponta-ram que o nmero de agresses fsicas registrados nas Delega-cias de Defesa da Mulher (DDM) em Barueri, Cotia e Osasco sal-tou de 172 casos em fevereiro deste ano para 174 em maro. J os casos de estupro, regis-trados nas delegacias das trs cidades, aumentaram em 185% no perodo. Foram sete ocor-rncias em fevereiro, contra 20 anotadas em maro. No estado, houve uma queda nos casos de agresso contra a mulher. P-gina 9

    Aumentam casos de agresso contra mulher na regio

    BarueriSantana de ParnaBa

    alPhaville | tamBoraldeia da Serra

    CotiaGranja viana

    oSaSCoSo FranCiSCo | adalGiSavila yara | vila CamPeSinaParque Continental

    itaPevi

    poltica> Pgina 6

    vereador elvis Czar pode ser cassado na segunda-feira

    (7) em Parnaba

    StF adia deciso sobre

    formato de julgamento

    do mensalo

    Neste sbado (5) acontece o Dia D para imunizar idosos, gestantes, crianas, profissionais de sade e indgenas contra trs tipos da doena.

    Lei Seca realiza mais prises na regio

    Morador da regio gasta at uma hora para chegar ao trabalho

    blitze Pgina 8

    sufoco Pgina 8

    pAr

    AM

    ou

    nt

    pic

    tu

    re

    S

    Falta de manuteno e acessibilidade foram os problemas frequentes verificados pela reportagem

    Publisher: Cludia Azevedo

    Ano IV - n 170Sexta-feira, 4 de maio de 2012

    www.girosa.com.br

    cardpios turbinados agitam Dia das Mes

    menu> Pgina 13

    campo minado Pgina 12

    caladas colecionam buracos na regio

    Anjos da lei em verso

    moderninha estreia

    nas telonas

    cinema> Pgina 14

    campanha de vacinao contra gripe comea neste sbado (5))

    at 25 de maio Pgina 11

    So paulo fica efervescente com 8 edio da Virada cultural

    weekend> Pgina 14

  • Termina nesta sexta-feira (4), o prazo para inscries do Curtas & Meio 1 Festival de Vdeos Ambientais de Osasco. Informaes 3652-9511.

    Nesta sexta (4), a partir das 19h, a cantora Marina Lima se apresenta na Praa de Eventos do Shopping Granja Vianna, como parte da comemorao do Dia das Mes. Gratuito. Raposo Tavares, 23,5.

    No domingo (6), s 20h, o Teatro Municipal de Osasco apresenta o espetculo infantil Peter Pan No

    reino das cores. R$ 12 a R$ 30. Informaes 3685-9596.

    No domingo (6), s 20h, o comediante Rogrio Vilela traz o espetculo stand up O ltimo dos Canibais ao Cine Teatro Coronel Raymundo. Gratuito. Rua Suzana Dias 300, Centro Histrico.

    No dia 18, s 21h, a atriz Elizabeth Savalla apresenta o espetculo A.M.A.D.A.S, em frente ao Pao Municipal de Cotia. E no dia 19, s 20h, na Praa dos Romeiros. Gratuito.

    grego, vem tona: As leis so como teias de aranha, os pequenos insetos prendem--se nelas, os grandes rasgam--nas sem esforo. Portanto, a corrupo, cujos efeitos im-pactam o crescimento eco-nmico, o desenvolvimento social, a competitividade empresarial, a legitimida-de dos governos e a prpria essncia do Estado, um cancro que precisa ser com-batido de maneira sistmica. Atacar seus efeitos, fechando os olhos para as causas, sig-nifica perpetuar o Brasil do eterno retorno.Emerge, portanto, a equa-o das reformas em algu-

    mas frentes, a comear pela via administrativa com a implantao da meritocra-cia. Auditorias pblicas com fiscais concursados, ao lado do TCU, se fazem necess-rias para fazer varreduras constantes. A sociedade civil, por meio de entidades s-rias, ajustaria o foco da lupa. S assim a conduta tica e o padro moral haveriam de semear a administrao p-blica.

    4Sexta-feira, 4 de maio de 2012

    editorialNa ltima semana, a Ong Mobilize Brasil divulgou o estudo Caladas do Brasil, que avaliou oito critrios em caladas de doze capitais, entre eles irregularidades no piso, largura mnima de 1,20m (norma ABNT), existncia de rampas de acessibilidade, iluminao adequada, sinalizao para pedestres, entre outros.Embora o estudo no abranja passeios pblicos na regio, basta uma passagem pelas reas centrais de Osasco, Cotia, Santana de Parnaba, Itapevi e Barueri para encontrar problemas. H falta de manuteno, de piso e trechos sem acessibilidade. Em alguns locais, a responsabilidade pelos passeios da prefeitura. Em outros, o proprietrio do imvel. Vamos tornar nossas caladas mais seguras.

    Onde encontrar oDistribuio gratuita s sextas-feiras | 30 mil exemplaresNos princpais semforos, centros empresariais e comerciais de Barueri e Santana de Parnaba (Alphaville, Tambor, Aldeia da Serra), Cotia (Granja Viana), Osasco (So Francisco, Parque dos Prncipes, Parque Continental, Vila Yara, Adalgisa, Campesina, Jd. Guadalupe) e Itapevi, alm de orgos pblicos, bancas, restaurantes, cafs, padarias, postos de combustvel, shoppings centers, escolas, faculdades e outros.

    Diretor Executivo: J. C. Rocha | Publisher: Cludia Azevedo Editora-chefe: Graziela Costa MTB 26268 [jornalismo@girosa.com.br] | Editor de Arte: Anderson Novais | Departamento Comercial: comercial@girosa.com.br - Rua Joo Ramalho 512, Osasco - CEP 06230-030 Tel. 4208-3777. | Verso on-line na ntegra a partir da zero hora de sexta-feira. www.girosa.com.br | Impresso: Mar Mar Grfica e Editora. O Giro S/A uma publicao semanal da Editora Alphasete & Comunicao Ltda. | Tiragem: 30 mil exemplares.

    E-mail da redao: jornalismo@girosa.com.br

    Os dois maiores proble-mas brasileiros so a segu-rana pblica e a corrupo. A percepo da populao, apurada por pesquisas de opinio, ampara-se em fun-damentos ligados prpria sobrevivncia, no caso, fa-tores que abrigam os me-canismos de conservao do indivduo: os impulsos combativo e alimentar. O pri-meiro explica que a vida do ser humano uma luta per-manente contra a morte, um combate ininterrupto contra os perigos. Da a prioridade absoluta que deposita em propostas - meio, recursos, aes, poltica - para sua se-gurana. J o segundo leva as pessoas a buscarem os insu-mos e as condies que lhes garantam bem-estar fsico e espiritual para enfrentar os desafios. Nesse nicho en-tra a vertente da corrupo, percebida como o conjunto de desvios, contrafaes e ilcitos que resultam na apro-priao de recursos pblicos destinados ao bem-estar da coletividade. Em outros ter-mos, os cidados inferem que corruptos e corruptores surrupiam milhes de reais que lhes pertenceriam, o que diminui a possibilidade de contar com um bolso mais polpudo e, assim, garantir o estmago mais saciado. Sob essa compreenso, que se pode depreender da viso de Serge Tchakhotine (A Mistificao das Massas pela Propaganda Poltica), a so-ciedade v com alegria a no-tcia de que o Brasil d mais um passo na guerra contra a corrupo.O motivo de esperana a deciso da Comisso de Juristas do Senado que clas-sifica como crime o enrique-cimento ilcito de servidores pblicos, sejam modestos funcionrios, polticos, diri-gentes de empresas e rgos ou juzes. Trata-se de mais uma ferramenta a ser incor-porada ao Cdigo Penal, que j contempla larga faixa de crimes contra a administra-o pblica, como peculato,

    entreaspas

    extravio, sonegao, inutili-zao de documentos, em-prego irregular de verbas ou rendas pblicas, concus-so, corrupo passiva, fa-cilitao de contrabando ou descaminho, prevaricao, condescendncia crimino-sa, advocacia administrati-va, explorao de prestgio, corrupo ativa e outros dispositivos versando sobre o leque da corrupo. Pela deciso a ser encaminhada Mesa do Senado, ao Estado caber provar que o servidor acumulou bens de forma ile-gal, fato a ser investigado a partir da declarao de bens do agente pblico, que ele apresenta ao tomar posse e atualiza anualmente.O fato que, em meio a mais uma onda de denncias de corrupo a serem apu-radas no mbito da CPI mis-ta - agrupando, desta feita, trfico de influncia, fraude em licitaes, formao de quadrilha, entre outros cri-mes -, o Pas continua a bus-car as melhores formas para combater essa mazela, que uma das mais corrosivas do tecido institucional. Basta lembrar que a soma alcana-da pela corrupo estima-da em cerca de R$ 70 bilhes, correspondendo a mais de 2,5% do produto interno bruto. Fossem investidos em educao, veramos um salto de quase 50% das matrcu-las do ensino fundamental, chegando a 52 milhes, o dobro de leitos em hospitais pblicos, restritos a 370 mil, e a construo de cerca de 3 milhes de moradias. H uma conscincia generali-zada de que a sensvel dimi-nuio do PNBC - o produto nacional bruto da corrupo - implicar efetiva expanso do ndice global de felicida-de coletiva, que se poderia constatar pelo alargamento das fronteiras assistidas por programas de sade, edu-cao, mobilidade urbana, segurana, moradias, sanea-mento bsico.A criao de mecanismos para combate direto s fran-

    artigo

    agendas/a

    Gaudncio Torquato

    Gaudncio Torquato, jornalista, professor titular da USP e consultor polticoe de comunicao. Twitter: @GaudTorquato

    jas da cor-rupo tem vital impor-tncia. Mas a estratgia da criminaliza-o do enri-quecimento ilcito poder ser incua ou no oferecer resultados sa-tisfatrios se no abranger a bateria de causas que aciona a engrenagem de corruptos e corruptores. Vejamos como o pano de fundo que acolhe o alfabeto da corrupo mal alinhavado. O Estado brasi-leiro abusa do poder discri-cionrio. Nos corredores dos edifcios pblicos montou-se gigantesca mquina burocr-tica - quase sempre focada no lema criar dificuldades para obter facilidades - na qual se avolumam restries s atividades comerciais e produtivas, protecionismo e subsdios para uns e regras duras para outros, excesso de imposies de licenas de importao/exportao. Est mais do que provado que economias abertas e an-tidiscriminatrias limitam as maquinaes de grupos da propina. Ali a taxa de cor-rupo menor.A