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Eja metodologia políticas públicas de eja

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  • 1. EDUCAO JOVENS EADULTOS-ADULTOS- EJA

2. Modalidade : EJAA EJA uma modalidade de ensinoamparada por lei, e voltada para as pessoasque no tiveram acesso e ou permannciano ensino regular na idade prpria.Abrangendo os processos formativos destamodalidade da Educao Bsica nas etapasdo Ensino Fundamental e Mdio nos termosda LDBN 9394/96. em especial no artigos4, 5, 37,38, e 87. 3. Resoluo: CEE n 260 de 18 deNovembro de 2005Preceitos e Parmetros:Art. 3 a educao de jovens e adultos, com a finalidade de assegurar o cumprimento integral do dispositivo no art.2, obedece aos seguintes preceitos e parmetros: I Ingresso permitido apenas aos que ainda no tiveram acesso escola ou que dela encontrem-se, comprovadamente, afastados h mais de 6 meses alterado pela Res. CEE N 1/2008;II Idade mnima de 15 anos(quinze) anos para o ingresso no ensino fundamental e 18 anos (dezoito), no ensino mdio; III Observncia integral do currculo pleno e das diretrizes curriculares, tanto da base comum nacional, quanto da parte diversificada, conforme dispe o art. 36 e seus pargrafos, da Lei Federal n 9.394/96 e a Lei complementar Estadual n 026/98; IV - Carga horria mnima de pelo menos 2.400 ( duas mil e quatrocentas horas presenciais para o ensino fundamental em todas as suas etapas, 1.600 (mil e seiscentos) horas, para aquela etapa que abrange do 5 ao 9 ano deste nvel de ensino, e de 1.200 ( Mil e duzentas ) tambm presenciais, para o ensino mdio. 4. A quem se destina a Educao deJovens e Adultos? Conforme a LDBN/9394, a Educao deJovens e Adultos se destina as pessoas queno tiveram acesso e ou no continuaram osestudos no Ensino Fundamental e Mdio naidade prpria, uma modalidade deeducao bsica, que deve levar em contaso perfil e faixa etria . 5. Qual a importncia para este pblico voltar a estudar ? Ao regressar escola os jovens e osadultos necessitam vencer as barreiras dopreconceito, tendo em vista o grandedesafio em aprender. A volta escola baseada na expectativa de alcanarmaioresrealizaes pessoaiseprofissionais, tais como: elevar o grau deescolaridade, dominar o saber escolar paraa ascenso social e profissional, inserono mercado de trabalho e pela busca doreconhecimento social e da autoestima. 6. Quais as expectativas desses Jovense Adultos? Muitos jovens e adultos chegam escola com conhecimentos, crenas evalores incorporados por atividadesrealizadas ao longo da vida; Expressam certa resistncia amudanas e tem uma relaomediatista com o conhecimento. 7. O papel da Escola A escola deve proporcionar aos jovens eadultos inseridos nesta modalidade deensino a possibilidade de analisar, criticare enfrentar as questes postas em seucontexto, contribuindo para a suaformao intelectual, estimulando seupensamento e raciocnio para novasaprendizagens. 8. Objetivos Dar continuidade de estudos para aqueles que notiveram acesso a escola na idade prpria; Garantir a sistematizao e apropriao deconhecimento nas diversas reas, incorporandonovo saber e competncias prprias idade doeducando jovens e adulto; Valorizar os espaos educativos que privilegiem asinteraes de experincias do educando jovens eadulto, visando fortalecer a sua autoestima eidentidade e identidade cultural, para aconstruo de sua personalidade. 9. Metodologia daProblematizao Segundos tericos como: Bordenave e Pereira,Berbel e Hengemhle(2004:103),osprofessores encontrou-se umcaminhosignificativo para a educao. Onde podeoferecer umaimportanteorientaometodolgica, a partir de um problema, ondebusca-se compreend-lo, fundament-lo, dadosque so analisados e discutidos; por ltimo soelaborados hipteses de soluo, que devem sercolocadas em prtica para serem comprovadas evalidadas, de acordo com o projeto Polticopedaggica da escola . 10. Metodologia da EJA ressignificar a compreenso doseducadores acerca dos contedos. fundamental quando se pretendeempreender prticas pedaggicas quefavoream aprendizagem dos educando.Diferentes contedos se aprendem dediferentes formas, no podemos organizaruma rotina pedaggica que desconsidere taldiferenciao. 11. ProblematizaoA educao, como uma chave indispensvel para o exerccio da cidadania na sociedade contempornea, vai se impondo cada vez mais nestes tempos de grandes mudanas e inovaes nos processos educativos. No entanto a escola, ainda no consegue visilualizar sua problemtica como:1.Evaso Escolar;2.Planejamento coletivo;3. Interagir e executar o planto de dvida de acordo com a Resoluo CEE n 260/05;4. Contemplar o planejamento pedaggico conforme a realidade diagnosticada da escola.5. Avaliar resultado do desempenho acadmico dos alunos.Nesta viso problemtica a escola impossibilita ao individuo jovem e adulto retomar seu potencial, desenvolver suas habilidades, confirmar competncias adquiridas na educao extraescolar e na prpria vida. 12. Proposta Metodolgica De acordo com Bordenave e Pereira,Berbel e Hengemhle (2004:103),aproposta metodolgica que sensibilizou osprofessores foi o Arco de Maguerez. um instrumento queacaminhometodolgico,consegue reunir,coerentemente, a sntese das teorias quecontemplam o desejo de constantestransformaes, onde as buscas soilimitadas. Veja no Quadro abaixo: 13. Conforme o quadro apresentado, o oprofessor parte da realidade doaluno buscailuminao noconhecimento terico e retorna realidade. Esse retorno, no sermais ao mesmo nvel de competnciaanterior, pois agora, fundamentadono conhecimento adquirido, o alunoser mais capaz de compreender assituaes e/ouproblemas docontexto. E esse hbito vai criandoum desejo da busca investigativa. 14. Passo 1 :Situaes Problemas daRealidade ( o momento de provocaodo desejo.)O professor inicia sua aula, trazendosituaes significativas para os alunos.Como, tambm, a partir de um temasignificativo, pode solicitar que osalunos apresentem situaes eproblemas significativos e que estorelacionados ao tema. At essemomento o professor aborda um temaou situaes significativas para osalunos sem apelar para o conhecimentoterico ou contedo. 15. Passo 2 :Hipteses de Soluo ,antes daTeorizao( contnua o momento de provocao de desejo)O professor procura dinamizar a provocao dashipteses dos alunos. At esse momento os alunosno tiveram contato com o contedo, cada um noseu senso comum na sua individualidade, irposicionar-se. O professor, nesse momento,provoca, questiona, retira os alunos da sua cmodaposio de receber informaes acabadas erepeti-las. Os alunos, por sua vez, so colocadosem movimento e conflito mental. 16. Passo 3:Teorizao (momentodeiluminao,compreenso fundamentada das situaesedosproblemas). nesse momento que a teoria tem importncia e fazsentido. Cabe-nos trazer reflexes sobre nossoconceito de teorizao, a partir da propostarefletida .Diante dessas concepes, a partir das situaes problemas apresentadosedas motivaesprovocadas, a teoria a referencia para que oprofessor possa levar os alunos a compreender, deforma significativa, as situaes do mundo / vida e/outenham capacidade de buscar, auxiliados pela teoria,a soluo dos problemas de sua poca. 17. Passo 4: Hiptese de Soluo, ComArgumentaoFundamentadaTeoricamente.A partir desse momento, o aluno precisaser desafiado por novas situaesproblemas, ou levado a confirmar/reconstruir suas hipteses anteriores. o momento de exercitar a capacidadeargumentativa, no por achismo, mas comfundamentao na teoria. 18. Passo5:Compreensoe/ouReconstruoda Realidade(momento de ressignificar a teoriana realidade).Nesse momento, importante que o aluno,individual ou grupalmente, tenha apossibilidade de produzir algo de formareflexiva, nunca perdendo de vista aanlise de situaes - problemas reais esignificativos, luz da teoria. 19. Oficina: Tema Gerador : A ESCOLA Texto: A escola dos BichosConta-se que vrios bichos decidiram fundar uma escola. Para issoreuniram-se e comearam a escolher as disciplinas. O Pssaroinsistiu para que houvesse aulas de vo. O Esquilo achou que asubida perpendicular em rvores era fundamental. E o Coelhoqueria de qualquer jeito que a corrida fosse includa. E assim foifeito,incluramtudo, mas...cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichospraticassem todos os cursos oferecidos. O Coelho foi magnfico na corrida, ningum corria como ele.Mas queriam ensin-lo a voar. Colocaram-no numa rvore edisseram:"Voa,Coelho". Ele saltou l de cima e "pluft"... coitadinho! Quebrou aspernas. O Coelho no aprendeu a voar e acabou sem poder corrertambm. O Pssaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavarburacos como uma topeira. Quebrou o bico e as asas, e depois noconseguia voar to bem, e nem mais cavar buracos. 20. Concluso: SABE DE UMA COISA? Todos ns somos diferentes uns dos outros e cadaum tem uma ou mais qualidades prprias dadas porDEUS. No podemos exigir ou forar para que as outraspessoas sejam parecidas conosco ou tenhamnossas qualidades. Se assim agirmos, acabaremos fazendo com queelas sofram, e no final, elas podero no ser o quequeramos que fossem e ainda pior, elas poderono mais fazer o que faziam bem feito.RESPEITAR AS DIFERENAS AMAR ASPESSOAS COMO ELAS SO.Rosana Rizzut 21. Atividade: Em grupoIntroduo/ Problematizao Objetivo geral Objetivo especficoLevantamento de Hiptese Fundamentao Terica Hiptese de soluo Metodologia ( usar revista, livrosdidticos jornal, sucata, etc); Avaliao: diagnostica, formativa,cumulativa . Referncia Bibliografia 22. Obrigada (o) Equipe tcnico pedaggica Email: Eurpedes de Lourdes A. Vasconcelos Ilce Borges Diniz Joana M Malta MonteiroNilza da Conolao LopesTelefone da Coedi: 3201.3135/3136Ramal: 206, 207 e 209