of 42 /42

ELEIÇÕES - Principal · Eleitoral de Santa Catarina, Corregedoria Regional Eleitoral. Florianópolis. TRESC, 2012. 38 p. 1. Direito eleitoral - Brasil. 2. Legislação eleitoral

  • Author
    vanbao

  • View
    215

  • Download
    0

Embed Size (px)

Text of ELEIÇÕES - Principal · Eleitoral de Santa Catarina, Corregedoria Regional Eleitoral....

  • Tribunal Regional Eleitoral de Santa CatarinaCorregedoria Regional Eleitoral de Santa Catarina

    ELEIES2012M U N I C I P A I S

    Atualizado at 23.5.2012

    manualPROPAGANDAELEITORAL

  • Tribunal Regional Eleitoral de Santa CatarinaR. Esteves Jnior, 68Centro - Florianpolis - SC - CEP 88015-130Fone: (48) [email protected]://www.tre-sc.jus.br

    ElaboraoTribunal Regional Eleitoral de Santa CatarinaCorregedoria Regional Eleitoral

    Projeto grfico e diagramaoSecretaria JudiciriaCoordenadoria de Gesto da InformaoSeo de Publicaes Tcnico-Eleitorais

    CapaAssessoria de Imprensa, Comunicao Social e Cerimonial

    Nota do editorEventuais alteraes na legislao eleitoral para as Eleies 2012 publicadas aps o fechamento desta edio, em 23.5.2012, assim como a sua verso atualizada em formato PDF, podem ser obtidas na internet, no site www.tre-sc.gov.br, menu Institucional - Publicaes.

    B823 Brasil. Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina. Manual de propaganda eleitoral: eleies 2012. Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina, Corregedoria Regional Eleitoral. Florianpolis. TRESC, 2012. 38 p.

    1. Direito eleitoral - Brasil. 2. Legislao eleitoral. 3. Propa-ganda poltica.

    CDU: 342.849.2(81)

  • Contedo

    Propaganda eleitoral

    Disposies gerais, 7Definio, 7Incio, 7Propaganda antecipada, 8Regras gerais, 8Proibies gerais, 9Vedaes especficas, 10

    Programao normal e noticirio de rdio e televiso, 10Propaganda em locais pblicos, 11Distribuio de brindes, 12Simulador de urna eletrnica, 12Outdoors, 13

    Propagandas permitidas, 13Espcies, 13

    Placas, faixas, cartazes, pinturas e inscries, 13Cavaletes, bonecos e mesas de distribuio de material, 14Folhetos, volantes e outros impressos, 14Carros de som, alto-falantes e amplificadores de som, 15Comcios, 16Caminhada, carreata e passeata, 16Internet, 16Propaganda paga em jornais, 19

    Nas convenes, 20Em sede de partidos polticos, 20

    Propaganda eleitoral gratuita, 21Disposies iniciais, 21Distribuio do tempo, 23Reunio para organizao do horrio eleitoral gratuito, 24Propaganda em rede ou bloco, 25

  • Inseres, 26Entrega e recebimento de mapas de mdia e de fitas, 27

    Credenciamento, 27Requisitos, 28Prazos, 29

    Conservao das gravaes, 30Participao de terceiros no horrio eleitoral gratuito, 30

    Propaganda nos dias que antecedem a eleio, 31Antevspera da eleio, 31Vspera da eleio, 31Dia da eleio, 32

    Crimes na propaganda, 32

    Repreenso s irregularidades, 34

    Debates, 35

    Legislao aplicvel, 37

  • Apresentao

    A Corregedoria Regional Eleitoral de Santa Catarina, renovando prtica j consolidada, apresenta a edio atualizada do Manual de Pro-paganda para as Eleies 2012.

    Mais uma vez busca-se levar aos envolvidos com as campanhas eleitorais, de forma objetiva e sistemtica, as regras que permeiam a co-municao dos candidatos com a populao, garantindo-lhes conhecer as normas vigentes e atuar de forma correta e limpa.

    Eleies Municipais so, tradicionalmente, a porta de entrada na vida poltica e por isso de extrema importncia que todos estejam familiarizados com a legislao eleitoral, trazida nesta publicao em linguagem coloquial, sem adentra-se, porm, em tecnicismos inteis.

    A campanha eleitoral deve ser pautada pela discusso madura e profunda dos temas caros comunidade, garantindo-se oportunidade para apresentao de ideias, projetos e metas.

    A propaganda eleitoral veculo para o debate das grandes ques-tes que afetam o cotidiano do cidado e, com este trabalho, espera-se contribuir para uma eleio respeitosa e exitosa para toda a sociedade.

    Desembargador Eldio Torret Rocha Corregedor Regional Eleitoral

  • Manual de Propaganda Eleitoral

    - -

    Propaganda eleitoral

    DisPosies geRAis

    Definio

    O Tribunal Superior Eleitoral, na sua jurisprudncia, define como ato de propaganda eleitoral1 aquele que leva ao conhecimento geral, ainda que de forma dissimulada, a candidatura, mesmo que apenas postulada, a ao poltica que se pretende desenvolver ou razes que induzam a concluir que o beneficirio o mais apto ao exerccio de funo pblica. Sem tais caractersticas, poder haver mera promoo pessoal, apta, em determinadas circunstncias, a configurar abuso de poder econmico.

    Incio(art. 1o da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    A propaganda eleitoral est permitida a partir de 6 de julho de 2012.

    A realizao de propaganda antecipada ensejar multa de R$ 5.000,00 a R$ 25.000,00 ou o equivalente ao custo da propaganda, se este for maior.

    1 AC TSE n. 16.183/2000, rel. Min. Eduardo Alckmin.

  • - -

    Propaganda antecipada(art. 2o da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    No ser considerada propaganda eleitoral antecipada:

    a participao de filiados a partidos ou pr-candidatos em en-trevistas, programas, encontros ou debates em rdio, televiso e internet, inclusive com a exposio de plataformas e projetos polticos, desde que no haja pedido de votos, observado pelas emissoras de radio e televiso o dever de conferir tratamento isonmico;

    a realizao de encontros, seminrios ou congressos, em am-biente fechado e s expensas dos partidos polticos, para tratar da organizao dos processos eleitorais, planos de governos ou alianas partidrias visando s eleies;

    a realizao de prvias partidrias e sua divulgao pelos instru-mentos de comunicao intrapartidria; e

    a divulgao de atos de parlamentares e debates legislativos, desde que no se mencione a possvel candidatura, ou se faa pedido de votos ou de apoio eleitoral.

    Regras gerais(art. 5o a 9o, 11, 12, 16, 76, 79 e 88 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    A propaganda deve conter sempre a legenda partidria.

    Nas inseres de quinze segundos, no rdio, para as eleies majoritrias, a propaganda dever ser identificada pelo nome da coligao e do partido do candidato, dispensada a identificao dos demais partidos que integram a coligao.

    Na eleio proporcional, cada partido usar apenas sua legenda sob o nome da coligao.

    A denominao da coligao no poder coincidir, incluir ou fazer referncia a nome ou nmero de candidato, nem conter pedido de voto para partido poltico.

    Na propaganda dos candidatos a prefeito, constar obrigato-riamente o nome do candidato a vice-prefeito, de modo claro e

  • Manual de Propaganda Eleitoral

    - -

    legvel, em tamanho no inferior a 10% (dez por cento) do nome do titular.

    A propaganda ser sempre produzida em lngua nacional.

    No depende de licena da polcia.

    No depende de autorizao da Justia Eleitoral.

    Ateno!

    A Justia Eleitoral no faz avaliaes prvias do contedo da pro-paganda eleitoral.

    A propaganda no pode ser cerceada com base em postura mu-nicipal.

    O candidato cujo registro esteja sub judice poder efetuar todos os atos relativos sua campanha eleitoral, inclusive utilizar o horrio eleitoral gratuito para sua propaganda, no rdio e na televiso.

    A propaganda eleitoral dever respeitar o direito do autor, protegido pelo art. 5, inciso XXVII, da Constituio da Repblica, o que significa que a utilizao de qualquer fruto da criao intelectual depende da autoriza-o de seu autor ou titular (Resoluo TSE n. 21.078, de 23.4.2002).

    Os candidatos profissionais da classe artstica cantores, atores e apresentadores podero exercer a profisso durante o perodo eleitoral, desde que no tenha por finalidade a animao de comcio e que no haja nenhuma aluso candidatura ou campanha eleitoral, ainda que em carter subliminar.

    Compete Justia Comum processar e julgar as aes de cobrana judicial pelo inadimplemento relativo a servios prestados ou materiais fornecidos a partidos polticos, coligaes e/ou candidatos.

    No prazo de at 30 dias aps a eleio, os candidatos, partidos polticos e as coligaes devero remover a propaganda eleitoral, com a restaurao do bem em que fixada, se for o caso.

    Proibies gerais(art. 5o e 13 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    Empregar meios publicitrios destinados a criar artificialmente, na opinio pblica, estados mentais, emocionais ou passionais.

  • - 10 -

    Promover propaganda:

    de guerra, de processos violentos para subverter o regime, a or-dem poltica e social, ou de preconceitos de raa ou de classe;

    que provoque animosidade entre as Foras Armadas ou contra elas, ou delas contra as classes e as instituies civis;

    de incitamento de atentado contra pessoa ou bens;

    de instigao desobedincia coletiva ao cumprimento de lei de ordem pblica;

    que implique oferecimento, promessa ou solicitao de dinheiro, ddiva, rifa, sorteio ou vantagem de qualquer natureza;

    que perturbe o sossego pblico, com algazarra ou abuso de instrumentos sonoros ou sinais acsticos;

    por meio de impressos ou de objetos que pessoa inexperiente ou rstica possa confundir com moeda;

    que prejudique a higiene e a esttica urbana;

    que caluniar, difamar ou injuriar qualquer pessoa, bem como atingir rgos ou entidades que exeram autoridade pblica; e

    que desrespeite os smbolos nacionais.

    A inobservncia da regra acima sujeitar o infrator a responder pelo emprego de processo de propaganda vedada e, se for o caso, pelo abuso de poder.

    Vedaes especficas

    Programao normal e noticirio de rdio e televiso(arts. 1o, 3o, 27 e 45, p. nico, da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    A partir de 1 de julho de 2012 no ser permitido qualquer tipo de propaganda poltica paga no rdio e na televiso.

    A partir do resultado da conveno

    A partir do resultado das convenes (que so realizadas entre 10 e 30 de junho) vedado s emissoras transmitir programa apresentado ou comentado por candidato escolhido em conveno.

  • Manual de Propaganda Eleitoral

    - 11 -

    A partir de 1 de julho de 2012

    vedado s emissoras de rdio e televiso, em sua programao normal e noticirio:

    transmitir, ainda que sob a forma de entrevista jornalstica, ima-gens de realizao de pesquisa ou qualquer outro tipo de consulta popular de natureza eleitoral em que seja possvel identificar o entrevistado ou em que haja manipulao de dados;

    veicular propaganda poltica;

    dar tratamento privilegiado a candidato, partido poltico ou co-ligao;

    veicular ou divulgar filmes, novelas, minissries ou qualquer outro programa com aluso ou crtica a candidato ou partido poltico, mesmo que dissimuladamente, exceto programas jornalsticos ou debates polticos; e

    divulgar nome de programa que se refira a candidato escolhido em conveno, ainda quando preexistente, inclusive se coinci-dente com o nome do candidato ou o nome por ele indicado para uso na urna eletrnica, e, sendo o nome do programa o mesmo que o do candidato, fica proibida a sua divulgao, sob pena de cancelamento do respectivo registro.

    A inobservncia do disposto acima sujeita a emissora ao pagamento de multa no valor de R$ 21.282,00 a R$ 106.410,00, duplicada em caso de reincidncia, sem prejuzo da perda de tempo, pelo partido ou coligao, equivalente ao dobro do usado na prtica do ato ilcito, no horrio eleitoral subsequente, dobrada a cada reincidncia.

    Propaganda em locais pblicos(art. 10 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    Nos bens cujo uso dependa da cesso ou permisso do poder pblico, ou que a ele pertenam, nos de uso comum, inclusive postes de iluminao pblica e sinalizao de trfego, viadutos, passarelas, pontes, paradas de nibus e outros equipamentos urbanos, vedada a veiculao de propaganda de qualquer natureza.

    Bens de uso comum abrangem aqueles a que a populao em geral tem acesso ( 2, art. 10). Exemplos:

  • - 12 -

    cinemas;

    teatros;

    igrejas;

    clubes;

    lojas;

    centros comerciais;

    ginsios; e

    estdios.

    So bens cujo uso depende de cesso, permisso ou autorizao do Poder Pblico, dentre outros:

    hospitais;

    escolas;

    nibus;

    transporte escolar; e

    txis.

    Distribuio de brindes(art. 9o da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    vedada na campanha eleitoral confeco, utilizao, distribuio por comit, candidato ou com a sua autorizao, de camisetas, chaveiros, bons, canetas, brindes, cestas bsicas ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor.

    A inobservncia da regra acima sujeita o infrator a responder, conforme o caso, pela prtica de captao ilcita de sufrgio, emprego de processo de propaganda vedada e, se for o caso, pelo abuso de poder ( 6, art. 39, Lei n. 9.504/1997; arts. 222 e 237, Cdigo Eleitoral, e art. 22, Lei Complementar n. 64/1990).

    Simulador de urna eletrnica(art. 80 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    Aos partidos polticos, coligaes e candidatos vedada a utiliza-o de simulador de urna eletrnica na propaganda eleitoral.

  • Manual de Propaganda Eleitoral

    - 13 -

    Outdoors(art. 17 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    vedada a propaganda eleitoral por meio de outdoors.

    Nos termos da Resoluo TSE n. 22.270/2006, os painis eletr-nicos equiparam-se ao outdoor.

    No caracteriza outdoor a placa afixada em propriedade particular, cujo tamanho no exceda a 4m2.

    A inobservncia da regra acima sujeita a empresa responsvel, os partidos, as coligaes e os candidatos imediata retirada da propaganda em outdoor e ao pagamento de multa no valor de R$ 5.320,50 a R$ 15.961,50.

    PRoPAgAnDAs PeRmitiDAs

    Espcies

    Placas, faixas, cartazes, pinturas e inscries(art. 10 e 11 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    permitida a propaganda em bens particulares, por meio da fixao de faixas, placas, cartazes, pinturas ou inscries, que no excedam a 4m2 e que no contrariem a legislao eleitoral.

    A veiculao de propaganda eleitoral em bens particulares deve ser espontnea e gratuita, sendo vedado qualquer tipo de pagamento em troca de espao para esta finalidade.

    Na inobservncia das regras acima ser notificado o infrator para, no prazo de 48h, remov-la e restaurar o bem, sob pena de multa no valor de R$ 2.000,00 a R$ 8.000,00, ou defender-se.

    Proibies

    vedada a veiculao de propaganda de qualquer natureza, inclu-sive pichao, inscrio tinta, colagem, fixao de cartazes, estandartes, faixas e assemelhados:

    em bens cujo uso dependa de cesso ou permisso do poder pblico, ou que a ele pertenam; e

  • - 14 -

    bens de uso comum, inclusive postes de iluminao pblica e sinalizao de trfego, viadutos, passarelas, pontes, paradas de nibus e outros equipamentos urbanos, e em locais de livre acesso populao.

    Tambm proibida a fixao de propaganda:

    em rvores e jardins localizados em reas pblicas, bem como em muros, cercas e tapumes divisrios, mesmo que no lhes cause dano.

    Quem veicular propaganda em desacordo com o disposto acima ser notifi-cado para, no prazo de 48h, remov-la e restaurar o bem, sob pena de multa no valor de R$ 2.000,00 a R$ 8.000,00 ou defender-se.

    Ateno!

    Compete Justia Comum processar e julgar pedidos de indeni-zao pela veiculao de propaganda eleitoral em bem particular sem autorizao do proprietrio.

    Cavaletes, bonecos e mesas de distribuio de material(art. 10 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    permitida a colocao de cavaletes, bonecos, cartazes, mesas para distribuio de material de campanha e bandeiras ao longo das vias pblicas, desde que mveis e que no dificultem o bom andamento do trnsito de pessoas e veculos.

    A mobilidade estar caracterizada com a colocao e a retirada dos meios de propaganda entre as 6h e as 22h.

    Quem veicular propaganda em desacordo com o disposto acima ser no-tificado para, no prazo de 48h, remov-la e restaurar o bem, sob pena de multa no valor de R$ 2.000,00 a R$ 8.000,00 ou defender-se (Acrdo TSE AI n. 10.291/2010).

    Folhetos, volantes e outros impressos(arts. 10 e 12 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    So permitidos at as 22h da vspera da eleio e independem de obteno de licena municipal e de autorizao da Justia Eleitoral.

    responsabilidade dos partidos, coligaes ou candidatos a edio dos folhetos, volantes e outros impressos.

  • Manual de Propaganda Eleitoral

    - 15 -

    Todo material impresso dever conter o nmero de inscrio no Cadastro Nacional de Pessoa Jurdica (CNPJ) ou o nmero de inscrio no Cadastro de Pessoas Fsicas (CPF) do responsvel pela confeco, bem como de quem a contratou, e a respectiva tiragem.

    Na inobservncia da regra acima o infrator estar sujeito a responder pelo emprego de processo de propaganda vedada e, se for o caso, pelo abuso de poder (Lei n. 9.504/1997, art. 38, 6; Cdigo Eleitoral, arts. 222 e 237, e Lei Complementar n. 64/1990, art. 22).

    Proibio

    proibida a distribuio em bens pblicos ou de uso comum, ainda que particulares.

    Carros de som, alto-falantes e amplificadores de som(art. 9o da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    So permitidos at as 22h da vspera da eleio.

    assegurado aos partidos polticos o direito de instalar e fazer funcionar, das 8h s 22h, alto-falantes ou amplificadores de som, nas suas sedes e dependncias, assim como em veculos seus ou sua disposio.

    Devem observar os limites do volume sonoro previstos na legis-lao comum.

    Proibies

    Uso em distncia inferior a 200m:

    das sedes dos Poderes Executivo e Legislativo da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios;

    das sedes dos rgos judiciais;

    dos quartis e outros estabelecimentos militares;

    dos hospitais e casas de sade; e

    das escolas, bibliotecas pblicas, igrejas e teatros, quando em funcionamento.

    A inobservncia da regra acima sujeita o infrator a responder, conforme o caso, pelo emprego de processo de propaganda vedada e pelo abuso de poder (Lei n. 9.504/1997, art. 39, 3; Cdigo Eleitoral, arts. 222 e 237, e Lei Complementar n. 64/1990, art. 22).

  • - 16 -

    Comcios(arts. 8o e 9o da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    Podem ocorrer at as 24h do dia 4 de outubro.

    Devem ser comunicados autoridade policial com, no mnimo, 24h de antecedncia, para que esta lhe garanta, segundo a prioridade do aviso, o direito contra quem pretenda usar o local no mesmo dia e horrio.

    A autoridade policial tomar as providncias necessrias garan-tia da realizao do ato e ao funcionamento do trfego e dos servios pblicos que o evento possa afetar.

    Pode ser utilizada aparelhagem de sonorizao fixa e trio eltrico das 8 s 24h.

    Proibies

    vedada a realizao de comcios desde 48h antes at 24h depois da eleio.

    proibida a realizao de showmcio e de evento assemelhado para promoo de candidatos e a apresentao, remunerada ou no, de artistas com a finalidade de animar comcio e reunio eleitoral.

    A inobservncia da regra acima sujeita o infrator a responder pelo emprego de processo de propaganda vedada e, se for o caso, pelo abuso de poder (Lei n. 9.504/1997, art. 39, 7, Cdigo Eleitoral, arts. 222 e 237, Lei Complementar n. 64/1990, art. 22).

    Caminhada, carreata e passeata(arts. 9o e 16 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    A caminhada, carreata e passeata so permitidas at as 22h do dia que antecede a eleio.

    Internet(arts. 18 a 26 e 83 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    A propaganda eleitoral na internet poder ser realizada:

    aps o dia 5 de julho do ano da eleio;

  • Manual de Propaganda Eleitoral

    - 1 -

    em stio do candidato, do partido ou da coligao com endereo eletrnico comunicado ao Cartrio Eleitoral respectivo e hospe-dado, direta ou indiretamente, em provedor de servio de internet estabelecido no Pas;

    por meio de mensagem eletrnica para endereos cadastrados gratuitamente pelo candidato, partido ou coligao; e

    por meio de blogs, redes sociais, stios de mensagens instant-neas e assemelhados, cujo contedo seja gerado ou editado por candidatos, partidos ou coligaes ou de iniciativa de qualquer pessoa natural.

    livre a manifestao do pensamento, nas formas acima citadas, e por outros meios de comunicao interpessoal mediante mensagem eletrnica, vedado o anonimato, assegurado o direito de resposta, nos termos das alneas a, b e c do inciso IV do 3 do art. 58 e do art. 58-A da Lei n. 9.504/1997.

    A inobservncia do disposto acima sujeita o responsvel pela divulgao da pro-paganda e, quando comprovado seu prvio conhecimento, o beneficirio multa no valor de R$ 5.000,00 a R$ 30.000,00 (Lei n. 9.504/1997, art. 57-D, 2).

    As mensagens eletrnicas enviadas por candidato, partido ou co-ligao, por qualquer meio, devero dispor de mecanismo que permita seu descadastramento pelo destinatrio, obrigado o remetente a provi-denci-lo no prazo de 48 horas.

    Mensagens eletrnicas enviadas aps o trmino do prazo acima sujeitam os res-ponsveis ao pagamento de multa no valor de R$ 100,00, por mensagem.

    autorizada a reproduo virtual das pginas do jornal impresso na internet, desde que seja feita no stio do prprio jornal, independentemente do seu contedo, devendo ser respeitado integralmente o formato grfico e o contedo editorial da verso impressa, atendido, nesta hiptese, o que se dispe sobre propaganda em jornais impressos.

    Proibies

    Na internet vedada a veiculao de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga.

    vedada, ainda que gratuitamente, a veiculao de propaganda eleitoral em stios da internet:

    de pessoas jurdicas, com ou sem fins lucrativos; e

  • - 1 -

    oficiais ou hospedados por rgos ou entidades da administra-o pblica direta ou indireta da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos municpios.

    A inobservncia do disposto acima sujeita o responsvel pela divulgao da pro-paganda e, quando comprovado seu prvio conhecimento, o beneficirio multa no valor de R$ 5.000,00 a R$ 30.000,00 (Lei n. 9.504/1997, art. 57-C, 2 ).

    Fica vedado s pessoas jurdicas descritas abaixo a utilizao, doao ou cesso de cadastro eletrnico de seus clientes, em favor de candidatos, partidos ou coligaes:

    entidade ou governo estrangeiro;

    rgo da administrao pblica direta e indireta ou fundao mantida com recursos provenientes do Poder Pblico;

    concessionrio ou permissionrio de servio pblico;

    entidade de direito privado que receba, na condio de benefici-ria, contribuio compulsria em virtude de disposio legal;

    entidade de utilidade pblica;

    entidade de classe ou sindical;

    pessoa jurdica sem fins lucrativos que receba recursos do ex-terior;

    entidades beneficentes e religiosas;

    entidades esportivas;

    organizaes no governamentais que recebam recursos p-blicos; e

    organizaes da sociedade civil de interesse pblico.

    A violao das proibies acima sujeita o responsvel pela divulgao da propaganda e, quando comprovado seu prvio conhecimento, o beneficirio multa no valor de R$ 5.000,00 a R$ 30.000,00. Ser punido com a mesma multa quem realizar propaganda eleitoral na internet, atribuindo indevidamente sua autoria a terceiro, inclusive a candidato, partido ou coligao.

    Provedor de contedo e de servios multimdia

    Aplicam-se ao provedor de contedo e de servios multimdia que hospeda a divulgao da propaganda eleitoral de candidato, de partido ou de coligao as penalidades previstas para propaganda irregular na

  • Manual de Propaganda Eleitoral

    - 1 -

    internet se, no prazo determinado pela Justia Eleitoral, contado a partir da notificao de deciso sobre a existncia de propaganda irregular, no tomar providncias para a cessao dessa divulgao.

    O provedor de contedo ou de servios multimdia s ser consi-derado responsvel pela divulgao da propaganda, se a publicao do material for, comprovadamente, de seu prvio conhecimento.

    O prvio conhecimento poder, sem prejuzo dos demais meios de prova, ser demonstrado por meio de cpia de notificao, diretamente encaminhada e entregue pelo interessado ao provedor de internet, na qual dever constar de forma clara e detalhada a propaganda por ele considerada irregular.

    A requerimento de candidato, partido, coligao ou Ministrio Pblico, obser-vado o rito previsto no art. 96 da Lei n. 9.504/1997, a Justia Eleitoral poder determinar a suspenso, por 24h, do acesso a todo contedo informativo dos stios da internet que deixarem de cumprir as disposies de referida lei, duplicado a cada reiterao da conduta.

    Propaganda paga em jornais(art. 26 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    permitida at a antevspera da eleio a propaganda paga na imprensa escrita e a reproduo na internet do jornal impresso.

    Deve ser observado o limite de at 10 (dez) anncios, por veculo, em datas diversas, para cada candidato, observando o tamanho mximo por edio:

    1/8 de pgina de jornal padro (tamanho do jornal Folha de So Paulo); e

    1/4 de pgina de revista ou tablide (tamanho do jornal Dirio Catarinense).

    Ao jornal de dimenso diversa do padro e do tablide, aplicar-se- a regra acima, de acordo com o tipo de que mais se aproxime.

    O limite de anncios ser verificado de acordo com a imagem ou nome do respectivo candidato, independentemente de quem tenha contratado a divulgao da propaganda.

    Dever constar do anncio, de forma visvel, o valor pago pela insero.

  • - 20 -

    autorizada a reproduo virtual das pginas do jornal impresso na internet, desde que seja feita no stio do prprio jornal, independente-mente do seu contedo, devendo ser respeitado integralmente o formato grfico e o contedo editorial da verso impressa, atendida a quantidade e tamanho mximo estabelecido para este.

    No caracterizar propaganda eleitoral a divulgao de opinio favorvel a candidato, a partido poltico ou a coligao pela imprensa escrita, desde que no seja matria paga, mas os abusos e os excessos, assim como as demais formas de uso indevido do meio de comunicao, sero apurados e punidos nos termos do art. 22 da Lei Complementar n. 64/1990.

    A inobservncia das regras acima sujeita os responsveis pelos veculos de divulgao e os partidos polticos, as coligaes ou os candidatos beneficiados multa no valor de R$ 1.000,00 a R$ 10.000,00 ou equivalente ao custo da divulgao da propaganda paga, se este for maior.

    Nas convenes(art. 1o da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    Para a escolha dos candidatos em conveno ser permitida, na quinzena anterior, a realizao de propaganda intrapartidria com a afixa-o de faixas e cartazes em local prximo da conveno, com mensagem aos convencionais, vedado o uso de rdio, televiso e outdoor.

    Essa propaganda dever ser imediatamente retirada aps a res-pectiva conveno.

    A inobservncia do disposto acima enseja o pagamento de multa de R$ 5.000,00 a R$ 25.000,00 ou o equivalente ao custo da propaganda, se este for maior.

    Em sede de partidos polticos(art. 9o da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    Aos partidos polticos e s coligaes permitido, independen-temente de licena da autoridade pblica e de pagamento de qualquer contribuio:

    fazer inscrever, na fachada de suas sedes e dependncias, o nome que os designe pela forma que melhor lhes parecer;

  • Manual de Propaganda Eleitoral

    - 21 -

    fazer inscrever, na fachada dos seus comits e demais unidades, o nome que os designe, da coligao ou do candidato, respeitado o tamanho mximo de 4m;

    instalar e fazer funcionar, das 8h s 22h, no perodo compreendi-do entre o incio da propaganda eleitoral e a vspera da eleio (6.7 a 6.10.2012), alto-falantes ou amplificadores de som, em seus comits e demais unidades, assim como em veculos seus ou sua disposio, em territrio nacional, com observncia da legislao comum, inclusive dos limites do volume sonoro; e

    comercializar material de divulgao institucional, desde que no contenha nome e nmero de candidato, bem como cargo em disputa.

    PRoPAgAnDA eLeitoRAL gRAtuitA

    Disposies iniciais(arts. 32 a 34, 36, 42, 43, 45, 46 e 48 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    A propaganda eleitoral no rdio e na TV se restringir ao horrio eleitoral gratuito e ocorrer, em primeiro turno, entre 21 de agosto e 4 de outubro de 2012. No segundo turno, poder ter incio a partir de 48h da divulgao dos resultados do primeiro turno e se estender at 26 de outubro de 2012.

    A propaganda dever utilizar a Linguagem Brasileira de Sinais (Li-bras) ou o recurso de legenda, que constar obrigatoriamente do material entregue s emissoras.

    A propaganda eleitoral gratuita ser transmitida:

    pelas emissoras de rdio, inclusive as rdios comunitrias;

    pelas emissoras de televiso que operam em VHF e UHF;

    pelos canais de televiso por assinatura sob a responsabilidade das Cmaras Municipais.

    Ser punida, com multa de R$ 2.000,00 a R$ 8.000,00, a emissora que, no au-torizada a funcionar pelo poder competente, veicular propaganda eleitoral.

  • - 22 -

    permitida a utilizao, no horrio destinado aos candidatos pro-porcionais, durante a exibio do programa, de legendas com referncia a candidatos majoritrios, ou, ao fundo, de cartazes ou fotografias desses candidatos.

    Durante toda a transmisso pela televiso, em bloco ou em inser-es, a propaganda dever ser identificada pela legenda propaganda eleitoral gratuita e pelo municpio a que se refere, sendo essa identifica-o de responsabilidade dos partidos polticos e das coligaes.

    Na divulgao de pesquisas no horrio eleitoral gratuito devem ser informados, com clareza, o perodo de sua realizao e a margem de erro, no sendo obrigatria a meno aos concorrentes, desde que o modo de apresentao dos resultados no induza o eleitor em erro quanto ao desempenho do candidato em relao aos demais.

    Nos Municpios em que no houver emissora de rdio e televiso, ser garantida aos partidos polticos participantes do pleito a veiculao de propaganda eleitoral gratuita nas localidades aptas realizao de segundo turno de eleies e nas quais seja operacionalmente vivel realizar a retransmisso, observadas as normas constantes de instruo especfica do Tribunal Superior Eleitoral.

    Proibies

    vedada a veiculao de propaganda paga, respondendo o can-didato, o partido poltico e a coligao pelo seu contedo.

    No ser admitida utilizao comercial ou propaganda realizada com a inteno, ainda que disfarada ou subliminar, de promover marca ou produto.

    No sero admitidos cortes instantneos ou qualquer tipo de cen-sura prvia nos programas eleitorais gratuitos.

    vedado incluir no horrio destinado aos candidatos s eleies proporcionais propaganda das candidaturas a eleies majoritrias, e vice-versa.

    O partido ou coligao que no observar a regra acima estar sujeito perda em seu horrio de propaganda gratuito de tempo equivalente no horrio reservado propaganda da eleio disputada pelo candidato beneficiado.

    vedado ainda:

  • Manual de Propaganda Eleitoral

    - 23 -

    transmitir, ainda que sob a forma de entrevista jornalstica, ima-gens de realizao de pesquisa ou qualquer outro tipo de consulta popular de natureza eleitoral em que seja possvel identificar o entrevistado ou em que haja manipulao de dados; eusar trucagem2, montagem3 ou outro recurso de udio ou vdeo que, de alguma forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido poltico ou coligao, ou produzir ou veicular programa com esse efeito.

    A inobservncia da vedao acima sujeita o partido poltico ou a coligao perda de tempo equivalente ao dobro do usado na prtica do ilcito, no perodo do horrio gratuito subsequente, dobrada a cada reincidncia, devendo, no mesmo perodo, exibir-se a informao de que a no veiculao do programa resulta de infrao Lei n. 9.504/1997.

    vedada a veiculao de propaganda que possa degradar ou ridicularizar candidatos, sujeitando-se o partido poltico ou a coligao infratora perda do direito veiculao de propaganda no horrio eleitoral gratuito do dia seguinte ao da deciso.

    A requerimento de partido poltico, coligao ou candidato, a Jus-tia Eleitoral impedir a reapresentao de propaganda ofensiva honra de candidato, moral e aos bons costumes.

    A reiterao de conduta que j tenha sido punida pela Justia Eleitoral poder ensejar a suspenso temporria do programa.

    Distribuio do tempo(arts. 35, 37, 39 e 47 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    Os Juzes Eleitorais distribuiro os horrios reservados propa-ganda de cada eleio entre os partidos polticos e as coligaes que tenham candidato, observados os seguintes critrios:

    I um tero, igualitariamente; II dois teros, proporcionalmente ao nmero de representantes na

    Cmara dos Deputados, considerado, no caso de coligao, o resultado da soma do nmero de representantes de todos os partidos polticos que a integrarem.

    2 Trucagem todo e qualquer efeito realizado em udio ou vdeo que possa degradar ou ridicularizar candidato, partido poltico ou coligao, ou que desvirtue a realidade e beneficie ou prejudique qualquer candidato, partido poltico ou coligao.

    3 Montagem toda e qualquer juno de registros de udio ou vdeo que possa degradar ou ridicularizar candidato, partido poltico ou coligao, ou desvirtue a realidade e beneficie ou prejudique qualquer candidato, partido poltico ou coligao.

  • - 24 -

    Para efeito desta distribuio, a representao de cada partido poltico na Cmara dos Deputados a resultante da eleio.

    O nmero de representantes de partido poltico que tenha resultado de fuso ou a que se tenha incorporado outro corresponder soma dos representantes que os partidos polticos de origem possuam na data do resultado da eleio.

    Se o candidato a prefeito deixar de concorrer, em qualquer etapa do pleito, e no havendo substituio, ser feita nova distribuio do tempo entre os candidatos remanescentes.

    Para fins de diviso do tempo reservado propaganda, no sero consideradas as fraes de segundo, e as sobras que resultarem desse procedimento sero adicionadas no programa de cada dia ao tempo destinado ao ltimo partido poltico ou coligao.

    Aos partidos polticos e s coligaes que, aps a aplicao dos critrios de distribuio referidos, obtiverem direito a parcela do horrio eleitoral inferior a 30 segundos, ser assegurado o direito de acumul-la para uso em tempo equivalente.

    A Justia Eleitoral, os representantes das emissoras de rdio e televiso e os representantes dos partidos polticos, por ocasio da elabo-rao do plano de mdia, compensaro sobras e excessos, respeitando-se o horrio reservado para propaganda eleitoral gratuita.

    Compete aos partidos polticos e s coligaes distribuir entre os candidatos registrados os horrios que lhes forem destinados pela Justia Eleitoral.

    Reunio para organizao do horrio eleitoral gratuito

    A partir de 8 de julho at 12 de agosto de 2012, os Juzes Eleitorais convocaro os partidos polticos e os representantes das emissoras para:

    distribuio do tempo de propaganda de cada partido;

    sorteio da ordem de veiculao da propaganda no primeiro dia do horrio eleitoral gratuito;

    elaborao do plano de mdia.

    Definida a ordem de veiculao da propaganda no primeiro dia do horrio eleitoral gratuito, os demais dias seguem a um rodzio, onde o ltimo partido ou coligao de um dia ser o primeiro do dia seguinte.

  • Manual de Propaganda Eleitoral

    - 25 -

    Caso os representantes dos partidos polticos e das emissoras no cheguem a um acordo, a Justia Eleitoral dever elaborar um plano de mdia, utilizando, para tanto, sistema desenvolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral.

    O sistema oficial informatizado da Justia Eleitoral organizar toda a grade de horrio, do primeiro ao ltimo dia de propaganda, com a ordenao da apresentao dos partidos/coligaes, sendo garantida a todos a participao nos horrios de maior e menor audincia.

    Propaganda em rede ou bloco(arts. 34, 36 e 41, 9o, da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    A propaganda em rede ou bloco aquela divulgada em todas as emissoras simultaneamente em horrios pr-estabelecidos.

    1 Turno

    Perodo 21 de agosto a 4 de outubro de 2012

    Dias da semana de segunda-feira a sbado

    Frequncia dois programas dirios

    Durao diria 60min (dois programas de 30min)

    Veculos rdio e televiso

    Diviso do horrio por dias da semana:

    Dias da Semana Cargos

    segundas, quartas e sextas prefeito e vice

    teras, quintas e sbados vereador

    A grade horria dos programas a seguinte, observado o horrio de Braslia-DF:

    Veculo Turno Horrio

    Rdiomanh das 7h s 7h30min

    tarde das 12h s 12h30min

    Televisotarde das 13h s 13h30min

    noite das 20h30min s 21h

  • - 26 -

    2 Turno

    Perodo Incio a partir de 48h da divulgao dos resultados do primeiro turno,

    at 26 de outubro.

    Dias da semana de segunda-feira a domingo (prefeito e vice)

    Frequncia dois programas dirios

    Durao diria 40min (dois programas de 20min)

    Veculos rdio e televiso

    Veculo Turno Horrio

    Rdiomanh das 7h s 7h20min

    tarde das 12h s 12h20min

    Televisotarde das 13h s 13h20min

    noite das 20h30min s 20h50min

    No segundo turno, o tempo reservado ao horrio eleitoral gratuito em rede igualmente dividido entre os candidatos.

    Na propaganda em bloco, as emissoras devero cortar de sua parte final o que ultrapasse o tempo determinado no plano de mdia e, caso a durao seja insuficiente, o tempo ser completado pela emissora gera-dora com a veiculao dos seguintes dizeres: HORRIO RESERVADO PROPAGANDA ELEITORAL GRATUITA - Lei n. 9.504/1997.

    Inseres(arts. 6o, 38 e 41, 8o, da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    As inseres so propagandas que ocorrem durante a programa-o normal das rdios e televises, veiculadas ao longo dos intervalos comerciais, com durao de at 60 segundos.

    Destinadas exclusivamente aos cargos de Prefeito e Vice-Prefeito.

    As emissoras de rdio e televiso devero evitar a veiculao de inseres idnticas no mesmo intervalo da programao normal.

    As inseres cuja durao ultrapasse o estabelecido no plano de mdia tero cortada a parte final.

  • Manual de Propaganda Eleitoral

    - 2 -

    Na veiculao das inseres obrigatria a identificao do partido poltico ou da coligao. Em se tratando de coligao, excepcionalmen-te nas inseres de 15 segundos para a propaganda gratuita no rdio, da eleio majoritria, haver apenas a identificao da coligao e do partido do candidato.

    As inseres no rdio e na televiso sero calculadas base de 30 segundos e podero ser divididas em mdulos de 15 segundos, ou agrupadas em mdulos de 60 segundos, a critrio de cada partido po-ltico ou coligao.

    Perodo De 21 de agosto a 4 de outubro

    Dias da semana de segunda-feira a domingo

    Frequncia diariamente (desde o primeiro turno)

    Durao 30 minutos - divididos em inseres de at 60 segundos - em 4 blocos de audincia (das 8h s 12h, das 12h s 18h, das 18h s 21h, das 21h s 24h), de modo que o nmero de inseres seja dividido igualmente entre os 4 blocos.

    Veculos rdio e televiso

    Proibio

    vedada a utilizao de gravaes externas, montagens ou tru-cagens, computao grfica, desenhos animados e efeitos especiais, e a veiculao de mensagens que possam degradar ou ridicularizar can-didato, partido poltico ou coligao.

    Entrega e recebimento de mapas de mdia e de fitas4

    Credenciamento(arts. 40, 4o e 5o, e 41, 5o, da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    Os partidos polticos e as coligaes devero indicar aos Juzes competentes, previamente, para posterior comunicao s emissoras.

    4 O termo fita usado neste material pode referir-se a outra espcie de mdia a ser adotada como padro para a entrega de materias nas emissoras.

  • - 2 -

    as pessoas autorizadas a apresentar o mapa de mdia e as fitas com os programas que sero veiculados;

    nmero de telefone em que podero ser encontradas em caso de necessidade; e

    endereo de correio eletrnico.

    A substituio dos indicados dever ser feita com 24h de antece-dncia.

    As emissoras devero fornecer ao Juiz Eleitoral, aos partidos e s coligaes, previamente:

    a indicao dos endereos;

    telefones;

    nmeros de fac-smile; e

    os nomes dos responsveis pelo recebimento de fitas e mapas de mdia.

    endereo de correio eletrnico.

    A fita para veiculao da propaganda eleitoral dever ser entregue emissora geradora pelo representante legal do partido ou coligao ou por pessoa previamente credenciada pelo partido poltico ou pela coligao, a quem ser dado recibo aps a verificao da qualidade tcnica da fita.

    As emissoras estaro desobrigadas do recebimento de mapas de mdia e material que no forem encaminhados pelas pessoas creden-ciadas.

    Requisitos(arts. 40, caput, e 41, caput e 4o, da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    Os mapas de mdia entregues s emissoras, diria ou periodica-mente, devero observar os seguintes requisitos:

    nome do partido poltico ou da coligao;

    ttulo ou nmero do filme a ser veiculado;

    durao do filme;

    dias e faixas de veiculao; e

  • Manual de Propaganda Eleitoral

    - 2 -

    nome e assinatura de pessoa credenciada para a entrega das fitas com os programas que sero veiculados.

    Em cada fita a ser encaminhada emissora dever ser includa a denominada claquete, na qual devero estar registradas as mesmas informaes exigidas para os mapas de mdia.

    A claquete servir para controle interno da emissora, no deven-do ser veiculada ou computada no tempo reservado para o programa eleitoral.

    Os programas de propaganda eleitoral gratuita devero ser grava-dos em meio de armazenamento compatvel com as condies tcnicas da emissora geradora.

    Prazos(arts. 6o, 1o, 40, 1o a 3o, e 41, 2o, 3o e 6o, da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    Os mapas de mdia devero ser apresentados at as 14h da vs-pera de sua veiculao.

    Para as transmisses previstas para sbados, domingos e segun-das-feiras, os mapas devero ser apresentados at as 14h da sexta-feira imediatamente anterior.

    As emissoras e os partidos polticos ou coligaes acordaro, sob a superviso da Justia Eleitoral, sobre a entrega das gravaes (que ocorrer sempre no local da gerao), obedecida a antecedncia mnima de:

    4h do horrio previsto para o incio da transmisso dos programas divulgados em rede; e

    12h do incio do primeiro bloco, no caso das inseres.

    A propaganda eleitoral a ser veiculada no programa de rdio que vai ao ar s 7h deve ser entregue at as 17h do dia anterior.

    Caso o material e/ou mapa de mdia no sejam entregues no prazo ou pelas pessoas credenciadas, as emissoras veicularo o ltimo mate-rial por elas exibido, independentemente de consulta prvia ao partido poltico ou coligao.

    As emissoras no sero responsabilizadas pela transmisso de programa em desacordo com os mapas de mdia apresentados, quando no observado o prazo estabelecido para a entrega dos mapas e fitas.

  • - 30 -

    Ateno!

    A propaganda de candidato de coligao no ser admitida se a fita for entregue apenas em nome de um dos partidos polticos dela integrante, haja vista que a coligao dever funcionar como um s par-tido no relacionamento com a Justia Eleitoral e no trato dos interesses interpartidrios.

    Conservao das gravaes(arts. 41, 1o e 7o, e 89 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    As gravaes devero ser conservadas pelo prazo de 20 dias pelas emissoras de at um quilowatt e pelo prazo de 30 dias pelas demais.

    As gravaes ficaro no arquivo da emissora, mas disposio da autoridade eleitoral competente, para servir como prova dos abusos ou dos crimes porventura cometidos.

    O material da propaganda eleitoral gratuita dever ser retirado das emissoras 60 dias aps a respectiva divulgao, sob pena de sua destruio.

    Participao de terceiros no horrio eleitoral gratuito(arts. 43 e 44 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    facultada a insero de depoimento de candidatos a eleies proporcionais no horrio da propaganda das candidaturas majoritrias e vice-versa, registrados sob o mesmo partido ou coligao, desde que o depoimento consista exclusivamente em pedido de voto ao candidato que cedeu o tempo.

    Podero participar dos programas de cada partido poltico ou coligao, em apoio aos candidatos, qualquer cidado no filiado a outra agremiao partidria ou a partido poltico integrante de outra coligao.

    vedada a participao de qualquer pessoa mediante remune-rao.

    vedada a utilizao da propaganda de candidaturas proporcionais como propaganda de candidaturas majoritrias e vice-versa.

  • Manual de Propaganda Eleitoral

    - 31 -

    No segundo turno das eleies no ser permitida a participao de filiados a partidos polticos que tenham formalizado apoio a outros candidatos.

    PRoPAgAnDA nos DiAs que AnteCeDem A eLeio

    Antevspera da eleio(arts. 3o e 30, IV, da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    proibido, desde a antevspera do dia da eleio:comcios;reunies pblicas;veiculao de qualquer propaganda poltica no rdio e na tele-viso.

    Ateno!

    Em primeiro turno, os debates so proibidos desde a antevspera, salvo se iniciarem no dia anterior, hiptese em que podero se estender at as 7h.

    Vspera da eleio(art. 30, IV, da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    permitido at as 22h:caminhada;

    carreata;

    passeata;

    carro de som, com jingle ou mensagens de candidatos;

    distribuio de material grfico; e

    alto-falantes e amplificadores de som, nas sedes e dependncias dos partidos polticos.

    proibido desde a vspera:

    divulgao paga na imprensa escrita e a reproduo na internet do jornal impresso de propaganda eleitoral;

    em segundo turno, realizao de debates.

  • - 32 -

    Dia da eleio(art. 49 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    Proibies

    aglomerao de pessoas portando bandeiras, broches, dsticos e adesivos ou com roupas padronizadas, de modo a caracterizar manifestao coletiva, com ou sem utilizao de veculos;

    o uso de vesturio ou objeto que contenha qualquer propaganda de partido poltico, de coligao ou de candidato, por servidores da Justia Eleitoral, mesrios e escrutinadores, no recinto das sees eleitorais e juntas apuradoras.

    Ateno!

    permitida, no dia das eleies, a manifestao individual e silenciosa da preferncia do eleitor por partido poltico, coligao ou candidato, revelada exclusivamente pelo uso de bandeiras, broches, dsticos e adesivos.

    Aos fiscais partidrios, nos trabalhos de votao, s permitido que, de seus crachs, constem o nome e a sigla do partido poltico ou coligao a que sirvam, vedada a padronizao do vesturio.

    CRimes nA PRoPAgAnDA(arts. 299, 323 a 326, 331, 332, 334, 335 e 337 do Cdigo Eleitoral; art. 40 da Lei n. 9.504/1997; e arts. 54 a 59, 61 a 65, 67, 71 e 73 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    Todo cidado que tiver conhecimento de infrao penal prevista na legislao eleitoral dever comunic-la ao juiz da zona eleitoral onde ela se verificou.

    Constitui crime no dia da eleio:

    uso de alto-falantes e amplificadores de som ou promoo de comcio ou carreata;

    arregimentao de eleitor ou propaganda de boca de urna;

    divulgao de qualquer espcie de propaganda de partidos polticos ou de seus candidatos.

    Sano: deteno de seis meses a um ano, com a alternativa de presta-o de servios comunidade pelo mesmo perodo, e multa no valor de

  • Manual de Propaganda Eleitoral

    - 33 -

    R$ 5.320,50 a R$ 15.961,50. Aplicar-se- em dobro a pena pecuniria em caso de reincidncia.

    Constitui crime:

    Uso, na propaganda eleitoral, de smbolos, frases ou imagens, as-sociadas ou semelhantes s empregadas por rgo de governo, empresa pblica ou sociedade de economia mista.

    Sano: deteno de seis meses a um ano, com a alternativa de prestao de servios comunidade pelo mesmo perodo, e multa no valor de R$ 10.641,00 a R$ 21.282,00, aplicada em dobro a pena pecuniria em caso de reincidncia.

    Divulgar, na propaganda, fatos que se sabem inverdicos, em relao a partidos ou a candidatos, capazes de exercerem influncia perante o eleitorado.

    Sano: deteno de dois meses a um ano ou pagamento de cento e vinte a cento e cinquenta dias-multa. A pena agravada se o crime cometido pela imprensa, rdio ou televiso.

    Caluniar algum na propaganda eleitoral ou para fins de propagan-da, imputando-lhe falsamente fato definido como crime. A mesma pena prevista para esta infrao incidir sobre aquele que, sabendo falsa a imputao, a propala ou a divulga.

    Sano: deteno de seis meses a dois anos e pagamento de dez a quarenta dias-multa.

    Difamar algum na propaganda eleitoral ou para fins de propagan-da, imputando-lhe fato ofensivo a sua reputao. A exceo da verdade somente se admite se o ofendido funcionrio pblico e a ofensa relativa ao exerccio de suas funes.

    Sano: deteno de trs meses a um ano e pagamento de cinco a trinta dias-multa.

    Injuriar algum, na propaganda eleitoral ou visando a fins de pro-paganda, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro.

    Sano: deteno de at seis meses ou pagamento de trinta a sessenta dias-multa.

    Inutilizar, alterar ou perturbar meio de propaganda devidamente empregado.

    Sano: deteno de at seis meses ou pagamento de noventa a cento e vinte dias-multa.

  • - 34 -

    Impedir o exerccio de propaganda.

    Sano: deteno de at seis meses e pagamento de trinta a sessenta dias-multa.

    Utilizar organizao comercial de vendas, distribuio de mercado-rias, prmios e sorteios para propaganda ou aliciamento de eleitores.

    Sano: deteno de seis meses a um ano e cassao do registro se o res-ponsvel for candidato.

    Fazer propaganda, qualquer que seja a sua forma, em lngua estrangeira.

    Sano: deteno de trs a seis meses e pagamento de trinta a sessenta dias-multa. Alm da pena cominada, a infrao a este dispositivo importa a apreenso e a perda do material utilizado na propaganda.

    Constitui crime participar o estrangeiro ou brasileiro que no estiver no gozo dos seus direitos polticos de atividades partidrias, inclusive co-mcios e atos de propaganda em recintos fechados ou abertos. Na mesma pena incorrer o responsvel pelas emissoras de rdio ou televiso que autorizar a transmisso de que participem os mencionados acima, bem como o diretor de jornal que lhes divulgar os pronunciamentos.

    Sano: deteno de at seis meses e pagamento de noventa a cento e vinte dias-multa.

    Dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem, dinheiro, ddiva ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto e para conseguir ou prometer absteno, ainda que a oferta no seja aceita.

    Sano: recluso de at 4 anos e pagamento de 5 a 15 dias-multa.

    RePReenso s iRReguLARiDADes(arts. 74 e 76 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    O poder de polcia sobre a propaganda eleitoral ser exercido pelos Juzes designados pelos Tribunais Regionais Eleitorais.

    No caso de condutas sujeitas a penalidades, o Juiz Eleitoral delas cientificar o Ministrio Pblico, para os fins previstos nesta resoluo.

    O poder de polcia se restringe s providncias necessrias para inibir prticas ilegais, vedada a censura prvia sobre o teor dos progra-

  • Manual de Propaganda Eleitoral

    - 35 -

    mas e matrias jornalsticas a serem exibidos na televiso, no rdio, na internet e na imprensa escrita.

    Caso o candidato seja intimado para regularizar ou retirar a propa-ganda irregular no prazo de 48h e no o faa, estar caracterizada sua responsabilidade. Da mesma forma, se as circunstncias e as peculiari-dades do caso especfico revelarem a impossibilidade de o beneficirio no ter tido conhecimento da propaganda.

    A intimao referida acima pode ser realizada por qualquer candi-dato, partido poltico, coligao ou pelo Ministrio Pblico, por meio de comunicao feita diretamente ao responsvel ou beneficirio da pro-paganda, devendo constar dela a precisa identificao da propaganda apontada como irregular.

    O prvio conhecimento pressuposto indispensvel represen-tao por propaganda irregular e poder ser utilizado como prova para procedncia desta e aplicao de multa.

    DebAtes(arts. 2o, I, 28 a 31 da Resoluo TSE n. 23.370/2011)

    permitida a realizao de debates, entre filiados ou pr-candi-datos, no rdio, na televiso e na internet, antes de 6 de julho do ano da eleio, inclusive com a exposio de plataformas e projetos polticos, desde que no haja pedido de votos.

    A partir de 6 de julho, o debate transmitido por rdio e televiso ser realizado segundo as regras estabelecidas em acordo celebrado entre os partidos polticos e a pessoa jurdica interessada na realizao do evento, dando-se cincia ao Juiz Eleitoral.

    No primeiro turno das eleies, sero consideradas aprovadas as regras de debates que obtiverem a concordncia de pelo menos 2/3 (dois teros) dos candidatos aptos5 , no caso de eleio majoritria, e de pelo menos 2/3 (dois teros) dos partidos ou coligaes com candidatos aptos, no caso de eleio proporcional.

    5 So considerados aptos os candidatos filiados a partido poltico com representao na C-mara dos Deputados e que tenham requerido o registro de candidatura na Justia Eleitoral. Julgado o registro, permanecem aptos apenas os candidatos com registro deferido ou, se indeferido, que esteja sub judice.

  • - 36 -

    Inexistindo acordo, os debates transmitidos por emissora de rdio e televiso devero obedecer as seguintes regras (Lei n. 9.504/1997, art. 46, I, a e b, II e III):

    nas eleies majoritrias, a apresentao dos debates poder ser feita:

    a) em conjunto, estando presentes todos os candidatos a um mesmo cargo eletivo;

    b) em grupos, estando presentes, no mnimo, 3 candidatos;

    nas eleies proporcionais, os debates devero ser organizados de modo que assegurem a presena de nmero equivalente de candidatos de todos os partidos polticos e coligaes a um mes-mo cargo eletivo, podendo desdobrar-se em mais de 1 dia;

    os debates devero ser parte de programao previamente esta-belecida e divulgada pela emissora, fazendo-se mediante sorteio a escolha do dia e da ordem de fala de cada candidato;

    assegurada a participao de candidatos dos partidos polti-cos com representao na Cmara dos Deputados e facultada a dos demais. Para este efeito, considera-se a representao de cada partido poltico na Cmara dos Deputados a resultante da eleio.

    Ser admitida a realizao de debate sem a presena de candi-dato de algum partido poltico ou de coligao, desde que o veculo de comunicao responsvel comprove t-lo convidado com antecedncia mnima de 72h da realizao do debate.

    Se apenas um candidato comparecer ao evento, o tempo previsto para o debate poder ser destinado entrevista deste candidato.

    No primeiro turno, o debate poder se estender at as 7h do dia 5 de outubro de 2012 e, no caso de segundo turno, no poder ultrapassar o horrio de meia-noite do dia 26 de outubro de 2012.

    Proibio vedada a presena de um mesmo candidato eleio propor-

    cional em mais de um debate da mesma emissora.A inobservncia das regras acima sujeita a empresa infratora suspenso por 24h da sua programao e transmisso, a cada 15min, da informao de que se encontra fora do ar por ter desobedecido legislao eleitoral. Em cada reiterao de conduta, o perodo de suspenso ser duplicado.

  • Manual de Propaganda Eleitoral

    - 3 -

    LegisLAo APLiCveLCdigo Eleitoral

    Lei n. 9.504/1997.

    Resoluo TSE n. 23.364/2011.

    Resoluo TSE n. 23.370/2011.