Escutando Sentimentos "O Seminário"

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  • 1. Seminrio:Escutando os sentimentosDefinindo os rumos da alma e do corao!Leonardo Pereira

2. Que eu faa um mendigo sentar-se minha mesa,que eu perdoe aquele que me ofende e me esforcepor amar, inclusive o meu inimigo, em nome deCristo, tudo isto, naturalmente, no deixa de seruma grande virtude. O que eu fao ao menor dosmeus irmos ao prprio Cristo que fao. 3. Mas o que acontecer, se descubro, porventura,que o menor, o mais miservel de todos, o maispobre dos mendigos, o mais insolente dos meuscaluniadores, o meu inimigo, reside dentro de mim,sou eu mesmo, e precisa da esmola da minhabondade, e que eu mesmo sou o inimigo que necessrio amar?Carl Gustave Jung (The Collected Works of CGJung) volume XI, par. 520 4. Voc temescutado seussentimentos? 5. Como fazer para escutar ossentimentos? 6. CONHECIMENTO DE SI MESMO L.E - 919.Qual o meio prtico mais eficaz que tem o homemde se melhorar nesta vida e de resistir atrao domal? 7. Um sbio da antiguidade vo-lo disse:Conhece-te a ti mesmo. 8. a) Conhecemostoda a sabedoria destamxima, porm adificuldade estprecisamente em cadaum conhecer--se a simesmo. Qual o meiode consegui-lo?Fazei o que eu fazia,quando vivi na Terra(...). 9. Auto avaliao! 10. Muitas faltas que cometemos nospassam despercebidas.Se, efetivamente, seguindo o conselhode Santo Agostinho, interrogssemosmais amide a nossa conscincia,veramos quantas vezes falimos semque o suspeitemos, unicamente por noperscrutarmos a natureza e o mvel dosnossos atosatos. 11. A forma interrogativa tem alguma coisa demais preciso do que qualquer mxima, quemuitas vezes deixamos de aplicar a nsmesmos.Aquela exige respostas categricas, por umsim ou um no, que no abrem lugar paraqualquer alternativa e que no outros tantosargumentos pessoais.E, pela soma que derem as respostas,poderemos computar a soma de bem ou demal que existe em ns. 12. PERGUNTAS PARAO AUTO-CONHECIMENTO! 13. Quem sou eu? 14. Qual a minhamisso, qual o sentidoda minha vida? 15. Quais so as minhascrenas, em qu queacredito? 16. Quais so os meus valores? 17. Quais so as minhasqualidades? 18. Quais so as minhascapacidades? 19. Quais so osmeus defeitos? 20. Quais so os meusmedos, as minhaslimitaes? 21. Quais so os meuscomportamentos? 22. Quais so as minhasescolhas? 23. Quais so as minhasprioridades na vida? 24. Conscincia :Apenas, Deus, em suamisericrdia infinita, vos ps nofundo do corao umasentinela vigilante, que sechama conscincia. Escutai-a,que somente bons conselhosela vos dar.O Evangelho Segundo o Espiritismo captulo XIII item 10 25. Escutar os sentimentos cuidar desi, amar a si mesmo. uma mudana de atitude consigo.O ato de existir ocorre nossentimentos.Quem pensa corretamentesobrevive; quem sentenobremente existe. (Ermance Dufaux) 26. 1. Individuao :Jung definiuindividuao comoum processo pormeio do qual umapessoa se tornaconsciente de suaindividualidade. 27. 1. Individuao :Na individuao o critriocerto /errado substitudopor algumas perguntas:Convm ou no?Quero ou no quero?Serve ou no serve?Necessito ou no necessito?Questes cujas respostasvm do corao. 28. 2. Individualidade :Individualidade pode ser definidacomo o conjunto de atributos queconstituem a originalidade, aunicidade de uma criatura, e que adistinguem de outras tantas; osomatrio das caractersticasinerentes alma humana.Toda criatura que se individualizoutornou-se um ser homogneo, poisno mais procura comparar-se comos outros, admite a suasingularidade. 29. Refletindo sobre conceitos:Na individuao encontramos a necessidade,enquanto no individualismo temos aprevalncia do interesse pessoal.Na individuao temos a alma; noindividualismo, a personalidade.Na individuao temos a conscincia; noindividualismo, o ego.Na individuao existem descoberta ecriatividade; no individualismo, a imitao e adisputa. 30. Na individuao temos o preparo e oamadurecimento; noindividualismo, a precipitao.Na individuao experimentamos a realizaopessoal; no individualismo, a insaciedade.A individuao fruto do amor; oindividualismo a leira do egosmo.Na individuao floresce o crescimentoespiritual; o individualismo a sementeira doegosmo. 31. O que buscamos?A FELICIDADE 32. Tereis, contudo, razo, se afirmardes quea felicidade se acha destinada ao homemnesse mundo, desde que ele a procure,no nos gozos materiais, sim no bem.O Evangelho Segundo o Espiritismo captulo XI item 13 33. O CAMINHOE aqui est o segundo que semelhante ao primeiro: amars oteu prximo, como a ti mesmo.O Evangelho Segundo o Espiritismo captulo XV item 4 34. Quando no nosamamos, queremosagradar mais aos outrosque a ns, mendigamoso amor alheio, j quenos julgamosinsuficientes ouincapazes de nos quererbem.O auto amor 35. IdentidadeSe ns no nos aceitamos,magoamos a ns mesmos,por isso o auto amor tambm auto perdo.Perdoar ter uma atitudede compaixo que nosdistancie dos julgamentose crticas severas einflexveis. 36. MedicamentoO remdio ser aprender aamar a vida que temos, o quesomos, o que detemos e viverum dia aps o outro,cultivando na intimidade acerteza de que o percurso quefizemos deve ser visto como omelhor e mais proveitoso snecessidades que carregamos. 37. LimitesNingum consegueultrapassar seus limitespessoais de uma para outrahora. A palavra limite querdizer o ponto mximo.Em termos espirituais, sdaremos conta daquilo quepodemos. Nem mais nemmenos. 38. Frustao e sofrimentoO martrio representa algum querendo dar alm doque consegue, idealizando caminhos, cobrando de sio impossvel.Uma postura de inaceitao de sua condio ntima,gerando insatisfaes e desequilbrios. 39. IdentidadecsmicaQuando no amamos a ns mesmos,vivemos merc da influncia dospalpites e reprimendas. 40. IdentidadecsmicaA aprovao alheia maisimportante que a aprovaointerior. 41. IdentidadecsmicaNessa situao escasseiam estima econfiana a si prprio, queimpossibilitam a expresso dacondio particular. 42. O auto amorAmar-se no significa laborar por privilgios evantagens pessoais, mas o modo comoconvivemos conosco. Resume-se, basicamente,como tratamos ans prprios. 43. O auto amorA relao que estabelecemos comonosso mundo ntimo. Sobretudo, orespeito que exercemos quilo quesentimos. 44. O auto amorA autoestima surge quandotemos atitude crist comnossos sentimentos. 45. Sou o grande mdico das almas e venhotrazer-vos o remdio que vos h de curar.Os fracos, os sofredores e os enfermosso os meus filhos prediletos.O Esprito de Verdade. (Bordus, 1861.)O Evangelho Segundo o Espiritismo captuloVI item 7. 46. Uma leitura para o corao! Voc se consideraDoente ? Sabe quais asdoenas mais gravespara nos ? 47. Uma leitura para o corao! Conhece ostratamentosindicados por Jesus? O que tem feito emseu beneficio e/oude sua sadefsica/espiritual? 48. A Doutrina Esprita a medicao recuperativa dasnossas vidas.Sua substncia ativa o Evangelho.Sua bula estritamente individual. Para cadaum haver uma dosagem e forma de aplicao. 49. Doenas da alma :Estudando a arrogncia 50. Comparemos o egosmocomo sendo o vrus e aarrogncia a doena,seus efeitos nocivos edestruidores. 51. O egosmo o sentimento bsico.Arrogncia a atitude ntima derivadadesse alicerce de sensaes nascidasno corao ocupado, exclusivamente,com seu ego. Uma compulsivanecessidade de ser o primeiro, omelhor, manifestada atravs de umcortejo de pensamentos, emoes,sensaes e condutas que determinamo raio espiritual no qual a criaturatransita. 52. Faamos um pequeno grficoEscreva a palavra arrogncia e acircule.Agora faa quatro traos nospontos cardeais e escreva: rigidez,competio, imprudncia,prepotncia.Novamente faa um crculo emtorno desses pontos e escreva:estado orgulhoso de ser.Feche um novo crculo. 53. rigidezArrognciacompetioimprudnciaprepotnciaEstado Orgulhoso de ser 54. observaes:A rigidez a raiz das condutasautoritrias e da teimosia que,frequentemente, desguam noscomportamentos de intolerncia.Sob ao da rebeldia, patrocina odesrespeito ao Livre-arbtrioalheio e alimentamconstantemente o melindre por avida no ser como ele gostariaque fosse. 55. observaes:A competio no existe sem acomparao e o impulso dedisputa. Quando tomado pelapaixo, a fora motriz desemelhante ao o sentimentode inveja. Na mira da rebeldia,causa o menosprezo e aindiferena que tenta empanar obrilho de outrem. A competio o alimento do sentimento desuperioridade. 56. observaes:A prepotncia um efeito naturalda perspiccia que pode insuflar amegalomania, a presuno. Juntosformam o piso da vaidade.A rebeldia, nesse passo, conduz auma desmedida necessidade defixar-se em certezas que adornamposturas de infalibilidade. 57. observaes:Interessante observar queuma das propriedadespsicolgicas doentias maispresentes na estruturarebelde da arrogncia aincapacidade para perceb-la.O efeito mais habitual de suaao na mente humana. Bastadestacar que dificilmenteaceitamos ser adjetivados dearrogantes. 58. observaes:O reflexo mais saliente do atode arrogar a disputa pelaapropriao da Verdade.Nossa necessidade compulsivade estarmos sempre com arazo expressa a ao egostapela posse da Verdade, isto ,daquilo que chancelamoscomo sendo a Verdade. 59. Anlises :A arrogncia voltada para opassado, quando h umafixao em mgoas decorrentesda inaceitao de ocorrnciasque na sua excessivaautovalorizao, o arroganteacredita no merec-las. 60. Anlises :O outro tipo a arrognciadirigida ao futuro, quando acriatura vive de ideais, nomundo das ideias, acreditando-semais capaz e valorosa querealmente o .Passvel de realizar grandes eimportantes misses, taisdeslocamentos da mente soformas de evadir de algo difcilde aceitar no presente. 61. Anlises :De alguma maneira, constituemmecanismos protetores,todavia, quando se prolongamdemasiadamente, podem gerarenfermidades psquicas.A depresso resultado daarrogncia voltada ao passado.E a psicose em relao aofuturo. 62. Relacionemos outros efeitos dessa doena: 1. Perda do autodomnio. 2. Apego a convices pessoais. 3. Gosto por