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    SECRETARIA DE ESTADO DO TRABALHO E DA ECONOMIA SOLIDRIA

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    PROCESSO SELETIVO PARA ESCOLHA DE ENTIDADE PRIVADA SEM FINS

    LUCRATIVOS, VISANDO CELEBRAO DE PARCERIA.

    Edital de Chamamento Pblico n 04/2017

    REALIZAR FEIRAS DE ECONOMIA SOLIDARIA PARA A COMERCIALIZAO

    DE PRODUTOS E SERVIOS DOS EMPREENDIMENTOS ECONMICOS

    SOLIDARIOS

    So Lus - MA

    2017

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    GOVERNO DO ESTADO DO MARANHO/ SECRETARIA DE ESTADO DO

    TRABALHO E DA ECONOMIA SOLIDARIA

    Edital de Chamamento Pblico n 04/2017 SETRES

    O Governo do Estado do Maranho por intermdio da

    Secretaria de Estado do Trabalho e da Economia Solidaria

    (SETRES), com esteio na Lei 13.019/2014 regulamentada

    pelo Decreto Estadual n 32.724/2017, torna pblico o

    presente Edital de Chamamento Pblico visando seleo

    de organizao da sociedade civil (OSC) interessada em

    celebrar parceria que tenha por objeto a execuo da Meta

    04 do projeto Maranho Mais Justo e Solidrio, convenio

    795105/2013-SICONV.

    1. PROPSITO DO EDITAL DE CHAMAMENTO PBLICO

    1.1. A finalidade do presente chamamento pblico a seleo de propostas para a

    celebrao de parceria com o Governo do Estado do Maranho, por intermdio da Secretaria

    de Estado do Trabalho e da Economia Solidaria (SETRES), mediante formalizao de Termo

    de Colaborao, para a consecuo da finalidade de interesse pblico e recproco que envolve

    a transferncia de recursos financeiros entidade privada sem fins lucrativos, conforme

    condies estabelecidas neste Edital.

    1.2. O procedimento de seleo reger-se- pela Lei 13.019/2014, o Decreto Estadual n

    32.724/2017 e pelos demais normativos aplicveis, alm das condies previstas neste Edital.

    1.3. Ser selecionada uma nica proposta por lote observada a ordem de classificao e a

    disponibilidade oramentria para a celebrao do termo de colaborao.

    2. OBJETO DA PARCERIA

    2.1. O Edital de chamamento pblico ter por objeto a seleo de organizao sem fins

    lucrativos, que tenha experincia em realizao de feiras de economia solidaria que obedeam

    aos princpios e valores da Economia Solidria, bem como os fundamentos, prticas e

    metodologias da educao popular, que estabelea como pressuposto o respeito e a

    valorizao dos saberes locais, para a execuo de aes do projeto Maranho

    Desenvolvido Mais Justo e Solidrio, referente Meta 4 etapa 4.1, (convenio

    MTE/SENAES N 795105/2013); que prev a realizao de 28 feiras de economia solidaria

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    para comercializao de produtos e servios dos empreendimentos econmicos solidrios em

    04 territrios.

    2.2. Como objetivo especfico da parceria cabe a Organizao da Sociedade Civil (OSC) selecionada:

    a) Fortalecer a viabilidade econmica dos grupos com maior escoamento da produo;

    b) Realizar feiras em 04 territrios, sendo 07 edies em cada territrio com intuito de

    se tornarem permanentes;

    2.3. Lotes

    As 28 feiras territoriais sero divididas em 04 lotes, abrangendo os seguintes territrios:

    Lote 1 Feiras fixas em um municpio do territrio Cerrado Sul contemplando os seguintes

    municpios: Balsas, Riacho, Loreto e So Raimundo das Mangabeiras;

    Lote 2 Feiras fixas em um municpio do Territrio Cocais contemplando os seguintes

    municpios: Caxias, Cod, Coroat, Timbiras e Timon.

    Lote 3 Feiras fixas em um municpio do territrio Mdio Mearim, contemplando os

    seguintes municpios: Bacabal, Brejo de areia, Capinzal do Norte, Lima Campos,

    Esperantinpolis, Lago da Pedra, Lago do Junco, Lago dos Rodrigues, Maraj do Sena, So

    Lus Gonzaga do Maranho, So Raimundo do Doca Bezerra, So Roberto e Trizidela do

    Vale,

    Lote 4- Feiras fixas em um municpio da Regio Metropolitana de So Lus, contemplando os

    seguintes municpios: So Lus, Pao do Lumiar, So Jos de Ribamar, Raposa, Alcntara,

    Rosrio, Bacabeira, Santa Rita e Icatu.

    3. JUSTIFICATIVA

    A parceria entre a Secretaria do Trabalho e da Economia Solidaria SETRES e as instituies

    habilitadas para viabilizar a etapa 4.1 da meta 4 do Projeto Maranho Mais Justo e Solidrio,

    visa realizar feiras de economia solidaria para comercializao dos produtos e servios dos

    empreendimentos econmicos solidrios, com a realizao de feiras territoriais permanentes,

    viabilizando circuitos curtos de proximidade entre produtores/as solidrios/as e consumidores

    nos territrios de atuao do projeto. Para isso essencial a viabilizao da infraestrutura

    necessria e a articulao permanente dos empreendimentos econmicos solidrios com

    poderes pblicos e parceiros da sociedade civil (Redes, movimentos e organizaes), nos

    mbitos territorial e municipal, para organizao de espaos permanentes de comercializao

    solidria. Alm de dar visibilidade s aes e produtos dos grupos solidrios, dando nfase ao

    seu diferencial enquanto produtos limpos - que respeitam a scio biodiversidade local, o

    trabalho humanizado (sem explorao) de base autogestionria, o trabalho feminino, etc., - as

    feiras pretendem fortalecer a viabilidade econmica dos grupos com o maior escoamento da

    produo e consequente gerao de renda assim como proporcionar aos consumidores/as

    locais um espao permanente para que possam adquirir produtos de qualidade, saudveis e

    que contribuam com a sua segurana alimentar. Importante frisar que esse processo pretende

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    somar e fomentar a articulao com outros processos de feiras e outras aes correlacionadas

    de comercializao de produtos da agricultura familiar j em curso no estado, territrios e

    municpios. Sero realizadas Feiras permanentes de Economia Solidria com periodicidade

    mensal nos 04 Territrios com experincias em cursos e/ou que h capacidade organizacional

    j instalada para a sua implementao.

    4. DOS PROPONENTES E DAS CONDIES DE PARTICIPAO NO

    CHAMAMENTO PBLICO

    4.1. Podero participar deste Edital as Organizaes da Sociedade Civil (OSCs), assim

    definidas conforme o inciso I do Art. 2 da Lei 13.019 de 31 de julho de 2014:

    a) As entidades privadas sem fins lucrativos (associao ou fundao) que no distribua entre os seus scios ou associados, conselheiros, diretores, empregados, doadores ou

    terceiros eventuais resultados, sobras, excedentes operacionais, brutos ou lquidos,

    dividendos, isenes de qualquer natureza, participaes ou parcelas do seu

    patrimnio, auferidos mediante o exerccio de suas atividades, e que o aplique

    integralmente na consecuo do respectivo objeto social, de forma imediata ou por

    meio da constituio de fundo patrimonial ou fundo de reserva;

    b) As sociedades cooperativas previstas na Lei n9.867, de 10 de novembro de 1999; as integradas por pessoas em situao de risco ou vulnerabilidade pessoal ou social; as

    alcanadas por programas e aes de combate pobreza e de gerao de trabalho e

    renda; as voltadas para fomento, educao e capacitao de trabalhadores e

    trabalhadoras rurais ou capacitao de agentes de assistncia tcnica e extenso rural;

    e as capacitadas para execuo de atividades ou de projetos de interesse pblico e de

    cunho social;

    c) As organizaes religiosas que se dediquem a atividades ou a projetos de interesse pblico e de cunho social distintas das destinadas a fins exclusivamente religiosos.

    4.2. Para participar deste edital, a organizao dever:

    a) Ser considerada entidade sem fins lucrativos que tenham a misso e/ou objeto social

    pertinente e que atendam a todas as exigncias formais e legais e constante neste edital e no

    termo de colaborao a ser celebrado.

    b) Estar habilitada no Sistema de Gesto de Convnios e Contratos de Repasse SICONV, no

    endereo eletrnico < www.convenios.gov.br>

    c) Emitir Declarao de Cincia e Concordncia, conforme Anexo I, afirmando estar ciente e

    concordar com as disposies previstas no edital e seus anexos, bem como que se

    responsabilizam pela veracidade e legitimidade das informaes e documentos apresentados.

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    5. COMISSO DE SELEO

    5.1. A Comisso de Seleo o rgo colegiado destinado a processar e julgar o presente

    chamamento pblico, tendo sido constituda na forma da portaria n 259/2017.

    5.2. Dever se declarar impedido membro da Comisso de Seleo que tenha participado,

    nos ltimos 05 (cinco) anos, contados da publicao do presente edital, como associado,

    cooperado, dirigente, conselheiro ou empregado de qualquer OSC participante do chamamento

    pblico, ou cuja atuao no processo de seleo configure conflito de interesse.

    5.3. A declarao de impedimento de membro da Comisso de Seleo no obsta a

    continuidade do processo de seleo. Configurado o impedimento, o membro impedido

    dever ser imediatamente substitudo por membro que possua qualificao equivalente do

    substitudo, sem necessidade de divulgao de novo edital.

    5.4. Para subsidiar seus trabalhos, a Comisso de Seleo poder solicitar assessoramento

    tcnico de especialista que no seja membro desse colegiado.

    5.5. A Comisso de Seleo poder realizar, a qualquer tempo, diligncias para verificar a

    autenticidade das informaes e documentos apresentados pelas entidades concorrentes ou

    para es