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ESTÁGIO SUPERVISIONADO I

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS FACULDADE DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUO

RELATRIO DE ESTGIO SUPERVISIONADO I

MARCELO ALBUQUERQUE RUSSO

MANAUS 2009

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS FACULDADE DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUO

AUMENTO DA EFICINCIA DA PRODUO DE BLOCOS DE CONCRETO A PARTIR DA OTIMIZAO DOS PROCESSOS

TRABALHO DE CONCLUSO DA DISCIPLINA ESTGIO SUPERVISIONADO I, COORDENADA PELO PROF. ALDEMIR.

MARCELO ALBUQUERQUE RUSSO

MANAUS 2009

RELATRIO DE ESTGIO SUPERVISONADO

DEPARTAMENTO: ENGENHARIA DE PRODUO TITULO DE TRABALHO: AUMENTO DA EFICINCIA DA PRODUO DE BLOCOS DE CONCRETO A PARTIR DA OTIMIZAO DOS PROCESSOS. ALUNO: MARCELO ALBUQUERQUE RUSSO EMPRESA: RALC CONSTRUES LTDA PROFESSOR ORIENTADOR: NILSON RODRIGUES BARREIRAS

______________________________________ LOCAL E DATA

SUMRIO

1. INTRODUO......................................................................................................

.......102. CONCEITOS.........................................................................................................

........112.1 SISTEMAS DE PRODUO..................................................................................11 2.2 OTIMIZAO DE PROCESSOS............................................................................11 2.3 LAY-OUT / ARMAZENAGEM..............................................................................12

3. CONCEITOS BSICOS DE TEMPOS E MTODOS...............................................12 4. FERRAMENTAS DA QUALIDADE.............................................................................13 4.1 BRAINSTORMING...................................................................................................13 4.2 DIAGRAMA DE ISHIKAWA................................................................................13 4.3 DIAGRAMA DE PARETO.....................................................................................13 5. DESENVOLVIMENTO...................................................................................................14 5.1 PRODUO DE BLOCOS DE CONCRETO........................................................14 5.2 LAY-OUT.................................................................................................................15 5.3 ARMAZENAGEM DE MATERIAL EM PROCESSO...........................................15 5.4 SITUAO-PROBLEMA.......................................................................................16 5.5 METAS.....................................................................................................................18 6. TOMADA DE AES ....................................................................................................21 7. RESULTADOS OBTIDOS..............................................................................................22 8. CONSIDERAES FINAIS...........................................................................................23

1. INTRODUO O Estgio Supervisionado, pois desenvolvido na empresa Extract Artefatos. Esta especializada em artefatos, pr-moldados e servios para construo civil. Comeou suas atividades em Agosto de 2008, considera-se uma empresa nova no mercado. Porm, com pensamentos inovadores e formada por uma equipe jovem e bem formada, instruda e treinada, a empresa pretende entrar forte nos prximos anos no mercado. Possui um quadro de pessoal de 23 funcionrios e 3 scios que atuam como diretores. A Extract Artefatos est instalada em uma rea de aproximadamente 1500 m2. Onde existe a rea de estoque de matria-prima, rea produtiva e rea de estoque de material acabado. O trabalho uma das alavancas que a empresa trs como diferencial. Atravs da otimizao do processo produtivo aumentar sua eficincia e produtividade a fim de reduzir custos para ter um preo mais competitivo no mercado aumentando a demanda. 2. CONCEITOS Os conceitos de sistemas de produo, otimizao de processos, lay-out / armazenagem so importantssimos para realizao da anlise de um problema, pois servem de parmetro decisivo na avaliao da situao. 2.1. SISTEMAS DE PRODUO Zacarelli (1979, p.12) fala em classificao de indstrias e estabelece duas grandes classes, cada uma com subclasses: - Indstrias do tipo contnuo: onde os equipamentos executam as mesmas operaes de maneira contnua e o material se move com pequenas interrupes entre eles at chegar a produto acabado. Pode se subdividir em: - Contnuo puro: uma s linha de produo, os produtos finais so exatamente iguais e toda a matria-prima processada da mesma forma e na mesma seqncia; - Contnuo com montagem ou desmontagem: varias linhas de produo contnua que convergem nos locais de montagem ou desmontagem; - Contnuo com diferenciao final: caractersticas de fluxo igual a um ou outro dos subtipos anteriores, mas o produto final pode apresentar variaes. - Indstrias do

tipo intermitente: diversidade de produtos fabricados e tamanho reduzido do lote de fabricao determinam que os equipamentos apresentem variaes freqentes no trabalho. Subdividem-se em: - Fabricao por encomenda de produtos diferentes: produto de acordo com as especificaes do cliente e a fabricao se inicia aps a venda do produto; - Fabricao repetitiva dos mesmos lotes de produtos: produtos padronizados pelo fabricante, repetitividade dos lotes de fabricao, pode-se ter as mesmas caractersticas de fluxo existente na fabricao sob encomenda. Moreira (1998, p.8) define o que um sistema de produo e descreve brevemente seus elementos e suas interaes. Apresenta ento duas classificaes de sistemas de produo, primeira denomina Classificao Tradicional e segunda Classificao Cruzada de Schroeder. A Classificao Tradicional, em funo do fluxo do produto, agrupa os sistemas de produo em trs grandes categorias: a) Sistemas de produo contnua ou de fluxo em linha: apresentam seqncia linear de fluxo e trabalham com produtos padronizados i) produo contnua propriamente dita: o caso das indstrias de processo, este tipo de produo tende a ter um alto grau de automatizao e a produzir produtos altamente padronizados; ii) produo em massa: linhas de montagem em larga escala de poucos produtos com grau de diferenciao relativamente pequeno. b) Sistemas de produo intermitente (fluxo intermitente) i) por lotes: ao trmino da fabricao de um produto outros produtos tomam seu lugar nas mquinas, de maneira que o primeiro produto s voltar a ser fabricado depois de algum tempo. ii) por encomenda: o cliente apresenta seu prprio projeto do produto, devendo ser seguidas essas especificaes na fabricao. c) Sistemas de produo de grandes projetos sem repetio: produto nico, no h rigorosamente um fluxo do produto, existe uma seqncia predeterminada de atividades que deve ser seguida, com pouca ou nenhuma repetitividade. A Classificao Cruzada de Schroeder considera duas dimenses. De um lado, a dimenso tipo de fluxo de produto de maneira semelhante classificao tradicional. De outro, a dimenso tipo de atendimento ao consumidor, onde existem duas classes:

- Sistemas orientados para estoque: produto fabricado e estocado antes da demanda efetiva do consumidor. Este tipo de sistema oferece atendimento rpido e a baixo custo, mas a flexibilidade de escolha do consumidor reduzida; - Sistemas orientados para a encomenda: as operaes so ligadas a um cliente em particular, discutindo-se preo e prazo de entrega Dessa maneira Moreira apresenta um quadro de duas entradas, na horizontal os tipos de fluxo do produto e na vertical a orientao para estoque ou para encomenda, com exemplos de indstrias e do setor de servios. Russomano, citando Moreira (1993), apresenta os trs tipos clssicos: - Contnuo ou em linha - Intermitente (repetitiva ou no) - Construo de projetos Acrescenta o tipo Misto, onde a fabricao de componentes feita de maneira intermitente nas sees de fabricao e a montagem do produto final feita de maneira contnua na linha de montagem. Apresenta tambm a classificao de Schroeder, como uma classificao cruzada que alm do critrio do fluxo do produto, leva em conta a deciso de produzir: antecipada ou sob encomenda. O quadro de exemplos que apresenta menciona os mesmos exemplos que Moreira para produo contnua e intermitente, porm no considera o tipo por projetos. Plossl (1993, p.55) com um enfoque pragmtico, afirma que do ponto de vista gerencial a classificao mais til por tipo de produo: - Fabricado sob medida ou pedido (poucos de um tipo) - Lote ou intermitente (muita variedade, volume reduzido) - Processo ou contnuo (pouca variedade, grande volume) - Repetitivo (pouca variedade, grande volume) - Controlada rigidamente regulamentada pelo governo (alimentos, produtos farmacuticos, servios pblicos) Tubino (1997, p.27) discute de maneira mais ampla as classificaes dos sistemas de produo, identifica o critrio que serve de base para trs delas: a) pelo grau de padronizao

- sistemas que produzem produtos padronizados: bens ou servios que apresentam alto grau de uniformidade e so produzidos em grande escala; - sistemas que produzem produtos sob medida: bens ou servios desenvolvidos para um cliente especfico. b) pelo tipo de operao - processos contnuos: envolvem a produo de bens ou servios que no podem ser identificados individualmente. - processos discretos: envolvem a produo de bens ou servios que no podem ser isolados, em lotes ou unidades, e identificados em relao aos demais. Podem ser subdivididos em: - processos repetitivos em massa: produo em grande escala de produtos altamente padronizados; - processos repetitivos em lote: produo em lotes de um volume mdio de bens ou servios padronizados; - processos por projeto: atendimento de uma necessidade especfica dos clientes, o produto concebido em estreita ligao com o cliente tem uma data determinada para ser concludo. Uma vez concludo, o sistema de produo se volta para um novo projeto. c) pela natureza do produto - manufatura de bens: quando o produto fabricado tangvel - prestador de servios: quando o produto gerado intangvel Slack (1997, p.36) apresenta um modelo de transformao que nada mais do que a aplicao da teoria de sistemas anlise dos sistemas de produo. Depois de descrever detalhadamente cada um de seus elementos, apresenta uma classificao cruzada em funo dos tipos de recursos a serem transformados e dos tipos de processos de transformao (ver figura 1). Posteriormente Slack (1997, p.49) se ocupa sobre os tipos de operaes de produo e estabelece quatro medidas que considera importantes para distinguir entre diferentes operaes: volume de sadas, variedade de sadas, variao da demanda das sadas, e o grau de contato com o consumidor envolvido na produo da sada. Para cada uma destas medidas considera um continuum e descreve as implicaes para o

sistema de produo. No captulo 4 Slack (1997, p.135), considerando o continuum volume no eixo vertical e o continuum variedade no eixo horizontal identifica: a) tipos de processos em manufatura (em ordem de variedade crescente e volume decrescente) - processos contnuos - processos de produo em massa - processos em lotes ou bateladas - processos de jobbing - processos de projeto b) tipos de processos em servios (em ordem de volume crescente e variedade decrescente) - servios profissionais - lojas de servios - servios de massa A Teoria de Sistemas como base para entender melhor as classificaes Considerando o modelo apresentado por Slack como base para a anlise de um sistema de produo podemos estabelecer relaes entre os elementos do sistema e os critrios das diversas classificaes. Analisando as entradas a) em funo do tipo de recursos a serem transformados - sistemas predominantemente processadores de materiais - sistemas predominantemente processadores de informaes - sistemas predominantemente processadores de consumidores Analisando o processo de transformao b) em funo da ao principal do processo de transformao - sistemas que transformam as propriedades fsicas - sistemas que transformam as propriedades informativas - sistemas que mudam a posse ou propriedade

- sistemas que mudam a localizao - sistemas que estocam ou acomodam - sistemas que mudam o estado fisiolgico ou psicolgico c) em funo do fluxo dentro do processo de transformao - fluxo contnuo - contnuo puro - contnuo com montagem ou desmontagem - contnuo com diferenciao final - fluxo intermitente - fluxo misto - por projetos Observe-se que nos trs primeiros os equipamentos e mo-de-obra geralmente tm localizao fixa enquanto existe um fluxo de materiais que passam de um posto de trabalho a outro. Porm, no caso do tipo por projetos o produto fica esttico ou fixo e os materiais, equipamentos e mo-de-obra se movimentam at o mesmo. d) em funo da deciso de produzir - antecipada ou para estoque - sob encomenda e) em funo do grau de contato com o consumidor - alto grau de contato ou linha de frente - baixo grau de contato ou retaguarda Analisando as sadas f) em funo da natureza das sadas - fabricao ou manufatura de produtos, quando se trata de uma sada tangvel, que pode ser estocada e transportada. - gerao ou prestao de servio, quando a sada intangvel, consumida simultaneamente com a sua produo, onde indispensvel a presena do consumidor e no pode ser estocada ou transportada g) em funo do volume de sadas

- alto volume - mdio volume - baixo volume h) em funo da variedade ou padronizao das sadas - alta variedade de sadas ou produtos sem nenhuma padronizao - variedade mdia de sadas ou produtos com alguma padronizao - baixa variedade de sadas ou produtos altamente padronizados i) em funo da variao da demanda pelas sadas - produo sazonal ou com alta variao da demanda - produo no sazonal ou com baixa variao da demanda 2.2 OTIMIZAO DE PROCESSOS O estudo de fluxos de movimentao, layout e clulas de manufatura, apresentao de tcnicas convencionais de simulao, teoria das filas, assim como simulao e modelagem de processos de produo so tcnicas que auxiliam no trabalho de otimizao de processo produtivos. 2.3 LAY-OUT / ARMAZENAGEM Arranjo Fsico - A localizao de mquinas e equipamentos em determinada rea depende basicamente do fluxo da produo e somente profissionais em Tempos & Mtodos podero com bom senso determinar o melhor aproveitamento da rea e a menor movimentao de peas e produtos levando em considerao todos os fatores que afetam a anlise de um lay-out. 3. CONCEITOS BSICOS DE TEMPOS E MTODOS Estudo de Tempos e Mtodos (ET&M) o estudo sistemtico dos sistemas de trabalho com os seguintes objetivos: dos sistemas de trabalho com os seguintes objetivos: Desenvolver o mtodo mais adequado, geralmente aquele de menor custo

menor custo Padronizar este mtodo

Determinar o tempo gasto por uma pessoa qualificada e devidamente treinada,

trabalhando em um ritmo normal, para executar uma tarefa ou operao especfica. Orientar o treinamento no mtodo especificado Abaixo, segue alguns detalhes importantes no estudo de tempos e mtodos: Projeto De Mtodos Encontrar o melhor mtodo de se executar uma tarefa Determinar o Tempo-Padro para execut-lo Medida de Produtividade Plano de incentivos Avaliao de mtodos de trabalho alternativos Controle Estimativa de custos (interno e terceirizado) Seleo de Recursos Organizao de tarefas Arranjo fsico das instalaes Operaes Inspees Esperas Armazenagem Transporte Estudo De Tempo Ou Medida De Trabalho Avaliao do Desempenho Atual ou Futuro

Previso do Desempenho Futuro

Tempo Produtivo Tempo Improdutivo

Fluxograma Analisar o fluxo de atividades importante para melhor compreender processo produtivo. Logo depois, determinar a atividade a ser trabalhada; definir o objeto a ser seguido; definir os pontos de incio e fim; cabealho com dados; descrio do processo com distncias e tempos.

Medida de Tempos: Medida do trabalho O objetivo desta etapa a determinao do Tempo Padro. Os mtodos utilizados so a medida direta e indireta do trabalho. A primeira visa a cronometragem e amostragem do trabalho. J a segunda, a partir dos tempos sintticos pr-determinados (MTM). Cronometragem Tcnica de medida observando-se in loco o local de trabalho ou atravs de vdeos. Exige preparao prvia, uso de equipamentos adequados, uso de tcnicas para evitar alterao do ritmo ou hbitos do funcionrio e por ltimo, tratamento adequado ao funcionrio para diminuir ou evitar o stress durante a cronometragem. O trabalho da cronometragem comea na marcao dos tempos. Assim calculase tamanho da amostra e confiabilidade da amostragem. Logo, calcula-se o tempo normal. Para a determinao do Tempo Padro apenas necessrio incluir o tempo normal descontado de tolerncia pessoal, de fadiga e de esperas fora de controle. 4. FERRAMENTAS DA QUALIDADE Na abordagem desta situao-problema foi utilizada uma metodologia e ferramentas eficientes na melhoria da qualidade dos processos estudados. 4.1 BRAINSTORMING (EXPLOSO DE IDIAS) Brainstorming a mais conhecida das tcnicas de gerao de idias. Foi originalmente desenvolvida por Osborn, em 1938. Em Ingls, quer dizer tempestade cerebral. O Brainstorming uma tcnica de idias em grupo que envolve a contribuio espontnea de todos os participantes. Solues criativas e inovadoras para os problemas, rompendo com paradigmas estabelecidos, so alcanadas com a utilizao de Brainstorming. O clima de envolvimento e motivao gerado pelo Brainstorming assegura melhor qualidade nas decises tomadas pelo grupo, maior comprometimento com a ao e um sentimento de responsabilidade compartilhado por todos.

4.2 DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO (ISHIKAWA) O Diagrama de Causa e Efeito (ou Espinha de peixe) uma tcnica largamente utilizada, que mostra a relao entre um efeito e as possveis causas que podem estar contribuindo para que ele ocorra. Construdo com a aparncia de uma espinha de peixe, essa ferramenta foi aplicada, pela primeira vez, em 1953, no Japo, pelo professor da Universidade de Tquio, Kaoru Ishikawa, para sintetizar as opinies de engenheiros de uma fbrica quando estes discutem problemas de qualidade. 4.3 DIAGRAMA DE PARETO Problemas de qualidade aparecem sob a forma de perdas. extremamente importante esclarecer o modelo de distribuio das falhas. Mais do que as perdas, ser esperado muitos poucos tipos de defeitos e seus efeitos podem ser atribudos a pequenos nmeros de causas. Portanto, se as causas desses poucos defeitos vitais so identificadas, ns podemos eliminar quase todas as perdas concentrando nossos esforos nessas causas particulares, deixando de lado os outros muitos defeitos triviais para serem atacados posteriormente. Este tem como foco atacar sempre o defeito que, ao ser solucionado, gerar maiores benefcios quanto a qualidade, custos e eficincia do produto e/ou processo selecionado. 5. DESENVOLVIMENTO 5.1 PRODUO DE BLOCOS DE CONCRETO A Extract Artefatos uma empresa nova no mercado o setor comercial adotou uma estratgia de reduo de custos para que fosse necessrio abaixar um pouco o preo dos blocos de concreto no mercado para um ganho de demanda maior. Esta possui uma linha de produo com duas mquinas manuais. Raramente estas mquinas operam simultneas, onde uma uma mesa vibratrio onde produzido o meio-fio e a outra uma vibro-prensa manual onde produzido os blocos de concreto, caneletas e paver (pisos intertravados). A maneira que a empresa adotou foi procurar o aumento da eficincia da produo de blocos de concreto na vibro-prensa, pois a demanda j estava forando a companhia a isto. A partir da, foram analisados o balanceamento do processo, tempos e

mtodos, lay-out, seqenciamento das atividades, ergonomia assim como estafa/fadiga a fim de aumentar esta eficincia no processo produtivo. 5.2 LAY-OUT Lay-out ser apresentado a seguir com todas as etapas do processo, entrada de matriaprima, armazenagem de matria-prima em processo, abastecimento do material na betoneira, processamento na betoneira, abastecimento do material proveniente da betoneira na vibro-prensa, processamento na vibro-prensa, retirada o bloco de concreto semi-pronto, transporte do bloco de concreto semi-pronto para as reas de secagem, desformagem do bloco de concreto pronto, transporte para rea externa e paletizao.

MARCELO RUSSO, FAVOR INSERIR FOTOS DO PROCESSO5.3 SITUAO-PROBLEMA A partir da medio dos tempos chegamos aos seguintes resultados:

MARCELO RUSSO FAVOR MEDIR TEMPOS ANTIGOS DE QUANTOS TRAOS/HORA A BETONEIRA FAZIA. PORQUE TRABALHAVAMOS COM 5 PESSOAS E DEPOIS COM 6, MESMO SABENDO QUE HOJE CHEGAMOS AO CLCULO DE 7 PESSOAS? PORQUE A ARMAZENAGEM ERA TO IMPACTANTE? PORQUE USAVAMOS UM CARRINHO E AGORA USAMOS 2?5.4 METAS SEGUIR A PARTIR DA SITUAO-PROBLEMA (COMO ESTAVAMOS ANTIGAMENTE) E A SITUAO ATUAL (IDEAL AT O MOMENTO) 6. TOMADA DE AES CONTRATAES, PROCESSO 7. RESULTADOS OBTIDOS COMPRA DO CARRINHO, BALANCEAMENTO DO

AUMENTO DA EFICINCIA DA PRODUO, EM QUANTO ISTO REDUZIU EM PORCENTEGEM E EM DINHEIRO. E COMO ISTO AFETOU O PREO DO PRODUTO FINAL E SUA MARGEM DE LUCRO. 8. CONSIDERAES FINAIS A elaborao deste relatrio teve a partir da experincia vivenciada, grande importncia para o desenvolvimento e aplicao das teorias, ferramentas e metodologias absorvidas em sala de aula. Com isso pode-se obter um maior nmero de informaes aplicveis nas rotinas de trabalho, possibilitando o crescimento das habilidades diante dos desafios enfrentados.

REFERNCIAS FERNANDES,A.R., Manuteno Produtiva Total: Uma Ferramenta Eficaz na busca da Perda-Zero, Itajub, Julho de 2005. KMITA, S.F., Manuteno Produtiva Total (TPM): Uma Ferramenta para o Aumento do ndice de Eficincia Global da Empresa, Ouro Preto, Outubro de 2003. < http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal> Acesso em: 16 jun. 2009.