Estatutos AMBV

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  • Associao Mutualista

    Boina Verde

    PROJETO DE ESTATUTOS

    1

  • CAPTULO I Denominao, Fins, Sede e rea de Aco

    Artigo 1

    Denominao, Sede Social e rea de Aco

    1- A Associao Mutualista Boina Verde, nestes Estatutos igualmente designada por

    Associao, uma Associao Mutualista, de inscrio facultativa, com um nmero

    ilimitado de Associados, capital indeterminado e durao indefinida que, atravs da

    quotizao dos seus Associados, pratica, no interesse destes e das suas famlias,

    fins de auxlio recproco, nos termos previstos nestes Estatutos.

    2- A Associao Mutualista Boina Verde independente de quaisquer orientaes

    politicas ou religiosas e rege-se pelos presentes Estatutos e pelos diplomas legais

    aplicveis.

    3- A Sede Social da Associao na Rua Pedro lvares Cabral, N 4, na vila e

    concelho de Vila Nova da Barquinha, distrito de Santarm, e a sua rea de aco

    pode estender-se a todo o territrio nacional.

    Artigo 2 Fins Fundamentais

    1- Constituem fins fundamentais da Associao a concesso de benefcios de

    Segurana Social e de Sade destinados a reparar as consequncias da

    verificao de factos contingentes relativos vida e sade dos Associados e suas

    famlias.

    2- A Associao pode prosseguir, cumulativamente com os objectivos referidos no

    nmero anterior, outros fins de Proteco Social e da promoo da qualidade de

    vida, atravs da organizao e gesto de equipamentos e servios de apoio social,

    de outras obras sociais e de actividades que visem especialmente o

    desenvolvimento moral, intelectual, cultural e fsico dos seus Associados e suas

    famlias.

    3- A Associao pode desenvolver os seus fins, atravs de modalidades de benefcios

    individuais ou colectivas.

    Artigo 3 Fins no mbito da Segurana Social

    No mbito dos fins de segurana social a Associao pode, nos termos em que forem

    definidos no Regulamento de Benefcios, prosseguir modalidades para concesso de

    prestaes por invalidez, velhice, sobrevivncia ou de outras prestaes pecunirias

    por doena, maternidade, desemprego, acidentes pessoais, de trabalho ou doenas

    profissionais e na concesso de capitais pagveis por morte ou no termo de prazos

    determinados.

    2

  • Artigo 4 Fins no mbito da Sade

    1- No mbito dos fins de sade, a Associao pode, nos termos do Regulamento de

    Benefcios, prestar:

    1- Cuidados de medicina preventiva, curativa e de reabilitao, diretamente ou

    atravs de protocolos com diversas unidades de sade, bem como prestar

    cuidados de enfermagem;

    2- Assistncia medicamentosa aos seus Associados, beneficirios, pensionistas e

    respetivos familiares.

    2- Para a prossecuo dos seus fins de assistncia medicamentosa, a Associao

    poder ser detentora da propriedade e explorao de farmcias, quer privativa,

    quer de abertura ao pblico em geral, nos ter termos da legislao em vigor.

    Artigo 5 Outros Fins

    No mbito dos fins previstos no nmero 2 do Artigo 2 destes Estatutos, a Associao

    pode, designadamente:

    1- Gerir regimes profissionais complementares dos regimes de segurana social;

    2- Organizar e gerir equipamentos e servios de apoio social para Associados e

    seus familiares, designadamente de apoio infncia, juventude e idosos, com

    autonomia financeira e oramental, em conformidade com o respectivo

    Regulamento de Funcionamento que for aprovado em Assembleia Geral;

    3- Contribuir para a resoluo dos problemas habitacionais dos seus Associados;

    4- Promover e organizar aces de formao profissional e de promoo de

    emprego;

    5- Organizar e gerir outras actividades e servios que visem especialmente o

    desenvolvimento moral, intelectual, cultural e fsico dos seus Associados e suas

    famlias.

    Artigo 6 Acordos de Cooperao

    1. A Associao pode celebrar com outras Associaes Mutualistas, nacionais ou

    estrangeiras, acordos entre si, que tenham em vista, designadamente:

    a) Facultar aos Associados de cada uma delas a inscrio em modalidades no

    prosseguidas pela Associao a que pertencem, mas que estejam previstas nos

    Estatutos ou Regulamentos de Benefcios da outra ou outras intervenientes no

    acordo;

    b) Proporcionar a utilizao em comum de instalaes, equipamentos ou servios.

    2. A Associao poder celebrar acordos de cooperao com outras Instituies

    Particulares de Solidariedade Social ou outras entidades de fins no lucrativos,

    nomeadamente para a utilizao recproca de instalaes, equipamentos sociais ou

    3

  • servios e concesso de prestaes ou benefcios diretamente aos Associados e

    seus familiares.

    3. A Associao pode estabelecer com as instituies e servios oficiais formas de

    cooperao sempre que, sem prejuzo das exigncias prprias da sua natureza

    mutualista, possam contribuir para a satisfao de necessidades colectivas,

    nomeadamente, mediante a utilizao de equipamentos e instalaes sociais ou

    servios da Associao.

    4- As condies gerais de celebrao dos acordos de cooperao a que se refere o

    nmero anterior, constam de normas aprovadas pelos ministros da tutela.

    Artigo 7 Agrupamento em Mutualidades de Grau superior e Adeso

    A Associao pode agrupar-se em Mutualidades de grau superior sob as formas

    previstas na Lei, instituir fundaes individualmente ou com outras pessoas singulares

    ou colectivas, associar-se ou filiar-se a Unies, Federaes ou Confederaes de

    instituies congneres ou noutras organizaes nacionais e internacionais que

    prossigam a defesa e a promoo do mutualismo e da economia social, por

    deliberao da Assembleia Geral convocada extraordinariamente para esse fim e sob

    proposta da Direo, aprovada por dois teros dos Associados presentes ou

    representados na reunio e que estejam no pleno gozo dos seus direitos associativos.

    CAPTULO II Dos Associados

    SECO I

    Categorias

    Artigo 8

    Categorias de Associados

    1- A Associao pode ter as seguintes categorias de Associados:

    a) Associados Efetivos Os militares e ex-militares paraquedistas de nacionalidade

    portuguesa que subscrevam qualquer uma das modalidades nos termos

    definidos no Regulamento de Benefcios, mediante o pagamento da respetiva

    quotizao;

    b) Associados Solidrios Os indivduos que no reunindo as condies para

    serem admitidos como Associados Efetivos, subscrevam qualquer uma das

    modalidades nos termos definidos no Regulamento de Benefcios, mediante o

    pagamento da respetiva quotizao;

    4

  • c) Associados Benemritos Os indivduos ou as entidades que apoiem a

    Associao com donativos significativos ou servios relevantes;

    d) Associados Honorrios Os indivduos ou as entidades que tenham exercido a

    favor da Associao servios ou aces de grande relevo e que meream ser

    distinguidos.

    2- A qualidade de Associado, qualquer que seja a sua categoria, no transmissvel

    quer por acto entre vivos, quer por sucesso.

    3- A distino de Associado Benemrito ou Honorrio aprovada pela Assembleia

    Geral, sob proposta fundamentada da Direo.

    4- Os Associados Benemritos ou Honorrios no gozam dos direitos associativos

    previstos nestes Estatutos.

    SECO II Condies de Admisso de Associados Efetivos e Solidrios

    Artigo 9

    Condies de Admisso

    1- Podem ser Associados Efetivos todos os militares e ex-militares paraquedistas que,

    na data de receo do pedido de admisso, satisfaam as condies e

    procedimentos previstos nestes Estatutos e no Regulamento de Benefcios.

    2- Podem ser Associados Solidrios todos os indivduos que no sejam militares ou

    ex-militares paraquedistas de nacionalidade portuguesas, na data de receo do

    pedido de admisso, satisfaam as condies e procedimentos previstos nestes

    Estatutos e no Regulamento de Benefcios.

    3- A inscrio nas Modalidades que, de acordo com o Regulamento de Benefcios,

    exijam avaliao da situao clnica do candidato condicionada realizao

    prvia de exames mdicos diretos, parecer mdico ou do preenchimento de

    questionrio clnico pelo prprio candidato.

    4- Os Associados podem subscrever mais do que uma modalidade de benefcios

    previstos no Regulamento de Benefcios.

    5- Os menores carecem da autorizao e interveno dos seus representantes legais

    que, igualmente, assumiro a responsabilidade pelo pagamento das quotas e

    demais encargos associativos da(s) Modalidade(s) subscrita(s) at o Associado

    proposto atingir a maioridade.

    6- Ser nula a inscrio que viole a Lei, os presentes Estatutos ou o Regulamento de

    Benefcios.

    5

  • 7- A nulidade da inscrio imputvel a ttulo de dolo ao Associado determina a

    restituio imediata dos benefcios indevidamente recebidos, sem direito a

    reembolso das quotas pagas.

    8- A eliminao ou expulso de qualquer Associado determina a perda dos benefcios

    correspondentes s quotas pagas e no d direito a qualquer reembolso das

    mesmas.

    Artigo 10 Proposta e Procedimento de Admisso

    1 A proposta de admisso a Associado Efetivo ou a Associado Solidrio dever ser

    apresentada pelo prprio candidato diretamente nos servios administrativos da

    Associao ou atravs de agente, em impresso prprio da Associao.

    2 - A proposta de admisso, acompanhada de toda a documentao exigida pelos

    Estatutos e Regulamento de Benefcios, ser apreciada pela Direo que concluir

    pela aprovao ou pelo indeferimento.

    3 - Em caso de indeferimento, a Direo com