Estudo da frequncia dos carateres discretos do esterno e ... da...  do esterno e costelas numa

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DEPARTAMENTO DE CINCIAS DA VIDA FACULDADE DE CINCIAS E TECNOLOGIA

UNIVERSIDADE DE COIMBRA

Estudo da frequncia dos carateres discretos do esterno e costelas numa amostra

populacional portuguesa

Ana Carina Costa Nogueira

2013/2014

DEPARTAMENTO DE CINCIAS DA VIDA FACULDADE DE CINCIAS E TECNOLOGIA

UNIVERSIDADE DE COIMBRA

Dissertao apresentada Universidade de Coimbra para cumprimento dos requisitos necessrios obteno do grau de Mestre em Evoluo e Biologia Humanas, realizada sob a orientao cientfica da Professora Doutora Eugnia Cunha (Universidade de Coimbra).

Estudo da frequncia dos carateres discretos do esterno e costelas numa

amostra populacional portuguesa

Ana Carina Costa Nogueira

2013/2014

Agradecimentos

Em primeiro lugar quero agradecer minha orientadora a Professora Doutora

Eugnia Cunha pelo privilgio que me consentiu em aceitar a orientao desta

dissertao, pelo acompanhamento, partilha de conhecimentos indispensveis a este

trabalho e pelo inspirador gosto que tem pela antropologia forense em geral.

Dra. Lusa Teixeira que conduziu todo o procedimento de autorizao de

acesso base de dados de Tomografias Axiais Computadorizadas (TAC's) sem as quais

esta tese no seria possvel.

Ao Dr. Francisco Silva por toda a disponibilidade e pacincia que teve em

explicar e acompanhar-me durante toda a avaliao das amostras TAC.

A todos os meus amigos pelo apoio, auxilio sempre que necessrio e palavras de

incentivo que elevaram o meu nvel de motivao indispensvel para a realizao e

sucesso deste trabalho.

Snia, pela pacincia e disponibilidade que teve para corrigir a ortografia

desta dissertao.

Por ltimo e no menos importante a toda a minha famlia, principalmente aos

meus pais, irmos e avs pelo apoio incondicional na conquista dos meus sonhos.

ndice

NDICE DE FIGURAS II

NDICE DE TABELAS IV

RESUMO VI

ABSTRACT VIII

Capitulo 1 - INTRODUO

1.1 - Antropologia Forense 1

1.2 - Antropologia Forense em Portugal 3

1.3 - Colees Osteolgicas em Portugal 4

1.4 - Carateres discretos: enquadramento terico 5

1.5 - Desenvolvimento Embrionrio 7

1.6 - Anatomia da caixa torcica 11

1.7 - Objetivos da Investigao 13

Capitulo 2 - MATERIAL E MTODOS

2.1 - Amostragem 15

2.2 - Tomografia Axial Computadorizada 16

2.3 - Coleo Esqueletos Identificada do XXI 17

2.4 - Breve descrio dos carateres discretos analisados 19

2.5 - Analise estatstica 23

Capitulo 3 - RESULTADOS

3.1 - Frequncia total dos carateres 25

3.2 - Carateres discretos do esterno 26

3.3 - Carateres discretos das costelas 32

3.4 - Erro inter e intra - observador 36

3.5 - Outras observaes 39

Capitulo 4 - DISCUSSO 44

Capitulo 5 - CONCLUSO

5.1 - Consideraes finais 52

BIBLIOGRAFIA

Referncias 54

II

ndice de figuras

Figura 1.1: Esquema de ossificao do esterno. A. Aparecimento dos centros de

ossificao at ao nascimento. B. Fuso dos centros de ossificao aps nascimento

(adaptado de Standring, 2008).........................................................................................10

Figura 2.1: Distribuio dos indivduos por sexo e intervalo etrio, da amostra de

TAC's observadas............................................................................................................16

Figura 2.2: Distribuio do nmero de indivduos pelo sexo e intervalo etrio, da nova

Coleo de Esqueletos Identificados do Sc. XXI (CEI/XXI)........................................19

Figura 2.3: Imagem tomogrfica VR 3D em plano coronal de processo de um foramen

esternal.............................................................................................................................20

Figura 2.4: Imagem tomogrfica (MIP) em plano coronal de mulher com foramen

xifide..............................................................................................................................20

Figura 2.5: Imagem tomogrfica VR 3D em plano coronal de processo xifide duplo......21

Figura 2.6: Imagem tomogrfica (MIP) em plano coronal de mulher com segunda

costela direita bfida e processo xifide duplo................................................................22

Figura 2.7: Costela bfida direita, de indivduo masculino da coleo de esqueletos

identificada de Santarm do sc. XXI (Fotografia da autora).........................................22

Figura 3.1: Foramen esternal, pequeno orifcio redondo na extremidade inferior do

esterno (Fotografia da autora)..........................................................................................30

Figura 3.2: Imagem tomogrfica (MIP) em plano coronal de um homem com

calcificao incompleta do processo xifide...................................................................40

III

Figura 3.3: Imagem tomogrfica VR 3D em plano coronal de processo xifide com trs

foramina...........................................................................................................................40

Figura 3.4: Imagem tomogrfica (MIP) em plano coronal de um indivduo masculino

de 44 anos com um processo xifide bfido com inclinao direita.............................41

Figura 3.5: Indivduo masculino com 33 anos pertencente Coleo de Esqueletos

Identificados do Sculo XXI com fuso do xifide com corpo esternal e foramen xifide

(Fotografia da autora)......................................................................................................42

Figura 3.6: Indivduo feminino com 81 anos pertencente Coleo de Esqueletos

Identificados do Sculo XXI com processo xifide classificado como bfido com

foramen (Fotografia da autora)........................................................................................42

IV

ndice de tabelas

Tabela 1.1: Designaes utilizadas ao longo dos anos para os carateres discretos

(adaptado Saunders, 2008)................................................................................................6

Tabela 3.1: Distribuio total por sexos das amostras estudadas...................................25

Tabela 3.2: Frequncia total dos carateres discretos do esterno e costelas observados......25

Tabela 3.3: Frequncia total dos carateres discretos do esterno observados para a

amostra de TAC's.............................................................................................................26

Tabela 3.4: Frequncia total dos carateres discretos do esterno observados para a

amostra de CEE/XXI.......................................................................................................27

Tabela 3.5: Nmero e frequncia dos carateres discretos do esterno com respetiva

anlise estatstica entre sexos da amostra de TAC's........................................................27

Tabela 3.6: Nmero e frequncia dos carateres discretos do esterno com respetiva

anlise estatstica entre sexos da amostra da CEI/XXI....................................................28

Tabela 3.7: Nmero e frequncia dos carateres discretos do esterno e distribuio etria

para a amostra de TAC's..................................................................................................30

Tabela 3.8: Nmero e frequncia dos carateres discretos do esterno com respetiva

anlise estatstica relacionando a idade da amostra da CEI/XXI....................................31

Tabela 3.9: Frequncia total dos carateres discretos das costelas observados para a

amostra de TAC's.............................................................................................................32

Tabela 3.10: Frequncia total dos carateres discretos das costelas observados para a

amostra de CEI/XXI........................................................................................................33

V

Tabela 3.11: Nmero e frequncia dos carateres discretos das costelas com respetiva

anlise estatstica entre sexos da amostra de TAC's........................................................33

Tabela 3.12: Nmero e frequncia dos carateres discretos das costelas com respetiva

anlise estatstica entre sexos da amostra da CEI/XXI....................................................34

Tabela 3.13: Nmero e frequncia dos carateres discretos das costelas com respetiva

anlise estatstica entre a lateralidade da amostra de TAC's...........................................34

Tabela 3.14: Nmero e frequncia dos carateres discretos das costelas com respetiva

anlise estatstica entre a lateralidade da amostra da CEI/XXI.......................................34

Tabela 3.15: Diferenas significativas entre a amostra de TAC's e a CEI/XXI.............35

Tabela 3.16: Frequncia de correspondncias corretas e teste de Spearman entre as duas

observaes dos carateres discretos do esterno e costelas da amostra da CEI/XXI........36

Tabela 3.17: Diferentes associaes observadas entre os carateres...............................38

Tabela 4.1: Variao da incidncia do foramen esternal em dif