Exames Nacionais 2011 Ensino Básico

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  • JNE/EXAMES NACIONAIS/2011 Norma 02/EB/2011 1

    INSTRUES PARA REALIZAO, CLASSIFICAO, REAPRECIAO E

    RECLAMAO DAS PROVAS

    Maio/2011 NORMA 02/EB/2011

    Exames Nacionais 2011

    Ensino Bsico

  • JNE/EXAMES NACIONAIS/2011 Norma 02/EB/2011 2

    INTRODUO

    O Jri Nacional de Exames, designado abreviadamente por JNE, , no uso das competncias definidas no Anexo I do Despacho Normativo n. 19/2008, publicado no Dirio da Repblica, II srie, n. 56, de 19 de Maro, com a redaco conferida pelos Despachos Normativos ns 10/2009, de 19 de Fevereiro, 7/2010, de 16 Maro, 4/2011, de 24 de Fevereiro e 7/2011, de 5 de Abril, responsvel pela coordenao e planificao dos exames nacionais e dos exames de equivalncia frequncia no que respeita sua realizao e ao estabelecimento de normas para a sua classificao, reapreciao e reclamao.

    Neste sentido, as normas a observar no processo dos exames nacionais do ensino bsico de 2010/2011 so as constantes nas presentes INSTRUES PARA A REALIZAO, CLASSIFICAO, REAPRECIAO E RECLAMAO DAS PROVAS, e integram este documento que designado por Norma 02/EB/2011.

    Estas normas so vlidas para:

    Os exames nacionais do Ensino Bsico; Os exames a nvel de escola para alunos com necessidades educativas especiais de

    carcter permanente; Os exames de equivalncia frequncia.

    Os rgos de direco dos estabelecimentos de ensino devem proceder leitura atenta e divulgao por escrito das presentes instrues junto do Secretariado de Exames, dos directores de turma e dos professores vigilantes.

    Para a divulgao junto dos alunos dever ser afixado, em lugar bem visvel, com razovel antecedncia, um resumo destas instrues que contenha o essencial para completa informao dos interessados.

    Nesse resumo devem ser inseridos na ntegra os pontos 4, 5.6, 8.1, 8.2, 9, 10, 12, 13, 19, 20, 21, 22, 23, 24.2 e 30 desta norma, bem como todo o Captulo III - Reapreciao das Provas de Exame e reclamao ao resultado da reapreciao e as Informaes/Exame Nacional de Lngua Portuguesa e de Matemtica, emanadas do Gabinete de Avaliao Educacional. Todas estas instrues tm de ser lidas e esclarecidas pelo Director de Turma, na sala de aula, antes do final do 3. perodo.

    So tambm de afixar os Modelos JNE/EB nmeros 03, 10, 11, 11-A, 12, 12-A, 14, 15 e 15-A, que so de utilizao directa por parte dos Encarregados de Educao e examinandos.

    Antes do incio do perodo de exames, os rgos de direco dos estabelecimentos de ensino devem obrigatoriamente promover uma reunio preparatria com os professores vigilantes e coadjuvantes, no sentido de aferir os procedimentos a adoptar no desempenho das respectivas funes.

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    CAPTULO I

    REALIZAO DOS EXAMES

    SECO 1 NORMAS GERAIS PARA A REALIZAO DOS EXAMES

    1. Estabelecimentos de ensino em que se realizam os exames Os exames nacionais do ensino bsico, regulamentados no Anexo II do Despacho Normativo

    n.19/2008, de 19 de Maro, com a redaco conferida pelos Despachos Normativos ns 10/2009, de 19 de Fevereiro, 7/2010, de 16 Maro, 4/2011, de 24 de Fevereiro e 7/2011, de 5 de Abril que nesta Norma 02/EB/2011 designado por Regulamento dos Exames do Ensino Bsico (REEB), realizam-se:

    1.1. Em regra, no estabelecimento de ensino frequentado pelo aluno ou onde se inscreveu na

    qualidade de autoproposto, incluindo as escolas portuguesas no estrangeiro;

    1.2. Em estabelecimento de ensino diferente daquele em que o aluno se inscreveu, nas seguintes situaes:

    1.2.1. Sempre que tal se mostre conveniente para a adequada realizao dos exames (em

    situaes de insuficincia de instalaes, de associao de escolas, etc) n. 15.5. do Regulamento dos Exames do Ensino Bsico.

    Procedimentos a observar:

    a) O plano de distribuio dos alunos compete respectiva Direco Regional de

    Educao e concretizado at ao final do ms de Maio;

    b) As pautas de chamada so elaboradas em triplicado no estabelecimento de ensino onde se realizou a inscrio, devendo ser organizadas de acordo com as indicaes (por exemplo, nmero de alunos por sala) fornecidas pelo estabelecimento de ensino onde os alunos deslocados vo prestar a prova;

    c) Um exemplar das pautas afixado com a antecedncia necessria no

    estabelecimento de ensino onde foi efectuada a inscrio, com indicao clara da escola onde cada aluno vai realizar os exames nacionais;

    d) Os outros dois exemplares so remetidos ao estabelecimento de ensino onde

    se vo realizar os exames, sendo um para afixao e outro para pauta de chamada;

    e) A preparao das provas para envio ao Agrupamento de Exames

    (classificao) da responsabilidade da escola onde se realizam os exames, com a colaborao de professores da escola de origem, os quais devem tambm participar no servio de vigilncia das provas;

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    f) Quando as provas forem devolvidas pelo Agrupamento de Exames, devem ser entregues, juntamente com os tales dos nmeros confidenciais escola de origem, a qual desvenda o anonimato, regista as classificaes e procede afixao das pautas;

    g) tambm na escola de origem que decorrem os procedimentos respeitantes

    aos processos de reapreciao e reclamao das provas.

    2. Medidas organizativas a adoptar pela escola

    2.1. Em cada um dos estabelecimentos de ensino onde se realizam provas de exame, o Director o responsvel pelas medidas organizativas necessrias sua realizao, de acordo com as presentes instrues, devendo para o efeito formalizar por escrito todas as nomeaes/designaes.

    2.2. Para a organizao e acompanhamento do servio de exames, o Director, ouvido o

    Conselho Pedaggico, nomeia um Secretariado de Exames e designa o respectivo Coordenador que deve ser, sempre que possvel, um professor do quadro da escola.

    2.2.1 De entre os professores que integram o Secretariado de Exames, o Director

    designa um elemento que substitui o Coordenador nas suas ausncias e impedimentos.

    2.3. O Director designa um docente responsvel pelo programa informtico ENEB (Exames

    Nacionais do Ensino Bsico), que orienta e acompanha na escola a execuo das diversas operaes previstas no programa, em articulao com o tcnico responsvel pelo ENEB no Agrupamento de Exames (cf Anexo I) e o JNE.

    2.3.1. O Director designa um docente que substitui o responsvel pelo programa

    informtico ENEB nas suas ausncias e impedimentos.

    2.4. O Director deve ainda nomear e convocar um professor por cada disciplina em que se realizam provas de exame, designado Professor Coadjuvante. Este professor designado de entre os membros dos grupos disciplinares a que est atribuda a leccionao da disciplina em exame, no sendo indispensvel que ele tenha leccionado essa disciplina no presente ano lectivo ou mesmo em anos anteriores para o desempenho das seguintes atribuies:

    a) Verificar e controlar o material especfico autorizado a usar pelos alunos durante a

    realizao da prova, de acordo com as Informaes de Exame/GAVE ou com a matriz aprovada em conselho pedaggico;

    b) Transmitir esclarecimentos aos alunos sobre o contedo das provas, desde que

    expressamente comunicados ou autorizados pelo JNE;

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    c) Divulgar informao junto dos alunos sobre gralhas tipogrficas ou erros evidentes, desde que expressamente autorizada pelo Secretariado de Exames;

    d) Solicitar pedidos de esclarecimento ao GAVE relativos aos contedos da prova e ao

    JNE sobre todas as outras situaes.

    2.5. Para os efeitos previstos nas alneas b), c) e d) do ponto anterior, distribudo no incio da prova um exemplar do respectivo enunciado ao professor coadjuvante, que fica obrigado ao dever de sigilo absoluto durante o perodo da sua realizao. Sempre que um aluno com necessidades educativas especiais de carcter permanente realize provas de exame nacional adaptadas em verso braille, deve tambm ser disponibilizado ao professor coadjuvante o enunciado a negro da prova transcrita para braille enviado escola, o qual dever ser, terminada a prova, arquivado no estabelecimento de ensino. O mesmo procedimento deve ter lugar relativamente aos exames a nvel de escola e aos exames de equivalncia frequncia cujos enunciados contemplam adequaes curriculares individuais.

    2.6. Sempre que se justificar, pode ser nomeado um segundo professor coadjuvante. Em

    casos excepcionais, tendo em conta o nmero de alunos e a tipologia da escola, pode ainda ser nomeado outro coadjuvante.

    2.7. Quando no for possvel designar um professor coadjuvante para determinada disciplina

    deve o facto ser comunicado, com antecedncia, ao Responsvel de Agrupamento de exames, o qual providencia a soluo adequada, em articulao com a respectiva Direco Regional de Educao.

    2.8. Tendo em vista garantir o princpio da imparcialidade, a nomeao / designao de

    professores para o servio de exames e para a vigilncia das provas, bem como dos responsveis pelo programa ENEB, no pode recair sobre familiares prximos dos alunos. Os elementos do rgo de direco que se encontrem nas condies acabadas de referir tambm no podem ter qualquer interferncia com o servio de exames no que respeita ao acesso s provas e aos registos das classificaes. Para o efeito devem ser observadas as disposies respeitantes aos casos de impedimento constantes da alnea b) do artigo 44., e art.s 45., 46., 47. e 51. (das garantias da imparcialidade) do Cdigo do Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei n. 442/91, de 15 de Novembro, com as alteraes introduzidas pelo Decreto-Lei n. 6/96, de 31 de Janeiro.

    3. Pautas

    3.1