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  • EXPERINCIAS APRESENTADAS

    GT1: Trabalhando com projetos

    Coordenao: Dra. Adlia Maria Koff

    MUDANA CURRICULAR NAS CINCIAS DA NATUREZA

    Nome: Alceu Totti Silveira

    Instituio: COLGIO PEDRO II

    Justificativa: Propomos que as aulas das Cincias da Natureza no Ensino Mdio sigam o

    programa do ENEM 2010 em unidades dependentes servindo um assunto de preparao para o

    assunto que o outro professor falar na mesma turma em sequncia. Todos os professores sabero

    o que est sendo dado pelos demais e ajudaro na compreenso da aula do colega.

    A sequncia coerente dos assuntos o grande objetivo deste trabalho que ser encontrado pelo

    trabalho integrado de todos os professores.

    Encontramos nas Diretrizes Curriculares Nacionais do Conselho Nacional de Educao no seu

    Art. 8 da Resoluo no 4 de 13 de julho de 2010:

    A garantia de padro de qualidade uma conquista coletiva de todos os sujeitos

    do processo educativo.

    O currculo a forma de organizar o trabalho pedaggico, limitando a disperso

    do conhecimento, superando o isolamento das pessoas e a compartimentalizao de

    contedos rgidos.

    Desdobramento do Currculo

    Currculo para a 1 Srie do Ensino Mdio

    1 Unid: Origem e evoluo da vida (biologia)

    III Seminrio Nacional 2011

    REINVENTAR A EDUCAO:

    CONSTRUINDO PRTICAS PEDAGGICAS

    INOVADORAS

  • 2 Unid: Materiais, propriedades e usos (qumica)

    3 Unid: Conhecimentos bsicos e fundamentais (fsica)

    4 Unid: Ecologia e Cincias Ambiente (biologia)

    5 Unid: Compostos de Carbono (qumica)

    6 Unid: O movimento, equilbrio e leis fsicas (fsica)

    Currculo para a 2 Srie do Ensino Mdio

    7 Unid: Molculas, clulas e tecidos (biologia)

    8 Unid: Transformaes Qumicas (qumica)

    9 Unid: O calor e fenmenos trmicos (fsica)

    10 Unid: Identidade dos seres vivos (biologia)

    11 Unid: Representao das transformaes qumicas (qumica)

    12 Unid: Energia, trabalho e potncia (fsica)

    13 Unid: gua (qumica)

    14 Unid: A Mecnica e o Universo (fsica)

    Currculo para a 3 Srie do Ensino Mdio

    15 Unid: Transformaes Qumicas e Energia (qumica)

    16 Unid: Hereditariedade e vida (biologia)

    17 Unid: Oscilaes, ondas, ptica e rad(fsica)

    18 Unid: Energias Qumicas no Cotidiano(qumica)

    19 Unid: Qualidade de vida populaes humanas (biologia)

    20 Unid: Fenmenos Eltricos e Magnticos (fsica)

    21 Unid: Dinmica das Transformaes Qumicas (qumica)

    22 Unid: Transformaes Qumicas e Equilbrio (qumica)

    23 Unid: Relaes da Qumicas com a Tecnologia(qumica)

    O envolvimento profissional dos professores dialogando com os colegas das outras matrias

    vai tornar o ensino mais fcil para o professor e de maior eficincia para o alunos.

    Conjugando o entusiasmo do professor em ensinar com a aplicao e

    vontade do aluno em aprender resulta uma fora que vence qualquer

    obstculo. Senadora Marina Silva.

  • Projeto 3010

    Nomes: Andrea Garcia, Ftima Pimenta, Carlos Octvio Mendes, Rafael Fernandes,Jos Alvarenga,

    Francisco Marcos, Solange Arcas, Felipe Vilhena, Mariana Mello, Marcello Bressane, Eliane

    Ferro, Joo Paulo Cabrera, Clia Guimaraes, Pedro Carelli, Gracia Mnica Masselli, Lilian

    Gasparini

    Instituio: Colgio Estadual Andr Maurois

    Justificativa:

    A preocupao do corpo docente em dar significncia ao contedo programtico, tocar a

    sensibilidade do aluno e vincul-lo afetivamente ao trabalho de sala de aula, fez com que os

    professores, apoiados pela gesto, se integrassem experincia de trabalhar com a metodologia de

    projeto. Neste caso, com o tema Consumo Consciente.

    Objetivos

    Praticar estratgias que posicionem o aluno o mais prximo possvel do centro do processo

    ensino-aprendizagem, acolhendo os seus saberes, o seu patrimnio cultural e vivencial.

    Investir numa abordagem transversal das disciplinas, potencializando as trocas entre os

    agentes educadores, estabelecendo um dilogo em rede.

    Viabilizar um ambiente alternativo para o exerccio do magistrio, tirando um pouco o

    professor da frente do quadro, onde, muitas vezes nem consegue ser ouvido.

    Resumo:

    A partir de uma reunio com a equipe de professores, quando debatamos estratgias de ao para

    tornar as aulas mais vibrantes, ouvimos de um dos colegas o relato da experincia de vrios anos

    numa instituio particular de ensino, onde se pratica a metodologia de Projetos.

    Consideramos que seria uma inovao para a nossa unidade escolar, implantar este tipo de trabalho

    (at onde sabemos nunca houve, no noturno desta escola, tal iniciativa). Decidimos arriscar. Os

    professores indicaram uma turma de terceiro ano (3010) para lanarmos o piloto da experincia.

    Garantimos reunies semanais e alteramos a grade de horrios em dois dias da semana para avaliar

    o andamento dos procedimentos, tomar decises de ajuste do rumo e planejar os passos vindouros.

    Dividimos a turma em assuntos e para cada um elegemos um professor tutor. Marcamos uma data

    para a culminncia do projeto quando todos os grupos apresentaram as suas obras, acompanhados

    pelos professores, tutores e no tutores tambm.

  • Concluso

    O momento da culminncia superou a mais otimista das expectativas. O que presenciamos foi muito

    importante, marcante e, sem nenhum medo, inovador. Fomos testemunhas do envolvimento de todo

    colgio, numa comunho entre alunos do primeiro, segundo e terceiro anos, disciplinas, professores,

    inspetores e gesto, poucas vezes vista na unidade escolar.

    Consideramos pertinente compartilharmos, no III Seminrio Nacional, esta experincia que nos

    marcou to positivamente, tendo em vista sempre que nossa prxis est comprometida com a

    educao de qualidade para as classes populares.

  • GT2: Educao em direitos humanos: trabalhando as diferenas

    Coordenao: Prof. Silvia Pedreira

    Educao e Diversidades:

    Olhares iguauanos, retratos de um Brasil em preto e branco

    nas escolas da rede municipal de educao de Nova Iguau

    Nome: Ana Paula Cerqueira Fernandes (especialista em Tecnologias em Educao/PUC_RJ e

    Graduada em Histria/ Universidade Federal do Rio de Janeiro; aluna especial do PPGEduc-

    Programa de Ps-Graduao em Educao, Contextos Contemporneos e Demandas Populares da

    UFRRJ)

    Instituio: Secretaria Municipal de Educao de Nova Iguau

    Resumo

    Este relato de experincia discorre sobre a implementao do Projeto Pedaggico Olhares

    Iguauanos: retratos de um Brasil em preto e branco, proposto pela Secretaria Municipal de

    Educao de Nova Iguau s escolas de sua rede. Tal prtica pedaggica teve por objetivo propor e

    ratificar aspectos significativos do processo de construo da cidadania que reconhece, valoriza e

    respeita as identidades plurais que do forma a cultura brasileira, em especial a dos afro-brasileiros.

    A argumentao principal que as abordagens em educao devem contemplar vises

    multiculturais segundo a tica do multiculturalismo crtico. Sinalizando a Escola Cidad como

    centro difusor de tais potencialidades e prticas inovadoras que promovem a tomada de conscincia,

    de respeito e valorizao das diferenas, sendo a Lei 10639/03 um instrumento legal a impulsionar

    este movimento.

    EDUCAR PARA NOVOS TEMPOS

    Reconhecimento requer a adoo de polticas educacionais e de estratgias pedaggicas de

    valorizao da diversidade, a fim de superar a desigualdade tnico-racial presente na educao

    escolar brasileira, nos diferentes nveis de ensino. (In: Diretrizes Curriculares Nacionais para

    Educao das Relaes tnico-Raciais e para o Ensino de Histria e Cultura Afro-brasileira e

    Africana.)

  • As mudanas de paradigma no modo de se pensar a sociedade e suas instituies a partir da segunda

    metade do sculo passado instauraram novas relaes e prticas sociais que privilegiam a

    pluralidade cultural. Esta nova tica concede aos movimentos sociais e culturais espao privilegiado

    de embate e dilogo, de exerccio e aprendizagem da condio cidad, reconhecendo-os como

    lcus poltico aglutinadores de identidades plurais que se constituem histrica e socialmente.

    Esta realidade exige que a Educao concentre seus esforos na tarefa da formao de sujeitos

    crticos, sensveis ao direito diferena, participativos e comprometidos com a construo da

    sociedade do sculo XXI onde o respeito e valorizao das diversidades seja regra e no mais

    exceo. Esta tarefa longa e rdua, sendo compromisso de todos, exigindo esforos redobrados

    daqueles que atuam dentro e fora do campo educacional. A educao que faz a ponte entre o

    homem e a cidadania a que lhe permite adquirir conscincia da dimenso tica de sua existncia,

    para que o mesmo se perceba enquanto cidado/ sujeito de direitos e deveres.

    O sujeito que se abre ao mundo e aos outros inaugura com seu gesto a relao

    dialgica em que se confirma como inquietao e curiosidade, como inconcluso

    em permanente movimento na Histria (FREIRE, 1996).

    Esta convivncia democrtica pressupe reinventar a educao e construir prticas pedaggicas

    inovadoras que garantam espao para histrias e memrias de diversos grupos tnicos que formam a

    nao brasileira, seus valores ticos, morais, culturais e religiosos: matrizes distintas que delineiam

    a riqueza da pluralidade cultural brasileira.

    A COR IGUAUANA

    A cor de