Click here to load reader

Fabricio Carvalho Correa

  • View
    17

  • Download
    1

Embed Size (px)

DESCRIPTION

teste

Text of Fabricio Carvalho Correa

  • Fabrcio Carvalho Corra

    ESTUDO COMPARATIVO DE DOIS MTODOS DE DOSAGEM PARA CONCRETO - INT e IPT/EPUSP

    Palmas 2008

  • 2

    Fabrcio Carvalho Corra

    ESTUDO COMPARATIVO DE DOIS MTODOS DE DOSAGEM PARA CONCRETO - INT e IPT/EPUSP

    Monografia apresentada como requisito parcial da disciplina Estgio em Engenharia Civil com TCC II curso de Engenharia Civil, orientado pelo Professor Mestre Moacyr Salles Neto.

    Palmas 2008

  • FABRICIO CARVALHO CORRA

    ESTUDO COMPARATIVO DE DOIS MTODOS DE DOSAGEM PARA CONCRETO - INT e IPT/EPUSP

    Monografia apresentada como requisito parcial da disciplina Estgio em Engenharia Civil com TCC II curso de Engenharia Civil, orientado pelo Professor Mestre Moacyr Salles Neto.

    Aprovada em Junho de 2008.

    BANCA EXAMINADORA

    ___________________________________________________

    Prof. M.Sc. Moacyr Salles Neto Centro Universitrio Luterano de Palmas

    ___________________________________________________

    Prof. M. Sc. Fabio Henrique de Melo Ribeiro Centro Universitrio Luterano de Palmas

    ___________________________________________________

    Prof. M.Sc. Gilson Marafiga Pedroso Centro Universitrio Luterano de Palmas

    Palmas - TO 2008

  • 4

    DEDICATRIA

    Dedico esse trabalho primeiramente a Deus, a quem o nosso refugio e

    fortaleza, pois sem ele nada existiria e no estaramos aqui.

    Segundo aos meus pais Romualdo e Marlene, ao meu irmo Romualdo Junior

    e minha noiva Raquel: pelo esforo, dedicao e compresso, pois, estes sim

    estiveram junto a mim desde o inicio, durante essa caminhada em que passamos por momentos de tristezas tambm de alegrias, em que juntos e com a graa de Deus vencemos e venceremos essa e outras caminhadas.

  • 5

    AGRADECIMENTOS

    Ao Prof. Ms. Moacyr Salles Neto, pelas orientaes, pela superviso metodolgica pela inspirao no amadurecimento dos meus conhecimentos e conceitos e seu grande desprendimento em ajudar-me que me levam a execuo e concluso desta monografia.

    Ao tcnico do laboratrio de materiais Miller Pereira Almeida, pela dedicao, criticas, sugestes e apoio que ajudaram a transformar idias em resultados.

    Aos meus colegas de graduao profissional em Engenharia Civil, pelos momentos de convvio, onde trocamos experincias, saberes expressar opinies sobre diversos assuntos no campo da educao, com muita saudade, obrigado.

    A todos os professores do CEULP/ULBRA que participaram dessa jornada, e contribuiro no s para a minha, mas sim para nossa formao acadmica profissional e pessoal.

  • 6

    LISTA DE ABREVIATURAS, SIGLAS E SMBOLOS

    Letras Maiscula

    A% Relao gua/materiais slidos ABCP Associao Brasileira de Cimento Portland C Consumo de cimento CP Cimento Portland comum, para fins de dosagem do concreto com base

    exclusivamente na resistncia compresso, pode-se considerar como equivalente ao cimento Portland composto, denominado CPII Z 32, conforme NBR 11578

    Dmx Dimetro mximo IPT/EPUSP Instituto de Pesquisas Tecnolgicas do Estado de So Paulo INT Instituto Nacional de Tecnologia NBR Normas Brasileiras

    Letras minsculas

    a/c Relao gua/cimento, em massa an Parcela de areia para o trao normal ap Parcela de areia para o trao pobre ar Parcela de areia para o trao rico fc Resistncia compresso do concreto obtida de um corpo-de-prova fck Resistncia compresso caracterstica g Gramas kg Quilo gramas mm Milmetros m Teor de agregados pn Parcela de pedra para o trao normal pp Parcela de pedra para o trao pobre pr Parcela de pedra para o trao rico x Relao gua/cimento

    Letras gregas

    Teor de argamassa c Massa especfica do cimento m Massa especfica do conjunto de agregados

  • 7

    LISTA DE TABELAS

    Tabela 1: Tipos de cimento portland .........................................................................26

    Tabela 2: Classificao da consistncia do concreto ................................................30

    Tabela 3: Relao gua/cimento conforme critrios de durabilidade...............................45

    Tabela 4: Relao gua/materiais slidos ............................................................................46

    Tabela 5: Traos experimentais ................................................................................48

    Tabela 6: massa retida do agregado mido. .............................................................52

    Tabela 7: Massa retida do agregado grado.............................................................52

    Tabela 8: Resultado Mtodo INT...............................................................................56

    Tabela 9: Resultado Mtodo IPT/EPUSP..................................................................56

    Tabela 10: Resultado final, mtodo IPT/EPUSP .......................................................58

  • 8

    LISTA DE GRFICOS

    Grfico 1: Representao grfica da lei de Abrams para determinao do fator gua/cimento..............................................................................................................45

    Grfico 2: Composies granulomtricas ideais agregado com Dmx = 19 mm......47

    Grfico 3: Curva ideal versus curva media dos agregados .......................................53

    Grfico 4: Resistncia compresso em funo da idade, Mtodo INT...................56

    Grfico 5: Resistncia compresso em funo da idade, Mtodo IPT/EPUSP......57

    Grfico 6: Correlao entre resistncia compresso (fc) e relao gua/cimento , Mtodo IPT/EPUSP.............................................................................................57

    Grfico 7: Correlao entre relao gua/cimento e consumo de cimento (kg/m) , Mtodo IPT/EPUSP.............................................................................................58

    Grfico 8:Resistncia aos 28 dias de idade, para o traos direcionado a 40 MPa....59

    Grfico 9: Consumo de cimento (kg/m) em funo da Resistncia compresso. .59 Grfico 10: Consumo de cimento (kg/m) em funo da Resistncia compresso de

    25 MPa aos 28 dias.............................................................................................60

    Grfico 11: Consumo de cimento (kg/m) em funo da Resistncia compresso de 40 MPa aos 28 dias.............................................................................................60

    Grfico 12: Custo em Funo da Resistncia. ..........................................................61

  • 9

    LISTA DE FIGURAS

    Figura 1: Peneirador Mecnico .................................................................................41

    Figura 2: Granulometria da areia...............................................................................41

    Figura 3: Ensaio do teor de materiais pulverulentos .................................................42

    Figura 4: Determinao da massa unitria agregado grado ...................................42

    Figura 5: determinao do modulo de finura do cimento ..........................................43

    Figura 6: Moldagem dos corpos-de-prova.................................................................44

    Figura 7: Amassamento do concreto.........................................................................50

    Figura 8: Slump.........................................................................................................50

    Figura 9: Abatimento de tronco de cone ...................................................................50

    Figura 10: Ensaio de Ruptura compresso axial....................................................51

  • 10

    SUMRIO

    1. INTRODUO ......................................................................................................16 1.1 Contextualizao..............................................................................................16

    1.2 Objetivos ..........................................................................................................17 1.2.1 Geral...........................................................................................................17

    1.2.2 Objetivos Especficos .................................................................................17 1.3 Justificativa e Importncia do Trabalho ............................................................18

    1.4 Estrutura do Trabalho.......................................................................................19

    2. REFERENCIAL TERICO....................................................................................20 2.1 Agregados ........................................................................................................21

    2.1.2 Agregados midos......................................................................................22

    2.1.2.1 Granulometria.......................................................................................22

    2.1.2.2 Modulo de Finura..................................................................................23

    2.1.2.3 Massa Unitria......................................................................................23

    2.1.2.4 Massa Especfica .................................................................................23

    2.1.2.5 Inchamento da areia.............................................................................24

    2.1.3 Agregados Grados ...................................................................................24

    2.1.3.1 Granulometria.......................................................................................24

    2.1.3.2 Dimenso mxima Caracterstica.........................................................25

    2.1.3