FISIOTERAPIA NA DOR PÉLVICA

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    24-Oct-2015

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FISIOTERAPIA NA DOR PLVICA

FISIOTERAPIA NA DOR PLVICAPROF.ESP. FLORENCE G.T. LAINSCEK

DORA dor uma experincia sensorial e emocional desagradvel associada a dano real ou potencial de tecidos, ou descrita em termos de tal leso

Segundo IASP(International Association Study Pain) esta aplica-se a qualquer espcie de dor ou topografia, mecanismo ou antiguidade. Isso significa que toda a dor do paciente, tem importncia refletindo nas dimenses emocionais, afetivo e cognitivo-comportamental

Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekDOR CRNICAA dor crnica significa uma experincia sensorial e emocional desagradvel associada com leso do tecido real ou potencial, ou descrita em termos que sugerem tal leso Evoluindo por mais de trs a seis meses e / ou podem afetar de forma negativa ocomportamento ou o bem-estar do paciente, devido a qualquer causa no-maligna.

Afeta a personalidade do paciente e da vida familiar, social e profissionalProf.Esp. Florence Germaine Tible LainscekDOR NEUROPTICA uma dor associada com leso ou disfuno do sistema nervosoA dor pode ser considerada como neuroptica quando inclui quatro das 10 peas uma escala de diagnstico validado (DN4) (82,9 sensibilidade, especificidade (89,9).Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekQuestionrio Para diagnstico De Dor Neuroptica DN4Por favor, nas quatro perguntas abaixo, complete o questionrio marcando uma respostapara cada nmero:ENTREVISTA DO PACIENTEQuesto 1: A sua dor tem uma ou mais das seguintes caractersticas?1- Queimao2- Sensao de frio dolorosa3- Choque eltricoQuesto 2: H presena de um ou mais dos seguintes sintomas na mesma rea da suador?4- Formigamento5- Alfinetada e agulhada6- Adormecimento7- CoceiraEXAME DO PACIENTEQuesto 3: A dor est localizada numa rea onde o exame fsico pode revelar uma ou mais das seguintes caractersticas?8- Hipoestesia ao toque9- Hipoestesia a picada de agulhaQuesto 4: Na rea dolorosa a dor pode ser causada ou aumentada por:10- EscovaoESCORE0 Para cada item negativo 1 Para cada item positivoDor Neuroptica: Escore total a partir de 4/10.( ) Dor Nociceptiva ( ) Dor Neuroptica Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekDOR PLVICA CRNICA (DPC) DEFINIDA COMO UMA DOR PLVICA CCLICA OU NO CCLICA DE DURAO SUPERIOR A SEIS MESES QUE INTERFERE NAS AVDS E NOS ASPECTOS SEXUAIS (DOR NA RELAO, FALTA DE INTERESSE, ANORGASMIA), ATINGINDO PRINCIPALMENTE MULHERES NA IDADE REPRODUTIVA.Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekDOR PLVICA CRNICA (DPC)AFETA 15% DAS MULHERESREPRESENTA 10% DAS CONSULTAS AO GINECOLOGISTA15% A 40% DAS LAPAROSCOPIAS 12% DAS HISTERECTOMIASProf.Esp. Florence Germaine Tible Lainscek

SECAD CICLO 2 VOL.1Prof.Esp. Florence Germaine Tible Lainscek

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Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekVulvodnia

Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekVulvodniador ou sensao de queimao na rea ao redor da abertura da vulva sem que haja um motivo aparente, como alguma desordem cutnea ou infeco.

Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekTiposVulvodnia generalizada: presena de dor em distintas partes da vulva em momentos diferentes. Essa dor pode ser constante ou surgir somente em determinados momentos. O toque ou presso sobre a rea afetada pode ou no desencade-la.Sndrome vestibulitis vulvar: a dor no vestbulo vulvar, que a entrada da vulva. Em muitos casos, este tipo de vulvodnia surge somente aps toque ou presso nessa regio, como, por exemplo, durante a relao sexual.

Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekSINDROME MIOFASCIALDor miofascial definida pela presena de um ponto de disparo doloroso no msculo, indicando uma hiper irritabilidade muscular (da fscia, do tendo). Este disparador considerado ativo", isto , responsvel uma reao local sintomatologia e / ou remotamente. Esta reao local perturba alongando o msculo contribui para a sua fraqueza, gera dor referida e interrompe equilbrio muscular na regio. A dor miofascial , portanto, expressa por Sndrome dolorosa complexa reprodutvel (SRDC)Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekSINDROME MIOFASCIALDor mal definida, mas com foco na regio perneo, ndegas ou no abdmen e pelve. No exame clnico, muitas vezes encontra-se pontos gatilho (trigger points miofasciais). na verdade um a sndrome da dor local integrada a uma sndrome miofascialProf.Esp. Florence Germaine Tible LainscekTopografia da dorSitua-se territrio do nervo pudendo.- Nervo hemorroidal inferior (nervo anal ou retal ou nervo inferior)

*Regio perianal, nus, reto (sensao de corpo estranho intra-retal) para o ramosensitivo, elevador do nus, esfncter anal externo, o ramo motorProf.Esp. Florence Germaine Tible Lainscek

Nevralgia do nervo pudendo:

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Nevralgia do nervo pudendo:pode vir acompanhada por dor no trajeto de outros nervos (citico, cutneo posterior da coxa). O tnus muscular (ou contrao ou espasmomuscular) relaciona-se ao msculo piriforme e obturador interno

1 nervo dorsal do cltoris2 nervo perineal3 nervo hemorroidal infCGC forame grande citicoFCP forame citico pequeno

Prof.Esp. Florence Germaine Tible Lainscek- Nervo perineal

*Ncleo central fibrosa do perneo, escroto, lbios, o tero inferior da vagina, pararamo sensorial e msculos eretores (isquio e bulbosponjoso), esfncter uretral estriado,ramo motorProf.Esp. Florence Germaine Tible Lainscek- Nervo dorsal do pnis ou do clitris

*considerado ramo terminal sensvel, as vezes a dor se irradia para as ndegas, sacro, cccix, coxa posterior, mesmo a perna (trajeto N.citico ) unilateral ou bilateral, dor mais anterior , virilha, abdmen, pbis, testiculos, face anterior, interna ou externa da coxa, unilateral ou bilateral.

Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekCaractersticas da dor :

ardor, coceira/purido, latejamento, clicas,Cimbras,sensao de corpo estranho intra retal,hipersensibilidade ao contato cutneo

posio sentada

em p, deambulao

Desaparece ao deitar voltando gradativamente ao longo do dia

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, Nevralgia N. Pudendo acompanhada (ou no) outra nevralgia:Determinaes(Critrios de Nantes,2006)Dor no territrio do nervo pudendo (do nus para o pnis ou clitris)- Agravado pela posio sentada (aliviada em um assento de vaso sanitrio)- No h despertar noturno por dor,- No h dficit sensorial objetivo,- Ter um diagnstico positivo de bloqueio do nervo pudendo.

Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekCritrios complementaresQueimao, aperto, dormncia,- Allodynia (hipersensibilidade ao toque, incluindo vesturio)- Sensao de corpo estranho endocavitrio ("sympathalgie" retal ou vaginal)- Agravamento da dor durante o dia,- Dor predominncia unilateral- A dor que ocorre aps a defecao- Dor que ocorre durante ou aps a ejaculao- Dados ENMG homens ou mulheres nulparas.H sinais associados no exclui o diagnstico da nevralgia

Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekM. Piriforme e Obturador interno

Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekDor de topografia anterior

(virilha, snfise pbica, testculos, tringulo femural .....), neste caso, dois msculos principais, reto femoral e psoas

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Sndrome do Elevador do nusconsiste de duas partes, uma externa esttica ou esfincteriana e externa, outra interna dinmica e elevadoraProf.Esp. Florence Germaine Tible Lainscek

Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekM transverso profundo do perneo

Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekTratamento FisioteraputicoProtocolo de tratamento :Objetivo:remover espasmos musculares existentesInicialmente passivo/ativo-assistido tcnica de terapia manual (fasciaterapia,osteopatia, mzires, myotherapy, ...),

Contrai/ relaxar . A contrao na inspirao e relaxamento na expirao,alongamento ser lento e gradual e indolor para evitar o aparecimento de reflexo de estiramento defesa que, se acionados, acentuariam a contrao muscular e, consequentemente, fortalecer patologiaProf.Esp. Florence Germaine Tible LainscekConscientizao corporalPercepo da pelve e musculatura *vizualizao/ttil/sensorialAprendizado motorMobilizao plvicaProf.Esp. Florence Germaine Tible LainscekTerapia ManualLiberao miofascialMobilizao plvica(Maitland, Osteopatia)Isquemia Manipulao Visceral(Osteopatia)Massagem perineal

Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekMASSAGEM PERINEALProf.Esp. Florence Germaine Tible Lainscek

CINESIOTERAPIA

GINSTICA HIPOPRESSIVAGINASTIC BALLProf.Esp. Florence Germaine Tible Lainscek

BIOFEEDBACK

Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekMANOBRASPIRIFORMEOBTURADOR INTERNO

Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekMANOBRASRETO FEMORALPSOAS

Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekELEVADOR DO NUSMANOBRAS

Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekM. TRANSVERSO PROFUNDO DO PERNEOProf.Esp. Florence Germaine Tible LainscekMANOBRAS

ELETROESTIMULAO

Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekTENS

Prof.Esp. Florence Germaine Tible Lainscek*Liberao endorfinaLarg pulso 200usFreq. 1-10hz / Temp 20 minMx intens*Diminuio da tensoLarg pulso 100us-500usFreq. 50-280HZ / Temp 10 min - Min intensPOSICIONAMENTO DOS ELETRODOSProf.Esp. Florence Germaine Tible Lainscek

REFERNCIAS:Http://phil443.Unblog.Fr/2008/02/25/le-traitement-kinesitherapique-myofascial-des-douleurs-pelviennes/Apport de la kinsithrapie antalgique dans le syndrome douloureux pelvien chronique . M. Gurineau et al. Techniques delectrostimulation dans la reeducation perineosphincterienne.Poumarat L. Apport des Tens au cours de la nvralgie pudendale. Bisschop G, Bisschop E, 2011 Prof.Esp. Florence Germaine Tible LainscekProf.Esp. Florence Germaine Tible Lainscek