FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE ... - ?· DFC Demonstrativo Fluxo de Caixa DRE Demonstração do Resultado…

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    08-Nov-2018

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<ul><li><p>0 </p><p> UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE </p><p>CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO SERID </p><p>DEPARTAMENTO DE CINCIAS EXATAS E APLICADAS </p><p>CAMPUS DE CAIC </p><p>JOS BENTO DA SILVA NETO </p><p>FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA GERENCIAL </p><p>PARA O MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL DE CAIC. </p><p>CAIC RN </p><p>2015 </p></li><li><p>1 </p><p>JOS BENTO DA SILVA NETO </p><p>FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA GERENCIAL </p><p>PARA O MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL DE CAIC. </p><p>Monografia apresentada ao Departamento de </p><p>Cincias Exatas e Aplicadas do Centro de Ensino </p><p>Superior do Serid da Universidade Federal do Rio </p><p>Grande do Norte, para obteno do ttulo de Bacharel </p><p>em Cincias Contbeis. </p><p>Orientador: Prof. Esp. Celso Luiz Souza de Oliveira </p><p>CAIC RN </p><p>2015 </p></li><li><p>Silva Neto, Jos Bento da. Fluxo de caixa : importante ferramenta gerencial para omicroempreendedor individual de Caic / Jos Bento da SilvaNeto. - Caic: UFRN, 2015. 50f: il.</p><p> Orientador : Celso Luiz Souza de Oliveira.</p><p> Monografia (Bacharel em Cincias Contbeis) UniversidadeFederal do Rio Grande do Norte. Centro de Ensino Superior doSerid - Campus Caic.</p><p> 1. MEI. 2. Fluxo de caixa. 3. Gerncia. I. Oliveira,Celso Luiz Souza de. II. Ttulo.</p><p>Catalogao da Publicao na FonteUniversidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN</p><p>Sistema de Bibliotecas - SISBI</p></li><li><p>2 </p><p>JOS BENTO DA SILVA NETO </p><p>FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA GERENCIAL </p><p>PARA O MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL DE CAIC. </p><p>Monografia apresentada ao Departamento de Cincias Exatas e Aplicadas do Centro de Ensino </p><p>Superior do Serid da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, para obteno do ttulo </p><p>de Bacharel em Cincias Contbeis. </p><p>BANCA EXAMINADORA </p><p>____________________________________________________ </p><p>Prof. Esp. Celso Luiz Souza de Oliveira - UFRN/CERES </p><p>Orientador </p><p>_______________________________________________________ </p><p>Prof. Me. Alex Sandro Macedo de Oliveira - UFRN/CERES </p><p>Examinador </p><p>________________________________________________________ </p><p>Prof. Esp. Ney Fernandes de Arajo - UFRN/CERES </p><p>Examinador </p></li><li><p>3 </p><p>A Deus por toda fora dada para sua </p><p>realizao. minha me e demais familiares, </p><p>que acredito ser a minha base para tudo. </p></li><li><p>4 </p><p>AGRADECIMENTOS </p><p>A entrada na faculdade foi uma porta que se abriu e trouxe alm de conhecimentos e </p><p>aprendizados outras riquezas essncias para minha formao profissional, social e acadmica. </p><p>Agradeo a Deus por toda f e fora para a concretizao deste trabalho, sendo sempre meu </p><p>guia e meu norte na obteno de meus objetivos. </p><p> minha me, Francisca Benta Filha, por ser sempre exemplo para tudo em minha vida, suas </p><p>batalhas e dificuldades enfrentadas sempre me motivaram a querer buscar o melhor pra ns </p><p>dois. Ela foi e sempre ser a merecedora, ou melhor, o verdadeiro motivo de minhas vitrias. </p><p>A todos os meus familiares, em especial a Nelson dos Santos e Josefa Nen pela criao e </p><p>educao dada ao longo de todos esses anos. </p><p>s minhas queridas e amadas irms: Francisca Nelsonete dos Santos, Maria Nelsimone dos </p><p>Santos e Vitoria Santos. Sempre ao meu lado independentemente da situao, me motivando e </p><p>mostrando sempre as opes mais corretas. Me faltam palavras pra definir o quo importante </p><p>so para mim. </p><p>A um grande amigo: Joo Paulo Lucena de Medeiros. Este desde o segundo perodo do curso </p><p>esteve comigo, sua experincia, pacincia e companhia foi de grande importncia para o meu </p><p>crescimento. Suas palavras de motivao apontando caminhos certos me levaram a lugares que </p><p>acreditaria nunca chegar. Obrigado por tudo. </p><p>Aos colegas de sala e em especial: Jsica, Mariana, Jayne, Talita, Tatiana, July, Las e Jayza. </p><p>Estas, hoje, muito mais que amigas, so pessoas que sei que poderei contar para o resto de </p><p>minha vida. </p><p>Aos amigos que durante esses anos entenderam minhas ausncias e que vibraro comigo minhas </p><p>conquistas. </p><p>A todos os professores que no decorrer destes cinco anos muito se esforaram para nos passar </p><p>todos os conhecimentos possveis, seus aprendizados hoje nos tornas contadores cientistas. Em </p><p>especial, quero agradecer a Celso Luiz Souza de Oliveira, meu professor orientador que muito </p><p>admiro desde o primeiro semestre de curso, seu talento e sua vontade de ensinar Contabilidade </p><p>sempre me motiva a gostar cada vez mais do curso, muito obrigado por toda ajuda para a </p><p>concluso deste trabalho. </p></li><li><p>5 </p><p>A contabilidade um antdoto sade </p><p>financeira de qualquer empresa, independente </p><p>do porte ou da formatao jurdica. </p><p> SCHNORR, P. W. </p></li><li><p>6 </p><p>RESUMO </p><p>O presente trabalho tem como tema a importncia do uso do fluxo de caixa na gerncia contbil </p><p>para as empresas optantes do sistema MEI. O objetivo identificar se essa ferramenta est </p><p>sendo utilizada na gerncia contbil destes gestores, auxiliando para fins decisrios na sua </p><p>empresa. Alm de perceber se estes costumam registrar suas entradas e sadas monetrias, a fim </p><p>de um maior controle dos seus gastos e ganhos e, ainda, verificar se conhece a ferramenta fluxo </p><p>de caixa e se encontra alguma dificuldade na sua elaborao. Para enfim, diagnosticar se o MEI </p><p>utiliza as informaes fornecidas por este mtodo na sua gerncia para a tomada de decises. </p><p>A necessidade de entender como o MEI se utiliza de tal ferramenta para gerir seu negcio foi </p><p>uma das motivaes da pesquisa. A metodologia utilizada foi de pesquisa bibliogrfica e o </p><p>mtodo de abordagem foi o indutivo e estudo de campo (monogrfico), mediante aplicao de </p><p>um questionrio, contendo treze perguntas, destinados a vinte e cinco microempreendedores </p><p>individuais. Atualmente, a Contabilidade um grande auxlio, tanto para seu controle interno, </p><p>quanto na orientao nas suas decises, logo, atravs de ferramentas, como o fluxo de caixa, </p><p>que a contabilidade gerencial propicia uma maior certeza na obteno dos resultados desejado. </p><p>Palavras-chave: MEI. Fluxo de caixa. Gerncia. </p></li><li><p>7 </p><p>ABSTRACT </p><p>This work has as its theme the importance of using the cash flow in the accounting management </p><p>for companies opting MEI system. The goal is to identify whether this tool is being used in the </p><p>accounting management of these managers, assisting for decision-making purposes in your </p><p>company. In addition to understand whether these usually register their receipts and </p><p>disbursements in order to better control of your spending and earnings, and also verify that </p><p>knows the cash flow tool and is some difficulty in its preparation. To finally diagnose the MEI </p><p>uses the information provided by this method in its management for decision making. The need </p><p>to understand how the MEI uses such a tool to manage his business was one of the motivations </p><p>of research. The methodology used was literature and the method of approach was inductive </p><p>and field study (monograph) by applying a questionnaire with thirteen questions intended to </p><p>twenty-five individual microentrepreneurs. Currently, Accounting is a great help for both its </p><p>internal control, as the guidance in their decisions, so is through tools such as cash flow, which </p><p>management accounting provides greater certainty in achieving the desired results. </p><p>Keywords: MEI. Cash flow. Management. </p><p>LISTA DE ILUSTRAES </p></li><li><p>8 </p><p>Figura 01 Contedo do Balano ............................................................................................ 25 </p><p>Figura 02 Demonstrao de Resultados ................................................................................ 26 </p><p>Figura 03 Fluxo de Caixa. ..................................................................................................... 29 </p></li><li><p>9 </p><p>LISTA DE GRFICOS </p><p>Grfico 01 Sexo ..................................................................................................................... 33 </p><p>Grfico 02 Idade .................................................................................................................... 34 </p><p>Grfico 03 Grau de escolaridade. .......................................................................................... 34 </p><p>Grfico 04 Satisfao ps-formalizao ................................................................................ 35 </p><p>Grfico 05 Possui funcionrio? ............................................................................................. 35 </p><p>Grfico 06 Sente dificuldades na gerncia? .......................................................................... 36 </p><p>Grfico 07 Todas as entradas e sadas monetrias so registradas? ...................................... 36 </p><p>Grfico 08 Conhece a ferramenta fluxo de caixa? ................................................................ 37 </p><p>Grfico 09 O fluxo de caixa realizado com frequncia? .................................................... 37 </p><p>Grfico 10 Tem dificuldades na elaborao da DFC? ........................................................... 38 </p><p>Grfico 11 Algum auxilia na elaborao da DFC? .............................................................. 39 </p><p>Grfico 12 Os dados gerados pela DFC so utilizados para tomada de decises? ................ 39 </p><p>Grfico 13 Acredita que o uso do fluxo de caixa facilita a gerncia empresarial? ............... 40 </p></li><li><p>10 </p><p>LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS </p><p>ABNT Associao Brasileira de Normas Tcnicas </p><p>BP Balano Patrimonial </p><p>CFC Conselho Federal de Contabilidade </p><p>COFINS Contribuio Para Financiamento da Seguridade Social </p><p>CPC Comit de Pronunciamentos Contbeis </p><p>CRC Conselho Regional de Contabilidade </p><p>CSLL Contribuio Social sobre o Lucro Lquido </p><p>CVM Comisso de Valores Mobilirios </p><p>DFC Demonstrativo Fluxo de Caixa </p><p>DRE Demonstrao do Resultado do Exerccio </p><p>EPP Empresa de Pequeno Porte </p><p>FASB Financial Accounting Standards Board </p><p>IASB Intenational Accounting Standard Board </p><p>IASC Intenational Accounting Standard Committee </p><p>Ibracon Instituto dos Auditores Independentes do Brasil </p><p>ICMS Imposto Sobre Circulao de Mercadorias e Servios </p><p>IFRS International Financial Reporting Standards </p><p>INSS Instituto Nacional do Seguro Social </p><p>IOSCO International Organization of Securities Commissions </p><p>IPI Imposto Sobre Produtos Industrializados </p><p>ISS Imposto Sobre Servios de Qualquer Natureza </p><p>Ltda. Sociedade Limitada </p><p>ME Microempresa </p><p>MEI Microempreendedor Individual </p><p>PIS Programa de Integrao Social </p><p>PME Pequena e Mdia Empresa </p><p>S.A Sociedade Annima </p><p>SEBRAE Servio Brasileiro de Apoio s Micro e Pequenas Empresas </p></li><li><p>11 </p><p>SUMRIO </p><p>1 INTRODUO ................................................................................................................. 122 </p><p>2 REFERENCIAL TERICO ............................................................................................ 155 </p><p>2.1 ORIGEM DA CONTABILIDADE. ................................................................................. 155 </p><p>2.2 HISTRIA E EVOLUO DA CONTABILIDADE. ...................................................... 16 </p><p>2.3 CONTABILIDADE E GERNCIA. ................................................................................ 188 </p><p>2.4 MEI (MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL) ......................................................... 200 </p><p>2.5 DEMONSTRATIVOS CONTBEIS PARA PEQUENOS NEGCIOS. ...................... 233 </p><p>2.6 FLUXO DE CAIXA. ........................................................................................................ 267 </p><p>3 METODOLOGIA .............................................................................................................. 300 </p><p>3.1 ABORDAGEM TERICO-METODOLGICO DA PESQUISA. ................................. 300 </p><p>3.2 O CONTEXTO DA PESQUISA: ESPAO E SUJEITOS DA INVESTIGAO ........ 311 </p><p>3.3 INSTRUMENTOS DE COLETA E SELEO DE DADOS ......................................... 311 </p><p>4 ANLISE E DISCUSSO DOS RESULTADOS .......................................................... 333 </p><p>4.1 PERFIL DO MEI. ............................................................................................................. 333 </p><p>4.2 MEI E O USO DA FERRAMENTA FLUXO DE CAIXA. ............................................ 366 </p><p>5 CONSIDERAES FINAIS ............................................................................................ 411 </p><p>REFERNCIAS ................................................................................................................... 433 </p><p>APNDICE </p></li><li><p>12 </p><p>1 INTRODUO </p><p>A Contabilidade, no passado era vista apenas como um sistema tributrio e escriturrio, </p><p>hoje, uma ferramenta de extrema importncia para o gerenciamento empresarial. Assim relata </p><p>Katsumi (2010), At a dcada de 70, esta cincia foi marcada pela forte influncia da legislao </p><p>tributria e, a partir de 1976, foi deixando essa finalidade fiscal em decorncia do grande </p><p>crescimento econmico da poca e da criao da CVM. Nesse atual contexto de dificuldades </p><p>enfrentadas, diante dos impactos da crise nos mercados financeiros, a informao contbil </p><p>torna-se de extrema importncia para o exerccio adequado da classe administrativa </p><p>empresarial. Para Atkinson et al. (2000, p. 37), a informao contbil gerencial um dos meios </p><p>primrios pelo qual gestores recebem feedback sobre seus desempenhos, capacitando-os a </p><p>aprenderem com o passado e melhorarem para o futuro. Com o Microempreendedor Individual </p><p>(MEI) no ocorre diferente, mesmo que o porte da empresa seja micro, importante conhecer </p><p>seus resultados. </p><p>A criao da Lei Complementar n 128/08 que alterou a Lei n 123/06 do Cdigo Civil, </p><p>possibilitou aos trabalhadores que permaneciam no mercado de modo informal a se legalizarem </p><p>e, ao mesmo tempo em que possibilitou a entrada desse tipo de empresrio no mercado formal, </p><p>criou limites para que o empreendedor pudesse permanecer usufruindo dos direitos e obrigaes </p><p>do MEI. Uma dessas obrigaes est relacionada a um limite de lucro bruto que o MEI no </p><p>poder ultrapassar durante o exerccio, se deseja continuar neste sistema tributrio. Em 2008 o </p><p>rendimento bruto anual no poderia ultrapassar a faixa dos 36 mil reis, e em 2012 esse valor </p><p>aumentou para 60 mil reais. </p><p>A cidade de Caic, localizada no interior do estado Rio Grande do Norte, at maro de </p><p>2015, contava com 1.817 MEIs, de acordo com o site Portal do Empreendedor. uma </p><p>quantidade pequena se comparada ao nmero total do estado que de 64.236, atingindo um </p><p>percentual apenas de 2,8%. Essa proporo muda quando comparada somente ao nmero de </p><p>empresas dessa cidade, que segundo o site Empresmetro (2015), no incio de abril, havia um </p><p>total de 4.623, levando em considerao todas as atividades. Logo, percebe-se que os MEIs </p><p>representam 39,3% do valor total de empresas situadas em Caic/RN. Nota-se, portanto, que </p><p>quase 40% das atividades comerciais esto ligadas a esse regime tributrio, com isso fica claro </p><p>a relevncia desse tipo de negcio. </p><p>Domingos (1995, p. 43-48) ressalta a importncia das pequenas empresas quando afirma </p><p>que em grande parte do mundo, a micro, pequenas e mdias empresas representam 90% dos </p><p>empreendimentos, contribuindo de forma expressiva na gerao de empregos e produtividade. </p></li><li><p>13 </p><p>Desta forma, as micro, pequenas e mdias empresas, destacam-se no cenrio socioeconmico </p><p>mundial. Em relao s dificuldades da permanncia no mercado, estima-se que </p><p>aproximadamente 80% de todos os novos empreendimentos no Brasil fecham suas portas nos </p><p>primeiros dois anos e muitos no chegam nem mesmo a comple...</p></li></ul>