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FOLHA DE ITAPETININGA Terça-feira 4 de dezembro de 2012 1 FOLHA DE IT FOLHA DE IT FOLHA DE IT FOLHA DE IT FOLHA DE IT APE APE APE APE APE TININGA TININGA TININGA TININGA TININGA ANO XLIll Nº 6.323 Diretora-Proprietária Benedita Rosely Salem Cerqueira E-mail: [email protected] homepage: www.folhadeitapetininga.com.br Itapetininga, terça-feira 4 de dezembro de 2012 Com Itapetininga e Região 44 Anos 44 Anos 44 Anos 44 Anos 44 Anos O número de ocorrênci- as registradas contra a mu- lher, em todo mundo, tem aumentado a cada dia. Pes- quisa divulgada pela Fun- dação Perseu Abramo, dão conta que no Brasil a cada 15 segundos uma mulher é agredida, tendo como prin- cipal agressor o próprio marido, companheiro ou mesmo um membro da fa- mília. Conforme os dados, o problema se intensifica se considerarmos que essas agressões vão além da físi- ca para outras formas de violência, como sexual, psicológica e moral. A fal- ta de informação e enten- dimento da Lei Maria da Penha fazem com que mui- tas mulheres tenham medo de denunciar o seu agres- sor, fazendo com que a vi- olência se agrave, se tor- nando freqüente E para conscientizar essas mulhe- res da importância de de- nunciar a violência por elas Prossegue em Itapetininga a campanha pelo fim da violência contra mulher sofrida foi criada mundial- mente, em 1991, a Campa- nha “16 dias de ativismo pelo fim da violência con- tra a mulher”. Em Itapetininga,com o tema "Violência doméstica, não pactue com essa covardia”, a campanha está sendo re- alizada pela Secretaria de Promoção Social, através da Coordenadoria da Mu- lher, do CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), do CRAS (Centro de Referên- cia de Assistência Social) e em parceria com o Con- selho Municipal dos Direi- tos da Mulher. A programa- ção prevê palestras sobre a Lei Maria da Penha nos se- guintes locais : dia 4, ás 6.30 h- UBS Genefredo Monteiro; 13h- UBS Vila Nova Itapetininga; dia 5 , às 6.30 h, na UBS Jardim Mesquita e dia 6, ás 8.30 h- PAS do Jardim Bela Vis- ta. No próximo dia 8, com início às 10 hs., na Rua Paulino Correia, nº 76, acontecerá o 3º Encontro dos Atiradores de Itapeti- ninga, turma de 1968. A comissão organiza- dora destaca na carta- convite esta mensagem aos colegas : “ Estimado Amigo, Paz ! Um bom livro ou um bom disco. momentos na vida em que a literatura e a boa música são excelentes companhias, mas nada substitui plenamente a presença de alguém tão querido e lembrado como você, que sabe estar pre- sente no momento ade- quado, e que exatamente por isso, é a melhor companhia com a qual podemos contar. Você é mesmo uma pessoa es- pecial e é por isso que nós nos sentimos felizes em desfrutar da sua amizade.Como diz o po- eta, se todas as pessoas que dizem amigas das outras fossem iguais a você, “ QUE MARAVI- LHA VIVER “. E, sendo você uma pessoa legal e um bom amigo,sempre foi aquele que a gente fez questão de estar junto.Por isso tudo, temos Como noticiamos na edição de sábado, faleceu na última 6ª feira,30, no Equador, onde resi- dia cerca de 15 anos , o Padre Antonio Carlos de Mei- ra, conhecido como Toninho, cujo corpo deveria chegar a Itapetininga entre a noite de ontem e a madrugada de hoje,quando seria definido o horário do sepultamento. O Padre Antonio Carlos de Meira nasceu em Itapetininga, onde foi ordenado em 1991, filho do casal Catarina-João Francisco de Meira, cuja famí- lia sempre residiu no Distrito Tupy, em nosso município. A família era participante ativa da igreja católica do Distrito. A cada dois anos o Pe.Toninho vinha a Itapetininga para visi- tar a família e amigos, sendo que em 2010 esteve em nossa cidade para um momento tris- te de sua vida,quando faleceu O comércio de Ita- petininga, desde ontem, dia 3, está funcionan- do em horário especi- al de Natal, com as lo- jas fechando às 22 horas.Aos sábados até às 18 horas. Este horá- rio especial vai até o dia 24, havendo clima de otimismo dentre os comerciantes, que es- peram vendas superio- res entre 15 e 20 % em relação ao movimento do ano anterior. No próximo dia 9,domingo, no Teatro do SESI , estará se apresentando a aplaudida Orquestra de Viola Caipira “Teddy Vieira”, de Itapetininga. O espetáculo é gratuito e todo público é convidado, com inicio às 19horas. CORPO DO PADRE TONINHO DEVE CHEGAR HOJE DO EQUADOR seu pai João Francisco de Mei- ra, mais conhecido por João Felicio. Na ocasião de tristeza e luto,o Pe.Toninho esteve por 10 dias em Itapetininga, participan- do do sepultamento de seu pai e celebrou a missa de 7º dia. Em 2011 esteve novamente no Brasil,permanecendo em férias por dois meses.Entre as suas visitas na cidade, ele jantou na residência do casal Adauto/ Márcia Cerqueira, esta que foi a sua primeira professora no Distrito Tupy e que participou de sua ordenação como Padre. À sua mãe Catarina e de- mais familiares, as manifesta- ções de pesar da Folha de Ita- petininga. Na foto, Márcia Cerqueira, primeira professora do Pe. To- ninho , Lucas Augusto,filho de Leila Assunção de Meira(Leila Corinthiana), Padre Toninho e Adauto. COMÉRCIO FUNCIONA EM HORÁRIO ESPECIAL DE NATAL 3º Encontro de Atiradores de 1968 a alegria de mais uma vez convidá-lo para participar do nosso 3º Encontro Anu- al dos Atiradores da clas- se do ano de 1968, que vem sendo preparado com carinho pela comissão or- ganizadora desse evento, cujos nomes encontram-se no rodapé do convite ane- xo. Confirmando: Realizaremos esse En- contro no próximo dia 8 de dezembro / 12 ( sábado). Gostaríamos de contar com a sua presença(Faça um Esforço),pois nossa vida assemelha-se como as grandes chuvas que, ao cessarem, escondem o cir- co da enxurrada num can- tinho do nosso peito.Nós temos no peito, enroscadas, todas as lembranças da nossa juventude. Na verda- de estamos precisando nos contatar mais para relem- brar tudo.As alegrias que sentimos precisam ser compartilhadas para que as lembranças não se apa- guem. Importante : Se possível nos retorne confirmando a sua pre- sença, através do telefone de um dos membros da comissão de preparação do evento que consta no rodapé do convite anexo. Aceitamos colaboração conforme opções abaixo: a) em dinheiro(valor espontâneo);b) 01 fardo de cerveja-lata; c) refrigerante 2 lts.(Coca-Cola/Guaraná). Lembramos que esta co- laboração não deve impe- dir que você venha rever velhos amigos,pois agindo assim estamos quebrando as barreiras do individu- alismo e vivendo a verda- d e i r a fraternidade.Itapetininga,Novembro/ 2012-Comissão Organiza- dora. Padre Edvilson lança o livro "O Sacrifício de Cristo" ORQUESTRA DE VIOLA CAIPIRA “TEDDY VIEIRA” DIA 9 NO SESI Pág 2

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  • FOLHA DE ITAPETININGA Tera-feira 4 de dezembro de 2012 pgina 1Edio n 6.323FOLHA DE ITFOLHA DE ITFOLHA DE ITFOLHA DE ITFOLHA DE ITAPEAPEAPEAPEAPETININGATININGATININGATININGATININGAANO XLIll N 6.323 Diretora-Proprietria Benedita Rosely Salem Cerqueira

    E-mail: [email protected]: www.folhadeitapetininga.com.brItapetininga, tera-feira 4 de dezembro de 2012 Com

    Itapetin

    inga

    e Regi

    o

    44 Anos

    44 Anos44 Anos

    44 Anos

    44 Anos

    O nmero de ocorrnci-as registradas contra a mu-lher, em todo mundo, temaumentado a cada dia. Pes-quisa divulgada pela Fun-dao Perseu Abramo, doconta que no Brasil a cada15 segundos uma mulher agredida, tendo como prin-cipal agressor o prpriomarido, companheiro oumesmo um membro da fa-mlia. Conforme os dados,o problema se intensifica seconsiderarmos que essasagresses vo alm da fsi-ca para outras formas deviolncia, como sexual,psicolgica e moral. A fal-ta de informao e enten-dimento da Lei Maria daPenha fazem com que mui-tas mulheres tenham medode denunciar o seu agres-sor, fazendo com que a vi-olncia se agrave, se tor-nando freqente E paraconscientizar essas mulhe-res da importncia de de-nunciar a violncia por elas

    Prossegue em Itapetininga a campanhapelo fim da violncia contra mulher

    sofrida foi criada mundial-mente, em 1991, a Campa-nha 16 dias de ativismopelo fim da violncia con-tra a mulher. EmItapetininga,com o tema"Violncia domstica, nopactue com essa covardia,a campanha est sendo re-alizada pela Secretaria dePromoo Social, atravsda Coordenadoria da Mu-lher, do CREAS (Centro deReferncia Especializadode Assistncia Social), doCRAS (Centro de Refern-cia de Assistncia Social)e em parceria com o Con-selho Municipal dos Direi-tos da Mulher. A programa-o prev palestras sobre aLei Maria da Penha nos se-guintes locais : dia 4, s6.30 h- UBS GenefredoMonteiro; 13h- UBS VilaNova Itapetininga; dia 5 ,s 6.30 h, na UBS JardimMesquita e dia 6, s 8.30h- PAS do Jardim Bela Vis-ta.

    No prximo dia 8, comincio s 10 hs., na RuaPaulino Correia, n 76,acontecer o 3 Encontrodos Atiradores de Itapeti-ninga, turma de 1968.

    A comisso organiza-dora destaca na carta-convite esta mensagemaos colegas : EstimadoAmigo, Paz ! Um bomlivro ou um bom disco.H momentos na vida emque a literatura e a boamsica so excelentescompanhias, mas nadasubstitui plenamente apresena de algum toquerido e lembrado comovoc, que sabe estar pre-sente no momento ade-quado, e que exatamentepor isso, a melhorcompanhia com a qualpodemos contar. Voc mesmo uma pessoa es-pecial e por isso quens nos sentimos felizesem desfrutar da suaamizade.Como diz o po-eta, se todas as pessoasque dizem amigas dasoutras fossem iguais avoc, QUE MARAVI-LHA VIVER . E, sendovoc uma pessoa legal eum bom amigo,semprefoi aquele que a gentefez questo de estarjunto.Por isso tudo, temos

    Como noticiamos na ediode sbado, faleceu na ltima 6feira,30, no Equador, onde resi-dia h cerca de 15 anos , oPadre Antonio Carlos de Mei-ra, conhecido como Toninho,cujo corpo deveria chegar aItapetininga entre a noite deontem e a madrugada dehoje,quando seria definido ohorrio do sepultamento.

    O Padre Antonio Carlos deMeira nasceu em Itapetininga,onde foi ordenado em 1991,filho do casal Catarina-JooFrancisco de Meira, cuja fam-lia sempre residiu no DistritoTupy, em nosso municpio. Afamlia era participante ativada igreja catlica do Distrito. Acada dois anos o Pe.Toninhovinha a Itapetininga para visi-tar a famlia e amigos, sendoque em 2010 esteve em nossacidade para um momento tris-te de sua vida,quando faleceu

    O comrcio de Ita-petininga, desde ontem,dia 3, est funcionan-do em horrio especi-al de Natal, com as lo-jas fechando s 22horas.Aos sbados ats 18 horas. Este hor-rio especial vai at odia 24, havendo climade otimismo dentre oscomerciantes, que es-peram vendas superio-res entre 15 e 20 % emrelao ao movimentodo ano anterior.

    No prximo dia 9,domingo, no Teatro do SESI , estar se apresentando a aplaudida Orquestra deViola Caipira Teddy Vieira, de Itapetininga. O espetculo gratuito e todo pblico convidado,com inicio s 19horas.

    CORPO DO PADRETONINHO DEVE CHEGAR

    HOJE DO EQUADOR

    seu pai Joo Francisco de Mei-ra, mais conhecido por JooFelicio. Na ocasio de tristeza eluto,o Pe.Toninho esteve por 10dias em Itapetininga, participan-do do sepultamento de seu paie celebrou a missa de 7 dia.Em 2011 esteve novamente noBrasil,permanecendo em friaspor dois meses.Entre as suasvisitas na cidade, ele jantou naresidncia do casal Adauto/Mrcia Cerqueira, esta que foia sua primeira professora noDistrito Tupy e que participoude sua ordenao como Padre.

    sua me Catarina e de-mais familiares, as manifesta-es de pesar da Folha de Ita-petininga.

    Na foto, Mrcia Cerqueira,primeira professora do Pe. To-ninho , Lucas Augusto,filho deLeila Assuno de Meira(LeilaCorinthiana), Padre Toninho eAdauto.

    COMRCIOJ FUNCIONAEM HORRIOESPECIAL DE

    NATAL

    3 Encontro de Atiradores de 1968a alegria de mais uma vezconvid-lo para participardo nosso 3 Encontro Anu-al dos Atiradores da clas-se do ano de 1968, quevem sendo preparado comcarinho pela comisso or-ganizadora desse evento,cujos nomes encontram-seno rodap do convite ane-xo.

    Confirmando:Realizaremos esse En-

    contro no prximo dia 8de dezembro / 12 ( sbado).Gostaramos de contar coma sua presena(Faa umEsforo),pois nossa vidaassemelha-se como asgrandes chuvas que, aocessarem, escondem o cir-co da enxurrada num can-tinho do nosso peito.Nstemos no peito, enroscadas,todas as lembranas danossa juventude. Na verda-de estamos precisando noscontatar mais para relem-brar tudo.As alegrias que

    sentimos precisam sercompartilhadas para queas lembranas no se apa-guem.

    Importante :Se possvel nos retorne

    confirmando a sua pre-sena, atravs do telefonede um dos membros dacomisso de preparaodo evento que consta norodap do convite anexo.Aceitamos colaboraoconforme opes abaixo: a)em dinheiro(valorespontneo);b) 01 fardo decerveja-lata; c) refrigerante2 lts.(Coca-Cola/Guaran).Lembramos que esta co-laborao no deve impe-dir que voc venha revervelhos amigos,pois agindoassim estamos quebrandoas barreiras do individu-alismo e vivendo a verda-d e i r afraternidade.Itapetininga,Novembro/2012-Comisso Organiza-dora.

    Padre Edvilson lana o livro"O Sacrifcio de Cristo"

    ORQUESTRA DE VIOLA CAIPIRATEDDY VIEIRA DIA 9 NO SESI

    Pg 2

  • FOLHA DE ITAPETININGA Tera-feira 4 de dezembro de 2012pgina 2 Edio n 6.323

    Natao & Fitness

    * Atividades : Natao - Hidroginsti-ca - Acqua Mix - Musculao* Programas : Bodypump - Power Jump - Bo-dycombat , DANA DE SALO / Y PILATES(pilates de solo) / Y RITMOS / ACQUA MIX

    Rua Benedito Leonel Ferreira, 71 / Tel: 3373-3535/3511-5174

    ColaboradoresAlberto Isaac, Carlos Jos de Oliveira, Cludio Souto , Darcy Pereira Pinto,

    Dirceu de Campos, Dr. Bastos, Dr. Jorge Paunovic, Joel Franco, Jos Raimundo Cor-reia, Manoel Silvrio, Marcos Cintra, Mauro M. Leonel, Maria do Carmo A. Franco,Waldomiro B. Carvalho.

    A redao nao se reponsabiliza pelos conceitos e artigos assinados.Fica esclarecido que os colaboradores com colunas assinadas no tem vnculoempregatcio com a Editora Folha de Itapetininga Ltda, exceto os que tiveremcontrato assinado com a mesma.

    Representante Exclusivo: So Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre,Belo Horizonte e Braslia.

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    Eis a questo bsicado livro e da soteriolo-gia crist. Deus Pai sealegrou com a tortura doFilho na cruz? Era ne-cessr io que o F i lhomorresse abandonado egritando de dor na mis-ria da cruz para que nos-

    sos pecados fossem can-celados? O livro mostraque a salvao no vemda violncia escandalo-sa da cruz. Mas sim doAMOR incondicional deJesus que vai at as lti-mas consequncias nacruz . Por tan to , o

    AMOR de Jesus quecancela nossos pecados.

    Abordagem a partirde Ren Girard e Ray-mund Sehwager

    O autor trabalha comdois pensadores moder-nos pouco conhecidos napesquisa teolgica brasi-leira, no sentido que ain-da se tem pouca literatu-ra sobre eles. Trata-se dofamoso an t roplogofranco-americano RenGirard e o telogo jesu-ta austraco RaymundSchwager. Ambos de-senvolveram a questoda violncia nas religi-es monotestas e, prin-cipalmente, o fenmenoda projeo das agressi-v idades , v io lncias esombras interiores sobreuma vtima em nome deDeus para sentir-se livredas mesmas.

    Pblico alvo:No um texto popu-

    lar. Trata-se de um textoteolgico com bases an-tropolgicas, dir igidopara pesquisadores deteologia, mas tambmpara os cristos leigosque gostam de estudar asrazes da f em Jesus

    Cristo Salvador. No fun-do, um livro de cate-quese doutrinal com hu-milde audcia de ajudara compreender o mist-rio da salvao realiza-da uma vez por todas nosangue de Cristo derra-mado na cruz.

    Onde encontrar:O livro uma publi-

    cao da editora Palavra& Prece, de So Paulo.A Editora o colocar nasl ivrar ias ca tl icas doBrasil.

    Em Itapetininga, po-der ser encontrado naParquia Nossa Senhoradas Estrelas e na Livra-ria da Cria Diocesana.

    Sobre o autor: EDVILSON DE GO-

    DOYDoutor em Teologia

    Dogmtica pela PUC-SP, professor de Teolo-gia na PUC-PR (Londri-na - 2010), Instituto JooPaulo II da ProvnciaEclesistica de Sorocabae ministra cursos paraleigos na Diocese de Ita-petininga. Professor detica na Associao deEnsino de Itapetininga e

    na Facu ldade San taBrbara de Tatu. De-senvolve pesquisa so-bre a relao entre an-tropologia e teologia apartir do pensamento deRen Girard e Ray-mund Schwager. Foiordenado sacerdote ca-tlico em 29 de janeirode 2000, e desde entoexerce trabalhos pasto-rais: vigrio paroquialda Parquia Nossa Se-

    Padre Edvilson lana o livro"O Sacrifcio de Cristo"

    nhora das Dores de Far-tura (2000-2001), procoda Parquia Nossa Se-nhora das Estrelas de Ita-petininga (2002-2007) eproco da Parquia Sa-grada Famlia de Tatudesde 2008.

    O lanamento ser nodia dia 5 de dezembro,quarta-feira s 20h, noClube Venncio Ayres emItapetininga. Contamoscom a presena de todos.

    Dois mdicos e sete empresri-os de Uberlndia, no TringuloMineiro, vo responder a processopor envolvimento num esquemafraudulento de implantao de mar-capassos mediante recebimento epagamento de propinas, que che-gavam a R$ 48 mil. Em outubro, oMinistrio Pblico Federal (MPF),por meio do procurador FredericoPellucci, apresentou denncias con-tra os dois mdicos, credenciadospelo Sistema nico de Sade(SUS). A Justia Federal de Uber-lndia acatou a denncia no come-o deste ms e na prxima semanaos acusados devem ser intimados

    Mdicos cobravam propina para implantar marcapassopara responder pelas acusaes decrimes de corrupo, peculato, fal-sidade ideolgica e formao dequadrilha.

    De acordo com a denncia, noperodo de 2003 a 2008, os mdi-cos E.E.K. e P.R.S.J. adquiriramdesfribiladores e realizaram im-plantes de marca-passos em nme-ros altamente desproporcionais aosdo restante do pas. Eles coloca-ram em risco a vida de muitos pa-cientes e causaram prejuzo aos co-fres pblicos. As investigaes aca-baram apontando para a existn-cia de um esquema que envolviaempresas fabricantes e revendedo-

    ras dos aparelhos, com o pagamen-to de propinas aos mdicos.

    Os acordos eram registradosinclusive em planilhas e relatrios,com os percentuais das comissesfixados entre 5% a 10% do valordos aparelhos. O pagamento eraefetuado mediante depsitos outransferncias bancrias em con-tas pessoais dos beneficirios. Emalguns casos, houve pagamento depropina em valores elevados. Se-gundo o MPF, para justificar nosmovimentos contbeis a sada dosrecursos, as empresas registravamos depsitos e transferncias ban-crias por meio da emisso de no-

    tas fiscais frias. Os mdicos, por suavez, nominavam as propinas de "es-tudos clnicos".

    As cirurgias de implante demarcapassos realizadas no Hospi-tal das Clnicas da UniversidadeFederal de Uberlndia (UFU) ti-nham por alvo pacientes do SUS,que acreditavam no diagnstico dosdois mdicos. Porm, eles centrali-zavam as cirurgias sem o comparti-lhamento de quaisquer opinies oude anuncias de outros mdicos car-diologistas. A denncia aponta que,em paralelo aos implantes realiza-dos, foi elaborado pelos mdicos umcomplexo sistema de colheita de as-sinaturas de outros cardiologistas, in-cluindo, em algumas vezes, a do pr-

    prio diretor do hospital. "Esse ex-pediente se dava para legitimar oimplante, como se as mais altasautoridades mdicas do HC tives-sem tido contato com o pacientee aprovado a medida adotada. En-tretanto, a prtica era outra, ape-nas formal e, mesmo com todasas a assinaturas, o controle da si-tuao residia apenas nas mosdos denunciados", explicou o pro-curador.

    ...CRM ANUNCIA INVES-TIGAO

    O Conselho Regional de Me-dicina de Minas Gerais (CRM-MG) anunciou que abrir sin-dicncia para apurar as denn-cias contra os profissionais deUberlndia. "Quando uma in-

    formao dessas vai para a m-dia ou protocolada no CRM-MG, a entidade obrigatria eimediatamente tem que apurar,com a certeza da iseno total,doa a quem doer", garantiu o pre-sidente do CRM, Joo BatistaGomes Soares. Ele explicou que,apesar de invasivo, o implantede marcapasso um procedi-mento considerado simples e orisco maior no a cirurgia, masa permanncia do aparelho nocorpo. "O corao tem compe-tncia para estabelecer seu pr-prio ritmo, e o que acontece nes-sas situaes que fica uma bri-ga entre o marcapasso e o prpriosistema fisiolgico do paciente",disse.

    EXTRAVIOA Igreja So Paulo Apostolo,

    localizada na Rua Mariana Fabi-ano Alves, 139 Jardim Paulista,no municpio de Itapetininga/SP,cadastrada no CNPJ sob o n02.724.569/0034-93, declara paraos devidos fins o extravio de 01Talo de Rifa de Ao Entre Ami-gos, com prmio de uma motoFYM 250 cc de cor preta, dos n0149/4850 ao 0100/4899, que sersorteado no dia 02/02/2013 pelaloteria federal, conforme Boletimde Ocorrncia n 156/2012.

    MAXIMO FERREIRA DACRUZ ME, com atividade desalo de cabeleireiros e tratamen-tos de beleza unisex, estabelecida Rua Jos Bonifacio, 435, Cen-tro, CEP 18.200-110, Itapetinin-ga SP, inscrita no CNPJ sob n.02.665.869/0001-53 e inscrioMunicipal sob n. 1-10.335.53.12,declara o EXTRAVIO DE 1 (UM) TALO DE NOTA DISCALDE SERVIOS, SRIE A den. 0501 a 0550, EM DUAS VIASTIPO TALONRIO, NO UTI-LIZADOS.

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    A empresa Adriana Lourenode Andrade Bar e Gramas ME, lo-calizada na Rua Alceu Correa deMoraes, 280 Vila Maca, no mu-nicpio de Itapetininga/SP, cadas-trada no CNPJ n 11.490.421/0001-24, Inscrio Estadual n371.252.566-117 Inscrio Muni-cipal n 27.581, declara para os de-vidos fins o extravio de Nota Fis-cal de Prestao de Servios dosnmeros 051 a 100 parcialmenteusados.

  • FOLHA DE ITAPETININGA Tera-feira 4 de dezembro de 2012 pgina 3Edio n 6.323

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    PolciaDiante da populao e

    familiares, 971 homens emulheres se formarampoliciais militares do Es-tado de So Paulo, namanh desta sexta-feira(30), em uma cerimniano Vale do Anhangaba,na Capital paulista, localque divide o centro velhoe o novo da cidade.

    O governador GeraldoAlckmin compareceu aoevento, prestigiou os for-mandos e falou sobre aimportncia do aumentono efetivo da Polcia Mi-litar para a segurana doscidados. Estamos todosunidos, So Paulo estcontra o crime 24 horas.Dedicao e muito traba-lho para garantir a segu-

    Cerimnia forma 971 soldados para a segurana de SPrana da nossa popula-o, disse.

    Os policiais que in-gressaram em 12 de de-zembro de 2011 na Esco-la Superior de Soldadosda PM esto aptos aopoliciamento ostensivo epreventivo das ruas. Osecretrio da SeguranaPblica, Fernando GrellaVieira, aconselhou osformandos sobre estanova misso. A missode vocs ser a de trans-mitir o que chamamos desensao de segurana, aforma mais eficaz demostrar a qualidade dotrabalho que esta sendooferecido pela polcia.

    O comandante geralda Polcia Militar, coro-

    nel Benedito Roberto Mei-ra, informou que os novossoldados de 2 classe tra-balharo inicialmente naOperao Vero, no litoral,onde provavelmente per-manecero at o Carnavalpara depois serem distri-budos para as diversasunidades da PM.

    Assim como o secret-rio, o comandante deixouo seu recado aos forman-dos. A partir do momen-to que vestirem a farda,que a considerem comouma tatuagem, como se elanunca mais sasse de seucorpo, falou.

    2.215 horas de estudoO curso de formao

    foi dividido em dois gran-des mdulos: o bsico, composto por 47 matri-

    as e unidades didticas, eo especializado, com 16matrias.

    Durante 2.215 horasde aulas, os policiaisaprenderam 63 discipli-nas, como Direitos Hu-manos, Direito Penal eMilitar, Psicologia, TiroDefensivo na Preserva-o da Vida Mtodo Gi-raldi, Aes de PolciaOstensiva, entre outras.

    Fernando Grella des-tacou a importncia dasdisciplinas para o traba-lho nas ruas. A Polcia,sempre que possvel,deve se antecipar e evi-tar o crime, est a a im-portncia de cada um co-locar em prtica o queaprendeu, lembrou.

    Os novos soldadostambm participaram deatividades extracurricula-res, como palestras e trei-namentos, alm de avali-aes. Todos receberamcomplementao do ensi-no terico durante o es-tgio, com durao de 60horas, sob superviso deprofessores do curso.

    A soldado Eliane Ri-beiro da Rocha, segundacolocada no curso, con-tou sobre a emoo de setornar policial depois das2.215 horas de estudos.Fico orgulhosa e muitocontente em poder repre-sentar a polcia feminina,o trabalho foi grande,ressaltou a formanda queestava acompanhada dos

    orgulhosos pai, me e ir-mo.

    ConcorrnciaO concurso da Polcia

    Militar foi aberto em2009. Aps passarempor todas as etapas doconcurso, que consistemem provas escritas, exa-mes fsicos e psicolgi-cos e processo de inves-tigao social, os classi-ficados tornaram-se ap-tos a participar do cursona Escola Superior deSoldados, no bairro dePirituba, na zona oesteda Capital.

    Para os formandos uma conquista enorme,foram 89 mil inscritos,se esto aqui por quefizeram por merecer, socompetentes e capazes,completou o comandan-te Meira.

    De acordo com o De-creto n 54.911, de 14 deoutubro de 2009, de re-conhecimento da LeiComplementar Estadual1.036/2008, todos oscursos da Polcia Militardo Estado de So Pauloso de nvel superior. Alei especfica para aPM, dadas as peculiari-dades da profisso, deacordo com a Lei de Di-retrizes de Base da Edu-cao Nacional (LDB).

    Com o reconheci-mento, o Centro de For-mao de Soldados "CelPM Eduardo Assump-o" passou a se chamarEscola Superior de Sol-

    dados "Cel PM EduardoAssumpo", e o Cursode Formao de SoldadosPM teve a denominaoalterada para Curso Supe-rior de Tcnico de Pol-cia Ostensiva e Preserva-o da Ordem Pblica.

    SalrioOs novos policiais ini-

    ciam a carreira como sol-dado de 2 classe, rece-bendo R$ 2.040,31 de sa-lrio inicial nas cidadescom mais de 500 mil ha-bitantes e R$ 1.855,31nas cidades com menosde 500 mil habitantes.

    Alm da remuneraoacima descrita, os polici-ais recebero R$ 497,60a ttulo de Adicional deInsalubridade, previsto naLei Complementar N432, de 18/12/1985 e noartigo 2 da Lei Comple-mentar N 776, de 23/12/1994.

    O Governo do Estadoanunciou um aumento de27,7% no salrio base depoliciais civis, militares ecientficos. O acrscimoproporcionado aos polici-ais foi incorporado emduas etapas, 15% em ju-lho de 2011 e 12,7% emagosto deste ano.

    Distribuio A distribuio do novo

    contingente feita pelaDiretoria de Pessoal daPM, de acordo com an-lise das necessidadesapresentadas pelas unida-des policiais em cada re-gio do Estado.

  • FOLHA DE ITAPETININGA Tera-feira 4 de dezembro de 2012pgina 4 Edio n 6.323

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    2013

    Estudo do Insti tutoBrasileiro de Geografiae Estatstica (IBGE), di-vulgado nesta quarta-feira (28), mostra que8,6% dos estudantes doensino mdio matricula-dos nas escolas da redepblica pertencem a fa-ml ias com renda percapita na faixa dos 20%mais ricos do pas. O n-dice maior que o do-bro da situao inversa:s 3,8% dos estudantesde famlias pobres estu-dam em escolas particu-lares. Na rede privada,52,3% dos estudantesper tencem fa ixa derenda mais rica.

    Os dados integram a"Sntese de indicadoressociais: uma anlise dascondies de vida dapopu lao b ra s i l e i r a2012", elaborada peloIBGE. A base de dadosdo estudo foi a Pesqui-sa Nacional por Amos-t r a de Domic l i o s(Pnad ) , r e f e r en t e a2011.

    Ensino mdio pblico tem 8,6%de estudantes de famlias ricas

    A sntese dividiu apopulao em cinco fai-xas de renda per capita.De acordo com os da-dos, no ensino mdio darede pblica a distribui-o parecida nas qua-tro faixas de renda maisbaixas: 22,4% na pri-meira; 26,7% na segun-da; 23,1% na terceira;19,2% na quarta, e 8,6%na quinta, das famliasmais ricas. A rede pbli-ca rene 87% dos estu-dantes matriculados noensino fundamental e noensino mdio.

    Na rede particular doensino mdio, 3,8% soda primeira faixa, dosmais pobres; 7,5% per-tencem a famlias da se-gunda faixa; 13,4% es-to na faixa intermedi-ria; 22% na quarta, e53,2% dos estudantesesto na quinta, a faixadas famlias mais ricas.A rede particular atende13% do total de estu-dantes matriculados noensino fundamental e no

    ensino mdio.Da part icular para a

    pblicaO bom desempenho de

    estudantes de escolas p-blicas federais, tcnicas emi l i t a r e s em examescomo o Enem e vestibu-lares tambm atrai fam-lias com melhor condiofinanceira. H cerca dedois anos , a es tudanteAna Luiza de Deus Men-dona, de 17 anos, trocouum colgio particular daRegio Nordeste de BeloHorizonte pelo CentroFederal de Educao Tec-nolgica de Minas Gerais(Cefe t -MG), onde , se-gundo ela, encontrou ummelhor preparo para a"vida adulta", com o cur-so tcnico de edificaes.

    Para Ana Luiza, falta-va "alguma coisa" no co-lgio em que estudava."Era muito dependente.No dependia s de mimpara as coisas acontece-rem. Tinha sempre umaterceira pessoa para ascoisas acontecerem nocolgio. Se tivesse algu-ma reclamao, s a mi-nha fala no servia. E euacho que assim em todocolgio particular", disse.

    A estudante do 2 anodo ensino mdio contouque, do outro colgio, fi-cou somente a saudadedas amigas. "Eu tenhotudo aqui, s ir atrs."

    Para e la , a pr imeiraimpresso do Cefet foi"um choque". " comple-t amen te d i f e r en t e . Aspessoas, a mistura daspessoas. Cada uma dasminhas amigas mora emuma cidade. Todo mundomuito diferente , o queacrescenta muito. Se co-nhece gen t e de t udoquanto jeito. E o ensi-no bem puxado. Achoque eu cresci mais aqui.Estou mais bem prepara-da para o mundo", afir-

    mou a estudante.VestibulinhoRassa Simonetti de

    Oliveira, de 18 anos, quemora no bairro Jardimdos Comerc i r ios , naRegio de Venda Nova,em Belo Horizonte, estfinalizando o 3 ano doensino mdio no ColgioMilitar de Belo Horizon-te e um exemplo de de-dicao aos estudos. Fi-lha de professores, a jo-vem tem mdia 9,5 pon-tos em todas as 11 ma-trias que cursou nesteano.

    Mesmo tendo condi-es financeiras e estan-do em escola particular,Rassa, por escolha pr-pria, preferiu ir para ocolgio pblico e fez oconcurso seletivo paraingressar na instituio.Ela disse que j conhe-cia o colgio porque airm j estudava nele.

    Pa ra conqu i s t a r avaga, Rassa fez um ex-tensivo de maro a de-zembro e, alm do Col-gio Militar, conseguiupassar no Centro Fede-ral de Educao Tecno-lgica de Minas Gerais(Cefet-MG) e no Col-gio Tcnico da Univer-sidade Federal de MinasGerais (Coltec-UFMG).

    E tanta dedicao aosestudos j rende resulta-dos jovem. Em 2011,quando cursava o 2 ano,ela conseguiu as melho-res notas da classe e, porcausa disso, conquistouo ttulo de coronel-alu-na, uma espcie de pa-tente para valorizar e re-conhecer o esforo dosalunos.

    Para a me de Rassa,Ana Maria Simonetti deOliveira, de 45 anos, aseleo para entrar no

    colgio, a rigidez e adiscipl ina cobradasa judam a mante r aqualidade do ensino."A formao dos pro-fessores e a qualifica-o deles contribuemcomo um todo paramanter a estrutura docolgio", opinou AnaMaria.

    'Quero que meu fi-lho brinque mais'

    No ensino funda-menta l , tambm darede pb l i ca , 38%dos estudantes tm amenor faixa de rendafamiliar; 28,3% estona s egunda f a ixa ;18,2% esto na faixaintermedir ia ; 11%esto na quarta faixa;e 4,5% dos estudan-tes so de famlias ri-cas.

    A analista de mdi-as sociais Dbora Do-mingues, de 30 anos,diz ter todas as con-dies de pagar umaboa escola particularpara o filho Joo Pe-dro, de 4 anos. No en-tanto, ela matriculouo menino na EscolaMun ic ipa l Manue lBandeira, em Fran-c i s co Mora to , naGrande So Pau lo ,onde mora. "Escolapaga faz muita distin-o de a lunos , temcomputador para cri-ana pequena e ensi-nam coisas prpriaspara aquela faixa so-cial. Se a criana vaibrincar com um ami-go que no est emescola paga acha es-tranho", avalia.

    Dbora d i z quees t gos t ando docomportamento do fi-lho na pr-escola p-b l ica e que poder

    man t - lo no co l g ioquando Joo Pedro come-ar o ensino fundamen-ta l . "Acho impor tan teque ele possa ter contatocom as crianas mais ca-rentes, brincar no chocom giz de cera, e no tertantas obrigaes e hor-r ios . Vejo c r ianas dequatro a seis anos que pa-recem adolescentes."

    No ensino fundamen-tal, de acordo com a pes-quisa, a maioria dos alu-nos da rede par t icularest entre os mais ricos.A distribuio, segundo oes tudo, ass im: 6 ,4%ent re os ma i s pobres ;13,3% na segunda faixa;16% na faixa intermedi-ria; 21,7% na quarta fai-xa; e 42,6% entre os maisricos.

    DesigualdadeDe acordo com dados

    do Programa Internacio-nal de Avaliao de Alu-nos (Pisa), o Brasil umdos 26 pases analisadoscom maior desigualdadede desempenho entre oensino pblico e o priva-do, ficando atrs apenasdo Catar, Quirguisto ePanam. As diferenas nacondio socioeconmi-ca dos alunos so os prin-cipais determinantes davariao de desempenho,segundo o levantamento.

    A desigualdade entreos alunos dependendo darede de ensino cursadaaparece tambm nos re-sultados do Indce de De-senvolvimento da Educa-o Bsica (Ideb) 2011.O Ideb, para as redes p-blica e particular, respec-t ivamente , teve as se-guintes notas: 4,7 e 6,5nos anos iniciais do en-sino fundamental; 3,9 e6,0 nos anos finais do en-sino fundamental; e 3,4 e

    5,7 no ensino mdio.

  • FOLHA DE ITAPETININGA Tera-feira 4 de dezembro de 2012 pgina 5Edio n 6.323

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    O Norte brasileiro aregio com menores ndi-ces de sensao de segu-rana do pas, onde maisde 50% das pessoas nose sentem seguras em suacidade e quase 30% se di-zem inseguras em seuprprio domiclio, segun-do dados da Sntese deIndicadores Sociais2012, divulgados nestaquarta-feira (28) peloInstituto Brasileiro deGeografia e Estatstica(IBGE). O estudo apontaque ndices do Nordestee Sudeste tambm estoabaixo da mdia nacio-nal.

    O IBGE utiliza dadosda Pesquisa Nacional porAmostra de Domiclios(Pnad 2009) referentes aotema Vitimizao e Jus-tia para mostrar um re-trato da populao brasi-leira em 2012. Segundoa Pnad, mais de 20% daspessoas no se sentiamseguras em seus domic-lios.

    Sensao de seguran-a maior em reas ru-rais em relao aos cen-tros urbanos em todas as

    Norte lidera sensao deinsegurana no pas, segundo IBGE

    regies.No pas, 67,1% das

    pessoas sentiam-se segu-ram em seus bairros e78,6% em seus domicli-os. Segundo o estudo, "asensao de seguranaparece aumentar medi-da que nos aproximamosdas pessoas e ruas conhe-cidas, prximas aos domi-clios".

    A sensao de segu-rana maior nas reasrurais do que nas urbanas,em todos os casos. Nasreas rurais, diz o IBGE,o percentual de sensaode segurana no domic-lio e no bairro alto. "Tal-vez pela maioria dos do-miclios nessas reas se-rem do tipo casa, habita-dos por famlias conheci-das e, muitas vezes, mem-bros de uma mesma fam-lia estendida", segundooinstituto.

    A Regio Sul ultrapas-sou os 80% da populaoque se sente segura noprprio domiclio e tam-bm a que mostrou osmaiores resultados paraos bairros (72,6%) e cida-des (60,5%). O Piau

    apresentou o maior per-centual de sensao desegurana para os domi-clios (85,4%) e os bair-ros (80,5%). Tocantins onde as pessoas se sen-tem mais seguras em suascidades (71,8%).

    Par lidera inseguran-a

    Na Regio Norte, asensao de segurananas cidades est abaixode 50%. Nordeste e Su-deste tambm apresenta-ram resultados inferiores mdia nacional, de52,8%. O Par registrouos percentuais mais bai-xos nas trs categorias:domiclios (64,8%), bair-ros (49%) e cidades(36,9%).

    Priscila, 32 anos, quemora em Belm, diz queno dorme direito desdeque sofreu um assalto noltimo sbado. "Estava ti-rando o carro da garagemquando percebi que o ba-gageiro estava aberto. Jna rua, parei o carro e fuifechar o bagageiro. Nes-se momento, chegaramdois homens armados, demoto, e anunciaram o as-

    salto", relata. "Puxaram omeu cordo, pegaram mi-nha bolsa, meu celular emeu relgio novinho, queeu tinha ganhado h trsdias de presente do meumarido."

    Quando saio de casa asensao que eu tenho que todo mundo que seaproxima de mim vai meassaltar, j fico com o co-rao acelerado"

    Ela diz que havia sofri-do outro assalto em agos-to. "Eu, minha me e o na-morado dela estvamosindo para um casamentoe antes paramos em umafarmcia na Avenida Na-zar, esquina com Gene-ralssimo Deodoro. Trshomens armados nosabordaram levaram nos-sos celulares e o carro.Chamamos a polcia, emeia hora depois o carrofoi encontrado na pontedo Barreiro, mas os apa-relhos nunca foram en-contrados."

    "Quando saio de casa asensao que eu tenho que todo mundo que seaproxima de mim vai meassaltar, j fico com o co-

    rao acelerado. Estoupensando em procurarauxlio de um psiclo-go", afirma ela.

    Na Pnad, a RegioNorte registrou os maio-res percentuais de pesso-as de 10 anos ou mais deidade vtimas dos crimesde tentativa de roubo oufurto (7%) e de roubo(5,6%). Na Regio Cen-tro-Oeste, o crime de fur-to atingiu maior propor-o (5,5%).

    Para o pesquisador doNcleo de Altos EstudosAmaznicos (NAEA) daUniversidade Federal doPar, Ayala Colares, asensao de violnciasentida pelos moradoresde Belm provocadapelo trfico de drogas.

    "Hoje, Belm exercepapel central no narcotr-fico", avalia. "De queforma o trfico torna acidade violenta? Atravsde acertos de contas. Ospequenos furtos tambmso praticados por pesso-as viciadas em drogas,que querem manter o v-cio. Em nvel nacional, sepercebe que o trfico a

    origem da violncia",completa.

    Segundo dados de2009 do Ministrio daJustia, as maiores taxasde homicdio estavam emAlagoas e Esprito Santo,mas o Par tinha um dosmaiores ndices de latro-cnios, perdendo apenaspara o Amap.

    Ainda de acordo coma Pnad, a sensao de se-gurana muito maiorentre a populao que sediz parda do que daquelaque se diz negra. A maiordiferena est na RegioNorte, onde 71,6% da po-pulao parda diz se sen-tir segura em sua cidade,contra 4,9% da negra. NoSudeste, esses percentuaisso, respectivamente, de34,6% e 8%; e no Sul, de17,6% e 3,5%.

    "A sociedade aindano possui sensao detranquilidade suficientepara ser chamada de se-gura, comprometendoento a liberdade de loco-moo, integridade, entreoutros aspectos", concluio estudo.

    O Banco Central injetouliquidez no mercado de cm-bio logo cedo nesta segunda-feira e conseguiu estancar adisparada do dlar. Aps amoeda norte-americana co-mear a sesso acima do pa-tamar de R$ 2,13 no balco,a autoridade monetria inter-veio com dois leiles deswap cambial - equivalente venda de dlar no mercadofuturo. Tendo em vista queeste o terceiro leilo deswap cambial realizado apso dlar atingir ou ultrapassarR$ 2,12, alguns agentes domercado passaram a apostarem um teto informal do d-lar alm desse patamar. s13h50, a moeda recuava0,38%, cotada a R$ 2,119.

    Alm de ter adicionadoautomaticamente US$ 1,5bilho por no ter liquidadoo vencimento remanescentenesse montante em swapcambial reverso que vence-ria nesta segunda-feira o BCfez dois leiles, nos quaisvendeu um total de cerca de

    Banco Central injeta liquidez e estanca alta do dlarUS$ 2,086 bilhes.

    Com esses dois leiles, aautoridade monetria liquidouantecipadamente o prximovencimento de cerca de US$1,8 bilho em swap reversopara 2 de janeiro de 2013. Pa-ralelamente, tirou o dlar vista de uma mxima de R$2,1350 (+0,38%) na aberturapara uma mnima de R$2,0970 (-1,41%), registradaaps o segundo leilo dirio.J no mercado futuro, o ven-cimento de dlar para janeirode 2013 saiu de uma mximade R$ 2,1490 (+0,12%) parauma mnima de R$ 2,1060 (-1,89%).

    O Banco Central est cien-te de que, no ltimo ms doano, h aumento de demandapor dlar para hedge corpora-tivo e para remessas de lucrose dividendos ao exterior, porisso, injetou liquidez logo naabertura, disse um operador deum banco.

    Para o economista SidneiNehme, da NGO Corretora, asintervenes desta segunda-

    feira deixam claro que o BCno quer que o dlar se dis-tancie muito dos R$ 2,10."Preocupado com o impactoda variao do dlar sobre ainflao e com o crescimentoeconmico fraco do Pas esteano, o BC est cauteloso",afirmou. Nehme avalia que oBC deve calibrar a dose dealta do dlar, j que um au-mento abrupto da moeda tam-bm pode prejudicar uma par-cela da indstria que importainsumos e equipamentos.Desse modo, o economistaavalia que a evoluo do d-lar deve ser gradual e cuida-dosa.

    Outros profissionais decmbio consultados pela AEavaliaram que o novo teto in-formal do dlar no seria maisnem os R$ 2,10 nem os R$2,12, mas poderia ir alm des-ses nveis de preo.

    Um experiente operadorde cmbio de uma corretoradisse que h espao para odlar buscar valores mais al-tos. "O BC pode querer come-

    ar 2013 com um cmbio aci-ma de R$ 2,10, em razo docrescimento fraco", avaliou. Aatuao do BC hoje visou darliquidez aos investidores quebuscam proteo e apostam emum dlar mais alto no curto emdio prazo, observou a fon-te.

    O analista Ricardo Setton,operador de mesa de cmbiodo Banrisul, em Porto Alegre,concorda que os leiles deswap cambial consolidam umteto informal do dlar em pa-tamar mais elevado. "O mer-cado vinha trabalhando com

    uma banda informal de cm-bio entre R$ 2,02 e R$ 2,05,subiu para R$ 2,05 a R$ 2,10e, agora, elevou essa faixa deoscilao de R$ 2,07 a R$2,13", comentou, estimandoque o mercado no deve dei-xar o dlar cair abaixo de R$2,09. No mdio prazo, pos-svel um teto informal maislargo, dependendo do ritmode crescimento do PIB doquarto trimestre e do compor-tamento da inflao no Pas,avaliou. "O tamanho do PIBdo quarto trimestre deve daruma definio para o novo

    teto informal da moeda norte-americana", prev Setton.

    Pelo comportamento re-cente do Banco Central, se-gundo o operador Joo Paulode Gracia Corra, da Corre-parti Corretora, de Curitiba, onovo teto informal do dlarpode ser um pouco mais alto,perto de R$ 2,15. "O BC querevitar movimento exageradosno cmbio e parece estar in-dicando que busca um novoteto de forma gradual, demodo a estimular o crescimen-to do Pas, mas sem compro-meter o controle da inflao.

  • FOLHA DE ITAPETININGA Tera-feira 4 de dezembro de 2012pgina 6 Edio n 6.323

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    Folha nos EsportesFonte: Uol Esporte

    O So Paulo anunciouna tarde desta segunda-feira no Twitter que os in-gressos para a final da Sul-Americana contra o Tigre,na quarta-feira da semanaque vem, no Morumbi, es-to esgotados.

    "TODOS os ingressosforam vendidos online,no haver venda nas bi-lheterias! #FinalnoMo-rumbi, escreveu a asses-

    So Paulo anuncia que ingressos para afinal da Sul-Americana esto esgotados

    soria do So Paulo noTwitter oficial do clube.

    O torcedor do So Pau-lo encontrou muitas difi-culdades para comprar in-gressos para o segundojogo da final da Copa Sul-Americana contra o Tigre,no dia 12, no estdio doMorumbi. Segundo relatode diversos so-paulinosnas redes sociais, o site daempresa Total Acesso, res-

    ponsvel pela comerciali-zao das entradas, deuinformaes erradas e nopermitiu a compra.

    Pelo perfil oficial noTwitter, o So Paulo ex-plicou que estava traba-lhando com a empresaresponsvel para que asvendas sejam normaliza-das o quanto antes pelos i t ewww.totalacesso.com.br".

    De acordo com ranking inter-nacional de clubes divulgado nes-ta segunda-feira pela FederaoInternacional de Histria e Esta-tstica do Futebol (IFFHS, na si-gla em ingls), o Corinthians omelhor time brasileiro. A equipe,que sequer aparecia entre as 25melhores ao fim do ano passado,encostou no Real Madrid e aoitava da lista. O Barcelona lide-ra.

    Melhor time brasileiro doano passado, o Santos caiu daoitava para a 15 colocao. Ou-tros clubes do pas que aparecemna lista dos 100 melhores so oFluminense, 16; o So Paulo,36; o Grmio, 48; o Vasco, 52;o Internacional, 56; o Flamen-go, 92; e o Palmeiras, 99.

    O Barcelona, lder com 345pontos, depende apenas de seusresultados para terminar na lide-rana da lista pelo segundo anoseguido. A equipe pode ser ultra-passada apenas por Atltico deMadrid, vice-lder com 298 pon-tos, e pelo Chelsea, que est em

    O So Paulo trata Casemi-ro como trunfo no mercado embusca de trocas por outros jo-gadores. No entanto, a empol-gante atuao na vitria dosreservas do time por 3 a 1 con-tra o arquirrival, Corinthians,domingo, no Pacaembu, pelaltima rodada do Brasileiro,faz o clube rever a situao dovolante, e trabalhar com a pos-sibilidade de permanncia.

    O desejo de negociar Ca-semiro ainda existe, mas a pa-lavra de Ney Franco ser con-siderada. O treinador j recla-mou da falta de empenho dovolante nos treinamentos aosdirigentes, mas a com a boaatuao diante do Corinthians,admitiu que pode rever a situ-ao.

    Conforme esperado,o Vasco acertou nestasegunda-feira a contra-tao de Ren Simespara ser o novo diretorexecutivo de futebol doclube . O prof iss ionalser apresentado duran-te entrevista coletiva namanh da prxima ter-a-feira, em So Janu-rio. Ex-diretor das cate-gorias de base do SoPau lo , S imes chegapara comandar o depar-tamento ao lado do di-re tor tcnico RicardoGomes.

    O impasse em rela-o ao salrio foi con-tornado pelo presidenteRoberto Dinamite. Ini-cialmente, Ren Simespediu R$ 250 mil men-sais. Porm, o acordofoi fechado com venci-mentos no valor de R$120 mil. O ex-tcnicoera um sonho do manda-trio desde que assumiuo comando do Giganteda Colina. Aps algu-mas tentativas, o acertofoi sacramentado.

    Vitria contra o Corinthianseleva moral de Casemiro e faz

    Ney Franco rever situao

    O Casemiro est no gru-po, e pode at ser usado nessesdois jogos finais (Sul-Ameri-cana). Ele est crescendo, algo que precisa ser considera-do. Tudo que aconteceu contrao Corinthians o que eu espe-rava desse jogador. Vamos ana-lisar todas as situaes, disseNey Franco.

    Com contrato at 2016,Casemiro visto pela diretoriado So Paulo como moeda de

    troca, e j teve o nome en-volvido nas negociaes como Cruzeiro para a contrataode Montillo.

    No estou sabendo denada, no sei dizer se fico, ouno. S o que peo aqui tran-quilidade para poder traba-lhar, destacou o jogador.

    O Casemiro passou porum momento de acomodaomuito grande no clube. Aco-modou muito, no treinavabem durante a semana, e issofoi falado a ele. Agora, aospoucos, o desempenho tcni-co est crescendo, comentouNey Franco.

    O jogador revelado nascategorias de base do clubedesabafou aps deixar o cam-po no Pacaembu, e chorou aocomentar sobre situaes queo deixam chateados.

    No sou mascarado, efico muito irritado quando mechamam assim. As pessoasme confundem, pois no con-vivem comigo. No sou umapessoa ruim, disse Casemi-ro no contendo s lgrimas.

    Aqui dentro do So Pau-lo eu conheo pessoas que meajudam. Eu tenho o Juvenal(Juvncio, presidente do clu-be) como um pai para mim.Vocs no tm ideia das pala-vras que ele me passa. umcara que me liga, me d con-fiana, complementou.

    Vasco acerta com RenSimes e apresenta novo diretor

    executivo hojeProcurado pela re-

    portagem do UOL Es-porte, Ren Simes pre-feriu no se pronunciarsobre o caso. "No te-nho autorizao para fa-lar nada. O que o Vascodisse? Confie no seu fe-eling", disse. Ao se des-pedir, desejou um "atamanh" em relao aoencontro com os jorna-listas durante a entre-vista coletiva de apre-sentao.

    Quando f a l e i doRen Simes no foi ap r ime i r a vez . Fo ramduas ou trs vezes quea bola bateu na trave eno entrou. Isso no normal. Quando ele es-tava no So Paulo, con-versei com o presidenteJuvena l sob re i s so .Agora existe novamen-te essa possibilidade. Jconversamos duas ve-zes e vamos falar nova-mente para buscar essaso luo . Ex i s t e umagrande possibilidade deele ser anunciado nasprximas horas, afir-

    mou Roberto Dinamite Rdio Globo durante oltimo domingo.

    Daniel Freitas, atualdiretor de futebol, podeser demitido ou realoca-do na funo de geren-te . Porm, a pr imeiraopo vem ganhandofora, j que o dirigenterecebeu aumento no in-cio do ano e teria um sa-lrio acima dos padrespara o novo cargo. Apso anncio de Dinamite,o elenco ser reformula-do com o auxlio do di-re tor tcnico RicardoGomes.

    Outro nome que jest certo para trabalharno Vasco em 2013 o deCristiano Koehler, atualdiretor geral do Grmioe responsvel pelo pro-jeto da nova arena doclube gucho. Ele ser opresidente remunera-do do Cruzmaltino eresponsvel por toda a re-estruturao econmicado clube. Koehler traba-lhou entre 2010 e inciode 2011 em So Janurio.

    Corinthians encosta no RealMadrid e aparece entre os lderes

    de ranking mundial de clubesquarto com 263 pontos e aindadisputa o Mundial Interclubesdeste ano.

    O terceiro colocado na clas-sificao o Boca Juniors, quesoma 284 pontos.

    Confira os dez melhores clu-bes do mundo segundo lista daIFFHS:

    1 - Barcelona (ESP) - 345pontos

    2 - Atltico de Madri (ESP)- 298 pontos

    3 - Boca Juniors (ARG) -

    284 pontos 4 - Chelsea (ING) - 263 pon-

    tos 5 - Bayern Munique (ALE)

    - 260 pontos 6 - Universidad de Chile

    (CHI) - 259,5 pontos 7 - Real Madrid (ESP) - 257

    pontos 8 - Corinthians (BRA) - 240

    pontos 9 - Athletic Bilbao (ESP) -

    226 pontos 10 - Lyon (FRA) - 224 pon-

    tos

  • FOLHA DE ITAPETININGA Tera-feira 4 de dezembro de 2012 pgina 7Edio n 6.323

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    No perodo analisa-do, 7 produtos apresen-taram variao positivae 13 sofreram queda.Arroz e carne suna soos destaques da alta.Tomate, laranja e sojaapresentaram as maio-res baixas.

    De acordo com le-vantamento realizadopelo Instituto de Eco-nomia Agrcola (IEA-Apta) da Secretaria deAgricultura e Abasteci-mento de So Paulo, oIqPR ndice Quadris-semanal de Preos Re-cebidos pela Agropecu-ria Paulista registrouqueda de 2,45% na ter-ceira quadrissemana deNovembro. a quartaquadrissemana conse-cutiva que o ndice apa-rece negativo, com atendncia de queda au-mentando, puxada pe-los produtos de origemvegetal. Os produtosque registraram as mai-ores altas foram: carnesuna (6,93%) e arroz(4,77%).

    No caso da carne su-na, o aumento nos vo-lumes de cevados, dire-cionados ao mercadointernacional, via ex-portao, reduziu a

    O levantamento de inteno deplantio para os sete principais pro-dutos no plantio das guas (algo-do, amendoim, arroz, batata, fei-jo, milho e soja) projeta um au-mento de rea ocupada em 5,2%,comparativamente ao ano anteri-or, totalizando 1,37 milho de hec-tares, tendo como destaque oacrscimo da rea de soja e mi-lho.

    O primeiro levantamento paraa safra agrcola 2012/13, que in-dica a provvel rea a ser planta-da pelos agricultores, foi realiza-do de 1 a 22 de setembro pelo Ins-tituto de Economia Agrcola (IEA/Apta) e pela Coordenadoria deAssistncia Tcnica Integral(CATI), rgos da Secretaria deAgricultura do Estado de So Pau-lo. Os dados foram obtidos pelomtodo subjetivo, a partir das in-formaes fornecidas pelos tcni-cos das Casas de Agricultura emcada um dos 645 municpios pau-listas, informam Jos Alberto An-gelo, Ana Maria Montragio Piresde Camargo, Carlos Roberto Fer-reira Bueno, Denise Viani Caser,Felipe Pires de Camargo, MrioPires de Almeida Olivette e VeraLcia Ferraz dos Santos Francis-co, pesquisadores do IEA.

    O levantamento a ser realiza-do no campo em novembro de2012, referente ao ano agrcola2012/13, dever caracterizar me-lhor o quadro da agricultura pau-lista, com as primeiras informa-es de produo e produtividadepara essas culturas.

    LEVANTAMENTO PARACULTURAS AINDA EM FASEDE ENCERRAMENTO

    A safra paulista de laranja estestimada em 363,9milhes de cai-xas de 40,8 kg, volume 5,4% in-ferior ao obtido no ano anterior.O fenmeno pode ser creditadoaos fatores climticos, como a bai-xa precipitao na poca do pe-gamento, o que reduziu a quanti-dade de frutos por planta da pri-meira florada. Outro motivo bas-tante significativo a maior inci-

    IqPR fecha em queda pela quartaquadrissemana consecutiva

    competio no mercadointerno e melhorou ospreos recebidos pelossuinocultores.

    Estoque de arroz in-suficiente para atendera demanda motivou oreajuste dos preos doproduto do campo aoconsumidor final. Asintervenes da Conableiloando estoques dearroz ainda no reequi-libraram os preos nomercado nacional.

    Os produtos queapresentaram as maio-res quedas de preosnesta quadrissemanaforam: tomate paramesa (21,97%), laranjapara indstria(14,18%), batata(12,40%), soja(9,23%), laranja paramesa (8,98%) e bananananica (6,88%), afir-mam os pesquisadoresLuis Henrique Perez,Danton Leonel de Ca-margo Bini, Eder Pinat-ti e Jos Alberto Ange-lo.

    A produo de toma-te em So Paulo voltou normalidade aps asvariaes climticasatpicas ocorridas esteano, estabilizando ospreos caram. Da mes-

    ma forma, a produtivi-dade da batata voltou aonormal, melhorando aoferta e levando con-sequente queda nos pre-os.

    Para a soja, a divulga-o de valores maiorespara a safra norte-ame-ricana do produto peloUSDA/USA, alm daexpectativa da boa pro-duo no mercado inter-no influenciaram a redu-o das cotaes.

    A queda nos preosda laranja para indstriapode ser atribuda aofato dos custos da co-lheita terem sido assu-midos pelos comprado-res e colheita de vari-edades menos valoriza-das. A laranja para mesateve seu preo reduzidoem funo do aumentoda oferta de frutas con-correntes.

    Segundo os pesquisa-dores, a elevao datemperatura e a maiorocorrncia de chuvascomeam a acelerar aformao dos cachos debanana e a aumentar aoferta. Por outro lado,comea tambm a au-mentar a oferta de fru-tas concorrentes dandoincio a ciclo de preosdeclinantes.

    IEA divulga as Estimativas das Safras Agrcolasdo Estado de So Paulo, Ano Agrcola 2012/13

    dncia de doenas que vm aco-metendo os pomares, como apinta-preta, o cancro ctrico e ogreening, provocados tanto pe-los fatores climticos ocorridosno incio de 2012 como pela fal-ta de investimento nos tratosculturais. A expectativa dos ci-tricultores para essa safra quan-to produtividade mdia porhectare ligeiramente superior(735 caixas de 40,8kg por hec-tare) ao ano safra anterior, quefoi de 732 caixas de 40,8kg porhectare.

    Para cana-de-acar, a pre-viso do volume a ser produzi-do de 419,6 milhes de tone-ladas, o que representa um cres-cimento de 3,4% em relao safra anterior, com produtivida-de esperada de 78,8 t/ha, (+2,3%). Em relao rea totalcultivada, a expanso da cultu-ra deve crescer 2,5%, enquantopara a rea para corte o aumen-to previsto de 1,0%. Apesardos nmeros atuais serem posi-tivos na comparao com a sa-fra 2010/11, o ritmo de cresci-mento menor quando compa-rados as safras dos anos de 2001a 2010.

    LEVANTAMENTO FINALSAFRA 2011/12

    Na pesquisa efetuada em se-tembro foram tambm obtidosalguns nmeros finais para a sa-fra agrcola 2011/12. Os dados daestimativa de feijo de inverno(excluindo o irrigado) apontampara incremento de 2,9% na reaplantada, mas perdas de 14,2% naproduo obtida, por conta damenor produtividade da terra de16,6%. Para a cultura irrigadahouve ganhos de rea (5,8%), deproduo (1,4%) e tambm per-das na produtividade (4,2%).

    A rea plantada com milhosafrinha ficou em 301,8 mil hec-tares, 8,4% maior que a obtidana safra passada. O volume pro-duzido nesta safra agrcola de22,6 milhes sc.60kg (ou 1,354milhes/t) foi 71,4% maior ao

    de 2010/11, devido ao recorde deprodutividade de 4.487 kg/ha.Esse bom resultado da safra atu-al pode ser explicado pela boaconduo da lavoura e pelas ad-versidades climticas enfrentadasno ano passado com estiagem noincio do plantio, geada na fasede florescimento e granao.

    Para a soja safrinha, os nme-ros finais apontaram crescimen-to de 36,5% na rea totalizando11,3 mil hectares e de 30,8% naproduo (473,0 mil sacas de 60kg), em relao safra anterior.Em virtude da expanso das re-as de milho e soja, houve dimi-nuio do cultivo de trigo na sa-fra 2011/12 em comparao coma safra anterior. Registraram-sequedas de 31,0% na rea e de18,5% na produo, porm o ren-dimento foi superior em 18,1%.Situao semelhante se deu a cul-tura de triticale, com decrscimosde 11,4% na rea, 2,8% na pro-duo e acrscimos de 9,7% norendimento.

    A estimativa final de produ-o de caf no Estado de SoPaulo 2011/12, indicou que acolheita tenha alcanado 5,356milhes de sacas de 60kg bene-ficiado, representando incremen-to de 36,72% frente a safra ante-rior. Tambm, foi constatado au-mento de 2,18% na quantidadecolhida inclusive frente ao penl-timo levantamento subjetivo desetembro de 2012, revelando ogrande potencial produtivo daslavouras paulistas. O estmulopropiciado pela elevao nas co-taes ocorrido no segundo se-mestre de 2011 fez avanar oplantio de novas reas que totali-zou nesse levantamento final16.893,66ha cultivados, signifi-cando incremento de 6,29% fren-te ao levantamento final de 2010/11. Os nmeros contabilizadosconfirmam tendncia j observa-da de recomposio da cafeicul-tura paulista em patamar de mai-or eficincia tcnico-produtiva ede qualidade.

  • FOLHA DE ITAPETININGA Tera-feira 4 de dezembro de 2012pgina 8 Edio n 6.323

    Silas Gehring CardosoAjori - 033

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    SETOR DO BRANCOPARA QUEM USA

    BRANCO NO DIA A DIA

    Silas Gehring Cardoso redator chefe dos jornaisFolha de Itapetininga eTribuna Popular e presi-dente da AJORI Associa-o dos Jornalistas e Ra-dialistas da Regio de Ita-petininga.

    comum no inciodo expediente do jor-nal, logo pela manh,surgir telefonemacom a famosa pergun-ta: "Por que no saiuaquela minha matria?" Ou ento aquelecomentrio "surra-do": "Por que a foto-grafia de fulano saiumaior que a de sicra-no" ? "Ou ainda:"Porque deram tantodestaque para tal as-sunto e no para ou-tro ?"

    Se de um lado issodemonstra desconhe-cimento do que ocor-re dentro de um jor-nal, com os imprevis-tos, com os problemasde espao na hora dofechamento, e como

    Informao e conscientizaocom discernimento

    e sentimento

    outras tantas questes;de outro evidenciaminteresse pelas matri-as e pelos comentrios.Demonstra que o leitorquer participar. E nstemos a obrigao decompreender isso.

    O jornal sempreuma porta voz da co-munidade. Para tantomesmo, ele precisa sa-ber ouvir. Obviamente,isso no significa se

    intimidar. Por issomesmo, quanto maisforte for um jornal,maiores probabilida-des ter de ser inde-pendente. Poder darcontinuidade sua li-nha de trabalho, comserenidade, bom sen-so e um correto graude avaliao.

    A imprensa precisater discernimento,mas tambm precisater sentimento. Preci-sa ter a capacidade desensibilizar-se com osproblemas das pesso-as. Foi-se o tempo emque prevalecia aque-la viso de que a im-prensa precisa sersempre "do contra" eachar defeito em tudoe todos. Ou que o jor-nalista no pode fazeramizades para preser-var a imparcialidade.A viso hoje outra. preciso, sim, procu-rar separar o joio dotrigo. Mas, com dis-cernimento, bom sen-so e sentimento.

    Dr. Bastos AJORI 372

    CALEIDOSCPIO 848 - DR. BASTOS

    O CRISTO DESFIGURADO

    J h alguns anos acon-teceu um fato do qual noposso me esquecer athoje.

    Era Sexta Feira da Pai-xo. Dia de Meditao ebons propsitos, de umexame de conscincia pararedescobrir quo imperfei-tos somos.

    Feriado, fiquei em casao dia todo. Pedintes batiam porta repetidamente: lis-tas de pedidos para paga-mento de gua, luz, gs esempre a alegao da maisabsoluta falta de trabalho (o que uma realidade). Umdos suplicantes tenta co-mover-me ( at que conse-guiu) com a ameaa de que,se as coisas continuaremassim iria matar-se.

    A tarde acompanhavaeu o Sermo das Sete Pa-lavras, quando a campai-nha tocou, insistente, atagressiva. S eu estava emcasa. Levantei-me de mvontade ( a campainha in-siste) e fui atender; era umgaroto meu conhecido quefrequentemente vinha ofe-recer limes fora de tempoe assim, de m qualidade.Desta vez estava acompa-nhado de uma menina deaproximadamente cincoanos

    ---Quer comprar li-mes? Custa um real opacote.

    Os limes estavam ps-simos e como mercadoriapara ser negociada, no va-liam nada.

    Passei um real meni-na que se adiantou ofere-cendo o pacotinho e rece-bendo o dinheiro.

    Recusei receber a mer-cadoria e comecei uma la-dainha falando:

    ---No est certo trazera menina; ela vai aprenderque pedir o meio maissimples de se ganhar a vida( se j se perdeu o respeitohumano),...ela to peque-nina.... A veio a respostacontundente, inesquecvel,marcante:

    ---Seu Bastos, ns noestamos pedindo. Estamostrabalhando. Queremosque o senhor compre os li-mes, no estamos pedin-

    do dinheiro. Se o senhorno quiser comprar os li-mes a gente devolve oseu dinheiro.

    Fiquei atnito e pensei:que adiante ouvir o Ser-mo das Sete Palavras seo Cristo desfigurado este minha frente e eu no oreconheci?

    Esqueci que, se somosfilhos do mesmo Pai, so-mos todos irmos. Fiqueimuito sentido.

    Como posso ser feliz/se ao pobre meu irmo/ euneguei meu corao/ emeus braos eu cruzei?

    Eu realmente humilheio garoto. Ele jamais enten-deria que estava errado tra-zer a menina de cinco anospara bater de porta emporta. No que lhe restavade brio, considerava umtrabalho vender limes,mesmo que representas-sem mercadoria sem valorpara os compradores. Cer-tamente a fome rondava asua casa. Eu comera ba-calhau ao almoo. Fiqueimal, com um enorme pesode conscincia e orei:

    Pequei, Senhor. Peoperdo e ajuda para noreincidir. Que eu ame aomeu prximo como o Se-nhor nos amou.

    Prof. Dirceu Campos - AJORI 440

    No ltimo dia cinco denovembro a minha queri-da Itapetininga completouseus 242 anos, comemora-dos com festas e um gran-dioso desfile cvico, quecontou com a participaodo Tiro de Guerra, PolciaMilitar e muitas entidadesdesta e de cidades vizi-nhas. Eu, com muita ale-gria, acompanhei a Para-da emocionado e mergu-lhei no passado distante,quando as datas cvicaseram comemoradas commais patriotismo, com aparticipao do 5 BC, dosEscoteiros, fanfarras, esco-las, atletas, clubes esporti-vos e muitas outras se fa-ziam presentes,marchandopelas ruas, atraindo a aten-o da populao nas cal-adas, aplaudindo, prestigi-ando a caminhada cvica,que iniciava na Av.PeixotoGomide, seguia pelas RuasCampos Sales,JulioPrestes,Quintino Bocaivae Cel.Afonso, adentrandono estdio daA.A.Itapetininga e se en-cerrava com eloqentesdiscursos das autoridades.

    Foi minha primeira par-

    AINDA SOBRE AS PARADAS CVICASticipao num desfilecvico.Hoje, com o rostobanhado de lgrimas, cor-rodo pela dor no coraoda saudade,quando aindapequenino,mesmo de pou-ca idade, era escoteiro dosaudoso Seu Mimi, deuniforme de brim amare-lo, cala curta, leno ver-melho no pescoo, quepena cabea,cinturo pretode fivela banhada a ouro,com as inscries Sem-pre Alerta, que pendiao cantil, de pesada mochi-la nas costas e,ainda, car-regando o basto. Com otoque da fanfarra, os es-coteiros puxavam o desfi-le na frente das tropas do5 BC,sediado em nossacidade. Assim marchavamsob os olhares de admi-rao do grandepblico,onde muitos combandeirinha verde-amare-la assistia o evento, de-monstrando o grau de pa-triotismo. Eram muitos na-quele mundo diferente,onde a beleza moral faziaparte dos costumes daque-la gente modesta. Lembro-me muito bem do ano de1944, nessa primeira par-

    ticipao numa parada c-vica que marcou em muitoa minha vida.Ainda mevejo junto com os esco-teiros comandados peloChefe Mimi que, orgu-lhoso, de voz aguda, davaa ordem de comando, queera obedecida.

    Sou muito feliz erealizado,pois quando cri-ana vim residir nestagrande cidade, ter tido oprivilgio de ser escoteirodo Seu Mimi, servido noTiro de Guerra(militar pelomenos uma vez na vida) eaqui passei pelos bancosescolares.

    Nesta querida terra,abenoada por Deus, ber-o de grandes homenscomo o dr.JulioPrestes,Jos Ozi e muitosque ajudaram a escrever anossa histria. Orgulho-mede ser itapetiningano e dopovo hospitaleiro desta ci-dade.

    Obrigado povo de Itape-tininga por ter um dia,nopassado, ter me recebido debraos abertos !

    Obrigado !

    terca_1a4terca_5a8

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