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GENTE GENTE FOLHA DA www.folhadagente.com.br ANO 1 - Nº 12 - Grande Florianópolis - 14 a 20 de outubro de 2009 Supermercado não é obrigado a colocar preço nos produtos. Boca no trombone Terrenos são depósitos de lixo em Barreiros. Bando denunciado por fraudar INSS. Pescado vendido com excesso de gelo. Página 2 Página 4 Página 4 Página 7 Editorial A Casan vai mandar tudo para o mar? Página 2 Social Sucesso o show de Victor e Léo. Página 11 Coluna do Manezinho Cesar Laus Simas Viagem do governador – fofocas nos bastidores. Página 5 Ilustre desconhecido Haroldo, da arte do cabelo à arte dos palcos. Página 12 Cutucadas do Arthur Política com muita pimenta. Parisotto e Celesc – tudo no ventilador. Página 3 Página 4 Oportunidades de emprego. Página 10 Sertão do Maruim é bom exemplo de trabalho e de- dicação. Página 6 Página 3 Página 3 Marcondes sai do governo. Página 3 Nova regra para o projeto “Minha Casa, Minha Vida”. Página 10 PEC dos Cartórios: vai rolar a nossa grana Super Sarney e seu super salário Priscila Silva de Oliveira Página 12 Foto: Divulgação OktoberFest Foto: Secom A renúncia de LHS será em abril

Folha da Gente 12

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Semanário que circula na Grande Florianópolis

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  • GENTEGENTEFOLHADA

    www.folhadagente.com.br ANO 1 - N 12 - Grande Florianpolis - 14 a 20 de outubro de 2009

    Supermercado no obrigado a colocar preo nos produtos.

    Boca no tromboneTerrenos so depsitos de lixo em Barreiros.

    Bando denunciado por fraudar INSS.

    Pescado vendido com excesso de gelo.

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    EditorialA Casan vai mandar tudo para o mar?

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    SocialSucesso o show de Victor e Lo.

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    Coluna do ManezinhoCesar Laus SimasViagem do governador fofocas nos bastidores.

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    Ilustre desconhecido

    Haroldo, da arte do cabelo arte dos palcos.

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    Cutucadas do ArthurPoltica com muita pimenta.Parisotto e Celesc tudo no ventilador.

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    Oportunidades de emprego.

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    Serto do Maruim bom exemplo de trabalho e de-dicao.

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    Marcondes sai do governo.Pgina 3

    Nova regra para o projeto Minha Casa, Minha Vida.

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    PEC dos Cartrios: vai rolar a nossa grana

    Super Sarney e seu super salrio

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    A renncia de LHS ser em abril

  • FOLHA DA GENTE 14 a 20 de outubro de 20092

    Editorial

    Opinio

    Expediente

    A m da Casan vai pro alto marParece que depois de soltar a m no centro da cidade a Casan resolveu jog-la em alto mar. Espera-se que a obra do emissrio seja feita com os rigores que uma obra deste porte requer. Afinal, se houver algum vazamento a m vai dar, literalmente, nas nossas praias. A opo da estatal pelo sistema de emissrios, tubulao submarina que lana esgoto em alto mar, foi feita aps a apresentao de estudos da Universidade do Vale do Itaja (Univali) ter apontado que este o mtodo mais eficiente e barato para se livrar do esgoto que circula dentro da Ilha de Santa Catarina. O modelo de saneamento apresentado Capital prev a instalao de dois emis-srios, um no bairro dos Ingleses, para atender todos os moradores do Norte da Ilha, e outro no bairro do Campeche, que coletaria e lanaria o esgoto produzido no Sul da Ilha e no Centro da cidade. Estudos vo ser contratados junto a Univali para, depois, partir para a construo dos emissrios. O emissrio do Campeche deve custar cerca de R$ 45 milhes, com uma extenso total de 7,5 quilmetros., sendo quatro quilmetros subterrneos, ligando a estao do Rio Tavares ao mar, e outros 3,5 quilmetros mar a dentro, para lanamento da m l em alto mar. O emissrio do Norte da ilha deve custar mais ou menos mesmos valores. Vamos esperar a verba para se livrar da m chegar para depois soltar os foguetes.

    Boca no Trombone

    Diretor-editor: Pedro Fernandes da Silva

    Jornalista Responsvel: Jos Nascimento Jorn. Prof. - 6321/32/RS

    Tiragem: 5.000 exemplares

    Redao: [email protected]

    Telefones Redao e Comercial: (48) 3028-6410 Os artigos assinados no refletem necessariamente as opinies do Folha da Gente, e so de inteira responsabilidade de seus res-pectivos autores.

    Servidores aracndeos Entre os vegetais e animais h predadores perigosssimos que se alimentam dos incautos que caem em suas armadilhas sofisticadas e imperceptveis. Um desses seres a aranha, que, cuidadosamente, tece sua teia e fica aguardan-do alguma vtima que passe por ali e fique presa nas amarras indefensveis, transformando-se em alimento.Assim tambm h pessoas cuja mente tortuosa facilmente elabora planos sinis-tros de explorao dos semelhantes nas mnimas oportunidades que lhe apare-am de contato permanente ou fortuito.Gente desse tipo, quando ingressa no servio pblico, transforma-se em ver-dadeiro ponto de estrangulamento no atendimento ao pblico. Pensa imediata-mente no quanto cada solicitante pode lhe trazer de lucro moral ou financeiro e muitas vezes consegue benefcios em seu favor ou de terceiros da sua estima s custas de uma atuao que deveria ser espontnea e de boa-vontade porque recebe remunerao justamente para prestar trabalho aos cidados.Tanto no Executivo, quanto no Legislativo e Judicirio h servidores com esse tipo de perfil, muitos chefes e muitos subalternos.Atravs de exames psicotcnicos bem elaborados nos casos em que tal se permite por ocasio da seleo - seria fcil detectar a mentalidade mercenria e espoliadora de vrios candidatos e impedir seu ingresso.No servio pblico no se pode admitir segundas intenes, m-f, m-vontade e falta de sinceridade e de presteza.Com o passar do tempo, aos poucos vai-se adotando um padro de integridade moral mais elevada.Uma das melhores maneiras de se obrigar conduta mental adequada exigir de todos os servidores do mais ao menos graduado a prestao permanente de contas.No se pode permitir a utilizao de cargo pblico para algum auferir vanta-gens pessoais.Na prtica rarssimo algum ser processado por crime dessa natureza, mas comum acontecerem fatos caracterizadores.Nosso estilo brasileiro do deixa disso faz com que fiquem impunes os servi-dores dos 3 Poderes useiros e vezeiros nesse tipo de desonestidade funcional.Um servio pblico que merea o qualificativo de excelente deve congregar servidores do melhor nvel de boa-vontade espontnea.Mais importante do que os mritos intelectuais deve-se averiguar se no esta-mos diante de um servidor aracndeo.

    Por Luiz Guilherme Marques,

    juiz de Direito da 2 Vara Cvel de Juiz de Fora (MG).

    Apesar de existirem vrias cam-panhas para que a populao seja parceira das administra-es municipais com relao ao lixo, ainda assim muitas pesso-as insensveis, mal educadas, despreparadas para o convvio em sociedade, fazem de conta que no ouvem e simplesmente ignoram os pedidos e colocam os seus lixos em locais inade-quados.Muitas no podem ver um terre-no baldio que passam a trans-form-los em verdadeiros lixes dentro de seus bairros. So li-xos domsticos como resduos de comidas entre outros e lixos pesados como sofs, mesas cadeiras, televisores, compu-tadores, vasos sanitrios e v-rios outros que so jogados em qualquer canto.Quando perguntado aos mora-dores prximos a esses locais percebe-se que todos afirmam que jamais fariam aquilo e que so pessoas de outras locais que vem e depositam seus lixos nesses espaos ociosos. lamentvel que isso venha a ocorrer, pois as pessoas no se do conta do perigo que isso trs para todos. E o pior a inoperncia das prefeituras que no atuam com uma fiscaliza-o adequada e que realmente se faa cumprir a lei e puna os responsveis. Como difcil a identificao de quem comete esse ato de vandalismo a prefei-tura deveria punir os propriet-rios dos locais onde esses lixos so depositados, pois se isso ocorrer eles sero os primeiros a tomarem as providncias cab-veis para evitar que isso volte a ocorrer.

    Terrenos baldios de Barreiros viram verdadeiros depsitos de lixo

    J denunciamos e mostramos ima-gens de lixos em terrenos da praia dos Ingleses, do norte da Ilha, at os municpio de Palhoa, So Jos e Biguau. E as nossas autoridades

    esto fazendo o que? As fotos desta edio mostram um pouco do lixo em terrenos baldios das ruas Santo Antonio e Nossa Senhora Apareci-da, em Barreiros, So Jos.

    Inicia no prximo sbado, 17 de outubro, o horrio brasi-leiro de vero. Ento, no es-quea, quando for meia noite de sbado adiante seu relgio em uma hora.

  • FOLHA DA GENTE14 a 20 de outubro de 2009 3

    Geral

    Cutucadas do Arthur [email protected] Arthur Jnior

    Parisotto e a Celesc O empresrio colocou tudo

    no ventilador

    Palavras de Parisotto: A Celesc est em situao crtica. A gesto precisa ser melhorada. gerida de maneira medocre nos ltimos anos. Cada diretoria tem dono. Os diretores no se falam, no se en-tendem. So laranjas polticos, ou indicaes por acordos feitos l atrs. Fedeu. Quem vai averiguar tudo isso? O povo quer respostas urgentemente.

    Agora real : PMDB e PT estaro juntos nas eleies

    de 2010. Ser?

    Como ficar o palanque em Santa Catarina? A, a, a, a. A cpula do PMDB decidiu oficiali-zar o apoio ministra Dilma Rous-seff na disputa pela Presidncia da Repblica. A nica condio de que um peemedebista seja o vice. Nessa semana haver uma reunio que definir tudo isso. Lula se reunir com os lderes dos dois partidos e fechar o pr-compro-misso. Os peemedebistas ainda no falam em nomes, mas Michel Temer cotado para vice. E agora Luiz Henrique?

    Durma com essa msica Andrea Bocelli: 4 milhes

    O leitor Nelson Rolim de Moura, de Florianpolis, reclama da falta de incentivo a cultura local. Eis seu email: Arthur, quando at o em-presrio Fernando Marcondes de Mattos, de reconhecida proximi-dade com o Luiz Henrique, deixa a presidncia do Conselho Estadual de Turismo, porque a coisa est feia. Tambm pudera. Transferir R$ 4 milhes para um espetculo do tenor italiano Andrea Bocelli um despautrio contra a cultura local. Nelson, t certo, tem que ficar de olho, tem que gritar, o nosso di-nheiro indo pelo ralo... Enquanto isso nossa cultura, nossa educa-o, nossa segurana, nossa sa-de so deixadas de lado. Valeu o email, Nelson.

    11 anos sem reposio sala-rial, policiais jogam duro

    Clima nada bom deixa a seguran-a de Florianpolis cada dia mais preocupante. Agora os policias, que h 11 anos no recebem repo-sio salarial, foram protestar de uma forma que chamou a ateno de todos. Cheios de adesivos 11 anos sem reposio, delegados tentaram a transferncia de 26 de-tentos da Central de Polcia para a Central de Triagem da Trindade. A ao foi estancada pelo Deap (Departamento de Administrao Penal) e os presos ficaram mais de oito presos dentro das viaturas. Ato poltico ou no, a populao ficou apavorada. Representantes dos delegados conversaram com o governador LHS e esperamos uma soluo breve. Segurana um direito do cidado, ou no? Se-

    gurana no para fazer campa-nha para deputado, n Benedet? Enfim, quem realmente sofre a comunidade.

    Agentes da Polcia Federal podem parar

    Clima muito pesado entre os agen-tes da Polcia Federal. Uma faixa na Superintendncia da PF d o tom de tanta reclamao: Chefe medocre e parcial no combina com polcia inteligente. Fora diretor geral da PF Sindicato dos poli-ciais de Santa Catarina.A coisa t preta. O sindicato alega que 40% dos policias foram apro-vados no concurso de 2004 para a categoria nvel 2, no estado, mas quando foram contratados foram rebaixados para o nvel 3. O que o sindicato quer que ocorra um reenquadramento. Se isso no acontecer as paralisaes podem virar greve, sinaliza o Sindicato.

    O povo pergunta sobre a insalubridade na Alesc

    Dorcelino dos Santos, de So Jos, por email, pergunta para o presidente da Assembleia Legis-lativa de Santa Catarina, Jorginho Mello (PSDB):Quando comeou a ser paga a gratificao por insalubridade in-devida?Quem autorizou tal pagamento?Quais os valores pagos?Com a palavra o presidente Jorginho.

    Palavras do governador LHS

    So duas construes: um palan-que nico para o presidente Jos Serra e um palanque nico no es-tado para os candidatos da trplice aliana.E se o PMDB ficar bem juntinho com o PT l em cima, governador? Vai faltar palanque, vai faltar prego, vai faltar martelo. Como vai acabar tudo isso.

    Palavras do prefeito de Flo-rianpolis, Drio Berger

    Existe uma unanimidade no par-tido em torno do lanamento de candidatura ao governo. Vim na reunio para mostrar apio ao Eduardo Pinho Moreira e fortalecer sua candidatura.Pavan? Moreira? Colombo? Kleinbing? Algum vai sobrar. E da como fica?

    PP A procura de um caminho

    Somente com unio interna, com apoio irrestrito de todas as cor-rentes ao candidato escolhido, s assim o PP poder chegar a algum lugar. O partido precisa buscar alianas slidas, sair da redoma que ficou nas ltimas eleies. Ningum ganhar as eleies de 2010 sozinho. fato. histrico. O PP representa a oposio mais coerente em Santa Catarina, mas precisa se organizar internamente, seja qual for seu candidato. Sua bandeira j existe.

    Michel Temer e Jos Sarney so beneficiados com salrios extras, mas quem respeita o teto?

    poderoso mesmo este Sar-ney. Depois de sair ileso do caso atos secretos, a impren-sa nacional divulga o seu super salrio, chamados de salrios duplex (acima do teto constitu-cional de R$ 25,7 mil por causa do acmulo da aposentadoria e dos vencimentos at que a lei que permitiu o benefcio seja regulamentada). O presi-dente da Cmara, Michel Temer (PMDB-SP), tambm beneficia-

    do, saiu defendendo a manu-teno destes salrios. Temer recebe o tal duplex porque ex-procurador do Estado de So Paulo e afirmou a prtica mais comum do que se imagina e atinge at 15 mil servidores. J Sarney argumentou que preciso definir se o desconto do que ultrapassar o teto ser feito pelo estado ou pela unio. Acho que essa uma questo que tem ser resolvida, est de-cidida, mas precisa de uma re-gulamentao. Sarney bene-ficirio direto da medida porque recebe mensalmente ao menos R$ 52 mil dos cofres pblicos.

    Super Sarney - acima do teto, acima de todos

    O Tribunal de Contas da Unio (TCU) em resposta enviada Cmara, deu respaldo para que deputados continuem ga-nhando salrios acima do teto. A Cmara contestou deciso anterior do tribunal que tentou barrar os altos vencimentos.Na contestao a Cmara de-fendeu que no tinha como cumprir o teto, j que no h nenhuma regulamentao nes-se sentido. Tudo isso lembra a famosa frase que corre nos cor-redores de Braslia no ile-gal, mas imoral. Mas, quem est preocupado com a tica e a moralidade? Quem?

    Sentindo-se desprestigiado o empresrio Fernando Marcon-des de Mattos demitiu-se da pre-sidncia do Conselho Estadual de Turismo. A deciso est liga-da a no liberao de recursos para o Instituto Silva Paes. Tam-bm alegou falta de sintonia com a Secretaria e questiona o uso dos recursos do Funturismo. O secretrio Gilmar Knaesel ao co-mentar o pedido de demisso do

    Marcondes sai do Governo e Knaesel tenta explicar

    empresrio disse que a primeira parcela, de R$ 500 mil, realmente no foi paga, mas por questes financeiras. Tivemos queda na receita estadual e tivemos que readequar os projetos aprovados pelo Funturismo. Conforme pala-vras do secretrio, Marcondes estaria desinformado em relao aos projetos de R$ 19 milhes, que foram citados em uma carta, foi divulgada apenas a listagem

    E a partir de janeiro quando o go-vernador sair de frias ele garan-te que no voltar mais ao cargo. Comear a era Tucanos em Santa Catarina. Vamos esperar os resultados.Dia 5 de janeiro a caneta estar nas mos de Leonel Paven (PSDB). A data foi confirmada aps a reu-nio dos lderes da trplice alian-a semana passada. O encontro, realizado na Casa dAgronmica, serviu para uma nova reafirmao dos caciques do PMDB, PSDB e Dem em torno do projeto de ma-nuteno aliana nas eleies de 2010. O passo a passo desta ao : LHS tira frias, depois pede uma licena e renuncia dia 3 de abril de 2010. O governador Luiz Henrique negou que a renncia em favor de Pavan fizesse parte de algum acordo pr-estabelecido, j pen-sando na composio para 2010 e afirmou: O gesto representa a confiana que ele tem no vice, alm de permitir agenda livre para as articulaes polticas.Leonel Pavan (PSDB) argumen-tou: a vontade do PSDB de manter o projeto da trplice alian-a, mas sei que ainda falta muito tempo para as eleies e que h muitos fatores que influenciaro a escolha de um nome. Quanto a minha administrao garanto que

    A renncia de LHS ser em abril

    darei continuidade s aes de governo. Eduardo Pinho Moreira, presidente estadual do PMDB, disse aos reprteres que cobriam o encontro que a reunio como muito boa, embora no tenha avanado nas definies de crit-rio de escolha para o candidato. A partir de agora os encontros da trplice aliana passam a ser men-sais, tanto para a anlise dos ce-nrios, como para fazer a sintonia fina entre os partidos. Na mesma linha o presidente estadual do Dem, senador Raimundo Colom-

    bo, destacou: O projeto da trpli-ce aliana saiu fortalecido.Participaram tambm da reunio os presidentes estaduais dos trs partidos, o ex-senador Jorge Bornhausen, o presidente da As-sembleia, Jorginho Mello (PSDB), o prefeito da Capital, Drio Berger (PMDB) e o coordenador estadual do Dem, Antonio Ceron.Um cargo, muitos nomes e muita gua ainda vai rolar por baixo des-sa ponte. Resta saber quem nau-fragar e quem chegar vivo ao final do trajeto.

    dos projetos aprovados, mas ainda sem liberao financei-ra. Knaesel finaliza: a sada de Marcondes uma grande perda para o turismo catarinense. Ele um empresrio de viso que vem dando contribuio extra-ordinria ao desenvolvimento do turismo profissional ao Estado e ao Brasil.A distribuio de verbas fez mais uma vtima.

  • FOLHA DA GENTE 14 a 20 de outubro de 20094

    Geral

    As criticas vindas do Judicirio deixaram os lideres da Cmara pressionados e eles decidiram adiar a votao da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) dos cartrios. Esta emenda efeti-va titulares de cartrios no con-cursados. A data da votao ain-

    Empurrando com a barriga: votao da PEC dos cartrios adiada

    da no foi remarcada. O lder do Dem na Cmara, Ronaldo Caiado (GO), afirmou que no h consen-so em torno do texto. O ministro Gilmar Mendes, presidente do Su-premo Tribunal Federal (STF), fez duras criticas a PEC dos cartrios. Segundo ele, a mesma fere a de-

    terminao da Constituio que clara quando diz que obriga-trio a realizao de concursos para cartrios. Resta saber ainda por quanto tempo vo empurrar com a barriga essa deciso. O trem da alegria est lotado e es-perando o sinal.

    O Ministrio Pblico Federal em Santa Ca-tarina props Ao Civil Pblica por Im-probidade Adminis-trativa contra oito pessoas, acusadas de praticarem atos contra o Instituto Na-cional do Seguro So-cial (INSS), na con-cesso de benefcios previdencirios inde-vidos e irregulares.Conforme o procura-dor da Repblica An-dr Stefani Bertuol, que assina a ao, a servidora pblica federal do INSS Maria das Graas de Oliveira Ressur-reio, na poca dos fatos lotada na rea de benefcios da agncia central do Instituto, na rua Es-teves Jnior, em Florianpolis, concedia os benefcios previ-dencirios de forma irregular e mediante fraude. Ela acusada de colaborar para a agilizao de processos e de conceder benefcios previdencirios com base em documentos material e ideologicamente falsos, inclusive adulterando dados dos sistemas informatizados.Numa atuao conjunta, os docu-mentos utilizados por Maria das Graas perante a administrao eram falsificados e adulterados por Gerson Airton Souza da Silva. A captao dos documentos era feita com o auxlio e por meio da ao de Jos Valdir da Silva, ex-vereador em Palhoa (2001/2004). Para angariar a confiana dos idosos que o procuravam solici-tando benefcios previdencirios, Jos Valdir informava que todos tinham direito aposentadoria,

    Bando denunciado por fraudar o INSS

    recolhendo documentos pesso-ais, formulrios de requerimento e procuraes (assinadas e no preenchidas), as quais entregava, posteriormente, a Gerson. Os be-neficirios pagavam valores aos demandados na qualidade de servios prestados para obten-o dos respectivos benefcios.Alm desses denunciados a ao foi proposta contra Eliana Meirel-les da Silva, Romualdo Truppel Filho, Almir Paulo Knaul, Geraldo Pereira e Andr Luiz Meirelles da Silva, que concorreram para a prtica dos atos de improbidade e dele se beneficiaram. Todos os acusados respondero pelas sanes previstas na Lei n 8.429 de 1992, que dispe sobre os casos em que agentes pblicos, servidores ou no, ou queles que, mesmo no sendo agentes pblicos, induzam ou concorram para a prtica do ato de improbi-dade ou dele se beneficiem sob qualquer forma direta ou indireta.Entre os pedidos da ao, o MPF requer o ressarcimento de R$81.733,86, valor referente ao dano causado ao INSS; a sus-penso dos direitos polticos pelo

    prazo de 10 anos para todos os demanda-dos; o pagamento de multa civil nos termos da lei; a proibio de contratar com o poder pblico ou receber be-nefcios ou incentivos fiscais ou creditcios, direta ou indiretamen-te, ainda que por inter-mdio de pessoa jur-dica da qual seja scio majoritrio, pelo prazo de dez anos para to-dos os demandados.

    Sobre o caso - Em maro des-se ano, os acusados foram condenados em Ao Penal (2004.72.00.014344-3), tambm proposta pelo MPF, por crimes de quadrilha, estelionato e falsifica-o material de documentos p-blicos, insero de dados falsos em sistema de informaes, alm de corrupo ativa e passiva, to-dos definidos no Cdigo Penal. O procurador Andr teve cincia desses casos ao pesquisar os inquritos de Mauro Borges, Ger-son Airton Souza da Silva e Andr Luiz Meirelles da Silva em outra ao por improbidade que ajui-zou contra ambos por fatos seme-lhantes (ACP 2009.72.00.008916-1). Nesse caso, o servidor pblico federal Mauro Borges, lotado na agncia do INSS de Palhoa, re-cebia a documentao falsificada por Gerson e captada por Andr Luiz. Na anlise, o procurador ve-rificou que os mesmos atuavam tambm em conjunto com a ser-vidora Maria das Graas, contra quem ento foi ajuizada a recente ao. Mais dados podem ser obti-dos na ACP 2009.72.00.010771-0.

    Quem acha que a PEC dos Car-trios vai apenas legalizar quem est na funo sem concurso p-blico est muito enganado.A coi-sa pior ainda. Todos os que sa-ram da funo para que ela fosse ocupada por um servidor apro-vado em concurso tem direito legal a uma indenizao. E quem vai pagar a tal indenizao ser, como sempre, a populao. Os marmanjos de sempre, via nos-sos polticos, que doam nossa grana para seus cupinchas, vo, ainda, dar mais um ajutrio para os afastados. E aja imposto para satisfazer esta gente sem a mni-ma decncia. O corregedor do Conselho Nacional de Justia (CNJ), ministro Gilson Dipp, aler-tou que os Estados podero ser obrigados a pagar indenizaes a ex-titulares de cartrios, caso a emenda Constituio que efeti-va os dirigentes admitidos entre 1988 e 1994 sem concurso pbli-co seja aprovada pelo Congres-so. Segundo ele, as pessoas que deixaram os cartrios para que

    PEC dos Cartrios: vai rolar a nossa granafosse feito concurso podero se sentir prejudicadas e recorrer Justia. A estimativa do CNJ de que foram feitos concursos em 4,5 mil cartrios antes de 1995. Se essa PEC for aprovada, es-sas pessoas tero direito a uma indenizao por terem sado do cargo, afirmou Dipp. Os Estados que cumpriram a Constituio e fizeram concurso vo enfrentar processos no s para pedir indenizaes como tambm para pleitear a reintegra-o na titularidade do cartrio, observou o juiz auxiliar da corre-gedoria do CNJ, Ricardo Cunha Chimenti, que participou ontem do debate na Comisso de Direi-tos Humanos da Cmara sobre a PEC 471. Dados do CNJ apon-tam que a maioria dos cartrios brasileiros tem renda superior a R$ 10 mil mensais. Pesquisa feita pelo conselho com 6.869 cartrios brasileiros mostrou que 11% desses estabelecimentos em que ocorreu concurso p-blico, antes de 1995, tm renda

    superior a R$ 100 mil por ms. Os que tm renda inferior a R$ 2 mil mensais so 15,3% dos esta-belecimentos. Grande parte das pessoas que fizeram concurso e ganham menos de R$ 2 mil man-tm-se frente dos cartrios, afirmou Dipp. O corregedor do CNJ observou que h segmentos do governo federal favorveis estatiza-o dos servios cartoriais. Se chegarmos a uma situao de extremos, h muita gente a favor de estatizar os servios notariais com um teto remuneratrio para

    seus titulares, afirmou Dipp. Em tramitao na Cmara e sem data para ser votada, a PEC 471 mantm a exigncia de concurso pblico para os cartrios, mas garante a titularidade aos que fo-ram admitidos at 20 de novem-bro de 1994. Atualmente, existem 13.416 car-trios no Pas, dos quais cerca de 9,7 mil se encontram em situ-ao regular, segundo dados do CNJ. Os demais seriam, em sua grande maioria, dirigidos inte-rinamente h muitas dcadas por magistrados aposentados,

    parentes de parlamentares e afilhados de dirigentes governa-mentais. No primeiro semestre, o CNJ exigiu que todos os cart-rios enviassem ao rgo informa-es sobre volume de trabalho e faturamento e descobriu que alguns dos mais rentveis, com receita anual entre R$ 1,5 milho e R$ 2,2 milhes, so dirigidos por quem no fez concurso. A maioria se situa em Minas, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Goi-s e Paran. Matria feita com apoio de texto do jornal Estado de So Paulo.

    Em ao conjunta o Ministrio Pblico do Estado de Santa Cata-rina (MPSC), o Instituto Nacional de Metrologia, Normalizao e Qualidade Industrial (Inmetro) e o Ministrio da Agricultura realiza-ram a Operao Alasca para veri-ficar irregularidades na quantida-de de gelo na venda de pescados congelados. Foram examinados 15 produtos e 11 deles foram re-provados por meio de laudo reali-zado pelo Instituto de Metrologia. Os produtos foram coletados em grandes redes de supermercado na grande Florianpolis e anali-sados pelo Inmetro. Segundo o coordenador-geral do Centro de Apoio do Consumidor do Minist-rio Pblico de Santa Catarina, pro-motor de Justia Rodrigo Cunha Amorim, com a adio demasia-da de gua, o consumidor lesa-do na quantidade de produto que est recebendo. Ele cita como exemplo um produto que anun-ciava o peso lquido de 400g, mas foram detectados apenas 293,5g de quantidade efetiva de pesca-do. O glaciamento aumenta o peso do alimento, aceitando-se, assim, a existncia de certa quan-tidade de gelo no interior das em-balagens. Contudo, o fabricante deve informar na embalagem o peso lquido do pescado, assim como o peso da embalagem, se-guindo a Portaria n 005/2006 do Inmetro, alerta o promotor. Os produtos reprovados infringem os artigos 6, 18 e 39 do Cdigo de Defesa do Consumidor. r-gos oficiais competentes. O In-metro j expediu auto de infrao contra as empresas responsveis

    pelos produtos reprovados pelos testes. Os laudos sero, ainda, encaminhados ao Ministrio da Agricultura para instaurao de procedimento administrativo, e para as providncias judiciais ou extra-judiciais cabveis, e encami-nhados para anlises do Departa-mento de Defesa do Consumidor do Ministrio da Justia (DPDC). O Departamento de Proteo e Defesa do Consumidor proibiu a venda a granel de pescados congelados, pois a pesagem do produto realizada na presena do consumidor sem o desconto do peso do gelo derivado do gla-ciamento. A venda pode ser feita apenas de forma pr-medida, ou seja, na bandeja e com respecti-va indicao de sua quantidade lquida. Para o Ministrio Pblico de Santa Catarina direito funda-mental de todo o consumidor ter pleno conhecimento, de forma clara e precisa, da caracterstica, composio, qualidade e preo dos produtos colocados venda. Veja os resultdos.

    Pescado vendido com excesso de gelo

    REPROVADOS Marcas Produtos Peixe Vivo Camaro 7 barbasBeira Rio Fil congrio rosaBeira Rio MariscoCosteira Camaro 7 barbasSabor de Festa Fil de pescadoImbituba Camaro 7 barbasIcap CamaroFrescato Fil de peixeAromas do Mar Fil de linguadoCorrea Fil de merluzaCorrea Camaro ferrinho

    APROVADOS Marca Produto Peixe Vivo Fil de pescadaLeardini MexilhoSabor de Festa Fil de tilpiaCopacol Fil de tilpiaFonte: Min. Pblico de Santa Catarina

  • FOLHA DA GENTE14 a 20 de outubro de 2009 5

    Geral

    Coluna do Manezinho Por Cesar Laus Simas [email protected] do vice

    T escrito na Constituio quais so as funes do governador e do vice-governador. O governador Luiz Henrique (PMDB) todo mun-do sabe. Ele deve ser o gerente do nosso estado. J o vice-governa-dor Leonel Pavan (PSDB) deve agir como o substituto em caso de au-sncia do governador. Bem, ento o que os dois fazem, ao mesmo tempo, longe do nosso estado? Turismo? E o deputado Jorginho Mello (PSDB), hein? Teve uma re-cada a l Paes de Andrade e foi tomar posse como governador em exerccio em sua terra natal, Herval dOeste. mole? Pelo menos no era Mombaa! Eta nis!

    J pensou se cai?

    Comea circular por toda Santa Catarina uma premonio. Dizem que um senhor idoso, l da praia do Caixa d Ao, em Porto Belo, teve uma viso em que ele via, cla-ramente, um bola de fogo caindo dos cus. Dizem que ela trouxe li-berdade por toda Santa Catarina. Bem, analisando os dados, so-mente uma coisa me veio mente: a tal premonio tem alguma rela-o com a comitiva do governador que saiu mundo a fora para pregar a descentralizao. L esto o go-vernador, o vice, o prefeito de Flo-rianpolis (que t em toda boqui-nha livre) e o de Cricima, muitos secretrios, deputados e donos de mdia e mais alguns puxas. J ima-ginou se a cosa cai? Vai faltar vela no estado.

    Fofoca de bastidores

    Dizem as ms lnguas que um dos participantes da comitiva do gover-nador Europa vai dar uma estica-dela a Paris e a Londres. Em Paris vai sentir novos ares. Em Londres vai, mais uma vez, tentar reatar um inesquecvel amor, perdoando todo o passado. Tem corno que no aprende.

    Circulando

    Dizem que o futuro da trplice alian-a passa por um novo modelo de governana estadual. Agora o mandato de cada governador, des-de que inscrito na trplice aliana, ter uma durao de cinco anos, j contando com a reeleio, e com direito a uma vaga no Senado Fe-deral. A coisa ficaria mais ou me-nos assim: Leonel Pavan (PSDB) assume em janeiro como gover-nador e se reelege para mais um mandato de quatro anos. Raimun-do Colombo (Dem) seu vice que assume no ltimo ano de mandato tendo como vice o j ex-prefeito da Capital Drio Berger (PMDB). Em sua vaga do Senado assume o suplente e, depois, o ento ex-governador Leonel Pavan. Colom-bo assume o governo, se reelege e deixa o cargo para Berger. Ele assume o Senado na vaga de Luiz Henrique (PMDB). Todo mundo fica no governo cinco anos e oito no senado. Depois Drio repete e

    manobra com Joo Paulo Klein-bing. S falta combinar com o elei-tor.

    Cera no pinho

    Vai faltar cera para formatar a cara de pau do atual presidente do PMDB, Eduardo Moreira. Se-gundo o maior investidor privado da Celesc, Lrio Parisotto, Moreira transformou a Celesc em um imen-so armrio s de cabide e s para polticos. Isto alm de ter feito uma gesto catastrfica frente da pa-raestatal. Segundo Parisotto so centenas de contratos realizados sem licitao. Mas, seguindo a cartilha do PT e do PMDB, pra que licitao?

    Ver pra nada fazer

    Deputados da Comisso de Se-gurana Pblica da Assembleia Legislativa vo fazer visita de ins-peo ao Presdio Regional de Joinville. O objetivo analisar a situao do estabelecimento que foi palco de rebelio e fuga de 12 presos no ltimo dia 4, resultan-do na morte de trs pessoas. Na ltima dcada 116 detentos esca-param do presdio. Vo ver o que todo mundo sabe, mas ningum quer, ou vai, fazer nada. s jogo de cena.

    Pimenta refresco

    A recente atitude do governo fe-deral de atrasar a entrega da res-tituio dos valores devidos pelo Imposto de Rende demonstra que o PT no mais o mesmo. Agora, alm de participar das sacana-gens, explcitas ou implcitas, o governo, para cumprir suas metas fiscais, ataca nosso bolso com um emprstimo compulsrio disfara-do e sem amparo legal.

    Engana que eu gosto

    Com a implantao do Frum Catarinense de Mudanas Clim-ticas, que tem por objetivo apro-fundar estudos sobre aes que possam propiciar a preveno de intempries e amenizar seus efei-tos, o governo do estado quer de-monstrar pra todo mundo que est preocupado com o meio ambien-te. Bem, neste caso, pra qu que enfiou garganta abaixo dos depu-tados o tal Cdigo Ambiental? Era s de mentirinha? Ou agora?

    Our concur

    Por falar em licitao, a cara de pau do ministro da Educao, Fernando Haddad, de deixar sequestrador envergonhado. Segundo ele o que causou o desvio de conduta na prova do Enem foi a exigncia da tal licitao. Ainda, segundo ele, isto no aconteceria se a licitao no fosse exigida. Sei!! Quer dizer que o Inep e a Polcia Federal, que no fizeram o que deveriam, e ganham pra isto, faz parte do esforo de aca-bar com a tal licitao? a nova cara do partido que rouba e deixa roubar.

    Realmente a coisa est ficando preta aqui pelo nosso mundo. Agora, para deixar todo mundo com mais medo de morrer foi constatado, em matria publicada pelo jornal Folha do Norte da Ilha, que os cemitrios da cidade esto superlotados de gente enterra-da. No cabe mais um morto. Assim, para quem gosta de investimento, um crematrio na capital pode ser uma boa fonte de renda. Enquanto isto, para a tristeza dos moradores, cada dia fica mais difcil sepultar um ente querido sem a complicao de sempre. E durma com o barulho dos mortos que brigam por um lugar para fazer o seu ltimo descanso. Literalmente, no se tem onde cair morto no norte da Ilha. O cemitrio dos ingleses no tem mais nenhum espao para venda e quem precisa est sendo encaminhado para o do Rio Vermelho, garante o superinten-dente de Ingleses, Marcelo Fernan-do. O superintendente diz que a ni-ca alternativa a ampliao e existe uma possibilidade. A prefeitura fez uma solicitao para comprar um

    Cemitrios lotados no Norte da Ilhaterreno que fica ao lado do cemitrio e ali construir uma casa morturia e ampliar o numero de vagas, afirma Fernando. O superintendente e ad-ministrador distrital de Canasvieiras, Daniel Schoroerder, diz que todos os cemitrios da capital esto superlo-tados. No de Canasvieiras temos em mdia 30 vagas e estamos sem-pre inovando e tentando adaptar para criar novos espaos, explica o superintendente. Ele explica que essas vagas so destinadas a quem no tem tumulo familiar, aqueles que morrem e no tm nenhum lugar preparado. J no caso dos tmulos familiares, Schoroerder diz que no tem como calcular a quantidade de vagas. O superintendente de Ingle-ses acredita que em mais um ano no haver mais condies de aten-der. Outro fato que reduz o nmero de vagas do cemitrio o espao destinado aos indigentes, diz Scho-roerder. Ele defende que a constru-o de um novo cemitrio municipal deveria ser algo emergencial, dada a atual dificuldade em obter vagas

    para sepultamento. O Instituto de Planejamento Urbano de Floria-npolis (IPUF) informa, atravs de sua assessoria, que o instituto est aguardando o trmino do processo de elaborao do Plano Diretor Parti-cipativo (PDP), que deve contemplar a cidade com outro cemitrio. A ex-pectativa do IPUF encaminhar o projeto do plano no ano que vem. As anlises do plano vo definir, entre outros aspectos, onde o cemitrio poder ser construdo. Fora isso, existem apenas estudos de poss-veis locais para implantao de ce-mitrio. Ao esperar at que o plano diretor seja finalizado, podemos ficar sem vagas, critica Schoroerder. Na avaliao do superintendente de Ca-nasvieiras, algumas situaes tm que fugir da regra. O Ministrio P-blico deveria estar intervindo, sei que o municpio est na mo do plano diretor, mas quando a situao ficar sem controle o ministrio poderia auxiliar para que esse problema seja resolvido, alega o administrador dis-trital da Praia de Canasvieiras.

    Deputado P e n i n h a pede ex-plicaes sobre a distribui-o de carros no e s t a d o . Tem re-gio que no rece-

    beu nenhum veculo, em compen-sao.Foram distribudos 440 novos ve-culos pela Secretaria de Seguran-a Pblica do Estado. O deputado estadual Rogrio Peninha Men-dona (PMDB) questionou quais os critrios usados para essa distribui-o. E disparou o chamado fogo amigo contra o Ronaldo Benedet, secretrio da pasta: O Alto Vale no foi contemplado com nenhum carro. Nossa regio est com a frota sucateada. Falei vrias vezes com o secretrio e quero saber por

    Fogo amigo reacendebate boca no PMDB

    que nossa regio no est receben-do os veculos, enquanto o Sul est sendo beneficiado. Conforme Pe-ninha a pr-candidatura Cmara dos Deputados de Benedet seria o motivo dessa distribuio e discri-minao contra a sua base eleitoral. Afirma que os municpios do Mdio vale esto sendo esquecidos. A Segurana Pblica do Estado re-cebeu 440 viaturas em julho, num investimento de R$ 22 milhes.

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    Existe ainda um adotivo para a compra de mais 80 viaturas. A as-sessoria da Secretaria de Seguran-a Pblico do Estado garante que foram entregues viaturas as 36 se-cretarias regionais e que a gesto das viaturas cabe s polcias Civil e Militar.A campanha para deputado ser muito acirrada e o jogo j comeou forte, resta saber quem tem mais munio, literalmente.

    Dep. Peninha

    Benedet entregando viaturas

    O presidente do Conselho Nacional de Procuradores-gerais (CNPG), procurador-geral de Justia do Dis-trito Federal e Territrios, Leonardo Azeredo Bandarra, e o presidente do Grupo Nacional de Combate s Organizaes Criminosas (GN-COC), procurador-geral de Justia de Santa Catarina, Gercino Gerson Gomes Neto, encaminharam carta aberta aos deputados federais con-tra a legalizao dos bingos no Bra-sil. A legalizao do jogo no pas, ao contrrio de gerar novos empre-

    Bingo continua ilegalgos e incrementar a arrecadao tributria, definitivamente legalizar a ao da mfia do jogo no Brasil. Basta atentar-se para o que dispe o relatrio da CPI do Bingos, es-creveram os procuradores-gerais na carta. O documento foi encami-nhado aos deputados federais logo aps a Comisso de Constituio e Justia da Cmara dos Deputados aprovar, no dia 16 de setembro, a proposta do deputado federal Re-gis de Oliveira que libera os jogos de bingo, videobingos e videojogos

    no Brasil. Alega-se que a regula-mentao da atividade significaria a gerao de milhares de empregos e considervel aumento na arreca-dao de tributos. Nessa linha de pensamento, razovel seria admitir que a legalizao do comrcio de drogas ilcitas ou do trfico de se-res humanos tambm seria til ao pas, uma vez que geram valores expressivos, destacaram Bandarra e Gercino no documento. Redao: Coordenadoria de Comunicao Social do MPSC.

  • FOLHA DA GENTE 14 a 20 de outubro de 20096

    Comunidade

    Fundada em 10 de outubro de 1986, a Associao de Morado-res do Bairro Serto do Maruim, em So Jos, est vivendo, atu-almente, uma nova fase. Quan-do de sua fundao, a entidade atingiu plenamente seus objeti-vos que era de manter a creche Tia Mariazinha. No entanto, com o passar do tempo a situao foi tomando outros rumos e a Asso-ciao deixou sua finalidade prin-cipal de lado e os problemas co-mearam a surgir, fazendo com que a entidade viesse a quase fa-lir. Preocupados com a situao, um grupo de moradores decidiu disputar uma eleio, j que a si-tuao era preocupante e reque-ria aes drsticas e firmas para que a Associao voltasse a ser um canal, na busca de soluo para os problemas de toda a co-munidade. O grupo, encabeado pelo empresrio Ademir Goedert venceu as eleies e a nova di-retoria da Associao de Mora-dores tomou posse no dia 14 de novembro do ano passado. Ade-mir representante comercial, casado com dona Solange Pe-reira Goedert, pai de duas filhas, Priscilla e Lizziane. Ademir acei-tou o desafio aps um pedido de sua filha Lizziane, que trabalhava na creche e via os desmandos cometidos por ex-diretores da entidade. Aps pensar muito, e planejar, Ademir decidiu assumir a responsabilidade. Ao assumir ele se deparou com um emara-nhado de problemas e muitas dvidas, principalmente junto ao INSS, IPTU, FGTS e outros, totali-

    zando um valor aproximado de 30 mil reais. A primeira ao da nova diretoria foi buscar meio para dei-xar a creche mais digna para seus alunos. A situao do prdio era muito precria, bem como toda a estrutura funcional. Segundo o novo presidente, antigamente eram arrecadados alimentos jun-to a empresas da comunidade, como a Eletrosul e, tambm junto a alguns moradores e, no entan-to, os mesmos no eram servidos aos alunos. Ciente de toda a si-tuao a nova diretoria iniciou o trabalho de recuperao do pa-trimnio da comunidade, que o prdio da creche e da Associao de Moradores. Nossa inteno foi resgatar a auto-estima de to-dos os moradores do Serto do Maruim, disse Ademir. Uma das aes iniciais foi fazer a docu-mentao do imvel que h mui-tos anos estava parado. Foi feita a Escritura Pblica definitiva. Hoje temos o nosso documento legal, falou orgulhoso presidente da As-sociao. Outro trabalho impor-tante desencadeado pela direto-ria foi a regularizao dos autos de infrao, negligenciados pela administrao passada. Existiam problemas com a sade pblica, falta de alvars, licenas do corpo de bombeiros, vigilncia sanitria e outros. O passo seguinte foi desenvolver um trabalho de recu-perao do prdio da creche e da Associao. Procuramos dar um pouco mais de dignidade a quem usufrui desse patrimnio e quem nele trabalha, destacou Ademir. Diante da falta de recursos, su-

    postamente existente, era o que alegam integrantes de gestes passadas, e diante da situao financeira da entidade, Ademir e sua equipe deflagraram uma campanha geral para por tudo em dia. O esforo foi recompen-sado, mostramos que juntos e imbudos de um nico objetivo, o bem estar da coletividade, tudo se pode, destacou. Quando a nova diretoria assumiu no exis-tiam recursos, pois o convnio existente com a municipalidade deixou de ser cumprido no final do ano passado. Segundo Ade-mir o repasse deixou de ser feito nos ltimos trs meses de 2008 e as dvidas que j eram consider-veis, foram aumentando e a situa-o se agravando. Quando a nova administrao assumiu a diretoria da associao foi at a prefeitu-ra, e conseguiu, junto ao poder pblico, que o mesmo assumisse a responsabilidade e efetuasse o repasse para a entidade, fato que foi consolidado e hoje falta pou-co para que tudo esteja dentro da normalidade. Diante do novo mo-mento da Associao e da nova postura, adotada pela diretoria da entidade, a comunidade co-meou a participar novamente na doao de alimentos e outros para a manu-teno da Creche Tia

    Serto do Maruim: associao de moradores um exemplo de trabalho e dedicao

    Projetos Cadastramento de todas as pessoas da comunidade; Ampliar as condies e oferecer servios para que os membros da comunidade se-jam beneficiados na sade e em tudo o que diz respeito ao atendimento dos rgos pblicos; Fazer com que a associao funcione na prtica e fazer com que os moradores te-nham prazer em morar no Serto do Maruim; Escriturao do campo onde a Sociedade Recreativa Ponte Preta ocupava, fazendo com que o imvel seja escriturado em nome da associao para o bem uso de todos, sem excluso de ningum; Construo de uma escola profissionalizante na comunidade; Construo de novas salas de aulas para a creche, devido ao aumento de moradores na comunidade e os pais que no tem onde deixar seus filhos para trabalharem.

    Mariazinha, bem como a Associa-o que a mantenedora da insti-tuio educacional. Atualmente a creche atende a 167 crianas, no perodo das 7 horas s 17 horas, onde as mesmas recebem cinco refeies. No perodo em que as crianas permanecem na insti-tuio elas recebem orientaes pedaggicas, e toda a ateno dos funcionrios. So 11 pro-fessores, duas merendeiras, trs pessoas dos servios gerais um na administrao, alm de colabo-radores (voluntrios) que auxiliam no atendimento. Buscando dar

    maior segurana aos profissionais que trabalham na creche e, prin-cipalmente s crianas, foi instala-do um sistema de monitoramento eletrnico, onde tudo acompa-nhado pelo circuito interno, (mo-nitoramento 24 horas) bem com o foi instalado alarme no prdio. Alm de ser a mantenedora da Creche Tia Mariazinha, a Associa-o de Moradores tambm auxilia o grupo de idosos da comunida-de, que tem aproximadamente 80 integrantes, com repasse financei-ro anual no valor superior a 3 mil reais.

  • FOLHA DA GENTE14 a 20 de outubro de 2009 7

    Especial

    Populao deve ficar atenta. A deciso do Superior Tribunal de Justia abre uma lacuna para a exposio dos preos em to-dos os produtos expostos em um supermercado ou at mes-mo em um mercado. A deciso alegrou os donos de super-mercados em Santa Catarina e deixou tristes as participantes das associaes das Donas de Casa. A Segunda Turma do STJ decidiu, por unanimidade, que no obrigatria a fixao de etiquetas de preos individuais em todos os produtos coloca-dos venda no comrcio. O entendimento foi aplicado no

    julgamento de um recurso espe-cial feito por um supermercado. A empresa contestou deciso do Tribunal de Justia que afirmou ser necessria a etiquetao de todos os produtos, mesmo quan-do o mecanismo de cdigo de barras adotado. A ministra re-latora, Eliana Calmon, ressaltou que o STJ j decidiu diversas ve-zes no mesmo sentido do tribunal mineiro. Mas, com a entrada em vigor da Lei 10.962/04, que dis-pe sobre a oferta e as formas de afixao de preos de produtos e servios para o consumidor, o STJ mudou a jurisprudncia. A lei citada admitiu como formas de fixao de preos nas vendas a varejo nos supermercados e similares, locais onde o consu-midor tem acesso direto ao pro-duto, a impresso ou afixao do preo na embalagem, afixao de cdigo referencial ou ainda a afixao de cdigo de barras. Seguindo essa mais recente de-terminao legal, o STJ passou a decidir que desnecessria a utilizao de etiqueta individual com o preo em cada mercado-ria. Por isso, o recurso do super-mercado foi provido.

    Agora, para quem tem alguns problemas de leitura, tudo ficar muito mais difcil uma vez que os supermercados costumam no identificar os produtos com eti-quetas mais prximas do produ-to. A coisa pode ser mais fcil ou mais difcil para os consumi-dores, depende de como ser feita a execuo final da situa-

    Supermercado no obrigado a colocar preo nos produtos

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    o. Ou seja, se os produtos ti-verem uma identificao padro prximo dos produtos no deve ficar muito complicado. Porm, se a regra for o que existe atual-mente, onde as etiquetas de pre-os esto longe dos produtos, os consumidores devero ter muita dor de cabea e, claro, tudo deve cair, mais uma vez, nas redes da

    justia para mais um debate. Afinal, o Cdigo de Defesa do Consumidor claro: o preo deve acompanhar o produto para facilitar e no para com-plicar a vida do consumidor. Parece que este dado, facilitar, no foi levado em conta pelo STJ. Fonte: Superior Tribunal de Justia.

    A histria musical de Adi Borges Torquato, que natural de Floria-npolis, do bairro Pntano do Sul e comeou h pouco tempo. No incio era tudo uma brincadeira com seu ir-mo Jaci. Eles cantavam e tocavam violo para amigos e familiares. No entanto, com o passar do tempo, Adi percebendo que tinha o dom para a msica, decidiu levar a srio a carrei-ra e comeou a buscar conhecimen-to sobre canto e tocar violo.Adi casado com dona Nina, tem quatro filhos Adilson, 39 anos; Adriano, 36; Maria Regina, 37 e Elai-ne 26 e, seis netos. Como um bom manezinho Adi tem orgulho de sua terra e em suas msicas procurar cantar e retratar um pouco de suas belezas. A primeira apresentao como m-sico foi no ano de 2004, na TV So Jos no programa de Dalton Ca-

    Um autodidata que canta sua vidavalheiro. Segundo Adi desde esse programa, ele decidiu formar dupla com Junior, onde passaram a fazer inmeras apresentaes em vrios locais, bem como participao em festivais. Segundo Adi a dupla participou de mais de 500 festivais em todo o Estado, sendo que na grande maioria tiraram o primeiro lugar. Quando no tirvamos o primeiro lugar sempre ficamos em segundo. Sempre estvamos entre os me-lhores, disse.A dupla conhecida no meio artsti-co como Amigos da Viola. Eles se apresentam em diversos eventos, onde so convidados ou contrata-dos para mostrarem suas msicas. Adi tambm faz apresentaes com o Junior e o Miranda, onde forma-ram o Trio Floripa. Os eventos que se apresentam so festas de aniver-

    srio, casamento entre outros.Alm de tocar e cantar Adi com-positor e j comps 26 msicas, sendo destaques, segundo ele a msica Minha Famlia (que um relato de sua vida) e Vida de um Ro-ceiro (que fala do Mercado Pblico da Capital). Ele lembrou que a msi-ca Minha Famlia j conquistou dois trofus. Nesse curto espao de tempo como msico, Adi j gravou trs DVDs, o primeiro foi Tch Campei-ro, o segundo Marca de Galpo e

    o terceiro 100% Caipira. Todos os DVDs foram atravs do programa Chutando o Balde, do apresenta-dor Darci. Adi Est programando o lana-mento do seu primeiro CD, com msicas de sua autoria, para o pri-meiro semestre de 2010. muito difcil desenvolver um trabalho no meio musical sem recursos. Sem patrocnio fica tudo mais difcil, relatou. Quanto aos prximos compromis-sos dos Amigos da Viola e do Trio

    Floripa, Adi disse que alguns shows j esto marcados. Dia 23 de outu-bro estaro se apresentando em um colgio no bairro Estreito; dia 1 de novembro apresentao em um aniversrio no Ribeiro da Ilha; dia 28 de novembro na Caeira do Sul. Outros compromissos esto sendo agendas at o final do ano. Quem tiver interesse em contratar os Amigos da Viola ou o Trio Flori-pa s entrar em contato atravs dos telefones: (48) 9607.7970 3236.0870 3238.0467.

  • FOLHA DA GENTE 14 a 20 de outubro de 20098

    Variedades

    ries

    21/03 a 20/04 Boa influncia para cuidar dos seus interesses pessoais. Pessoas bem humoradas procuraro favorec-lo. Sade, jogos, esportes e loteria sob excelentes influxos. Os amigos, bem situados, cooperaro na solu-o dos seus problemas de grande importncia.

    Touro

    21/04 a 20/05 Possibilidades de xito em tudo que estiver relacionado com assunto sigiloso ou particular. No revele a ningum seus segredos ou pagar um alto preo por isso. Evite fazer negcios impensados, cujos resul-tados nem sempre so compensa-dores

    Gmeos

    21/05 a 20/06 Alegre disposio mental para no-vas amizades e para tratar de as-suntos ntimos. Bom perodo para passeios e ao amor. O dia para voc promete ser cheio de realizaes e vai compartilhar bons momentos com amigos e reencontrar velhos conhecidos. Cncer

    21/06 a 21/07 Bom fluxo astral para novas empre-sas mas um tanto quanto negativo para novas amizades e para entrar com recursos na justia. Procure, tambm, compreender melhor os familiares. Um deles em especial far voc ver o mundo de uma ma-neira bem mais simples. Leo

    22/07 a 22/08 Se agir corretamente, ter grande expanso em todos os sentidos, quer nos negcios, quer na vida social. Bom para as investigaes e as novas descobertas. Dia favorvel ao trabalho e ser bem sucedido ao solicitar favores.

    Virgem

    23/08 a 22/09 Um encontro pode marcar o incio de uma amizade mais proveitosa e duradoura. H prenncios de no-tcias agradveis que podero su-gerir a idia de uma viagem. Conte com a ajuda de pessoas idosas. Tambm um episdio romntico ou sentimental encher de alegria todo seu ser.

    Libra

    23/09 a 22/10 As pessoas do seu signo, so, real-mente, mais favorecidas nesta fase astrolgica. Aproveite as prximas horas para dedicar-se a vida senti-mental, cultural, e obter um melhor resultado nas relaes humanas. Alimente apenas pensamentos oti-mistas e, no exija muito de si mes-mo. Escorpio

    23/10 a 21/11 Evite assinar documentos que pos-sam compromet-lo e evite tambm atritos com os filhos ou pais e as pessoas que dizem ser amigas. ti-mo ao romance. Evite se envolver em situaes complicadas. Sagitrio

    22/11 a 21/12 Dever tomar muito cuidado ao di-rigir veculos em estradas, ao entrar em contato com mquinas, fogo e eletricidade e com tudo que possa lhe prejudicar fisicamente. Foras ocultas vo lhe permitir vencer seus opositores e rivais.

    Capricrnio

    22/12 a 20/01 Benfica influncia astral para tra-tar de questes sociais pendentes, para lucrar em negcios iniciados anteriormente. As disputas no lar devero ser evitadas. Apenas na vida amorosa voc poder ter algum contratempo, mas no tenha dvida que o culpado ser voc mesmo.

    Aqurio

    21/01 a 19/02 Alguma surpresa agradvel no se-tor amoroso. Enfrente os problemas difceis com tranqilidade e mais confiana em si. O dia dos melho-res para atrair novos amigos e para colocar em prtica novas idias, ao trabalho bem aplicado, e aos pe-quenos negcios. Peixes

    20/02 a 20/03 Faa tudo com originalidade, assim, conseguir influenciar pessoas im-portantes para seu progresso. Mo-mentos de inspirao neste dia de-vem motiv-lo a alguma realizao concreta. Momentos agradveis junto aos amigos.

    Horscopo

    Vida e Sade

    TV

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    Ivete est feliz da vida com seu filho nos braos

    O nascimento do filho de Ivete Sangalo, Marcelo, s felicidade. A cantora que j deixou o hospital conta que est radiante com a chegada do herdeiro. Ivete declarou que nasceu para ser me e que o nascimen-to de seu filho foi a maior felicidade de sua vida. O namorado de Ivete, Daniel Cady, tambm est orgu-lhoso e emocionado.

    A top model Naomi Cam-pbell, quase quarentona, mostra que idade no obstculo para se trabalhar como modelo. Naomi est com tudo em cima e ainda modelando para os melho-res eventos de moda do mundo. A top participou da Semana de Moda de Paris, e desfilou para a grife do estilista russo Chapurin. O look apresentado por ela, deu muita nfase em seu corpo como pernas e seios.

    Naomi participa da Semana da Moda de Paris

    Respirao diafragmticaAlguns estudos mostram que quan-do nascemos res-piramos de forma correta e vamos d e s a p r e n d e n d o ao longo do cres-cimento. At hoje no se sabe em que fase e nem porque isso ocorre. Os es-pecialistas afirmam que uma boa reedu-cao respiratria, alm de nos preve-nir doenas, pode reduzir o estresse, a hipertenso, a de-presso e ainda aju-dar a rejuvenescer e emagrecer. Pode tambm auxiliar a tranquilizar o emo-cional da pessoa e induzir o rela-xamento.Estudos mostram que a respirar de forma lenta pelo diafragma traz benefcios sade. O diafragma um msculo que se localiza entre o trax e os pulmes. Quando ele utilizado o oxignio atinge comple-tamente o pulmo. Com a respira-o torcica o ar alcana somente a parte superior do pulmo, oca-sionando uma inatividade da parte

    inferior, o que acaba prejudicando o desempenho do crebro e do co-rao. Segundo os especialistas, existem dois tipos de respirao: a torcica (quando voc fica com a barriga para dentro e peito para fora), mais utilizada e menos reco-mendada. A troca de oxignio/gs carbnico ser feita plenamente, mas somente pela parte superior dos pulmes. Como a parte inferior no trabalha, pode abrir espao para doenas pulmonares como

    Como respirar corretamente

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    bronquites, asmas e infeces alr-gicas. Temos tambm a respirao diafragmtica (quando voc respi-ra com a barriga para fora e peito para dentro), que utilizamos quan-do nascemos, a melhor, porque o oxignio chega at a parte abaixo dos pulmes, onde ocorrer a troca gasosa do oxignio pelo gs car-bnico. Na sada o gs carbnico passar completamente pelos pul-mes. Respire corretamente e viva melhor.

  • FOLHA DA GENTE14 a 20 de outubro de 2009 9

    EsporteColaborao:Fbio Machado - Blog: fabioluizmachado.blogspot.com

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    Ava recua e cede empate

    Depois de um primeiro tempo bem jogado, usando bem as laterais do campo e um contra-ataque mortal, o Ava recuou demais e deixou esca-par dois pontos importantes. o terceiro jogo que o Leo abre dois gols e sofre o empate (Atltico-MG, Palmeiras e Botafogo). O Botafogo iniciou com muita movimentao e partiu pra cima do Ava e sofreu dois de jo-gadas bem armadas pela equipe avaiana. Emerson de cabea fez o pri-meiro e Willian, numa linda jogada, ampliou para 2 a 0. O primeiro tempo terminou com a torcida botafoguense vaiando sua equipe. O tcnico do Botafogo, que acabou expulso, acertou nas substituies e o time sufo-cou o Ava, quase vencendo a partida. Victor Simes, ex-Figueirense, fez os dois gols e decretou o empate. Silas foi feliz na entrevista aps o jogo: Foram dois jogos fora de casa, somamos dois pontos, o que vai ser muito importante para o nosso objetivo. Mas, poderamos ter feito seis. Hoje, no final, temos um sabor de derrota, avaliou o comandante avaia-no. Os jogadores do Ava reclamaram muito do gol de empate do Botafo-go. O zagueiro Emerson sofreu falta de Andr Lima e Willian foi expulso. importante a torcida entender que, mesmo com as circunstncias favorveis, que as ltimas duas parti-das ofereceram, empatar com Palmeiras e Botafogo fora de casa mostra a fora do Leo e o coloca como a maior revelao do campeonato. Faltam de quatro a cinco pontos para garantir a permanncia na srie A. Agora lotar a Ressacada contra o Gois e depois sonhar mais alto.

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    Figueirense vacila e perde para o Fortaleza

    Sem o toque de bola, o equilbrio e a calma apresentadas nas ltimas partidas, o Figueirense foi dominado pelo Fortaleza, no ltimo sbado. Trs zagueiros fixos e um meio campo sem cria-tividade deu espaos para o time cearense, que no acreditava que teria tantas facilidades no jogo. Roberto Brun e Bvio esta-vam irreconhecveis e no se aproximavam do ataque. Resultado final 3x1 Fortaleza e o desperdcio de uma grande chance de estar no G4, visto que o Atltico(GO) perdeu tambm sua partida. Agora jogar o jogo do campeonato contra o Juventude nesta sexta-feira. Lotar o Scarpelli e mostrar a fora do Furaco. A tor-cida acredita e o time est unido. Uma m partida faz parte deste campeonato to equilibrado. A boa notcia que Rafael Coelho deve jogar. J contra o Juventude. A ltima partida de Rafael Coelho foi contra o Atltico-GO, no Orlando Scarpelli, h cinco rodadas. O ltimo gol marcado por ele foi contra o Campi-nense, h 15 rodadas. A presena do atacan-te na partida contra o Juventude, no Orlando Scarpelli, ainda no foi confirmada pelo tcnico Mrcio Arajo. Estdio lotado, a volta de Rafa-el Coelho e a nova chance de entrar no G4. A torcida sabe que esta a hora de incentivar e apoiar o time.

    Rafael Coelho, o artilheiro est voltando.Emerson destaque do Ava na partida.

    Pega fogo no final do Brasileiro da srie A

    Flamengo e Cruzeiro lucram na rodada e se aproximam do G4

    Os cinco primeiros colocados do Campeonato Brasileiro no alcanaram vitria e viram Fla-mengo e Cruzeiro chegarem com fora. Foram jogos de seis pontos para Flamengo e Cruzei-ro, pois enfrentaram So Paulo e Atltico-MG times do G4. Com a vitria de virada em casa so-bre o Tricolor Paulista (2 a 1), no sbado, o Flamengo se manteve na sexta posio, mas chegou a 45 pontos e reduziu para apenas dois a sua distncia para o quarto colocado. O time carioca no per-de h nove jogos, incluindo uma partida contra o Fluminense pela Copa Sul-Americana. O Cruzeiro ganhou o clssico contra o Atlti-co por 1x0 e segue em ascenso, e j stimo e tem a melhor cam-panha do returno. Os resultados da rodada no causaram mudan-as nas seis primeiras posies. Pela segunda rodada seguida o Palmeiras teve a oportunidade de ampliar sua vantagem na lideran-a e a desperdiou. Foi Recife e levou trs do Nutico. O campe-onato est equilibrado e emocio-nante. A prxima rodada prome-te e os estdios estaro lotados com certeza.

    CLASSIFICAO SRIE B CAMPEONATO BRASILEIRO

    Pos. Equipe Pts.

    1 Vasco 57

    2 Guarani 56

    3 Cear 53

    4 Atltico-GO 50

    5 Figueirense 48

    6 Portuguesa 45

    7 So Caetano 42

    8 Bragantino 40

    9 Ponte Preta 40

    10 Ipatinga 39

    11 Paran 38

    12 Duque de Caxias 37

    13 Vila Nova 36

    14 Brasiliense 35

    15 Juventude 34

    16 Fortaleza 32

    17 Bahia 32

    18 ABC 31

    19 Campinense 30

    20 Amrica(RN) 30

    CLASSIFICAO SRIE A CAMPEONATO BRASILEIRO

    Pos. Equipe Pts.

    1 Palmeiras 54

    2 So Paulo 49

    3 Inter 48

    4 Atltico-MG 47

    5 Gois 46

    6 Flamengo 45

    7 Cruzeiro 42

    8 Corinthians 42

    9 Grmio 41

    10 Vitria 41

    11 Barueri 40

    12 Ava 40

    13 Santos 40

    14 Atltico-PR 36

    15 Coritiba 34

    16 Botafogo 32

    17 Santo Andr 29

    18 Nutico 29

    19 Sport 25

    20 Fluminense 25

    Artilheiros Srie A

    Adriano (Flamengo) 15

    Alecsandro (Inter) 14

    Diego Tardelli (Atltico-MG) 14

    Jonas (Grmio) 14

    Marcelinho Paraba (Coritiba) 13

    Artilheiros Srie B

    Marcelo Niccio (Fortaleza) 13

    Mendes (Juventude) 13

    lton (Vasco) 13

    Edivaldo (Duque de Caxias) 12

    Geraldo (Cear) 12

    Cimed campe do sul-americano de clubes

    Equipe catarinense j pensa no Catar, em novembro.A equipe da Cimed conquistou no ltimo domingo (11) o ttulo Sul-americano de Clubes ao ven-cer a equipe do Brasil Vlei Clu-be por, 3 a 2 (25/19, 15/25, 26/24, 19/25, 15/13) na Arena Multiuso, em So Jos. Com a vitria a Ci-med conquistou a vaga para o Mundial, que ocorrer em Doha, no Catar, entre os dias 3 e 8 de novembro. Aps a conquista do ttulo os di-rigentes da Cimed iniciaram os trabalhos visando o Mundial de Clubes. Uma das decises to-mada pela diretoria que sero realizados jogos amistosos em preparao aos confrontos pelo ttulo mundial. Foram marcados dois amistosos, dias 24 e 25 de outubro, onde a equipe catari-nense realizar jogos contra o Pinheiros, de So Paulo, em Juiz de Fora (MG). De acordo com Renan Dal Zotto, gerente de Esportes da Cimed, a programao ainda depende de alguns ajustes, especialmente em relao ao dia da viagem ao Catar. A inteno antecipar em um dia a ida para o Oriente M-dio. O prazo para chegada 1 de novembro e assim permitir ao grupo um maior tempo de adap-tao ao fuso horrio.Hoje, a diferena de seis horas, mas, a partir de domingo, quan-do entra em vigncia o horrio de vero, cair para cinco horas.A Cimed que est no grupo B estreia na competio no dia 3/11 contra o Payakan (Ir).

  • FOLHA DA GENTE 14 a 20 de outubro de 200910

    Classificados

    Domsticas (15 vagas para dor-mir no local do trabalho) salrio R$ 1.000,00

    Domsticas (6 vaga para traba-lhar nos bairros: Centro, Lagoa da Conceio, Joo Paulo, Trin-dade, Jurer, Coqueiros, Cacup, Crrego Grande - Florianpolis) salrio R$ 800,00

    Babs (6 vagas para dormir no lo-cal do trabalho) R$ 1.000,00

    Interessadas comparecer a Re-comendo Agncia de Empre-gos Domsticos, na rua Felipe Schimdt, 303, sala 517, do edifcio Dias Velho, Centro, Florianpolis, munidas de carteira de trabalho, CPF e carteira de identidade.

    Empregos

    Agenda / Servios

    VALOR HUMANO CONSULTORIA

    SELECIONA- Colocador de vidros automoti-vos, com experincia;- Vendedor externo no ramo de ali-mentos;- Vendedor externo no ramo de au-tomao comercial;- Vendedor externo com formao

    em Engenharia Civil;- Camareira para pousada;- Servios Gerais com conheci-mento em metrologia.

    End. av Prefeito Osmar Cunha, 183 - Edifcio Ceisa Center, bloco B, sala 706 - Centro - Florianpo-lis - www.valorhumanoconsultoria.com.br - Email: [email protected]

    Empresa est montando o ban-co de profissionais e os inte-ressados devem comparecer na Kanguruh para participar do processo seletivo. Podem con-correr empregadas domsticas, motoristas, cozinheiras, gover-nantas e acompanhantes, que devem ter curso de auxiliar ou tcnico em enfermagem.A empresa busca profissionais com idade acima de 18 anos que tenham, no mnimo, o ensino fun-damental e experincia de seis meses no cargo. Quem tiver es-sas qualificaes passa por um workshop, que dura quatro horas, e traz informaes sobre segu-rana, tica, relacionamento in-terpessoal e postura profissional.

    Como se cadastrarPessoalmente: no Shopping Top Tower, na Rua Esteves Jnior, 50, sala 408, Centro, das 8h s 19h.O que levar: Carteira de identidade Cadastro de Pessoa Fsica (CPF) Comprovante de endereo Carteira de trabalho Carta de referncias, se tiver Comprovante de escolaridade Comprovante do curso de au-xiliar ou tcnico de enfermagem para acompanhantes e carteira de habilitao para os candidatos a motorista.Voc pode se pr-cadastrar atra-vs do site: www.kanguruhhome-floripa.com.br

    Poltica

    Sangue - O Servio de Hemotera-pia do Hospital Universitrio, em Florianpolis, est convocando os doadores voluntrios de san-gue para comparecerem ao Ban-co de Sangue, que necessita de todos os tipos de sangue, princi-palmente O positivo. O doador deve estar em boas condies de sade, ter idade entre 18 e 65 anos, peso igual ou acima de 50 quilos, no ter tido gripe nos lti-mos sete dias, no estar fazendo uso de medicamentos de manei-ra crnica, exceto anticoncepcio-nal. Atendimento de segunda a sexta-feira, das 7h30min s 12h, com apresentao de documento de identidade com foto. Mais in-formaes: (48) 3721-9114 ou (48) 3721-9859.

    Ensino Mdio - O Senai-SC est com inscries abertas para os cursos regulares de ensino m-dio, oferecidos de modo articula-do com a educao profissional. So cerca de 3,4 mil vagas para novos alunos, distribudas entre as cidades de Blumenau, Brus-que, Chapec, Concrdia, Itaja, Jaragu do Sul, Joinville, Lages, Rio do Sul, Tijucas, Tubaro, So Miguel do Oeste, So Jos e Vi-deira. As inscries so feitas por ordem de chegada. Se dese-jar, o aluno pode fazer um curso tcnico a partir do segundo ano

    do ensino mdio, com aulas no perodo oposto educao re-gular. O objetivo relacionar o contedo ministrado com a reali-dade dos estudantes. Os prazos de inscrio variam de acordo com a unidade: apresentar his-trico escolar, cpia da carteira de identidade, cpia do CPF do aluno e do responsvel, compro-vante de residncia e duas fotos 3x4. Informaes www.conheci-mentoamais.com.br ou pelo tele-fone 0800-481212. Curso Excel - O campus da Pe-dra Branca da Unisul, em Palho-a, est abrindo inscries para o curso de extenso em Excel Avanado. As aulas acontecem aos sbados, nos dias 17, 24 e 31 deste ms, das 8h30min s 15h30min, e est voltado para pessoas com domnio bsico do programa. O objetivo apre-sentar as principais frmulas e recursos do Excel, elevando em pouco tempo o nvel de conhe-cimento geral do aluno. Preten-de, tambm, assegurar de forma imediata um aumento da produ-tividade em suas tarefas relacio-nadas ao aplicativo e suas pla-nilhas eletrnicas. As inscries vo at o dia 23 deste ms, pelo site www.unisul.br. Mais informa-es pelo e-mail [email protected]

    Como presidente da Comisso de Transportes e Desenvolvimen-to Urbano, o deputado Reno Ca-ramori (PP) destacou da tribuna algumas obras que esto propor-cionando a modernizao dos portos de Santa Catarina. Lem-brando a participao dos mem-bros da comisso na busca de re-cursos e solues para impasses ambientais, o parlamentar citou melhorias que possibilitam uma maior movimentao de cargas nos portos de So Francisco do Sul, Imbituba e Navegantes.Na regio Norte do estado o de-putado Reno informou que, com a presena do ministro dos Por-tos, Pedro Brito, foi inaugurada

    Reno fala das obras nos portos de SCa ampliao do terminal do porto de So Francisco do Sul, que ter 300 metros de cumprimento, 52 metros de largura, uma capacida-de de movimentao de 2 milhes de tonelada/ano, quase o dobro da atual, totalizando investimentos da ordem de R$ 150 milhes. Tambm anunciou os agradeci-mentos do administrador do Porto de Imbituba, Jeziel Pamato de Sou-za, pelo empenho dos integrantes da Comisso de Transportes en-tendimento entre a Companhia Do-cas de Imbituba e a rea de Pre-servao na retomada progressiva da normalidade das obras, aps Ambiental (APA) da Baleia Franca no dia 24 de setembro. Jeziel re-

    latou que estas duas entidades aceitaram um Programa de Mo-nitoramento das Baleias Francas, uma ao conciliadora que vai permitir a continuao da draga-gem, recuperao do molhe de abrigo e ampliao do bero de atracao do porto. Divididos em dois grupos, a convite da direo da Portona-ve, parlamentares conheceram o porto de Navegantes. A visita transcorreu com a acolhida dos seus diretores, com as devidas explicaes sobre as diversas operaes do porto mais moder-no do Brasil, afirmou Caramori. Matria feita com apoio do Setor de Divulgao da Alesc.

    O possvel aumento do valor das taxas estaduais de seguran-a pblica, previsto na Medida Provisria n 1590/09, enviada Assembleia pelo governador Luiz Henrique (PMDB), foi mo-tivo para discusso na sesso ordinria da tarde do dia 6. O as-sunto foi trazido pauta pelo de-putado Kennedy Nunes (PP) que comentou que esse tipo de au-mento j est virando prtica do governo. Kennedy afirmou que no ano de 2007 o governo enviou Assembleia Legislativa um pro-jeto semelhante que aumentava as taxas do setor em at 9.500%. Na poca, ns denunciamos da

    Vem mais aumento por atribuna e a liderana do governo veio dizer que houve erro de di-gitao. Mas se no houvesse a denncia, o projeto iria ser apro-vado com esse erro. Do jeito que estava. Segundo o parlamentar, o ndice de Preos ao Consumidor Amplo (IPCA) de outubro de 2007, quando foram aumentadas as ta-xas, at agosto de 2009, chegou a apenas 10,1%. S que o governo enviou para c uma proposta que d uma diferena de at 157,08% de aumento acima da inflao do perodo. O aumento deveria de apenas 4,36%, que foi o IPCA do ano passado. No existe erro, existe, sim, m inteno por parte

    do governo, completou. Em resposta, o lder do governo no Parlamento, deputado Eli-zeu Mattos (PMDB), desmentiu o pepista. Elizeu garantiu que a Medida Provisria prope um aumento baseado no IPCA de 2007, 2008 e 2009 que vai ter validade s em janeiro de 2010. O reajuste baseado no IPCA chega a 11% e no a 157,08%. uma informao totalmente inverdica. Isso no existe. No sei como ele fez esses clculos. Nem uma taxa ajustada acima do limite do IPCA. Matria feita com apoio do Setor de Divulga-o da Alesc.

    Literalmente. E a Polcia Civil j fez uma percia no palco que de-sabou durante a celebrao da missa da 32 Romaria de Nossa Senhora Aparecida, em Campos Novos, onde estava o governa-dor em exerccio, deputado Jor-ginho Mello (PSDB). Parece que o palco caiu devido ao excesso de peso. Vai ver tinha muito pu-xa-saco no local. E a coisa vai pegar para os responsveis pela montagem da estrutura, que de-vem ser responsabilizados com a assinatura de termo circuns-tanciado. E, pelo visto, a coisa vai sobrar para os pequenos. At agora ningum, ainda, resolveu

    Caiu o governador Jorginhocontar o nmero de pessoas que estavam no palco para saber se havia excesso de pessoas. Bem, se isto for feito se descobrir que havia mais puxa-sacos do que comportaria um simples palco e, pelo bom senso, dava pra perce-ber que a estrutura no suportaria muita gente em cima. Para o te-soureiro do Santurio Nossa Se-nhora Aparecida, Sergio Andrioni, a montagem do palco responsa-bilidade da igreja Catlica. Segun-do ele, h anos a estrutura feita de improviso, sem avaliao sobre quantas pessoas podem ficam em cima com segurana. Parece que havia muito pecado sobre a

    estrutura que caiu. Antes, os no-bres participantes tivessem se confessado anteriormente para aliviar a carga de seus pecados o que deixaria o placo um pouco mais leve.O acidente aconteceu s 10 ho-ras da manh de segunda-feira durante a celebrao de uma missa. Alm do governador em exerccio tambm caram dois padres, o deputado estadual Romildo Titon (PMDB) e sua mu-lher, Neiva Titon, o ajudante de ordens do governador, capito Renato Souza e o secretrio de Desenvolvimento Regional Alci-des Mantovani.

    Os municpios com menos de 50 mil habitantes, interessados em participar do programa federal Minha Casa, Minha Vida, po-dem se cadastrar no site do Mi-nistrio das Cidades, at o dia 28 de outubro. A comunicao em forma de alerta foi feita pelo lder do PT, deputado Dcio Ges, durante a manh de hoje. Ele acrescentou que os estados que queiram contemplar as cidades tambm podem fazer o cadas-tramento. A nova regra comeou a valer no dia 29 de setembro.Segundo o parlamentar o pro-grama de habitao do governo

    Nova regra para projeto Minha Casa, Minha Vida

    federal que prev a construo de 1 milho de casas populares foi formatado, inicialmente, para as cidades com populao superior a 50 mil habitantes e que sofrem com a falta de organizao urba-na. Dcio informou, porm, que foi detectada a necessidade de ampliar o benefcio para os muni-cpios menores, caractersticos de Santa Catarina. Essa uma boa notcia, j que amplia bastante o nmero de cidades catarinenses que podero ser beneficiadas com esse programa, comemorou o petista. A mensagem do petista foi co-

    mentada pelos deputados Val-mir Comin (PP) e Serafim Ven-zon (PSDB). Vejo com muito entusiasmo essa situao e fico contente em ouvir essa notcia que poder solucionar essa de-manda reprimida que temos. Es-peramos ainda que essa amplia-o seja estendida ao Programa de Acelerao do Crescimento (PAC), disse Comin. Para Ven-zon esse tipo de poltica que faz um pas mais justo. Gosta-ramos que esse programa fede-ral desse certo, concluiu. Mat-ria feita com apoio do Setor de Divulgao da Alesc.

  • FOLHA DA GENTE14 a 20 de outubro de 2009 11

    SocialJornalista, fotgrafo e designer, aficionado por tecnologia e comunicao digital. Paulo Lus Cordeiro

    Contatos: www.twitter.com/xisluis ou MSN: [email protected]

    Midi Tecnolgico

    O Midi Tecnolgico, de Florian-polis, recebe at o dia 4 de no-vembro inscries para incubar sete empresas. Uma das vagas para instalao fsica e seis para incubao virtual, modalidade na qual as empresas no ficam se-diadas na incubadora, mas tem disposio todas as consultorias e demais benefcios. Na incuba-dora as empresas recebem con-sultorias de marketing, recursos humanos, administrativa, de pla-

    Fenaostra

    Fenaostra 2009 comea na prxima sexta-feira, 16, prometendo atrair mais 200 mil pessoal em 10 dias de festa. Para garantir uma festa das mais democrticas a organizao da Fenaostra dar aces-so gratuito aos pavilhes montados no CentroSul, em alguns horrios da festa. De segunda a sexta-feira, das 17h s 18h, e aos sbados e domingos, das 11h s 14h. Mas este acesso promocional no d direito aos shows que sero realizados, noite, na Passarela Nego Quirido. Cobertura completa pelo site www.fenaostra.com.

    Coquetel da Officeform

    Em coquetel que ir reunir Vips da arquitetura e decorao, na prxima quinta-feira (15), as lojas Studio Ambientes e Studio Conceito prometem novidades quentes. A co-mear pelo to esperado lanamento nacional da Officeform 2010, grife de mobilirio catarinense que h mais de dois anos vive alegre parceria com os designers Andr Bastos e Guilherme Leite Ribeiro que assinam as trs linhas da coleo - Officeform, Casa e Elemento.

    no de negcios, jurdica e asses-soria de imprensa.

    Pirata Pub

    O melhor do Pop e do Reggae de Florianpolis promete agitar o Pi-rata Pub esta semana. A progra-mao tem incio na quarta-feira (14) com show de Gilson Nunfer. Na quinta-feira (15), o som fica por conta do Pop do Merlot Trio. A Banda Filosofia de Jah, levar seu reggae para o Pirata Pub na sexta-feira (16) e Luciano Bilu e

    Dinho Stormowski, com o Duo Bilu apresentam-se no sbado.

    Supletivo

    A Prefeitura de So Jos, por intermdio da Secretaria Muni-cipal da Educao, prorrogou at sexta-feira (16) o perodo de inscries para os Exames Su-pletivos de Ensino Fundamental e Mdio do Programa Educao de Jovens e Adultos (EJA).As pro-vas sero realizadas nos dias 7 e 8 de novembro no Colgio Maria

    Capital Nacional da Ostra

    A ostra um alimento importante para a sade do homem. Uma dzia do molusco tem o mesmo valor nutritivo que 100 gramas de carne vermelha, com a vantagem de possuir quase zero de gordura. Rica em protenas e vitaminas A, B e D, a ostra possui alto teor de ferro, fsforo, clcio, selnio e zinco. Por conta disso o molusco conquistou lugar de destaque na gastronomia mundial e tambm utilizado para o tratamento de anemias e recomposio nutricional em casos de tu-berculose, osteoporose e inapetncia. Cada 100 gramas de carne do molusco possui em mdia 93 calorias.

    Victor & Lo

    Mais de 20 mil fs lotaram na noite de sexta-feira, 8/10, o Centro de Eventos Petry, em Biguau, regio metropolitana de Florianpolis/SC, para o to esperado show de Victor & Lo. Os ingressos acabaram, ainda 12 horas antes do mega show, atingindo a lotao mxima do local. Mesmo assim, milhares de pessoas foram at o Petry na esperana de conseguirem ingresso para assistir a dupla mais querida da atualidade. Foi, com certeza, um dos melhores shows neste ano na Grande Florianpolis.

    Rainha e princesas convidam para a Fenaostra

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    Luiza de Melo, situado no Bairro Kobrasol.

    Leonel Pavan nos EUA

    Depois de participar do 14 Mee-ting Internacional, evento corpo-rativo de intercmbio empresarial e de turismo na Repblica Domi-nicana, neste final de semana, o vice-governador Leonel Pavan inicia na tera-feira (13) um rotei-ro de visitas regio da cidade de Orlando, no estado da Florida (Estados Unidos), em busca de subsdios e experincias na rea de Segurana Pblica. Pavan se integra comitiva catarinense, formada por representantes da Polcia Civil e Militar do Estado, alm de deputados e autoridades do Tribunal de Contas.

    Recorde de pblico

    Neste domingo, dia 11, a 26 Oktoberfest bateu novo recorde de pblico. O Parque Vila Ger-mnica, local onde acontece a festa, recebeu 128,740 mil pes-soas, nmero ainda mais im-pressionante que o de sbado, 10, quando as bilheterias regis-traram 112,358 mil festeiros. A quantidade de visitantes des-te domingo foi a maior desde 1993, quando 150 mil pessoas estiveram na festa em um ni-co dia. Nos primeiros 11 dias da Oktoberfest 509,082 pessoas passaram pelo Parque Vila Ger-mnica. O consumo de chope foi de 298,339, uma mdia de 0,5 litros por pessoa.

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    Ostra ao vinagrete

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    Victor e Leo com fns Os designers Andr e Guilherme da Officeform

  • FOLHA DA GENTE 14 a 20 de outubro de 200912

    Ilustre Desconhecido

    Nascido em Capoeiras (morro do Geraldo), na parte continen-tal da Capital de todos os cata-rinenses, no dia 22 de janeiro de 1967, Haroldo Jos Ramos Filho, casado com dona Maria Silveira Anselmo Ramos, h 19 anos, tem um filho, Philipe, de 16 anos, tem como profisso, barbeiro.Haroldo alm da profisso, que herdou do pai, tem duas pai-xes, as quais vem se dedican-do h anos. Msico e ator. Ele descobriu seu talento musical quando tinha mais ou menos 10 anos de idade, quando par-ticipava de rodas de msicas na comunidade da Ponte do Ima-ruim, em Palhoa, na casa de parentes. Ele sempre gostou de msica e nunca teve aulas de canto ou qualquer instrumento musical. um autodidata.Alm de cantar, na poca come-ou a tocar violo e de l para c nunca mais largou a msica e a arte de representar. Depois de algum tempo, ensaiando e to-cando para familiares, comeou a se apresentar em vrios locais como: Drive-in, Coral do Clube

    12 de Agosto, Coral da Orion-polis, entre outros.Sua primeira apresentao acon-teceu em Capoeiras, na pastela-ria do Marcelo (no morro do Ge-raldo) em 1989. Desta poca em diante foram inmeras apresen-taes, sendo que em 1999, no Theatro Adolpho Mello fez uma apresentao que marcou sua trajetria artstica. Haroldo apre-sentou a pea teatral a Banda dos Bichos, no qual era msica e tocava violo. Foi uma sen-sao diferente em tocar em um palco de teatro, pois os outros palcos so diferentes, ressaltou.Depois desta apresentao, Ha-roldo comeou a se apresentar em diversos locais como a Igre-ja So Judas Tadeu da Ponte do Imaruim, a Capela Nossa Senho-ra da Praia, tambm na Ponte (nessa poca com a parceira de msica Eni), na Orionpolis Catarinense e atualmente est tocando com a parceira musical, Vera, na Igreja So Judas Tadeu. Haroldo tambm fez apresenta-es de Terno de Reis, na Ca-tedral Metropolitana e na Igreja So Francisco de Florianpolis.

    Tambm se apresentou na Igreja do Centro Histrico de So Jos. Como ator, Haroldo disse que descobriu a arte de representar, atravs do seu jeito extrovertido de ser. O ponta p inicial para a carreira de ator se deu aps um anncio, em um jornal local que abria inscries para novos ta-lentos para a oficina de teatro no Adolpho Mello, em So Jos. Ele fez a inscrio e conheceu real-mente o seu outro lado artstico, mas no largou a msica. Segundo Haroldo o teatro tam-bm envolve msica, pois uma de suas primeiras apresentaes foi a pea Auto da Campadeci-da onde representou e cantou. Hoje ele formado como ator, pela oficina de teatro do Thea-tro Adolpho Mello h dois anos. O seu prximo trabalho ser a apresentao da pea A Fale-cida, de Nelson Rodrigues, que estar em cartaz nos dias 10 e 11 de novembro no Theatro Adol-pho Mello, em So Jos.Alm de ser msico e ator, Harol-do outro dom que herdou do pai (seu Haroldo), ainda jovem e que nunca largou e que sua profis-

    so, a qual sustenta sua famlia que ser barbeiro. Sua barbe-aria est localizada na servido Milentino da Rosa, na Ponte do Imaruim. Falando sobre seu trabalho como

    Haroldo: da arte do cabelo a arte dos palcos

    msica e ator, Haroldo disse: A cultura muito importante na vida do jovem e do adulto, para adquirir auto estima e os valores que existem dentro de ns como seres humanos.