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TONINHO VENDRAMINI SLIDES Foto: Catedral de Sevilha LA GIRONDA Sequência Automática

Foto: Catedral de Sevilha LA GIRONDA Sequência Automática

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  • Nos caminhos percorridos em terras espanholas, visitei juntamente com a companheira, a esplendorosa cidade de Sevilha, em pleno vero europeu. Trata-se de uma terra aguerrida, povo cheio de vida, dando a impresso que esto sempre nervosos e apressados, mas no vimos nada de excepcional em sua metrpole que os levasse a ter esse comportamento, pelo contrario, um povo muito acolhedor, talvez seja o esprito da raa.
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  • A paixo que os eleva, so as touradas, que uma questo cultural que veio da mistura de europeus e seus conquistadores, mais recentemente os mouros que ficaram em seu territrio por mais tempo, cerca de 700 anos, transformando-se na caliente regio de Andaluzia.
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  • Alm dela, visitamos as principais cidades como; Mrida, Crdoba e Granada. Esto situadas a Sudeste da Pennsula Ibrica, a capital da provncia da Comunidade Autnoma, sendo a quarta cidade espanhola, com cerca de 700.000 mil habitantes.
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  • O que mais nos impressionou foram os acervos e as arquiteturas da poca que estou descrevendo como sendo a dos mouros. No ano 712 da nossa era, o califa Musa, acompanhado de seu filho e com um exercito de 18.000 homens, cruzou o estreito e procedeu a conquista em busca de pastagens de abundancia de gua.
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  • Ocupou as cidades de Medina, Carmona e Sevilha e, seguidamente atacou Mrida que aps sitiada, foi conquistada. A Cidade, ento, passou tambm a ser territrio Mouro. E foram eles que lhe deram o nome atual, a portentosa Sevilha.
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  • Nesta poca, a sua riqueza cultural cresceu enormemente com a chegada dos rabes, tanto que tinha dependncia do Califado de Crdoba, convertendo-se na mais importante de AL - Andaluz. Os cristos reconquistaram a cidade em 1248, durante o reinado de Fernando III de Castela. Foi tambm sede da exposio Ibera Americano em 1929 e da exposio mundial em 1992, onde inmeras obras foram erigidas em seu louvor.
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  • O clima de l muito gostoso, com aquele tempero mediterrneo, temperatura media anual de dezenove graus, o que a faz uma das mais quentes da Europa, dado a proximidade com o continente africano, tornando-se o paraso dos turistas, dobrando a populao. Em julho, a temperatura sobe para at 35, superando no apogeu do Vero em mais de 40 graus.
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  • um povo festeiro, com uma cultura de danas regionais como o flamenco de mais antigamente e os mais modernos com as sevilhanas. Tem tambm a Semana Santa que percorrida pelas ruas finalizando na belssima catedral. Destacam-se a Feria de Abril, de carter folclrico, com milhares de pessoas vindas de toda a Espanha e, no recinto da festa as pessoas se renem para cantar e danar. Durante a semana, realizam-se uma serie de touradas, de fama nacional, na conhecida Plaza de Toros, La Maestranza, onde tivemos a oportunidade de visitar, mas nos dias que se seguiram, no houve touradas; ficamos, ento, com o museu muito bem montado em suas dependncias.
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  • O espetculo em sua praa de touros algo parecido a um campo de futebol. As pessoas sentam nas arquibancadas para assistirem e, em todas as corridas o toro sacrificado. O matador o enfrenta com uma capa vermelha, no qual ajudado pelos seus assistentes. Depois vm os picadores que do as suas estocadas, enfraquecendo os msculos do animal. Inicia-se, ento, a etapa com os gritos da plateia de ol-ol, que foi adotado nos jogos de futebol aqui no Brasil, quando o time vencedor quer tambm dar o seu espetculo.
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  • O papel do toureiro fazer um bonito show, deixando o touro cansado, tirando suspiros da torcida. uma pena a judiao que feito com o animal. Mas, nesse pas, uma tradio. Eu sempre toro pelo touro, porque o bicho homem faz dele um palhao dentro do picadeiro e acabando com sua existncia. Enfim, depois de tantos passos, gritos de ol, o matador se prepara para a estocada final. Com um movimento de espada escondida sobre a capa, faz com que o animal se aproxime, enfiando-a em seu dorso, fazendo-o cair. o final.
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  • No museu, pudemos ver os cartazes das touradas de antigamente, destacando-se, o lendrio Manuel Laureano Rodrigues Sanchez, conhecido nos meios como El Manolete, um dos maiores matadores que j existiu. Ganhou destaque logo aps a Guerra Civil Espanhola sendo considerado como o maior de todos os tempos. Seu estilo era sbrio e srio, se destacou com a maneira precisa de matar o touro, com a Manoletina, que o golpe final com a espada, outro movimento caracterstico era ficar quase imvel quando o touro passava perto de seu corpo e, ao invs de dar os passes separadamente, permanecia no mesmo local e juntava quatro ou cinco passes consecutivos, em uma sria compacta.
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  • Apresentou-se em todas as principais praas da Espanha. Morreu aps levar uma chifrada na coxa direita, quando estava tourando o quinto touro do dia, um da raa mira chamado Islero, um evento que deixou a Espanha em virtual estado de choque. O golpe fatal foi na cidade de Linares, em 28 de agosto de 1947. O general Francisco Franco, ditador da Espanha, ordenou trs dias de luto nacional, durante os quais hinos fnebres eram ouvidos no radio.
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  • Atualmente essa prtica est sendo gradativamente abolida na Espanha
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  • FORMATADO POR: TONINHO VENDRAMINI Arte final Arquivo pessoal & Internet Msicas de Fundo Abertura e acompanhamento: AMAPOLA e SANGUE E AREIA Encerramento: AMOR, AMOR Foto: Casa de shows flamenco MADRID ESPANHA ACESSE MEUS ESPAOS CULTURAIS E TORNE-SE MEU SEGUIDOR http://sergrasan.com/toninhovendraminislides/ http://vendraminiletras.blogspot.com MEMBRO EFETIVO: ACADEMIA NACIONAL DE LETRAS DO PORTAL DO POETA BRASILEIRO - ACADMICO 28 ASSOCIAO DOS POETAS E ESCRITORES DE JUNDIA E REGIO.