(Fotografia de Ivan Lee.) - .entraram na construção das cabanas de barro dos atuais habitantes

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  • Stonehenge , sem dvida, o monumento pr-histrico mais famoso da Europa. Partidrios de

    diferentes teorias atribuem sua construo aos antigos druidas, aos celtas nativos com ajuda de cretenses, egpcios ou atlantes. Um machado duplo cretense foi percebido num dos pilares, mas isso pode ser resultado de visitas posteriores. (Fotografia de Ivan Lee.)

    Forte de pedra nas ilhas Aran, ao largo do litoral ocidental da Irlanda. 0 trabalho de cantaria e

    o mtodo de ajustar as pedras cortadas, para que durassem sculos, assemelham-se muito s construes em Zimbabwe e Kuelap, quase como se tivessem sido planejadas e construdas pela mesma raa desconhecida. Os fortes nas ilhas irlandesa e escocesa foram construdos, segundo a lenda, para proteo contra o "povo do mar", referindo-se ao Oceano Atlntico Ocidental.

    Muralha de Kuelap, no Peru. No se sabe que raa construiu esse complexo de edificaes, mas

    sua semelhana com o Zimbabwe at mesmo no cimo ornamental da muralha, notvel. (Foto de Wonders of the Past.)

  • As velhas muralhas do Zimbabwe, a misteriosa runa que deu nome nova nao, o que talvez

    tenha sido o mais sincero cumprimento prestado a um monumento arqueolgico. As altas muralhas desse stio arqueolgico e o mtodo de construo tm notvel semelhana com outras runas no-identificadas, de ambos os lados do Atlntico.

  • Foto feita pelo satlite Landsat II, a uma altitude de mais de 8 mil metros, mostrando oito configuraes semelhantes a estruturas, simtricas, s margens da floresta amaznica. Exames mais detalhados, realizados posteriormente por helicpteros e avies pequenos, mostraram tratar-se de uma srie de oito pirmides gigantescas e quatro outras menores, quase que totalmente cobertas pelas selvas.

    Vista mais detalhada das pirmides, tomada de um helicptero. H vrias clareiras, resultado da impossibilidade de as rvores deitarem ali razes firmes, mais uma indicao de sua construo artificial. A explorao dessas pirmides difcil, devido necessidade de se atravessar uma selva densa, a partir do rio Pini Pini, parte do sistema tributrio do Amazonas, e tambm devido presena ameaadora dos ndios da tribo Machiguenga, que se consideram os guardies tradicionais desses '

    'lugares sagrados''. (Fotografia de Jim Kinsrud.)

    Formao simtrica, de topo achatado, com 45 a 60 metros de altura, na rea das pirmides, em

    foto tomada de um helicptero a uma altitude de cerca de 1.200 metros. Outras formaes circulares e semicirculares, cobertas pela selva mas que se supe serem macias, esto prximas, sugerindo uma grande cidade, sem relao com as civilizaes sul-americanas j conhecidas. (Fotografia de Jim Kinsrud.)

  • Unhas retangulares em Nazca, algumas das quais foram mencionadas como

    'pistas de aterrissagem'' para aeronaves pr-histricas. (Fotografia do Servicio Aerofotogrfco Nacional

    del Peru.)

  • A cidade de Espina foi durante muitos sculos considerada uma lenda, de

    vez que dela no se pde encontrar vestgio algum. Nem runas em terra ou

    mesmo nas guas costeiras, como ocorreu com muitas cidades porturias do

    Mediterrneo. No entanto, fotografias de grande altitude revelaram uma srie

    de contornos ocasionados por diferentes sombreados submarinos, indicando

    muralhas, ruas, blocos de habitaes, grandes edificaes, praas e portos, dos

    quais s restam perfis sombreados no que se tornou um extenso pntano em

    que todo o complexo metropolitano afundou, sendo esquecido pela histria.

    Existe um artefato primitivo que certamente no foi esquecido, e que tem

    sido procurado e, de acordo com vrias fontes, visitado h vrios sculos.

    Sua existncia foi em geral aceita at recentemente, mas, nos ltimos 150 anos,

    vem sendo considerada fantasia pela comunidade cientfica.

  • No entanto, a Arca de No ainda est sendo procurada por pilotos,

    alpinistas, exploradores e grupos religiosos nas "montanhas do Ararat",

    segundo citao da Bblia. Sua existncia, se pudesse ser satisfatoriamente

    estabelecida, mostraria que uma civilizao anterior histria foi realidade,

    tendo sido destruda por uma combinao de cataclismos que provocaram

    tremendas inundaes mundo afora, cujas ondas deixaram pelo menos um

    navio cheio de refugiados sobre uma montanha de 4.500 metros de altura,

    montanha essa que mostra sinais de ao das ondas, alm de depsitos

    marinhos em suas encostas.

    Embora seja verdade que cada povo primitivo tenha sua prpria verso de

    tal catstrofe e um nome especfico para um herico No, seu meio de salvao

    e o local de desembarque foi a Arca no monte Ararat que conquistou a

    imaginao popular por milhares de anos.

    Tem havido pretensas viagens e visitas Arca de No atravs dos sculos,

    passando pelas duas ltimas guerras mundiais. Pilotos russos, na Primeira

    Guerra Mundial, disseram t-la visto num lago de montanha, mais tarde

    visitado por uma expedio cujos registros se perderam. Durante a Segunda

    Guerra Mundial, no s pilotos russos, mas tambm americanos, declararam

    ter visto e fotografado a Arca, embora nenhuma fotografia autenticada o tenha

    comprovado at o momento.

    Segundo boatos correntes entre aviadores americanos baseados na Turquia

    durante a guerra fria, pilotos de U-2 tiraram fotos da Arca de No durante

    misses de reconhecimento a grande altitude sobre a Unio Sovitica, embora

    elas nunca tivessem sido exibidas em pblico.

    Em 1974, contudo, uma fotografia ERTS tirada a cerca de 800km do monte

    Ararat mostrou um estranho objeto prximo do cume, o qual j alcanou uma

    fama que podemos considerar duradoura, pois foi visto e discutido numa sesso

    do Congresso dos Estados Unidos e registrado nas atas da Casa. O senador

    Frank Moss, ento presidente da Comisso Espacial, ao comentar o objeto,

    observou que possua "aproximadamente o tamanho e o formato da Arca".

    Entre os que estiveram recentemente procurando a Arca de No sobre o

    monte Ararat, na Turquia oriental, encontra-se o coronel James Irwin,

    astronauta da Apolo 15, que dirigiu o veculo Lunar Rover em sua misso sobre

    a superfcie de nosso satlite. Seria interessante especular se o interesse do

    coronel Irwin pela sobrevivncia da Arca foi despertado enquanto ele cruzava

    o Oriente Mdio em vos orbitais sobre a Terra, antes de sua visita Lua, e

    talvez perguntasse a si mesmo se a Arca na verdade ainda se encontrava

    escondida no alto do Grande ou do Pequeno Ararat, ou mais abaixo.

    De qualquer maneira, a dedicao do coronel ao projeto da Arca de No

    constitui interessante ligao entre uma histria muito antiga e a era espacial

    de hoje e de amanh.

    Fotografias da Terra continuamente tiradas do espao revelaro, sem

    dvida, outras informaes surpreendentes sobre o passado das civilizaes e

    do prprio planeta. Talvez se consiga obter resultado semelhante fotografando

    outros planetas a partir do espao, no s no nosso sistema como

  • eventualmente em outros. Talvez isso j tenha sido obtido, embora a maioria

    dos astrnomos, preocupados, compreensivelmente, com suas reputaes

    profissionais, prefira examinar certas curiosas formaes sobre Marte,

    fotografadas pela Mariner 9, como simples rochas ou penhascos na agora rida

    superfcie do planeta, apesar de sua estranha semelhana com a forma com que

    as antigas runas da Terra so vistas do espao, especialmente pela Viking

    Orbiter 1. No entanto, h excees. Antnio Ribera, escritor e conferencista

    espanhol, chama nossa ateno para uma foto bem ntida da extremidade da

    depresso Corprates na superfcie da Lua:

    A disposio dos aparentes muros forma uma srie de retngulos que no

    so encontrados na natureza. Sabemos atravs de fotografias espaciais j

    tiradas que a superfcie de Marte foi outrora cruzada por rios e riachos

    tributrios. Conseqentemente, uma depresso qual os antigos rios fluam era

    mais provavelmente um mar. As estruturas ou edificaes poderiam ser as

    runas de antigo porto num oceano agora seco. Em outros lugares mais "para o

    interior" desse antigo porto, parecem existir enormes pirmides de quatro

    lados, tpicas de todos os povos primitivos que construam para a eternidade.

    Perguntado se achava que uma Terra remota poderia ter sido colonizada por

    Marte quando esse planeta comeou a secar e a perder sua atmosfera, forando

    seus habitantes a procurarem um mundo mais tolervel, o Dr. Ribera replicou:

    "Isso, claro, no podemos saber agora. No entanto, acho que uma

    interessante possibilidade."

    10 INFORMAES DE ORIGEM PERDIDA

    A forma redonda da Terra, seu movimento e sua relao com o universo

    eram conhecidos no mundo antigo e, durante a Idade das Trevas, nunca foram

    inteiramente esquecidos na Europa, at que as provas convincentes oferecidas

    por Colombo e Magellan restabeleceram esse conhecimento. A verdadeira

    natureza dos planetas e das estrelas, herdada da Antigidade, tambm era

    conhecida, embora no de todo aceita durante a Idade Mdia europia, quando

    a especulao individualista sobre esses assuntos poderia encerrar a carreira de

    qualquer um numa cmara de torturas ou numa estaca como herege, mago ou

    feiticeiro.

    O obscurantismo cientfico era parcialmente ocasionado pela censura

    imposta por novas religies e principalmente pela destruio das grandes

    bibliotecas da Antigidade, como as de Alexandria, Prgamo, Cartago,

    Siracusa, Roma e Atenas por incndio ocasional ou poltica intencional.

    Os romanos destruram Cartago juntamente com todos os seus livros e

    regis