Gasparetto - Metafisica da Saude V .Bronquite Asma br´nquica Pulmµes Pneumonia Enfisema pulmonar

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  • SUMRIO Apresentao - Por que ficamos doentes? Captulo I - Voc a causa de tudo Mente sem limite Voc no tem comeo nem fim Mente, aparelho realizador. Contedos da mente Registros subconscientes Integridade do ser Metafsica e hereditariedade Conscincia e responsabilidade Doena Captulo II - Sistema Respiratrio Fossas nasais Gripe ou resfriado Rinite Sinusite Laringe Engasgo Voz Disfunes da fala Gagueira Calos nas cordas vocais Laringite

    Brnquios Bronquite Asma brnquica Pulmes Pneumonia Enfisema pulmonar Edema pulmonar Tuberculose Fenmenos respiratrios Tosse Espirro Bocejo Ronco Soluo Consideraes finais Captulo III - Sistema Digestivo Nusea e vmito Dentes Crie dentria Canal Maxilar Gengiva Gengivite Lngua Afta Mau hlito Estomatite Glndulas salivares Caxumba Sndrome de Sjgren

    (SS) Faringe Faringite Esfago Esofagite Hrnia de hiato Digesto Estomago Suco gstrico Gastrite Ulcera Fgado Hepatite Cirrose Vescula biliar Pncreas Depresso no pncreas Pancreatite Diabetes Hipoglicemia Intestino delgado Diarria Intestino grosso Intestino preso Priso de ventre Apndice Apendicite Diverticulite Colite Vermes Hemorridas Consideraes finais Bibliografia

  • POR QUE FICAMOS DOENTES?

    A cada dia que passa ns vamos descobrindo mais sobre o funcionamento da

    natureza.

    Desta vez nosso corpo e a tentativa de responder a perguntas intrigantes,

    como:

    Por que ficamos doentes?

    Ou mesmo:

    Por que um cncer se instala em nossa perna e no em nosso brao?

    Ou ainda:

    Por que uma forma de doena e no outra?

    Por que agora em minha vida, quando tudo parecia bem?

    Ao longo da trajetria das cincias mdicas, muito pouco se tem conseguido.

    A Psicossomtica ainda parece engatinhar. Mesmo a medicina paralela, no

    convencional e alternativa, parece ter muitos problemas para entender ou explicar

    estas questes.

    Eu me interessei por elas muitos anos atrs, quando estudava as leis da

    formao de nosso destino, e confesso que com a ajuda das pessoas desencarnadas

    tive o privilgio de ser introduzido num caminho que parece estar respondendo a tais

    perguntas, que, afinal de contas, so fundamentais para todos ns.

    Logo depois eu criei um curso chamado Metafsica da Sade, no qual comecei a

    divulgar os meus achados. Foi a que Valcapelli apareceu, com sua inteligncia

    metafsica. A princpio, espantei-me ao perceber que outra pessoa conseguia pensar

    do modo como eu aprendera a pensar, o que parece muito difcil para a maioria das

    pessoas. "Ele realmente tem uma mente metafsica", disse encantado a mim mesmo

    quando ele me mostrou os seus primeiros trabalhos sobre rgos internos. Eu sabia

    que muito teramos que pesquisar, mas a comeou nossa amizade.

    Depois de alguns anos, estamos mostrando nesta coleo nossos resultados,

    esperando que possam ao menos ser teis no pensamento das pessoas que j esto

    preparadas para refletir e compreender alm do convencional.

    Tenha uma proveitosa leitura.

    Luiz Antnio Gasparetto

  • CAPTULO 1 VOC A CAUSA DE TUDO

    A grande maioria das pessoas atribui sorte, ao azar, ao acaso ou a um poder

    superior a causa e o comando de tudo que lhes acontece na vida. Com isso, jamais procuram verificar a verdade sobre os fatos. Elas preferem optar por uma atitude conformista ou comodista, alimentando uma postura interna de vtimas que as faz sentirem-se coitadas.

    Ficam hipnotizadas pela idia de impotncia diante de certos acontecimentos que consideram difceis e sobre os quais no querem ter nenhum controle ou responsabilidade.

    comum, nas situaes dolorosas que afetam a elas mesmas ou os outros, as pessoas se acovardarem, em vez de resistirem com coragem e determinao. Quando no compreendem a causa de certos acontecimentos catastrficos, alguns justificam seu comodismo com frases como: "Deus ou o destino quis assim" ou "No aconteceu porque no era para ser". Outros preferem se revoltar a procurar desvendar a verdadeira realidade dos fatos. Reagir com comodismo ou revolta preservar uma atitude de vtima.

    O "vitimismo" sem dvida o maior empecilho ao progresso da humanidade. Voc tambm pensa dessa maneira? Acredita que sorte, azar, acidentes,

    catstrofes, dramas, alegrias, enfim, as coisas que acontecem em sua vida so independentes de sua vontade? Considera que o acaso provoca as situaes ruins? Imagina que existe algo movimentando sua vida e que voc mesmo no tem participao alguma? Pensa que seus problemas so causados pela inveja dos outros ou pelo destino e no por sua condio interna?

    Se voc acredita nisso, provavelmente vive nas teias amargas do "coitado", pois se deixa levar ao sabor dos acontecimentos, j que est sob o domnio de uma fora que considera ser independente de sua vontade. Pensar dessa maneira causa-lhe complicaes e sofrimentos que reprimem a expresso de vida. Aquele que se julga vtima acredita que est no mundo para sofrer. Alimentar pensamentos dessa ordem no lhe permitir usar seu poder de transformar os acontecimentos desagradveis e edificar uma vida melhor. De modo geral, o ser humano cr na fatalidade, no acaso e na negligncia. Quando "acidentes" acontecem, as pessoas imediatamente definem as ocorrncias, sem dar a chance de perceber se h uma outra forma de encarar os fatos. Explicar algo classificado como fatalidade no uma tarefa fcil. Compreender o que est por trs de um acontecimento ruim exige certa predisposio a acatar o novo e abandonar os conceitos impregnados na humanidade.

    Um acidente parece sempre algo inexplicvel, e o acaso um mistrio agindo aleatoriamente. Pensar desse modo o mesmo que considerar que o nada pode fazer tudo, como realizar feitos extraordinrios, provocar acidentes, promover sua demisso do emprego, fundir o motor de seu carro, causar uma infestao de cupins em sua casa e uma srie de outros males que o rodeiam. Olhar a vida por essa ptica acreditar que somos vtimas dos mecanismos naturais.

  • A idia de sermos vtimas das fatalidades no a melhor concepo de vida. inaceitvel crer que um ser superior governe tudo como um dspota ou mesmo que o acaso que provoca todos os contratempos na vida das pessoas. Assim tambm no se pode acreditar que a natureza catica a ponto de cometer alguns lapsos em seus intrincados mecanismos de funcionamento.

    A natureza sbia, portanto para toda ao h sempre uma causa, mesmo quando nossa inteligncia no consegue alcanar o conhecimento dos processos da vida. Quem segue sua intuio e busca uma outra viso dos acontecimentos, rompendo com a concepo do acaso e da injustia, acaba encontrando as respostas para as ocorrncias desagradveis.

    Experimente desafiar a idia de fatalidade e busque a conscincia das verdadeiras causas. No acredite cegamente no que lhe foi passado. Procure obter uma vivncia prtica, observe as sensaes de seu corpo, d vazo intuio. Esse procedimento possibilita desvendar a realidade dos acontecimentos.

    O "vitimismo" uma forma infantil de lidar com os fatos. De que modo ento poderemos compreender os acidentes, as catstrofes e as

    situaes problemticas ou maravilhosas, se no cremos mais no acaso, se no responsabilizamos os outros, tampouco os atribumos vontade divina ou aos imperativos da vida?

    Qual a explicao plausvel para o que acontece de bom ou prejudicial em nossa vida?

    A resposta : Voc a causa de tudo! o centro de sua vida e senhor de seu prprio destino.

    Este livro tem o propsito de comprovar por meio dos fundamentos metafsicos que essa afirmao verdadeira.

    Caso suas condies de vida no estejam a contento e ela esteja repleta de impedimentos, relacionamentos difceis, escassez de recursos econmicos, doenas, etc., sinal de que voc no est fazendo uso adequado de seus poderes naturais, os quais comandam seu destino. Acatar a conscincia metafsica abandonar o pretexto de atribuir ao externo suas frustraes internas; reconhecer em si mesmo o referencial manifestador que cria a realidade, atraindo para si tudo de bom ou ruim que lhe acontece na vida.

    A vantagem dessa mudana que voc resgata o poder natural e passa a ter capacidade para transformar as situaes desagradveis que esto sua volta, alterando o curso de sua vida para melhor.

    Se de um lado voc perde o libi que justifica suas inabilidades, por outro adquire o poder interior de intervir nas situaes externas. Essa postura vai tir-lo da passividade e da dependncia dos outros ou da concesso das foras naturais, proporcionando as condies internas necessrias para edificar uma vida nova.

    Inicialmente voc pode estranhar essa nova concepo de vida. Para muitas pessoas difcil pensar assim, aceitar como verdade o fato de que so elas que pem em movimento tudo que lhes acontece e no mais responsabilizar algum nem mesmo Deus pelo que se passa com elas.

    Voc est disposto a encarar a vida por uma nova ptica? Isso exige parar de se colocar como vtima e se dar uma chance de estudar os acontecimentos por um outro

  • ngulo. Esta uma tarefa que requer tempo, observao e dedicao, porm os resultados sero promissores.

    Empenhar-se na reformulao interior um importante passo para o sucesso e a realizao pessoal. Essa conduta opera significativas mudanas em sua forma de pensar e agir.

    Renovado interiormente, voc se tornar mais perspicaz para compreender o motivo de sua vida, seguir um caminho e no outro, e o significado de tantas adversidades. A vida no estpida nem inconseqente, tampouco somos vtimas, mas sim os condutores de nosso prprio destino.

    Mediante isso voc no deve se sentir culpado. Se sua postura ao longo da vida foi de omisso, assuma a responsabilidade. Ser responsvel ter habilidade natural de criar respostas, passando a conduzir sua vida de forma consciente. Lcido de seu direito de escolha, voc vai agir com mais segurana, podend