Gordura Trans, Light, Diet NOVO.pdf

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  • Equipe: Divair Doneda, Vanuska Lima, Clevi Rapkiewicz, Jlia S. Prates

    * Gordura Trans, Light, Diet, Fibras,Orgnicos e Funcionais

  • Gordura encontrada em alimentos industrializados como margarinas, cremes vegetais, biscoitos, sorvetes, snacks, produtos de panificao,

    frituras e lanches salgados

    Obtida principalmente do processo de

    industrializao, atravs da

    hidrogenao, convertendo leos

    lquidos em gorduras slidas e mais estveis

    Portanto, a gordura trans

    capaz de aumentar o tempo de

    conservao dos alimentos

    processados

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    Equipe: Divair Doneda, Vanuska Lima, Clevi Rapkiewicz, Jlia S. Prates

    Fontes: GUIA ALIMENTAR DA POPULAO BRASILEIRA: Ministrio da Sade, 2005

  • Estudos sugerem que os cidos graxos trans elevam a concentrao de colesterol total e do LDL. A sua ingesto est

    associada prevalncia de hiperlipidemias em populaes com consumo excessivo de fast foods.

    * O consumo da gordura trans tem efeitos semelhantes aos que a gordura saturada causa na sade humana; por isso, deve ser evitado. J nos anos 90 acumulavam-se

    evidncias de que as gorduras trans acarretam maior risco do que as gorduras

    saturadas para o desenvolvimento de doenas cardacas (DEPARTMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES, 1994; WORLD CANCER RESEARCH FUND, 1997; EURODIET, 2001; WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2003a)

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    A gordura trans prejudicial sade, nosso organismo no a digere, ela deve ser evitada.

    Quanto menos alimentos com esse tipo de gordura voc consumir, melhor!

    Fontes: GUIA ALIMENTAR DA POPULAO BRASILEIRA: Ministrio da Sade, 2005 KRAUSE. L. Kathleen Mahan. Krause: alimentos, nutrio e dietoterapia . [traduo Claudia Coana...et al.] Rio de Janeiro: Elsevier, 2012

    Equipe: Divair Doneda, Vanuska Lima, Clevi Rapkiewicz, Jlia S. Prates

  • Alimentos nos quais se realizam modificaes no contedo de nutrientes a fim de atender s

    necessidades nutricionais de pessoas em condies metablicas e

    fisiolgicas especficas, como por exemplo, diabticos e hipertensos

    Apresentam na sua composio quantidades

    insignificantes ou totalmente isentas de

    algum nutriente

    Exemplos:

    - gelias Diet para dietas com restrio de acar

    iseno do acar

    - ps para o preparo de sopas para dietas com

    restrio de sdio

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    Fonte: MANUAL DE ORIENTAO AOS CONSUMIDORES EDUCAO PARA O CONSUMO SAUDVEL: ANVISA 2008 CONSUMO E SADE. OUVIDORIA/ANVISA E DPDC/SENACON ANO 5 N.33, DEZEMBRO DE 2013

    Equipe: Divair Doneda, Vanuska Lima, Clevi Rapkiewicz, Jlia S. Prates

  • Alimentos que apresentam quantidade de algum nutriente ou calorias reduzidas, quando em

    comparao a um alimento convencional

    Os teores de cada nutriente ou valor energtico so

    estabelecidos para que seja considerado light

    Exemplo: Iogurte com reduo de 30% de gordura

    reduo na adio de gorduras: alimento light. 4

    Para um alimento ser considerado reduzido ou light

    em valor energtico ou algum nutriente necessria

    uma reduo de, no mnimo 25% no valor energtico

    ou no contedo do nutriente objeto da alegao em

    relao ao alimento de referncia ou convencional

    Fonte: CONSUMO E SADE. OUVIDORIA/ANVISA E DPDC/SENACON ANO 5 N.33, DEZEMBRO DE 2013

    Equipe: Divair Doneda, Vanuska Lima, Clevi Rapkiewicz, Jlia S. Prates

  • * Tanto alimentos diet quanto light no tm necessariamente o contedo de acares ou energia reduzido. Podem ser alteradas as quantidades de gorduras, protenas, sdio, entre

    outros; por isso a importncia da leitura dos rtulos

    As informaes nutricionais complementares (light em..., no contm..., sem adio de...) so opcionais no rtulo dos alimentos embalados, ou seja, o fabricante pode ou no utilizar esse

    tipo de alegao, mas a tabela de informao nutricional obrigatria no rtulo.

    Fonte: MANUAL DE ORIENTAO AOS CONSUMIDORES EDUCAO PARA O CONSUMO SAUDVEL: ANVISA 2008

    LIGHT Reduo de algum

    nutriente

    (gordura, calorias, etc)

    DIET Retirada de um nutriente

    especfico

    (acar, gordura, etc.)

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    Equipe: Divair Doneda, Vanuska Lima, Clevi Rapkiewicz, Jlia S. Prates

  • Substncias componentes das paredes dos vegetais, no podem ser hidrolisadas por

    enzimas do intestino humano, resistem digesto e no

    constituem fonte de energia

    Recomenda-se o consumo de 25g por

    dia de fibras

    http://www.ufrgs.br/napead/repositorio/objetos/bromatologia/#/fibras/fibras.php. Acesso em 07/12/14

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    Equipe: Divair Doneda, Vanuska Lima, Clevi Rapkiewicz, Jlia S. Prates

  • A ingesto de fibras auxilia no funcionamento do intestino e deve ser acompanhada

    de uma adequada ingesto de gua

    Desenvolve viscosidade quando dissolvidas em gua, as

    bactrias benficas do intestino as utilizam como energia. Contribuem para a

    aumentar a absoro de alguns nutrientes.

    Ex: Frutas, vegetais, feijo e lentilha (leguminosas e as frutas)

    No formam gel por serem insolveis em gua, favorecem o

    funcionamento intestinal, tendem a aumentar o bolo fecal

    Ex: Cascas de frutas, gros de cereais, farelo de trigo, e hortalias

    A quantidade de fibras na alimentao um parmetro de uma alimentao saudvel, pois indica que a alimentao rica em alimentos vegetais integrais e

    relativamente pouco refinados, e por isso rica em vitaminas, minerais e outros

    nutrientes (WORLD CANCER RESEARCH FUND, 1997; UNITED NATIONS ADMINISTRATIVE COORDINATING COMMITTEE, 2000

    Fontes: GUIA ALIMENTAR DA POPULAO BRASILEIRA: Ministrio da Sade, 2005 MANUAL DE ORIENTAO AOS CONSUMIDORES EDUCAO PARA O CONSUMO SAUDVEL: ANVISA 2008

    COSTA, Neuza Maria Brunoro. Alimentos funcionais componentes bioativos e efeitos fisiolgicos. editora Rio de Janeiro: Editora Rubio, 2010 http://www.ufrgs.br/napead/repositorio/objetos/bromatologia/#/fibras/soluvel_insoluvel.php. Acesso em 07/12/14

    Equipe: Divair Doneda, Vanuska Lima, Clevi Rapkiewicz, Jlia S. Prates

  • * A recomendao de gua refere-se gua total, soma da gua pura ingerida e da gua

    presente nos alimentos e bebidas

    *Maior consumo de protenas est associado a uma maior ingesto hdrica

    Fontes: VITOLO, Marcia Regina (ed.) Nutrio: da gestao ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Ed. Rubio, 2008 GUIA ALIMENTAR DA POPULAO BRASILEIRA, 2 ed.: Ministrio da Sade, 2014

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    Equipe: Divair Doneda, Vanuska Lima, Clevi Rapkiewicz, Jlia S. Prates

    O consumo hdrico deve constituir-

    se predominantemente de gua

    pura ou da gua contida nos

    alimentos in natura e nas

    preparaes culinrias

    minimamente processadas.

  • Os orgnicos so produzidos atravs de um controle

    biolgico para a manuteno da qualidade da terra, plantio e controle de praga, no so

    utilizados fertilizantes sintticos, agrotxicos e

    transgnicos

    Deve ser produzido em um ambiente de produo orgnica,

    onde se utiliza como base do processo produtivo os princpios

    agroecolgicos , como o uso responsvel do solo, da gua, do

    ar e demais recursos naturais

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  • O selo SisOrg obtido por meio de uma

    Certificao por Auditoria ou por um

    Sistema Participativo de Garantia.

    Os agricultores familiares so os nicos

    autorizados a realizar vendas diretas ao

    consumidor sem certificao, desde que

    integrem alguma organizao de controle

    social cadastrada nos rgos fiscalizadores.

    Alimentos orgnicos podem ser encontrados em supermercados e tambm em feiras

    diretamente com o produtor

    Fontes: GUIA ALIMENTAR DA POPULAO BRASILEIRA: Ministrio da Sade, 2005 MINISTRIO DA AGRICULTURA.. Disponvel em: http://www.agricultura.gov.br/desenvolvimento-sustentavel/organicos/orientacoes-tecnicas. Acesso em: 06/02/15

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  • FEIRA DE ORGNICOS na UFRGS no Campus central

    todas as teras das 10h s 15:30h

    ao lado da Faculdade de Pedagogia.

    PORTAL UFRGS. Notcias. http://www.ufrgs.br/. Acesso em 27/01/15

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    Equipe: Divair Doneda, Vanuska Lima, Clevi Rapkiewicz, Jlia S. Prates

  • Conselho de Feiras Ecolgicas 2013-2015: (Detalhes: processo fsico011.0008356.13.7)

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    Quarta - feira MENINO DEUS - das 13 s 19h

    Av. Getlio Vargas (no ptio da Secretaria Estadual da Agricultura)

    PETRPOLIS - das 13 s 18h

    Rua General Tibrcio, parte lateral da praa Ruy Teixeira

    Sbado: TRISTEZA - das 7 s 12h30h

    Av. Otto Niemeyer esquina com a Av. Wenceslau Escobar

    BOM FIM - das 7h s 12h30h

    Av. Jos Bonifcio, 675

    MENINO DEUS - 7:00 s 12:30h

    Av. Getlio Vargas (no ptio da Secretaria Estadual da Agricultura)

    TRS FIGUEIRAS das 8 s 13h

    Rua Cel. Armando Assis, ao lado da praa Desembargador La Hire Guerra

    Fonte: http://www2.portoalegre.rs.gov.br/smic/default.php?p_secao=206 Acesso em 21/01/15

    Equipe: Divair Doneda, Vanuska Lima, Clevi Rapkiewicz, Jlia S. Prates

  • So compostos por substncias que: ajudam na preveno de

    doenas, como doenas cardiovasculares, cncer,

    hipertenso e diabetes; ajudam a melhorar o metabolismo e o

    sistema imunolgico

    Promovem a sade tanto fsica quanto mental; e agem no

    fortalecimento do organismo; Contribuem para a preveno de doenas, concretizando assim a sua funcionalidad