Grupo 8 Português, Sociologia e Redação .A ideia presente em somos territorialistas, ... segundo

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Text of Grupo 8 Português, Sociologia e Redação .A ideia presente em somos territorialistas, ... segundo

UNIOESTE - Universidade Estadual do Oeste do ParanVESTIBULAR 2013

Grupo 8Portugus, Sociologia e Redao

Candidato: inscrio - nome do candidatoOpo: cdigo - nome / turno - cidadeLngua Estrangeira: nome da lngua Cotista: CotistaLocal de Prova: nome do local de provaCidade de Prova: municpio de provaSala de Prova: numero Carteira de Prova: nmero

Observaes1. CADERNO DE PROVAS: Este caderno possui a prova de REDAO e a prova de CONHECIMENTOS ESPECFICOS do concurso vestibular, sendo esta ltima constituda por duas matrias (apresentadas em ordem alfabtica), dentre as quais podem estar Biologia, Espanhol, Filosofia, Fsica, Geografia, Histria, Ingls, Literatura, Matemtica, Portugus, Qumica, Sociologia de acordo com a escolha do curso feita pelo candidato. Cada matria possui doze questes objetivas; cada questo tem cinco alternativas (A, B, C, D, E), das quais apenas uma est correta.

2. CARTO DE RESPOSTAS: Verifique se as informaes que constam no seu carto resposta esto corretas. Se os dados estiverem corretos, assine o carto. Caso haja algum erro, notifique imediatamente o erro ao fiscal. Oportunamente, leia as instrues para o correto preenchimento das respostas.

3. PREENCHIMENTO DO CARTO DE RESPOSTAS: Verifique seus dados impressos nesta folha. Use caneta esferogrfica PRETA para preencher TODO o quadrculo (a marcao indevida anula a resposta dada na questo). Entregue o carto-resposta ASSINADO no local indicado. No amasse, no dobre e no suje o carto-resposta, sob pena do no-reconhecimento pelos equipamentos de leitura.

4. PERMANNCIA NA SALA: vedado sair da sala de provas antes das 16:00 horas, sob pena de desclassificao. O trmino da prova s 17:30 horas, impreterivelmente, sob pena de desclassificao. No h previso de horrio extra para o preenchimento do carto de respostas.

5. ENTREGA DO MATERIAL E GABARITO: Ao retirar-se da sala, voc dever entregar o carto de respostas. Pode, contudo, levar consigo o caderno de provas, onde permitido anotar as respostas dadas (para, depois, conferir com o gabarito a ser fornecido pela Unioeste).

6. Verifique agora se a impresso deste caderno est em ordem e se contm as 24 questes que deve conter. de responsabilidade do candidato informar ao fiscal de sala os problemas de impresso para que ele providencie a troca de prova, caso contrrio, no sero aceitas reclamaes posteriores._________________________________________________________________________________________________Observao: No esquea de entregar o carto de resposta assinado e com a sua impresso digital ao fiscal de sala e pedir a assinatura dele na declarao abaixo que confirma a entrega do gabarito.

7. DECLARO TER RECEBIDO O CARTO RESPOSTA REFERENTE INSCRIO ACIMA.

_________________________ _________________________NOME DO FISCAL ASSINATURA DO FISCAL

PORTUGUSAbram Alas

Um estudo do Frum Econmico Mundial (aquele que se rene em Davos, na Sua), publicado no ano passado, situou o Brasil em 52 lugar num ranking de competitividade turstica internacional. A colocao at que no seria m, caso o Brasil no tivesse emplacado um primeiro lugar num dos quesitos mais importantes da avaliao: riquezas naturais (que incluem paisagem, natureza, povo, histria e cultura).

Os 51 postos que separam uma posio da outra so a medida exata do potencial que temos a desenvolver. O turismo internacional um segundo pr-sal. Mas, antes de mais nada, preciso que o brasileiro se d conta da importncia do turismo. No fundo, consideramos o turismo internacional receptivo uma atividade menor. Vender avies nos d mais orgulho do que lotar de gringos nossos resorts. Alm disso, somos territorialistas achamos normal que os brasileiros tomem conta de Bariloche no inverno, mas somos receosos da presena ostensiva dos argentinos em Bzios. E muitos de ns acham que o Brasil precisaria primeiro virar a Sua para depois comear a receber turistas.

No entanto, US$ 1 deixado por um turista estrangeiro mais bem distribudo do que US$ 1 de avio exportado. O turismo incomparvel na sua capacidade de absorver mo de obra no qualificada. Mesmo em lugares desenvolvidos, o turismo tratado como atividade essencial. No dia seguinte ao ataque s Torres Gmeas, o prefeito Rudolph Giuliani foi televiso conclamar o mundo a visitar Nova York. A Frana no faz distino entre o turista do Louvre e o das praias da Cte dAzur.

No estamos familiarizados com o turismo internacional de massa porque no temos turismo internacional de massa. A frica do Sul recebe o dobro de visitantes estrangeiros; a Tailndia, o triplo. O balnerio mexicano de Cancn registra quase tantos turistas internacionais quanto o Brasil inteiro.

E o que muitos brasileiros no se do conta de que o apelo turstico do Brasil est justamente em no ser como a Sua... O Brasil no um destino para todos, mas certamente para muito mais turistas do que os que tm nos visitado.

E, se a distncia e o cmbio so empecilhos, h uma varivel em que d para atuar rapidamente: a informao. Os destinos brasileiros precisam estar disponveis com servio atualizado e completo, em ingls e espanhol. J somos os turistas mais cobiados do mundo. Est mais do que na hora de nos tornarmos um destino cobiado tambm.

Ricardo Freire, revista Gol de maio de 2012.

1. Em: A colocao at que no seria m, s NO tem relao direta comA. o ranking de competitividade turstica internacional.

B. o brasileiro que toma conta de Bariloche no inverno.

C. o primeiro lugar alcanado pelo Brasil em relao s riquezas naturais.

D. o destaque alcanado em relao as questes sobre o povo, a histria e a cultura do pas.

E. o fato do pas ter emplacado um primeiro lugar nos quesitos mais importantes da avaliao.

2. A ideia presente em somos territorialistas, NO retomada, segundo o texto, apenas emA. somos receosos da presena ostensiva dos argentinos em Bzios.

B. e muitos de ns acham que o Brasil precisaria primeiro virar a Sua.

C. consideramos o turismo internacional receptivo uma atividade menor.

D. vender avies nos d mais orgulho do que lotar de gringos nossos resorts.

E. o Brasil no um destino para todos, mas certamente para muito mais turistas.

3. Os alunos que praticam esportes so mais disciplinados. A orao sublinhada tem o mesmo valor que a orao destacada abaixo

A. preciso que o brasileiro se d conta da importncia do turismo.

B. h uma varivel em que d para atuar rapidamente: a informao.

C. os 51 postos que separam uma posio da outra so a medida exata.

D. e muitos de ns acham que o Brasil precisaria primeiro virar a Sua.

E. est mais do que na hora de nos tornarmos um destino cobiado tambm .

4. Vender avies nos d mais orgulho do que lotar de gringos nossos resorts, produz efeito de queA. lotar um resort de gringos fcil para os brasileiros.

B. o brasileiro no se orgulha de suas riquezas naturais.

C. estrangeiros no so bem-vindos em terras tupiniquins.

D. o comrcio menos importante do que a arte de receber.

E. a tecnologia de ponta aumenta a autoestima do brasileiro.

5. Em: Alm disso, somos territorialistas. A expresso em negrito pode ser substituda, sem alterar o sentido, apenas porA. ademais.

B. no entanto.

C. pelo menos.

D. por outro lado.

E. em virtude disso.

6. Em: US$ 1 deixado por um turista estrangeiro mais bem distribudo do que US$ 1 de avio exportado , pode-se supor que

A. a renda produzida a mesma tanto que o parmetro a quantia de US$ 1.

B. a renda produzida pela venda de avies vai parar apenas nos cofres do governo.

C. a renda produzida pelo turismo tem o mesmo valor social do que a venda de avies.

D. a renda produzida pelo turismo mais democrtica em termos de distribuio social.

E. a renda produzida tanto pelo turismo quanto pela venda de avies tm a mesma importncia.

7. Em: Mesmo em lugares desenvolvidos, o turismo tratado como atividade essencial. O termo sublinhado pode ser substitudo, sem alterar o sentido, apenas por

A. evidente.

B. inclusive.

C. exclusive.

D. realmente.

E. igualmente.

8. Em: A Frana no faz distino entre o turista do Louvre e o das praias da Cte dAzur, produz efeito de queA. h, respectivamente, pelo menos duas categorias de turismo na Frana: um mais valorizado do que o outro pelos

franceses que lidam com o turismo.

B. h, respectivamente, pelo menos duas categorias de turismo na Frana: um turismo mais intelectualizado e valorizado e um outro menos importante e mais festivo.

C. h, respectivamente, pelo menos duas categorias de turismo na Frana: um mais intelectualizado e mais valorizado pelos franceses e um outro menos importante.

D. h, respectivamente, pelo menos duas categorias de turismo na Frana: um mais intelectualizado e outro mais festivo, no entanto, valorizados de forma igual pelos franceses.

E. h, respectivamente, pelo menos duas categorias de turismo na Frana: um mais festivo e intelectualizado ainda que menos importante e outro mais importante por ser mais festivo.

9. Em: O apelo turstico do Brasil est justamente em no ser como a Sua, NO se pode afirmar apenas que A. os apelos tursticos do Brasil no so melhores do que os da Sua, apenas seriam outros.

B. justamente refora as caractersticas tursticas do Brasil a serem levadas em conta quando de um destino de viagem.

C. no ser como a Sua nos coloca em uma posio que aponto para algumas diferenas em se tratando de apelos tursticos.

D. no ser como a Sua poderia produzir como efeito certa desqualificao em termos de apelo turstico por parte de viajantes em potencial.