GRUPO BAHIA SOLIDÁRIA

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    19-May-2015

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Apresentao da disciplina economia, estudo de caso do Grupo Bahia Solidria da turma da Uneb Adm Ead do plo Salvador e grupo 01.

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<ul><li> 1. Disciplina: Economia (Micro e Macro) Professor Formador: Josete Bispo Ribeiro Oliveira Professor Pesquisador: Jos Claudio Rocha Plo: Salvador Grupo 01 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB CURSO DE GRADUAO EM ADMINISTRAO DISTNCIA DEPARTAMENTO DE CINCIAS HUMANAS CAMPUS V ALBERTO DE JESUS ROCHA ALBERTO WANDERLEY JUNQUEIRA TEIXEIRA ANA RITA SILVA ANTNIO CARLOS FARIAS GOMES ARIADNE SOARES SANTOS ARMANDO DE SOUZA E ALMEIDA NETO ARNALDO JOS SILVA</li></ul><p> 2. ASSOCIAO BAHIA SOLIDRIA:UM ESTUDO DE CASO 3. APRESENTAO DO TRABALHO Um estudo terico sobre o tema Responsabilidade Social Corporativa e Terceiro Setor aplicado instituio Associao Bahia Solidria, entidade sem fim lucrativo, que tem como objetivo coordenar e cooperar com o funcionamento de outras organizaes sociais voltadas para a assistncia social, segurana alimentar, sade, educao e bem estar de comunidades carentes. 4. A pesquisa do tema Responsabilidade Social Corporativa e Terceiro Setor atravs do estudo de caso da Associao Bahia Solidria se prope a realizar uma anlise da instituio, considerando o contexto organizacional, social e econmico em que a entidade se insere e esta pesquisa faz parte da grade curricular do curso de Administrao na modalidade EAD, promovido pela Universidade do Estado da Bahia, ao qual esto vinculados os autores deste trabalho. 5. Introduo ao tema Responsabilidade Social Vivemos na atualidade um contexto em que os problemas sociais no so preocupao apenas do Estado, as organizaes empresariais tm auxiliado na busca de solues atravs de estratgias corporativas. 6. Estamos vivendo em um sculo em que os inmeros problemas sociais no tm sido mais apenas preocupao do Estado, o mundo corporativo, atravs no mais de aes filantrpicas mas por meio de estratgias corporativas tem estado presente com aes que muitas vezes cobre as falhas do estado e em outras, procura se redimir de suas prprias aes negativas de impactos ao meio ambiente.(SILVA; DIAS E OLIVEIRA, P. 1) 7. O conceito de responsabilidade social corporativa pode ser discutido a partir das seguintes afirmaes: A responsabilidade social de uma empresa consiste na sua deciso de participar mais diretamente das aes comunitrias na regio em que est presente e minorar possveis danos ambientais decorrentes do tipo de atividade que exerce.(MELO NETO E FRES, APUD BALDO E MANZANETE 1999, p. 102). 8. Contudo, apoiar o desenvolvimento da comunidade e preservar o meio ambiente no so suficientes para atribuir uma empresa a condio de socialmente responsvel. necessrio investir no bem-estar dos seus funcionrios e dependentes e num ambiente de trabalho saudvel, alm de promover comunicaes transparentes, dar retorno aos acionistas, assegurar sinergia com seus parceiros e garantir a satisfao dos seus clientes e/ou consumidores.(BALDO E MANZANETE, 2003, p. 5). 9. A complexidade de um mundo com alto ndice de concentrao de riqueza em uma parcela reduzida da populao, e elevado nmero de pessoas excludas socialmente tem colocado o tema responsabilidade social na agenda de diversas organizaes empresariais, governos e organizaes do terceiro setor . 10. As grandes alteraes que temos vivido a nvel global, o rearranjo espacial das atividades produtivas, assim como a busca por matrias primas, abertura de mercados financeiros, as intensivas buscas de capital, tem ocasionado vrios conflitos, problemas esses gerados pela distribuio espacial da atividade econmica(MELO NETO E FROS, 2001, p.2). 11. Discutir o tema responsabilidade social pode aperfeioar as praticas de aes voltadas para o bem estar e justia social, auxiliando empresas, governos e entidades do terceiro setor no desenvolvimento de estratgias que sejam efetivas na busca de solues de problemas antigos e que se acentuam na medida em que os recursos materiais disponveis ficam cada vez mais escassos ou concentrados sob a posse de poucos. 12. Interdisciplinaridade aplicada ao tema e empresa A interdisciplinaridade aplica-se ao tema e empresa objeto do estudo de caso, a Associao Bahia Solidria, desde quando para execuo de suas atividades necessrio a Administrao Financeira e Oramentria, o Planejamento Administrativo e a Economia no gerenciamento com eficincia e eficcia dos recursos existentes mesmo na prtica da Responsabilidade Social.. 13. Desta forma evidencia-se a necessidade da unio de diversos ramos do conhecimento para a execuo de um objetivo procurado, no caso a Responsabilidade Social Corporativa e o Terceiro Setor. Exatamente como lembra Jairo Gonalves Carlos, a concepo instrumental de interdisciplinaridade: 14. Na perspectiva escolar, a interdisciplinaridade no tem a pretenso de criar novas disciplinas ou saberes, mas de utilizar os conhecimentos de vrias disciplinas para resolver um problema concreto ou compreender um fenmeno sob diferentes pontos de vista. Em suma,a interdisciplinaridade tem uma funo instrumental.Trata-se de recorrer a um saber til e utilizvel para responder s questes e aos problemas sociais contemporneos(BRASIL, 2002, p. 34-36, grifo nosso). 15. JUSTIFICATIVA O presente estudo se justifica pela importncia que o tema Responsabilidade Social Corporativa e Terceiro Setor representa hoje para as diversas organizaes pblicas e privadas, naes e sociedades. A relao que reconhecida pelas sociedades contemporneas, entre desenvolvimento econmico, comportamento organizacional na economia de mercado, meio ambiente e justia social, passa inevitavelmente pelo reconhecimento da Responsabilidade Social Corporativa em nosso mundo globalizado. 16. Aprofundar o conhecimento sobre o tema e entender o funcionamento do Terceiro Setor talvez se configura como uma possibilidadeque a sociedade tenha de aprimorar relaes sociais, polticas e econmicas estabelecendo uma convivncia mais humanitria, fraterna, justa e solidria entre os atores do processo econmico e social. 17. O tema de elevada importncia para a populao mundial, e principalmente para as organizaes pblicas e privadas, que necessitam desenvolver uma relao de confiana com a sociedade onde se inserem, baseada em princpios ticos e socialmente responsveis. 18. Os resultados obtidos no presente estudo podem evidenciar prticas de gesto social, que so importantes na formao dos gestores nas organizaes do Terceiro Setor e nas que com estas formam parcerias. Podem evidenciar tambm que polticas pblicas implementadas pela sociedade civil organizada, podem exercer influncia nas prticas de gesto das organizaes empresariais e naquelas voltadas para o terceiro setor, formando uma relao de causa e efeito que culmina num aperfeioamento do funcionamento dos mecanismos de ajustes sociais, que visam corrigir as injustias. 19. OBJETIVOS </p> <ul><li>Evidenciar a relevncia da Responsabilidade Social Corporativa no contexto em que a Associao Bahia Solidria atua, e de que forma as prticas de gesto na instituio Bahia Solidria contribui para o sucesso de suas aes e projetos sociais implementados; </li></ul><ul><li>Validar as prticas de gesto da Associao Bahia Solidria; </li></ul><p> 20. </p> <ul><li>A partir das prticas validadas, fornecer subsdios a outras instituies pblicas e privadas, governo e entidades de fomento e apoio ao Terceiro Setor; e </li></ul><ul><li>Difundir a prtica de Responsabilidade Social Corporativa amparada por gesto analisada s entidades do terceiro setor. </li></ul><p> 21. METODOLOGIA Os procedimentos metodolgicos utilizados para dar embasamento a este anteprojeto de pesquisa sero: A pesquisa bibliogrfica e a pesquisa de campo. Segundo Gil (1996, p.48), A pesquisa bibliogrfica desenvolvida a partir de material j elaborado, constitudo principalmente de livros e artigos cientficos. Embora em quase todos os estudos seja exigido algum tipo de trabalho desta natureza, h pesquisas desenvolvidas exclusivamente a partir de fontes bibliogrficas. 22. A pesquisa bibliogrfica elaborada tendo como fundamento o material j publicado de maneira especial os livros e artigos cientficos, que auxilia o pesquisador na construo do tema a ser pesquisado. essencialmente terica e parteobrigatria nos trabalhos cientficos; e A pesquisa de campo, visa levantar dados acerca das variveis que podero indicar caractersticas scio-demogrficas que auxiliem na interpretao do ambiente social, organizacional, econmico, antropolgico, fsico e poltico da instituio sob anlise. Ter como objetivo a utilizao de entrevistas visando levantar dados para algumas variveis de interesse. 23. ESTUDO DE CASO Apresentao da empresa objeto do estudo A histria da Associao Bahia Solidria comea em 2001, quando alguns funcionrios do Banco do Brasil S. A., com a finalidade de ajudarem as aes do Comit da Cidadania dos Funcionrios do Banco do Brasil de Salvador constituem o Grupo Arco-ris da Solidariedade, a fora motivadora o desejo da transformao social, articulada atravs dos funcionrios do Banco do Brasil, seus parentes, familiares e amigos, auxiliando organizaes sociais j estabelecidas . 24. Depois de visitas realizadas, foram escolhidas algumas creches localizadas em Salvador (BA) como destino de alimentos bsicos e conhecimentos. Em razo da precariedade das instalaes encontradas em duas creches, o grupo resolve abraar a causar com maior dinamismo, oferecendo melhorias desde a infra-estrutura at o plano educacional, adotando a denominao de Grupo Bahia Solidria. 25. Para o binio 2007/2008, o grupo adota um modelo de gesto compartilhada, organizando as aes em duas dimenses: assistncia e autonomia, devido constatao da necessidade do alimento e tambm da importncia da sustentabilidade das organizaes amparadas. Finalmente, em 2008, oficialmente constituda a entidade, nascida em 2001, sob a denominao de Associao Bahia Solidria. 26. Programas de Responsabilidade Social Grande parte dos programas e aes da Associao Bahia Solidria de assistencialismo social, as aes de responsabilidade social esto concentradas na Equipe azul - Mente e Corpo, comodesenvolvimento afetivo, cognitivo e emocional do pblico beneficirio e na Equipe Verde - Educao, promovendo a transferncia de conhecimentos, a melhoria profissional dos diretores, professores e funcionrios e pedaggica das organizaes assistidas alm da busca pelo desenvolvimento sustentvel da localidade onde se localiza a organizao assistida. 27. O pblico beneficirio das aes de responsabilidade social da Associao Bahia Solidria compreende os diretores, professores, funcionrios e os principalmente os beneficirios das instituies assistidas, entre elas:</p> <ul><li>Creche Escola Comunitria Menino Jesus,</li></ul><ul><li>Creche Tia Zlia,</li></ul><ul><li>Artesos de Alagados,</li></ul><ul><li>Asilo Bezerra de Menezes,</li></ul><ul><li>Assoc. Beneficente 7 de Setembro,</li></ul><ul><li>Assoc. Comunitria Boa Viagem Creche Lar Xila, </li></ul><p> 28. </p> <ul><li>Assoc. Comunit. e Creche Unidos do Lar,</li></ul><ul><li>Clube de Mes a Servio da Vida e da Esperana,</li></ul><ul><li>Clube de Mes a Servio dos Pequeninos,</li></ul><ul><li>Creche Escola Cano do Amor,</li></ul><ul><li>Creche Escola Comunitria Frutos de Me,</li></ul><ul><li>Creche Flor de Primavera,</li></ul><ul><li>Creche Escola Vila Verde,</li></ul><ul><li>Creche Escola Comunitria Fonte de Luz,</li></ul><ul><li>Clube de Mes dos Moradores de guas Claras,</li></ul><ul><li>Sociedade Religiosa Lado Pad Mi,</li></ul><ul><li>Organizao Social Educ. Crescer,</li></ul><p> 29. </p> <ul><li>Creche Andr Luiz,</li></ul><ul><li>Assoc. Beneficente 15 de Julho - Escola Tia Isa,</li></ul><ul><li>Clube de Mes de Periperi,</li></ul><ul><li>Sociedade 28 de Agosto, </li></ul><ul><li>Assoc. Comunitria do Arenoso e</li></ul><ul><li>Creche Escola Raio de Luz</li></ul><p> 30. Administrao Financeira e Oramentria da Empresa do Estudo de Caso 31. A Associao Bahia Solidria, uma anlise da sua estrutura administrativa e funcional sob o enfoque dos princpios da Administrao Financeira e Oramentria. A entidade estudada est estruturada em duas dimenses, a Dimenso Assistenciale a Dimenso Autonomia, sendo estas subdivididas em equipes, com orientaes distintas: 32. Dimenso Assistencial -Equipe Amarela - Infra-estrutura- Objetivo: melhorar a infra-estrutura das organizaes assistidas; -Equipe Laranja - Enxoval- Objetivos: Suprir as organizaes atendidas de material escolar, uniformes, colches, lenis, toalhas e fraldas, alm de melhorar as condies do mobilirio e utenslios e implantar ou melhorar as bibliotecas. -Equipe Vermelha - Alimentao- Objetivo: Prover alimentos bsicos para as organizaes assistidas, durante todo o ano; 33. Dimenso Autonomia -Equipe Violeta - Estratgia- Objetivo: Incentivar o engajamento do pblico doador para atuar junto s aes da Associao Bahia Solidria, dando visibilidade e garantindo o funcionamento pleno das iniciativas da entidade; -Equipe Azul - Mente e Corpo- Objetivo: Buscar a melhoria da sade, bem como do desenvolvimento afetivo, cognitivo e emocional do pblico beneficirio das aes; 34. -Equipe Verde - Educao- Objetivos: Mediar a transferncia de conhecimento entre o pblico doador e o receptor; contribuir para a melhoria pedaggica e profissional dos diretores, professores e funcionrios das organizaes assistidas; contribuir para o desenvolvimento sustentvel regional. 35. Planejamento da Empresa do Estudo de Caso Anlise da cultura organizacional da entidade, sua misso, suas metas, seu planejamento estratgico, ttico e operacional. 36. A ao da Associao Bahia solidria se d atravs das Agncias Sociais e seus Agente Sociais, onde aagncia social cada uma agncia do Banco do Brasil S.A. ou grupo de pessoas que participa doando bens ou conhecimentos em benefcio das organizaes assistidas e oagente social cada pessoa ou funcionrio engajado no trabalho voluntrio de intermediao de doaes ou ainda como trabalhador nas equipes acima, quando chamado defacilitador . Esta ao est contemplada, 37. em sua misso: Articular doaes de bens e conhecimentos para as organizaes sociais assistidas e fazer da Bahia um estado de mais solidariedade e alegria. em seus Valores: Compromisso com a busca da Cidadania, por meio da Solidariedade, em prol da Dignidade humana. 38. em seus princpios: Estado permanente de alerta para com o outro e desprendimento pessoal para doar-se. Crena nas pessoas e no futuro como forma de fomentar a perseverana nas dificuldades. Acreditar que o potencial de desenvolvimento se processa em todos os seres, independentemente da classe social, da cultura, da raa, do credo e do gnero. Crena no potencial criativo dos voluntrios envolvidos para a soluo da sustentabilidade e continuidade do grupo. Construo coletiva na proposio de aes e solues de problemas. 39. em suas Polticas de Direcionamento: Gesto participativa com nfase no trabalho em equipe. Incentivo ao servio voluntrio sistemtico e permanente. Compartilhamento do saber para crescimento de todos os envolvidos. Planejamento de aes, acompanhadas e avaliadas para auxiliar o funcionamento das Organizaes Sociais Assistidas. Contribuio para as Organizaes Sociais Assistidas visando minimizar a privao nutricional, educacional e cultural. Construo de parcerias estratgicas com clientes e empresas amigas. 40. em sua Cultura Organizacional: Adotamos o mtodo da resoluo criativa de desafio para facilitar a elaborao do nosso modelo de gesto compartilhada. Este mtodo estimula o uso da criatividade como forma de encontrar as solues para os problemas enfrentados. 41. Economia da Empresa do Estudo de Caso Anlise da entid...</p>

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