HealthCare Brazil 2a Edição

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Revista bimestral sobre gesto hospitalar direcionada aos gestores hospitalares das principais instituies de sade do Brasil.

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    Maio 2007 - N 2 - www.healthcarebrazil.com.br

    DOUTORES!Chega de tanto contorcionismo

    Pay for Performance promete acabar com a cansa-tiva e pouco produtiva maratona do pagamento por

    servios e avana nos Estados Unidos e Reino Unido. Para especialistas, modelo se tornar rapidamente

    obrigatrio e mdicos que ainda resistem so os que temem responsabilidade por seus resultados

    EntrevistaO brasileiro Hrcules Pereira Neves,

    principal cientista do IMEC, maior centro europeu de pesquisas em mi-

    cro e nanoeletrnica, conta como a nanotecnologia vai impactar a

    assistncia em curto prazo

    E MAIS: Para a ANS, TISS deve aperfeioar mecanismos de concorrncia no setor

    Hora de flexibilizarAndr Mdici e Bernardo Weaver Barros, do BID, explicam por que a ANS deveria flexibililizar os reajustes dos planos de sade

    UTIs em estado crticoBaixa remunerao, ausncia de leitos no setor pblico, ociosidade no setor privado e m ges-

    to. Como tirar as UTIs desse estado crtico?

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    Mercedes-Benz, marca registrada do Grupo DaimlerChrysler. CAC: 0800 970 90 90 www.mercedes-benz.com.br

    c Sprinter, um doutor furgo para o trabalhono setor mdico-hospitalar porque oferece:c Espao interno que permite ficar em p;c Acesso fcil pelas amplas portas traseirase pelas portas laterais corredias;c Facilidade de adaptao para as maisdiversas aplicaes;

    c Suspenso que garante conforto parao motorista, os atendentes e os pacientes;c Boa manobrabilidade que aumenta aagilidade e a rapidez no atendimento mdico.c Venha conhecer de perto o Furgo Sprinter.Voc vai perceber na hora que ele foi feitoexatamente para o que voc est pensando.

    Como voc pode ver, cada vezmais a medicina se utiliza da alta tecnologia.

    A Sprinter quer muito trabalhar para voc.

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    PRESIDENTE EXECUTIVO

    Edmilson Junior Caparelli

    diretoria@grupomidia.com

    CONSELHO ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO

    Conselho AdministrativoMarcelo Novais

    financeiro@grupomidia.com

    Conselho FinanceiroLucia Caparelli

    lucia@grupomidia.com

    Secretria ExecutivaNozy Venditti

    secretaria@grupomidia.com

    REDAO

    EditoraKelly de Souza

    kelly@healthcarebrazil.com.br

    TraduoManuela Zapparolli Martins Costa

    manuela@grupomidia.com

    DEPARTAMENTO DE ARTE

    Projeto GrficoLucas Borges Ferreira

    lborgesf@hotmail.com

    ImagensBanco de imagens Photos.com

    DEPARTAMENTO COMERCIAL

    Gerente ComercialAlessandro Alves

    alessandro@healthcarebrazil.com.br

    EXECUTIVOS DE CONTASLuiz Ribeiro

    luizribeiro@healthcarebrazil.com.br

    Diogo Facirolli

    diogo@healthcarebrazil.com.br

    OPERAESDepartamento Jurdicojuridico@grupomidia.com

    PesquisaGlobal Pesquisa

    Suporte e atendimento on-lineGrupo Mdia Sistemas

    ATENDIMENTO AO LEITOR: (16) 4009 0860

    Grupo MdiaRua Marechal Rondon, 188.

    Jardim Sumar - Ribeiro Preto SP

    Cep: 14025-430

    Tel: (16) 4009.0850 Fax: (16) 4009-0857

    www.grupomidia.com

    CARTA AO LEITOR

    BOA LEITURA!EQUIPE HEALTHCARE BRAZIL

    H muito tempo se discute a questo da viabilidade financeira para a sade no Brasil. As discusses em torno de uma soluo passam sempre pelos mesmos temas: inovao, incorporao tecnolgica, profissio-nalizao da gesto, recursos humanos, custos, etc., e volta sempre para a questo da remunerao mdica.

    Assunto que, mais uma vez, vem tona com a adoo do Pay Por Per-formance na Europa e Estados Unidos, que deve em pouco tempo se tornar obrigatria. Nesta edio, conversamos com os principais espe-cialistas nesta rea que contaram como esse processo est ocorrendo no mundo e como o mercado tem recebido e pressionado mudana do desgastado fee for service.

    Em se tratando de mercado, a HealthCare Brazil conversou com a Agncia Nacional de Sade Suplementar que v no TISS uma forma de aperfeioar os mecanismos de concorrncia do setor. Segundo Jussara Macedo, gerente da ANS, quem surfar nessa onda ter vantagens e sair frente. Os que s olharem para os custos tero dificuldades de sobreviver num ambiente cada vez mais competitivo.

    Mas para que esta sobrevivncia ao mercado seja garantida, a pr-pria ANS tem ainda um papel importante a cumprir. O artigo de Andr Mdici e Bernardo Weaver Barros, do Banco Interamericano de Desen-volvimento, em Washington, explicam por que a ANS deveria flexibilili-zar os reajustes dos planos de sade e como a agncia ameaa a viabili-dade financeira do sistema e a prpria qualidade dos planos ofertados.

    Um destaque da edio deste ms a entrevista com o brasileiro Hrcules Pereira Neves, cientista principal do IMEC, maior centro euro-peu de pesquisas em micro e nanoeletrnica. Herc, como conhecido na Europa, tem a misso hoje de utilizar a tecnologia de integrao de microsistemas para solucionar problemas ainda no explorados na me-dicina. Em entrevista exclusiva HealthCare Brazil, explica que as apli-caes da nanotecnologia esto muito mais prximas da vida das pes-soas e essencialmente da realidade mdica. Para o cientista, o uso de biochips em diagnsticos deve gerar um grande impacto no setor em um curto espao de tempo, reduzindo custo e tempo no atendimento.

    MAIS UMA VEZ, A REMUNERAO MDICA

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    NESTA EDIO

    SEES

    10 Editorial 12 On-line13 Cartas

    14 Entre Aspas27 360 - Prestadores

    57 360 - Poltica65 360 - Health-IT

    82 Up to date86 Na estante

    88 Guia de Empresas90 Inside

    MAIO - 2007

    40REPORTAGEM DE CAPA

    REMUNERAO POR RESULTADOS, SIM SENHOR!

    No adiantou a resistncia. Estados Unidos e Reino Unido se preparam para tornar o Pay for Per-formance em um modelo obrigatrio de remunera-o. Segundo os pioneiros, a maior diferena entre

    o P4P e o tradicional fee for service, que existe uma expectativa clara que responsabiliza o mdico

    pela qualidade e custo do cuidado que fornece. Apesar dos desafios operacionais significativos, os

    incentivadores do P4P esto usando uma grande variedade de padres estruturais, processos e

    indicadores para comprovar a eficincia do modelo.

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  • 16 PRIMEIRA LEITURACOMO FLEXIBILIZAR OS REAJUSTES DE PLANOS DE SADEO artigo de Andr Mdici e Ber-nardo Weaver Barros, do Banco Interamericano de Desenvolvi-mento, em Washington, apresen-ta uma viso da experincia ame-ricana sobre a flexibilizao dos reajustes dos planos de sade.

    20 ENTREVISTANANOTECNOLOGIA E O FUTURO DA ASSISTNCIA SADEO brasileiro Hrcules Pereira Ne-ves, do IMEC, maior centro euro-peu de pesquisas em nanotecno-logia, conta que a possibilidade de tornar portteis uma grande parte de exames laboratoriais pode ter um impacto enorme na reduo do tempo de internao ao paciente. Em termos de cus-tos, a reduo esperada de at 20% nos prximos dez anos.

    34 ADMINISTRAO UTIS EM ESTADO CRTICOBaixa remunerao, ausncia de leitos no setor pblico, ociosidade no setor privado e m gesto. Como tirar as UTIs desse estado crtico?

    60 POLTICANR-32 E A CRIAO DA FAPSade ocupa primeiro lugar no ranking de acidentes de traba-lho, superando at mesmo a construo civil. Alm da NR 32, Governo cria novo incentivo finan-ceiro. Hospitais que reduzirem acidentes de trabalho podero ter desconto de at 50% em alquo-ta. Os que acidentarem mais sofrero aumento de at 100%.

    66 HEALTH-ITTISS DEVE APERFEIOAR MECANISMOS DE CONCORRNCIAJussara Macedo, Gerente Geral de Integrao com o SUS da Agncia Nacional de Sade Suplementar, explica como a troca de informa-es entre governo, operadoras e gestores do SUS poder impactar no planejamento, monitoramento e avaliao dos servios de sade.

    68 HEALTH-ITSADE EM REDEAs Organizaes Regionais de Informaes de Sade (RHIOS) avanam nos Estados Unidos e Europa. Para Carlos Eduardo Kuhl Nogueira, diretor geral da Inter-Systems, empresa que conta com mais de vinte projetos de comuni-dades de sade nos EUA, pases emergentes comeam a enxer-gam no modelo uma forma de ganhar qualidade e baixar custos.

    79 INDSTRIA MDICANOVO PRESIDENTE DA ABIMOFranco Pallamolla diz que vai ace-lerar aes que visem isonomia tributria e promete pressionar o governo pela organizao das com-pras de equipamentos nacionais

    52 OPINIOA ADOO DO PAY FOR PERFOMANCE NAS MOS DO PACIENTEO artigo do consultor internacional Guilherme Hummel explica como o modelo P4P vem sendo incentivado pelos prprios usurios finais, que enxergam nele um formato mais apropriado para cobrar resultados quanto forma de atendimento, a eficincia do tratamento, a preocupa-o com a preveno, e, principalmente, quanto ao posicionamento do mdico na sua relao com o cliente-paciente.

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    EDITORIAL

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    Kelly de Souza editora da revista HealthCare Brazil e especializada em Economia da Sade pela Universida-

    de de So Paulo (USP).

    DIVULGAO

    CONTROLE NO QUE SE MEDE E O NO QUE SE GASTA