HISTÓRIA DO TREM

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HISTRIA DO TREM. CENTRO UNIVERSITRIO FRANCISCANO CURSO DE TURISMO - TRANSPORTES TURISTICOS PROFESSORA MS. VANIA ANTUNES. HISTRIA DO TREM. UTILIZAO DE TRILHOS TEVE ORIGEM NAS MINAS DO SC XVI DEVIDO A DIFICULDADE DE CARREGAR OS VAGES PELO CHO DESIGUAL. - PowerPoint PPT Presentation

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  • HISTRIA DO TREMCENTRO UNIVERSITRIO FRANCISCANOCURSO DE TURISMO - TRANSPORTES TURISTICOSPROFESSORA MS. VANIA ANTUNES

  • HISTRIA DO TREMUTILIZAO DE TRILHOS TEVE ORIGEM NAS MINAS DO SC XVI DEVIDO A DIFICULDADE DE CARREGAR OS VAGES PELO CHO DESIGUAL.

    1686 PAPIN CONSTRUIU A PRIMEIRA MQUINA A VAPOR, MAS FOI WATT EM 1790/1800 QUE AMPLIOU A PRODUO E A VENDA O QUE VIROU SMBOLO DA REVOLUO INDUSTRIAL

  • HISTRIA DO TREM1801 TREVITHNICK PROJETOU A LOCOMOTIVA QUE ARRASTAVA CINCO VAGES COM 70 HOMENS E DEZ TONELADAS DE FERRO.- A MAQUINA NO TEVE O SUCESSO ESPERADO, POIS OS TRILHOS ERAM CONSTRUIDOS DE MADEIRA E O PESO DAS CARGAS QUEBRAVAM AS VIAS DOS TRENS.

    PELOS ANOS DE 1830 A INVENO SAI DAS MINAS E COMEOU A SER SUBSTITUTO AOS CAVALOS NO TRANSPORTE DE MERCADORIAS E PESSOAS

  • HISTRIA DO TREMNOS ESTADOS UNIDOS A LOCOMOTIVA FOI UTILIZADA PARA MINAS A PARTIR DE 1915. MAS FOI EM 1928 QUE AS FERROVIAS INICIARAM O TRANSPORTE DE CARGA E TAMBM PASSAGEIROS

  • HISTRIA DO TREM NO BRASILOS INCENTIVOS DO GOVERNO IMPERIAL

    As primeiras iniciativas nacionais, relativas construo de ferrovias remontam ao ano de 1828, quando o Governo Imperial autorizou por Carta de Lei a construo e explorao de estradas em geral.

    O propsito era a interligao das diversas regies do Pas.

  • HISTRIA DO TREM NO BRASILNo que se refere especificamente construo de ferrovias no Brasil, o Governo Imperial consubstanciou na Lei n. 101, de 31 de outubro de 1835, a concesso, com privilgio pelo prazo de 40 anos, s empresas que se propusessem a construir estradas de ferro, interligando o Rio de Janeiro, So Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia.

    O incentivo no despertou o interesse desejado pois as perspectivas de lucro no foram consideradas suficientes para atrair investimentos.

  • HISTRIA DO TREM NO BRASIL importante destacar que, at a chegada das ferrovias no Brasil, o transporte terrestre de mercadorias se processava no lombo dos burros em estradas carroveis.

    Naquela poca, os portos fluminenses de Parati e Angra dos Reis exportavam cerca de 100 mil sacas de caf, provenientes do Vale do Paraba. Em So Paulo, anualmente, chegavam ao porto de Santos cerca de 200 mil bestas carregadas com caf e outros produtos agrcolas.

    Em 26 de julho de 1852, o Governo promulgou a Lei n. 641, na qual vantagens do tipo isenes e garantia de juros sobre o capital investido, foram prometidas s empresas nacionais ou estrangeiras que se interessassem em construir e explorar estradas de ferro em qualquer parte do Pas.

  • HISTRIA DO TREM NO BRASILNo que se refere especificamente construo de ferrovias no Brasil, o Governo Imperial consubstanciou na Lei n. 101, de 31 de outubro de 1835, a concesso, com privilgio pelo prazo de 40 anos, s empresas que se propusessem a construir estradas de ferro, interligando o Rio de Janeiro, So Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia. O incentivo no despertou o interesse desejado pois as perspectivas de lucro no foram consideradas suficientes para atrair investimentos.

  • HISTRIA DO TREM NO BRASIL importante destacar que, at a chegada das ferrovias no Brasil, o transporte terrestre de mercadorias se processava no lombo dos burros em estradas carroveis. Naquela poca, os portos fluminenses de Parati e Angra dos Reis exportavam cerca de 100 mil sacas de caf, provenientes do Vale do Paraba. Em So Paulo, anualmente, chegavam ao porto de Santos cerca de 200 mil bestas carregadas com caf e outros produtos agrcolas.

    Em 26 de julho de 1852, o Governo promulgou a Lei n. 641, na qual vantagens do tipo isenes e garantia de juros sobre o capital investido, foram prometidas s empresas nacionais ou estrangeiras que se interessassem em construir e explorar estradas de ferro em qualquer parte do Pas.

  • HISTRIA DO TREM NO BRASILA PRIMEIRA FERROVIA DO BRASIL

    O grande empreendedor brasileiro, Irineu Evangelista de Souza, (1813-1889), mais tarde Baro de Mau, recebeu em 1852, a concesso do Governo Imperial para a construo e explorao de uma linha frrea, no Rio de Janeiro, entre o Porto de Estrela, situado ao fundo da Baa da Guanabara e a localidade de Raiz da Serra, em direo cidade de Petrpolis.

    O Baro de Mau, patrono do Ministrio dos Transportes, nasceu de famlia humilde, em Arroio Grande, Rio Grande do Sul. Em 1845, frente de ousado empreendimento construiu os estaleiros da Companhia Ponta de Areia, em Niteri, iniciando a indstria naval brasileira. Em 11 anos, o estabelecimento fabricou 72 navios a vapor e a vela. Entusiasta dos meios de transporte, especialmente das ferrovias, a ele se devem os primeiros trilhos lanados em terra brasileira e a primeira locomotiva denominada Baroneza. A primeira seo, de 14,5 km e bitola de 1,68m, foi inaugurada por D. Pedro II, no dia 30 de abril de 1854. A estao de onde partiu a composio inaugural receberia mais tarde o nome de Baro de Mau.

  • HISTRIA DO TREM NO BRASILA Estrada de Ferro Mau, permitiu a integrao das modalidades de transporte aquavirio e ferrovirio, introduzindo a primeira operao intermodal do Brasil. Nesta condio, as embarcaes faziam o trajeto inicial da Praa XV indo at ao fundo da Baa de Guanabara, no Porto de Estrela, e da, o trem se encarregava do transporte terrestre at a Raiz da Serra, prximo a Petrpolis. A empresa de Mau, que operava este servio, denominava-se Imperial Companhia de Navegao a Vapor e Estrada de Ferro Petrpolis.

  • HISTRIA DO TREM NO BRASILA locomotiva Baroneza, utilizada para tracionar a composio que inaugurou a Estrada de Ferro Mau, continuou prestando seus servios ao longo do tempo e foi retirada de circulao aps 30 anos de uso. Foi a primeira locomotiva a vapor a circular no Brasil e transformada, posteriormente, em monumento cultural pelo Instituto do Patrimnio Histrico e Artstico Nacional. Esta locomotiva, por seu importante papel, como pioneira, constitui pedao da histria do ferroviarismo brasileiro. Foi construda em 1852 por Willian Fair Bairns & Sons, em Manchester, Inglaterra, fazendo, atualmente, parte do acervo do Centro de Preservao da Histria Ferroviria, situado no bairro de Engenho de Dentro, na cidade do Rio de Janeiro.

  • HISTRIA DO TREM NO BRASILFERROVIAS HISTRICAS Aps a inaugurao da Estrada de Ferro Mau, sucederam-se as seguintes ferrovias, todas em bitola de 1,60m: FerroviaData de InauguraoRecife ao So Francisco 08/02/1858 D. Pedro II 29/03/1858 Bahia ao So Francisco 28/06/1860 Santos a Jundia 16/02/1867 Companhia Paulista 11/08/1872 A segunda ferrovia inaugurada no Brasil foi a Recife-So Francisco, no dia 8 de fevereiro de 1858, quando correu o primeiro tem at a vila do Cabo, em Pernambuco. Esta ferrovia, apesar de no ter atingido a sua finalidade o rio So Francisco ajudou a criar e desenvolver as cidades por onde passava e constituiu o primeiro tronco da futura Great Western.

  • HISTRIA DO TREM NO BRASILA Companhia Estrada de Ferro D. Pedro II, foi inaugurada em 29 de maro de 1858, com trecho inicial de 47,21 km, da Estao da Corte a Queimados, no Rio de Janeiro. Esta ferrovia se constituiu em uma das mais importantes obras da engenharia ferroviria do Pas, na ultrapassagem dos 412 metros de altura da Serra do Mar, com a realizao de colossais cortes, aterros e perfuraes de tneis, entre os quais, o Tnel Grande com 2.236 m de extenso, na poca, o maior do Brasil, aberto em 1864. A Estrada de Ferro D. Pedro II, atravs do trabalho dinmico de seus operrios e tcnicos, transformou-se, mais tarde (1889) na Estrada de Ferro Central do Brasil, um dos principais eixos de desenvolvimento do pas. Um dos fatos mais importantes na histria do desenvolvimento da ferrovia no Brasil foi a ligao Rio-So Paulo, unindo as duas mais importantes cidades do pas, no dia 8 de julho de 1877, quando os trilhos da Estrada de Ferro So Paulo (inaugurada em 1867) se uniram com os da E.F. D. Pedro II.

  • HISTRIA DO TREM NO BRASILA poltica de incentivos construo de ferrovias, adotada pelo Governo Imperial, trouxe algumas conseqncias ao sistema ferrovirio do pas, que perduram at hoje, tais como: Grande diversidade de bitolas que vem dificultando a integrao operacional entre as ferrovias; Traados das estradas de ferro excessivamente sinuosos e extensos; Estradas de ferro localizadas no pas de forma dispersa e isolada. At o final do sculo XIX, outras concesses foram outorgadas, na bitola mtrica, destacando-se as seguintes: Ferrovia Data de Inaugurao Companhia Mogiana 03/05/1875 Companhia Sorocabana 10/07/1875 Central da Bahia 02/02/1876 Santo Amaro 02/12/1880 Paranagu a Curitiba 19/12/1883 Porto Alegre a Novo Hamburgo 14/04/1884 Dona Tereza Cristina 04/09/1884 Corcovado 09/10/1884 Entre as bitolas menores, vale citar a Oeste de Minas , cujo primeiro trecho, de Stio (hoje Antnio Carlos) a So Joo-Del-Rey, foi aberto a 28/08/1881, com a bitola de 0,76 m. Dentre as ferrovias citadas, salienta-se a implantao da Paranagu Curitiba, que se constituiu um marco de excelncia da engenharia ferroviria brasileira, considerado, poca, por muitos tcnicos europeus, como irrealizvel. A sua construo durou menos de 5 anos, apesar das dificuldades enfrentadas nos seus 110 km de extenso.Em 17 de novembro de 1883 foi inaugurado para trfeo regular o trecho Paranagu-Morretes. Esta ferrovia possui 420 obras de arte, incluindo, hoje, 14 tneis, 30 pontes e vrios viadutos de grande vo, estando o ponto mais elevado da linha a 955 m acima do nvel do mar. Ao trecho pioneiro da ferrovia juntaram-se outras interligaes que possibilitaram o progresso dos atuais estados do Paran e Santa Catarina. Em 1884, concluiu-se a Estrada de Ferro Dona Teresa Cristina, pioneira na Provncia de Santa Catarina, com a extenso de 112 km, originria de uma concesso obtida pelo Visconde de Barbacena, com o objetivo de trazer o carvo de pedra das minas para o Porto de Imbituba.

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