IMAGEM DOS POVOS - DIVERSIDADE E MERCADO .a preserva§£o das nossas matrizes culturais. ‰ tamb©m

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  • IMAGEM DOS POVOS - DIVERSIDADE E MERCADO AUDIOVISUAL !"#$%&"'()!*$+%$%,+-.!/0-%$!.(-1("!$*%+&2(-3$*4%5-*'$.-%,$+$%$6+)$-o da diversidade e a promoo da igualdade racial, pretende tam-bm contribuir para a implementao da Lei 10.369/2003 que torna obrigatrio o ensino da histria da frica, dos africanos, da cultura ne-gra brasileira e da contribuio do povo negro na formao da socie-dade nacional.

    O contedo audiovisual existente sobre estes temas ainda incipien-te, entretanto o momento atual do cinema e da televiso brasileiros oportuniza a partir da regulamentao da Lei 12.485/ 2011 a insero do contedo nacional na TV paga garantindo a presena da produo independente.

    Este contexto favorece a formao de realizadores brasileiros aptos a desenvolverem projetos com esta temtica, a acessarem as linhas .&% 63$3#($)&3'-% &% $% ,+-.!7(+&)% - +$"% ,$+$% 1&(#!*$/0-% 3-"%)&(-"%

    disponveis.

    A programao conta com painis informativos, consultorias para for-matao de projetos, troca de experincias, bem como a criao de um ambiente favorvel para realizao de parcerias e negcios futuros.

  • Em mais uma edio o Seminrio Internacional Imagens dos Povos traz a importncia da produo audiovisual negra como um dos pilares para a preservao das nossas matrizes culturais. tambm pelo cinema que os povos reverberam toda profundidade de suas culturas, fortale-cem suas identidades, se fazem conhecer e serem reconhecidos.

    O cinema, diverso de sentidos e de possibilidades, torna possvel regis-tros nicos capazes de dar luz para histrias desconhecidas ou negli-genciadas pelas idiossincrasias. Essa caracterstica torna imperativo o envolvimento de sujeitos, tambm diversos, no mercado da produo audiovisual. Isto , possibilitar a existncia de pessoas com outros olha-res, vivncias e identidades produzindo e consumindo cinema no Brasil.

    Nesse sentido, a realidade da gente negra brasileira precisa ser conta-da por ela mesma, pelos que a conhecem de perto, a vive. Ento, urge $%3&""(.$.&%.&%2$+$3'(+%$%,+&"&3/$%.&%,+-6""(-3$("%3&2+-"%3$%#&3$%

    $!.(-1("!$*8%$""()%#-)-%(),*&)&3'$+%,-*9'(#$"%,: *(#$"%&",`#$"%;!&%

    deem condies para que possam construir seus prprios retratos da realidade, revelando a cara e a cor do povo brasileiro.

    A Lei 10.639/2003 ainda cara para ns, gestores pblicos e militantes do Movimento Negro Brasileiro, que precisamos cotidianamente pen-sar formas de aproximar o pas da sua ancestralidade, sendo esse um fator decisivo para o enfrentamento do racismo. Assim, o que prope a nona edio do Seminrio Imagem dos Povos compreender o cinema como um agente capaz de expandir as possibilidades de ensino da his-tria e cultura afro-brasileira e africana pela liberdade da arte, capaz de transformar qualquer coisa.

    Hilton Cobra Presidente da Fundao Cultural Palmares Ministrio da Cultura

  • OFICINA DE FORMATAO DE PROJETOS PARA TELEVISO-ABPITV

    21 a 24 de novembro 2014

    O novo cenrio de oportunidades para a produo e difuso do au-diovisual independente brasileiro faz necessria uma preparao dos produtores e realizadores no sentido de adequarem seus projetos ao mercado.

    A Associao Brasileira de Produtoras Independentes de Televiso - ABPITV, fundada em 1999 agrupa mais de 450 produtoras de todo o Brasil, apoiando-as atravs de iniciativas como: Projeto Setorial de Exportao, Capacitao, Polticas Pblicas para o setor e desenvolvi-mento do mercado interno.

  • 21/11

    ?%@"%AB?

    Abertura: Coordenao Imagem dos Povos e Coordenao ABPITVIntroduo ao Mercado de TV Como comear a estruturao e desenvolvimento de projeto para TV (equipe, funes e organizao)- ANCINE CPB, CRT e pontuao (IN 54) Consultora: Mariana Brasil

  • IX SEMINRIO INTERNACIONAL IMAGEM DOS POVOS DIVERSIDA-DE E MERCADO AUDIOVISUAL

    26 a 28 de novembro de 2014

    26/11

    ? Cerimnia de Abertura Convidada Especial: Exma. Sra. Luiza Bairros, Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Polticas de Promoo da Igualdade Racial (SEPPIR)Tema da Conferncia de abertura: Diretrizes do Governo Federal para a incluso de contedos da diversidade brasileira com nfase no audio-visual negro, africano, afro-brasileiro e das disporas africanas nos me-canismos, programas e aes de governo.

    27 /11 Formao de ncleos criativos

    O PRODAV III uma seleo, em regime de concurso pblico, promo-vido pela ANCINE/BRDE, voltado para propostas de Ncleos Criativos para o desenvolvimento de Carteira de Projetos de obras audiovisuais seriadas e no seriadas, e de formatos de obra audiovisual, brasileiros de produo independente, destinadas aos segmentos de comunica-o eletrnica de massa por assinatura (TV paga), radiodifuso de sons e imagens (TV aberta), salas de exibio, e vdeo por demanda (VOD), podendo prever a realizao de episdios-pilotos, webisdios e de-mos jogveis, e realizao de pesquisas qualitativas elaboradas por ins-'('!'-"%.&%,&";!("$8%1("$3.-%@%#-3'+$'$/0-%,$+$%$,-(-%63$3#&(+-4%

    Objetivo: estimular a formao de ncleos criativos de produo en-tre realizadores e produtores com potencial para o desenvolvendo de projetos, voltados para a criao de contedos audiovisuais negro e afro-brasileiro.

  • Mediao: $;K+&$--7>*012&(+,/2+&;)&:L$'&A+5)012&(&'>)?,>&;2-&Povos.

    )-&@29/);2-&*)+)&2&N2>,./2&

    e difuso do Audiovisual na Cultura e Educao

    A Lei do Acesso Condicionada, mais conhecida como Lei da TV a Cabo, um marco legal que regula o mercado de TV paga, com a propos-'$%.&%+&)-1&+% $++&(+$"%@%#-),&'(/0-8%1$*-+(7$+%$%#!*'!+$% +$"(*&(+$%&%

    incentivar uma nova dinmica para produo e circulao de conte-dos audiovisuais produzidos no Brasil, de modo que mais brasileiros tenham acesso a esses contedos. Os canais que exibem predominan-'&)&3'&%6*)&"8%"Q+(&"8%$3()$/0-8%.-#!)&3'P+(-"%O#?$)$.-"%.&%#$3$("%

    .&%&",$/-%;!$*(6#$.-R%,$""$)%$%'&+%$%- +(2$/0-%.&%.&.(#$+%B%?-+$"%&%

    B=%)(3!'-"%"&)$3$("%.&%"&!%?-+P+(-%3- +&%@%1&(#!*$/0-%.&%#-3'&:.-"%

    audiovisuais brasileiros, sendo que no mnimo metade dever ser pro-duzida por produtora brasileira independente.

    Outro dispositivo da lei estabelece que todos os pacotes oferecidos aos #-3"!)(.-+&"%.&1&+0-%(3#*!(+%A%#$3$*%.&%&",$/-%;!$*(6#$.-%.&%,+-2+$-)$.-+$% +$"(*&(+$%,$+$%#$.$%B%#$3$("%.&%&",$/-%;!$*(6#$.-4

    A implantao dessa obrigatoriedade ser feita gradualmente, no de-correr de trs anos a partir da sano da lei. Trata-se de um mecanismo brando, se comparado aos que existem em outros pases, mas que ser de extrema relevncia para abrir espaos para cultura brasileira nesse mercado.

  • Neste sentido, necessrio que a diversidade de olhares e culturas se faam presentes, no somente no mercado, mas tambm como crit-rios nos programas de fomento e difuso. Como sabemos, o audiovisu-al uma ferramenta importante tambm nos programas governamen-tais voltados para educao e cultura.

    Objetivo: apresentar empresas de TV e setores de governo com in-teresse em contedo audiovisual brasileiro (longa- metragem, sries, curta-metragem) para expor seus modelos de negcio ou programas: como compram, o que compram e qual tipo de contedo audiovisual tem interesse .

    *012&(+,/2+&&;)&:L$'&A+5)012&(&'>)?,>&;2-&Povos .

  • Idealizao, Curadoria e Direo Geral $;K+&$--7>*012&,&:T>)+)&!5O,5+2

    Realizao e Produo:L$'&A+5)012&,& +2;7012&

    Correalizao$0U,-&$C+>)/5@)-&VHSW

    FAE -UFMG

    Coordenao do Projeto Maria Cristina Gouveia - FAE UFMG

    Coordenao%U6#(3$Mauro Garcia Diretor Executivo ABPITVLucas Soussumi Coordenador de Projeto ABPITV

    Coordenao e Curadoria SeminrioA)+9)&"-P+52

    Direo de CMDIS)X*012

    Assessoria de ComunicaoIsrael do Vale

    Projeto%V+P6#-45JJ

    Registro%W-'-2+P6#-8%5(.&-2+P6#-8%5(3?&'$"%&%'&"&$+"Homeless Co.I27)&$--7>*012&

    Vitor Brando

    Produo ExecutivaRegina Clia

    Assistente de produo Clara Cotta

    Gesto Administrativa FinanceiraFundao Christiano Ottoni

  • Projeto realizado com apoio

    Apoio Cultural

    Co realizao

    Realizao Parceria