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Indicador Fonte Periodicidade Nº. de invasões e loteamento clandestinos IBGE – MUNIC SEDURH SIV-SOLO Anual Densidade demográfica /R.A. IBGE Anuário Estatístico do DF SEDURH-DF SEPLAN-DF Anual % da frota de veículo /tipo/ ano IBGE DENATRAN STDF Anual % de cobertura de coleta de lixo Geração de lixo per capita % de área urbana com rede de drenagem IBGE – PNSB MCidades - PMSS Censo Pesquisas específicas Anual Nº. de Comitês de bacias ativos MMA/ ANA/ SRH SINIMA 0 GEO Recursos Hídricos IBGE - MUNIC ADASA Anual Estudos específicos % de investimentos em promoção da saúde/ano MSaúde SES-DF Anual Estudos específicos Nº. de programas de saúde ambiental intersetorais MSaúde SES-DF Anual Estudos específicos % de investimentos em programas de educação ambiental MEducação MMA SEE-DF PPA Anual IDH Anual Força motriz Produto Interno Bruto - PIB IBGE MPO/IPEA Anual % de áreas verdes invadidas SIV-SOLO SEMARH Anual Nº. de habitantes utilizando transporte público/ano IBGE-MUNIC STDF/DETRAN DENATRAN Anual % de recursos aplicados em limpeza urbana e manejo de águas pluviais /ano MCidades - SNIS ADASA Anual % de gastos em internações por acidentes - causas externas SIH-SUS SES-DF Mensal Nº. de escolas/ R.A. IBGE – MUNIC SEE-DF Anual Nº. de professores /R.A. IBGE – MUNIC SEE-DF Anua Pressão % da pop.vivendo abaixo da linha de pobreza IBGE/ PNAD/ SEDURH Anula Censos % de áreas assoreadas SEDUMA Nº. de engarrafamentos /ano km de trechos de tráfego engarrafados DEFESA CIVIL DETRAN Mensal/Anual Situação Frota de veículos nas R.A./ano STDF IBGE – MUNIC Anual

Indicador Fonte Periodicidade Força motriz - disaster-info.net · ... Indicadores de saúde ambiental, fontes e periodicidade – Causas externas – inundações. Causa Indicador

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  • Indicador Fonte Periodicidade

    N. de invases e loteamento clandestinos

    IBGE MUNICSEDURHSIV-SOLO

    Anual

    Densidade demogrfica /R.A. IBGEAnurio Estatstico do DFSEDURH-DF SEPLAN-DF

    Anual

    % da frota de veculo /tipo/ ano IBGE DENATRANSTDF

    Anual

    % de cobertura de coleta de lixo

    Gerao de lixo per capita

    % de rea urbana com rede de drenagem

    IBGE PNSBMCidades - PMSS

    CensoPesquisas especficas Anual

    N. de Comits de bacias ativos MMA/ ANA/ SRHSINIMA 0 GEO Recursos Hdricos IBGE - MUNICADASA

    AnualEstudos especficos

    % de investimentos em promoo da sade/ano

    MSadeSES-DF

    AnualEstudos especficos

    N. de programas de sade ambiental intersetorais

    MSadeSES-DF

    AnualEstudos especficos

    % de investimentos em programas de educao ambiental

    MEducaoMMA SEE-DF

    PPA Anual

    IDH Anual

    Fora motriz

    Produto Interno Bruto - PIB

    IBGEMPO/IPEA Anual

    % de reas verdes invadidas SIV-SOLOSEMARH

    Anual

    N. de habitantes utilizando transporte pblico/ano

    IBGE-MUNICSTDF/DETRANDENATRAN

    Anual

    % de recursos aplicados em limpeza urbana e manejo de guas pluviais /ano

    MCidades - SNISADASA

    Anual

    % de gastos em internaes por acidentes - causas externas

    SIH-SUSSES-DF

    Mensal

    N. de escolas/ R.A. IBGE MUNICSEE-DF

    Anual

    N. de professores /R.A. IBGE MUNICSEE-DF

    Anua

    Presso

    % da pop.vivendo abaixo da linha de pobreza

    IBGE/ PNAD/ SEDURH

    AnulaCensos

    % de reas assoreadas SEDUMA

    N. de engarrafamentos /ano

    km de trechos de trfego engarrafados

    DEFESA CIVILDETRAN

    Mensal/Anual

    Situao

    Frota de veculos nas R.A./ano STDFIBGE MUNIC

    Anual

  • % de rea urbana sem rede de drenagem IBGE MUNICMCIDADES - PMSS

    AnualCensoEstudos especficos

    N. de Unidades de sade com setor de sade ambiental /R.A.

    MS/SVSSES-DF

    AnualInventrios

    N. de escolas com programa de educao ambiental

    SEE-DF Anual

    N. de domiclios em rea de risco/ R.A. SIV-SOLO Anual

    N. de ocorrncias de alagamentos e desabamentos/ R.A. /ano

    DEFESA CIVIL Anual/mensal

    % de pop. vivendo em reas de riscos de desmoronamento

    DEFESA CIVILSIV-SOLOSEDUHIBGE MUNIC

    Anual

    Exposio

    N. de moradores desabrigados DEFESA CIVIL Mensal

    Taxa de mortalidade por acidentes SIMSINAMSIH-SUSSES-DF

    Anual

    N. de desabrigados/ano DEFESA CIVIL Anual

    Efeito

    Proporo de internaes hospitalares por causas externas (acidentes).

    SIH-SUSSES-DF

    Anual/Mensal

    QUADRO Indicadores de sade ambiental, fontes e periodicidade Causas externas inundaes.

  • Causa Indicador Ao

    Crescimento urbano que no atende ao PDOT

    N. de invases e loteamento clandestinos Densidade demogrfica /R.A.

    Promover a gesto participativa para avaliao do PDOT

    Sistema de mobilidade urbana inadequado

    % da frota de veculo /tipo/ ano Desenvolver programas de mobilidade de pedestres

    Polticas de saneamento e de ambiente inadequadas

    % de cobertura de coleta de lixoGerao de lixo per capita % de rea urbana com rede de drenagem N. de Comits de bacias ativos

    Implementar a gesto de limpeza urbana e manejo de guas pluviais. Realizar o monitoramento das bacias hidrogrficas do DFCriar os Comits de bacias hidrogrficas

    Poltica de promoo da sade inadequada

    % de investimentos em promoo da sade/anoN. de programas de sade ambiental intersetorais

    Implementar programas integrados com SSade , SEDUH, CAESB, Sc Defesa Civil e sociedade civil

    Sistema educacional desaparelhado

    % de investimentos em programas de educao ambiental

    Promover programas de educao ambientalCapacitar professores

    Fora motriz

    Modelo econmico excludente

    ndice de desenvolvimento humano -IDHProduto Interno Bruto - PIB

    Integrao polticas econmicas e sociais

    reas verdes, APA e APM invadidas.

    % de reas verdes invadidas Vigilncia ambiental e recuperao de reas verdes Recuperao de matas ciliares

    Mais veculos particulares no plano piloto e satlites

    N. de habitantes utilizando transporte pblico/ano

    Ampliar as rotas e freqncia dos transportes pblicos

    Sistemas de limpeza urbana e manejo de guas pluviais sem investimentos

    % de recursos aplicados em limpeza urbana e manejo de guas pluviais /ano

    Realizar investimento em sistemas de limpeza urbana e manejo de guas pluviais

    Prioridade para a assistncia e recuperao

    % de gastos em internaes por acidentes - causas externas

    Desenvolver programas de promoo da sade

    Escolas sem infra-estrutura e professores

    N. de escolas/ R.A. N. de professores /R.A.

    Priorizar escolas nas reas rurais e novos assentamentos

    Presso

    Baixo nvel de renda da populao

    % da pop.vivendo abaixo da linha de pobreza

    Integrao polticas econmicas e sociais

    Solo impermevel e eroso de encostas

    % de reas assoreadas Desenvolver programas de recuperao de encostasIntensificar a vigilncia das reas de risco

    Trnsito intenso e engarrafamentos

    N. de ocorrncias /ano km de trechos de trfego engarrafadosFrota de veculos nas R.A./ano

    Desenvolver programas de orientao no trnsito

    rea urbana sem drenagem pluvial e sem limpeza de valas e bueiros

    % de rea urbana sem rede de drenagem Realizar Investimento em sistemas de limpeza urbana e manejo de guas pluviais

    Situao

    Unidades de sade sem N. de Unidades de sade com setor de Implementar aes de promoo

  • atividades de promoo da sade

    sade ambiental /R.A. da sade e sade ambiental

    Escolas de satlites sem orientao sobre educao ambiental

    N. de escolas com programa de educao ambiental

    Implementar aes de educao ambiental

    Domiclios precrios em reas de risco

    N. de domiclios em rea de risco/ R.A. Implementar programas de melhoria de habitao

    Pop exposta a alagamentos em vias e subsolos dos edifcios

    N. de ocorrncias de alagamentos e desabamentos/ R.A. /ano % de pop. vivendo prxima a locais de deslizamentos e inundaes

    Promover a limpeza de bueiros, bocas de lobo e canais de drenagem. Fiscalizar as alternativas para escoamento de guas pluviais em condomnios de edifcios

    Populao sem informao sobre riscos

    Intensificar programas de comunicao de riscos em pocas de chuva

    Exposio

    Populao exposta a riscos de desmoronamento

    % de pop. vivendo em reas de riscos de desmoronamento

    N. de moradores desabrigados Intensificar a fiscalizao de domiclios em reas de risco

    Efeito Mortalidade e /ou incapacidades por acidentes e desastres

    Taxa de mortalidade por acidentes N. de desabrigados/ano Proporo de internaes hospitalares por causas externas (acidentes)

    Tratamento

    QUADRO BB Indicadores de sade ambiental e aes propostas Acidentes e Inundaes

  • Mara Lcia OliveiraSade e Ambiente

    Mara Lcia OliveiraSade e Ambiente

    INDICADORES DE

    SADE AMBIENTAL

    INDICADORES DE

    SADE AMBIENTAL

  • PROBLEMAS AMBIENTAIS LOCAIS

    Contaminao atmosfrica (industrial e domstica) Contaminao acstica Contaminao dos mananciais Abastecimento de gua potvel Destino final dos dejetos e dos resduos slidos Falta de reas verdes secas, desertificao Uso de agrotxicos Proliferao de vetores transmissores de doenas Uso indevido do solo Segurana e qualidade dos alimentos Desmatamentos e Queimadas no autorizadas Desastres naturais e provocados e emergncias qumicas Eroso Alteraes climticas Radiaes Efeito estufa Chuva cida

  • Consequncias:

    Diarrias, clera, gastroenterites, rotavirus, etcIncremento de roedores, mosquitos e outros insetos vetores de diversas doenas Malria, dengue, leptospirose, Chagas, hantavirose, etcIRA (Infecciones respiratrias agudas) AlergiasViolnciaDoencas cardacasCancerReduo da capacidade de aprendizagem nas crianas (Pb)intoxicao agudas por agrotxicos: taxas de 60 at120/100.000 hab

  • SITUAO AMBIENTAL NO BRASIL

    SANEAMENTO BSICO::

    60 milhes de brasileiros (9,6 milhes de domiclios) no contam com coleta de esgoto,

    15 milhes (3,4 milhes de domiclios) no tem acesso gua encanada. E uma parcela da populao que tm ligao domiciliar no conta com abastecimento dirio e nem de gua potvel com qualidade.

    Quase 75% de todo o esgoto sanitrio coletado nas cidades despejado "in natura", o que contribui decisivamente para a poluio dos cursos d'gua

    urbanos e das praias.

    IBGE, 2007IBGE, 2007

  • Condiesde saneamento

    Condiesde saneamento

    Fotos: Correio Braziliense Itapa / Estrutural

  • Desenvolvimento de grandes ncleos urbanos com assentamentos perifricos de alta densidade populacional e condies deficientes de :

    higiene, abastecimento de agua, esgotamento sanitario, de

    residuos solidos e drenagem

    Desenvolvimento de grandes ncleos urbanos com assentamentos perifricos de alta densidade populacional e condies deficientes de :

    higiene, abastecimento de agua, esgotamento sanitario, de

    residuos solidos e drenagem

    Modificaes ambientais e dinmica das populaes animaisModificaes ambientais e dinmica das populaes animais

  • SITUAO AMBIENTAL NO BRASIL

    SANEAMENTO BSICO::

    16 milhes de brasileiros no so atendidos pelo servio de coleta de lixo.

    em 64% dos municpios o lixo coletado depositado em lixes "a cu aberto". 82 mil toneladas so lanadas todos os dias no meio ambiente;

    A falta de drenagem urbana , especialmente a cada chuva mais intensa, provoca alagamentos e enchentes nas reas de estrangulamento dos cursos d'gua.

  • SITUAO AMBIENTAL NO BRASIL

    MORADIAS:

    41,5% da populao vive em condies inadequadas de habitao;adensamento excessivo, carncia de servios de gua e esgoto, direitos de propriedade mal definidos, no conformidade com os padres de edificao ou moradias construdas com materiais no durveis.

    6,6 milhes de pessoas ou 3,9% da populao brasileira em favelas

    78,5% das quais localizadas nas 9 principais Regies Metropolitanas do pas - Belm, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, So Paulo, Curitiba e Porto Alegre. (IBGE, censo 2000)

    CONTAMINAO DO AR:

    Contnuo crescimento urbano e expanso industrial;

    Episdios cada vez mais frequentes de Contaminao Atmosfrica.

    IBGE, 2007IBGE, 2007

  • Efeitos da urbanizaao desordenada e os desastres naturaisEfeitos da urbanizaao desordenada e os desastres naturais

  • Falta de drenagem e controle de enchentes

  • Falta de coleta e destino adequado dos resduos slidos

    Falta de coleta e destino adequado dos resduos slidos

  • Criadouros de vetores

  • Transformao e destruio do ambiente natural, com maior presena de animais

    Queimadas e desmatamentos, destruindo o habitat natural

    Transformao e destruio do ambiente natural, com maior presena de animais

    Queimadas e desmatamentos, destruindo o habitat natural

  • Queimadas e desmatamentos, destruindo o habitat naturalQueimadas e desmatamentos, destruindo o habitat natural

    O desmatamento envolve um impacto ambiental dos mais acentuados, devido descaracterizao total do habitat natural

    De um total de, aproximadamente, 1,3 milho de quilmetros quadrados da Mata Atlntica primitiva, restam, apenas, cerca de 50 mil km2 - menos de 5% da rea original.

    Somente nos ltimos quatro anos mais de 77 mil km2 da Floresta Amaznica - uma rea um pouco maior do que os Estados do RN e SE juntos foram devastados.

    Fonte: Ibama

    O desmatamento envolve um impacto ambiental dos mais acentuados, devido descaracterizao total do habitat natural

    De um total de, aproximadamente, 1,3 milho de quilmetros quadrados da Mata Atlntica primitiva, restam, apenas, cerca de 50 mil km2 - menos de 5% da rea original.

    Somente nos ltimos quatro anos mais de 77 mil km2 da Floresta Amaznica - uma rea um pouco maior do que os Estados do RN e SE juntos foram devastados.

    Fonte: Ibama

  • RESDUOS PERIGOSOS:

    Atividades industriais, minerao e os resduos de servios de sade, geram um volume importante de resduos;

    As indstrias txteis, os curtumes, a indstria qumica e as fundies, geram maior quantidade de resduos perigosos;

    As fbricas de baterias e a minerao de ouro so os principais responsveis pelas intoxicaes por chumbo e mercrio.

    SUBSTNCIAS QUMICAS NO MEIO AMBIENTE:

    Crescimento em quantidade e variedade;

    Incremento do consumo de agrotxicos (2,5 vezes nos ltimos 4 anos)

    SITUAO AMBIENTAL NO BRASIL

  • Sade Ambiental compreende

    aqueles aspectos da sade humana, das enfermidades, dos danos e do bem estar que so determinados ou influenciados por fatores do meio ambiente.

    Sade ambiental tambm se refere a teoria e pratica de avaliar, prevenir, corrigir e controlar os riscos do ambiente que potencialmente podem prejudicar a sade individual e coletiva de geraes atuais e futuras

    (OMS, 1993 Bulgaria1993)

    Inclue o estudo tanto dos efeitos patolgicos diretamente relacionados aos fatores fsicos, qumicos, radiolgicos e biolgicos quanto aos efeitos na sade e bem estar derivados do meio fsico, psicolgico, social e esttico em geral, compreendendo a habitao, desenvolvimento urbano, uso da terra e transporte.

    (DSSH/US,2000)

  • CONDICOES DO

    AMBIENTE QUE

    INTERFEREM NA SAUDE

    CONDICOES DO

    AMBIENTE QUE

    INTERFEREM NA SAUDE

    EFEITOS NA SAUDE

    RELACIONADOS AOS FATORES

    DO AMBIENTE

    EFEITOS NA SAUDE

    RELACIONADOS AOS FATORES

    DO AMBIENTE

    AMBIENTEAMBIENTE SAUDESAUDESAUDE AMBIENTAL

    SAUDE

    AMBIENTAL

  • Marco tericoMarco terico

    Conceitos Indicadores apontar para, desvendar, estimar, colocar preo ou trazer ao conhecimento do pblico parmetro ou valor derivado de parmetros que apontam e

    fornecem informaes sobre o estado de um fenmeno (OCDE)

    Indicadores ambientais parmetro que aponta para o estado de um ambiente ou rea,

    oferecendo informao sobre esse estado ou descrevendo-o ( OCDE)

  • uma expresso que demonstra a vinculao entre o ambiente e sadedirecionada para um aspecto concreto de uma poltica ou gerenciamento ...

    E apresentados em uma forma que facilite sua interpretao, permitindo a tomada de deciso eficaz e efetiva

    Briggs e Corvalan, 1996

  • ForasMotrizes

    Presso

    Situao Exposio

    Efeito

    Marco conceitual - FPSEEA

    Ambiental Sade

    Aes preventivas Aes curativas

  • Marco terico

    Precursores do modelo FPSEEA PER

    (Presso/Estado/Resposta), da Organizao para a Cooperao e o Desenvolvimento Econmico (OCDE)

    PEIR (Presso/Estado/Impacto/Resposta), Programa das Naes Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

  • Vantagens do modelo FPSEEA

    expressa as relaes entre desenvolvimento, ambiente e sade

    Ajuda a identificar polticas e aes efetivas para prevenir e controlar os efeitos dos riscos ambientais na sade

    E usada para descrever e analisar a situao global que diz respeito ao desenvolvimento, ambiente e sade

    Proporciona meios para examinar possveis sinergias entre as intervenes

    Pode ser um guia para o planejamento e intervenes e avaliao de custos/efetividade.

    Vantagens do modelo FPSEEA

    expressa as relaes entre desenvolvimento, ambiente e sade

    Ajuda a identificar polticas e aes efetivas para prevenir e controlar os efeitos dos riscos ambientais na sade

    E usada para descrever e analisar a situao global que diz respeito ao desenvolvimento, ambiente e sade

    Proporciona meios para examinar possveis sinergias entre as intervenes

    Pode ser um guia para o planejamento e intervenes e avaliao de custos/efetividade.

  • Alice, a primeiraindicadorologa no momento preciso do descobrimento dos indicadores

  • Mensurvel, quantificvel e baseado no melhor dado disponvel.

    Permite comparaes ao longo do tempo e espao.

    Baseado em vinculaes demonstradas entre sade e ambiente

    Permite agregao ao nvel local, regional e nacional.

    Pode ser utilizado para informar aos setores de sade e de ambiente, agencias de governo e pblico.

    Tem relevncia para a avaliao de polticas e para as necessidades dos gestores.

  • Indicadores: Que podem e no podem fazer

    Os indicadores no podem:

    Dizer algo sobre o que no podemos medir facilmente e diretamente (ou seja , indicar)

    Os indicadores devem:

    Evitar a necessidade de obter dados

  • E se voc tirar um de trezentos e sessenta e cinco , o que sobra?'

    'Trezentos e sessenta e quatro naturalmente.'

    Humpty Dumpty ficou em dvida. . Eu gostaria de ver isso no papel disse

    Alice no pde deixar de sorrir quando apanhou sua caderneta

    e fez a conta para ele: 365 - 1 = 364

    Humpty Dumpty pegou a caderneta e examinou-a com cuidado.

    Parece estar certo... comeou.

    Est de cabea para baixo! Alice interrompeu.

    com certeza que estava! Humpty Dumpty disse com satisfao, quando ela a virou para ele. Achei que parecia um pouco estranha. Como eu ia dizendo, parece estar certo... embora eu no tenha tempo para conferi-lo

    outra vez agora...

  • Indicadores: O que podem e no podem fazer

    Os indicadores no podem:

    Dar informao relevante para a poltica e aoOs indicadores devem:

    Responder as peguntas que no formulamos.

  • `O senhor poderia me dizer,por favor,

    qual o caminho que devo tomar para sair daqui?

    Isso depende muito para onde voc quer ir, respondeu o Gato.

    No me importo muito para onde ---, respondeu Alice.

    Ento no importa o caminho que voc escolha, disse o Gato.

    ...contanto que d em ALGUM LUGAR, Alice completou.

    Oh, voc pode ter certeza que vai chegar, disse o Gato, se voc caminhar bastante.

    `O senhor poderia me dizer,por favor,

    qual o caminho que devo tomar para sair daqui?

    Isso depende muito para onde voc quer ir, respondeu o Gato.

    No me importo muito para onde ---, respondeu Alice.

    Ento no importa o caminho que voc escolha, disse o Gato.

    ...contanto que d em ALGUM LUGAR, Alice completou.

    Oh, voc pode ter certeza que vai chegar, disse o Gato, se voc caminhar bastante.

    L Carroll. Alice in WonderlandL Carroll. Alice in Wonderland

  • Indicadores: O que podem e no podem fazer

    Os indicadores no podem:

    Dar uma viso mais simples e focalizado de problemas complexos (ou seja, simplificar)

    Os indicadores devem:

    Informar sobre algo para qual no foramprojetados.

  • Recordando onde queremos chegarRecordando onde queremos chegar

    "Esse o efeito de trs para frente ', a rainhadisse gentilmente: sempre se torna um pouco tontono incio

    "Viver de trs para frente !" Alice repetiucom grande espanto. "Eu nunca ouvi falar de tal coisa!"

    - mas h uma grande vantagem nisso, poisa memria funciona nos dois sentidos. "

    "Tenho certeza que a minha s funcionaassim." Alice comentou. "No me lembro dascoisas antes delas acontecerem."

    " uma espcie de memria pobre que sfunciona para trs", comentou a rainha.

    "Esse o efeito de trs para frente ', a rainhadisse gentilmente: sempre se torna um pouco tontono incio

    "Viver de trs para frente !" Alice repetiucom grande espanto. "Eu nunca ouvi falar de tal coisa!"

    - mas h uma grande vantagem nisso, poisa memria funciona nos dois sentidos. "

    "Tenho certeza que a minha s funcionaassim." Alice comentou. "No me lembro dascoisas antes delas acontecerem."

    " uma espcie de memria pobre que sfunciona para trs", comentou a rainha.

    L Carroll. Through the looking glassL Carroll. Through the looking glass

  • Indicadores: o que podem e no podem fazer

    Os indicadores no podem:

    Falar em uma lngua que todos entendam (ouseja transmitir)

    Os indicadores devem:

    Evitar a necesidade de interpretar

  • Pelo contrrio,' continuou TweedleDee, se era assim, ele poder ser, e se fosse assim, seria; mas como no foi, no . Isso lgica. "

    Eu estava pensando,' Alice disse muito educadamente, qual a melhor maneira de eu sair desta floresta.

    L Carroll. Through the looking glass

    TweedleDee e TweedleDum

  • FORAS MOTRIZES: representam as questes relativas ao modelo de desenvolvimento adotado pela sociedade e que geram as atividades e fontes de poluio/degradao.

    Exemplos: modelos de desenvolvimento econmico e tecnolgico; crescimento populacional; distribuio de renda, nvel de escolaridade, taxas de emprego, etc.

    So os fatores que condicionam as caractersticas do ambiente e suas repercusses sobre a sade, favorecendo a proliferao de atividades poluentes ou de grupos sociais e regies mais ou menos vulnerveis.

  • As polticas de setores podem ter impactos importantes nasade,que frequentemente se analisam na forma separada.

    Exemplo: polticas de transporte

    As polticas de setores podem ter impactos importantes nasade,que frequentemente se analisam na forma separada.

    Exemplo: polticas de transporte

    ruidoruido

    Contaminao do ar

    Contaminao do ar

    Inatividade fsica

    Inatividade fsica

    acidentesacidentes

    Mudanas climticasMudanas climticas

  • PRESSO:

    As caractersticas das principais fontes de presso sobre o ambiente e populaes, como emisses de poluentes, e esto associadas ocupao e explorao do meio ambiente -desmatamento, crescimento urbano e a produo industrial que so fontes de poluio ou geram outros fatores diretos de degradao ambiental.

    Os principais indicadores de presso referem-se s informaes quantitativas ou qualitativas das atividades, que so fontes de poluio e/ou degradao ambiental, como o uso de agrotxicos em reas rurais, as emisses poluidoras geradas no processo industrial, as emisses de gases txicos da combusto de veculos ou a falta de sistema de coleta e tratamento de esgotos em concentraes urbanas.

  • ESTADO:

    refere-se aos nveis ambientais gerais que encontram-se em freqente modificao, dependendo das presses que recebem. Inclui no somente os riscos da poluio por fatores fisicos, quimicos e biolgicos incluindo os riscos naturais, como as secas e os associados a atividades humanas como s enchentes, inundaes.

  • EXPOSIO: envolve a relao direta entre o ambiente com determinados riscos e os grupos expostos. No caso de substncias qumicas, a exposio inclui a dose absorvida pelo organismo e pelos rgos atingidos. Aqui o monitoramento ambiental e biolgico desta exposio so medidas bsicas para avaliar o quanto o indivduo est sendo afetado.

  • EFEITOS SADE:

    Os efeitos surgem ou manifestam-se quando algum se submete a uma exposio. Os efeitos podem variar em funo do tipo, magnitude e intensidade, dependendo do nvel de risco, do nvel de exposio, da situao de sade da pessoa, idade, formao gentica, etc. Tambm podem ser agudos ou crnicos

  • Matriz de Desenvolvimento Meio Ambiente e Sade -

    Foras condutoras

    Crescimento da populao

    Desenvolvimento econmico

    Tecnologia

    Presses Produo Consumo Disposio dos resduos

    Estado Riscos naturais Disponibilidade de recursos

    Nveis de poluio

    Exposio Exposio externa Dose de absoro Dose orgnica alvo

    Efeito Bem-estar Morbidade Mortalidade

    Ao

  • Fora Motriz

    Crescimento urbano que no

    atende ao PDOT

    Sistema de mobilidade urbana

    inadequado

    Polticas de Saneamento e

    ambiente inadequadas

    Poltica de promoo da

    sade inadequada

    Sistema educacional

    desaparelhado

    Modelo econmico excludente

    Presso reas verdes, APA e APM

    invadidas.

    Mais veculos particulares no plano piloto e

    satlites

    Sistemas de limpeza urbana e

    drenagem sem investimentos

    Prioridade para a assistncia e recuperao

    Escolas seminfra-estrutura e

    professores

    Baixo nvel de renda da

    populao

    Situao Solo impermevel e

    eroso de encostas

    Trnsito intenso e engarrafamentos.

    rea urbana sem drenagem pluvial e sem limpeza de valas e bueiros

    Unidades de sade sem atividades de

    promoo da sade

    Escolas de satlites sem

    orientao sobre educao ambiental

    Domiclios precrios em reas

    de risco

    ExposioPop exposta a enxurradas, alagamentos em vias e

    subsolos dos edifcios.Populao sem informao sobre

    riscosPopulao exposta

    a riscos de desmoronamento

    Efeito Mortalidade e /ou incapacidades por acidentes e inundaes

    QUADRO C - O Modelo FPSEEA/OMS e os indicadores de sade ambiental para o DF Acidentes e inundaes

  • Integrao polticas econmicas e sociais% da pop.vivendo abaixo da linha de pobreza Baixo nvel de renda da populao

    Priorizar escolas nas reas rurais e novos assentamentos

    N. de escolas/ R.A. N. de professores /R.A.

    Escolas sem infra-estrutura e professores

    Desenvolver programas de promoo da sade

    % de gastos em internaes por acidentes - causas externas

    Prioridade para a assistncia e recuperao

    Realizar investimento em sistemas de limpeza urbana e manejo de guas pluviais

    % de recursos aplicados em limpeza urbana e manejo de guas pluviais /ano

    Sistemas de limpeza urbana e manejo de guas pluviais sem investimentos

    Ampliar as rotas e freqncia dos transportes pblicos

    N. de habitantes utilizando transporte pblico/ano Mais veculos particulares no plano piloto e satlites

    Vigilncia ambiental e recuperao de reas verdes

    Recuperao de matas ciliares

    % de reas verdes invadidas reas verdes, APA e APM invadidas.

    Presso

    Integrao polticas econmicas e sociaisndice de desenvolvimento humano - IDHProduto Interno Bruto - PIB

    Modelo econmico excludente

    Promover programas de educao ambientalCapacitar professores

    % de investimentos em programas de educao ambiental

    Sistema educacional desaparelhado

    Implementar programas integrados com SSade , SEDUH, CAESB, ScDefesa Civil e sociedade civil

    % de investimentos em promoo da sade/anoN. de programas de sade ambiental intersetorais

    Poltica de promoo da sade inadequada

    Implementar a gesto de limpeza urbana e manejo de guas pluviais.

    Realizar o monitoramento das bacias hidrogrficas do DF

    Criar os Comits de bacias hidrogrficas

    % de cobertura de coleta de lixoGerao de lixo per capita % de rea urbana com rede de drenagem N. de Comits de bacias ativos

    Polticas de saneamento e de ambiente inadequadas

    Desenvolver programas de mobilidade de pedestres

    % da frota de veculo /tipo/ anoSistema de mobilidade urbana inadequado

    Promover a gesto participativa para avaliao do PDOT

    N. de invases e loteamento clandestinos Densidade demogrfica /R.A.

    Crescimento urbano que no atende ao PDOT

    Fora motriz

    AoIndicadorCausa

    Indicadores de sade ambiental e aes propostas Acidentes e Inundaes Indicadores de sade ambiental e aes propostas Acidentes e Inundaes

  • Indicadores de sade ambiental e aes propostas Acidentes e Inundaes Indicadores de sade ambiental e aes propostas Acidentes e Inundaes

    Tratamento Taxa de mortalidade por acidentes N. de desabrigados/ano Proporo de internaes hospitalares por causas

    externas (acidentes)

    Mortalidade e /ou incapacidades por acidentes e desastres

    Efeito

    Intensificar a fiscalizao de domiclios em reas de risco

    Populao exposta a riscos de desmoronamento

    Intensificar programas de comunicao de riscos em pocas de chuva

    % de pop. vivendo em reas de riscos de desmoronamento

    N. de moradores desabrigados

    Populao sem informao sobre riscos

    Promover a limpeza de bueiros, bocas de lobo e canais de drenagem.

    Fiscalizar as alternativas para escoamento de guas pluviais em condomnios de edifcios

    N. de ocorrncias de alagamentos e desabamentos/ R.A. /ano

    % de pop. vivendo prxima a locais de deslizamentos e inundaes

    Pop exposta a alagamentos em vias e subsolos dos edifcios

    Exposio

    Implementar programas de melhoria de habitao

    N. de domiclios em rea de risco/ R.A. Domiclios precrios em reas de risco

    Implementar aes de educao ambientalN. de escolas com programa de educao ambientalEscolas de satlites sem orientao sobre educao ambiental

    Implementar aes de promoo da sade e sade ambiental

    N. de Unidades de sade com setor de sade ambiental /R.A.

    Unidades de sade sem atividades de promoo da sade

    Realizar Investimento em sistemas de limpeza urbana e manejo de guas pluviais

    % de rea urbana sem rede de drenagem rea urbana sem drenagem pluvial e sem limpeza de valas e bueiros

    Desenvolver programas de orientao no trnsito

    N. de ocorrncias /ano km de trechos de trfego engarrafadosFrota de veculos nas R.A./ano

    Trnsito intenso e engarrafamentos

    Desenvolver programas de recuperao de encostas

    Intensificar a vigilncia das reas de risco

    % de reas assoreadas Solo impermevel e eroso de encostas

    Situao

    AoIndicadorCausa

  • Quem quer que deseje fazer uma investigao mdica adequadamenteconsiderar () com o maior cuidado de onde tem que ir os nativos para buscar gua, se usam guas pantanosas, suaves, ou que so duras e vem de lugares altos e rochosos, ou so salobras e speras. Tambm o solo, se plano e seco, ou de bosque e de guas abundantes.

    "Sobre os ares, guas e lugares"Hipcrates (400.a.C)

    Quem quer que deseje fazer uma investigao mdica adequadamenteconsiderar () com o maior cuidado de onde tem que ir os nativos para buscar gua, se usam guas pantanosas, suaves, ou que so duras e vem de lugares altos e rochosos, ou so salobras e speras. Tambm o solo, se plano e seco, ou de bosque e de guas abundantes.

    "Sobre os ares, guas e lugares"Hipcrates (400.a.C)

  • INDICADORES DE VIGILNCIA AMBIENTAL

    Albertino A. Maciel (1), Cicero Ges Jr.(1), Jacira Cancio (2) , Mara Lcia Oliveira (1), Silvano Costa (1)

    RESUMO

    Este documento apresenta o processo de formulao de indicadores de vigilncia ambientaldiscutidos em congressos, seminrios e oficinas de trabalho, com o objetivo de definir osindicadores bsicos que devero orientar a prtica da vigilncia, auxiliando na formulao dediagnsticos e instrumentalizando o Sistema de Informao em Vigilncia Ambiental, nosdiferentes nveis de gesto. Este artigo apresenta o modelo proposto pela Organizao Mundial daSade OMS para formulao de indicadores, onde utilizada uma matriz de causa-efeito.Tambm apresentado um elenco das principais caractersticas inerentes aos indicadores.

    Palavras-chaves: Indicadores, Indicadores de Vigilncia Ambiental, Indicadores de SadeAmbiental

    SUMMARY

    This document presents the formulation process of the environmental surveillance indicators whichwere discussed in congresses, seminars and workshops, with the objective of defining the basicindicators which will orient the surveillance practice, helping on the diagnosis formulation andimplementing the Environmental Surveillance Information System, at the different levels ofmanagement. This article presents the proposed model by World Health Organization WHO forthe formulation of indicators, where a matrix of cause-effect is used. In addition, it is presented alist of the main characteristics which are inherent to the indicators.

    Key-words: Indicators, Indicators for Environmental Surveillance, Indicators forEnvironmental Health

    * Texto elaborado pela Coordenao de Vigilncia Ambiental - COVAM/CENEPI/FUNASA (1) em conjunto com a Representao no Brasil da OPAS/OMS (2)

  • APRESENTAO

    Este documento descreve o processo histricoe atual de construo e definio dosindicadores de vigilncia ambiental, devendoser o primeiro de uma srie de textos a seremdivulgados para apresentao dos indicadoresda rea, constituindo o marco terico para aformulao dos mesmos.

    O texto pretende, alm de disseminar ainformao, socializa-la, submetendo-a apreciao e crticas dos profissionais queatuam na rea de vigilncia ambiental, sejanas instituies prestadoras de serviosquanto nas de ensino e pesquisa, para quepossam contribuir na construo dosindicadores a serem utilizados nacionalmente.

    Os objetivos deste documento, so: Apresentar a metodologia empregada

    para elaborao dos indicadores devigilncia ambiental, definidos para cadauma das reas programticas: vigilnciada qualidade da gua para consumohumano, contaminantes ambientais,fatores biolgicos e desastres naturais eacidentes com produtos perigosos;

    Promover a construo coletiva dosindicadores.

    1. INTRODUO

    Considera-se a vigilncia ambiental como oprocesso contnuo de coleta de dados eanlise de informao sobre sade eambiente, com o intuito de orientar aexecuo de aes de controle de fatoresambientais que interferem na sade econtribuem para a ocorrncia de doenas eagravos. Contempla as aes executadas pelosetor sade e tambm aes de outros setorespromovidas e articuladas com setor sade.

    A estruturao da vigilncia ambiental umaresposta do setor sade ao movimentomundial em que todas as atividades humanasse associam em busca do desenvolvimentosustentvel. O setor sade passa a ter uminterlocutor natural junto aos outros setores,

    estabelecendo um inter-relacionamento entrequestes de desenvolvimento, ambiente esade, buscando dar respostas para oatendimento das necessidades e para amelhoria da qualidade de vida daspopulaes.

    Uma abordagem baseada em uma gestoparticipativa, na ao intersetorial para asade e na nfase no nvel local, necessita deestratgias e mecanismos integradores parapromover uma melhor articulao ecoordenao em todas as instnciasgovernamentais. Existe um consenso de que asade tem uma responsabilidade edesempenha um papel chave pois podeassegurar que as polticas e estratgias dosvrios setores e entidades contribuampositivamente para a proteo e promoo dasade.

    No mbito da sade ambiental, o setor sadetem papis especficos que so atribudos vigilncia ambiental. De acordo com a OMS,so eles: monitorar as condies de sade e

    ambiente, assegurando a descentralizaodas aes e as prioridades locais;

    utilizar indicadores que relacionem sadee condies de vida, produzindoestimativas da contribuio de diferentesfatores ambientais e scio-econmicospara problemas de sade;

    analisar as necessidades e exigncias paraa sade nos vrios setores dodesenvolvimento, tais como habitao,agricultura, ocupao urbana, minerao,transporte e indstria;

    formular polticas de vigilncia ambientalem parceria com setores afins;

    promover a nfase nas questes de sadee ambiente, junto s agncias,organizaes pblicas e privadas, ecomunidades, em todos os nveis, paraincluso nos seus trabalhos, planos eprogramas das questes referentes avigilncia ambiental;

    apoiar as iniciativas locais e regionais deestruturao da vigilncia ambiental nosservios de sade;

  • apoiar a execuo de pesquisas visando amelhor compreenso, avaliao egerenciamento de riscos ambientais;

    subsidiar as polticas e o planejamento, aavaliao e o desenvolvimento derecursos humanos e institucionais; narea de vigilncia ambiental, nosdiferentes nveis de gesto.

    Para que o setor sade assuma estasresponsabilidades, existe a necessidade dainformao tanto por parte dos gestores,quanto pela populao. Ela tem importnciapara a identificao e priorizao dosproblemas existentes, para o desenvolvimentoe avaliao das polticas e aes a seremimplementadas; para o estabelecimento eavaliao de parmetros e diretrizes, e para odirecionamento das pesquisas edesenvolvimento de novas iniciativas.

    A FUNASA, rgo da estrutura do Ministrioda Sade, criou em 1999, como parte daestrutura do CENEPI, a Coordenao deVigilncia Ambiental - COVAM, com afinalidade de coordenar, implementar eacompanhar o desenvolvimento das aes devigilncia ambiental. Surgiu a partir daproposta de estruturao da Vigilncia emSade, que levou a Fundao a desenvolverum Projeto de Estruturao do SistemaNacional de Vigilncia em Sade VIGISUS, que est em fase de implantaono pas.

    O Sistema de Vigilncia Ambiental englobaas reas de vigilncia da qualidade da guapara consumo humano, vigilncia e controlede fatores biolgicos, contaminantesambientais e as questes de saderelacionadas aos desastres e acidentes comprodutos perigosos.

    O seu Sistema de Informao devepossibilitar a esta vigilncia a coleta de dadose a agregao dos mesmos em informaescomplexas que formaro os indicadores. Osindicadores representam mais do que osdados em que so baseados. Trata-se de umaferramenta fundamental para os gestores,melhorando e desenvolvendo polticas,fornecendo informaes de maneira maissimples e de fcil entendimento e

    possibilitando o intercmbio das informaesentre os diversos setores e atores atuantes.

    2. OS INDICADORES PARA O SISTEMADE VIGILNCIA AMBIENTAL

    Como estabelecer os nexos entre os fatoresambientais e a sade da populao? Comoidentificar com praticidade e preciso, aocorrncia de riscos sade a partir de dadoscoletados junto s populaes?

    Os indicadores podem ser a expresso donexo entre a sade e o ambiente e seremexpressos de forma a facilitar a interpretaodos problemas para uma tomada de decisoefetiva e eficaz.

    O indicador definido como um valoragregado a partir de dados e estatsticas,transformados em informao para o usodireto dos gestores. Deste modo, osindicadores podem contribuir para aprimoraro gerenciamento e a implementao depolticas.

    Os indicadores permitem dar um valoragregado aos dados, convertendo ainformao para uso direto. Como exemplode indicador sobre poluio do ar, temos: asmedies de qualidade ambiental fornecemdados primrios (como o nvel de poluio doar por hora). Tais dados, ao serem agregadose resumidos produzem estatsticas (porexemplo, nveis mdios de poluio do ar acada 24 horas). As estatsticas so entoanalisadas e reapresentadas em forma deindicadores (nmero de dias em que ospadres de qualidade do ar foram excedidos).

    Por princpio, os indicadores devem serapropriados para diferentes usurios e estarbaseados no reconhecimento de quediferentes decises e questes requeremdistintos tipos e nveis de indicadores.

    Os indicadores servem para orientar a prtica,formulando evidncias para o diagnstico e,tambm, instrumentalizando o sistema deinformao de vigilncia ambiental. importante que a informao obtida sejaapresentada aos gestores e pblico em geral,de forma til e direta, por se tratar de riscos

  • ambientais que podem causar um possveldano a sade.

    Algumas caractersticas devem serconsideradas na seleo dos indicadores. Elasesto apresentadas no Figura 1, transcrito dedocumento da OMS1, as quais apontamosresumidamente a seguir: devem ser os mais especficos possveis

    questo tratada;

    devem ser sensveis a mudanasespecficas nas condies de interesse;

    devem ser cientificamente confiveis, serimparciais e representativo das condiesde interesse;

    e, finalmente, devem propiciar o mximode benefcio e utilidade.

    Figura 1

    CRITRIOS PARA INDICADORES DE SADE AMBIENTALDevem ser:

    De aplicabilidade geral:

    a diretamente relacionados a uma questo especfica de interesse da sade ambiental;b baseados em uma associao conhecida entre ambiente e sade;c relacionados a condies ambientais e/ou de sade que so passveis de controle;d sensveis a mudanas nas condies de interesse.

    Cientificamente slidos:

    e imparciais e representativos das condies de interesse;f cientificamente confiveis para que sua confiabilidade ou validade no sejam postas em

    dvida;g baseados em dados de qualidade conhecida e aceitvel;h resistentes e no vulnerveis a pequenas mudanas na metodologia / escala usada para sua

    construo;i consistentes e comparveis, independentemente de tempo e espao.

    Aplicveis pelos usurios:

    j baseados em dados que estejam disponveis a um custo-benefcio aceitvel;k facilmente compreensveis e aplicveis por usurios potenciais;l aceitveis pelos interessados;m disponveis logo aps o evento ou perodo ao qual est relacionado (para no atrasar as

    decises polticas).

    Fonte: Indicadores para o estabelecimento de polticas e a tomada de deciso em sade ambiental, OMS (mimeo)

  • 3. HISTRICO DO PROCESSO DEDEFINIO DOS INDICADORES

    Para a definio dos indicadores de vigilnciaambiental optou-se por aplicar o modeloproposto pela OMS no desenvolvimento deindicadores de sade ambiental, apresentadono documento Indicadores paraestabelecimentos de polticas e a tomada dedeciso em sade ambiental(mimeo).

    A metodologia utilizada a proposta pelaOMS, que adaptou a terminologia para aanlise de causa e efeito das relaes entresade e ambiente. Esse modelo analisa seisdiferentes nveis de causalidade, efeitos eaes. Esta estrutura baseia-se noentendimento cientifico de causas, efeitos efatores de risco.

    A discusso sobre indicadores voltados para avigilncia ambiental tem ocorrido emdiferentes fruns e momentos, contando coma participao de profissionais de diversasinstituies pblicas e ONGs.

    Inicialmente ela se deu no mbito daFundao Nacional de Sade, envolvendodesde o incio a Organizao Pan-Americanada Sade /Organizao Mundial da Sade(OPAS/OMS). A partir da, ampliou-se odebate envolvendo os outros setores,promovendo Oficinas de Trabalho paradiscusso de propostas de indicadores devigilncia ambiental, apresentando ametodologia a ser empregada e iniciando adefinio dos indicadores. As Oficinasocorreram no Rio de Janeiro, em agosto/98,durante o IV Congresso Brasileiro deEpidemiologia EPIRIO 98; no EspiritoSanto, em agosto/98, no Encontro deZoonoses; em Braslia, em abril/1999, naOficina de Trabalho sobre a Proposta deEstruturao da Qualidade da gua de

    Consumo Humano no Nvel Federal e apoio aEstruturao nos Estados e Municpios; e noRio de Janeiro, em maio/99, no XXCongresso Brasileiro de Engenharia Sanitria ABES/992.4. METODOLOGIA DA OMS PARADESENVOLVIMENTO DOS INDICADORES

    A opo por utilizar o modelo proposto pelaOMS, parte da necessidade de escolha deuma metodologia, e considera que esta podeser aplicada em diferentes nveis (desde onacional at o local), estabelecendo muitasconexes causais e demonstrando acomplexidade na relao causa-efeito.Tambm permite observar as vriasinteraes que ocorrem em diferentes nveis eem componentes diversos.

    A Tabela 1 mostra a relao dos mltiplosvnculos entre situaes de exposio dohomem e condies de doena e sade queelas podem causar.

    O modelo proposto uma adaptao daestrutura de Presso-Situao-Respostadesenvolvida pela Organizao para aCooperao Econmica e o Desenvolvimento- OECD, a qual baseou-se num trabalhorealizado pelo Governo do Canad.A estrutura de causa-efeito (Foras Motriz,Presso, Situao, Exposio, Efeito, Aes) o modelo atravs do qual as forasmotrizes geram presses que modificam asituao do ambiente e, em ltima anlise, asade humana, por meio das diversas formasde exposio, onde as pessoas entram emcontato com o meio ambiente, causando osefeitos na sade. Vrias aes podem serdesenvolvidas em diferentes pontos dacadeia, assumindo diversas formas, comomostrado na Figura 2.

  • TABELA 1Relao potencial entre situaes de exposio e as condies de sade

    Situao de exposio

    Condies deSade Poluio do

    ar

    Excreta eresduosdomsticos

    Poluio dagua oudeficinciasnogerenciamento da gua

    Poluiodosalimentos

    Habitaoinsalubre

    Mudanasclimticasglobais

    Infecesrespiratrias agudas Doenas diarreicas Outras infeces Malria e outrasdoenas transmitidaspor vetores

    Agravos eintoxicaes Condies de sademental Doenascardiovasculares Cncer Doenas crnicorespiratrias

    Fonte: baseado em dados da OMS 1995. In: Indicadores para o estabelecimento de polticas e atomada de deciso em sade ambiental, OMS (mimeo)

    A Figura 2 exemplifica a estrutura proposta.

    FIGURA 2: Cadeia Desenvolvimento-Meio Ambiente-Sade

    Fonte: Indicadores para o estabelecimento de polticas e a tomada de deciso em sade ambiental, OMS (mimeo)

    Fora Crescimento Desenvolvimento TecnologiaMotriz da Populao Econmico

    Presses Produo Consumo Disposio de resduos

    Situao Riscos Disponibilidade Nveis de naturais de recursos Poluio

    Exposio Exposio Dose de Dose orgnica externa Absoro Alvo

    Efeito Bem-Estar Morbidade Mortalidade

    Ao

  • Uma vez identificadas as causas pode-sedefinir os indicadores dentro desta estrutura,correspondentes aos diferentes componentes,inclusive os indicadores relacionados saes.

    importante apresentar os conceitos bsicosrelacionados a cada um dos elementos (oucomponentes) da estrutura.

    Fora motriz

    So os fatores que influenciam, em escalaampla e macro, os vrios processosambientais que podem afetar a sade humana.Esses fatores estabelecem vnculos fracos emenos diretos entre os riscos ambientais eefeitos reais de sade .Podem ser dados comoexemplos de foras motrizes: o crescimentoda populao, desenvolvimento econmico, odesenvolvimento tecnolgico, a pobreza e arapidez da industrializao e urbanizao.

    Presses

    As presses so conseqncias das diversasforas motrizes e so fatores que influenciamem uma escala ampla e que apresentamvnculos indiretos entre os riscos ambientais eefeitos reais de sade das populaes. Essaspresses so geradas pelas diferentesatividades econmicas como: indstria,agricultura, transporte e energia. Em todas asatividades humanas podem surgir pressessobre o meio ambiente e a sade. Comoexemplo de presses temos: produo,consumo, disposio de resduos.

    Situao

    As mudanas do meio ambiente podem sercomplexas e amplas e podem terconseqncias em escala local, regional,estadual e nacional. So decorrentes daspresses e podem representar um aumento nafreqncia e magnitude do risco natural; osrecursos naturais podem ser negativamenteafetados, seja a qualidade do ar, da gua e dosolo, devido a poluio. Podem ocorrermodificaes secundrias: uma mudanapode afetar outras reas. Cada instncia podegerar novos riscos para a sade, porm nemtodos os aspectos do ambiente podeminfluenciar a sade, nem se conhecer com

    clareza a relao com a sade. Tome-se comoexemplo de situao: riscos naturais,disponibilidade de recursos, nveis depoluio.

    Exposio

    A exposio a condio indispensvel paraque a sade individual ou coletiva sejamafetadas pelas condies adversas do meioambiente. Muitos fatores determinam se umindivduo ser exposto, como: a poluio domeio, quantidade de poluentes, tempo depermanncia em ambientes contaminados,bem como a forma de contato. Estes fatoresestabelecem vnculos fortes e diretos entre osriscos ambientais e os efeitos reais de novosriscos para a sade. Como exemplo, podemoscitar: exposio externa, dose de absoro,dose orgnica.

    Efeitos

    Os efeitos sobre a sade podem se manifestarquando algum se submete a uma exposio.Os efeitos podem variar em funo do tipo,magnitude e intensidade, dependendo donvel de risco, do nvel de exposio, dasituao de sade da pessoa, idade eformao gentica, etc. Tambm podem seragudos ou crnicos. Podem ocorrer diferentesrelaes de efeito/exposio para diferentessubconjuntos da populao; podem serpequenos e devem ser diferenciados dosefeitos de outros fatores. Exemplos deefeitos: intoxicao, envenenamento, bem-estar, morbidade, mortalidade.

    Aes

    A aes podem ser de curto prazo e de carterreparador, outras a longo prazo e preventivas.

    Diversas aes podem ser tomadas, baseadasna natureza dos riscos, sua receptividade aocontrole e da percepo pblica dos riscos.As aes podem ser implementadas emdiferentes nveis de gesto, como porexemplo, em nvel das foras motrizes, daspresses, da situao, de exposio ou dosverdadeiros efeitos sobre a sade.

  • 5. ASPECTOS IMPORTANTES ACONSIDERAR

    importante enfatizar que os indicadores aserem definidos, devem ser de uso comum egeral, essenciais e aplicveis no SistemaNacional de Vigilncia Ambiental. Tambmno se pretende esgotar o tema e simsubsidiar a definio de um elenco mnimo deindicadores comuns a todos os nveis.

    Para construo dos indicadores, algunsaspectos podem ser considerados parafacilitar a sua formulao, entre eles:

    - Estabelecimento do problema/questoA definio dos indicadores deve levar emconsiderao o problema ou a questo a serabordada, a partir do uso do indicador e dointeresse do usurio. Podemos citar algunsaspectos a serem considerados: o riscoambiental especfico (tal como poluio do arinterno - indoor), o local onde ocorre aexposio (tal como, uma casa, uma fbrica,uma cidade), o resultado especfico de sade(tal como pneumonia infantil), uma polticaou uma ao especfica (tal como programade melhoria dos aparelhos de arcondicionado), ou uma fora condutoraadjacente (tal como pobreza).

    - GovernabilidadeNa cadeia desenvolvimento-meio ambiente-sade para a construo da matriz daestrutura de causa-efeito, tendo em vista adefinio dos indicadores de vigilnciaambiental, importante observar se oscomponentes de exposio e efeitos estodiretamente relacionados ao setor sade, ouseja, as causas apontadas apresentam vnculosfortes e diretos com este setor.

    - Doena ou agravoA vigilncia ambiental deve ter um enfoqueprioritrio no risco ambiental, cujo conceitoest relacionado com a causa. Novos critriosdevem ser estabelecidos para que possamosadotar uma posio e elaborar conclusespertinentes em relao a situaes reais e aodesenvolvimento das atividades humanas. Adefinio de procedimentos para a Avaliao

    de Impacto Ambiental na Sade poder serimportante na elucidao de difceisproblemas ligados a contaminao,degradao das condies ambientais e devida, bem como evidncias incertas doimpacto a sade e ao ambiente.

    Nesse sentido, o conhecimento das condiesambientais locais ou regionais e dasatividades scio-econmicas so de extremarelevncia para o estabelecimento de medidasde preveno aos agravos e a eliminao dosriscos potenciais e existentes.

    Os mecanismos pelos quais os efeitoscausados por exposies ambientais semanifestam demandam a considerao demuitos fatores diferentes.

    - Fonte de Informao necessrio definir, de forma bastante clara,quais os dados necessrios em relao a cadaindicador, assim como a fonte de dados a seridentificada.

    A falta de dados a nvel local, ou os dadosdisponveis sobre condies do meioambiente e de sade, podem estar disponveisem diferentes nveis de resoluo, tornandodifcil a criao de vnculos entre ascondies ambientais e as condies desade, ou a identificao de grupos de risco.Os dados podem estar disponveis paraperodos ou intervalos de tempo inadequados,e podem ser insuficientes para determinartendncias espaciais ou temporais.

    Na maioria das vezes, as fontes deinformao se encontram fora do setor sade.Isto inclui informaes de rotina coletadaspor diferentes rgos governamentais,universidades e organizaes de pesquisas,setor privado, ONGs e prestadores deservios.

    - AlianasO trabalho inter-setorial e inter-institucionaldeve ser empreendido baseado na integraodo setor sade com diferentes instituies. Osdados e informaes produzidos pelas reasdo setor sade, (tais como os da vigilnciaepidemiolgica, toxicologia, vigilnciasanitria), os do meio ambiente, da

  • agricultura, por exemplo, devem serutilizados na obteno geral do entendimentoe na compreenso das relaes da sade e domeio ambiente.

    As aes integradas do setor sade com asdemais instituies e entidades, que devepropiciar e garantir o xito na definio dosindicadores, na organizao do Sistema deInformao de Vigilncia Ambiental e, emlitma anlise, do Sistema de VigilnciaAmbiental.

    6. DEFINIO DOS INDICADORES

    A vigilncia ambiental est organizadasegundo os componentes de: Vigilncia deQualidade da gua de Consumo Humano;Contaminantes Ambientais na gua, no ar eno solo; Controle dos Fatores Biolgicos;Desastres Naturais e Acidentes com ProdutosPerigosos.

    Sero definidos indicadores que vo subsidiaras aes dos componentes citados, tendo sidoiniciadas as discusses dos indicadores dasreas programticas de Fatores Biolgicos, degua para Consumo Humano e deContaminantes Ambientais, com nfase emVetores, gua de Consumo e Contaminaopor Mercrio e Agrotxicos.

    Os indicadores sero qualificados definindo,os conceitos, mtodos de clculo, fontes deinformao, etc.

    7. COMENTRIOS FINAIS

    Para lidar com os novos desafios sonecessrias novas formas que se baseiem emmecanismos integrados, dentro de uma visoholstica, visto que os problemas tm setornado cada vez mais complexos eabrangentes. Os efeitos sobre a saderelacionados ao meio ambiente se

    transformam cada vez mais em umapreocupao maior, que nos leva a uma novareflexo e necessidade de informaesmelhoradas, que dem suporte a uma novaforma de pensar e abordar os problemas.

    As aes na rea de vigilncia ambiental, nasade, requerem uma compreenso ampla dasquestes ambiental e epidemiolgica.

    Este texto apresenta a metodologia, osconceitos e relata o processo dedesenvolvimento dos indicadores devigilncia ambiental, contribuindo para omelhor entendimento e facilitando ointercmbio entre os profissionais que atuamna rea.

    Os indicadores de cada uma das reasprogramticas sero apresentados em textossubsequentes, de modo a construir umsistema nacional considerando as crticas,sugestes e contribuies aportadas.

    8. REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS

    1. ORGANIZAO MUNDIAL DA

    SADE, Indicadores para o estabelecimento

    de polticas e a tomada de deciso em sade

    ambiental, 1998, Genebra (mimeo).

    2. Fundao Nacional de Sade - Indicadores

    de Sade e Ambiente, Relatrio da Oficina de

    Trabalho realizada durante o IV Congresso

    Brasileiro de Epidemiologia - EPIRIO/98.

    Informe Epidemiolgico do SUS, 1998; Ano

    VII No. 2 Abr/Jun/98: 45-53.

  • Fora Motriz

    Crescimento urbano que no

    atende ao PDOT

    Sistema de mobilidade urbana

    inadequado

    Polticas de Saneamento e

    ambiente inadequadas

    Poltica de promoo da

    sade inadequada

    Sistema educacional

    desaparelhado

    Modelo econmico excludente

    Presso reas verdes, APA e APM

    invadidas.

    Mais veculos particulares no plano piloto e

    satlites

    Sistemas de limpeza urbana e

    drenagem sem investimentos

    Prioridade para a assistncia e recuperao

    Escolas seminfra-estrutura e

    professores

    Baixo nvel de renda da

    populao

    Situao Solo impermevel e

    eroso de encostas

    Trnsito intenso e engarrafamentos.

    rea urbana sem drenagem pluvial e sem limpeza de valas e bueiros

    Unidades de sade sem atividades de

    promoo da sade

    Escolas de satlites sem

    orientao sobre educao ambiental

    Domiclios precrios em reas

    de risco

    ExposioPop exposta a enxurradas, alagamentos em vias e

    subsolos dos edifcios.Populao sem informao sobre

    riscosPopulao exposta

    a riscos de desmoronamento

    Efeito Mortalidade e /ou incapacidades por acidentes e inundaes

    QUADRO C - O Modelo FPSEEA/OMS e os indicadores de sade ambiental para o DF Acidentes e inundaes

    fontes DF causas externas.inundaes 2.docindicadores DF causas externas.inundaes 2.docINDICADORES DE.pptindicadores_de_vas.pdfmatriz DF causas externas 2710.doc