Informativo Nosso Lar - NENL AURICULOTERAPIA A auriculoterapia (aurأ­cula=orelha, ... a partir das 12

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  • Informativo Nosso Lar Centro de Apoio ao Paciente com Câncer

    Núcleo Espírita Nosso Lar

    www.nenossolar.com.br NOVEMBRO 2014 - ANO 4 - Nº 30

    5º RISOTO SOLIDÁRIO

    Colunas · CONSTRUINDO PARAÍSOS

    Adilson Maestri Página 7

    · RELIGIÃO, SÍMBOLOS SAGRADOS E PRÁTICAS ESPIRITUAIS

    Homero Franco Página 7

    ·FAÇA VOCÊ MESMO O QUE PRECISA SER FEITO, VOCÊ CONSEGUE!

    Valéria Melo Ribeiro Página 11

    · TED Rafael Silveira Página 11

    · MARKETING INTERNO E SEUS PRINCIPAIS DESAFIOS

    Édis Mafra Lapolli Página 13

    · O TESOURO ENTERRADO elementos doutrinários Jaime João Regis Página 15

    No dia 06 de novembro de 2014 acontecerá o 5º Risoto Solidário. Novamente 60 chefs de cozinha disponibilizam os mais variados e deliciosos risotos numa festa para mil e setecentas pessoas! É a forma de com alegria e solidariedade financiar o tratamento dos mais de mil pacientes/dia, com medicação, alimentação e toda a parte administrativa, das duas Casas, o Núcleo Espírita Nosso Lar e o Centro de Atendimento ao Paciente com Câncer. Páginas 8 e 9

    AURICULOTERAPIA A auriculoterapia (aurícula=orelha, terapia=tratamento), é a utilização de pontos específicos no pavilhão auricular, estimulam-se determinados pontos da orelha com ação no sistema nervoso central. É uma técnica de acupuntura milenar, que tem ajudado a humanidade na obtenção da saúde desde a antiguidade, pois possibilita o organismo se autocurar. Perdeu-se muito da sua informação através dos tempos, contudo, estudos estão trazendo de volta muito do conhecimento esquecido na esteira do tempo, informa Vera Lúcia Behr. Página 4

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    Núcleo Espírita Nosso Lar Centro de Apoio ao Paciente com Câncer

    Editorial Plotino, filósofo egípcio neopla-tônico, que viveu nos primór-dios da era cristã nos dizia que a emanação é o processo no qual a divindade suprema irradia sua pró- pria substância, criando o Universo, uma extensão de sua natureza divi- na, de maneira processual, contínua e permanente.

    João de Zebedeu nos disse que Deus é amor, logo, se a emanação que provém do centro do universo é segundo Plotino, a extensão de sua própria natureza, podemos traduzir a frase de João para “Deus é o amor”.

    E assim pensando que o amor é a presença efetiva de Deus em nos- sos corações, almas e espíritos, que somos feito à imagem e semelhança Dele, podemos concluir que nós so- mos o amor em ação, somos a pró- pria expressão física do amor.

    E tantos seres hão que buscam o amor fora de si, que passam a vida em busca do amor de alguém e não se apercebem que são a própria ex- pressão do seu objeto de desejo.

    Ama ao teu próximo como amas a ti mesmo, nos disse o nazareno Je- sus, nos levando a refletir sobre o re- conhecer a Deus nos nossos irmãos.

    Se assim considerássemos - em nossa visão de mundo - todos nós seres humanos como a expressão de Deus, poderíamos, certamente, vi- ver num mundo bem melhor, quem sabe o tal paraíso pintado pelos mes- tres das artes plásticas, cantado pelos poetas e descritos por seres angeli- cais que sopram em nossos olhos o vislumbre de um sonho que pensa- mos ser utópico.

    Neste número falamos de amor e solidariedade e convidamos você leitor a refletir sobre seu olhar para o próximo.

    O amor em ação é como tradu- zimos os movimentos coletivos de solidariedade que surgem por todos os cantos da Terra, numa prova in- conteste de que a mensagem de Jesus continua viva no coração dos ho- mens.

    expediente

    Telefones do Núcleo (48) 33570045 e 33570047 www.nenossolar.com.br

    Tenho um livro sobre águas e meninos. Gostei mais de um menino que carregava água na peneira. A mãe disse que carregar água na peneira era o mesmo que roubar um vento e sair correndo com ele para mostrar aos irmãos. A mãe disse que era o mesmo que catar espinhos na água. O mesmo que criar peixes no bolso. O menino era ligado em despropósitos. Quis montar os alicerces de uma casa sobre orvalhos. A mãe reparou que o menino gostava mais do vazio, do que do cheio. Falava que vazios são maiores e até infinitos. Com o tempo aquele menino que era cismado e esquisito, porque gostava de carregar água na peneira. Com o tempo descobriu que escrever seria o mesmo que carregar água na peneira. No escrever o menino viu que era capaz de ser noviça,

    monge ou mendigo ao mesmo tempo. O menino aprendeu a usar as palavras. Viu que podia fazer peraltagens com as palavras. E começou a fazer peraltagens. Foi capaz de modificar a tarde botando uma chuva nela. O menino fazia prodígios. Até fez uma pedra dar flor. A mãe reparava o menino com ternura. A mãe falou: Meu filho você vai ser poeta! Você vai carregar água na peneira a vida toda. Você vai encher os vazios com as suas peraltagens, e algumas pessoas vão te amar por seus despropósitos!

    O menino que carregava água na peneira Manoel Barros

    17º Bazar do Artesanato

    Espaço reservado para você

    Venha participar do 17º Bazar do Artesanato Solidário que acontecerá no dia 22 de novembro próximo, a partir das 12 ho- ras, na Garagem do Núcleo Espírita Nosso Lar, junto ao novo café. Novamente contamos com a colaboração de todos para que esse evento tenha sucesso e assim, possamos continuar contri- buindo para a manutenção da nossa Instituição, o Núcleo Espí- rita Nosso Lar/Centro de Apoio ao Paciente com Câncer. Sua participação querido irmão, querida irmã será muito im- portante. Aceitamos qualquer modalidade de artesanato, pre-

    ferencialmente, peças prontas. Participe e faça a sua doação na Secretaria do NENL ou do CAPC. Deixamos também o convite para você se fazer presente no dia do Bazar. Traga a sua família, seus amigos e venha passar uma tarde agradável em Nosso Lar. Além das peças de artesanato, estaremos oferecendo um delicioso café com doces e salgados. Contamos com você! Participe! Muito obrigada!

    Equipe Organizadora

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    Guia da Saúde HEPATITE B

    Dr. José Bel Ginecologista e Mastologista - CRM 1558 Associação Médica Espírita de Santa Catarina – AME/SC

    REFERÊNCIAS Doenças Infecciosas e Parasitárias Ministério da Saúde – 8*edição

    Na última edição, falamos sobre a Hepati- te A. Nesta, abordaremos a Hepatite B, dada a sua importância entre as doenças transmissí- veis por via sexual, principalmente.

    ASPECTOS CLÍNICOS E EPIDEMIO- LÓGICOS

    Descrição – Doença viral que cursa desde a forma assintomática ou sintomática, até for- mas fulminantes.

    As formas sintomáticas são caracteriza- das por mal-estar, dor de cabeça, febre baixa, perda de apetite, dor muscular, fadiga, dor nas articulações, náusea, vômitos, desconforto na região do fígado, aversão a gorduras e ao ci- garro.

    Aparece icterícia (pele e urina amarela es- cura), e fezes brancas (hipocolia fecal) assim como aumento do fígado (hepatomegalia) e do baço (esplenomegalia).

    Na forma aguda, os sintomas vão desapa- recendo lentamente.

    Algumas pessoas desenvolvem a forma crônica mantendo um processo inflamatório hepático por mais de seis meses.

    O risco de cronificação pelo vírus B de- pende da idade na qual ocorreu a infecção e

    da doença. O portador crônico pode transmi- tir por vários anos.

    COMPLICAÇÕES – Cronificação da doença (infecção), cirrose hepática e suas complicações (ascite, hemorragias digestivas, peritonite (infecção) bacteriana, encefalopatia hepática) e carcinoma do fígado.

    DIAGNÓSTICO – Clínico e laboratorial. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL – Com

    hepatites A, C, D ou E, infecções como Leptos- pirose, Febre amarela, Malaria, Dengue, Sepse, Citomegalovirus, Mononucleose, Doenças he- molítica, obstruções biliares (cálculos de vesí- cula e tumores), uso abusivo de Alcool.

    TRATAMENTO – Não existe tratamento específico para a forma aguda. Como norma

    dos cuidados com a doença. Assim, em meno- res de um ano chega a 90%, entre um e cinco anos, esse risco varia entre 20 e 50% e em adul- tos, entre 5 e 10%.

    Portadores de imunodeficiência congênita ou adquirida evoluem para a cronicidade com maior frequência.

    AGENTE ETIOLÓGICO – Vírus da hepa- tite B (HBV).

    MODO DE TRANSMISSÃO – O ví- rus HBV é altamente infectante e facilmente transmitido pela via sexual, por transfusões de sangue, procedimentos médicos e odontológi- cos e hemodiálise sem as adequadas normas de biossegurança, pela transmissão vertical da mãe para o filho, por contactos íntimos domiciliares (compartilhamento de escova dental, lâminas de barbear), acidentes perfuro cortantes, compartilhamento de SERINGAS E MATERIAL para a realização de tatuagens, piercings e manicure.

    PERÍODO DE INCUBAÇÃO – De 30 a 180 dias (em média, de 60 a 90 dias).

    PERÍODO DE TRANSMISSIBILIDADE – De 2 a 3 semanas antes dos primeiros sinto- mas, mantendo-se durante a evolução clinica

    geral recomenda-se repouso absoluto, até nor- malizar as enzimas do fígado (aminotrans- ferases). Dieta pobre em gordura e rica em carboidratos. Proibição de álcool até 1 ano. Medicamentos somente com recomendação médica.

    Finalizando, estima-se que a hepatite seja responsável por 1 milhão de mort