Inspeção de Leite

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Text of Inspeção de Leite

  • 1. Bruno SigariniDiogo JaqquesEtatiane Paes Maira Veruska Wellington Toffoli

2. Leite

  • Art. 475 -Entende-se por leite, sem outra especificao, o produto oriundo da ordenha completa,ininterrupta, em condies de higiene, de vacas sadias, bem alimentadas e descansadas. O leite de outros animais deve denominar-se segundo a espcie de que proceda.

3. Caractersticas

  • Teor de gordura 3%
  • Acidez em graus Dornic 15-20 D
  • Densidade 15 graus centgradosentre 1028 1033
  • lactose - mnimo de 4,3 (quatro e trs dcimos por cento);
  • 6 - extrato seco desengordurado - mnimo 8,5% (oito e cinco dcimos por cento);
  • 7 - extrato seco total - mnimo 11,5% (onze e cinco dcimos por cento);
  • 8 - ndice crioscpico mnimo - -0,55c (menos cincoenta e cinco graus centgrados);
  • 9 - ndice refratomtrico no soro cprico a 20C (vinte e graus centgrados) no inferior a 37 (trinta e sete graus ) Zeiss.

4. Exceo

  • Os Estados que dispuserem de estudos de padro regional, podero, mediante aprovao do D.I.P.O.A.. adotar outros padres de leite para consumo local, no se permitindo comrcio interestadual desse produto.

5. Definies

  • Art. 478- Entende-se por "leite de reteno" o produto da ordenha, a partir do 30 (trigsimo) dia antes da pario.
  • Art. 479- Entende-se por "colostro" o produto da ordenha obtido aps o parto e enquanto estiverem presentes os elementos que o caracterizem.

6. Proibio

  • proibido o aproveitamento para fins de alimentao humana, do leite de reteno e do colostro.

7. Outras espcies

  • Art. 480- A produo de leite das espcies caprina, ovina e outras, fica sujeita s mesmas determinaes do presente Regulamento, satisfeitas s exigncias para sua identificao.
  • Art. 481- A composio mdia do leite das espcies caprinas, ovina e outras, bem como as condies de sua obteno, sero determinadas quando houver produo intensiva desse produto.

8. Fmeas lactantes

  • proibido ministrar alimentos que possam prejudicar a fmea lactante ou a qualidade do leite, incluindo-se nesta proibio, substncias estimulantes de qualquer natureza, capazes de provocar aumento da secreo lctea, com prejuzo da sade do animal.

9. Enfermidades

  • os animais suspeitos ou atacados de tuberculose ou brucelose, devem ser sumariamente afastados da produo leiteira.
  • Art. 487- Ser interditada a propriedade rural, para efeito de aproveitamento do leite destinado alimentao humana, quando se verifique qualquer surto de doena infecto-contagiosa que justifique a medida.
  • 1- Durante a interdio da propriedade poder o leite ser empregado na alimentao de animais, depois de submetido fervura.

10. Vacas, Cabras e ovelhas

  • 1 - as fmeas se apresentem clinicamente ss e em bom estado de nutrio;
  • 2 - no estejam no perodo final de gestao, nem na fase colostral;
  • 3 - no reajam prova de tuberculose (tuberculina) nem apresentem reao positiva s provas do diagnstico da brucelose, obedecidos os dipositivos da legislao em vigor.

11. Condenao

  • Qualquer alterao no estado de sade dos animais, capaz de modificar a qualidade do leite, justifica a condenao do produto para fins alimentcios e de toda a quantidade a que tenha sido misturado. As fmeas em tais condies devem ser afastadas do rebanho, em carter provisrio ou definitivo.

12. Afastamento

  • Art. 488- obrigatrio o afastamento da produo leiteira das fmeas que:
  • 1 - se apresentem em estado de magreza extrema ou caquticas;
  • 2 - sejam suspeitas ou atacadas de doenas infecto-contagiosas;
  • 3 - se apresentem febris, com mamite, diarria, corrimento vaginal ou qualquer manifestaopatolgica, a juzo da autoridade sanitria.
  • Pargrafo nico- O animal afastado da produo s pode voltar ordenha aps exame procedido por veterinrio oficial.

13. Provas

  • Art. 489- So obrigatrias as provas biolgicas para diagnsticos de tuberculose e brucelose,praticadas tantas vezes quantas necessrias nos estabelecimentos que produzem leite tipo "A" e "B", e, conforme o caso, naqueles que produzem outros tipos de leite. Essas provas s podem ser feitas por veterinrio oficial ou por veterinrio particular habilitado que obedea integralmente aos planos oficialmente adotados.

14. Ordenha

  • Como deve ser feita a ordenha:
      • Vacas devem estar limpas,descansadas, com os beres lavados e a cauda presa
      • Ordenhador asseado, com roupas ,mos e braos limpos; unhas cortadas
      • Deve-se rejeitar o primeiro jato de leite

15. Acondicionamento de Leite

  • Vasilhame deve ser de ao inoxidvel,alumino ou ferro estanhado ; no deve conter falhas
  • Formato que facilite sua lavagem
  • Limpo no momento da ordenha e ps ordenha deve ser lavado
  • Possuir tampa pevitar vazamentos ou contaminaes
  • Ser destinado exclusivamente para transporte ou deposito de leite, no podendo ser utilizado para acondicionamento de soro ou leite imprprio p consumo.
  • Ter identificao e fecho metlico inviolvel.

16. Transporte do leite

  • Veculos devem conter proteo contra o sol e a chuva.
  • Com os lates de leite no devem ser transportados qualquer outro produto ou mercadoria que possa ser prejudicial.
  • permitida a colheita de leite em carro-tanque, diretamente em fazendas leiteiras, desde que se trate de leite mantido no mximo a 10C .
  • O leite deve ser enviado ao estabelecimento de destino, imediatamente aps a ordenha.

17. Transporte do leite

  • O leite s pode ser retido na fazenda quando refrigerado e pelo tempo estritamente necessrio remessa.
  • O leite deve ser enviado ao estabelecimento de destino imediatamente aps a ordenha(Maximo de 6h)
      • A IF organizara os horrios de chegada do leite, informando aos interessados, caso receberem fora do horrio fixado, o estabelecimento ser penalizado.

18.

  • Segundo o Art. 504 leite reconstitudo o produto resultante da dissoluo em gua, do leite em p ou no, de gordura lctea, ate atingir o teor gorduroso fixado para o respectivo tipo,seguido de homogeneizao e pasteurizao.
  • Leite de consumo in natura: integral,padronizado, o magro e o desnatado (Devendo ter gradaes de preo, exceto o integral) .

19. Tipos de Leite liberados para consumo

  • Leite Tipo A ou de granja
  • Leite Tipo B ou de estbulo
  • Leite Tipo C ou padronizado
  • Leite Magro
  • Leite Desnatado
  • Leite Esterilizado
  • Leite Reconstitudo
  • Liberados para consumo devidamente pasteurizado

20. Classificao dos estabelecimentos de leite

  • GRANJA LEITEIRA : produo, pasteurizao e envase de leite pasteurizado tipo A; devendo estar localizado fora da rea urbana, dispondo de terreno para as pastagens, manejo do gado e construo para dependncias e anexos.
      • Alguns dos equipamentos necessrios:
  • - Currais de espera e de manejo;
  • - Cmara frigorfica;
  • - Dependncias de ordenha (ordenha mecnica em circuito fechado);
  • - Dependncia de higienizao e guarda do material de ordenha;
  • - Laboratrios

21. Estbulo: produo do leite tipo B

  • Localizado em rea distante de fontes produtoras de mau cheiro, dispondo de currais de espera com rea mnima de 2,5m 2por animal do lote a ser ordenhado, de fcil higienizao.
  • Abastecimento de gua de boa qualidade e em volume suficiente.
  • Possuir rede de esgoto.
  • Ordenha no Estbulo dever ser mecnica;
  • Sala de leite: dependncia apropriada para a ordenha (mecnica ou manual), e refrigerao do leite.

22. Faz. Leiteira:produo do leite tipo C

  • Dispor de instalaes rsticas indispensveis permanncia do gado durante o trato e o preparo da ordenha;
  • Dependncia para ordenha que pode ser de construo rstica, porm slida e higinica, com pisos impermeabilizados
  • Estrados de madeira para o vasilhame,
  • Dispositivos de conteno durante a limpeza e a ordenha;

23.

  • Ser produzido em granja leiteira
  • Devida higienizao
  • Gado sobre superviso de medico veterinrio
  • Exame rotineiramente
  • Ser integral e caractersticasbacteriolgica
  • Ser pasteurizado logo aps ordenha no local
  • Ser mantido e transportado a 10ce destribuido em ate 12 horas
  • Pode ser transportado entre municpios

Caractersticas de leite tipo A 24. Proibio do leite A e B

  • proibido a padronizao bem como o pr aquecimento e a congelao

25. Caractersticas leite tipo B

  • Produzido em estbulo ou instalaes apropriadas
  • Vacasmantido sobre superviso de medico veterinrio
  • Ser pasteurizad