“INSTALAÇÕES ELÉTRICAS RESIDENCIAS E PREDIAIS

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELTRICA

SUGESTO PARA APOSTILA DA DISCIPLINA INSTALAES ELTRICAS RESIDENCIAIS E PREDIAIS

PARA O CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

PROF. FLAVI HARCOORD. GERAL DO PROGRAMA CIPMOI 52 ANOS FAZENDO A DIFERENA! CONHEA O PROGRAMA NO WWW.CIPMOI.ENG.UFMG.BR

2 SEMESTRE DE 2009

Instalaes Eltricas Residenciais e Prediais - ELE054

Prof. Flavi Har

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NDICELEIS DECRETOS RESOLUES SOBRE ATUAO PROFISSIONAL _______ 3 a 17 MODELO DE ART DO CREA____________________________________________ 18 a 19 LEI 8078-90: CODIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR_______________________ 20 a 36 NR-10 - INSTALAES E SERVIOS EM ELETRICIDADE____________________ 37 a 49 RESOLUO 1010 CONFEA____________________________________________ 50 a 60 NOTAS DE AULA 1 SEGURANA ______________________________________ 61 A 68 DPS - DISPOSITIVO DE PROTEO CONTRA SURTO ______________________ 69 a 71 EXERCCIO 1 LEVANTAMENTO DE CARGAS E TIPO DE CONSUMIDOR______ 72 a 82 EXERCCIO 2 COMANDOS (INTERRUPTORES) __________________________ 83 a 91 PORTARIA 19 DO INMETRO PADRO DE TOMADAS______________________ 92 LEI N 11.337 DE 26 DE JULHO DE 2006. (TERRA E TOMADAS) 93 EXERCCIO 3 DIVISO DE CIRCUITOS _________________________________ 94 a 112 EXERCCIO 4 DIMENSIONAMENTO DOS CONDUTORES__________________ 113 a 126 PORTARIA 130 DO INMETRO PADRO DE DISJUNTORES_________________ 127 EXERCCIO 5 DIMENSIONAMENTO DOS DISJUNTORES E ELETRODUTOS___ 128 a 132 EXERCCIO 6 DIMENSIONAMENTO DO ALIMENTADOR DIAGRAMA UNIFILAR_ 133 a 143 ILUMINAO ARTIFICIAL BSICA MTODO DOS LUMENS ________________ 144 a 163 LEVANTAMENTO DE MATERIAL DA OBRA________________________________ 164 a 173 NDICE DAS TABELAS:TABELA 1 TABELA 2 TABELA 3 TABELA 4 TABELA 5 TABELA 6 TABELA 7 TABELA 8 TABELA 9 TABELA 10 TABELA 11 TABELA 12 TABELA 13 TIPO DE CONSUMIDOR SEGUNDO A CEMIG ________________________ EXEMPLOS DE CARGAS TUGs E TUEs _____________________________ EXEMPLOS DE AR CONDICIONADO ________________________________ LEGENDA SIMBOLOGIA ________________________________________ FCT FATOR DE CORREO DE TEMPERATURA AMBIENTE _________ FCNC FATOR DE CORREO DE NO. CIRCUITOS NO ELETRODUTO _ CCC IFIO CAPACIDADE-CRITRIO DE CONDUO DE CORRENTE ____ CQT CRITRIO DE QUEDA DE TENSO ___________________________ DIMETRO MDIO DOS ELETRODUTOS ___________________________ REA EXTERNA TOTAL MDIA DOS CONDUTORES _________________ F.D. (FATOR DE DEMANDA) PARA CARGAS DE LUZ E TUGs __________ F.D. (FATOR DE DEMANDA) PARA CARGAS DE TUE _________________ DISJUNTOR-PROTEO GERAL SEGUNDO A CEMIG ________________ PG 77 PG 78 PG 78 PG 88 PG 114 PG 114 PG 115 PG 118 PG 131 PG 131 PG 133 PG 134 PG 134

OUTRAS FIGURAS IMPORTANTESLEGENDA DISJUNTOR SIMBOLOGIA SEGUNDO A ABNT __________________________________ PG 76 EXEMPLOS DE VALORES PADRONIZADOS_________________________ PG 129

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Instalaes Eltricas Residenciais e Prediais - ELE054LEI N 6.496 - DE 7 DE DEZ 1977

Prof. Flavi Har

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Institui a "Anotao de Responsabilidade Tcnica" na prestao de servios de Engenharia, de Arquitetura e Agronomia; autoriza a criao, pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CONFEA, de uma Mtua de Assistncia Profissional, e d outras providncias. O Presidente da Repblica, Fao saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1 - Todo contrato, escrito ou verbal, para a execuo de obras ou prestao de quaisquer servios profissionais referentes Engenharia, Arquitetura e Agronomia fica sujeito "Anotao de Responsabilidade Tcnica" (ART). Art. 2 - A ART define para os efeitos legais os responsveis tcnicos pelo empreendimento de engenharia, arquitetura e agronomia. 1 - A ART ser efetuada pelo profissional ou pela empresa no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA), de acordo com Resoluo prpria do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA). 2 - O CONFEA fixar os critrios e os valores das taxas da ART "ad referendum" do Ministro do Trabalho. Art. 3 - A falta da ART sujeitar o profissional ou a empresa multa prevista na alnea "a" do Art. 73 da Lei n 5.194, de 24 DEZ 1966, e demais cominaes legais. Art. 4 - O CONFEA fica autorizado a criar, nas condies estabelecidas nesta Lei, uma Mtua de Assistncia dos Profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia, sob sua fiscalizao, registrados nos CREAs. 1 - A Mtua, vinculada diretamente ao CONFEA, ter personalidade jurdica e patrimnio prprios, sede em Braslia e representaes junto aos CREAs. 2 - O Regimento da Mtua ser submetido aprovao do Ministro do Trabalho, pelo CONFEA. Art. 5 - A Mtua ser administrada por uma Diretoria Executiva, composta de 5 (cinco) membros, sendo 3 (trs) indicados pelo CONFEA e 2 (dois) pelos CREAs, na forma a ser fixada no Regimento. Art. 6 - O Regimento determinar as modalidades da indicao e as funes de cada membro da Diretoria Executiva, bem como o modo de substituio, em seus impedimentos e faltas, cabendo ao CONFEA a indicao do Diretor-Presidente e aos outros Diretores a escolha, entre si, dos ocupantes das demais funes. Art. 7 - Os mandatos da Diretoria Executiva tero durao de 3 (trs) anos, sendo gratuito o exerccio das funes correspondentes. Art. 8 - Os membros da Diretoria Executiva somente podero ser destitudos por deciso do CONFEA, tomada em reunio secreta, especialmente convocada para esse fim, e por maioria de 2/3 (dois teros) dos membros do Plenrio. Art. 9 - Os membros da Diretoria tomaro posse perante o CONFEA. Art. 10 - O patrimnio da Mtua ser aplicado em ttulos dos Governos Federal e Estaduais ou por eles garantidos, Carteiras de Poupana, garantidas pelo Banco Nacional da Habilitao (BNH), Obrigaes do Tesouro Nacional, imveis e outras aplicaes facultadas por Lei para rgos da mesma natureza. Pargrafo nico - Para aquisio e alienao de imveis, haver prvia autorizao do Ministro do trabalho. Art. 11 - Constituiro rendas da Mtua: I - 1/5 (um quinto) da taxa de ART; II - uma contribuio dos associados, cobrada anual ou parceladamente e recolhida, simultaneamente, com a devida aos CREAs;

III - doaes, legados e quaisquer valores adventcios, bem como outras fontes de renda eventualmente institudas em Lei; IV - outros rendimentos patrimoniais. 1 - A inscrio do profissional na Mtua dar-se- com o pagamento da primeira contribuio, quando ser preenchida pelo profissional sua ficha de Cadastro Geral, e atualizada nos pagamentos subseqentes, nos moldes a serem estabelecidos por Resoluo do CONFEA. 2 - A inscrio na Mtua pessoal e independente de inscrio profissional e os benefcios s podero ser pagos aps decorrido 1 (um) ano do pagamento da primeira contribuio. Art. 12 - A Mtua, na forma do Regimento, e de acordo com suas disponibilidades, assegurar os seguintes benefcios e prestaes: I - auxlios pecunirios, temporrios e reembolsveis, aos associados comprovadamente necessitados, por falta eventual de trabalho ou invalidez ocasional; II - peclio aos cnjuges suprstites e filhos menores associados; III - bolsas de estudo aos filhos de associados carentes de recursos ou a candidatos a escolas de Engenharia, de Arquitetura ou de Agronomia, nas mesmas condies de carncia; IV - assistncia mdica, hospitalar e dentria, aos associados e seus dependentes, sem carter obrigatrio, desde que reembolsvel, ainda que parcialmente; V - facilidade na aquisio, por parte dos inscritos, de equipamentos e livros teis ou necessrios ao desempenho de suas atividades profissionais; VI - auxlio funeral. 1 - A Mtua poder financiar, exclusivamente para seus associados, planos de frias no Pas e/ou de seguros de vida, acidentes ou outros, mediante contratao. 2 - Visando satisfao do mercado de trabalho e racionalizao dos benefcios contidos no item I deste artigo, a Mtua poder manter servios de colocao de mo-de-obra de profissionais, seus associados. 3 - O valor pecunirio das prestaes assistenciais variar at o limite mximo constante da tabela a ser aprovada pelo CONFEA, nunca superior do Instituto Nacional de Previdncia Social (INPS). 4 - O auxlio mensal ser concedido, em dinheiro, por perodos no superiores a 12 (doze) meses, desde que comprovada a evidente necessidade para a sobrevivncia do associado ou de sua famlia. 5 - As bolsas sero sempre reembolsveis ao fim do curso, com juros e correo monetria, fixados pelo CONFEA. 6 - A ajuda farmacutica, sempre reembolsvel, ainda que parcialmente, poder ser concedida, em carter excepcional, desde que comprovada a impossibilidade momentnea de o associado arcar com o nus decorrente. 7 - Os benefcios sero concedidos proporcionalmente s necessidades do assistido, e os peclios em razo das contribuies do associado. 8 - A Mtua poder estabelecer convnios com entidades previdencirias, assistenciais, de seguro e outros facultados por Lei, para o atendimento do disposto neste Artigo. Art. 13 - Ao CONFEA incumbir, na forma do Regimento: I - a superviso do funcionamento da Mtua; II - a fiscalizao e aprovao do Balano, Balancete, Oramento e da Prestao de Contas da Diretoria Executiva da Mtua; III - a elaborao e aprovao do Regimento da Mtua; IV - a indicao de 3 (trs) membros da Diretoria Executiva; V - a fixao da remunerao do pessoal empregado pela Mtua; VI - a indicao do Diretor-Presidente da Mtua; VII - a fixao, no Regimento, da contribuio prevista no item II do Art. 11; VIII - a soluo dos casos omissos ou das divergncias na aplicao desta Lei. Art. 14 - Aos CREAs, e na forma do que for estabelecido no Regimento, incumbir:

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I - recolher Tesouraria da Mtua, mensalmente, a arrecadao da taxa e contribuio prevista nos itens I e II do Art. 11 da presente Lei; II - indicar os dois membros da Diretoria Executiva, na forma a ser fixada pelo Regimento. Art. 15 - Qualquer irregularidade na arrecadao, na concesso de benefcios ou no funcionamento da Mtu