INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS - sinop.· conceitos fundamentais forÇa, pressÃo e perda de

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  • INSTALAES HIDRULICAS E PREDIAIS

    Professor: Eng Civil Diego Medeiros Weber.

  • GUA FRIA

  • CONCEITOS FUNDAMENTAISFORA, PRESSO E PERDA DE CARGA

    Fora aplica sobre uma rea igual a presso (P=F/A)

  • CONCEITOS FUNDAMENTAISFORA, PRESSO E PERDA DE CARGA

    Qual dos recipientes possui maior presso sobre o fundo?

  • CONCEITOS FUNDAMENTAISFORA, PRESSO E PERDA DE CARGA

    PRINCPIO DOS VASOS COMUNICANTES

  • CONCEITOS FUNDAMENTAISFORA, PRESSO E PERDA DE CARGA

  • CONCEITOS FUNDAMENTAIS

    CONCLUSO - A presso que a gua exerce sob umasuperfcie qualquer (no nosso caso, o fundo e as paredes docopo) s depende da altura do nvel da gua at essasuperfcie. o mesmo que dizer: A presso no depende dovolume de gua contido em um tubo, e sim da altura

  • CONCEITOS FUNDAMENTAIS

  • CONCEITOS FUNDAMENTAIS

    MEDIDAS DE PRESSO

    Kgf/cm; Pa = N/m; M.c.a (Metros de coluna dgua).

    RELAO

    1 Kg/cm; 100.000 Pa = N/m; 10 M.c.a.

  • CONCEITOS FUNDAMENTAIS

    MEDIDAS DE PRESSO

  • CONCEITOS FUNDAMENTAIS

    MEDIDAS DE PRESSO

  • CONCEITOS FUNDAMENTAIS

    TIPOS DE PRESSES A SEREM COSIDERADAS NAS INSTALAES PREDIAIS

    PRESSO ESTTICA;PRESSO DINMICA;PRESSO DE SERVIO.

  • CONCEITOS FUNDAMENTAIS

    PRESSO ESTTICA: Presso da gua quando ela estparada dentro da tubulao. O seu valor medido pela alturaque existe entre, por exemplo, o chuveiro e o nvel da gua noreservatrio superior.

  • CONCEITOS FUNDAMENTAIS

    PRESSO ESTTICA

    NBR 5626 - 1998: Presso esttica deve ser menor que 40m.c.a.

  • CONCEITOS FUNDAMENTAIS

    PRESSO DINMICA: a presso verificada quando agua est em movimento, que pode ser medida tambmatravs de um manmetro. Esta presso depende do traadoda tubulao e os dimetros adotados para os tubos. O seuvalor a presso esttica menos as perdas de carga distribudae localizada.

  • CONCEITOS FUNDAMENTAIS

    PRESSO DE SERVIO: Esta representa a pressomxima que podemos aplicar a um tubo, conexo, vlvula ououtro dispositivo, quando em uso norma. Neste caso, citamoso seguinte trecho da norma NBR5626: O fechamento dequalquer pea de utilizao no pode provocar sobre-pressoem qualquer ponto da instalao que seja maior que 20 m.c.a.acima da presso esttica nesse ponto.

    Isto quer dizer que a presso de servio no deveultrapassar a 60 m.c.a. pois o resultado da mxima pressoesttica (40.m.c.a.) somada a mxima sobre-presso(20m.c.a.).

  • CONCEITOS FUNDAMENTAIS

    PERDA DE CARGA

    As colises entre as partculas com as paredes dos tubos,dificultam o escoamento da gua, o que gera a perda deenergia. Podemos dizer ento que o lquido perde pressoou seja: houve perda de carga.

  • CONCEITOS FUNDAMENTAIS

    PERDA DE CARGA

    DISTRIBUDA: aquela que ocorre ao longo datubulao, pelo atrito da gua com as paredes do tubo.Quanto maior o comprimento do tubo, maior ser a perda decarga. Quanto menor o dimetro, maior tambm ser a perdade carga;

    LOCALIZADA: Nos casos em que a gua sofre mudanasde direo como por exemplo nos joelhos, redues, ts,ocorre ali uma perda de carga chamada de localizada. Isto fcil de entender se pensarmos que nestes locais, h umagrande turbulncia concentrada, a qual aumenta os choquesentre as partculas da gua.

  • MATERIAIS E COMPONENTES

    1. AO CARBONO GALVANIZADO;

    2. COBRE;

  • MATERIAIS E COMPONENTES

    3. FERRO FUNDIDO GALVANIZADO;

    4. LIGA DE COBRE;

  • MATERIAIS E COMPONENTES

    5. POLIETER REFORADO COM FIBRA DE VIDRO;

    6. POLIETILENO;

  • MATERIAIS E COMPONENTES

    7. PVC RGIDO;

    8. FIBROCIMENTO;

  • MATERIAIS E COMPONENTES

    9. CONCRETO;

    10. IMPERMEABILIZANTES;

  • PROJETO

  • DEFINIES

    gua Fria: gua temperatura dada pelas condies

    do ambiente.

    gua Potvel: gua que atende ao padro de

    potabilidade determinado pela Portaria n 36 do Ministrio

    da Sade.

    Instalao Predial de gua Fria: Sistema composto

    por tubos, reservatrios, peas de utilizao, equipamentos

    e outros componentes, destinado a conduzir gua

    fria da fonte de abastecimento aos pontos de utilizao.

  • RESPONSABILIDADE TCNICA

    O projeto de instalaes prediais de gua fria deve serelaborado por projetista com formao profissional de nvelsuperior, legalmente habilitado e qualificado.

    NORMA PERTINENTE

    NBR 5626:1998 Instalao predial de gua fria.

  • REQUISITOS A SEREM ATENDIDOS

    1. Preservar a potabilidade da gua;2. Garantir o fornecimento de gua de forma contnua, em

    qualidade adequada e com presses e velocidadescompatveis com o perfeito funcionamento dos aparelhossanitrios, peas de utilizao e demais componentes;

    3. Possibilitar manuteno fcil e econmica;4. Evitar nveis de rudo inadequados a ocupao do

    ambiente;5. Proporcionar conforto aos usurios, prevendo peas de

    utilizao adequadamente localizadas, de fcil operao,com vazes satisfatrias e atendendo as demais exignciasdo usurio.

  • ETAPAS DE UM PROJETO

    1. Concepo do projeto;

    2. Determinao das vazes;

    3. Dimensionamento;

    4. Detalhamento.

  • Caractersticas do consumo predial (volumes, vazesmximas e mdias, caractersticas da gua, Etc;

    Caractersticas da oferta de gua (disponibilidade de vazo,faixa de variao das presses, constncia do abastecimento,caractersticas da gua, etc;

    Necessidades de reservao, inclusive para combate aincndio;

    No caso de captao local de gua, as caractersticas dagua, a posio do nvel do lenol subterrneo e a previsoquanto ao risco de contaminao.

    CONSIDERAES PRELIMINARES

  • 1. PRESSO;

    Sobrepresso < 20m.c.a (200KPa); Presso esttica < 40m.c.a (400KPa); Presso mnima de servio > 0,5m.c.a (5KPa).

    2. VELOCIDADE;

    Velocidade mxima: 14D ou 2,5m/s; (Evitar Rudos) Velocidade mnima: Nada se recomenda.

    CONSIDERAES GERAIS

  • 1. SISTEMA DIRETO;

    SISTEMAS DE DISTRIBUIO

    cavalete

    rede pblica

  • 2. SISTEMA INDIRETO;

    SISTEMAS DE DISTRIBUIO

    cx.gua

    cavalete

    rede pblica

  • 2. SISTEMA INDIRETO;

    SISTEMAS DE DISTRIBUIO

    cx.gua

    cavalete

    rede pblicacx. gua inferior

    Bomba

    boia

  • 2. SISTEMA MISTO;

    SISTEMAS DE DISTRIBUIO

    cx.gua

    cavalete

    rede pblica

  • Rede Pblica

    Ramal Predial

    Cavalete

    Hidrmetro

    Conjunto Moto-Bomba

    Conjunto de Recalque

    Tubo de Recalque

    Ramais de Distribuio

    Reservatrio Superior

    Barrilete

    Coluna de Distribuio

    Dreno

    Extravasor

    ou Ladro

    ChaveBia

    Ramais de Distribuio

    Ramais de Distribuio

    Reservatrio Inferior

    AlimentadorPredial

    Tubo de Suco

  • CONSUMO MDIO DIRIO (CD);

    Este valor utilizado no dimensionamento do ramal predial, hidrmetro, ramal de alimentao, conjunto moto-bomba para recalque e reservatrios.

    A estimativa deste volume feita com a utilizao do consumo "per capita" para diferentes tipos de ocupaes atribudas edificao.

    ESTIMATIVA DE CONSUMO

  • Tipo da Edificao UnidadeConsumo

    (litro / dia)

    Apartamento capital 200

    Apartamento Luxo dormitrio 300 - 400

    Quarto empregada 200

    Residncia Luxo capital 300 - 400

    Residncia Mdio Valor capital 150

    Residncia Popular capital 120 - 150

    Alojamento Provisrio Obra capital 80

    Apartamento de Zelador capital 600 - 1000

    Edifcio de Escritrio ocupante real 50 - 80

    Escola - Internato capital 150

    Escola - Externato aluno 50

    Escola - Semi Internato aluno 100

    Hospital e Casa de Sade leito 250

    Hotel c/ Cozinha, Lavanderia hspede 250 - 350

    Hotel s/ Cozinha, Lavanderia hspede 120

    Lavanderia Kg roupa seca 30

    Quartel soldado 150

    Cavalaria cavalo 100

    Restaurante refeio 25

    Mercado m2 de rea 5

    Garagem e Posto de Servio automvel 100

    Rega de Jardim m2 de rea 1,5

    Cinema e Teatro lugar 2

    Igreja lugar 2

    Ambulatrio capita 25

    Creche capita 50

    Fbrica - Uso Pessoal operrio 70 - 80

    Fbrica c/ Restaurante operrio 100

    Usina de Leite litro de leite 5

    Matadouro grande animal 300

    pequeno animal 150

    Extrado de Macintyre, A.J. - Instalaes Hidrulicas - Rio de Janeiro, Guanabara Dois, 1982.

  • TEMOS:

    CD = P x Consumo per-capita

    onde:P = populao ocupante da edificao.

    ESTIMATIVA DE CONSUMO

  • A populao ocupante poder ser calculada utilizando osseguintes critrios:

    1o critrio: 5 pessoas por unidade residencial, caso deresidncia trrea;2o critrio: 2 pessoas por dormitrio + 1 pessoa por dormitriode empregada, em caso de prdios de apartamentos;

    ESTIMATIVA DE CONSUMO

  • 3o critrio: Baseado em lotao mxima de ocupao dasedificaes, como segue:

    Escritrio: 1 pessoa / 9 m2

    Lojas: 1 pessoa / 3 m2

    Depsitos: 1 pessoa / 10 m2

    Oficinas: 1 pessoa / 9 m2

    Hotis: 1 pessoa / 15 m2

    Hospitais e consultrios: 1 pessoa / 15 m2

    Escolas: 1 pessoa / 15 m2

    ESTIMATIVA DE CONSUMO

  • Dados: Um edifcio residencial de apartamento:

    N0 de pavimentos: 8 N0 de apartamento por andar: 2 N0 de dormitrios por apartamento: 2

    ESTIMATIVA DE CONSUMO

  • CD = P x 200 l / dia

    A populao estimada atravs do 2o critrio, resultando em:

    P = 8 andares X 2 apto p/ andar X 2 Dorm. p/ apto X 2 Hab. p/ dorm.

    P = 64 pessoasento:

    CD = 64 x 200 = 12.800 l /dia

    ESTIMATIVA DE CONSUMO

  • Rede Pblica

    Ramal Predial

    Cavalete

    Hidrmetro

    Conjunto Moto-Bomba

    Conj